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Aula 00 Raciocínio Lógico e Raciocínio Analítico p/ Teste Preparatório ANPAD Professores: Arthur Lima, Hugo Lima 00000000000 - DEMO

Curso Raciocínio Lógico - Analítico p/ Teste ANPAD

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    Raciocnio Lgico e Raciocnio Analtico p/ Teste Preparatrio ANPAD

    Professores: Arthur Lima, Hugo Lima

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    AULA 00 (demonstrativa)

    SUMRIO PGINA

    1. Apresentao 01

    2. Edital e cronograma do curso 04

    3. Resoluo de questes 08

    4. Questes apresentadas na aula 29

    5. Gabarito 40

    1. APRESENTAO

    Seja bem-vindo a este curso de RACIOCNIO LGICO E

    RACIOCNIO ANALTICO desenvolvido auxiliar na sua preparao para

    o prximo TESTE DA ANPAD. Vamos seguir risca o contedo exigido

    no Teste. Neste material voc ter:

    - curso completo em vdeo, formado por cerca de 11 horas de

    gravaes onde explico todos os tpicos exigidos no edital e resolvo

    alguns exerccios para voc comear a se familiarizar com os temas;

    - curso escrito completo (em PDF), formado por 17 aulas onde

    tambm explico todo o contedo terico do edital, alm de apresentar

    cerca de 600 questes resolvidas e comentadas sobre todos os

    assuntos trabalhados;

    - frum de dvidas, onde voc pode entrar em contato direto conosco.

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    Vale dizer que este curso concebido para ser o seu nico

    material de estudos, isto , voc no precisar adquirir livros ou outros

    materiais para tratar da minha disciplina. A ideia que voc consiga

    economizar bastante tempo, pois abordaremos todos os tpicos

    exigidos no Teste da ANPAD e nada alm disso, e voc poder estudar

    conforme a sua disponibilidade de tempo, em qualquer ambiente onde

    voc tenha acesso a um computador, tablet ou celular, e evitar a perda

    de tempo gerada pelo trnsito das grandes cidades. Isso importante

    para todos os candidatos, mas especialmente relevante para

    aqueles que trabalham e estudam.

    Voc nunca estudou Raciocnio Lgico e Raciocnio Analtico? No

    tem problema, este curso tambm te atende perfeitamente. Isto porque

    voc estar adquirindo um material bastante completo, onde voc poder

    trabalhar cada assunto em vdeos e tambm em aulas escritas, e resolver

    uma grande quantidade de exerccios, sempre podendo consultar as

    minhas resolues e tirar dvidas atravs do frum. Assim, plenamente

    possvel que, mesmo tendo dificuldade em Exatas e estando h algum

    tempo sem estudar esses temas, voc consiga um timo desempenho no

    Teste da ANPAD. Obviamente, se voc se encontra nesta situao, ser

    preciso investir um tempo maior e dedicar-se bastante ao contedo do

    nosso curso.

    O fato de o curso ser formado por vdeos e PDFs tem mais uma

    vantagem: isto permite que voc v alternando entre essas duas

    formas de estudo, tornando um pouco mais agradvel essa dura

    jornada de preparao. Quando voc estiver cansado de ler, mas ainda

    quiser continuar estudando, simples: assista algumas aulas em vdeo!

    Ou resolva uma bateria de questes!

    Caso voc no me conhea, eu sou Engenheiro Aeronutico formado

    pelo Instituto Tecnolgico de Aeronutica (ITA). Sou professor h quase

    10 anos, tendo lecionado tanto para cursos pr-vestibular como para

    concursos pblicos que exigem Matemtica. Como engenheiro, trabalhei

    por 5 anos no mercado da aviao, quando ento decidi migrar para o

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    servio pblico, sendo atualmente Auditor-Fiscal da Receita Federal. Aqui

    no Estratgia eu j tive o privilgio de ministrar mais de 250 cursos online

    de Matemtica e outros assuntos correlatos, o que me permitiu ganhar

    bastante familiaridade com este tipo de ensino, que no meu ponto de

    vista possui muitas vantagens em relao ao estudo em um cursinho

    presencial tradicional. Tambm contaremos com a colaborao do

    professor Hugo Lima neste curso. Veja a apresentao dele abaixo:

    Ol! Meu nome Hugo Lima e sou Engenheiro Mecnico-

    Aeronutico pelo Instituto Tecnolgico de Aeronutica (ITA). Trabalhei por

    5 anos e meio na Fora Area Brasileira, como oficial engenheiro, sendo

    que, no perodo final, tambm tive que conciliar o trabalho com o estudo

    para o concurso da Receita Federal. Fui aprovado para o cargo de Auditor-

    Fiscal em 2012, cargo que exero atualmente.

    Sempre solicitamos que nossos alunos avaliem os nossos cursos.

    Procuro sempre acompanhar as crticas, para estar sempre aperfeioando

    os materiais. Felizmente venho conseguindo obter ndices de aprovao

    bastante elevados acima de 95%, muitas vezes chegando a 100%.

    Farei o que for possvel para que voc tambm aprove o nosso trabalho!

    Quer tirar alguma dvida antes de adquirir o curso? Deixo abaixo

    meus contatos:

    E-mail: [email protected]

    Facebook: www.facebook.com/ProfArthurLima

    Ah, e no deixe de me seguir no aplicativo Periscope, onde

    transmito vdeos gratuitos ao vivo com dicas adicionais para seu estudo:

    www.periscope.tv/arthurrrl, ou simplesmente busque @ARTHURRRL no

    aplicativo.

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    2. CRONOGRAMA DO CURSO

    Veja abaixo os tpicos de Raciocnio Lgico cobrados no Teste:

    1. LGICA E RACIOCNIO LGICO

    Problemas envolvendo lgica e raciocnio lgico.

    2. PROPOSIES. CONECTIVOS

    Conceito de proposio. Valores lgicos das proposies. Conectivos.

    Tabela-verdade.

    3. OPERAES LGICAS SOBRE PROPOSIES

    Negao de uma proposio. Conjugao de duas proposies. Disjuno

    de duas proposies. Proposio condicional. Proposio bicondicional.

    4. TABELAS-VERDADE DE PROPOSIES COMPOSTAS

    Construo de Proposies Conjuntas. Tabela-Verdade de Proposies

    Conjuntas.

    5. TAUTOLOGIAS E CONTRADIES

    Definio de tautologia. Definio de contradio.

    6. EQUIVALNCIA LGICA E IMPLICAO LGICA

    Equivalncia lgica. Propriedades da relao de equivalncia lgica.

    Recproca, contrria e contrapositiva de uma proposio condicional.

    Implicao lgica. Princpio de substituio. Propriedade da implicao

    lgica.

    7. LGEBRA DAS PROPOSIES

    Propriedade idempotente. Propriedade comutativa. Propriedade

    associativa. Propriedade distributiva. Propriedade de absoro. Leis de

    Morgan.

    8. ARGUMENTOS

    Conceito de argumento. Validade de um argumento. Critrio de validade

    de um argumento.

    9. SENTENAS ABERTAS

    Sentenas abertas com uma varivel. Conjunto-verdade. Sentenas

    abertas com duas variveis. Conjunto-verdade de uma sentena aberta

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    com duas variveis. Sentenas abertas com n variveis. Conjunto-

    verdade de uma sentena aberta com n variveis.

    10. OPERAES LGICAS SOBRE SENTENAS ABERTAS

    Conjuno. Disjuno. Negao.

    11. QUANTIFICADORES

    Quantificador universal. Quantificador existencial. Negao de proposies

    contendo Quantificadores. Quantificao parcial e Quantificao mltipla.

    Existncia e unicidade. Conjunto limitados.

    Quanto ao Raciocnio Analtico, seguem abaixo os objetivos do Teste

    que constam no site da ANPAD:

    RACIOCNIO ANALTICO

    A prova de Raciocnio Analtico objetiva testar a habilidade do participante

    em avaliar uma suposio, inferncia ou argumento.

    A suposio caracteriza-se como o ato ou o efeito de estabelecer ou

    alegar algo como verdadeiro por hiptese ou conjectura. A inferncia a

    operao intelectual por meio da qual se afirma a verdade de uma

    proposio em decorrncia de sua ligao com outras j reconhecidas

    como verdadeiras. O argumento a exposio de um raciocnio que

    conduz induo ou deduo de algo.

    Cada questo consiste em um pequeno enunciado seguido por cinco

    respostas possveis acerca desse enunciado. A tarefa do participante

    escolher a melhor dentre elas.

    Os enunciados abordam diversos temas, autossuficientes em termos de

    sua compreenso, no requerendo do participante o conhecimento prvio

    do assunto tratado. Nesse sentido, o foco da questo privilegia a anlise

    da suposio, da inferncia ou do argumento contidos no contexto do

    enunciado, e no em conhecimentos prvios sobre o tema do enunciado.

    Fonte:

    http://www.anpad.org.br/~anpad/teste_anpad_textos.php?id=NQ

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    Neste curso optamos por colocar Raciocnio Lgico e Raciocnio

    Analtico juntos pois usaremos conhecimentos do primeiro para trabalhar

    o segundo. Em raciocnio lgico veremos o raciocnio dedutivo/formal, e

    em raciocnio analtico veremos o raciocnio indutivo/informal.

    Nosso curso ser dividido em 8 aulas escritas, alm desta aula

    demonstrativa, acompanhadas pelos vdeos sobre os mesmos assuntos.

    Segue abaixo a relao de aulas e as datas limite de publicao. Vale

    dizer que ns sempre procuramos publicar as aulas com o mximo de

    antecedncia possvel.

    Data Aula

    02/07 Aula 00 - demonstrativa (pdf + vdeo)

    08/07 Aula 01 RACIOCNIO LGICO: Proposies, conectivos,

    operaes lgicas sobre proposies, tabelas-verdade,

    tautologias, contradies, equivalncia lgica, implicao lgica,

    lgebra das proposies, sentenas abertas, operaes lgicas

    sobre sentenas abertas. (pdf + vdeo)

    18/07 Aula 02 RACIOCNIO LGICO: Continuao da aula anterior.

    Quantificadores. Argumentos. (pdf + vdeo)

    28/07 Aula 03 - RACIOCNIO LGICO: problemas envolvendo lgica e

    raciocnio lgico. (pdf + vdeo)

    06/08 Aula 04 RACIOCNIO ANALTICO: suposies, inferncias e

    argumentos. (pdf + vdeo)

    14/08 Aula 05 RACIOCNIO ANALTICO: continuao da aula anterior.

    (pdf + vdeo)

    22/08 Aula 06 RACIOCNIO ANALTICO: continuao da aula anterior.

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    (pdf + vdeo)

    30/08 Aula 07 Bateria de questes de RACIOCNIO LGICO e

    RACIOCNIO ANALTICO. (pdf + vdeo)

    31/08 Aula 08 Resumo terico. (pdf + vdeo)

    Sem mais, vamos a uma demonstrao do curso.

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    3. RESOLUO DE QUESTES

    Nesta aula demonstrativa vamos resolver juntos algumas questes

    de Raciocnio Analtico dos Testes ANPAD anteriores. O objetivo que

    voc tenha uma ideia do estilo de cobrana daquele Teste. natural que

    voc sinta alguma dificuldade em resolver as questes neste

    momento, afinal ainda no passamos pelos tpicos tericos

    correspondentes. Ao longo das aulas voltaremos a essas questes nos

    momentos oportunos, isto , aps estudar a respectiva teoria. Aproveite

    esta aula para avaliar o nvel de cobrana esperado para a sua prova e,

    claro, a minha forma de lecionar. Vamos comear?

    1. ANPAD 2016) A afirmao a seguir, na forma (p v q) r,

    verdadeira.

    Se tudo que punge o peito no rosto se estampa ou tudo que devora o

    corao no rosto se estampa, ento no existe algum cuja ventura nica

    consista em parecer aos outros venturosa.

    Entretanto, sabe-se que h pessoas cuja ventura nica consiste em

    parecer aos outros venturosa.

    Portanto, necessariamente,

    A) tudo que punge o peito no rosto no se estampa ou tudo que devora o

    corao no rosto no se estampa.

    B) tudo que punge o peito no rosto no se estampa e tudo que devora o

    corao no rosto no se estampa.

    C) alguma coisa que punge o peito no rosto se estampa e alguma coisa

    que devora o corao no rosto se estampa.

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    D) alguma coisa que punge o peito no rosto se estampa ou alguma coisa

    que devora o corao no rosto se estampa.

    E) alguma coisa que punge o peito no rosto no se estampa e alguma

    coisa que devora o corao no rosto no se estampa.

    RESOLUO:

    Temos a proposio (p v q)> r, em que:

    p = tudo que punge no peito no rosto se estampa

    q = tudo que devora o corao no rosto se estampa

    r = no existe algum cuja ventura nica consista em parecer aos outros

    venturosa

    Sabemos que r falsa, visto que o enunciado nos disse que h

    pessoas cuja ventura nica consiste em parecer aos outros venturosa.

    Sabemos que a proposio composta (p v q)> r verdadeira.

    Como r falsa, isto obriga (p v q) a ser FALSA tambm, de modo que a

    sua negao verdadeira: (~p^~q). Escrevendo:

    ~p = alguma coisa que punge no peito no rosto NO se estampa

    ~q = alguma coisa que devora o corao no rosto NO se estampa

    Podemos concluir ento que alguma coisa que punge no peito no

    rosto NO se estampa E alguma coisa que devora o corao no rosto NO

    se estampa

    RESPOSTA: E

    2. ANPAD 2016) Considere as seguintes afirmaes:

    Afirmao 1: A afirmao 2 falsa.

    Afirmao 2: A afirmao 3 verdadeira.

    Afirmao 3: A afirmao 4 falsa.

    Afirmao 4: A afirmao 5 verdadeira.

    Afirmao 5: A afirmao 6 falsa.

    Afirmao 6: A afirmao 1 falsa.

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    luz da compatibilidade dos valores lgicos de cada uma das seis

    afirmaes acima, tem-se, obrigatoriamente, que

    A) h apenas 1 afirmao verdadeira.

    B) h apenas 2 afirmaes verdadeiras.

    C) h apenas 3 afirmaes verdadeiras.

    D) h apenas 4 afirmaes verdadeiras.

    E) todas as afirmaes so verdadeiras.

    RESOLUO:

    Vou chamar de A1 a afirmao 1, e assim por diante. Utilizarei a

    letra V para verdadeiro(a) e F para falso(a). Vamos l!

    Assumindo que A1 V, vemos que A2 F. Como A2 F, ento A3

    tem que ser F. Como A3 F, ento A4 V. Como A4 V, ento A5 V

    tambm. Como A5 V, A6 deve ser F. E como A6 F, A1 deve ser V.

    Note que no tivemos nenhuma falha lgica (assumimos que A1 era V no

    incio e, ao final, vimos que A1 realmente V).

    Neste caso tivemos as seguintes informaes verdadeiras: A1, A4,

    A5. So 3 afirmaes verdadeiras.

    Assumindo que A1 F, ento A2 V. Como A2 V, A3 tambm V.

    E com isso A4 F. Isto leva A5 a ser F. E isto leva A6 a ser V. E, como A6

    V, ento A1 F mesmo, como havamos assumido.

    Neste caso as informaes verdadeiras foram: A2, A3 e A6.

    Novamente so 3 afirmaes verdadeiras.

    Resposta: C

    3. ANPAD SET/2016) Sejam p e q proposies simples.

    Qual das proposies compostas dadas abaixo uma contradio?

    A) [p ^ (~p)] v [q v (~q)]

    B) [p v (~p)] ^ [q v (~q)]

    C) [p ^ (~q)] v [p v (~q)]

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    D) [p v (~p)] ^ [q ^ (~q)]

    E) [p v q] ^ [(~p) v (~q)]

    RESOLUO:

    Uma proposio composta uma contradio quando seu valor

    lgico F (falso) independentemente dos valores lgicos das proposies

    simples que a compe. O oposto de contradio a tautologia, a qual

    sempre verdadeira.

    Como a questo quer uma contradio, podemos percorrer cada

    alternativa tentando torn-la verdadeira. Se conseguirmos, no se trata

    de uma contradio. Se no conseguirmos, uma contradio, pois esta

    sempre falsa.

    A proposio da letra A verdadeira sempre, pois [q v (~q)] uma

    tautologia. A letra B tambm, pois [p v (~p)] e [q v (~q)] so

    tautologias. A letra C pode ficar verdadeira caso p seja V, por exemplo,

    pois isso j tornaria [p ^ (~q)] verdadeira. Na letra E temos uma

    proposio que pode ser V, caso p seja V e q seja F, por exemplo.

    A letra D uma CONJUNO que tem, em um de seus lados, uma

    proposio que sempre F: [q ^ (~q)]. Logo, a conjuno da letra D

    sempre falsa, sendo uma contradio. Este o gabarito.

    Resposta: D

    4. ANPAD 2016) Considere as seguintes proposies lgicas:

    p: Jorge vai ao cinema.

    q: Jorge vai ao teatro.

    A partir das proposies p e q, so construdas as duas afirmaes a

    seguir:

    I. Ou Jorge vai ao cinema, ou Jorge vai ao teatro.

    II. Se Jorge vai ao cinema, ento Jorge no vai ao teatro e, alm disso, se

    Jorge vai ao teatro, ento Jorge no vai ao cinema.

    As articulaes lgicas presentes nas afirmaes I e II so sintetizadas,

    respectivamente, nos conectivos e . Dadas duas proposies p e q,

    o conectivo definido por meio da tabela-verdade:

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    p q p q

    V V F

    V F V

    F V V

    F F F

    O conectivo , por sua vez, definido por (p q)

    [(p(~q))^(q(~p))].

    As afirmaes I e II no so logicamente equivalentes, pois apresentam

    valores lgicos necessariamente distintos quando Jorge

    A) vai ao cinema e vai ao teatro.

    B) vai ao cinema ou vai ao teatro.

    C) no vai ao cinema ou vai ao teatro.

    D) no vai ao teatro, mas vai ao cinema.

    E) no vai ao cinema nem vai ao teatro.

    RESOLUO:

    Veja que a afirmao I a disjuno exclusiva ou p ou q. A

    afirmao II a dupla condicional (p>~q)^(q>~p). Se p e q forem V,

    a afirmao I F e II F tambm. Se p e q forem F, a afirmao I F e

    II V. S para confirmar, veja como fica a afirmao II neste caso:

    (F>V)^(F>V)

    Assim, podemos marcar a alternativa E, pois caso Jorge no v ao

    cinema (p F) e no v ao teatro (q F), as afirmaes I e II tero

    valores lgicos distintos.

    Resposta: E

    5. ANPAD SET/2016) Considere a seguinte afirmao feita sobre os

    contratos atualmente em vigncia em uma empresa:

    Se algum contrato de longa durao e nenhum contrato possui clusula

    de resciso, ento a empresa no est em apuros.

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    A afirmao acima uma implicao cuja contraposio logicamente

    equivalente afirmao:

    A) Se a empresa est em apuros, ento todos os contratos so de longa

    durao ou algum contrato possui clusula de resciso.

    B) Se a empresa est em apuros, ento nenhum contrato de longa

    durao ou algum contrato possui clusula de resciso.

    C) Se a empresa est em apuros, ento nenhum contrato de longa

    durao e algum contrato possui clusula de resciso.

    D) Se a empresa no est em apuros, ento nenhum contrato de longa

    durao e todos os contratos possuem clusula de resciso.

    E) Se a empresa no est em apuros, ento todos os contratos so de

    longa durao ou algum contrato possui clusula de resciso.

    RESOLUO:

    Temos a proposio (p e q) > r, onde:

    p = algum contrato de longa durao

    q = nenhum contrato possui clusula de resciso

    r = a empresa no est em apuros

    A contrapositiva de uma proposio A>B dada por ~B>~A.

    Neste caso, teramos ~r>~(p e q), ou melhor, ~r>(~p ou ~q).

    Veja que:

    ~p = nenhum contrato de longa durao

    ~q = algum contrato possui clusula de resciso

    ~r = a empresa est em apuros

    A contrapositiva :

    Se a empresa est em apuros, ento nenhum contrato de longa

    durao ou algum contrato possui clusula de resciso.

    Resposta: B

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    6. ANPAD 2015) Considere o seguinte texto em que [X] representa

    um excerto omitido.

    Este trabalho consistiu em uma pesquisa survey, cujo principal objetivo

    foi identificar se o transporte pblico de Belo Horizonte para acesso ao

    Aeroporto Internacional Tancredo Neves satisfatrio na percepo dos

    usurios. A pesquisa foi conduzida por meio de questionrio aplicado no

    perodo de 10 de janeiro a 29 de junho de 2011. Foram obtidas

    contribuies de 283 passageiros. [X] Para essa delimitao, partiu-se do

    pressuposto de que, nessa sala, os passageiros estavam mais disponveis

    para responder ao questionrio.

    Para que haja integridade na argumentao do texto, necessrio que

    [X] seja substitudo por:

    (A) Esse nmero de passageiros corresponde ao total de pessoas que

    aceitaram participar da pesquisa aps terem chegado ao saguo do

    aeroporto.

    (B) Limitou-se a aplicao do questionrio aos passageiros que j

    tivessem passado pela sala VIP do aeroporto e estavam se dirigindo para

    o embarque prximo.

    (C) A amostragem se concentrou naqueles passageiros cujos embarques

    demorariam pelo menos 30 minutos, o que seria tempo suficiente para a

    aplicao do questionrio.

    (D) A delimitao do perodo do ano para a coleta se baseou em dados de

    que de janeiro a junho quando mais ocorrem voos atrasados, o que

    poderia disponibilizar mais respondentes.

    (E) A amostra limitou-se sala de embarque domstico, isto , aos

    passageiros que, aps o check-in e passagem pelo controle de segurana,

    j estavam espera do voo.

    RESOLUO:

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    A) Foram obtidas contribuies de 283 passageiros. Esse nmero de

    passageiros corresponde ao total de pessoas que aceitaram participar da

    pesquisa aps terem chegado ao saguo do aeroporto. Para essa

    delimitao, partiu-se do pressuposto de que, nessa sala, os passageiros

    estavam mais disponveis para responder ao questionrio.

    Essa alternativa no faz muito sentido. No saguo do aeroporto alm de

    ter vrias pessoas que no so passageiros, os que so esto mais

    propensos a resolverem suas pendncias para embarque.

    B) Limitou-se a aplicao do questionrio aos passageiros que j tivessem

    passado pela sala VIP do aeroporto e estavam se dirigindo para o

    embarque prximo.

    Se os passageiros estavam se dirigindo para o embarque prximo,

    dificilmente estavam mais disponveis para responder ao questionrio.

    C) A amostragem se concentrou naqueles passageiros cujos embarques

    demorariam pelo menos 30 minutos, o que seria tempo suficiente para a

    aplicao do questionrio.

    Como identificar num terminal de passageiros aqueles cujo embarque

    demorariam pelo menos 30 minutos? Alm disso, dizer que o embarque

    demoraria pelo menos 30 minutos d a ideia de que o ato de embarcar

    levaria 30 minutos e no de que o embarque comearia dali a 30 minutos.

    D) A delimitao do perodo do ano para a coleta se baseou em dados de

    que de janeiro a junho quando mais ocorrem voos atrasados, o que

    poderia disponibilizar mais respondentes.

    A delimitao foi em relao ao espao fsico do aeroporto em que se

    concentrou a pesquisa e no em relao ao perodo do ano.

    E) Foram obtidas contribuies de 283 passageiros. A amostra limitou-se

    sala de embarque domstico, isto , aos passageiros que, aps o check-

    in e passagem pelo controle de segurana, j estavam espera do voo.

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    Para essa delimitao, partiu-se do pressuposto de que, nessa sala, os

    passageiros estavam mais disponveis para responder ao questionrio.

    Faz sentido. Os passageiros j esperando pelo incio do embarque de seus

    voos teoricamente estariam mais disponveis.

    Resposta: E

    INSTRUO: Leia o texto a seguir, segmentado em quatro partes (I -

    IV), para responder s prximas duas questes.

    I. De modo geral, os processos de gesto adotados nos hospitais so

    similares queles encontrados nas demais organizaes prestadoras de

    servios. II. Tambm convivendo com os crescentes desafios da

    demanda por melhoria na qualidade dos servios prestados, os gestores

    hospitalares buscam constantemente ferramentas gerenciais que

    possibilitem obter informaes acuradas e eficincia na gesto. III.

    Entretanto, a adequao dos SIs (sistemas de informaes) para uma

    maior aplicabilidade aos hospitais ainda um desafio. IV. Divididos em

    diversos setores com atividades que diferem umas das outras, no s

    pela natureza do servio prestado, mas tambm pelo valor agregado a

    entidade, os hospitais so organizaes com um maior grau de

    complexidade de gesto se comparados s demais prestadoras de

    servios.

    7. ANPAD 2015) Encontra-se aparente contradio entre os

    argumentos expostos nas partes:

    (A) I e II.

    (B) I e IV.

    (C) II e III.

    (D) II e IV.

    (E) III e IV.

    RESOLUO:

    A contradio aparece entre as partes I e IV. Enquanto em I temos

    que os processos de gesto adotados nos hospitais so similares queles

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    encontrados nas demais organizaes prestadoras de servios em IV

    temos que os hospitais so organizaes com um maior grau de

    complexidade de gesto se comparados s demais prestadoras de

    servios.

    Resposta: B

    8. ANPAD 2015) Resolve-se a aparente contradio apontada na

    questo anterior quando se tem em mente que

    (A) o todo, no caso da gesto hospitalar, pode ser maior que a soma das

    partes constituintes.

    (B) gesto, gestores, hospitais e organizaes hospitalares pertencem ao

    mesmo campo semntico.

    (C) a natureza do servio prestado o que de fato conta para a estimativa

    de grau de complexidade.

    (D) desafios em informtica no so uma questo inerentemente

    associada ao ambiente empresarial.

    (E) os processos de gesto utilizados podem no responder

    suficientemente ao nvel de complexidade.

    RESOLUO:

    Vamos reescrever os trechos e utilizar uma das alternativas acima

    para sanar a aparente contradio: os processos de gesto adotados nos

    hospitais so similares queles encontrados nas demais organizaes

    prestadoras de servios. No entanto, os hospitais so organizaes com

    um maior grau de complexidade de gesto se comparados s demais

    prestadoras de servios, de modo que os processos de gesto utilizados

    podem no responder suficientemente ao nvel de complexidade.

    Resposta: E

    9. ANPAD 2015) Considere-se o seguinte tipo de estrutura retrica

    genrica em que A, B e C so fenmenos distintos entre si:

    Se A, ento B. Mas A apenas se no C.

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    Assinale a alternativa que segue essa mesma estrutura retrica.

    (A) Se Joo se casar com Maria, ento no haver uma linda cerimnia.

    Mas Joo se casa com Maria apenas se Maria no se casar com Joaquim.

    (B) Se Joo se divorciar de Maria, seu estado civil ser divorciado. Mas

    Joo s se divorciar de Maria se o casamento no der certo.

    (C) Se Joo quer se divorciar, Maria pode desistir de ter filhos. Mas se

    Maria pode desistir de ter filhos, apenas ela se arrepender se no

    procurar um novo marido.

    (D) Se Joo pede o divrcio, Maria leva o filho embora. Mas Joo pede o

    divrcio somente se Maria no levar o filho embora.

    (E) Se Joo continuar casado, ento Maria continuar casada. Mas Joo

    continuar casado apenas por dois meses; seno, Maria conseguir,

    tomar o seu dinheiro.

    RESOLUO:

    A) Se Joo se casar com Maria, ento no haver uma linda cerimnia.

    Mas Joo se casa com Maria apenas se Maria no se casar com Joaquim.

    Veja que no possvel reescrever a segunda frase no formato Mas A

    apenas se no C, visto que Maria aparece entre o apenas se e o

    no.

    B) Se Joo se divorciar de Maria, seu estado civil ser divorciado. Mas

    Joo s se divorciar de Maria se o casamento no der certo.

    A segunda frase pode ser reescrita, sem prejuzo ao seu sentido, da

    seguinte forma: Mas Joo se divorciar de Maria apenas se no der certo

    o casamento. Veja que a frase respeita a lei de formao.

    C) Se Joo quer se divorciar, Maria pode desistir de ter filhos. Mas se

    Maria pode desistir de ter filhos, apenas ela se arrepender se no

    procurar um novo marido.

    Veja que onde deveramos ter apenas se no C colocado a frase ela

    se arrepender entre o apenas e o se no C.

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    D) Se Joo pede o divrcio, Maria leva o filho embora. Mas Joo pede o

    divrcio somente se Maria no levar o filho embora.

    Veja que no possvel reescrever a segunda frase no formato Mas A

    apenas se no C, visto que Maria aparece entre o apenas se

    (sinnimo de somente se) e o no.

    E) Se Joo continuar casado, ento Maria continuar casada. Mas Joo

    continuar casado apenas por dois meses; seno, Maria conseguir,

    tomar o seu dinheiro.

    Veja que no possvel reescrever a segunda frase no formato Mas A

    apenas se no C.

    Resposta: B

    INSTRUAO: As prximas duas questes devem ser respondidas com

    base no texto a seguir.

    Em uma matria de jornal, l-se: O prezado est comprando um carro

    novo? Nem todos os vendedores de automveis zero quilmetro dominam

    o assunto e muitas vezes passam informaes equivocadas. Alguns

    simplesmente com o intuito de ajudar e ser gentis. Outros na tentativa de

    faturar a qualquer custo". Dentre as inverdades mais evocadas, est

    uma referente marca do pneu. Como diz a matria, Olho vivo no pneu

    que equipa seu carro zero. Entre os nacionais (como os mais baratos da

    linha Chevrolet, por exemplo), no incomum encontrar marcas chinesas

    como a Champiro. O vendedor jura que o pneu de qualidade. E,

    realmente, o pneu no representa ameaa segurana, mas o problema

    a reposio. O prezado j viu alguma loja de pneus de marcas chinesas?

    A reposio quase impossvel, pela dificuldade de encontr-lo. Alm do

    preo nas alturas. Problema idntico no caso de importados de pases

    asiticos: onde adquirir pneu de marca sul-coreana?

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    10. ANPAD 2015) Uma concluso para a notcia de jornal apresentada

    no texto :

    (A) Existem pneus no nacionais no mercado brasileiro.

    (B) Deve-se comprar apenas carros com pneus nacionais.

    (C) Deve-se tomar cuidado na hora de comprar um carro novo.

    (D) Existem vendedores que equipam carros novos com pneus

    asiticos.

    (E) No h no Brasil reposio de pneus de marca sul-coreana ou

    chinesa.

    RESOLUO:

    A) Existem pneus no nacionais no mercado brasileiro.

    Sim, existem. Mas essa no a concluso principal do texto.

    B) Deve-se comprar apenas carros com pneus nacionais.

    O texto no afirma isso.

    C) Deve-se tomar cuidado na hora de comprar um carro novo.

    Ok. Poderamos concluir isso visto que o texto diz que devemos ter olho

    vivo no pneu que equipa o seu carro zero.

    D) Existem vendedores que equipam carros novos com pneus asiticos.

    No foi dito isso.

    E) No h no Brasil reposio de pneus de marca sul-coreana ou chinesa.

    No foi dito isso. Foi dito que difcil encontrar.

    Resposta: C

    11. ANPAD 2015) Assinale a alternativa cuja afirmao, se

    verdadeira, fortalece um dos argumentos do texto.

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    (A) Taiwan e Camboja so dois pases asiticos que, desde 1990, no

    estabelecem laos comerciais slidos com o Brasil e outros pases da

    Amrica Latina.

    (B) Como medida protecionista da indstria nacional, o governo brasileiro

    probe, desde 1990 a importao de peas de reposio para bens como o

    automvel.

    (C) H legislao brasileira que ordena a fabricao contnua de peas e

    acessrios para qualquer bem de consumo durvel que circula no

    mercado nacional.

    (D) O consumidor no pode alegar ignorncia na hora de reclamar quanto

    compra de um produto para cujas peas no encontra reposio fcil ou

    barata.

    (E) A indstria automobilstica nacional est em alta desde 1990, no

    havendo motivos para comprar carros importados, tenham eles peas de

    reposio ou no no Brasil.

    RESOLUO:

    Como medida protecionista da indstria nacional, o governo

    brasileiro probe, desde 1990 a importao de peas de reposio para

    bens como o automvel. Essa alternativa, em sendo verdadeira, justifica

    o motivo pelo qual to difcil achar os pneus asiticos para reposio no

    mercado nacional.

    Resposta: B

    12. ANPAD 2015) Uma empresa do setor de informtica realizou uma

    pesquisa de satisfao junto aos engenheiros contratados como trainees

    no mbito de uma poltica de contratao com pretenses de que esses

    engenheiros trainees viessem a assumir cargos gerenciais. O resultado da

    pesquisa mostrou que os trainees estavam insatisfeitos com a falta de

    oportunidades para participar de projetos estratgicos que lhe

    permitissem mostrar resultados e assim ser legitimados para uma carreira

    acelerada. Eles reclamaram que seus gerentes no entendiam o propsito

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    do programa de trainees e consideravam que esses profissionais

    deveriam entrar na fila comum a todos.

    Assinale a alternativa que corroborada pelo texto.

    (A) A referida empresa no d oportunidades para que seus engenheiros

    trainees participem de projetos estratgicos.

    (B) Os gerentes so os responsveis pelo insucesso da poltica de

    contratao de trainees para futuros fins gerenciais.

    (C) A referida empresa, atravs dos seus gerentes, no legitima os seus

    engenheiros trainees para uma carreira acelerada.

    (D) A referida empresa pode estar adotando prticas inadequadas no que

    diz respeito poltica de contratao de trainees.

    (E) Os gerentes, dadas as caractersticas de seus cargos, tm potencial

    para decidir quem entra ou no na fila comum.

    RESOLUO:

    A) A referida empresa no d oportunidades para que seus engenheiros

    trainees participem de projetos estratgicos.

    Os trainees estavam insatisfeitos com a falta de oportunidades para

    participar de projetos estratgicos mas isso no nos permite dizer que a

    referida empresa simplesmente no d oportunidades desse tipo. A

    empresa pode estar criando poucas oportunidades.

    B) Os gerentes so os responsveis pelo insucesso da poltica de

    contratao de trainees para futuros fins gerenciais.

    No podemos dizer que eles so os responsveis, podemos dizer apenas

    que os gerentes no entendiam o propsito do programa de trainees.

    C) A referida empresa, atravs dos seus gerentes, no legitima os seus

    engenheiros trainees para uma carreira acelerada.

    No isso que diz o texto.

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    D) A referida empresa pode estar adotando prticas inadequadas no que

    diz respeito poltica de contratao de trainees.

    Verdade. De que adianta um programa de trainees se os gerentes

    simplesmente no entendem o propsito do programa e consideram que

    esses profissionais deveriam entrar na fila comum a todos?

    E) Os gerentes, dadas as caractersticas de seus cargos, tm potencial

    para decidir quem entra ou no na fila comum.

    No. Os gerentes, segundo os trainees, esto tratando os trainees da

    mesma forma como aqueles que entram na fila comum.

    Resposta: D

    13. ANPAD 2015) Um colunista da Folha de So Paulo escreve:

    Muitas vezes apenas gostaramos de dizer no. Coisa difcil dizer no,

    porque o sim civilizado na sua condio de hipocrisia necessria para

    a vida em grupo.

    Do texto, pode-se depreender que

    (A) dizer sim sinnimo de hipocrisia.

    (B) quem diz sim hipcrita quando diz no.

    (C) h situaes em que a hipocrisia se faz necessria.

    (D) todos os seres humanos so hipcritas por natureza.

    (E) dizer no um desafio hipcrita a ser enfrentado.

    RESOLUO:

    (A) dizer sim sinnimo de hipocrisia.

    No sinnimo de hipocrisia. apenas uma maneira civilizada

    necessria para a vida em grupo

    (B) quem diz sim hipcrita quando diz no.

    No isso que o texto diz.

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    (C) h situaes em que a hipocrisia se faz necessria.

    Correto. Dizer sim apenas uma maneira civilizada necessria para

    a vida em grupo.

    (D) todos os seres humanos so hipcritas por natureza.

    No isso que o texto diz.

    (E) dizer no um desafio hipcrita a ser enfrentado.

    A hipocrisia est relacionada a dizer sim.

    Resposta: C

    14. ANPAD 2015) Na ltima dcada, o nvel de desemprego manteve-

    se em alta e os ganhos reais na renda dos trabalhadores manteve-se em

    alta. Causou estranheza a muita gente que comerciantes tenham

    afirmado que o preo mdio dos presentes caiu no ltimo Natal.

    Leia as afirmativas a seguir:

    I. normal que o processo inflacionrio corroa a renda das pessoas e que

    elas ento gastem menos com presentes.

    II. No h, necessariamente, uma relao entre as duas sentenas

    apresentadas.

    III. E, de fato, motivo de estranheza que as pessoas estejam

    empregadas, ganhem mais e gastem menos com presentes.

    IV. Se a constatao foi feita junto aos comerciantes que trabalham em

    pontos de venda direta ao consumidor final, ento o fenmeno ocorreu no

    mercado todo.

    (So) pertinente(s) em relao ao texto:

    (A) somente a afirmativa II.

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    (B) somente a afirmativa III.

    (C) somente a afirmativa IV.

    (D) somente as afirmativas I e IV.

    (E) as afirmativas I, II, III e IV.

    RESOLUO:

    I. normal que o processo inflacionrio corroa a renda das pessoas e que

    elas ento gastem menos com presentes.

    Como o ganho real das pessoas permaneceu em alta, significa que a

    inflao corroeu menos a renda das pessoas.

    II. No h, necessariamente, uma relao entre as duas sentenas

    apresentadas.

    Verdadeiro. Veja que desemprego em alta e ganho real em alta so

    variveis que apontam em direes opostas. A primeira negativa, a

    segunda positiva. Sem saber em qual lado da balana est a maioria da

    populao, fica invivel chegar a concluses. Por exemplo, se a maioria

    da populao estiver desempregada, faz sentido que a procura por

    presentes tenha cado e o seu preo mdio diminudo.

    III. E, de fato, motivo de estranheza que as pessoas estejam

    empregadas, ganhem mais e gastem menos com presentes.

    Falso. No temos como saber se as pessoas, em sua maioria, esto

    empregadas.

    IV. Se a constatao foi feita junto aos comerciantes que trabalham em

    pontos de venda direta ao consumidor final, ento o fenmeno ocorreu no

    mercado todo.

    No necessariamente. A afirmao no guarda pertinncia com o texto.

    Resposta: A

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    15. ANPAD 2015) A Wikipedia nos fornece uma tipologia bastante

    extensa das falcias existentes. Veja duas categorias, por exemplo,

    extradas em 4 de junho de 2014:

    Acidente:

    Quando se considera essencial o que apenas acidental.

    Ex.: A maior parte dos polticos so corruptos. Ento a poltica corrupta.

    Inverso do acidente:

    Tomar uma exceo como regra.

    Ex.: Se deixarmos os doentes terminais usarem herona, devemos deixar

    todos us-la.

    Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que apresenta

    respectivamente uma falcia de acidente e uma falcia de inverso do

    acidente.

    (A) Se uma regra no pode ser alterada, ento ela inflexvel. / Se

    vamos tornar o cigarro uma droga ilcita, ento devemos fazer o mesmo

    para o lcool.

    (B) A maior parte do Brasil tem grandes extenses de floresta. Ento

    somos o pas da natureza. / Se somos o pas da natureza, devemos

    preserva-la.

    (C) Quando voc chora, uma estrela morre no cu. Logo, melhor voc

    no chorar. / J que vamos transgredir essa regra, melhor

    transgredirmos todas.

    (D) A maioria dos hipcritas de um pas rouba e, portanto, no devemos

    confiar neles. / J que no sabemos a verdade, tudo a ser dito ser

    considerado mentira.

    (E) O pas X-Mega corrupto, pois os seus polticos so corruptos. / J

    que voc pode ir boate, ento todos aqui de casa podem, oras.

    RESOLUO:

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    Acidente:

    Quando se considera essencial o que apenas acidental.

    Ex.: A maior parte dos polticos so corruptos. Ento a poltica corrupta.

    Inverso do acidente:

    Tomar uma exceo como regra.

    Ex.: Se deixarmos os doentes terminais usarem herona, devemos deixar

    todos us-la.

    (A) Se uma regra no pode ser alterada, ento ela inflexvel no h

    falcia do acidente aqui

    (B) A maior parte do Brasil tem grandes extenses de floresta. Ento

    somos o pas da natureza temos a falcia do acidente / Se somos o

    pas da natureza, devemos preserva-la. no h falcia da inverso do

    acidente aqui

    (C) Quando voc chora, uma estrela morre no cu. Logo, melhor voc

    no chorar. no h falcia do acidente aqui

    (D) A maioria dos hipcritas de um pas rouba e, portanto, no devemos

    confiar neles. h falcia do acidente. Primeiro ele diz que a maioria dos

    hipcritas de um pas rouba. A partir da ele faz uma extenso ao todo,

    dizendo que no devemos confiar em todos os hipcritas. / J que no

    sabemos a verdade, tudo a ser dito ser considerado mentira. Temos

    uma falcia aqui, mas no do tipo inverso do acidente. No houve uma

    exceo sendo convertida em regra.

    (E) O pas X-Mega corrupto, pois os seus polticos so corruptos.

    veja que pelo fato de os polticos serem corruptos, houve uma

    generalizao e todo o pas foi considerado corrupto. Foi considerado

    essencial o que seria apenas acidental. Temos uma falcia do acidente. /

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    J que voc pode ir boate, ento todos aqui de casa podem, oras.

    uma exceo foi transformada em regra. Temos uma falcia da inverso

    do acidente.

    Resposta: E

    Fim de aula!!! Nos vemos na Aula 01.

    Abrao,

    Prof. Arthur Lima

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    1. ANPAD 2016) A afirmao a seguir, na forma (p v q) r,

    verdadeira.

    Se tudo que punge o peito no rosto se estampa ou tudo que devora o

    corao no rosto se estampa, ento no existe algum cuja ventura nica

    consista em parecer aos outros venturosa.

    Entretanto, sabe-se que h pessoas cuja ventura nica consiste em

    parecer aos outros venturosa.

    Portanto, necessariamente,

    A) tudo que punge o peito no rosto no se estampa ou tudo que devora o

    corao no rosto no se estampa.

    B) tudo que punge o peito no rosto no se estampa e tudo que devora o

    corao no rosto no se estampa.

    C) alguma coisa que punge o peito no rosto se estampa e alguma coisa

    que devora o corao no rosto se estampa.

    D) alguma coisa que punge o peito no rosto se estampa ou alguma coisa

    que devora o corao no rosto se estampa.

    E) alguma coisa que punge o peito no rosto no se estampa e alguma

    coisa que devora o corao no rosto no se estampa.

    2. ANPAD 2016) Considere as seguintes afirmaes:

    Afirmao 1: A afirmao 2 falsa.

    Afirmao 2: A afirmao 3 verdadeira.

    Afirmao 3: A afirmao 4 falsa.

    Afirmao 4: A afirmao 5 verdadeira.

    Afirmao 5: A afirmao 6 falsa.

    Afirmao 6: A afirmao 1 falsa.

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    luz da compatibilidade dos valores lgicos de cada uma das seis

    afirmaes acima, tem-se, obrigatoriamente, que

    A) h apenas 1 afirmao verdadeira.

    B) h apenas 2 afirmaes verdadeiras.

    C) h apenas 3 afirmaes verdadeiras.

    D) h apenas 4 afirmaes verdadeiras.

    E) todas as afirmaes so verdadeiras.

    3. ANPAD SET/2016) Sejam p e q proposies simples.

    Qual das proposies compostas dadas abaixo uma contradio?

    A) [p ^ (~p)] v [q v (~q)]

    B) [p v (~p)] ^ [q v (~q)]

    C) [p ^ (~q)] v [p v (~q)]

    D) [p v (~p)] ^ [q ^ (~q)]

    E) [p v q] ^ [(~p) v (~q)]

    4. ANPAD 2016) Considere as seguintes proposies lgicas:

    p: Jorge vai ao cinema.

    q: Jorge vai ao teatro.

    A partir das proposies p e q, so construdas as duas afirmaes a

    seguir:

    I. Ou Jorge vai ao cinema, ou Jorge vai ao teatro.

    II. Se Jorge vai ao cinema, ento Jorge no vai ao teatro e, alm disso, se

    Jorge vai ao teatro, ento Jorge no vai ao cinema.

    As articulaes lgicas presentes nas afirmaes I e II so sintetizadas,

    respectivamente, nos conectivos e . Dadas duas proposies p e q,

    o conectivo definido por meio da tabela-verdade:

    p q p q

    V V F

    V F V

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    F V V

    F F F

    O conectivo , por sua vez, definido por (p q)

    [(p(~q))^(q(~p))].

    As afirmaes I e II no so logicamente equivalentes, pois apresentam

    valores lgicos necessariamente distintos quando Jorge

    A) vai ao cinema e vai ao teatro.

    B) vai ao cinema ou vai ao teatro.

    C) no vai ao cinema ou vai ao teatro.

    D) no vai ao teatro, mas vai ao cinema.

    E) no vai ao cinema nem vai ao teatro.

    5. ANPAD SET/2016) Considere a seguinte afirmao feita sobre os

    contratos atualmente em vigncia em uma empresa:

    Se algum contrato de longa durao e nenhum contrato possui clusula

    de resciso, ento a empresa no est em apuros.

    A afirmao acima uma implicao cuja contraposio logicamente

    equivalente afirmao:

    A) Se a empresa est em apuros, ento todos os contratos so de longa

    durao ou algum contrato possui clusula de resciso.

    B) Se a empresa est em apuros, ento nenhum contrato de longa

    durao ou algum contrato possui clusula de resciso.

    C) Se a empresa est em apuros, ento nenhum contrato de longa

    durao e algum contrato possui clusula de resciso.

    D) Se a empresa no est em apuros, ento nenhum contrato de longa

    durao e todos os contratos possuem clusula de resciso.

    E) Se a empresa no est em apuros, ento todos os contratos so de

    longa durao ou algum contrato possui clusula de resciso.

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    6. ANPAD 2015) Considere o seguinte texto em que [X] representa

    um excerto omitido.

    Este trabalho consistiu em uma pesquisa survey, cujo principal objetivo

    foi identificar se o transporte pblico de Belo Horizonte para acesso ao

    Aeroporto Internacional Tancredo Neves satisfatrio na percepo dos

    usurios. A pesquisa foi conduzida por meio de questionrio aplicado no

    perodo de 10 de janeiro a 29 de junho de 2011. Foram obtidas

    contribuies de 283 passageiros. [X] Para essa delimitao, partiu-se do

    pressuposto de que, nessa sala, os passageiros estavam mais disponveis

    para responder ao questionrio.

    Para que haja integridade na argumentao do texto, necessrio que

    [X] seja substitudo por:

    (A) Esse nmero de passageiros corresponde ao total de pessoas que

    aceitaram participar da pesquisa aps terem chegado ao saguo do

    aeroporto.

    (B) Limitou-se a aplicao do questionrio aos passageiros que j

    tivessem passado pela sala VIP do aeroporto e estavam se dirigindo para

    o embarque prximo.

    (C) A amostragem se concentrou naqueles passageiros cujos embarques

    demorariam pelo menos 30 minutos, o que seria tempo suficiente para a

    aplicao do questionrio.

    (D) A delimitao do perodo do ano para a coleta se baseou em dados de

    que de janeiro a junho quando mais ocorrem voos atrasados, o que

    poderia disponibilizar mais respondentes.

    (E) A amostra limitou-se sala de embarque domstico, isto , aos

    passageiros que, aps o check-in e passagem pelo controle de segurana,

    j estavam espera do voo.

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    INSTRUO: Leia o texto a seguir, segmentado em quatro partes (I -

    IV), para responder s prximas duas questes.

    I. De modo geral, os processos de gesto adotados nos hospitais so

    similares queles encontrados nas demais organizaes prestadoras de

    servios. II. Tambm convivendo com os crescentes desafios da

    demanda por melhoria na qualidade dos servios prestados, os gestores

    hospitalares buscam constantemente ferramentas gerenciais que

    possibilitem obter informaes acuradas e eficincia na gesto. III.

    Entretanto, a adequao dos SIs (sistemas de informaes) para uma

    maior aplicabilidade aos hospitais ainda um desafio. IV. Divididos em

    diversos setores com atividades que diferem umas das outras, no s

    pela natureza do servio prestado, mas tambm pelo valor agregado a

    entidade, os hospitais so organizaes com um maior grau de

    complexidade de gesto se comparados s demais prestadoras de

    servios.

    7. ANPAD 2015) Encontra-se aparente contradio entre os

    argumentos expostos nas partes:

    (A) I e II.

    (B) I e IV.

    (C) II e III.

    (D) II e IV.

    (E) III e IV.

    8. ANPAD 2015) Resolve-se a aparente contradio apontada na

    questo anterior quando se tem em mente que

    (A) o todo, no caso da gesto hospitalar, pode ser maior que a soma das

    partes constituintes.

    (B) gesto, gestores, hospitais e organizaes hospitalares pertencem ao

    mesmo campo semntico.

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    (C) a natureza do servio prestado o que de fato conta para a estimativa

    de grau de complexidade.

    (D) desafios em informtica no so uma questo inerentemente

    associada ao ambiente empresarial.

    (E) os processos de gesto utilizados podem no responder

    suficientemente ao nvel de complexidade.

    9. ANPAD 2015) Considere-se o seguinte tipo de estrutura retrica

    genrica em que A, B e C so fenmenos distintos entre si:

    Se A, ento B. Mas A apenas se no C.

    Assinale a alternativa que segue essa mesma estrutura retrica.

    (A) Se Joo se casar com Maria, ento no haver uma linda cerimnia.

    Mas Joo se casa com Maria apenas se Maria no se casar com

    Joaquim.

    (B) Se Joo se divorciar de Maria, seu estado civil ser divorciado. Mas

    Joo s se divorciar de Maria se o casamento no der certo.

    (C) Se Joo quer se divorciar, Maria pode desistir de ter filhos. Mas se

    Maria pode desistir de ter filhos, apenas ela se arrepender se no

    procurar um novo marido.

    (D) Se Joo pede o divrcio, Maria leva o filho embora. Mas Joo pede o

    divrcio somente se Maria no levar o filho embora.

    (E) Se Joo continuar casado, ento Maria continuar casada. Mas Joo

    continuar casado apenas por dois meses; seno, Maria conseguir,

    tomar o seu dinheiro.

    INSTRUAO: As prximas duas questes devem ser respondidas com

    base no texto a seguir.

    Em uma matria de jornal, l-se: O prezado est comprando um carro

    novo? Nem todos os vendedores de automveis zero quilmetro dominam

    o assunto e muitas vezes passam informaes equivocadas. Alguns

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    simplesmente com o intuito de ajudar e ser gentis. Outros na tentativa de

    faturar a qualquer custo". Dentre as inverdades mais evocadas, est

    uma referente marca do pneu. Como diz a matria, Olho vivo no pneu

    que equipa seu carro zero. Entre os nacionais (como os mais baratos da

    linha Chevrolet, por exemplo), no incomum encontrar marcas chinesas

    como a Champiro. O vendedor jura que o pneu de qualidade. E,

    realmente, o pneu no representa ameaa segurana, mas o problema

    a reposio. O prezado j viu alguma loja de pneus de marcas chinesas?

    A reposio quase impossvel, pela dificuldade de encontr-lo. Alm do

    preo nas alturas. Problema idntico no caso de importados de pases

    asiticos: onde adquirir pneu de marca sul-coreana?

    10. ANPAD 2015) Uma concluso para a notcia de jornal apresentada

    no texto :

    (A) Existem pneus no nacionais no mercado brasileiro.

    (B) Deve-se comprar apenas carros com pneus nacionais.

    (C) Deve-se tomar cuidado na hora de comprar um carro novo.

    (D) Existem vendedores que equipam carros novos com pneus

    asiticos.

    (E) No h no Brasil reposio de pneus de marca sul-coreana ou

    chinesa.

    11. ANPAD 2015) Assinale a alternativa cuja afirmao, se

    verdadeira, fortalece um dos argumentos do texto.

    (A) Taiwan e Camboja so dois pases asiticos que, desde 1990, no

    estabelecem laos comerciais slidos com o Brasil e outros pases da

    Amrica Latina.

    (B) Como medida protecionista da indstria nacional, o governo brasileiro

    probe, desde 1990 a importao de peas de reposio para bens como o

    automvel.

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    (C) H legislao brasileira que ordena a fabricao contnua de peas e

    acessrios para qualquer bem de consumo durvel que circula no

    mercado nacional.

    (D) O consumidor no pode alegar ignorncia na hora de reclamar quanto

    compra de um produto para cujas peas no encontra reposio fcil ou

    barata.

    (E) A indstria automobilstica nacional est em alta desde 1990, no

    havendo motivos para comprar carros importados, tenham eles peas de

    reposio ou no no Brasil.

    12. ANPAD 2015) Uma empresa do setor de informtica realizou uma

    pesquisa de satisfao junto aos engenheiros contratados como trainees

    no mbito de uma poltica de contratao com pretenses de que esses

    engenheiros trainees viessem a assumir cargos gerenciais. O resultado da

    pesquisa mostrou que os trainees estavam insatisfeitos com a falta de

    oportunidades para participar de projetos estratgicos que lhe

    permitissem mostrar resultados e assim ser legitimados para uma carreira

    acelerada. Eles reclamaram que seus gerentes no entendiam o propsito

    do programa de trainees e consideravam que esses profissionais

    deveriam entrar na fila comum a todos.

    Assinale a alternativa que corroborada pelo texto.

    (A) A referida empresa no d oportunidades para que seus engenheiros

    trainees participem de projetos estratgicos.

    (B) Os gerentes so os responsveis pelo insucesso da poltica de

    contratao de trainees para futuros fins gerenciais.

    (C) A referida empresa, atravs dos seus gerentes, no legitima os seus

    engenheiros trainees para uma carreira acelerada.

    (D) A referida empresa pode estar adotando prticas inadequadas no que

    diz respeito poltica de contratao de trainees.

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    (E) Os gerentes, dadas as caractersticas de seus cargos, tm potencial

    para decidir quem entra ou no na fila comum.

    13. ANPAD 2015) Um colunista da Folha de So Paulo escreve:

    Muitas vezes apenas gostaramos de dizer no. Coisa difcil dizer no,

    porque o sim civilizado na sua condio de hipocrisia necessria para

    a vida em grupo.

    Do texto, pode-se depreender que

    (A) dizer sim sinnimo de hipocrisia.

    (B) quem diz sim hipcrita quando diz no.

    (C) h situaes em que a hipocrisia se faz necessria.

    (D) todos os seres humanos so hipcritas por natureza.

    (E) dizer no um desafio hipcrita a ser enfrentado.

    14. ANPAD 2015) Na ltima dcada, o nvel de desemprego manteve-

    se em alta e os ganhos reais na renda dos trabalhadores manteve-se em

    alta. Causou estranheza a muita gente que comerciantes tenham

    afirmado que o preo mdio dos presentes caiu no ltimo Natal.

    Leia as afirmativas a seguir:

    I. normal que o processo inflacionrio corroa a renda das pessoas e que

    elas ento gastem menos com presentes.

    II. No h, necessariamente, uma relao entre as duas sentenas

    apresentadas.

    III. E, de fato, motivo de estranheza que as pessoas estejam

    empregadas, ganhem mais e gastem menos com presentes.

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    IV. Se a constatao foi feita junto aos comerciantes que trabalham em

    pontos de venda direta ao consumidor final, ento o fenmeno ocorreu no

    mercado todo.

    (So) pertinente(s) em relao ao texto:

    (A) somente a afirmativa II.

    (B) somente a afirmativa III.

    (C) somente a afirmativa IV.

    (D) somente as afirmativas I e IV.

    (E) as afirmativas I, II, III e IV.

    15. ANPAD 2015) A Wikipedia nos fornece uma tipologia bastante

    extensa das falcias existentes. Veja duas categorias, por exemplo,

    extradas em 4 de junho de 2014:

    Acidente:

    Quando se considera essencial o que apenas acidental.

    Ex.: A maior parte dos polticos so corruptos. Ento a poltica corrupta.

    Inverso do acidente:

    Tomar uma exceo como regra.

    Ex.: Se deixarmos os doentes terminais usarem herona, devemos deixar

    todos us-la.

    Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que apresenta

    respectivamente uma falcia de acidente e uma falcia de inverso do

    acidente.

    (A) Se uma regra no pode ser alterada, ento ela inflexvel. / Se

    vamos tornar o cigarro uma droga ilcita, ento devemos fazer o mesmo

    para o lcool.

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    (B) A maior parte do Brasil tem grandes extenses de floresta. Ento

    somos o pas da natureza. / Se somos o pas da natureza, devemos

    preserva-la.

    (C) Quando voc chora, uma estrela morre no cu. Logo, melhor voc

    no chorar. / J que vamos transgredir essa regra, melhor

    transgredirmos todas.

    (D) A maioria dos hipcritas de um pas rouba e, portanto, no devemos

    confiar neles. / J que no sabemos a verdade, tudo a ser dito ser

    considerado mentira.

    (E) O pas X-Mega corrupto, pois os seus polticos so corruptos. / J

    que voc pode ir boate, ento todos aqui de casa podem, oras.

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    01 E 02 C 03 D 04 E 05 B 06 E 07 B

    08 E 09 B 10 C 11 B 12 D 13 C 14 A

    15 E

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