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Fluidos de Corte

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AULA

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  • PROCESSOS DE FABRICAO

    FLUIDOS DE CORTE

  • FLUIDOS DE CORTE

    Altas Temperaturas em Usinagem

    Desgaste acelerado da pea; Dano trmico estrutura da pea;

    Distoro devido dilatao trmica

  • FLUIDOS DE CORTE

    - Funes bsicas do fluido de corte: refrigerao e/ou lubrificao.

    Preveno contra soldagem cavaco-ferramenta; Retirada do cavaco da regio de corte;

    Proteo contra corroso;

    Reduo da dilatao trmica da pea;

    Evitar danos estrutura superficial e crescimento exagerado de tenses residuais na superfcie usinada.

  • FLUIDOS DE CORTE

    Aquosos gua Emulses

    leos leos minerais leos graxos leos compostos leos de extrema presso

    Ar Baixa capacidade de refrigerao e lubrificao. Usado para a remoo do cavaco da regio de corte. Bastante usado na usinagem do ferro fundido e materiais que apresentem cavaco muito curto ou em forma de p.

    CLASSIFICAO DOS FLUIDOS DE CORTE

  • FLUIDOS DE CORTE

    Emulses de leo em gua; Basicamente compostos de gua (1 a 20% de leo);

    Alto poder refrigerante;

    Alto poder umectante;

    Menor ao corrosiva;

    Melhor ao lubrificante em comparao gua.

    EMULSES

  • FLUIDOS DE CORTE

    Recomendados para: Mdios ou altas Vcs;

    No recomendados para: Baixas Vcs;

    Operaes de desbaste

    EMULSES

  • FLUIDOS DE CORTE

    leos com aditivos de extrema presso incorporados e suportam altas Vcs. Podem ser: Ativos aditivos EP reagem com os materiais envolvidos; Inativos aditivos EP no reagem.

  • FLUIDOS DE CORTE

    ADTIVOS

    Antiespumantes Evitam a formao de espumas, que podem impedir a

    viso da regio de corte.

    Geralmente so ceras especiais ou leos de silicone.

    Anticorrosivos Protegem pea, ferramenta e mquina contra corroso.

    So base de nitritos de sdio, leos sulfurados ou sulfonados.

    Suspeita-se que o nitrito de sdio seja cancergeno.

  • FLUIDOS DE CORTE

    ADTIVOS

    Detergentes reduzem a formao de ldo, lamas e borras. Compostos organometlicos contendo Magnsio, brio e clcio, entre outros.

    Emulgadores permitem a emulso de leos em gua. Sabes de cidos graxos, gorduras sulfatadas e outros.

    Biocidas inibem o desenvolvimento de microorganismos.

    EP permitem ao fluido de corte suportar presses e temperaturas elevadas. Reagem com a superfcie usinada,

    formando compostos de baixa resistncia ao cisalhamento.

    Matrias graxas e derivados, fsforo, zinco, clorados, sulfurizados inativos, sulfurizados ativos, sulfurados e

    sulfoclorados.

  • FLUIDOS DE CORTE

    SELEO DO FLUIDO DE CORTE

    Existem 4 fatores a serem considerados na seleo de fluidos

    de corte

    Material da pea;

    Material da ferramenta;

    Condio de usinagem;

    Processo de usinagem.

  • FLUIDOS DE CORTE

    MATERIAIS FERROSOS

    Fofo: normalmente usinados a seco ou com ar.

    Fofo. malevel pode ser usinado com leo puro ou emulso. Fofo. branco requer aditivos EP.

    Aos: maior grupo de materiais usinados, ampla gama de

    composies.

    Qualquer fluido pode ser usado, escolha depende do tipo de operao.

    Ao inox: leos EP so mais adequados para evitar o

    empastamento do material na ferramenta

    MATERIAL DA PEA

  • FLUIDOS DE CORTE

    Diretamente ligado s condies de usinagem (e s tenses e temperaturas observadas nestas); Ao rpido possui baixa dureza a quente. Boa refrigerao necessria. Apresenta corroso na presena de gua (aditivos antiferrugem devem ser usados). Aditivos anti-solda devem ser usados na usinagem de materiais tenazes. Metal duro suporta qualquer tipo de fluido de corte..

    MATERIAL DA FERRAMENTA

  • FLUIDOS DE CORTE

    Ferramentas cermicas, CBN, PCD muito resistentes ao calor. Geralmente no suportam o uso de fluido de corte (devido pouca resistncia ao choque trmico) ou no necessitam deste para fins de aumento de vida. Usa-se fluido (quando possvel) com o objetivo de diminuir a distoro causada pelas altas temperaturas nas peas produzidas

    MATERIAL DA FERRAMENTA

  • FUIDOS DE CORTE

    DESVANTAGENS

  • FLUIDOS DE CORTE

    ALTERNATIVAS AO USO DO FLUIDO DE CORTE

    Usinagem a seco Estudos recentes mostram que possvel a usinagem a seco com vida de ferramenta semelhante obtida com o uso de fluido de corte atravs da alterao dos parmetros de corte (menor Vc, maiores f e ap).

    Deve-se usinar com materiais de ferramenta e condies de usinagem adequadas para no incorrer em queda da vida da ferramenta.

  • FLUIDOS DE CORTE

    Corte com Mnima quantidade de Fluido (MQF) Procura-se minimizar a quantidade de fluido de corte. Fluido geralmente aplicado juntamente com um fluxo de ar (pulverizados) e direcionado contra uma das reas de atrito.

    Exemplo: furao de Al.

    1. Cavaco adere aos canais helicoidais, podendo causar a quebra da ferramenta. 2. Usando MQL, pulveriza-se leo integral em um fluxo de ar comprimido, lubrificando a regio de corte.

    ALTERNATIVAS AO USO DO FLUIDO DE CORTE

  • FLUIDOS DE CORTE

    Custo de parada para troca e descarte pode representar de 2 a 17% do custo total da obra;

    Maior rigor da legislao ambiental;

    Maior conscincia ecolgica dos usurios.

    MANUTENO DO FLUIDO DE CORTE

  • FLUIDOS DE CORTE

    Torna obrigatria a coleta de todos os leos usados por empresas credenciadas na ANP e licenciados pelos rgos estaduais de proteo ambiental;

    Probe descartar leo em solos, guas superficiais, guas subterrneas, no mar ou em sistema de esgoto ou evacuao de guas residuais, ou de modo que represente contaminao atmosfrica superior ao nvel estabelecido por lei;

    RESOLUO N. 9/93 CONAMA

  • FLUIDOS DE CORTE

    Determina que o descarte s pode ser realizado aps tratamento prvio;

    Obriga manter os registros de compra e alienao do leo usado por dois anos caso consuma um mnimo anual de 700

    litros/ano;

    Crimes capitulados Lei 9605/98 e no Decreto Federal 3179.

    Integra da Res. 9/93 Conama em www.mma.gov.br/conama.

    RESOLUO N. 9/93 CONAMA