Apostila Rotinas Administrativas.pdf

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  • RROOTTIINNAASS AADDMMIINNIISSTTRRAATTIIVVAASS

    Av. Antnio Sales, 2371 loja 113 D. Torres, Fortaleza, CE Fone: 3224.4940/3094.2271

    www.epossivelsim.com.br

  • AUXILIAR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO

    O auxiliar administrativo responsvel por realizar

    atividades fundamentais em empresas pblicas e privadas.

    Entre suas principais funes esto:

    Encarregar-se da entrada e sada de correspondncia,

    Recepcionar documentos,

    Atender chamadas telefnicas, atender ao pblico,

    Arquivar documentos,

    Manter a agenda telefnica e de pendncias atualizadas,

    Ter conhecimento de uso de mquinas de escritrio como calculadoras, copiadoras, computadores e os

    programas usados.

    Ele pode ser contratado por qualquer lugar que queira um auxiliar administrativo como

    escritrios, empresas, estabelecimentos comerciais, escolas, entre outros.

    Mas o profissional no pode ser simplesmente algum que executa as funes que lhe

    determina, ele precisa ser algum que consiga se destacar em meio aos outros que realiza as mesmas

    funes. Por isso as empresas esto exigindo cada vez mais profissionais qualificados com uma ampla

    viso de mercado, assim estes profissionais podero crescer na empresa, sendo mais valorizados.

    Pensando nisso, o Agora Desenvolvimento Profissional criou o curso de Auxiliar

    Financeiro/Administrativo.

    Durante o curso, veremos as rotinas administrativas mais solicitadas pelas empresas atualmente

    e qualificaremos profissionais para atender s exigncias do emprego almejado.

  • 1.PF/PJ

    Conforme o Dicionrio Michaelis, pessoa fsica a pessoa natural, isto , todo indivduo

    (homem ou mulher), desde o nascimento at a morte. A personalidade civil da pessoa comea do

    nascimento com vida.

    A pessoa fsica o individuo que o estado atravs das leis, assegura os direitos e estabelece

    algumas obrigaes. No sentido jurdico entendido como pessoa fsica, o ser humano que

    considerado isoladamente como sujeito que possui direitos.

    A pessoa jurdica coletividade de indivduos, onde a existncia protegida pela lei, possui a

    prpria personalidade e independente dos membros que a constituem, ela tem obrigaes e direitos.

    Geralmente o tempo que dura uma pessoa jurdica bem maior que a vida de uma pessoa. Existe

    interesse nas sociedades permanentes, dos quais uma nica pessoa, durante a vida toda, no possui

    condies de atender.

    Uma empresa com seus prprios objetivos e patrimnios podem atender interesses que sero

    duradouros e coletivos. Pessoa jurdica a entidade abstrata com existncia e responsabilidade

    jurdicas como, por exemplo, uma associao, empresa, companhia, legalmente autorizadas.

    Podem ser de direito pblico (Unio, Unidades Federativas, Autarquias etc.), ou de direito

    privado (empresas, sociedades simples, associaes etc.). Vale dizer ainda que as empresas

    individuais, para os efeitos do imposto de renda, so equiparadas s pessoas jurdicas.

    2.Conceitos Comerciais

    Duplicata um ttulo de crdito que existe quando h um contrato de compra e venda, ou de

    qualquer tipo de prestao de servio.

    Anuncia um ato de consentimento. A carta de anuncia geralmente importa na liberao de

    determinada obrigao que j foi cumprida. o caso do reconhecimento de pagamento de uma dvida

    com vistas ao cancelamento de um protesto por cheque devolvido, por exemplo.

    Impostos so valores pagos, realizados em moeda nacional (no caso do Brasil em reais), por

    pessoas fsicas e jurdicas (empresas). O valor arrecadado pelo Estado (governos municipal, estadual

    e federal) e servem para custear os gastos pblicos com sade, segurana, educao, transporte,

    cultura, pagamentos de salrios de funcionrios pblicos, etc. O dinheiro arrecadado com impostos

    tambm usado para investimentos em obras pblicas (hospitais, rodovias, hidreltricas, portos,

    universidades, etc).

  • Os impostos incidem sobre a renda (salrios, lucros, ganhos de capital) e patrimnio (terrenos,

    casas, carros, etc) das pessoas fsicas e jurdicas.

    O Brasil tem uma das cargas tributrias mais elevadas do mundo. Atualmente, ela corresponde

    a, aproximadamente, 37% do PIB (Produto Interno Bruto )

    CVM: Comisso de Valores Mobilirios uma autarquia vinculada ao Ministrio da Fazenda do

    Brasil, que disciplinaram o funcionamento do mercado de valores mobilirios e a atuao de seus

    protagonistas, assim classificados, as companhias abertas, os intermedirios financeiros e os

    investidores, alm de outros cuja atividade gira em torno desse universo principal.

    A CVM tem poderes para disciplinar, normatizar e fiscalizar a atuao dos diversos integrantes

    do mercado, seu poder normatizador abrange todas as matrias referentes ao mercado de valores

    mobilirios.

    Cabe CVM, entre outras, disciplinar as seguintes matrias:

    Registro de companhias abertas;

    Registro de distribuies de valores mobilirios;

    Credenciamento de auditores independentes e administradores de carteiras de valores mobilirios;

    Organizao, funcionamento e operaes das bolsas de valores;

    Negociao e intermediao no mercado de valores mobilirios;

    Administrao de carteiras e a custdia de valores mobilirios;

    Suspenso ou cancelamento de registros, credenciamentos ou autorizaes;

    Suspenso de emisso, distribuio ou negociao de determinado valor mobilirio ou decretar recesso

    de bolsa de valores;

    O sistema de registro gera, na verdade, um fluxo permanente de informaes ao investidor.

    Essas informaes, fornecidas periodicamente por todas as companhias abertas, podem ser financeiras

    e, portanto, condicionadas a normas de natureza contbil, ou apenas referirem-se a fatos relevantes da

    vida das empresas. Entende-se como fato relevante, aquele evento que possa influir na deciso do

    investidor, quanto a negociar com valores emitidos pela companhia.

  • A CVM no exerce julgamento de valor em relao qualquer informao divulgada pelas

    companhias. Zela, entretanto, pela sua regularidade e confiabilidade e, para tanto, normatiza e

    persegue a sua padronizao.

    A atividade de credenciamento da CVM realizada com base em padres pr-estabelecidos pela

    Autarquia que permitem avaliar a capacidade de projetos a serem implantados.

    A Lei atribui CVM competncia para apurar, julgar e punir irregularidades eventualmente

    cometidas no mercado. Diante de qualquer suspeita a CVM pode iniciar um inqurito administrativo,

    atravs do qual, recolhe informaes, toma depoimentos e rene provas com vistas a identificar

    claramente o responsvel por prticas ilegais, oferecendo-lhe, a partir da acusao, amplo direito de

    defesa.

    O Colegiado tem poderes para julgar e punir o faltoso. As penalidades que a CVM pode atribuir

    vo desde a simples advertncia at a inabilitao para o exerccio de atividades no mercado, passando

    pelas multas pecunirias.

    A CVM mantm, ainda, uma estrutura especificamente destinada a prestar orientao aos

    investidores ou acolher denncias e sugestes por eles formuladas.

    Quando solicitada, a CVM pode atuar em qualquer processo judicial que envolva o mercado de

    valores mobilirios, oferecendo provas ou juntando pareceres. Nesses casos, a CVM atua como

    "amicus curiae" assessorando a deciso da Justia.

    Em termos de poltica de atuao, a Comisso persegue seus objetivos atravs da induo de

    comportamento, da auto-regulao e da auto-disciplina, intervindo efetivamente, nas atividades de

    mercado, quando este tipo de procedimento no se mostrar eficaz.

    No que diz respeito definio de polticas ou normas voltadas para o desenvolvimento dos

    negcios com valores mobilirios, a CVM procura junto a instituies de mercado, do governo ou

    entidades de classe, suscitar a discusso de problemas, promover o estudo de alternativas e adotar

    iniciativas, de forma que qualquer alterao das prticas vigentes seja feita com suficiente

    embasamento tcnico e, institucionalmente, possa ser assimilada com facilidade, como expresso de

    um desejo comum.

    A atividade de fiscalizao da CVM realiza-se pelo acompanhamento da veiculao de

    informaes relativas ao mercado, s pessoas que dele participam e aos valores mobilirios

    negociados. Dessa forma, podem ser efetuadas inspees destinadas apurao de fatos especficos

    sobre o desempenho das empresas e dos negcios com valores mobilirios.

    3.Tipos de Empresas Comerciais

    As empresas so organizaes econmicas particulares, pblicas ou mistas que oferecem bens e

    ou servios tendo, em geral, o lucro como objetivo (em uma viso mais moderna, o lucro uma

    consequncia, ou retorno esperado pelos investidores, do processo produtivo e, para as empresas

    pblicas ou entidades sem fins lucrativos representado pela rentabilidade social).

  • Existem diversos tipos de empresas, dentre elas, podemos classifica-las de acordo com o setor

    econmico, a quantidade de scios, tamanho, fins ou objetivos, organizao ou natureza:

    Temos abaixo uma amostragem por setor em que se enquadra cada tipo e ramo empresarial no

    comercio.

    * Setor primrio: SETOR AGRCOLA;

    * Setor secundrio: INDSTRIAS;

    * Setor tercirio: SERVIOS;

    3.1 TIPOS DE EMPRESA COMERCIAL, COM E SEM FINS LUCRATIVOS

    I. Empresa Individual: Quando o proprietrio da empresa apenas uma pessoa; geralmente, neste tipo

    de organizao o capital particular do proprietrio se confunde com o da empresa;

    II. Empresa Individual de Responsabilida