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Laranja Mecânica

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Laranja Mecânica. - PowerPoint PPT Presentation

Text of Laranja Mecânica

  • *Livro de Anthony Burgess que conta a histria de Alex, um garoto que junto com outros jovens de sua gangue, praticam roubos, espancamentos, estupros por toda uma Dublin arrasada de um futuro indeterminado. Alex pratica a violncia por puro prazer, assim como a maioria dos jovens de sua idade.

    Filme de Stanley Kubrick (1928-1999) "Laranja Mecnica" foi sucesso no mundo inteiro no incio da dcada de 70, o filme foi censurado no Brasil e acabou liberado apenas sete anos depois. Na poca do lanamento mundial, em 1971.

    laranja mecnica" algo como "porra louca", o desajustado agressivo e desequilibrado, que odeia as instituies e os seres e os agride.Laranja Mecnica

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    Alex toma "leite" com os seus Droogs no bar Korova; o grupo ataca um vagabundo debaixo dum viaduto; o grupo confronta-se com uma gang rival liderado por Billy Boy; roubam um carro e assaltam a casa de M. Alexander, violando a sua mulher e agredindo-o violentamente; Alex volta a casa e ouve a Nona Sinfonia de Beethoven, sendo visitado por Mr. Deltoid no dia seguinte; dirige-se a uma "drugstore" onde engata duas jovens que participam com ele numa mini-orgia; o grupo entra em conflito com Alex; Alex agride Dim e Georgie pela sua insurreio; decidem assaltar a casa da "catlady" e Alex acaba por assassin-la.

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  • PRISO DE DRAPER, ALABAMA

    Primeiro trabalho de modificao do comportamento com prisioneiros numa priso de segurana mxima.Era um programa de economia de fichas, baseado no reforo positivo ao preso que colaborava com a manuteno do estabelecimento, com a organizao pessoal e de acordo com o desempenho no trabalho ou nos estudos. Os pontos conquistados, representados por fichas, eram gastos com TV, sinuca, cigarros, cinema etc. Aps a experincia da penitenciria de Draper, a tcnica se espalhou para a maioria dos estados norte-americanos e tornou-se referncia ao sistema federal.*

  • CONNECTICUT CRIMES SEXUAIS

    Em 1964, na priso de em Connecticut, foi desenvolvido um programa de tratamento destinado aos criminosos sexuais. Aos pedfilos eram projetadas, numa tela, fotos de crianas nuas tiradas de revistas pornogrficas. Ao olharem as imagens, recebiam um choque atravs de eletrodos presos parte interior das coxas. O choque, apesar de baixa intensidade, liquidaria as fantasias sexuais, a partir da associao com a sensao de mal-estar (no necessitaria ser doloroso).*

  • MISSRRI Programa START

    Em prises federais no Missri, em 1972, com prisioneiros extremamente agressivos, aplicado o programa START (tratamento especial e treinamento de reabilitao). O preso iniciava em confinamento solitrio, a partir do qual o detento devia conquistar certa liberdade, modificando o comportamento de acordo com o regulamento da penitenciria. Era, ento, positivamente recompensado com a transferncia para o nvel seguinte, com mais conforto. Para alcanar o terceiro e ltimo nvel, deveria demonstrar capacidade para controlar o comportamento agressivo. O programa foi abandonado poucos anos depois, em meio a acusaes de punies cruis e violao a direitos constitucionais.*

  • OUTRAS TCNICAS

    Tcnicas j indicadas para tratamento e modificao do comportamento criminoso:Psicocirurgia (lobotomia)eletrochoquedrogas hormnios antitestoterona castrao qumica.Prolixin provoca nusea.Anectina sensao de sufocamento, afogamento e sentimento de terror.

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  • PROPOSTA SKINNERIANA

    Modificao de comportamentos reforando o comportamento desejado e no reforando o indesejado.

    No modelo skinneriano, no se usa a punio: ningum punido por no exibir o comportamento desejado. As pessoas so reforadas (ou recompensadas) quando seu comportamento sofre mudanas positivas.

    Punio gera frustrao, a qual, por sua vez, leva a ataque aos punidores. No ambiente da priso, em especial, a punio desmedida gera comportamento anti-social e reao violenta por parte dos presos.*

  • CRTICAS

    So tcnicas que exigem pouca ou nenhuma participao ativa do sujeito, faz com que ele se sinta mecanicamente controlado, alm de violentar a sua convico de que controla o prprio comportamento. entendido como um psicogenocdio, devido ao objetivo real de amansar prisioneiros violentos.

    As tcnicas de modificao de comportamento transformaram-se em formas de punio.

    Os resultados revelaram a capacidade inerente ao sistema carcerrio de tomar qualquer medida teraputica e transform-la em punitiva.

    Nota-se que os conflitos verificados so, em maior parte, falhas do sistema carcerrio e da justia do que propriamente aos programas de modificao do comportamento no plano terico.

    Como no podemos responsabilizar Einstein pelo lanamento de bombas atmicas contra vtimas indefesas, no podemos condenar Skinner pelos excessos cometidos pelos modificadores de comportamento: afinal, quem controla os controladores? (Iennaco, 2009).*

  • NA VISO INTROSPECTIVA (psicanalista)

    Psiclogo no adoece, somatiza.Psiclogo no estuda, sublima.Psiclogo no fofoca, transfere.Psiclogo no conversa, pontua.Psiclogo no fala, verbaliza.Psiclogo no transa, libera libido.Psiclogo no indiscreto, espontneo.Psiclogo no d vexame, surta.Psiclogo no tem idias, tem insights.Psiclogo no come, internaliza.Psiclogo no pensa, abstrai. NA VISO EXTROPECTIVA (comportamental)

    Psiclogo no elogia, reforaPsiclogo no fica de mal, pe em extinOPsiclogo no troca as bolas, generalizaPsiclogo no d toque, discriminaPsiclogo no puxa orelha, punePsiclogo no d exemplo, faz modelaoPsiclogo no sincero, assertivoPsiclogo no seduz, faz aproximaes sucessivasPsiclogo no surpreende, libera reforo intermitentePsiclogo no finge, faz ensaio comportamentalPsiclogo no sente, emite comportamentos encobertosPsiclogo no perde medo, dessensibilizaPsiclogo no fica a perigo, sofre privaoPsiclogo no muda de vida, opera no ambientePsiclogo no pega no p, libera reforo contnuo. *

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