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Apresentação Eutanásia slides

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Text of Apresentação Eutanásia slides

  • Apresentado por:Adriana MaltaDaniela SouzaMariana ReisSoraya BahiaTatiane SilvaTeresa Bonfim

    Enfermagem 7 Semestre

  • qualquer ato cometido ou omitido com o propsito de causar ou acelerar a morte de um ser humano, dando fim em sua vida e evitando seu sofrimento, de maneira controlada e assistida por um especialista.

  • 1. Quanto ao Tipo de Ao:Eutansia ativa: o ato deliberado de provocar a morte sem sofrimento do paciente, por fins misericordiosos.

    Eutansia passiva: suspenso de tratamentos mdicos para manuteno da vida, deixando o doente morrer.

    Eutansia de duplo efeito: quando a morte acelerada como uma consequncia indireta das aes mdicas que so executadas visando o alvio do sofrimento de um paciente terminal.

  • Eutansia voluntria: quando a morte provocada atendendo a uma vontade do paciente.

    2. Quanto ao Consentimento do Paciente: Um exemplo destes, o mundialmente famoso caso de Ramn Sampedro, que solicitou justia espanhola o direito de morrer, cujo qual nao lhe foi concedido, levando-o a provocar a sua prpria morte, com a ajuda de amigos, atravs da injesto de cianeto. O caso foi arquivado em tribunal.

  • Eutansia involuntria: quando a morte provocada contra a vontade do paciente.

    2. Quanto ao Consentimento do Paciente: Exemplo: como as de administrar doses cada vez maiores de medicamentos contra a dor que eventualmente causaro a morte do doente, ou a suspenso no consentida para retirar a vida do tratamento.

  • Eutansia no voluntria: quando a morte provocada sem que o paciente tivesse manifestado sua posio em relao a ela.2. Quanto ao Consentimento do Paciente: Pode ser, por exemplo, um recm-nascido irremediavelmente doente ou incapacitado; ou porque a doena ou um acidente tornaram incapaz uma pessoa anteriormente capaz, sem que tenha previamente indicado se sob certas circunstncias quereria ou no praticar a eutansia.

  • Holanda e Blgica desde 2002 consideram como prtica legal;

    Luxemburgo debatem a legalizao;

    Sua tolera a eutansia, o paciente quem decide;

    Alemanha e Austrlia aceitam a passiva, somente com o consentimento do paciente;

    Uruguai autorizou desde 1930, somente com a autorizao do paciente;

    Brasil ilegal, considerada homicdio.

  • Considerado crime - conforme o Cdigo Penal Brasileiro Se Deus deu a vida, s ele pode tirar - dizem os catlicos;

    Da perspectiva da tica mdica - considerada homicdio - tendo em conta o juramento de Hipcrates.

  • Evitar a dor e o sofrimento de pessoas em fase terminal ou sem qualidade de vida;

    Beneficncia - facilitar o bem-estar dos indivduos - suporta a eutansia e a morte medicamente assistida. Em certas circunstncias viver pior do que morrer.

  • Relao da Eutansia com a Enfermagem

    Art. 29: proibido promover a eutansia ou participar em prtica destinada a antecipar a morte do cliente.

    Porque a enfermagem uma profisso comprometida com a sade do ser humano e da coletividade.

    Atua na promoo, proteo, recuperao da sade e reabilitao das pessoas, respeitando os preceitos ticos e legais que envolvem desde os deveres e proibies.

  • Art. 9: proibido praticar e/ou ser conivente com crime, contraveno penal ou qualquer outro ato, que infrinja postulados ticos e legais.

    O cdigo de tica dos profissionais de enfermagem considera, a eutansia como uma forma de negligncia por parte do enfermeiro que tem o dever de zelar e assegurar a sade do paciente.

    Relao da Eutansia com a Enfermagem

  • Nancy Cruzansofreu um grave acidente de automvel em 1983, com 25 anos de idade. Entrou em coma vegetativo permanente. O seu caso foi discutido nos tribunais durante alguns anos, dada a sua convico de realizar a eutansia. Os juzes acabaram por deliberar a sua morte, desligando, deste modo, as mquinas que a mantinham viva em 1990.

  • Vincent Humbert, um jovem de 20 anos, teve um grave acidente de automvel em 2000, do qual resultou um coma que durou nove meses. De seguido foi-lhe diagnosticado que se encontrava tetraplgico, cego e surdo, sendo o nico movimento corporal o seu polegar direito, com o qual comunicava. Deste modo, solicitava aos mdicos a prtica da eutansia. No entanto foi-lhe recusada, pois na Frana a eutansia ilegal. Vincent pede ajuda me para o matar, com o auxlio do mdico. Aps a situao, a me de Vincent acaba por ser presa. Vincent escreve um livro com o seu polegar, de 188 pginas, intitulado Eu peo-vos o direito de morrer.

  • CHOLLET, Lediane. Eutansia. Disponvel em:http://www.slideshare.net/Fanybio/colgio-estadual-getulio-vargas.Acesso em: 4 de junho de 2013.

    ARAUJO, Jacqueline. Eutansia. Disponvel em: http://www.slideshare.net/jacquelinearaujo359/eutansia-14723063. Acesso em: 4 de junho de 2013.

    ROCHA, Diana. Eutansia. Disponvel em: http://www.slideshare.net/dianarocha94/eutanasia-2065275. Acesso em: 4 de junho de 2013.

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