Poder Judici£Œrio Tribunal de Justi£§a do Estado do Amap£Œ jurisdicional ou administrativa, desempenhados

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  • REGIMENTO INTERNO – TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAPÁ

    Poder Judiciário

    Tribunal de Justiça do Estado do Amapá

    REGIMENTO INTERNO Resolução nº 006/2003-TJAP

    (Atualizada até a Resolução Nº 1348/2020-TJAP, de 05/02/2020 – DJE nº 25, de 06/02/2020)

    MACAPÁ-AP

  • REGIMENTO INTERNO – TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAPÁ

    TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAPÁ

    DESEMBARGADORES

    Presidente – Des. João Guilherme Lages Mendes

    Vice-Presidente – Desª. Sueli Pereira Pini

    Corregedor-Geral – Des. Eduardo Freire Contreras

    TRIBUNAL PLENO Des. João Guilherme Lages Mendes

    Des. Gilberto de Paula Pinheiro

    Des. Carmo Antônio de Souza

    Des. Agostino Silvério Junior

    Desª. Sueli Pereira Pini

    Des. Carlos Augusto Tork de Oliveira

    Des. Manoel de Jesus Ferreira de Brito

    Des. Rommel Araújo de Oliveira

    Des. Eduardo Freire Contreras

    SECÇÃO ÚNICA Desª. Sueli Pereira Pini - Presidente

    Des. Gilberto de Paula Pinheiro

    Des. Carmo Antônio de Souza

    Des. Agostino Silvério Junior Des. Carlos Augusto Tork de Oliveira

    Des. Manoel de Jesus Ferreira de Brito

    Des. Rommel Araújo de Oliveira

    CÂMARA ÚNICA Desª. Sueli Pereira Pini - Presidente

    Des. Gilberto de Paula Pinheiro

    Des. Carmo Antônio de Souza

    Des. Agostino Silvério Junior Des. Carlos Augusto Tork de Oliveira

    Des. Manoel de Jesus Ferreira de Brito

    Des. Rommel Araújo de Oliveira

    Endereço:

    Rua General Rondon, 1295 – Centro

    CEP 68900-911

    Fone: (096) 3312-3300

    Macapá - AP

  • RESOLUÇÃO Nº 006/2003-TJAP (ATUALIZADA ATÉ A Resolução Nº 1348/2020-TJAP, de 05/02/2020 – DJE nº 25, de 06/02/2020)

    Dispõe sobre a consolidação do Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá

    O Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, no uso das prerrogativas que lhe são conferidas

    pelo art. 125, § 1º, da Constituição Federal e pelo Decreto (N) n.º 0069/91, para o efeito de fixar as normas de seu funcionamento, estabelecer a competência de seus órgãos, regular a instrução e julgamento dos processos originários e recursos que lhe são atribuídos e instituir a disciplina de seus serviços, resolve aprovar as alterações imprimidas ao Regimento Interno (Resoluções n.ºs 005/2001, de 01/03/2001, 016/2001, de 29/10/2001, 024/2002, de 19/12/2002 e 005/2003, de 19/04/2003), consolidando-as neste instrumento, que passam a vigorar com o seguinte texto:

    PARTE I

    DA ORGANIZAÇÃO E DA COMPETÊNCIA

    TÍTULO I DO TRIBUNAL

    CAPÍTULO I

    DA ORGANIZAÇÃO DO TRIBUNAL, COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO

    Art. 1º - O Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, com sede na Capital do Estado e jurisdição em todo o seu território, compõe-se de nove Desembargadores (NR). § 1º - A alteração do número de seus membros dependerá de proposta do Tribunal. § 2º - Ao Tribunal é dispensado o tratamento de "Egrégio"; seus membros integrantes têm o título de "Desembargador", o tratamento de "Excelência" e usarão, nas sessões públicas, vestes talares. § 3º - Os Desembargadores terão acesso pleno a todo tipo de informação sobre os atos da administração da Justiça deste Estado, podendo colhê-las diretamente nos respectivos Setores e independentemente de requerimento formal (NR). Art. 2º - Na sua composição, quatro quintos dos lugares do Tribunal serão destinados a Juízes de Direito e um quinto será reservado a membros do Ministério Público Estadual com mais de dez anos de carreira, e a Advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada, com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. § 1º - Os lugares reservados serão preenchidos, respectivamente, por membros do Ministério Público e Advogados, indicados em lista sêxtupla, pelos órgãos de representação das respectivas classes. § 2º - Quando for ímpar o número de vagas destinadas ao quinto constitucional, uma delas será, alternada e sucessivamente, preenchida por membro do Ministério Público ou por Advogado, de tal forma que, também sucessiva e alternadamente, os representantes de uma das classes superem os da outra em uma unidade. Art. 3º - O Tribunal de Justiça funciona (NR): I - em Plenário; II - em Secção Única; III - em Câmara Única; IV - em Conselho da Magistratura; V – em Conselho Superior dos Juizados Especiais. § 1º - O Plenário, constituído de nove Desembargadores, é presidido pelo Presidente do Tribunal ou, na sua ausência, por seu substituto legal, nesse caso observado o quórum mínimo (NR). § 2º - A Secção Única será composta por todos os Desembargadores, à exceção do Presidente do Tribunal e do Corregedor-Geral, e é presidida pelo Vice-Presidente ou, na sua ausência, pelo Desembargador mais antigo entre os presentes, havendo quórum (NR).

  • § 3º - A Câmara Única é composta por todos os Desembargadores, à exceção do Presidente do Tribunal e do Corregedor-Geral, e é presidida pelo Vice-Presidente ou, na sua ausência, pelo Desembargador mais antigo entre os presentes, havendo quórum (NR). § 4º - O Conselho Superior dos Juizados Especiais é constituído do Corregedor-Geral, que o preside, e de outros dois Desembargadores escolhidos pelo Plenário, para períodos de dois anos, vedada a reeleição ou recondução para o período subsequente (NR). Art. 4º - O Presidente, o Vice-Presidente e o Corregedor-Geral de Justiça serão eleitos pela maioria dos membros do Tribunal, em votação secreta, na forma prevista neste Regimento, para um mandato de dois anos, vedada recondução ou reeleição para o período imediatamente subsequente, observando-se, preferencialmente, a ordem de antiguidade dos Desembargadores. § 1º - Proceder-se-á a nova votação, entre os mais votados, em caso de empate, e, persistindo este, será escolhido o mais antigo. § 2º - Serão inelegíveis para os cargos de direção do Tribunal quem já os tiver exercido, até que se esgotem todos os nomes, na ordem de antiguidade, excetuada a hipótese de eleição para completar período de mandato inferior a um ano. § 3º - É obrigatória a aceitação do cargo, salvo recusa manifestada e aceita antes da eleição. § 4º - Os escrutinadores serão designados pelo Presidente do Tribunal, em número de dois, no início da primeira votação, funcionando até o final, devendo registrar, em papel por eles autenticado, os votos apurados, nulos, brancos e quaisquer outras ocorrências. Art. 5º – Vagando qualquer cargo eletivo antes do último semestre do mandato a cumprir, haverá eleição administrativa do sucessor, para o tempo restante, que deverá ser providenciada no prazo de dez dias, hipótese em que a posse ocorrerá no mesmo dia. (NR) (Redação dada pela Resolução nº 569/2010, publicada no DJe nº 217, de 02.10.2010) Parágrafo único – Se a vaga ocorrer no último semestre, assumirá o cargo, até o término do mandato, o substituto e, inexistindo este, o que se seguir na ordem de antiguidade, lavrando-se termo de posse em igual dia. (Redação dada pela Resolução nº 569/2010, publicada no DJe nº 217, de 02.10.2010) Art. 6º - O Desembargador que se empossa integra a Secção e Câmara Únicas, segundo a antiguidade. Art.7º. A substituição de Desembargador e a convocação para auxílio neste Tribunal, processar-se-á na forma da Lei Orgânica da Magistratura Nacional, da Resolução nº 72, do Conselho Nacional de Justiça e deste Regimento. (Redação dada pela Resolução nº 506/2009, publicada no DJe nº 4642, de 17/12/2009) § 1º - A convocação de Juízes para compor o Tribunal ou qualquer de seus órgãos, nas ausências ou impedimentos de Desembargadores por trinta dias ou mais, far-se-á dentre a quinta parte mais antiga dos Juízes de Entrância Final, nos termos do art. 7º, do Decreto (N) nº 069/91. (Redação dada pela Resolução nº 427/06, publicada no DOE nº 3866, de 10.10.2006) § 2º - O convocado será escolhido por maioria absoluta dos Membros do Tribunal, em sessão pública e voto aberto, observado o merecimento apurado de acordo com os seguintes critérios de atividade jurisdicional ou administrativa, desempenhados nos seis meses anteriores à convocação: (Redação dada pela Resolução nº 427/06, publicada no DOE nº 3866, de 10.10.2006) I – quantidade de audiências, interrogatórios e júris presididos, decisões e sentenças proferidas, excluídas as anuladas, tudo em feitos ou procedimentos da jurisdição comum estadual; (Redação dada pela Resolução nº 427/06, publicada no DOE nº 3866, de 10.10.2006) II – atuação como gestor judiciário, pela administração da Vara em que titular; (Redação dada pela Resolução nº 427/06, publicada no DOE nº 3866, de 10.10.2006) III – a atuação como gestor judiciário pela administração de Fórum em que Diretor, por prazo superior a seis meses ininterruptos em cada Comarca; (Redação dada pela Resolução nº 427/06, publicada no DOE nº 3866, de 10.10.2006) IV – atuação como membro titular da Turma Recursal dos Juizados Especiais, por prazo superior a seis

  • meses ininterruptos; (Redação dada pela Resolução nº 427/06, publicada no DOE nº 3866, de 10.10.2006) V – a prestação de serviço relevante à comunidade em geral, à Justiça, ao Poder Judiciário e à magistratura, não d