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    IGREJA PRESBITERIANA DE ITABAIANA NOS PASSOS DE JESUS Culto de Doutrina, 12 de Maio de 211!

    CRISTO, NOSSO SA"#ADOR E E$EMP"O

    Te%to B&'i(o) 1 Pe 2!2*2+

    INTRODU-O

    Quando Ado e Eva foram criados por Deus, formando o

    primeiro casal, eles tinham circunstncias diferentes da

    nossa.Em Gnesis vemos como Deus livre e soberanamente

    criou todas as coisas. Tudo foi criado por Deus para a sua

    prpria lria. Esse era o propsito supremo. !"

    encontramos Deus criando o sol, a lua, as estrelas, etc., e

    mencionando com certos detalhes cada coisa #ue Deus

    trou$e % e$istncia. &m detalhe importante ' #ue sempre

    temos a repeti(o da satisfa(o de Deus na sua cria(o

    #uando reiteradas ve)es vemos a e$presso *e viu #ue era

    bom+. Essa arma(o aparece em v"rios versos -, /0, /1,

    /2, 1/, 13 e 4/5.

    6ircunstncias ambientais perfeitas

    Ado e Eva viviam num ambiente livre de ermes,

    infec(7es, doen(as transmiss8veis, etc, bem como num

    OBJETIVO DA LIO: Apresentar a igreja o desafo e as conseqncias de ier!os "!a ida de santifca#$o e! nosso cotidiano%99999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999

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    IGREJA PRESBITERIANA DE ITABAIANA NOS PASSOS DE JESUS Culto de Doutrina, 12 de Maio de 211!

    ambiente limpo e saud"vel. ?enhuma parte da cria(o de

    Deus foi criada manchada pelo pecado/.

    O .ardi/ do 0den era u/ luar 'e/ e't3io' de/edo, tri'te4a, 5ranto ou /orte! *@ den... era um

    luar de vida. @ v8nculo de vida entre o homem e a mulher

    e entre Deus e os seres humanos deveria permanecer

    intacto. N6o e%i'tiria 'e5ara76o e 'eu' e8eito'

    deeneratio'. :esumindo, no e$istiria sofrimento oumorte no den...+1.

    6ircunstncias sociais perfeitas

    @ homem no e$ercia sua autoridade sobre a mulher de

    maneira autorit"ria, mas amorosa. Nun(a e8etia/ente a

    re9ai%aa da 'ua dinidade, a:nal era ta/9;/ 8ora

    (riada < i/ae/ e 'e/el=an7a de Deu'! >aia,

    (re/o', da 5arte do =o/e/ 'a(ri83(io a9neado,

    (o/5ro/i''o a/oro'o e u/a real 5rote76o reelada

    e/ (uidado' e alori4a76o da e'5o'a! E a /ul=er l=e

    era u/a a.udadora id?nea, 'u9/i''a! E ia a

    'u9/i''6o (o/o u/a d&dia de Deu'!

    1Ver VAN DIKE, Fred e outros.A Criao Redimida. So Paulo: Cultura Crist, 1999.2GRONINGEN, Gerard Van. Criao e Consumao. O Reino, a Aliana e o Mediador, volue 1. So Paulo: Cultura Crist, 2!!2,

    "". 9#.OBJETIVO DA LIO: Apresentar a igreja o desafo e as conseqncias de ier!os "!a ida de santifca#$o e! nosso cotidiano%

    99999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999:ua ; de tabaiana -

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    IGREJA PRESBITERIANA DE ITABAIANA NOS PASSOS DE JESUS Culto de Doutrina, 12 de Maio de 211!

    *Bomem e mulher, Ado e Eva, viviam em perfeita

    harmonia um com o outro. ?o havia competi(o

    descabida, nem luta pelo poder, vinan(a ou recrimina(o.?o e$istiam conspira(7es secretas ou palavras "speras,

    no havia medo, culpa, veronha ou rebeldia contra a

    autoridade.Bavia entendimento, comunica(o e amor.

    ?o havia nas atitudes de Ado ou de Eva, alo #ue

    inspirasse desentendimento ou diculdades. N6o =aia([email protected]/e', 9ria', i/5a(in(ia, 'tre'', nada ue

    a9ala''e, 5or /3ni/o ue 8o''e, o rela(iona/ento.

    ?o havia cr8ticas, vinan(a, malicia, avare)a, maldade,

    calCnia, contenda, dolo, malinidade -:omanos /5.

    As palavras trocadas entre Ado e Eva eram cheias de

    verdade, pure)a, amabilidade, compreenso, e #ue visavam

    e reetiam a lria de Deus. Todas as coisas no

    relacionamento deles estavam em perfeita harmonia.

    Cir(un'tn(ia' /orai' 5er8eita'

    ?o havia tamb'm, desvios morais tais como rela(7es

    se$uais fora do casamento -at' por#ue eles estavam

    so)inhos5, promiscuidade, se$o com animais, pornoraa,

    masturba(o, homosse$ualidade ou #ual#uer outro tipo de

    atividade #ue envolvesse #ual#uer desvio do propsito deDeus no tocante ao relacionamento se$ual marido e mulher.

    OBJETIVO DA LIO: Apresentar a igreja o desafo e as conseqncias de ier!os "!a ida de santifca#$o e! nosso cotidiano%99999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999

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    Fuando o =o/e/ 5e(ou (ontra Deu',

    de'o9ede(endo o 5a(to, a alian7a ue Deu' =aia

    8eito (o/ ele!Assim, tudo mudou.

    /. @ ambiente mudou.

    1. As rela(7es entre as pessoas caram aressivas,

    temperamentais a unidade #ue reetia o relacionamento

    da Trindade, se desfe).4. A moralidade caiu vertiinosamente como K" vimos.

    . E a rela(o com Deus foi interrompida.

    Da8 vem o nosso sofrimento. Da8 come(amos a sentir as

    dores dos relacionamentos. Da8 o mundo no funciona

    ade#uadamente.

    E$emplo / Quem se esfor(a no trabalho perde a

    promo(o para alu'm menos competente por#ue o lho de

    um amio trabalha na empresa.

    E$emplo 1 Quem procura um casamento tran#Lilo e

    amoroso encontra barreiras na personalidade do-a5

    esposo-a5.

    No''o' (or5o' no' tra4e/ 'o8ri/ento! So8ri/ento

    83'i(o!

    OBJETIVO DA LIO: Apresentar a igreja o desafo e as conseqncias de ier!os "!a ida de santifca#$o e! nosso cotidiano%99999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999

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    No''a' /ente' no' tra4e/ 'o8ri/ento'!

    So8ri/ento 5'i(oli(o!

    No''o' rela(iona/ento' no' tra4e/ 'o8ri/ento'!So8ri/ento' e/o(ionai'!

    No''a rela76o ro/5ida (o/ Deu' no' tra4

    'o8ri/ento'! So8ri/ento e'5iritual!

    No''a rela76o ro/5ida (o/ a (ria76o no' tra4

    'o8ri/ento! So8ri/ento a/9iental ou e(oli(o!

    Reden76o

    6omo Deus trabalhou e est" trabalhando para resolver

    o problema do sofrimentoM

    O' e8eito' do 5e(ado de outro' 'o9re n' '

    5ode/ 'er (o9erto' 5elo 'anue de Cri'to, a''i/

    (o/o o e8eito do' no''o' 5e(ado' 'o9re o' outro'!

    Deus, em 6risto reconciliou o mundo consio mesmo.

    U/ a'5e(to i(&rio) Nas, #uando formos para o nosso

    te$to perceberemos #ue Oedro di) #ue h" um aspecto em

    #ue o sofrimento de 6risto ' diferente do nosso. Ele 'o8reu

    i(aria/ente! Ele 'o8reu e/ no''o luar!

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    U/ a'5e(to i/itatio) Nas, h" um aspecto em #ue

    precisamos lembrar 6risto tamb'm ' o nosso modelo de

    sofrimento.

    Pamos primeiro dar uma olhada no nosso te$to

    E"UCIDA-O

    Esta carta foi escrita, ao #ue parece por causa de u/te/5o de 5er'eui76o,#ue afetou aos ouvintes a #uem

    Oedro escreve -/ Oed /I /15.

    Aluns comentaristas armam #ue o conte$to desta

    perseui(o foi o tre/endo in(ndio ue 'e deu, e/

    Ro/a, no dia 1H de Jul=o do ano 2 este incndio

    durou trs dias e consumiu uma rande parte da cidade. A

    popula(o no duvidou de #ue era o culpado o prprio

    ?ero.

    Para lirar*'e de'ta a(u'a76o, Nero 9u'(ou u/

    K9ode e%5iatrioL ele o encontrou nos cristos. ?um

    sentido foi f"cil Koar a culpa nos cristos, por#ue a

    popula(o K" tinha certa animosidade #uanto a eles

    Estas suspeitas se baseavam

    /. ?a cr8tica da idolatria por parte dos cristosI1. ?a sua reKei(o de participar de festas pasI

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    4. ?o seu repCdio aos esportes sanuin"riosI

    . ?a arma(o de outro *urios+ -

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    Oedro escreve esta carta ensinando e animando os

    cristos a responderem % essa situa(o dif8cil de forma

    ade#uada.Assim ele escreve para

    /. Oara lembr"Hlos de #ue so povo escolhido de Deus,

    e #ue seus sofrimentos so uma prova(o de car"ter

    passaeiroI

    1. Oara lembr"Hlos de #ue no nal, seus inimios serodestru8dos, e eles loricados.

    Assim, em ve) de carem desanimados, eles deveriam

    responder com nimo, procurando levar uma vida de

    santidade, como evidncia da realidade da sua f'.

    Para i''o Pedro a5re'enta Cri'to (o/o e%e/5lo

    e /odelo de 5a(in(ia uando e'taa 5a''ando 5or

    'o8ri/ento 1 Pe 2!21*2! Ao 'o8rer (o/ Ele,

    e'taria/ 'e 5re5arando 5ara 5arti(i5ar (o/ Ele e/

    'ua lria eterna!

    Conte%to anterior

    !embrar o conte$to dos 1 primeiros cap8tulos.a5 Ele come(a com a obra de Deus em nsI

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    b5 ?os d" um e$emplo de sofrimento.

    B" trs assuntos #ue precisamos notar nesses versos1! A nature4a do' 'o8ri/ento' de Cri'to

    2! O 5ro5'ito do' 'o8ri/ento' de Cri'to

    ! O re'ultado do' 'o8ri/ento' de Cri'to

    Ele ; o no''o /odelo de 'o8ri/ento!

    1! A nature4a do' 'o8ri/ento' de Cri'to

    Antes de falar sobre os sofrimentos do

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    armando cateoricamente #ue morte de 6risto foi

    e$perimentada por todos ns, #uando 6risto, carreou sobre

    si os nossos pecados ->s.34,,//,/1I Bb.F12I Jo./1F5.6omo o nosso

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    Ele foi maltratado sicamente pelo

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    Outra (oi'a ; uando 'o8re/o' in.u'ta/ente! E''a 8oi

    a e%5erin(ia de Cri'to 'o8reu 5elo' no''o' 5e(ado'

    n6o 5or (au'a do' dele!>sa8as havia profeti)ado a respeito de um Nessias

    sofredor, e Oedro, sem dCvida, tinha >sa8as 34.F em mente

    #uando escreveu #ue 6risto no cometeu pecado. Jesus

    nunca fe) #ual#uer coisa errada. Ele nunca pecou. Este '

    um ensino claro dos escritores do ?T a respeito do

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    2! O PROPSITO DOS SORIMENTOS DE CRISTO! 2

    Co/o Je'u' re'5ondeu ao 'o8ri/ento

    O 'o8ri/ento de Cri'to 8oi 5arte do 5re7o da

    no''a 'ala76o! Ma' o ue Pedro en8ati4a aui ; ue

    i''o 8oi ta/9;/ 5ara o no''o en'ino!

    6risto nos ensina

    1./. 6risto nos ensina a no responder -v. 14a5

    Quando lhe inKuriavam ele no respondia com inKCria.

    Esta ' uma rande tenta(o #uando sofremos

    inKustamente. ?a verdade nos sentimos desculpados

    #uando alu'm nos insulta a responder % altura.

    Deu' n6o uer ue 'e.a/o' 5a''io', /a' uee%er7a/o' do/3nio 5r5rio, /an'id6o!

    !embre do conte$to ele est" escrevendo para os

    escravos e perseuidos.

    Oense em todos os horrendos insultos #ue eram

    lan(ados sobre A#uele #ue no tinha pecado, durante suamisso terrena.

    Ele era chamado, entre outras coisas 'a/aritano,

    luto, 9e9err6o, blasfemador, 5o''e''o de de/?nio',

    enanador de pessoas e amio de pecadores. >mainamos

    #ue Oedro tamb'm ouviu todos esses insultos, vindo dos

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    l8deres reliiosos % pessoa de Jesus, na#uela noite de

    trai(o.

    Quando nosso

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    Ma'!!! Cri'to n6o odeia! N6o trata (o/ ran(or! N6o

    =oue in.u'ti7a, ne/ in'ulto', ne/ nada ue 5ude''e

    le&*lo a u/a (onduta (=eia de dio!A trai(o no teve efeito sobre ele

    Dos atos dos homens talve) a trai(o seKa o #ue produ)

    os piores sentimentos nos seres humanos. &as' no nosso

    a!(e) *en+or' a trai#$o de J"das n$o tee e,eito.

    @ mundo retribui ofensas com ofensas. :etribui ofensascom dio. >sto ' muito familiar.

    Ma', o =o/e/ de Na4ar; de/on'tra, 5elo en'ino

    e 5elo e%e/5lo, ue e'te ; u/ (on(eito errado!

    1.1. 6risto nos ensina a no amea(ar -v. 14b5

    Quando *padecia, no amea(ava+.

    Esta ' uma seunda tenta(o #uando sofremos

    6risto fe) isso durante sua vida

    Quando na ocasio #ue antecedeu a crucica(o Oedro

    sacou da espada Jesus mostrou #ue no precisava amea(ar

    ninu'm. Ooderia mandar lei7es de anKos = Nateus 1.3/H

    34.

    A tendn(ia do 'o8ri/ento ; a9'orer toda' a'

    no''a' 8or7a' e aten76o!

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    Esta ' uma realidade indisfar("vel domina de tal modo

    a aten(o dos #ue sofrem, #ue eles, nas suas crises, nos

    seus males, se Kula desculpado de no pensar nos malesdos pr$imos.

    6om Jesus isto no acontece. Ele afastouHse disso.

    Nesmo em meio aos seus sofrimentos Ele est" pensando

    nos outros.

    Oor mais violentas e audas #ue fossem as suas dores,nunca o impediram de cuidar dos outros.

    Ao in;' de a/ea7ar ele 5en'ou nele' e (uidou

    dele'!

    E$emplos

    /. Oreado na cru), no es#uece de implorar perdo

    para seus maltratadoresI *Oai perdoaHlhe eles no sabem o

    #ue fa)em+.

    1. Oensa no ladro, para salv"HloI

    4. Oensa em Naria para con"Hla a JooI

    . Oensa nos seus eleitos e suporta tremenda dor.

    Pale pensar, irmos, em pessoas #ue mesmo com

    sofrimento fa)em alo em prol dos outros.

    1.4. 6risto nos ensina a conar em Deus -v. 14c5

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    Co/o dee/o' reair ao 'o8ri/ento Co/

    8;!1 Pe !1H!

    Ele n6o re'5ondeu e n6o a/ea7ou 5orue

    (on:aa e/ Deu'!

    Deus ' #ue ' nosso vinador.

    Em !ucas 14.4 ele demonstra a sua conan(a no *Oai+

    Oense na crucica(o. Ali est" o Deus homem.ora tratado (o/o 'e 9la'8e/a''e (ontra Deu'!

    Cu'5ira/*l=e no ro'to! E'9o8eteara/ o 'eu ro'to

    5ara 5unir*l=e 5ela 9la'8/ia ue =aia dito!

    Nas, a#ui, o vemos na cru) do 6alv"rio em aonia,

    pr$imo da morte absolutamente lCcido, com sentimentosos mais nobres poss8veis.

    Quando tudo concorria para #ue Ele se tornasse

    amaro, #uando tudo concorria para #ue Ele lembraHse da

    perversidade e crueldade humana, l" est" 6risto. 6lama por

    Deus, fala com Ele. !oo na primeira palavra por ele dita

    aparece a intimidade verdadeira de um lho de Deus.

    Co/o 5ode Co/o e%5li(ar ue u/ =o/e/ de5oi'

    de ter 5a''ado 5or t6o terr3ei' ai7e' 5o''a ter na

    'ua 9o(a u/a 5alara t6o do(e e no 'eu (ora76o u/

    'enti/ento t6o no9re!OBJETIVO DA LIO: Apresentar a igreja o desafo e as conseqncias de ier!os "!a ida de santifca#$o e! nosso cotidiano%

    99999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999:ua ; de tabaiana -

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    IGREJA PRESBITERIANA DE ITABAIANA NOS PASSOS DE JESUS Culto de Doutrina, 12 de Maio de 211!

    A re'5o'ta ; ue Je'u' e'(ol=eu oluntaria/ente

    ier 5or 8;! Ele e'(ol=eu entrear*'e a Seu Pai e

    no''o Pai!Ao (ontr&rio de 5ro(urar aliiar a dor ue e'taa

    'entindo, Ele leou 'ua dor

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    -!A::U N66A!!, Andando nos passos de Jesus, 2/,

    ODS5.

    "ER 1 Pe !12*1 e 1H!

    Ali estava ele, sicamente #uebrado. 6heio de dores.

    >o/e/ de dore'!

    6risto fora in.u'ti7adonum KulamentoI (aluniadopor

    pessoas #ue foram paas para istoI foi posto e/ 5; deiualdadecom dois homens salteadoresI sofreu todas as

    a8ronta'#ue as autoridades da 'poca podia impor a um

    homem.

    Ma', dentro do 'eu (ora76o dila(erado 5or tanto'

    ol5e', Je'u' (on'era inteira, 'u9li/e, 9ril=ante a

    no76o alentadora da 5aternidade diina!

    SIMV Do' tor/ento' ue to5ara no (a/in=o,

    nen=u/ =oue t6o 8orte e t6o ou'ado ue

    (on'eui''e 8a4er (o/ ue e'ta (oni(76o a(ila''e!

    Nada 8oi (a5a4 de 8a4er Je'u' e'ue(er de ue

    Deu' ; Seu Pai! Nada 8oi (a5a4 de (olo(ar e/ .oo a

    5aternidade de Deu'! Nada 8oi (a5a4 de tirar o 'eu

    entendi/ento de ue Deu' ; 9ondo'o!

    OBJETIVO DA LIO: Apresentar a igreja o desafo e as conseqncias de ier!os "!a ida de santifca#$o e! nosso cotidiano%99999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999999

    :ua ; de tabaiana -

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    Aplica(o ?o podemos evitar de sofrer. Todos vamos

    sofrer uma hora ou outra.Ma' 'o/o' (=a/ado' a 'o8rer

    (o/o (rente!

    ! O' re'ultado' da /orte de Cri'to

    Oedro no vers8culo 13, apresenta uma concluso do

    par"rafo #ue estamos estudando, #ue compreende os

    vers8culos de 1/ % 13. E tamb'm nos da uma descri(oprecisa de como o sacrif8cio redentor de nosso

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    encontrou o caminho, mas o el pastor foi #uem saiu nos

    procurando dilientemente, at' nos encontrar -!c./35, nos

    apascentando Kunto as outras ovelhas -Jo./0/,/35.Oortanto Deus ' o supremo pastor do seu povo -