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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO OPERAÇÃO DE TRATORES AGRÍCOLAS “O SENAR-AR/SP está permanentemente empenhado no aprimoramento profissional e na promoção social, destacando-se a saúde do produtor e do trabalhador rural.” FÁBIO MEIRELLES Presidente do Sistema FAESP-SENAR-AR/SP

operacao de tratores agricolas

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operacao de tratores agricolas

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SERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURALADMINISTRAO REGIONAL DO ESTADO DE SO PAULOOperaO de tratOres agrcOlasO SENAR-AR/SP est permanentemente empenhado no aprimoramento profissional e na promoo social, destacando-se a sade do produtor e do trabalhador rural.FbIO MEIRELLESPresidente do Sistema FAESP-SENAR-AR/SPFEDERAO DA AGRICULTURA E PECURIA DO ESTADO DE SO PAULOGesto 2008-2012FbIO DE SALLES MEIRELLESPresidenteSERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURALADMINISTRAO REGIONAL DO ESTADO DE SO PAULOCONSELHO ADMINISTRATIVOFbIO DE SALLES MEIRELLESPresidenteAMAURI ELIAS XAVIERVice-PresidenteEDUARDO DE MESQUITAVice-PresidenteJOS CANDOVice-PresidenteMAURCIO LIMA VERDE GUIMARESVice-PresidenteLENY PEREIRA SANTANNADiretor 1 SecretrioJOS EDUARDO COSCRATO LELISDiretor 2 SecretrioARGEMIRO LEITE FILHODiretor 3 SecretrioLUIZ SUTTIDiretor 1 TesoureiroIRINEU DE ANDRADE MONTEIRODiretor 2 TesoureiroANGELO MUNHOZ bENKODiretor 3 TesoureiroDANIEL KLPPEL CARRARARepresentante da Administrao CentralbRAZ AGOSTINHO ALbERTINIPresidente da FETAESPEDUARDO DE MESQUITARepresentante do Segmento das Classes ProdutorasAMAURI ELIAS XAVIERRepresentante do Segmento das Classes ProdutorasMRIO ANTONIO DE MORAES bIRALSuperintendenteSRGIO PERRONE RIbEIROCoordenador Geral Administrativo e TcnicoSERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURALADMINISTRAO REGIONAL DO ESTADO DE SO PAULOoperao de tratores agrcolassO paulO - 2010FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO

IdealIZaoFbio de Salles MeirellesPresidente do Sistema FAESP-SENAR-AR/SPsUperVIso geralJair KaczinskiChefe da Diviso Tcnica do SENAR-AR/SPrespoNsVel tcNIcoJarbas Mendes da SilvaDiviso Tcnica do SENAR-AR/SPMarco Antonio de OliveiraDiviso Tcnica do SENAR-AR/SPaUtoresLuiz Atlio PadovanEngenheiro Agronmo Mestre em Mquinas AgrcolasHermes Souza dos AnjosTcnico em MecnicaJlio Lorensetti NettoTcnico em MecnicareVIso graMatIcalAndr Pomorski LorenteFotosAmauri Bemvindo MacieldeseNHIstaFabio Nardi RibeirocolaBoradoresFundao Shunji Nishimura de Tecnologia - Pompia/SPNew Agro Mquinas Agrcolas Ltda - Marlia/SPdIagraMaoThais Junqueira FrancoDiagramadora do SENAR-AR/SPDireitos Autorais: proibida a reproduo total ou parcial desta cartilha, e por qualquer processo, sem a expressa e prvia autorizao do SENAR-AR/SP.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO

SUMRIOINTRODUO ..............................................................................................................................................9OPERAO DO TRATOR AGRCOLA ....................................................................................................... 10I.CONHECER OS COMPONENTES DOS TRATORES AGRCOLAS DE PNEUS ............................... 111. Conhea os componentes dos tratores agrcolas de pneus .............................................................. 112. Conhea os pontos de tomada da energia do trator .......................................................................... 1II. CONHECER O PAINEL DE INSTRUMENTOS DE CONTROLE DO TRATOR .................................. 16III.CONHECER OS COMANDOS DE OPERAO DO TRATOR ............................................................ 171. Entenda a chave de ignio ..............................................................................................................172. Entenda a chave de luzes .................................................................................................................173. Entenda o estrangulador ...................................................................................................................17. Entenda o acelerador ........................................................................................................................17. Entenda o sistema de freios ..............................................................................................................186. Entenda o sistema de direo ........................................................................................................... 187. Entenda as alavancas da caixa de cmbio ....................................................................................... 198. Entenda a utilizao da tomada de potncia (TDP) .......................................................................... 199. Entenda a utilizao da embreagem ................................................................................................. 2110. Entenda a utilizao do bloqueio do diferencial .............................................................................. 2211. Entenda a utilizao do eixo dianteiro do trator x2 TDA ............................................................... 23IV.CONHECER OS TIPOS DE SISTEMA HIDRULICO .......................................................................... 251. Conhea o sistema hidrulico de engate de trs pontos ................................................................... 22. Conhea o sistema hidrulico de controle remoto ............................................................................ 28V.FAZER A LASTRAGEM DO TRATOR ................................................................................................. 291. Calcule o ndice de patinagem ........................................................................................................... 292. Faa a lastragem com gua nos pneus ............................................................................................. 313. Entenda sobre os pesos metlicos nas rodas traseiras .................................................................... 32. Entenda sobre os pesos metlicos na frente do trator ...................................................................... 32. Entenda o sistema de rodagem dupla em tratores agrcolas ............................................................ 32FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO6VI.CONHECER A bITOLA DO TRATOR .................................................................................................. 33VII.CONHECER AS CLASSIFICAES DOS PNEUS AGRCOLAS ....................................................... 341. Entenda os tipos de desenhos da banda de rodagem dos pneus .................................................... 32. Entenda a capacidade de carga ........................................................................................................ 33. Conhea a nomenclatura do tamanho do pneu ................................................................................ 3. Atente para os cuidados com os pneus ............................................................................................ 36VIII. CONHECER AS REGULAGENS DOS SISTEMAS DE ACOPLAMENTO ........................................... 371. Conhea as regulagens no trator para de implementos montados no engate de trs pontos .......... 372. Conhea as regulagens no trator para implementos de arrasto ....................................................... 39IX.ACLOPAR O IMPLEMENTO AO TRATOR .......................................................................................... 411. Acople o implemento de engate de trs pontos ao trator .................................................................. 12. Acople o implemento de arrasto ao trator .......................................................................................... 2 X.OPERAR O TRATOR ............................................................................................................................431. Verifique os itens de manuteno ...................................................................................................... 32. Funcione o motor ...............................................................................................................................33. Selecione a marcha ............................................................................................................................ Movimente o trator .............................................................................................................................XI.CONHECER AS NORMAS DE SEGURANA NA OPERAO ......................................................... 461. Conhea a Norma Regulamentadora n 6 ........................................................................................ 62. Conhea a Norma Regulamentadora n 31 ...................................................................................... 8ANEXO 01....................................................................................................................................................51MEDIDAS DE SEGURANAANEXO 02 .....................................................................................................................................................52DIAGNSTICOS DE DEFEITOS E CAUSAS EM RELAO S CORES DA FUMAAANEXO 03 .....................................................................................................................................................53TAbELA DE SIMbOLOS UNIVERSAISbIbLIOGRAFIA .............................................................................................................................................54SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO7APRESENTAOplante, cultive e cOlha a pazOSERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL - SENAR-AR/SP, criado em 23 de dezembro de 1991, pela Lei n 8.31, e regulamentado em 10 de junho de 1992, como Entidade de personalidade jurdica de direito privado, sem fins lucrativos, teve a Administrao Regional do Estado de So Paulo criada em 21 de maio de 1993.InstaladonomesmoprdiodaFederaodaAgriculturaePecuriadoEstadodeSo Paulo-FAESP,EdifciobarodeItapetininga-CasadoAgricultorFbiodeSalles Meirelles, o SENAR-AR/SP tem, como objetivo, organizar, administrar e executar, em todo o Estado de So Paulo, o ensino da Formao Profissional e da Promoo Social Rurais dos trabalhadores e produtores rurais que atuam na produo primria de origem animal e vegetal, na agroindstria, no extrativismo, no apoio e na prestao de servios rurais.Atendendo a um de seus principais objetivos, que o de elevar o nvel tcnico, social e econmico do Homem do Campo e, consequentemente, a melhoria das suas condies devida,oSENAR-AR/SPelaborouestacartilhacomoobjetivodeproporcionar,aos trabalhadores e produtores rurais, um aprendizado simples e objetivo das prticas agro-silvo-pastoris e do uso correto das tecnologias mais apropriadas para o aumento da sua produo e produtividade.Acreditamos que esta cartilha, alm de ser um recurso de fundamental importncia para os trabalhadores e produtores, ser tambm, sem sombra de dvida, um importante instrumento para o sucesso da aprendizagem a que se prope esta Instituio.FBIO DE SALLES MEIRELLESPresidente do Sistema FAESP-SENAR-AR/SPSERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO9Esta cartilha, em linguagem simples e acessvel, apresenta ao operador de tratores agrcolas (tratorista agrcola) lies adequadas e indispensveis operao correta dessas mquinas. Apsterconhecidoaspartesmecnicasedefuncionamentodotrator,ooperadorter condies de operar a mquina adequadamente, obtendo um timo desempenho.Atualmente,paradesenvolverotrabalhonaagricultura,ousodeumtratoragrcola indispensvel. Operaes como preparo do solo, aplicao de insumos agrcolas, semeadura e colheita so atividades agrcolas em que o trator atua e isso depende do desempenho do operador em vrias funes ou tarefas.Nas propriedades mais tecnificadas comum encontrar muitos tratores agrcolas, porm o nmero de pessoas aptas e adequadamente capacitadas pequeno, por isso, um operador treinado faz toda a diferena para um bom trabalho a ser realizado.INTRODUOFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO10A operao com tratores agrcolas no to simples, pois exige o conhecimento tcnico e habilidade para execuo das tarefas pertinentes ao seu trabalho. Para isso o operador ter de preparar e manter o trator agrcola adequado para as atividades do dia-a-dia.No basta apenas saber operar o trator, mas ter o conhecimento da legislao de trnsito, segurana,higiene,normasregulamentadoras,preservaodomeioambiente,postura (ergonomia) e precaues de acidentes no trabalho. Isso far com que o operador aumente a vida til da mquina e previna-se de acidentes no campo.Existemmuitasmarcasemodelosdetratoresagrcolas,portantoindispensvelqueo operador tenha sempre em mos o manual do operador especfico para a mquina. Sempre que possvel, dever ser consultado, o que ajuda o operador a sanar possveis dvidas com relao ao bom funcionamento do trator agrcola.OPERAO DO TRATOR AGRCOLASERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO11A operao de tratores agrcolas com as diversas mquinas e implementos nele acoplados, exige um conhecimento prvio dos controles e comandos de operao do trator, alm da sua adequao ao trabalho agrcola.O trator agrcola uma fonte de potncia, formado por vrios componentes com funes especficasparatransformaoetransfernciadeenergiaparasualocomooe movimentao dos implementos nele acoplados.1.CONHEA OS COMPONENTES DOS TRATORES AGRCOLAS DE PNEUS1.1. entenda a funo do MotorO motor o componente do trator responsvel pela transformao da energia dos combustveis em energia mecnica (rotao).1.1.1. Conhea o turbo compressorTem a funo de aumentar a quantidade de ar no cilindro, dando mais potncia ao motor. Funciona por meio de um compressor centrfugo, movido por uma turbina que acionada pelos gases de escape.I. CONHECER OS COMPONENTES DOS TRATORES AGRCOLAS DE PNEUSFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO12ATENO!!! 1-Em tratores turboalimentados, d a partida e mantenha em marcha lenta por algum tempo, pois o leo lubrificante demora um pouco mais para chegar at o turbocompressor e pode causar srios danos.2-O mesmo vale para desligar o motor. Deixe-o funcionando em marcha lenta por alguns segundos antes de deslig-lo.1.1.2. Conhea o intercooler.umresfriadordoarqueficaentreoturbocompressoreaentradanocilindro,poisa diminuio de temperatura aumenta a densidade do ar, sendo possvel colocar uma maior quantidade no cilindro, incrementando ainda mais, a potncia do motor.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO131.1.3. Identifique os sistemas do motor.O motor dividido em quatro sistemas distintos, envolvendo os elementos: ar, combustvel, leo lubrificante e gua.1.2. entenda a funo da embreagemO sistema de embreagem um interruptor do movimento do motor para as rodas, possibilitando o incio e o fim do movimento do trator de forma suave e a mudana de marcha.1.3. entenda a funo do cmbioOcmbioummecanismocompostoporcombinaesdeengrenagens,quetransmite diferentes velocidades e foras s rodas de trao do trator. Tem tambm, como funo, modificar o sentido do movimento (marcha r) e possibilitar o ponto neutro.1.4. entenda a funo do diferencialA principal funo do diferencial a de diferenciar a rotao entre as duas rodas motrizes, traseiras ou dianteiras, sob certas circunstncias como curvas e desnveis do terrreno.O diferencial tem tambm as funes de transferir o movimento em ngulo de 90o do pinho para os semi-eixos e aumentar o torque para as rodas atravs da relao de reduo do pinho para a coroa.1.5. entenda a funo do redutorO redutor um conjunto de engrenagens, incorporado aos eixos traseiros ou trao dianteira auxiliar, cujas funes so de diminuir a rotao das rodas, aumentar o torque e amortecer os impactos sofridos pelas rodas.1.6. entenda a funo dos rodadosO sistema de rodado o elemento responsvel pela estabilidade, direcionamento e trao do trator.De acordo com o tipo de rodado de pneu, o trator pode ser classificado em:trator 4x2 (trao simples) - possuirodas, sendo asduastraseirasdetraoeasduasdianteiras, menores, apenas com finalidade direcional.FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO1 trator 4x2 tda (trao dianteira auxiliar) traado-asrodasdianteiras,menoresque as traseiras e alm de possuir funo direcional, so providas de trao, sendo ento denominado de trator traado. Quando acionada a TDA, a velocidade do rodado dianteiro tem um avano de aproximadamente % em relao traseira.Trator 4x4 - possui todas as rodas do mesmo tamanho,providasdetraopermanente, com velocidade igual nos dois eixos. 1.7. entenda a funo da direoA funo do sistema de direo o direcionamento em operaes,permitindoalterar as posies do trator e executar manobras, conforme o trajeto e condies da operao.1.8. entenda a funo dos freiosOsistemadefreiosdotratortemporfinalidadereduzirasuavelocidadeouefetuarsua parada, alm de auxiliar em algumas manobras.1.9. entenda a funo do eixo dianteiroO eixo dianteiro tem a funo de sustentao do corpo do trator e de suportar o sistema de direo, alm de permitir, pela sua oscilao (balana), a permanncia dos quatro pontos de apoio do trator no solo. SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO11.10. entenda a funo do sistema hidrulico de engate de trs pontosEssesistemacontrolaaposiodeimplementosmontados,quetrabalhamacimada superfcie do solo, e ou a profundidade de trabalho nos implementos penetrantes.1.11. entenda a funo do sistema hidrulico de controle remotoEsse sistema utilizado para acionamento de cilindros e motores hidrulicos localizados nas mquinas e implementos acoplados ao trator.1.12. entenda a funo da tomada de potncia (tdp)A tomada de potncia (TDP) um eixo acionador utilizado para operar implementos que necessitam de movimento de rotao, tais como roadoras, pulverizadores, distribuidores de insumos e sementes, enxadas rotativas, etc.1.13. entenda a funo da barra de traoA barra de trao uma das formas de aproveitamento da potncia a ser fornecida pelo trator, para realizar tarefas de arrastamento de mquinas, implementos e outros fins.1.14. entenda a funo do sistema eltricoOsistemaeltricoatendesfunesdeacionamentodomotordepartida,iluminaoe sinalizao do trator.2.CONHEA OS PONTOS DE TOMADA DA ENERGIA DO TRATORSo os locais onde se acoplam os implementos. Esto localizados na parte traseira do trator e so responsveis pela ligao do trator com o implemento agrcola. Funcionam de trs maneiras: arrastando, transmitindo o movimento de rotao do motor e transmitindo energia hidrulica para acionamento de pistes e motores hidrulicos. So eles:Barra de traoTomada de potnciaSistema hidrulico (de trs pontos e de controle remoto)FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO16O painel do trator agrcola composto por instrumentos medidores e indicadores que mostram ao operador se a mquina est em condies ideais de funcionamento. importante que o operador entenda as funes de cada um deles e observe-os durante a operao do trator.Esses instrumentos so:Tacmetro (Contagiro) - mede a rotao do motor em rpm;Hormetro - mede o nmero de horas trabalhadas pelo motor;Oseufuncionamentofundamentalparaocontroledamanutenoedaoperaodo trator.Manmetro do motor - mede ou indica a presso de leo do sistema de lubrificao; Termmetro - mede ou indica a temperatura do lquido de arrefecimento do motor;Vacumetro (indicador de restrio) - mede a presso negativa na tubulao de admisso do ar no sistema de alimentao, indicando o momento da manuteno;Ampermetro - mede o nvel de carga enviado bateria pelo alternador, ou seja, verifica se a bateria est sendo recarregada;Medidor de combustvel - mede o nvel de combustvel contido no tanque;Manmetro do cmbio - indica a presso de leo do sistema de lubrificao e termmetro do cmbio ou trasmisso;Indicador de acionamento da TDP - indica se a tomada de potncia est ligada; Indicador de acionamento da TDA - indica se a trao dianteira est ligada;Indicador de acionamento do bloqueio do diferencial - indica se o bloqueio do diferencial est acionado;Indicadordefreiodeestacionamento-indicaseofreiodeestacionamentoest acionado;Indicador de posio das alavancas da caixa de cmbio-indicaogrupoouamarchaqueest engatada;Indicador de luz alta dos faris - indica se os faris esto com luz alta;Indicador do sentido para converso (setas).II. CONHECER O PAINEL DE INSTRUMENTOSDE CONTROLE DO TRATORSERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO17O operador deve estar familiarizado com os comandos de operao do trator. Essa ao vai garantir segurana, preservao e integridade da mquina e do operador, alm de possibilitar uma operao correta e mais eficiente.Oscomandospodemvariarentremodelosemarcasouconformeseunveltecnolgico, potncia do trator ou origem do fabricante. 1.ENTENDA A CHAVE DE IGNIOTem a funo de ligar os medidores e indicadores no painel e dar a partida no motor. Em alguns tratores, tambm tem a funo de desligar o motor.Por questo de segurana, alguns tratores possuem um dispositivo que s permite a partida no motor se a alavanca do cmbio estiver na posio neutra ou de estacionamento (P).Outros modelos possuem dispositivo de segurana que s permite a partida no motor ao acionar totalmente o pedal da embreagem.Emmodelosmaisrecentesessedispositivodesegurana encontra-se tambm na alavanca da TDP, que, se estiver ligada, no permite que o motor funcione.2.ENTENDA A CHAVE DE LUZESTem a funo de ligar e desligar as luzes e os faris.3.ENTENDA O ESTRANGULADORO estrangulador tem a funo de interromper a alimentao de combustvel para desligar o motor. Pode ser: mecnico, que funciona por alavanca, ou eltrico, que funciona atravs de uma vlvula solenoide que desliga na chave de ignio.4.ENTENDA O ACELERADORO acelerador controla a rotao do motor. Pode ser acionado por alavanca, com a mo ou por pedal.O acelerador de mo permite rotao constante e deve ser utilizado em operaes de campo com implementos.Oaceleradorporpedalpermiterotaesvariveisedeveserutilizadoemtransportee III. CONHECER OS COMANDOSDE OPERAO DO TRATORFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO18operaesdemanobras.Atualmente,porumaquestodesegurana,aalavancado acelerador de mo aumenta a rotao quando acionada para frente. A escolha da rotao de trabalho depende do tipo de operao e do tipo e tamanho do implemento.5.ENTENDA O SISTEMA DE FREIOSOs tratores agrcolas x2 e x2 TDA possuem sistemas de freios somente nas rodas traseiras, podendo ser aplicados de forma individual, para cada uma das rodas por pedais distintos, com finalidade de: auxlio nas manobras, controle da patinagem individual das rodas, operaes em declive, entre outras.Ospedaisdevemserutilizadosdeformaconjugadaquandoemtransporte.Ofreiode estacionamento est incorporado ao sistema do freio de servio.Nos tratores x2 TDA, quando a trao est acionada, as rodas dianteiras tambm sofrem ao de frenagem conjuntamente com as traseiras, pela interligao atravs da transmisso, melhorando a eficincia do sistema de freios.Quanto ao acionamento, o freio pode ser mecnico ou hidrulico.Quanto ao rgo ativo, os sistemas mais comuns so o de disco seco e o de disco mido, sendo este ltimo o mais eficiente.6.ENTENDA O SISTEMA DE DIREOA funo do sistema de direo o direcionamento em operaes,permitindoalterar as posies do trator e executar manobras, conforme o trajeto e condies da operao.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO19O acionamento do sistema de direo pode ser mecnico ou hidrulico, este ltimo pode ser servo-assistido ou hidrosttico. A grande maioria dos tratores possuem acionamento da direo hidrosttico, como na figura anterior.Em alguns tratores, a coluna de direo pode ser ajustada, proporcionando maior conforto ao operador.ATENO!!!As rodas direcionais esteradas por muito tempo, at o batente, podem elevar a temperatura do leo e causar danos ao sistema hidrulico.7.ENTENDA AS ALAVANCAS DA CAIXA DE CMbIOAsalavancasdacaixadecmbiodefinemamarchaqueadaptaaforaeavelocidade do trator para cada tipo de operao. O trator, conforme o modelo, pode ter duas ou mais alavancas ou botes de cmbio. Ao combinar as diferentes posies das alavancas e/ou botes, obtm-se vrias velocidades de avano. Algunsmodelosdetratorpossuemumsistema desuperreduodasmarchasdocmbio,para operaesagrcolasqueexigemvelocidades reduzidas (inferior a 2 km/h).8.ENTENDA A UTILIZAO DA TOMADA DE POTNCIA (TDP)A tomada de potncia (TDP) um eixo localizado na traseira da carcaa do diferencial, que transfere diretamente a potncia do motor para as mquinas que necessitam de movimento de rotao, tais como roadoras, pulverizadoras, distribuidoras de insumos, enxadas rotativas, etc.O padro de rotao da TDP 0 rpm com eixo de 6 estrias e dimetro de 3 milmetros. A rotao necessria no motor para gerar 0 rpm na TDP varia com a marca, modelo e ano FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO20de fabricao do trator. Esta informao obtida no tacmetro ou em adesivos, ou ainda no manual do operador.Alguns tratores podero sair de fbrica com as seguintes opes de TDP: Rotao de 1.000 rpm. Para utilizar a TDP de 1.000 rpm, proceda troca do eixo de 6 estrias pelo de 21 estrias. Rotao de 0E (Econmica). Naopoeconmica,arotaode0rpmnaTDP geradacommenorrotaodomotor.utilizadaem operaes leves. Rotao da TDP sincronizada com a rodaNestesistema,arotaodaTDPproporcionalrotaodaroda traseiradotrator.Quandootratorestparado,aTDPnogira.Em marcha r, inverte o sentido de rotao do eixo.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO21 Tomada de Potncia Independente (TDPI) Permite o acionamento da TDP, sem a utilizao da embreagem.ATENO!!!Utilizar implementos compatveis com a rotao da TDP.PRECAUO!!!1 - Mantenha a capa de proteo no eixo quando no estiver utilizando a TDP.2 - O eixo card que faz a ligao com a TDP deve possuir capa protetora.3 - Ao dar a partida no motor, a TDP deve estar desligada.9.ENTENDA A UTILIZAO DA EMbREAGEMOs tratores agrcolas possuem embreagem simples ou dupla e, quanto ao seu acionamento, pode ser mecnico ou hidrulico.Na embreagem simples, quando o trator possui a tomada de potncia independente (TDPI), esta interrompe apenas a rotao das rodas motrizes. Quando o trator possui a tomada de potncia dependente, esta interrompe as rodas motrizes e a TDP, simultaneamente.AembreagemduplatemafunodeinterromperomovimentodorodadoedaTDP separadamente. Em alguns tratores isso feito atravs de alavanca manual, que interrompe a TDP, e um pedal, que interrompe o rodado.FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO22Em outros tratores, o acionamento no mesmo pedalcom dois estgios. Acionandoat oprimeiroestgio,interrompe-seapenasarotaodasrodasmotrizes;acionandoato segundo estgio, interrompem-se as rodas motrizes e tambm a TDP.ATENO!!!Em operao, coloque o p no pedal da embreagem somente quando for necessrio, pois, ao contrrio, ocorre um desgaste prematuro dos componentes da embreagem.10.ENTENDA A UTILIZAO DO bLOQUEIO DO DIFERENCIALAmaioriadostratoresequipadacombloqueiododiferencial,cujafunoeliminar seu efeito, igualando o giro das rodas quando uma delas perde aderncia com o solo em patinagem.O acionamento do bloqueio do diferencial pode ser mecnico ou eletro hidrulico.Noacionamentomecnico,parautilizarobloqueio,pareotratoreacioneopedalpara baixo at sentir que o dispositivo ficou engatado. A trao desigual entre as rodas mantm o bloqueio do diferencial engrenado.Namaioriadostratoresobloqueiosoltar-se-automaticamentelogoqueatraofor equivalente nas duas rodas traseiras. Quando o retorno do pedal no for automtico, acione o pedal novamente, destravando-o logo que as duas rodas tiverem a mesma trao.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO23No acionamento eletro hidrulico, em alguns modelos, o desbloqueio feito acionando levemente os pedais do freio.ATENO!!!Com o bloqueio do diferencial aplicado, o trator deve deslocar-se em linha reta para no causar danos ao diferencial.11.ENTENDA A UTILIZAO DO EIXO DIANTEIRO DO TRATOR 4X2 TDAO acionamento da trao dianteira dos tratores x2 TDA pode ser mecnico (alavanca) ou eletrohidrulico(boto).Quandooacionamentomecnico,necessriofazerusoda embreagem, parando o trator, para acion-la.A trao dianteira deve ser utilizada somente em trabalhos que exigem grande esforo de trao e em velocidade moderada. O uso desta, em pistas de piso firme, pode danificar os redutores finais, o diferencial e provocar desgaste prematuro dos pneus dianteiros.Em casos de trao de carretas com carga, deve-se usar a TDA, para melhor estabilidade e eficincia de frenagem.Os rodados do eixo dianteiro, quando acionados, tm um avano de velocidade em relao aos rodados traseiros. A medida desse avano dada em porcentagem e feita atravs deumtestedecampo.Issoimportanteparaadequarotamanhodospneusdianteiros e traseiros, que, apesar da numerao do tamanho, pode ser incompatvel em funo da marca. O ndice ideal do avano de 3 a %.11.1. conhea as condies para realizao do testea) Os pneus devem estar calibrados conforme especificao no manual do operador.b) O teste deve ser realizado em solo firme e plano.c) Quanto maior o nmero de voltas do pneu traseiro, maior ser a preciso do resultado.FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO211.2. Faa o teste do avano do eixo dianteiro11.2.1. Conte os nmeros de garras do pneu dianteiroex: 2 garras 11.2.2. Faa uma marca nos pneus dianteiros e traseiros do tratorEssamarcadeveserfeita,nopneu,renteaosolo,e servirderefernciaparaacontagemdonmerode voltas.11.2.3.Comatraodianteiradesligada,percorra10voltasdopneutraseiroeanoteo nmero de voltas dadas pelo pneu dianteiroex: 13 voltas e 8 garras11.2.. Multiplique o nmero de voltas do pneu pelo nmero de garrasex: 13 x 2 = 31211.2.. Adicione as garras da ltima voltaex: 312 + 8 = 320 garras11.2.6. Com a trao dianteira ligada, percorra 10 voltas da roda traseira e anote o nmero de voltas dadas pelo pneu dianteiroex: 13 voltas e 22 garras11.2.7. Multiplique o nmero de voltas do pneu pelo nmero de garrasex: 13 x 2 = 31211.2.8. Adicione as garras da ltima voltaex: 312 + 22 = 33 garras11.2.9.Subtrairototaldegarrasdotestecomtrao,dototaldegarrasdotestesem traoex: 33 320 = 1 garras11.2.10. Faa o clculo:A = Diferena do total de garrasx100A =1x100 = ,38%Total de garras sem trao320SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO2Ostratoresagrcolaspodemterdoissistemashidrulicosdistintos,queaproveitamo mesmo reservatrio de leo, comumente chamados de hidrulico de engate de trs pontos e hidrulico de controle remoto.1.CONHEA O SISTEMA HIDRULICO DE ENGATE DE TRS PONTOSEssesistemahidrulicopermiteoperarcomequipamentosdeengatedetrspontos (montados). importante, uma vez que determina a relao entre o trator e o implemento, fator vital para obteno de bom rendimento e qualidade nas operaes de campo. Esse sistema hidrulico possui controles com funes distintas:1.1. conhea o controle de posioControla a operao de levante e descida dos braos do hidrulico em relao ao solo, por meio de alavanca ou boto eltrico. Deve ser utilizado para implementos de superfcie, que no recebem reao do solo. Ex: roadora e pulverizadora de barras.1.2. conhea o controle de profundidadeControlaaprofundidadedosimplementosno solo,atravsdealavancaoubotoeltrico. Deveserutilizadoparaimplementosde penetrao, que recebem reao do solo. Ex: arado e subsolador.IV. CONHECER OS TIPOS DESISTEMA HIDRULICOFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO261.3. conhea o controle automtico de ondulaoTambm chamado de controle de sensibilidade do sistema hidrulico. Controla automaticamente a profundidade do implemento de penetrao, fazendo com que este corte o solo sempre na mesma profundidade, seguindo as ondulaes da superfcie, e que o trator faa sempre amesmafora,evitandopatinagensedandocomodidadeaooperador,quenoprecisa fazer tal controle por alavanca.A grande maioria dos tratores adota a fora de compresso, que atua no terceiro ponto para o acionamento do controle automtico de ondulao.A fora de resistncia que o solo oferece ao corte comprime o terceiro ponto, que por sua vez comprime uma mola que, se ceder, permitir atuao na vlvula de controle subindo as barras de levante.O suporte do terceiro ponto, no trator, comumente chamado de viga de controle, permite posies de engate variveis.A viga de controle fixa em uma extremidade e mvel na outra. Quanto mais prximo ao ponto mvel se acoplar o terceiro ponto, mais sensvel se torna o acionamento do controle automtico de ondulao, devido a uma pequena fora de compresso ser suficiente para a atuao na vlvula de controle. Alguns modelos de tratores possuem o sensor na parte superior da viga de controle, enquanto, em outros, o sensor fica na parte inferior da viga.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO27A opo para escolha do furo para o engate do terceiro ponto na viga de controle, est em funo do tipo e umidade do solo e da profundidade de atuao do implemento, sendo que, para solos de textura macia e implementos leves, deve-se utilizar o furo mais prximo do sensor (maior sensibilidade).A maneira correta de se determinar a melhor posio para o terceiro ponto partir do ponto mais sensvel. Quando se trabalha em solos mais duros ou para maiores profundidades, a sensibilidade dever ser baixa a fim de evitar que o prprio hidrulico impea a penetrao do implemento.ATENO!!!No transporte de qualquer implemento e na operao de implementos de superfcie, o terceiro ponto deve ser acoplado no furo mais longe do sensor (mola), evitando danos no sistema.Alguns modelos de tratores utilizam a fora de tenso nas barrasinferioresdeacoplamento,quesoligadasauma barra ou pino de flexo, que aciona o sistema automtico de ondulao. Esse sistema no possui regulagens na viga de controle. Porm possui uma alavanca ou boto de regulagem da sensibilidade que fica ao lado do operador. 1.4. conhea o controle de reao ou descidaNa maioria dos tratores, o sistema hidrulico de trs pontos possui uma alavanca ou boto que permite variar a velocidade de descida das barras do hidrulico, podendo ser rpida ou lenta. Quando utilizar o controle de profundidade, a alavanca de reao deve estar na posio rpida.barra de flexoFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO282.CONHEA O SISTEMA HIDRULICO DE CONTROLE REMOTOO controle remoto um sistema hidrulico localizado no trator, sendo que as partes atuantes como os cilindros ou motores hidrulicos esto localizados no implemento e so conectados por mangueiras atravs de engate rpido. Os comandos de controle esto localizados ao lado do operador.Existem dois tipos de controle remoto: dependente e independente.2.1 conhea o controle remoto dependenteUtiliza a bomba do sistema hidrulico de levante de trs pontos para o seu funcionamento, necessitando de uma vlvula seletora de fluxo. Esta desvia o fluxo do sistema de levante de trs pontos para o controle remoto.Quandoestiveroperandocomocontroleremoto,nopossvelutilizarimplementos engatados ao sistema hidrulico de engate de trs pontos, pois este fica sem ao.2.2 conhea o controle remoto independenteO controle remoto independente acionado por uma bomba hidrulica especfica, permitindo, portanto, o acionamento simultneo do sistema hidrulico de engate de trs pontos e do controle remoto. Atualmenteostratoresagrcolasdegrandeportesodotadosdecontroleremotocom bombas de alta vazo ou com a possvel associao com a bomba do hidrulico de engate de trs pontos. Esta alta vazo tem objetivo de acionar pistes de transbordos e plantadoras de cana e motores hidrulicos de semeadoras pneumticas.ATENO!!!1- O leo contido dentro do cilindro hidrulico do implemento dever ser da mesma classificao e marca do leo do reservatrio do trator. A no observao desse detalhe implicar na contaminao do leo hidrulico, podendo trazer srias avarias.2 - Com o motor do trator em funcionamento, as alavancas do comando devem ser acionadas somente se as mangueiras estiverem acopladas.3 - Inspecione os anis de vedao do engate rpido. Se houver vazamento, substitua-os.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO29A lastragem o procedimento de aumentar o peso no trator, com finalidade de melhorar a estabilidade e a eficincia de trao, que a relao de atrito entre o rodado e o solo.A lastragem varia com o tipo de implemento a ser utilizado e tambm com o tipo e condies de solo.Tratorcomlastroinsuficientepatinamaisfacilmente,perdendovelocidade,desgastando mais rapidamente os pneus e consumindo mais combustvel.Por outro lado, o excesso de lastro causa maior compactao do solo, maior resistncia ao deslocamento e aumento do consumo de combustvel. Alm disso, fora os componentes mecnicos do trator.A lastragem pode ser realizada das seguintes formas:Com gua nos pneus (lastro lquido)Com peso nas rodas (lastro metlico)Com peso na estrutura do trator (lastro frontal)De uma maneira geral, deve-se procurar com a lastragem, fazer uma distribuio ideal do peso em cada eixo do trator.tabela 1. distribuio de peso nos eixos do tratorA quantidade de lastro a ser colocado depende do ndice de patinagem que o trator est apresentando naquela operao.1.CALCULE O NDICE DE PATINAGEMExiste uma patinagem ideal dos pneus para cada tipo de solo, com a qual se obtm maior capacidade de trao do trator. Quando a patinagem est acima do ideal, est faltando lastro no trator, e quando ela est abaixo do ideal, porque o trator est com muito lastro.V. FAZER A LASTRAGEM DO TRATORTRATORPORCENTAGEM DO PESOEixo dianteiro Eixo traseirox2 30 a 3 6 a70x2 TDA 0 a a 60 xa 60 0 a FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO30tabela 2. patinagem ideal em funo da condio do soloExistem diferentes processos para calcular a patinagem das rodas do trator. Sero listados os procedimentos para um desses processos:1.1.anoteotempoqueotratorgastaparapercorrer50metros,emoperao.(tc) (exemplo: 36 segundos)1.2. anote o tempo para percorrer 50 metros, em estrada, na mesma marcha e rotao. (ts) (exemplo: 30 segundos)ATENO!!!1 - Inicie o movimento do trator no mnimo cinco metros antes do ponto marcado e pare somente aps ultrapassar o ponto final.2 - O ponto do trator que inicia a marcao do tempo deve ser o mesmo para finalizar.CONDIES DO SOLO PATINAGEM IDEALSolos duros 7 a 12%Solos firmes 10 a 1%Solos soltos 13 a 18%SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO311.3. efetue o clculo utilizando a seguinte frmulaP(%) = Tc - Ts x 100Onde: P% = Patinagem, Tc = Tempo com carga, Ts = Tempo sem carga Tsexemplo: P% = 36 30 x 100 = 20% 302.FAA A LASTRAGEM COM GUA NOS PNEUSA quantidade de gua mxima a ser colocada no pneu de aproximadamente 7% do volume.Vantagens do uso da gua em relao ao peso metlico:Opesodaguacolocadodiretamentenopneuqueestemcontatocomosolo, diminuindo o risco de danos mecnicos nos eixos e rodas.Fcil deteco de furos.Fcil socorro do trator quando furar o pneu, pois este demora mais para murchar.Baixo custo.Os procedimentos para o enchimento do pneu do trator so:2.1. levante a roda do trator;2.2. gire a roda de modo que o bico fique para cima;2.3. retire a vlvula do bico e deixe sair o ar que estava sob presso;2.4. coloque gua no pneu, usando um dispositivo que permita a sada do ar medida que o pneu vai enchendo de gua. caso no possua este dispositivo, faa com uma mangueira comum, porm retirando-a de tempos em tempos para permitir a sada do ar;2.5. retire a mangueira quando a gua atingir o nvel do bico e deixe sair o excesso de gua. Nesse ponto, o enchimento corresponde a aproximadamente 75%;2.6.recoloqueavlvulaecalibreopneucomapressorecomendadapelo fabricante.FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO32ATENO!!!Para pneus radiais a quantidade mxima de gua a ser colocada nos pneus deve ser conforme as recomendaes do fabricante.3.ENTENDA SObRE OS PESOS METLICOS NAS RODAS TRASEIRASSo discos metlicos parafusados s rodas traseiras. um complemento da lastragem com gua, que tem a funo de melhorar a trao e fazer uma distribuio ideal do peso em cada eixo do trator. 4.ENTENDA SObRE OS PESOS METLICOS NA FRENTE DO TRATORNormalmente, os pesos metlicos so colocados no suporte dianteiro dotrator,quetemafunodeevitarempinamentosegarantira dirigibilidade em solos soltos. Nos tratores x2 TDA, alm das funes citadas acima, tambm tem a funo de melhorar a trao.5.ENTENDA O SISTEMA DE RODAGEM DUPLA EM TRATORES AGRCOLASA utilizao da rodagem dupla uma opo que permite uma maior rea de apoio dos pneus no solo, para distribuir seu peso, o que incrementar sua flutuao, melhorando acapacidadedetraoereduzindoapatinagemea compactao do solo.Para trabalhos desenvolvidos em terrenos com declividade, a rodagem dupla oferece ao trator uma maior estabilidade.A lastragem com gua, quando necessria, deve ser feita somente nos pneus internos, para evitar esforos excessivos nas pontas de eixos. Nestas condies os pneus internos devem ser calibrados com presses ligeiramente maiores que os externos.ATENO!!!Reaperte periodicamente as porcas e parafusos com o torque especificado e nos intervalos recomendados no manual do operador.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO33A bitola do trator a distncia de centro a centro dos pneus traseiros ou dianteiros e ajustvel na maioria dos sistemas de rodados.A medida da bitola do trator regulvel para cumprir as seguintes funes:adequar o trator nas entrelinhas de cultivoadequar o trator ao implementoestabilizar o trator em terrenos acidentadosOs sistemas de regulagem da bitola comumente utilizados so: Sistema de eixo prolongado Sistema servo ajustvel Sistema de aros e discos (mais utilizado) Amedidacorretadabitolavariadeacordocom afinalidadedeuso,eosprocedimentospara regulagem variam de acordo com a marca, modelo ou sistema de bitola do trator; portanto, deve ser consultado o manual do operador.VI. CONHECER A bITOLA DO TRATORFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO3Os pneus agrcolas so classificados de acordo com suas caractersticas de desenho, de capacidade de carga e do tamanho.1.ENTENDA OS TIPOS DE DESENHOS DA bANDA DE RODAGEM DOS PNEUSNos tratores, encontram-se dois tipos de desenhos na banda de rodagem dos pneus, que se classificam em banda de rodagem para trao e banda de rodagem guia. 1.1. entenda o desenho da banda de rodagem para traoContm um desenho com caractersticas para agarrar, ou seja, para firmar o pneu ao solo e executar a auto limpeza quando em solos pegajosos, por isso possui um sentido correto de rotao.As diferentes condies de utilizao do pneu determinam o formato e as dimenses das garras, como mostrado na tabela 3.tabela 3. tipos e utilizao de pneus de trao.1.2. entenda o desenho da banda de rodagem guiaA banda de rodagem guia tem a funo bsica de manter estvel a trajetria do trator, alm do seu direcionamento. Possui nervuras que auxiliam o rolamento em linha reta, evitando o deslizamento lateral. O tipo do pneu determinado pelo nmero de nervuras ou raias, como indicado na tabela . VII. CONHECER AS CLASSIFICAES DOS PNEUS AGRCOLASTIPO DESENHO DA bANDA DE RODAGEM UTILIZAOR 1 Trao regularPara solos normaisR 2 Trao extra (garras altas e distantes) (arrozeiro) Para solos inconsistentes ou alagadios R 3 Trao baixa (garras baixas) Para solos duros e estradas de terraR Industrial Uso geralG 1 Trao de microtratores Uso geralSERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO3tabela 4. tipos de pneus de direo.2.ENTENDA A CAPACIDADE DE CARGAA capacidade de carga representa a resistncia do pneu parasuportaracargamximaaelepermitidaevem indicadanopneuporumaletra.Umoutrosistemade medida traz esta denominao como capacidade de lonas, sendo indicada por um nmero (PR - Ply Rating).A capacidade de carga em quilogramas depende de:Nmero de lonas do pneuVelocidade mximaPresso de inflao do pneu3.CONHEA A NOMENCLATURA DO TAMANHO DO PNEUAnomenclaturadotamanhodospneusdostratoresdependedotipodeconstruoe vlida tanto para pneus de trao quanto de direo. Quanto ao tipo de construo o pneu pode ser diagonal ou radial.3.1 entenda a nomenclatura do tamanho do pneu diagonalO primeiro nmero representa a largura nominal do pneu inflado, entre as bandas laterais, em polegadas.O segundo nmero representa o dimetro interno do pneu no talo ou o dimetro do aro, medido tambm em polegadas.exemplo: pneu 12.4 24Largura do pneu: 12. polegadasDimetro do aro: 2 polegadasTIPO DESENHO DA bANDA DE RODAGEMF - 1 Regular com 1 raiaF - 2 Regular com 2 ou 3 raiasF - 3 Multi raiadoFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO363.2. entenda a nomenclatura do tamanho do pneu radialO primeiro nmero representa a largura nominal do pneu inflado, entre as bandas laterais, em milmetros.Osegundonmerorepresentaaalturadalateral(flanco)emporcentagemdalargura nominal. O terceiro nmero representa o dimetro interno do pneu no talo ou o dimetro do aro, medido tambm em polegadas.A letra representa o tipo de construo do pneu: radial.exemplo: pneu 360/70 r 28 Largura do pneu: 360 milmetros Altura de flanco: 70% da largura = 22 milmetrosDimetro do aro: 28 polegadasTipo de construo: R = radial4.ATENTE PARA OS CUIDADOS COM OS PNEUSPara aumentar a sua vida til e melhorar o seu desempenho, fundamental tomar certos cuidados com a utilizao dos pneus:a)Escolha o pneu adequado para cada tipo de trabalho.b)Faa a lastragem adequada, com pesos ou gua, de acordo com o trabalho a realizar.c)Mantenha sempre a presso dos pneus correta.d)Alinhe sempre as rodas do trator.e)Evite andar com o trator no asfalto, pois provoca desgaste excessivo dos pneus.f)Evite o contato de leos e graxas com os pneus.g)Evite transitar sobre tocos, pedras e objetos pontiagudos.h)Evite freadas e patinagens desnecessrias.i)Armazene os pneus sombra, longe de leos e graxas.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO37As formas de acoplamento do implemento ao trator mais comumente utilizadas so: montado no engate de trs pontos do hidrulico e de arrasto pela barra de trao.1.CONHEAASREGULAGENSNOTRATORPARAIMPLEMENTOSMONTADOS NO ENGATE DE TRS PONTOSAntes de fazer o acoplamento do implemento no engate de trs pontos importante entender as regulagens dos componentes envolvidos.1.1. entenda a regulagem dos estabilizadoresAfunodosestabilizadoreslateraisdasbarrasinferioresimpedirgrandesdesviosdo implemento quando em servio e evitar jogo lateral excessivo do implemento quando levantado. Dependendo do implemento, o estabilizador faz sua centralizao ou descentralizao.Os tipos de estabilizadores so: De rosca (corrente) Telescpico Misto (rosca e telescpico)1. 2. entendaaregul agemdosbraos intermediriosOsbraosintermediriospossuemregulagens noseucomprimento,queservemparafacilitar oacoplamentoedesacoplamentoeparafazer aregulagemdonivelamentotransversaldo implemento. Alguns modelos de tratores possuem aregulagemsomentenobraointermedirio direito.VIII. CONHECER AS REGULAGENS DOS SISTEMAS DE ACOPLAMENTOFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO381.3. entenda a regulagem do terceiro pontoAtravs da variao do comprimento do terceiro ponto feita a regulagem do nivelamento longitudinal do implemento.Quanto mais comprido o terceiro ponto, mais baixa ficar a parte traseira do implemento.Quantomaiscurtoestiveroterceiroponto, ocorrerocontrrio,ouseja,maiorsera ao da parte dianteira do implemento.1.4. entenda as categorias dos pinos de engateTanto o trator quanto o implemento so providos de um sistema de engate de trs pontos, classificado em categoria I, II e III.O operador deve observar se os pinos so compatveis com os furos, tanto no trator quanto no implemento; caso contrrio, provocar o desgaste desses furos e do olhal dos braos inferiores e do terceiro ponto.1.5. entenda a regulagem dos furos da barra de levante inferiorA barra de levante inferior possui furos que permitem vriosacoplamentosdobraointermedirio, oferecendo diversas posies, variando a altura e a capacidade de levante do sistema hidrulico.1.6. entenda a funo do furo oblongo do brao intermedirioO garfo do brao intermedirio do trator de grande porte possui um furo oblongo, que deve ser usado quando se opera implemento mais largo que o trator ou implementos de pouca penetrao, como semeadoras e cultivadores.O furo oblongo permite a oscilao vertical do implemento, no deixando que o peso seja sustentado somente em um dos lados, em caso de depresso ou elevao do terreno.CATEGORIA DOS PINOSPINO DOS BRAOS INFERIORESDIMETRO EM POLEGADASPINO DO TERCEIRO PONTODIMETRO EM POLEGADASI 7/8 3/II 1-1/8 1III 1-7/16 1-1/SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO392.CONHEAASREGULAGENSNOTRATORPARAIMPLEMENTOSDE ARRASTOA barra de trao o nico componente do trator que requer regulagens para os implementos de arrasto. A barra de trao uma das formas de aproveitamento da potncia a ser fornecida pelo trator, para realizar tarefas de arrastamento de mquinas, implementos e outros fins.Os tipos de barra de trao so de formato: Reto de degrau de degrau com cabeote (boca de lobo) engates especiais FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO0A barra de trao pode trabalhar em diferentes posies:fixa centralizadafixa deslocadaoscilante (utilizao sem os pinos de trava)Abarradetraopossuiregulagemno seucomprimento,quedeveserfeita conforme a necessidade da operao.PRECAUO!!!Quando a barra for regulada e totalmente recuada no seu comprimento o operador dever estar atento nas curvas ou manobras executadas por ele, pois poder o cabealho ou lanca do implemento vir atropelar os pneus do trator.Asbarrasdetraodedegrausoutilizadasparavariaraalturadocabealhodo implemento.PRECAUO!!!1- Utilize a trava (cupilha) no pino de engate do implemento ao trator. 2- Utilize a corrente de segurana, em equipamento montado em pneus.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO1As formas mais comuns de acoplamento de mquinas e implementos ao trator so: montada noengatedetrspontosedearrastocomengatenabarradetraoouemengates especiais.1.ACOPLE O IMPLEMENTO DE ENGATE DE TRS PONTOS AO TRATORPara acoplar um implemento aos trs pontos do trator, obedea a seguinte sequncia:1.1 acople a barra de levante esquerdaAo afastar o trator, coloque marcha reduzida, com baixa acelerao, e utilize a alavanca de controle de posio do hidrulico para alinhar a altura do brao de levante com o pino de engate do implemento.1.2 acople o brao do terceiro ponto1.3 acople a barra de levante direitaCasoosfurosestejamdesalinhados,utilizearegulagemdo terceiro ponto e/ou do brao intermedirio.IX. ACLOPAR O IMPLEMENTO AO TRATORFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO2Em tratores que possuem regulagens nos dois braos intermedirios, o acoplamento pode iniciar-se pela barra esquerda ou pela barra direita.Em roadoras que tm a torre de engate mvel, deve-se acoplar primeiro as duas barras inferiores, o terceiro ponto e, finalmente, o cardam.Para o desacoplamento do implemento escolha uma rea plana e inverta a sequncia feita no acoplamento.2.ACOPLE O IMPLEMENTO DE ARRASTO AO TRATORO acoplamento de implementos na barra de trao feito por apenas um ponto, que deve ser feito da seguinte forma:Afaste o trator em marcha reduzida, com baixa acelerao, centralizando-o com o cabealho doimplemento.Ergaocabealho,coloqueopinoeatrava.Casooimplementopossua cardam e/ou mangueiras de controle remoto, faa o engate.ATENO!!!1 - Ao acoplar as mangueiras do controle remoto limpe as superfcies do engate rpido.2 - Antes de desacoplar as mangueiras, despressurize o sistema, acionando as alavancas nos dois sentidos, com o motor desligado.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO3Antes de colocar o trator para operar, devem ser realizados alguns procedimentos, como verificaes de manuteno e de funcionamento do trator.PRECAUO!!! O operador dever estar devidamente trajado e usando botinas e protetor auricular. 1.VERIFIQUE OS ITENS DE MANUTENOAntes de operar o trator, o operador deve fazer as verificaes de manuteno diria do trator:1.1. Verifique o nvel de gua do radiador.1.2. Verifique o nvel de leo do motor.1.3. Verifique o nvel do leo da transmisso e do hidrulico.1.4. Verifique o estado de limpeza da tela e da colmeia do radiador.1.5. Verifique a tenso e o estado da correia do motor.1.6. drene o sedimentador e o filtro de leo diesel.1.7. engraxe os pinos graxeiros.1.8. Inspecione visualmente em torno do trator.2.FUNCIONE O MOTORPara funcionar o motor, proceda da seguinte forma:2.1. suba no trator sem apoiar no volante.2.2. regule o banco para o seu melhor conforto.2.3. coloque o cinto de segurana.X. OPERAR O TRATORFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO

2.4. coloque as alavancas de cmbio em neutro.2.5. d a partida no motor. alguns tratores possuem interruptor deseguranalocalizadonopedaldaembreageme/ouna alavanca da tdp.2.6. Verifique o funcionamento dos instrumentos do painel.PRECAUO!!! Aquecer o motor do trator em ambientes abertos, pois os gases liberados pelo escapamento so txicos e prejudicam a sade do operador.3.SELECIONE A MARCHAAescolhadamarchaadequadaestarelacionadavelocidadeidealparacadatipode operao a ser realizada com o trator.Dentro do intervalo da velocidade ideal, a escolha pode estar relacionada com o tamanho do implemento para o trator, do tipo e umidade do solo, da vegetao de cobertura, do grau de tecnologia do equipamento, entre outros fatores.Uma vez sabendo a velocidade em km/h para aquela operao, a escolha da marcha feita atravs do grfico de escalonamento de marchas que esta em um adesivo localizado no painel, no para lama ou no vidro da cabine do trator.Operao Velocidade (km/h)Arao 3a6Gradagem a8Subsolagem 3aEscarificao a6Distribuio de calcrio a9Semeadura a7Cultivo a7Pulverizao 3a7SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO

4.MOVIMENTE O TRATORAo movimentar ou trabalhar com o trator, alguns procedimentos devem ser tomados, visando segurana do operador e ao desempenho da mquina.PRECAUO!!! 1 - Antes de sair com o trator, observe se no existem pessoas ou animais prximos.2 - Conduza o trator sempre com a marcha engrenada.3 - Conduza o trator em baixa velocidade. - Os pedais do freio do trator devero estar unidos (conjugados) quando este estiver em operao de transporte.4.1. proceda sada..1.1. Acione o pedal da embreagem..1.2. Engate a marcha selecionada..1.3. Destrave o freio de estacionamento..1.. Acelere o motor o suficiente para a movimentao do trator..1.. Solte suavemente o pedal da embreagem at que o trator se movimente.ATENO!!! Em operao, coloque o p no pedal da embreagem somente quando for necessrio, pois ao contrrio ocorre um desgaste prematuro dos componentes da embreagem.4.2. proceda a parada..2.1. Desacelere o motor e acione o pedal da embreagem, simultaneamente..2.2. Acione o pedal do freio at que o trator pare..2.3. Coloque as alavancas do cmbio em neutro..2.. Solte o pedal da embreagem..2.. Acione o freio de estacionamento..2.6. Desligue o motor.FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO6No meio rural, so utilizados ferramentas, mquinas, veculos e implementos que, se no forem manuseados de maneira adequada, podero comprometer a sade e a segurana das pessoas envolvidas. Dentre essas, o trator o equipamento de maior importncia, porm este pode causar danos materiais e pessoais.O operador do trator agrcola deve estar capacitado e autorizado para essa atividade e, para isso, deve ser capaz de compreender as instrues inerentes a sua funo, atravs de cursos de formao, e conheer as normas de segurana relativas ao trabalho que realiza.Devido aos riscos de acidentes em que o trabalhador rural esta envolvido, criaram-se normas de segurana que visam diminuir os acidentes na rea agrcola. Especificamente, no que tange ao assunto de mquinas e implementos agrcolas, h algumas normas.1.CONHEA A NORMA REGULAMENTADORA N 6NR - 6 EQUIPAMENTO DE PROTEO INDIVIDUAL - EPIPublicao D.O.U. Portaria GM n. 3.21, de 08 de junho de 1978 06/07/78(Texto dado pela Portaria SIT n. 25, de 15 de outubro de 2001)6.1. Para os fins de aplicao desta Norma Regulamentadora - NR, considera-se Equipamento deProteoIndividual-EPI,tododispositivoouproduto,deusoindividualutilizadopelo trabalhador, destinado proteo de riscos suscetveis de ameaar a segurana e a sade no trabalho.6.1.1.Entende-secomoEquipamentoConjugadodeProteoIndividual,todoaquele composto por vrios dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetveis de ameaar a segurana e a sade no trabalho.6.2. O equipamento de proteo individual, de fabricao nacional ou importado, s poder ser posto venda ou utilizado com a indicao do Certificado de Aprovao - CA, expedido pelo rgo nacional competente em matria de segurana e sade no trabalho do Ministrio do Trabalho e Emprego.6.3. A empresa obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservao e funcionamento, nas seguintes circunstncias:a) sempre que as medidas de ordem geral no ofeream completa proteo contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenas profissionais e do trabalho;b) enquanto as medidas de proteo coletiva estiverem sendo implantadas; e,c) para atender a situaes de emergncia.XI. CONHECER AS NORMAS DESEGURANA NA OPERAOSERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO76.. Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional, e observado o disposto no item 6.3, o empregador deve fornecer aos trabalhadores os EPI adequados, de acordo com o disposto no ANEXO I desta NR.6..1.AssolicitaesparaqueosprodutosquenoestejamrelacionadosnoANEXOI, desta NR, sejam considerados como EPI, bem como as propostas para reexame daqueles ora elencados, devero ser avaliadas por comisso tripartite a ser constituda pelo rgo nacional competente em matria de segurana e sade no trabalho, aps ouvida a CTPP, sendo as concluses submetidas quele rgo do Ministrio do Trabalho e Emprego para aprovao.6.. Compete ao Servio Especializado em Engenharia de Segurana e em Medicina do Trabalho - SESMT, ou a Comisso Interna de Preveno de Acidentes - CIPA, nas empresas desobrigadas de manter o SESMT, recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco existente em determinada atividade.6..1.NasempresasdesobrigadasdeconstituirCIPA,cabeaodesignado,mediante orientao de profissional tecnicamente habilitado, recomendar o EPI adequado proteo do trabalhador.6.6. Cabe ao empregador6.6.1. Cabe ao empregador quanto ao EPI :a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;b) exigir seu uso;c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo rgo nacional competente em matria de segurana e sade no trabalho;d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservao;e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;f)responsabilizar-se pela higienizao e manuteno peridica; e,g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrnico.(Inserida pela Portaria SIT n. 107, de 25 de agosto de 2009)6.7. Cabe ao empregado6.7.1. Cabe ao empregado quanto ao EPI:a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;b) responsabilizar-se pela guarda e conservao;c) comunicar ao empregador qualquer alterao que o torne imprprio para uso; e,d) cumprir as determinaes do empregador sobre o uso adequado.FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO82.CONHEA A NORMA REGULAMENTADORA N 31NR31-SEGURANAESADENOTRAbALHONAAGRICULTURA,PECURIA SILVICULTURA, EXPLORAO FLORESTAL E AQICULTURAPublicao D.O.U. Portaria GM n. 86, de 03 de maro de 2005 04/03/0531.1 Objetivo31.1.1EstaNormaRegulamentadoratemporobjetivoestabelecerospreceitosaserem observadosnaorganizaoenoambientedetrabalho,deformaatornarcompatvelo planejamentoeodesenvolvimentodasatividadesdaagricultura,pecuria,silvicultura, explorao florestal e aqicultura com a segurana e sade e meio ambiente do trabalho.31.2 Campos de Aplicao31.2.1 Esta Norma Regulamentadora se aplica a quaisquer atividades da agricultura, pecuria, silvicultura, explorao florestal e aqicultura, verificadas as formas de relaes de trabalho e emprego e o local das atividades.31.12 MQUINAS, EQUIPAMENTOS E IMPLEMENTOS31.12.1Asmquinas,equipamentoseimplementos,devematenderaosseguintes requisitos:a) utilizados unicamente para os fins concebidos, segundo as especificaes tcnicas do fabricante;b) operados somente por trabalhadores capacitados e qualificados para tais funes;c) utilizados dentro dos limites operacionais e restries indicados pelos fabricantes.31.12.2 Os manuais das mquinas, equipamentos e implementos devem ser mantidos no estabelecimento, devendo o empregador dar conhecimento aos operadores do seu contedo e disponibiliz-los sempre que necessrio.31.12.3 S devem ser utilizadas mquinas, equipamentos e implementos cujas transmisses de fora estejam protegidas.31.12. As mquinas, equipamentos e implementos que ofeream risco de ruptura de suas partes,projeodepeasoudematerialemprocessamentosdevemserutilizadasse dispuserem de protees efetivas.31.12.Osprotetoresremovveisspodemserretiradosparaexecuodelimpeza, lubrificao, reparo e ajuste, ao fim dos quais devem ser, obrigatoriamente, recolocados.31.12.6Sdevemserutilizadasmquinaseequipamentosmveismotorizadosque tenham estrutura de proteo do operador em caso de tombamento e dispor de cinto de segurana.31.12.7 vedada a execuo de servios de limpeza, de lubrificao, de abastecimento e de SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO9manuteno com as mquinas, equipamentos e implementos em funcionamento, salvo se o movimento for indispensvel realizao dessas operaes, quando devero ser tomadas medidas especiais de proteo e sinalizao contra acidentes de trabalho.31.12.8vedadootrabalhodemquinaseequipamentosacionadospormotoresde combustointerna,emlocaisfechadosousemventilaosuficiente,salvoquandofor assegurada a eliminao de gases do ambiente.31.12.9Asmquinaseequipamentos,estacionriosouno,quepossuemplataformas de trabalho, s devem ser utilizadas quando dotadas escadas de acesso e dispositivos de proteo contra quedas.31.12.10vedado,emqualquercircunstncia,otransportedepessoasemmquinase equipamentos motorizados e nos seus implementos acoplados.31.12.11 S devem ser utilizadas mquinas de cortar, picar, triturar, moer, desfibrar e similares que possurem dispositivos de proteo, que impossibilitem contato do operador ou demais pessoas com suas partes mveis.31.12.12 As aberturas para alimentao de mquinas, que estiverem situadas ao nvel do solo ou abaixo deste, devem ter proteo que impea a queda de pessoas no interior das mesmas.31.12.13Oempregadorruralouequiparadodevesubstituirourepararequipamentos eimplementos,semprequeapresentemdefeitosqueimpeamaoperaodeforma segura.31.12.1Sdevemserutilizadasroadeirasquepossuamdispositivosdeproteoque impossibilitem o arremesso de materiais slidos.31.12.1Oempregadorruralouequiparadoseresponsabilizarpelacapacitaodos operadores de mquinas e equipamentos, visando o manuseio e a operao seguros.31.12.16Sdevemserutilizadosmquinaseequipamentosmotorizadosmveisque possuam faris, luzes e sinais sonoros de r acoplados ao sistema de cmbio de marchas, buzina e espelho retrovisor.31.12.17 S devem ser utilizados mquinas e equipamentos que apresentem dispositivos de acionamento e parada localizados de modo que:a) possam ser acionados ou desligados pelo operador na sua posio de trabalho;b) no se localizem na zona perigosa da mquina ou equipamento;c) possam ser acionados ou desligados, em caso de emergncia, por outra pessoa que no seja o operador;d) no possam ser acionados ou desligados involuntariamente pelo operador ou de qualquer outra forma acidental;e) no acarretem riscos adicionais.FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO031.12.17.1 Nas paradas temporrias ou prolongadas o operador deve colocar os controles em posio neutra, acionar os freios e adotar todas as medidas necessrias para eliminar riscos provenientes de deslocamento ou movimentao de implementos ou de sistemas da mquina operada.31.12.18 S devem ser utilizadas as correias transportadoras que possuam:a) sistema de frenagem ao longo dos trechos onde possa haver acesso de trabalhadores;b) dispositivo que interrompa seu acionamento quando necessrio;c) partida precedida de sinal sonoro audvel que indique seu acionamento;d) transmisses de fora protegidas com grade contra contato acidental;e) sistema de proteo contra quedas de materiais, quando instaladas em altura superior a dois metros;f) sistemas e passarelas que permitam que os trabalhos de manuteno sejam desenvolvidos de forma segura;g) passarelas com guarda-corpo e rodap ao longo de toda a extenso elevada onde possa haver circulao de trabalhadores;h) sistema de travamento para ser utilizado quando dos servios de manuteno.31.12.19 Nos locais de movimentao de mquinas, equipamentos e veculos, o empregador rural ou equiparado deve estabelecer medidas que complementem:a) regras de preferncia de movimentao;b) distncia mnima entre mquinas, equipamentos e veculos;c) velocidades mximas permitidas de acordo com as condies das pistas de rolamento.31.10 ERGONOMIA31.10.1 O empregador rural ou equiparado deve adotar princpios ergonmicos que visem a adaptao das condies de trabalho s caractersticas psicofisiolgicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar melhorias nas condies de conforto e segurana no trabalho.31.10. Todas as mquinas, equipamentos, implementos, mobilirios e ferramentas devem proporcionaraotrabalhadorcondiesdeboapostura,visualizao,movimentaoe operao.31.10.6 Nasoperaes que necessitem tambm da utilizao dos ps, os pedais e outros comandos devem ter posicionamento e dimenses que possibilitem fcil alcance e ngulos adequados entre as diversas partes do corpo do trabalhador, em funo das caractersticas e peculiaridades do trabalho a ser executado.SERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO1MEDIDAS DE SEGURANA1.No d carona no trator2.Evite velocidade excessiva3.Acione o freio de estacionamento antes de descer do trator.Desa do trator na mesma posio que subiu.No pule ao descer do trator6.D partida no motor somente se estiver sentado no banco do trator.7.No deixe o trator em funcionamento em ambientes fechados8.Mantenha os freios bem regulados9.No passe com o trator muito prximo a valetas ou barrancos10.Nunca utilize a torre do terceiro ponto para rebocar11.Nunca permanea entre o trator e o implemento ao fazer o engate12.Cuidado ao retirar a tampa do radiador com o motor quente13.No use roupas folgadas quando trabalhar com a tomada de potncia1.Nunca desa do trator estando este em movimento1.Nunca dirija embriagado16.Mantenha o trator engrenado ao descer rampas17.No permita que pessoa no capacitada opere o trator18.Desligue a tomada de potncia antes de descer do trator19.Mantenha as mos afastadas de todas as partes em movimento20.Ao usar carreta, coloque trava no pino de engate21.Em transporte, utilize os pedais de freio conjugados22.Abaixe o implemento antes de efetuar servios de regulagem e manuteno23.No faa reparos com o motor em funcionamento2.Um operador cuidadoso sempre a melhor segurana contra acidentesANEXO 01FEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO2DIAGNSTICOS DE DEFEITOS E CAUSAS EM RELAO S CORES DA FUMAAANEXO 02COR DA FUMAA DEFEITO POSSVEIS CAUSASPreta- Muito combustvel- Pouco ar- Filtro de ar sujo- Bicos injetores desregulados- Bomba injetora desregulada- Junta do cabeote queimada- Sobre carga- Marcha inadequadaBranca- Muito ar- Pouco combustvel- Si st emadeal i ment aode combustvel deficienteAzul- Queima de leo do crter na cmara de combusto-Desgastenosanisdospistes, camisas dos cilindros, guias de vlvulas e anis alinhadosCinza transparente Condies normais de funcionamentoSERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO3ANEXO 03TAbELA DE SMbOLOS UNIVERSAISSMbOLOS INDIVIDUAISMotorLquido de ArrefecimentoHormetro Presso Filtro Aquecimentoleo Nvel Sistema EltricoTemperatura Transmisso Luz de AoAr Hidrulico AutomticoSMbOLOS CONJUGADOSPresso do leo do MotorNvel de CombustvelNvel do Lquido de Arrefecimento do MotorTemperatura do Lquido de ArrefecimentoPresso de leo da TransmissoNvel do leo HidrulicoFiltro de Ar do MotorTemperatura do leo HidrulicoTemperatura do leo da Transmissobateria Filtro de leo do MotorFiltro de leo da TransmissoFreio de Estacionamento baixa Velocidade Alta VelocidadeDiferencial bloqueado Diferencial Desbloqueado DesligadoLigado Auxiliar de Partida ter Posio Neutro de PartidaPosio Avante Posio a R Condicionador de ArLavador de Para-brisas Limpador de Para-brisas DesembaadorFusvel Trao Dianteira LigadaTrao Dianteira DesligadaIndicador de DireoSinalizao de EmergnciaPressurizado (abrir lentamente)Cilindro Remoto (estender)Cilindro Remoto (recolher)Cilindro Remoto (flutuante)brao do levantador hidrulico (levantar)brao do levantador hidrulico (baixar)buzinaAUT!!( P )-+NFEDERAO DA AGRCULTURA E PECURADO ESTADO DE SO PAULO

ARNAL ATARES, Pedro V.; LAGUNA BLANCA, Antonio. Tractores y motores agrcolas. 3.ed. Madrid: Mundi-Prensa, 2000. 9p.:ilCONCEITOS BSICOS MOTORES Mercedes Benz do Brasil, 1987, 38p.Cultivar Mquinas agrcolas. Pelotas: Grupo cultivar de publicaes Ltda. Mensal.DIAS, Gutemberg Pereira; VIEIRA, Luciano Baio; NEWES, Bruno Otto. Manuteno de trator agrcola de pneu: introduo. Viosa: UFV, 1996. 31p. :ilGRANDI, Luiz Alan. O trator e sua mecnica. Lavras: UFLA / FAEPE. v.2, 1997. 17p.:ilGRANDI, Luiz Alan. O prtico: Mquinas e implementos agrcolas. Lavras: UFLA / FAEPE. v.1, 1998. 22p.:il.MANUAL DE TREINAMENTO: Operao, manuteno e segurana. So Paulo: Valtra, 2007.112p.:il. MANUAL DO OPERADOR:TL 60, TL 60E, TL7, TL7E, TL8, TL 8E, TL9, TL9E: utilizao, manuteno, especificaes. Curitiba: New Holland, 200.MANUAL DO OPERADOR: 68 78. Mogi das Cruzes, SP: Valtra, 2007. 92p.MANUALDOOPERADOR:BH1,BH16,BH180,BH18i.MogidasCruzes,SP:Valtra, 2007.11p.MANUAL DO OPERADOR: BM8, BM100,BM110, BM120, BM12i. Mogi das Cruzes, SP: Valtra, 2007. 109p.MANUAL DO OPERADOR: TL 6, TL70, TL80, TL60, TL100. Curitiba: New Holland, 1997.MANUAL DO OPERADOR: Tratores 303 e 03. S.l.: John Deere, 200.MANUAL DO OPERADOR: Tratores srie 200. .l.: Canoas, RS: Massey Fergunson, 1997.MONTEIRO, Leonardo de Almeida. SILVA, Paulo Roberto Arbex. Operao com Tratores Agrcolas. Botucatu: Ed. dos autores, 2009, 76p.: il. MONTEIRO, Leonardo de Almeida.Preveno de Acidentes com Tratores Agrcolas e Florestais. 1ed. Botucatu: FEPAF, 2010, 10p.: il. OLIVEIRA,AntnioDonizettede;CARVALHO,LuizCarlosDias;MOREIRAJNIOR,Wander Magalhes. Manuteno de tratores agrcolas. 2. ed. Braslia: LK,2007. 23p.:il (Coleo SENAR Minas-26)PADOVAN, Luiz Atlio. Operao e manuteno de tratores agrcolas. So Paulo: FSNT, 199. 30p.:il.SERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL. Tratores Agrcolas: Manuteno de tratores agrcolas. Braslia: SENAR, 2009. 188p.:il. (Coleo SENAR-130)SERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL. Administrao Regional Gois. Manuteno de Tratores Agrcolas. 2. Ed. Braslia: SENAR, 2007. 60p.:il. (Coleo SENAR-0)SERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL. Administrao Regional do Estadodo Paran. Trabalhador na Operao e na Manuteno de Tratores Agrcolas. Curitiba: SENAR-PR, 200. 116p.:il.SERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL. Administrao Regional do Rio Grande do Sul. Tratores Agrcolas. Porto Alegre: SENAR-RS, 2001. 86p.:il. (Cdigo SENAR-RS-219)TREINAMENTO: Guia do Operador: TL, TS, TM, srie 30. Curitiba: New Holland, 2003. 79p.:il TREINAMENTO: Operao e manuteno de tratores -Linhas 200 e 600. 2 ed. Porto Alegre: AGCO, 1999. 189p.:IbIbLIOGRAFIASERVO NACONAL DE APRENDZAGEM RURAL ADMNSTRAO REGONAL DO ESTADO DE SO PAULO

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