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Relações Interpessoais e Motivação Actividade 1 Leia o texto que se segue. Uma pessoa é motivada, em qualquer momento por uma variedade de factores internos e externos. A força de cada motivo e o padrão de motivos influem na maneira como vemos o mundo, nas coisas em que pensamos e nas acções em que nos empenhamos. Imaginemos um estudante caminhando pela rua, exposto a toda a espécie de imagens e sons. Ele não pode dar atenção a todos os estímulos, pelo que responde apenas a alguns deles. Os estímulos insólitos podem despertar a sua curiosidade: pára no caminho para observar a demolição de um edifício. A curiosidade talvez não seja o único motivo; se teve um dia particularmente penoso, poderá retardar o passo para desfrutar a destrutibilidade envolvida. Pode alimentar pensamentos passageiros de semelhante destrutibilidade, em relação ao seu professor, namorada ou sociedade em geral. Finalmente, pode retomar a marcha, talvez note a fachada de um restaurante e perceba que tem fome. Pode divagar sobre o facto de que já passou por esse estabelecimento inúmeras vezes sem se dar conta do que nele existia – não estava com fome nessas ocasiões. Enquanto Curso de Doçaria e Bebidas Espirituais Regionais

Relações Interpessoais e Motivação (actividades)

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Relações Interpessoais e MotivaçãoActividade 1Leia o texto que se segue. Uma pessoa é motivada, em qualquer momento por uma variedade de factores internos e externos. A força de cada motivo e o padrão de motivos influem na maneira como vemos o mundo, nas coisas em que pensamos e nas acções em que nos empenhamos. Imaginemos um estudante caminhando pela rua, exposto a toda a espécie de imagens e sons. Ele não pode dar atenção a todos os estímulos, pelo que responde apenas a alguns deles. Os est

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Relações Interpessoais e Motivação

Actividade 1

Leia o texto que se segue.

Uma pessoa é motivada, em qualquer momento por uma variedade de factores

internos e externos. A força de cada motivo e o padrão de motivos influem na maneira

como vemos o mundo, nas coisas em que pensamos e nas acções em que nos

empenhamos.

Imaginemos um estudante caminhando pela rua, exposto a toda a espécie de

imagens e sons. Ele não pode dar atenção a todos os estímulos, pelo que responde

apenas a alguns deles.

Os estímulos insólitos podem despertar a sua curiosidade: pára no caminho para

observar a demolição de um edifício. A curiosidade talvez não seja o único motivo; se

teve um dia particularmente penoso, poderá retardar o passo para desfrutar a

destrutibilidade envolvida. Pode alimentar pensamentos passageiros de semelhante

destrutibilidade, em relação ao seu professor, namorada ou sociedade em geral.

Finalmente, pode retomar a marcha, talvez note a fachada de um restaurante e

perceba que tem fome.

Pode divagar sobre o facto de que já passou por esse estabelecimento inúmeras

vezes sem se dar conta do que nele existia – não estava com fome nessas ocasiões.

Enquanto encomenda a sua refeição, pode dar consigo conversando com a empregada.

Isso distrai-o, mas a moça está cansada e com dor de cabeça, por isso considera o rapaz

um tanto maçador. Contudo, como espera dele uma gorjeta, a moça finge que está

correspondendo.

Mais tarde, enquanto estuda no seu quarto, o rapaz concentra-se em aprender a

sua Matemática, ou Biologia ou Língua. À medida que vai ficando cansado, aumenta o

seu esforço, pensando nas notas que precisa obter para ser admitido na escola superior.

Poderá fazer uma pausa para pensar nos pais e cogitar se eles realmente apreciarão o

trabalho árduo em que tem de empenhar-se para conseguir o triunfo que eles querem.

Adormecendo, por fim, poderá ter um sonho confuso em que o seu professor

parecendo-se com o seu pai – sacode tristemente a cabeça quando lhe devolve uma

prova escrita de exame.

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Neste exemplo, podemos observar a acção dos motivos de curiosidade, agressão,

fome, sexo, fadiga, dor, realização e afeição sobre a percepção, o pensamento, a

actuação ou o desempenho e combinam-se em vários padrões em diversos momentos.

Murray, E.(1973), Motivação e Emoção, Rio de Janeiro, Ed. Zahar, pp. 22-23

Responda às seguintes questões sobre o texto:

1. Retire do texto a frase que permite relacionar o comportamento e a

percepção, com a motivação?

2. Mostre, através do texto que, determinado estímulo externo pode

desencadear pensamentos acerca da vivência passada do sujeito e

alterar a sequência dos pensamentos.

3. Foi a visão do restaurante que desencadeou a fome, ou a fome que

permitiu a visão do restaurante?

4. Quando o rapaz está a estudar, ele reflecte sobre as suas motivações,

em relação a este comportamento? Justifique.

5. Analise alguns dos motivos no último parágrafo do texto e refira o

comportamento a eles associados.

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Actividade 1 (correcção)

Responda às seguintes questões sobre o texto:

1. Retire do texto a frase que permite relacionar o comportamento e a percepção, com a motivação?

2. Mostre, através do texto que, determinado estímulo externo pode desencadear pensamentos acerca da vivência passada do sujeito e alterar a sequência dos pensamentos.

3. Foi a visão do restaurante que desencadeou a fome, ou a fome que permitiu a visão do restaurante?

4. Quando o rapaz está a estudar, ele reflecte sobre as suas motivações, em relação a este comportamento? Justifique.

5. Analise alguns dos motivos no último parágrafo do texto e refira o comportamento a eles associados.

1. «A força de cada motivo e o padrão de motivos influem na maneira como vemos o mundo, no que pensamos e nas acções em que nos empenhamos».

2. Ao observar a demolição do edifício, isso não lhe sugere sentimentos agradáveis, talvez porque, a sua vivência naquele dia não tenha sido totalmente positiva e lhe tenham acontecido coisas desagradáveis. Tal facto revela que o estado de espírito do indivíduo influência a sua percepção, ou seja, o modo como vê as coisas que observa. A demolição do edifício fá-lo recordar situações da sua vivência passada que também foram penosas para ele (associação de ideias e sentimentos) e que tiveram o mesmo carácter «destruidor».

3. Se em situações anteriores tinha passado junto ao restaurante e não reparou na sua existência, é natural que o facto de sentir alguma fome tenha determinado essa percepção, ainda que não tivesse muita consciência desse facto. O ser humano percepciona melhor as coisas e as situações se estiver motivado para tal.

4. Reflecte. De facto, ele parece tomar consciência da razão porque tem que estudar de forma árdua. Por outro lado, ele pretende ser admitido na Escola Superior e para isso tem que estudar (comportamento) para obter as classificações para o seu ingresso (objectivo). Porém, ele também percebe que a sua motivação é fortemente condicionada pelo desejo dos pais, de que ele consiga ingressar na Escola Superior.

5. Curiosidade – parou para observar a demolição do edifício;Fome – Entra no restaurante;Sexo - «Flirt» com a empregada de mesa;Fadiga – Pára de estudar e adormece;Realização – desejo de ingressar na escola superior.

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Actividade 2

Analise as seguintes situações:

Serão elas motivantes? Porquê?

1. O dono de uma empresa resolveu introduzir dois controladores numa

secção, para evitar os defeitos de fabricação que surgem com muita

frequência.

2. Um sujeito vai fazer uma exposição e está com muito medo; não pára de

tremer. Então, para chegar ao fim mais depressa, começa a falar muito

rapidamente...

3. Para convencer e refutar os argumentos de um cliente, o vendedor

insiste, aumentando, cada vez mais, a sua argumentação.

4. Perante um subordinado passivo e lento, o seu superior irrita-se e torna-

se cada vez mais agressivo. O subordinado é cada vez mais lento.

Como se deveria agir, de modo a tornar estas situações motivadoras?

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Actividade 2 (correcção)

1. O dono de uma empresa resolveu introduzir dois controladores numa

secção, para evitar os defeitos de fabricação que surgem com muita

frequência.

O dono da empresa teria que confiar mais nos colaboradores desta secção,

dialogar com eles para verificar a razão da existência dos defeitos de

fabricação e com eles, estabelecer estratégias de resolução dos problemas.

2. Um sujeito vai fazer uma exposição e está com muito medo; não pára de

tremer. Então, para chegar ao fim mais depressa, começa a falar muito

rapidamente...

É preferível que o orador páre um pouco de falar, respire profundamente e se

acalme. Precisa de auto-confiança.

3. Para convencer e refutar os argumentos de um cliente, o vendedor

insiste, aumentando, cada vez mais, a sua argumentação.

Aumentar a sua argumentação impede que o cliente se acalme e reflicta. O

vendedor deve aliviar a pressão do cliente, assumindo uma posição céptica,

isto é, afirmando que, de facto, ele não agiu bem, ou que o produto não era

bom...

4. Perante um subordinado passivo e lento, o seu superior irrita-se e torna-

se cada vez mais agressivo. O subordinado é cada vez mais lento.

A irritação e a agressão não alteram a situação, mas ainda a reforçam mais. O

superior deve dar confiança ao subordinado, mostrar-lhe que ele é capaz de

realizar a tarefa mais rapidamente.

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Actividade 3

Leia o texto que se segue:

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Questão:

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Como classifica cada uma das reacções à frustração?

Actividade 3 (correcção)

Resignação: Roberto Silva e Lúcio Ferrão

Fuga: Alice Bernardes e Bernardete Esteves

Agressividade: Lourenço Grave e Vicente Fortes

Transferência: Glória Silva e Jorge Seguro

Compensação: Sebastião Gouveia e Luísa Relvas

Integração: João Silveira e Belmiro Mendonça

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Actividade 4

A. Analise as seguintes proposições e faça corresponder a cada uma

delas as diferentes necessidades da Pirâmide de Maslow:

1. Trabalho, para ser remunerado, o suficiente, para satisfazer as minhas

necessidades básicas e as da minha família.

2. No trabalho, gosto de ser respeitado e valorizado.

3. Prefiro um trabalho onde tenha um bom relacionamento com todos os

colegas e superiores.

4. Gosto de um trabalho onde seja aceite pelos colegas e pelos chefes.

5. Prefiro um emprego onde existem normas definidas, onde seja garantida

alguma estabilidade e oferecida uma boa assistência médica.

6. Procuro uma profissão que me confira poder e prestígio.

7. Procuro uma profissão onde eu seja reconhecido pelos meus méritos.

8. O que mais me estimula no trabalho é o facto de possuir um chefe em

que posso confiar e que organiza, planifica e prevê tudo o que devo

fazer.

9. Gosto de uma profissão onde trabalhe em equipa e me possibilite

manter boas relações com os meus colegas.

10.Prefiro uma profissão que me possibilite um ambiente limpo e

confortável com uma boa iluminação e uma cantina que sirva bem a

comida.

11.Gosto de uma profissão que me permita pôr à prova as minhas ideias.

12.Prefiro uma profissão que ponha à prova as minhas capacidades e me

permita aumentar, cada vez mais, os resultados.

13.Gosto de um trabalho que me proponha desafios.

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Relações Interpessoais e Motivação

B.

Se fosse chefe de uma secção e fosse responsável por cinco trabalhadores

dessa mesma secção, o que faria para elevar o seu nível de satisfação, de

acordo com a teoria de Herzberg?

C.

Se fosse convidado(a) para fazer um discurso aos pais de um grupo de

crianças, no sentido de promover um tipo de educação que proporcionasse a

sua motivação para o êxito, de acordo com a perspectiva de McClelland, quais

os tópicos que abordaria?

D.

Elabore um questionário para ser aplicado a chefes de secção ou a gerentes,

que contemple as premissas da teoria de McGregor e cuja a finalidade seja

verificar se eles são adeptos da teoria X ou da teoria Y, relativamente aos

pressupostos da Natureza Humana.

Exemplo de algumas questões que podem ser elaboradas:

Considera que todas as pessoas são ambiciosas?

Pensa que as pessoas só trabalham por dinheiro?

Considera que as pessoas só conseguem trabalhar se forem

controladas?

Pensa que os trabalhadores têm capacidade e criatividade para resolver

problemas da empresa, no seu sector?

Pensa que os trabalhadores gostam de trabalhar, tanto como gostam de

jogar?

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Actividade 4 (correcção)

A. Analise as seguintes proposições e faça corresponder a cada uma

delas as diferentes necessidades da Pirâmide de Maslow:

1. Trabalho, para ser remunerado, o suficiente, para satisfazer as minhas

necessidades básicas e as da minha família. Necessidade Fisiológica

2. No trabalho, gosto de ser respeitado e valorizado. Necessidades de

Estima

3. Prefiro um trabalho onde tenha um bom relacionamento com todos os

colegas e superiores. Necessidades Sociais

4. Gosto de um trabalho onde seja aceite pelos colegas e pelos chefes.

Necessidades Sociais

5. Prefiro um emprego onde existem normas definidas, onde seja garantida

alguma estabilidade e oferecida uma boa assistência médica.

Necessidade de Segurança

6. Procuro uma profissão que me confira poder e prestígio. Necessidades

de Estima

7. Procuro uma profissão onde eu seja reconhecido pelos meus méritos.

Necessidades de Estima

8. O que mais me estimula no trabalho é o facto de possuir um chefe em

que posso confiar e que organiza, planifica e prevê tudo o que devo

fazer. Necessidade de Segurança

9. Gosto de uma profissão onde trabalhe em equipa e me possibilite

manter boas relações com os meus colegas. Necessidades Sociais

10.Prefiro uma profissão que me possibilite um ambiente limpo e

confortável com uma boa iluminação e uma cantina que sirva bem a

comida. Necessidade Fisiológica

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Relações Interpessoais e Motivação

11.Gosto de uma profissão que me permita pôr à prova as minhas ideias.

Necessidades de Auto-Realização

12.Prefiro uma profissão que ponha à prova as minhas capacidades e me

permita aumentar, cada vez mais, os resultados. Necessidades de Auto-

Realização

13.Gosto de um trabalho que me proponha desafios. Necessidades de

Auto-Realização

B.

Se fosse chefe de uma secção e fosse responsável por cinco trabalhadores

dessa mesma secção, o que faria para elevar o seu nível de satisfação, de

acordo com a teoria de Herzberg?

Delegava, com responsabilidade.

Acreditava no seu potencial crítico e de desempenho.

Propunha desafios.

Estabelecia objectivos e metas cada vez mais elevados.

Faria com que a função fosse enriquecida.

Promovia o crescimento individual.

Elogiava a competência profissional.

C.

Se fosse convidado(a) para fazer um discurso aos pais de um grupo de

crianças, no sentido de promover um tipo de educação que proporcionasse a

sua motivação para o êxito, de acordo com a perspectiva de McClelland, quais

os tópicos que abordaria?

Confiar nos filhos.

Proporcionar-lhes pequenos êxitos.

Elogiá-los quando têm sucesso.

Auxiliá-los e apoiá-los, quando necessitam.

Dar-lhes independência.

Confiar nas suas decisões.

Recompensar as boas realizações.

Confiar nas suas capacidades.

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Relações Interpessoais e Motivação

Ter expectativas positivas.

Proporcionar novas experiências.

Actividade 4

Responda às questões que se seguem, justificando a sua resposta.

1. O seu superior pede-lhe para resolver um problema na empresa. Trata-

se de um problema com o qual nunca se confrontou. Vai exigir se si

esforço e muito empenhamento. Você não tem muita certeza de que o

irá resolver. Porém, está interessado em pôr à prova a sua capacidade.

O seu superior pede-lhe a resolução com o máximo de urgência – 10

dias. Sabe que nesse período é quase impossível resolvê-lo. Porém,

num mês, resolvê-lo-ia com certeza. Que prazo é que estabelece para

resolver o problema?

- 10 dias, 15 dias ou um mês?

Porquê?

2. Está a estudar para fazer um exame importante para a sua carreira.

Sabe que, por vezes, os exames são fruto do acaso e que os resultados

também dependem do modo como o professor deu as aulas. Para obter

o melhor resultado possível, confia mais:

- no seu esforço;

- no acaso;

- na sua capacidade;

- no grau de facilidade do exame;

- na boa vontade do professor.

Porquê?

3. Quando se propõe resolver um problema na sua vida profissional, isto é,

construir algo de positivo, está mais preocupado com:

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Relações Interpessoais e Motivação

- a sua realização pessoal;

- a recompensa monetária;

- os elogios.

Porquê?

4. Quando resolve com êxito algum problema ou alguma situação, gosta

que comparem a sua realização com a das outras pessoas?

- Sim;

- Não.

Porquê?

5. Quando consegue resolver um problema ou uma situação, com êxito,

prefere:

- que elogiem as suas qualidades;

- que elogiem o resultado.

Porquê?

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Actividade 6

Leia o texto que se segue.

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Relações Interpessoais e Motivação

Responda às seguintes questões:

1. Existem algumas referências no texto que remetam para a importância

dos factores motivacionais (Herzberg) no desempenho e competências

pessoais? Refira-os.

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2. Compare o tipo de interacções existentes nos dois tipos de ambientes

referidos nos textos.

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Relações Interpessoais e Motivação

Actividade 7

Em função das características das pessoas com elevada necessidade de

realização, faça uma auto-análise e identifique o seu grau de necessidade

de auto-realização.

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Relações Interpessoais e Motivação

Actividade 8

Imposições Paradoxais

Há estruturas de comunicação que são muito perigosas nas relações

interpessoais e muitas são desmotivantes.

A mãe que envia ao seu filho duas mensagens simultâneas e contraditórias

através de 2 canais diferentes: o verbal e o gestual, pode criar uma grande

perturbação afectiva no seu filho.

Ex.: Eu bato-te porque gosto de ti.

Verbalmente, manifesta ao seu filho o seu amor e a sua ternura mas os gestos

e o tom são de repulsa e de cólera.

Exemplo de situações semelhantes, numa relação profissional:

1. Diz o chefe de departamento em voz alta e dura: quero ver-vos todos

motivados.

Onde está o paradoxo?

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2. A partir do dia 1 de Janeiro, a concertação será obrigatória, diz o chefe a

todos os seus colaboradores.

Onde está o paradoxo?

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Page 19: Relações Interpessoais e Motivação (actividades)

Relações Interpessoais e Motivação

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Actividade 9

Preencha correctamente a coluna da direita (o que favorece a iniciativa),

em oposição ao que bloqueia a iniciativa.

O que bloqueia a iniciativa O que favorece a iniciativa

1. Não ter direito a errar.

2. Uma pessoa sabe... outra não sabe.

3. Só há uma boa maneira de fazer

correctamente: é como faz o chefe.

4. O responsável só se preocupa com

o «curto prazo».

5. A iniciativa é um privilégio do

responsável.

6. Não executar mais do que uma

função limitada.

7. Ensinar a aprender.

8. Condicionamento e conformismo.

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Relações Interpessoais e Motivação

Actividade 9 (correcção)

O que bloqueia a iniciativa O que favorece a iniciativa

1. Não ter direito a errar. 1. Aprende-se com os erros

conservando o apoio do superior.

2. Uma pessoa sabe... outra não sabe. 2. Cada um detém uma parte

pertinente do saber.

3. Só há uma boa maneira de fazer

correctamente: é como faz o chefe.

3. O subordinado encontra a sua

própria maneira de se realizar.

4. O responsável só se preocupa com

o «curto prazo».

4. Objectivos ambiciosos e realistas.

5. A iniciativa é um privilégio do

responsável.

5. Todos podem ter iniciativa.

6. Não executar mais do que uma

função limitada.

6. Confiar em missões abertas. Estar

disponível.

7. Ensinar a aprender. 7. Descobrir por si mesmo.

8. Condicionamento e conformismo. 8. Adaptação, inovação e

desenvolvimento.

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Relações Interpessoais e Motivação

Actividade 10

Observe o quadro:

Escreva na coluna da direita a significação positiva de cada

comportamento referido na coluna da esquerda.

Afirmações Reavaliação Positiva

Ex.: Um cliente critica o seu produto. Ex.: Ele dá a sua opinião acerca do

produto.

1. Ele está obstinado.

2. O colaborador não conseguiu um

bom contrato.

3. A seguir a uma reunião sindical foi

chamado à direcção para denunciar o

que se passou no seu sector.

4. Está furioso porque um acidente

parvo o obriga a estar de cama, uma

semana.

5. Falhou no exame profissional.

6. O seu filho deu uma queda e ficou

um pouco dorido e ferido.

7. Dê um exemplo da sua experiência

directa.

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Page 22: Relações Interpessoais e Motivação (actividades)

Relações Interpessoais e Motivação

Actividade 10 (correcção)

Afirmações Reavaliação Positiva

Ex.: Um cliente critica o seu produto. Ex.: Ele dá a sua opinião acerca do

produto.

1. Ele está obstinado. 1. Ele é persistente e vai até ao fim

com as suas ideias.

2. O colaborador não conseguiu um

bom contrato.

2. Adquiriu uma boa experiência e vai

fazer tudo para não cometer erros

semelhantes.

3. A seguir a uma reunião sindical foi

chamado à direcção para denunciar o

que se passou no seu sector.

3. Vai ter a possibilidade de êxpor as

suas ideias e falar da situação; boa

oportunidade.

4. Está furioso porque um acidente

parvo o obriga a estar de cama, uma

semana.

4. Vai poder descansar um pouco e

reflectir sobre a sua vida.

5. Falhou no exame profissional. 5. É um bom momento para repensar

o seu percurso profissional e possíveis

causas de insucesso.

6. O seu filho deu uma queda e ficou

um pouco dorido e ferido.

6. Foi ao médico e mostrou-se forte;

vai curar-se e irá evitar situações

semelhantes.

7. Dê um exemplo da sua experiência

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Page 23: Relações Interpessoais e Motivação (actividades)

Relações Interpessoais e Motivação

directa.

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