Uma Estante De Livros

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  1. 1. Uma estante de livros:as diferentes categorias para as crianas Rona Hanning Maio.2009
  2. 2. A Narrativa na obra literria para infncia
    • Uma histria deve poder ser contada.
    • Uma histria necessita de encadeamento,e para isso deve haver concatenao das idias, coerncia interna e clareza.
    • Precisa tambm de um argumento que faa sentido, pois no sobre qualquer coisa que se faz uma histria.
    • Uma histria deve trazer ganho para o leitor. Mas que tipo de ganho?
    • Uma histria deve poder ser recontada e reinventada incansavelmente.
    • Uma histria sempre uma unio, uma comunho entre a palavra que eu conto e a imagem que eu leio.
    • Uma histria sempre um afeto.
  3. 3.
    • Literatura para Bebs
    • Contos de Fada
    • Histrias do Folclore
    • Temas Delicados
    • Livros Cult
    • Poesia
    Algumas Categorias...
  4. 4. Literatura para bebs
    • A literatura para bebs depende de argumentos concretos, de ludicidade e, fundamentalmente, da fantasia.
    • LIVRO BRINQUEDO
    • No necessita de uma narrativa entre pginas, mas em que cada uma haja coerncia interna suficiente para dar sentido quele brincar.
    • As pginas no esgotam-se em si, mas criam uma interdependncia pelo desejo da continuidade da brincadeira.
    Literatura para bebs
  5. 5. Literatura para Bebs LIVRO INFORMATIVO Carimbos so aqueles cuja figura aparece descontextualizada e despersonificada, apenas com o parco intuito de informar(cores, animais, formas....) Contextualizados so os livros que apresentam alguma comparao, ou melhor, estabelecem relaes entre as proposies.mantm o mesmo personagem, geram aes provocam curiosidade
  6. 6.
    • LIVRO POP-UP
    • H um discurso prprio na figura que salta, deixando claro a intencionalidade do que est chamando ateno naquela pgina.
    • H um brincar na surpresa, no susto, no encantamento. Este o carter ldico do pop-up.
    • Uma leitura que se define muito mais pela pontualidade do que pela linearidade.
    • Leitura necessariamente interativa entre o leitor e o objeto, mas nem sempre provocativa.
    Literatura para Bebs
  7. 7.
    • Ressaltar o que entendemos por folclore...
    • Fixao pelo conhecido. E o espao para conhecer o novo?
    • Ampliao de referenciais sobre o conhecimento popular
    • As transposies narrativas respeitam o ritmo da oralidade? Mas no foi assim que as histrias nos chegaram?
    • At onde me interesso pelo outro diferente de mim? E at onde somos diferentes?
    • Reconhecimento pela manifestao cultural
    Histrias do Folclore
  8. 8.
    • Os textos falam da vida a ser vivida ou da prpria condio humana.
    • Os contos de fada tm como eixo gerador uma problemtica existencial.
    • Trazem mistrios que atingem o homem no que sua razo no consegue explicar, conhecer ou compreender.
    • Seus argumentos desenvolvem-se dentro da magia ferica, ou seja, universo de rainhas, prncipes, princesas, fadas, gnios, bruxas, gigantes, anes, objetos mgicos, metamorfoses, tempo e espao fora da realidade conhecida.
    • Tm como ncleo problemtico a realizao essencial do heri ou da herona (unio homem-mulher)
    Contos de Fada
  9. 9.
    • Os contos expressam os obstculos ou provas que precisam ser vencidos para que o heri alcance a sua auto-realizao existencial.
    • PARA PENSAR.....
    • Quais histrias atuais teriam potencial para ajudar as crianas em seus processos subjetivos?
    • Existem candidatos contemporneos para compartilhar o lugar que os contos de fada j ocupam?
    Contos de Fada
  10. 10. Chapeuzinho Vermelho il. Gustave Dor
  11. 11. Chapeuzinho Vermelho il. Susanne Janssen
  12. 12.
    • Mas, por qu?...
    • A necessidade de dilogo sobre questes que nos perturbam.
    • A literatura funcionando como estratgia parainiciar a conversa, gerar discusso, provocar debate, instigar a reflexo sobrea vida e o viver.
    • Ateno para no serem confundidos com os ensinamentos moralizantes, os assuntos escolhidos e permitidos pelos adultos, com ticas diretivas e no convidativas.
    • SentirPensar
    Temas Delicados
  13. 13.
    • Pra que o livro?
    Livros Cult A busca por um texto que crie um equilbrio entre FORMA e CONTEDO, uma vez que entende-se a Literatura como arte que relaciona oquediz com ocomodiz. Muito da beleza da Literaturaest em COMO dizer.Na palavra e na imagema COMPOSIO d a dimenso potica da obra. Apresentar OBRA LITERRIApara o leitor mostrando a singularidade desta composio, deste equilbrio. Investir na autonomia do leitor.
  14. 14. A festa das palavras - Katia Canton
  15. 15. Poesia
    • Arte de excitar a alma comuma viso de mundo, por meio das melhores palavras em sua melhor ordem.
    • Aquilo que h de elevado e comovente nas pessoas e nas coisas.
  16. 16. Mario Quintana il. Andr Neves
  17. 17. Luas Eva Furnari
  18. 18. Liliinventa o mundo Mrio Quintanail. Suppa