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MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA

Pdi Ita Anexos

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  • MINISTRIO DA DEFESACOMANDO DA AERONUTICA

    INSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA

  • MINISTRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONUTICA

    INSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA

    Plano de Desenvolvimento Institucional 2011 2020

    Volume II

    organizado por

    Fernando Toshinori Sakane

    So Jos dos Campos

    2011

  • 2011 Instituto Tecnolgico de Aeronutica (ITA) Todos os direitos reservados Dados internacionais de Catalogao-na-Publicao (CIP) ____________________________________________________________________________

    Instituto Tecnolgico de Aeronutica. Plano de desenvolvimento institucional / Organizado I59 por Fernando Toshinori Sakane. - So Jos dos Campos: ITA, 2011.

    2v.

    Contedo: volume 1 : Parte 1-3; volume 2 Parte 4 anexos

    1. Planejamento organizacional. 2. Administrao. I. Sakane, Fernando Toshinori (org.) II. Ttulo

    CDU 65.012 ____________________________________________________________________________

    Reginaldo dos Santos Reitor Fernando Toshinori Sakane Vice-Reitor Jorge Pags Chefe de Gabinete Carlos Magno Vilela do Nascimento Pr-Reitor de Administrao Carmen Lcia Ruybal dos Santos Pr-Reitor de Extenso e Cooperao Alberto Adade Filho Pr-Reitor de Graduao Celso Massaki Hirata Pr-Reitor de Ps-Graduao e Pesquisa

  • PrembuloEste documento uma atualizao do PDI do ITA, com aproveitamento parcial do Plane-jamento Estratgico realizado em 2002 e 2003 e o Projeto de Reorganizao Institucional do ento Centro Tcnico Aeroespacial, realizado em 2004 e 2005.

    PDI - ITA v. 2011 VOL II - ANEXOS

    LISTA DE SIGLAS .................................................................................................................................................... 1 LISTA DE SIGLAS

    PARTE 4 ANEXOS ................................................................................................................ 6

    A. ANEXO 1 AVALIAO EXTERNA ...................................................................................................................... 7

    A.1. Graduao. ........................................................................................................................................................ 7 A.2. Ps-Graduao................................................................................................................................................ 12

    B. ANEXO 2 AVALIAES ANTERIORES DA GRADUAO.................................................................................... 19

    B.1. Resultados do ltimo Exame Nacional de Cursos (ENC), Provo, realizado em 2003. ................................ 19 B.2. Resultados do ENADE 2005............................................................................................................................ 20

    C. ANEXO 3 CURSO FUNDAMENTAL ................................................................................................................... 22

    C.1. Projeto Pedaggico do Curso Fundamental .................................................................................................... 22 C.1.1. Prembulo ................................................................................................................................................... 22 C.1.2. Contedo deste documento ........................................................................................................................ 22 C.1.3. O perfil......................................................................................................................................................... 22 C.1.4. Proposta pedaggica .................................................................................................................................. 23 C.1.5. Estrutura do Curso ...................................................................................................................................... 23 C.1.6. Grade Curricular do Curso .......................................................................................................................... 24 C.1.7. Ementas das Disciplinas ............................................................................................................................. 25

    C.2. Informaes logsticas, administrativas e de pessoal ...................................................................................... 33 C.3. Instalaes de laboratrio utilizados pelo Curso Fundamental........................................................................ 35

    D. ANEXO 4 CURSO DE ENGENHARIA AERONUTICA .......................................................................................... 44

    D.1. Projeto Pedaggico do Curso de Engenharia Aeronutica.............................................................................. 44 D.1.1. Introduo ................................................................................................................................................... 44 D.1.2. Apresentao do Curso............................................................................................................................... 44 D.1.3. Perfil Profissional......................................................................................................................................... 44 D.1.4. Estrutura do Curso de Engenharia Aeronutica .......................................................................................... 46 1. Administrao Acadmica........................................................................................................................... 47 D.1.5. Proposta pedaggica do Curso Profissional de Engenharia Aeronutica ................................................... 48 D.1.6. Grade Curricular do Curso Profissional de Engenharia Aeronutica........................................................... 49

    D.2. Informaes logsticas, administrativas e de pessoal ...................................................................................... 52 D.3. Laboratrios..................................................................................................................................................... 54

    E. ANEXO 5 ENGENHARIA ELETRNICA ............................................................................................................ 58

    E.1. Projeto Pedaggico do Curso de Engenharia Eletrnica................................................................................. 58 E.1.1. Prembulo ................................................................................................................................................... 58 E.1.2. Contedo deste documento ........................................................................................................................ 58 E.1.3. O perfil geral desejado do Engenheiro de Eletrnica do ITA....................................................................... 58 E.1.4. Estrutura do Curso de Graduao em Engenharia Eletrnica..................................................................... 59 E.1.5. Integralizao curricular: ............................................................................................................................. 60 E.1.6. Proposta pedaggica do Curso de Graduao em Engenharia Eletrnica ................................................. 60 E.1.7. Grade Curricular do Curso de Graduao em Engenharia Eletrnica......................................................... 61 E.1.8. Ementas e bibliografia................................................................................................................................. 64

    E.2. Informaes logsticas, administrativas e de pessoal ...................................................................................... 70 E.3. Laboratrios..................................................................................................................................................... 71

    F. ANEXO 6 CURSO DE ENGENHARIA MECNICA-AERONUTICA ........................................................................ 78

    F.1. Projeto Pedaggico do Curso de Engenharia Mecnica-Aeronutica ............................................................. 78 F.1.1. Introduo ................................................................................................................................................... 78

  • F.1.2. Perfil do Engenheiro Mecnico-aeronutico................................................................................................ 78 F.1.3. Estrutura do Curso de Engenharia Mecnica-Aeronutica ......................................................................... 79 F.1.4. Estratgias de ensino e seus protagonistas................................................................................................ 79 F.1.5. Grade curricular do Curso de Engenharia Mecnica-Aeronutica ............................................................. 80 F.1.6. Ementas das disciplinas.............................................................................................................................. 82

    F.2. Informaes logsticas, administrativas e de pessoal ...................................................................................... 90 F.3. Laboratrios tecnolgicos interdisciplinares .................................................................................................... 91 F.4. Laboratrios de ensino e pesquisa .................................................................................................................. 93

    G. ANEXO 7 CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONUTICA.............................................................................. 100

    G.1. Projeto Pedaggico do Curso de Engenharia Aeronutica............................................................................ 100 G.1.1. Introduo ................................................................................................................................................. 100 G.1.2. Estrutura curricular do Curso de Engenharia Civil-Aeronutica ................................................................ 100 G.1.3. Estratgias de ensino................................................................................................................................ 101 G.1.4. Grade curricular do Curso de Engenharia Civil-Aeronutica ..................................................................... 101 G.1.5. Ementas das discplinas............................................................................................................................. 104

    G.2. Informaes logsticas, administrativas e de pessoal .................................................................................... 111 G.3. Laboratrios Tecnolgicos............................................................................................................................. 112

    H. ANEXO 8 CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAO................................................................................... 114

    H.1. Projeto Pedaggico do Curso de Engenharia de Computao...................................................................... 114 H.1.1. Introduo ................................................................................................................................................. 114 H.1.2. Contedo deste documento ...................................................................................................................... 114 H.1.3. O perfil geral desejado do Engenheiro de Computao do ITA ................................................................ 114 H.1.4. Estrutura do Curso de Engenharia de Computao.................................................................................. 115 H.1.5. Proposta pedaggica do Curso de Engenharia de Computao............................................................... 116 H.1.6. Integralizao curricular: ........................................................................................................................... 117 H.1.7. Grade Curricular do Curso de Engenharia de Computao...................................................................... 117 H.1.8. Ementas das disciplinas............................................................................................................................ 120

    H.2. Informaes logsticas, administrativas e de pessoal .................................................................................... 126 H.3. Instalaes de laboratrio utilizados pelo Curso de Engenharia de Computao ......................................... 129

    I. ANEXO 9 CURSO DE ENGENHARIA AEROESPACIAL ...................................................................................... 135

    I.1. Prembulo ..................................................................................................................................................... 135 I.2. Contedo deste documento........................................................................................................................... 135 I.3. O perfil desejado do Engenheiro Aeroespacial do ITA .................................................................................. 135 I.4. Estrutura do Curso de Graduao Engenharia Aeroespacial ........................................................................ 136 I.5. Grade Curricular do Curso de Engenharia Aeroespacial ............................................................................... 137 I.6. Informaes logsticas, administrativas e de pessoal .................................................................................... 140 I.7. Instalaes de laboratrio utilizados pelo Curso Profissional de Engenharia Aeroespacial .......................... 141

    J. ANEXO 10 - CURSOS DE EXTENSO E ESPECIALIZAO LATO SENSU.............................................................. 143

    J.1. CESAAC (PE-SAFETY) Curso de Especializao em Segurana de Aviao e Aeronavegabilidade Continuada ................................................................................................................................................................. 143 J.2. CETI Curso de Especializao em Tecnologia da Informao................................................................... 143

    J.2.1. Curso de Especializao em Gesto de Projetos ..................................................................................... 143 J.2.2. Curso de Especializao em Segurana da Informao........................................................................... 143 J.2.3. Curso de Especializao em Engenharia de Software.............................................................................. 144

    J.3. CEAAE - Curso de Especializao em Anlise de Ambiente Eletromagntico ............................................. 144 J.4. CEEAA - Curso de Extenso em Engenharia de Armamento Areo............................................................. 145 J.5. Ementas dos Cursos de Extenso e Especializao do ITA ......................................................................... 145

    J.5.1. Curso de Especializao em Segurana de Aviao e Aeronavegabilidade Continuada, CESAAC, PE-Safety 145 J.5.2. Curso de Especializao em Anlise de Ambiente Eletromagntico, CEAAE, 2011 ................................ 148 J.5.3. Curso de Especializao em Tecnologia da Informao - Segurana da Informao, SI - CETI STEFANINI, 2010 150 J.5.4. Curso de Especializao em Tecnologia da Informao - Engenharia de Software, ES - CETI STEFANINI, 2010 152 J.5.5. Curso de Especializao em Tecnologia da Informao - Gesto de Projetos, GP - CETI STEFANINI, 2010 153 J.5.6. Curso de Extenso em Engenharia de Armamento Areo - CEEAA, 2011 .............................................. 154

    K. ANEXO 11 PDTI PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DE INFORMAO ................................... 158

  • K.1. PREFCIO .................................................................................................................................................... 158 K.2. Introduo...................................................................................................................................................... 158 K.3. Disposies Preliminares .............................................................................................................................. 159 K.4. Premissas...................................................................................................................................................... 159 K.5. Organizao das Atividades de Tecnologia da Informao no ITA ............................................................... 160 K.5.1. Diviso de Tecnologia da Informao............................................................................................................ 160 K.5.2. Comisso de Tecnologia da Informao ....................................................................................................... 161 K.6. Recursos Existentes ...................................................................................................................................... 162 K.6.1. Recursos Humanos ....................................................................................................................................... 162 K.6.2. Recursos Materiais ........................................................................................................................................ 163 K.7. Metas do ITA ................................................................................................................................................. 165 K.8. Recursos Necessrios................................................................................................................................... 165 K.8.1. Recursos Humanos ....................................................................................................................................... 165 K.8.2. Hardware ....................................................................................................................................................... 167 K.8.3. Software ........................................................................................................................................................ 168 K.8.4. Material de Consumo..................................................................................................................................... 170 K.8.5. Mobilirio ....................................................................................................................................................... 171 K.8.6. Manuteno de Hardware ............................................................................................................................. 171 K.8.7. Manuteno de Software............................................................................................................................... 171 K.8.8. Contratao de Mo de Obra e Consultoria para Sistemas .......................................................................... 172 K.8.9. Desenvolvimento de Sistemas (Interno ......................................................................................................... 172 K.9. Plano de Investimento ................................................................................................................................... 173 K.10. Apndice 1 Detalhamento do Parque de Equipamentos por Setor............................................................. 175 K.11. Apndice 2 Detalhamento de Hardware a ser Adquirido por Setor ........................................................... 179 K.12. Apndice 3 Detalhamento de Software a ser Adquirido por Setor.............................................................. 181

  • LLIISSTTAA DDEE SSIIGGLLAASSA

    ABENGE Associao Brasileira de Educao em Engenharia ABIN Agncia Brasileira de Inteligncia AEB Agncia Espacial Brasileira AEI Ao Estratgica do ITA AGU Advocacia-Geral da Unio AIESEC Originariamente, Association Internationale des Etudiants en Sciences Economiques et

    Commerciales, agora simplesmente AIESEC: rgo que atua para o intercmbio internacional de estudantes

    APG Associao dos Ps-Graduandos (do ITA) B

    BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social BRAFITEC Brasil/Frana Ingnieur Technologie, CAPES e CDEFI (Confrence des Directeurs

    dcoles et Formations dIngnieurs) C

    C2 Command and Control (Comando e Controle) C&T Cincia e Tecnologia CAP Comisso de Aperfeioamento (Subcomisso da Comisso Permanente de Pessoal Docente

    do ITA, que avalia o desempenho docente, IC-CPPD/CAP) CAPES Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior CAPTAER (Projeto de) Capacitao Tecnolgica e Formao de Recursos Humanos para o Setor Aero-

    nutico CASD Centro Acadmico Santos Dumont (rgo representativo dos alunos de graduao do ITA) CASDVest (CASDVEST) Curso Alberto Santos Dumont, curso pr-vestibular mantido pelo CASD CASNAV Centro de Anlise de Sistemas Navais (uma Organizao da Marinha do Brasil) CASSIS Comisso de Ao Social do CASD CC Corrente Contnua CCA SJ Centro de Computao da Aeronutica de So Jos dos Campos CCM (LAB-CCM) Centro de Competncia em Manufatura (do ITA) CCO Comisso de Competncia (Subcomisso da Comisso Permanente de Pessoal Docente do

    ITA, da Congregao do ITA, que avalia o desempenho docente: IC-CPPD/CCO) CCTIC (CITIC) Centro de Competnica (ou Inovao) em Tecnologia de Informao e Comunicao) CD Cargo de Direo (gratificao) CEAAE Curso de Especializao em Anlise de Ambiente Eletromagntico CEANSIS Curso de Especializao em Anlise de Sistemas CECOMPI Centro de Competitividade e Inovao do Cone Leste Paulista (em SJC) CEEAA Curso de Extenso em Engenharia do Armamento Areo CEF Caixa Econmica Federal CEFET Centro Federal de Educao Tecnolgica, agora CENIPA Centro de Investigao e Preveno de Acidentes CES Cmara de Educao Superior (CNE/MEC) CETI Curso de Especializao em Tecnologia da Informao CETUC Centro de Estudos em Telecomunicaes da PUC/RJ CFD Dinmica de Fluidos Computacional (Computer Fluid Dynamics) CGEGAR Centro de Guerra Eletrnica do Comando Geral de Operaes Area CGU Controladoria-Geral da Unio CHESF Companhia Hidro Eltrica do So Francisco CIESP Centro das Indstrias de S. Paulo CIMATEC Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC,

    Salvador, Bahia) CINDACTA Centro Integrado de Defesa Area e Controle de Trfego Areo CJU-SJC/CGU/AGU Consultoria Jurdica da Unio no Municpio de So Jos dos Campos, rgo da Consultoria-

    Geral da Unio, da Advocacia-Geral da Unio CNE Conselho Nacional de Educao, rgo do Ministrio da Educao CNPq Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico COCTA Comisso Organizadora do Centro Tcnico de Aeronutica COFECUB/CAPES Comit Francs de Avaliao da Cooperao Universitria e Cientfica com o BrasilCOMAER Comando da Aeronutica COMARA Comisso de Aeroportos da Regio Amaznica COMGAR Comando-Geral de Operaes Areas (antigo Comando-Geral do Ar) COMUT Comutao Bibliogrfica CONFEA Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia COPPE Instituto Alberto Luiz Coimbra de Ps-Graduao e Pesquisa de Engenharia, da UFRJ CPC Conceito Preliminar de Curso CPFL Companhia Paulista de Fora e Luz, agora CPFL Energia CPG Conselho da Ps-Graduao e Pesquisa (do ITA)

    1

  • CPORAER Centro de Preparao de Oficiais da Reserva da Aeronutica (So Jos dos Campos) CPPD Comisso Permanente de Pessoal Docente do ITA CR Conselho da Reitoria do ITA, no organograma do ITA CR Conselho de Representantes, rgo do CASD CREA Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia CSTC Curso Superior de Tecnologia de Computao (encerrado em 1991) CT-AERO Fundo Setorial para o Setor Aeronutico CT-INFRA Fundo de Infraestrutura CT&I Cincia, Tecnologia e Informtica CTA Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (antigo Centro Tcnico Aeroespacial + DEPED). CTC Conselho Tcnico Cientfico da CAPES CVD Chemical Vapor Deposition (mtodo de obteno de diamantes)

    DD.O.U. Dirio Oficial da Unio DAAD Deutscher Akadmischer Austauschdienst (Servio Alemo de Intercmbio Acadmico) DAC Departamento de Aviao Civil, hoje Instituto da Aviao Civil, IAC DC Disciplina Consciente DCP "Dynamic Cone Penetrometer" (ensaio para levantar perfis de resistncia de pavimentos) DCTA Departamento de Cincia e Tecnologia Aeroespacial DDE Docente com Equivalnica de Dedicao Exclusiva DE Regime de Dedicao Exclusiva (PUCRCE) DECEA Departamento de Controle do Espao Areo DEPED Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (substitudo pelo Comando-Geral de Tecno-

    logia Aeroespacial, em dez/2005, posteriormente renomeado Departamento de Cincia e Tecnologia Aeroespacial, DCTA)

    DGA La Dlgation Gnrale pour l'Armement (rgo do Ministrio da Defesa da Frana) DIRENG Diretoria de Engenharia DIVAL Diviso de Alunos, da Pr-Reitoria de Graduao do ITA DLR Deutsches Zentrum fr Luft- und Raumfahrt (Centro Aeroespacial Alemo) DOO Departamento de Ordem e Orientao do CASD DPG Deduo da Ps-Graduao DPGa Clculo da DPG para universidades com relao alunos de ps-graduao por professor

    acima da mdia nacional de 1,5 alunos/professor DPGb Clculo da DPG para universidades com relao alunos de ps-graduao por professor

    abaixo da mdia nacional de 1,5 alunos/professor E

    EEB Emprstimo entre Bibliotecas EESC Escola de Engenharia de S. Carlos, campus da Universidade de S. Paulo em So Carlos, SP Embraer Empresa Brasileira de Aeronutica S.A., agora Embraer S.A. ENADE Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes ENC Exame Nacional de Cursos (de Graduao: Provo) ENSICA cole nationale suprieure dingnieurs de constructions aronautiques (rgo do DGA) ESPE Escuela Politecnica del Ejercito (Equador) ETE Escola Tcnica do Exrcito (hoje, IME: Instituto Militar de Engenharia) EUA Estados Unidos da Amrica (do Norte)

    FFAPESP Fundao Amparo Pesquisa do Estado de So Paulo FAPG Fundao de Apoio Ps-Graduao do ITA Favi Fator de avaliao da CAPES do curso iFCMF Fundao Casimiro Montenegro Filho (Fundao de Apoio) FEHIDRO Fundo Estadual de Recursos Hdricos FFLCH Faculdade de Filosofia Letras e Cincias Humanas da USP FG Funo Gratificada FGV Fundao Getlio Vargas FINEP Financiadora de Estudos e Projetos FUNCAMP Fundao de Desenvolvimento da UNICAP FUNCATE Fundao de Cincia, Aplicaes e Tecnologias Espaciais FUND Curso Fundamental, do ITA (primeiros dois anos do curso de engenharia) FUNDEP Fundao de Desenvolvimento de Pesquisa (Fundao de Apoio) FUNTTEL Fundo para o Desenvolvimento Tecnolgico das Telecomunicaes

    GGIA-SJ Grupamento de Infraestrutura e Apoio de So Jos dos Campos GNSS Global Navigation Satellite System GPS Global Positioning System GSI Gabinete de Segurana Institucional (da Presidncia da Repblica)

    HH-8 (H8) Residncia dos alunos de graduao do ITA

    2

  • IIA Pr-Reitoria de Administrao do ITA IA-AF Diviso de Administrao e Finanas da Pr-Reitoria de Administrao do ITA IA-AM Diviso de Apoio e Manuteno da Pr-Reitoria de Administrao do ITA IA-DOC (IAB) Diviso de Informao e Documentao da Pr-Reitoria de Administrao do ITA IA-RH Diviso de Recursos Humanos da Pr-Reitoria de Administrao do ITA IA-ST Assessoria de Segurana do Trabalho da Pr-Reitoria de Administrao do ITA IA-TI Diviso de Tecnologia da Informao da Pr-Reitoria de Administrao do ITA IAB (IA-DOC) Biblioteca do ITA IAE Instituto de Aeronutica e Espao (do Departamento de Cincia e Tecnologia Aeroespacial) IBM International Business Machines IC-CPPD Comisso Permanente de Pessoal Docente (da Congregao do ITA) ICA Instruo do Comando da Aeronutica ICT Instituio Cientfica e Tecnolgica IDD Indicador de Diferenas entre o Esperado e o Observado IEA Diviso de Engenharia Aeronutica do ITA IEAv Instituto de Estudos Avanados (do Departamento de Cincia e Tecnologia Aeroespacial) IEC Diviso de Cincia da Computao do ITA IEE Diviso de Engenharia Eletrnica do ITA IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers (EUA) IEF Diviso de Cincias Fundamentais do ITA IEF-F Departamento de Fsica da Diviso de Cincias Fundamentais do ITA IEF-M Departamento de Matemtica da Diviso de Cincias Fundamentais do ITA IEF-H Departamento de Humanidades da Diviso de Cincias Fundamentais do ITA IEFG Instituto Federal de Cincia e Tecnologia de Gois IEI Diviso de Engenharia Civil do ITA IEM Diviso de Engenharia Mecnica do ITA IEP Diviso de Ps-Graduao do Regulamento de 1975 do ITA IES Instituio de Ensino Superior IEX Pr-Reitoria de Extenso e Cooperao IFES Instituio Federal de Ensino Superior IFF Identification Friend or Foe (em radares) IFI Instituto de Fomento e Coordenao Industrial (do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespa-

    cial)IME Instituto Militar de Engenharia (do Exrcito Brasileiro) INCT Instituto Nacional de Cincia e Tecnologia IncubAero (INCUBAERO) Incubadora de Empresas e Projetos para o Setor Aeronutico (criado pela FCMF) INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Ansio Teixeira, autarquia vinculada

    ao MEC Infraero Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroporturia INPE Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (do MCT) INPI Instituto Nacional da Propriedade Industrial INRIA Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique (Frana)IP Pr-Reitoria de Ps-Graduao e Pesquisa (do ITA) IPEV Instituto de Pesquisa e Ensaios em Vo IPG Diviso de Ps-Graduao, IPQ Diviso de Pesquisa, da Pr-Reitoria de Ps-Graduao e Pesquisa do ITA IPT Instituto de Pesquisas Tecnolgicas ISAE Institut Suprieur de lAronautique et de lEspace (resultado da fuso, em 2007, da SUPA-

    ERO e ENSICA), Frana ISTEC Ibero-American Science and Technology Education Consortium ITA Instituto Tecnolgico de Aeronutica (do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial) ITI Instituto Nacional de Tecnologia da Informao, da Casa Civil da Presidncia da Repblica

    LLAB-CCM (CCM) Laboratrio de Competncia em Manufatura (Centro de Competncia em Manufatura) da Di-

    viso de Engenharia Mecnica do ITA LAME Laboratrio de Automao da Montagem Estrutural (de Aeronaves), do CCM, ITA LU Laboratrio de Usinagem, do CCM, ITA

    MMAER Ministrio da Aeronutica (agora, Comando da Aeronutica COMAER) MAI Moscow Aviation Institute (Rssia) MAT Matrcula Projetada em Cursos de Graduao Presenciais MARE Materiais Absorvedores de Radiao Eletromagntica MCT Ministrio da Cincia e tecnologia MCT-M Miniatura-Compactado-Tropical (classificao de solos) Metodologia simplificada MD Ministrio da Defesa MEC Ministrio da Educao

    3

  • MIT Massachusetts Institute of Technology (EUA) MP Mestrado Profissional MP-EAM Mestrado Profissional em Engenharia Aeronutica e Mecnica (MP-Embraer) MPOG Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto

    NNAJ Ncleo de Assessoramento Jurdico, renomeado CJU-SJC/CGU/AGU em janeiro/2011 NIT Ncleo de Inovao tecnolgica

    PPDI Plano de Desenvolvimento Institucional PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informao PE-Safety Curso de Especilaizao em Segurana de Aviao e Aeronavegabilidade Continuada PEE Programa de Especializao em Engenharia (da Embraer) PEE-R-1 Curso de Reciclagem para Engenheiros da Embraer, parte do Programa de Especializao

    em Engenharia (PEE) PG-EAM Programa de Ps-Graduao em Engenharia Aeronutica e Mecnica (do ITA) PG-EEC Programa de Ps-Graduao em Engenharia Eletrnica e Computao (do ITA) PG-EIA Programa de Ps-Graduao em Engenharia de Infraestrutura Aeronutica (do ITA) PG-FIS Programa de Ps-Graduao em Fsica (do ITA) PIBIC Programa Institucional de Bolsas de Iniciao Cientfica, do CNPq PIGM Programa de Integrao Graduao-Mestrado PLAMENS Plano de Misses de Ensino no Exterior, do COMAER (ICA 37-3) PLAMTAX Plano de Misses Tcnico-Administrativas no Exterior, do COMAER (ICA 12-1) PNR Prprio Nacional Residencial PPGAO Programa de Ps-Graduao em Aplicaes Operacionais (do ITA) PREMER Programme Rgional pour les Pays du Mercosur (programa de cooperao da Frana com

    a Amrica Latina) PROBAL Programa de Intercmbio Cientfico entre Grupos de Pesquisa Brasileiros e Alemes (CA-

    PES/DAAD)PROEX Programa de Excelncia Acadmica da CAPES ProGRAD Pr-Reitoria de Graduao (do ITA) Programa Offset Acordo de Compensao Comercial, Industrial e Tecnolgica (da Aeronutica) PTA Plano de Trabalho Anual PUC/RJ Pontifcia Universidade Catlica do Rio de Janeiro PUCRCE Plano nico de Classificao e Retribuio de Cargos e Empregos (carreira do Magistrio)

    QQBN Defesa Qumica, Biolgica e Nuclear (Grupo Tecnolgico de interesse da Defesa) QOEng Quadro de Oficiais Engenheiros (da Aeronutica)

    RRAP Relao de alunos (de Graduao em cursos presenciais) por professor REBAE Rede de Bibliotecas da rea de Engenharia e Arquitetura RICA Regimento Interno (de Organizao) do Comando da Aeronutica ROCA Regulamento de Organizao do Comando da Aeronutica

    SSAR Synthetic Aperture Radar SEBRAE Servio Brasileiro de Apoio s Micro e Pequenas Empresas SENAI Servio Nacional de Aprendizagem Industrial SENASP Secretaria Nacional de Segurana Pblica SERENG Servios Regionais de Engenharia Area da Regio SINAES Sistema Nacional de Avaliao da Educao Superior SisCTID Sistema de Cincia, Tecnologia e Inovao de Interesse da Defesa Nacional (do MD) SISMETRA Sistema de Metrologia Espacial SIVAM Sistema de Vigilncia da Amaznia SJC So Jos dos Campos SRF Secretaria da Receita Federal SUPAERO cole Nationale Suprieure de lAronautique et de lEspace (do DGA)

    TTG Trabalho de Graduao (projeto de concluso do curso de graduao do ITA) TI Tecnologia da Informao TSQC Rede de Tecnologia e Servios de Qualificao e Certificao Tecnologia da Informao TUB Technische Universitt Berlin(Alemanha)

    U

    UFMG Universidade Federal de Minas Gerais UFRGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRN Universidade Federal do Rio Grande do Norte UGC Unidade Gestora Credora UGE Unidade Gestora Executora

    4

  • UnB (UNB) Universidade de Braslia UNICAMP Universidade Estadual de Campinas USP Universidade de So Paulo UTE UTE Norte Fluminense, do Grupo Electricit de France (EDF) UTFSM Universidad Tcnica Federico Santa Maria (Chile)

    VVANT Veculo Areo No Tripulado VLSI Very Large Integrated Circuits VPN Virtual Private Network VSE Vale Solues em Energia

    5

  • PARTE 4

    ANEXOS

    6

  • A. ANEXO 1 AVALIAO EXTERNA

    A.1. Graduao.

    Em relao aos resultados do ENADE, a par de dvidas sobre a metodologia adotada (razo alegada pela USP e UNICAMP para no se submeterem avaliao), apresentada uma anlise concisa dos ltimos resultados obtidos pelo Instituto Tecnolgico de Aeronutica, ITA, lembrando que as pro-vas so realizadas a cada 3 anos.

    A. Resultados do ENADE 2008

    No ENADE 2008, por um erro de cadastramento, os alunos do Curso de Engenharia Civil-Aeronutica (antiga Infraestrutura Aeronutica) realizaram a prova do Grupo III das Engenharias, junto com os alunos dos Cursos de Engenharia Mecnica-Aeronutica e de Aeronutica, quando deveriam ter realizado a Prova do Grupo I (Civil). Mesmo assim, os resultados do ITA podem ser considerados muito bons.

    Os resultados so apresentados, agora, reproduzindo alguns dos grficos do Relatrio da IES, no caso, o ITA, publicado pelo INEP.

    7

  • 8

  • As tabelas seguintes foram extradas da planilha do CPC_Decomposto, disponibilizada pelo INEP em http://www.inep.gov.br/download/enade/2008/2008_enade_cpc_decomposto_atl1.xls

    As IES participantes (a USP e a UNICAMP no participam do ENADE) foram classificadas pelo melhor desempenho e copiadas as primeiras 8 colocadas, para ilustrar o posicionamento do ITA no contexto das IES do pas. A planilha no site do INEP extensa e, portanto, ela foi desmembrada em vrias tabelas.

    Para melhor ilustrar a posio do ITA no contexto acadmico, so listados os oito cursos que apresentaram os melhores resultados no ENADE, nas mesmas especializaes das oferecidas pelo ITA,independentes, porm, da organizao e natureza das IES. Observar na Tabela 3 que h trs cursos do IME que, no entanto, no receberam conceito IDD (Indicador de Diferena Entre os Desempenhos Observado e Esperado) por no cumprir o requisito de nmero mnimo de ingressantes nesses cursos.

    A primeira Tabela, mostra o volume de participantes no ENADE e a mdia na prova de Formao Geral (FG) dos ingressantes e concluintes nas IES. interessante observar que, apesar da notria dificuldade do Vestibular do ITA e uma relao candidato/vaga, em engenharia, das maiores do pas (cerca de 7.600 candidatos para 120 vagas), os resultados no destacam, particularmente, os ingressantes do ITA em termos de Formao Geral comparados aos dos outros melhores IES dentre os participantes do ENADE.

    Sub Area Nomeda IES

    Participantes Ingressantes

    Participantes Concluintes

    MdiaFG_Ing

    MdiaFG_Conc

    ENGENHARIA (GRUPO III) IME 16 7 75,1875 77,5926

    ENGENHARIA CIVIL IME 9 16 73,2778 75,9688

    ELETRNICA ITA 27 24 69,1111 74,75

    CONTROLE E AUTOMAO UFRJ 33 25 67,3485 72,7

    MEC/AER/CIVIL do ITA ITA 64 62 71,0799 72,5

    COMPUTAO ITA 22 22 69,3864 70,1818

    TELECOMUNICAES IME 8 8 66,0625 69,9375

    9

  • ENGENHARIA CIVIL PUC!RJ 23 10 64,1304 67,25

    A segunda tabela, a seguir, mostra o resultado da Componente Especfica (CE) do ENADE para os concluintes, assim como as mdias gerais dos ingressantes e concluintes, classificados de acordo com a ltima.

    Sub Area Nomeda IES

    MdiaCE_Ing

    MdiaCE_Conc

    MdiaGeral Ing

    Mdia Geral Conc

    ENGENHARIA CIVIL IME 48,3889 66,6813 54,6111 69,0031

    ELETRNICA ITA 38,0963 65,6917 45,85 67,9563

    ENGENHARIA (GRUPO III) IME 42,0062 64,5148 50,3016 67,7843

    MEC/AER/CIVIL do ITA ITA 44,8428 59,2871 51,4021 62,5903

    TELECOMUNICAES IME 36,9 60,075 44,1906 62,5406

    CONTROLE E AUTOMAO UFRJ 47,3152 53,764 52,3235 58,498

    COMPUTAO ITA 45,4727 52,0636 51,4511 56,5932

    ENGENHARIA CIVIL PUC!RJ 31,5826 49,24 39,7196 53,7425

    A terceira tabela, a seguir, mostra os conceitos obtidos. O IDD o Indicador de Diferena Entre os Desempenhos Observado e Esperado e o CPC, o Conceito Preliminar de Curso. No Conceito IDD, ficaram Sem Conceito (SC) as IES que participaram com menos de 11 alunos (ingressantes ou concluintes).

    Para detalhes sobre os conceitos, ver:

    http://www.inep.gov.br/download/enade/2008/Nota_Tecnica_CPC_17_12_2009.pdf).

    Sub Area Nome da

    IESConceito_Enade Conceito_IDD

    Conceito Preliminar Curso

    CPC Cont-nuo

    ELETRNICA ITA 5 5 5 4,85

    TELECOMUNICAES IME 5 SC 5 4,5

    ENGENHARIA CIVIL PUC!RJ 5 SC 5 4,45

    MEC/AER/CIVIL do ITA ITA 5 5 5 4,42

    ENGENHARIA CIVIL IME 5 SC 5 4,38

    ENGENHARIA (GRUPO III) IME 5 SC 5 4,21

    COMPUTAO ITA 5 4 5 4,07

    CONTROLE E AUTOMAO UFRJ 5 4 5 4,02

    A quarta tabela a seguir mostra o resultado do levantamento de opinio dos alunos sobre os equipamentos e o plano de ensino, alm do percentual de docentes titulados e o regime de dedicao. Classificados pelos equipamentos.

    Sub Area Nomeda IES

    % equipamen-tos dispon-

    veis so sufi-cientes (resp.

    A/B)

    % avaliam bem o plano

    de ensino (resp. A)

    % Docentes Mestres

    % Docentes Doutores

    % Docentes Regime Parci-

    al/Integral

    ENGENHARIA CIVIL IME 100,00% 83,33% 92,86% 42,86% 100,00%

    ENGENHARIA CIVIL PUC!RJ 100,00% 76,92% 98,16% 83,44% 58,90%

    ELETRNICA ITA 95,74% 56,82% 97,67% 72,09% 100,00%

    ENGENHARIA (GRUPO III) IME 92,31% 61,54% 92,75% 44,93% 100,00%

    COMPUTAO ITA 90,70% 56,76% 97,40% 68,83% 100,00%

    MEC/AER/CIVIL do ITA ITA 87,50% 62,63% 95,28% 70,39% 97,85%

    TELECOMUNICAES IME 85,71% 85,71% 100,00% 54,55% 100,00%

    10

  • CONTROLE E AUTOMAO UFRJ 64,44% 46,67% 100,00% 88,52% 100,00%

    A quinta tabela a seguir ilustra a opinio discente sobre a infraestrutura e a organizao didtico-pedaggica, alm das notas refletindo a qualificao docente em termos de titulao, classificados pela infraestrutura.

    Sub Area Nomeda IES

    Nota_ infra

    Nota_ pedag

    Nota_ mes-tre

    Nota_ doutor

    Nota_ regime

    ENGENHARIA CIVIL IME 5 4,57 4,6 2,14 5

    ENGENHARIA CIVIL PUC!RJ 5 4,22 4,9 4,18 2,94

    ELETRNICA ITA 4,72 2,51 4,84 5 5

    ENGENHARIA (GRUPO III) IME 4,55 2,69 4,54 2,25 5

    MEC/AER/CIVIL do ITA ITA 4,26 2,76 4,7 3,52 4,89

    COMPUTAO ITA 4,2 2,3 4,83 3,74 5

    TELECOMUNICAES IME 4,08 4,64 5 2,84 5

    CONTROLE E AUTOMAO UFRJ 2,76 1,8 5 4,43 5

    A ltima tabela, a seguir, resume o desempenho discente no ENADE.

    Sub Area Nomeda IES

    Nota Enade Ingressantes

    Nota Enade Concluintes

    Nota IDD

    ENGENHARIA CIVIL IME 5,00 5,00 5,00

    ELETRNICA ITA 5,00 5,00 5,00

    TELECOMUNICAES IME 5,00 5,00 5,00

    ENGENHARIA (GRUPO III) IME 4,54 5,00 5,00

    MEC/AER/CIVIL do ITA ITA 4,94 5,00 4,66

    CONTROLE E AUTOMAO UFRJ 4,98 4,96 3,08

    COMPUTAO ITA 5,00 4,90 3,43

    ENGENHARIA CIVIL PUC!RJ 3,78 4,89 4,89

    CONCLUSO: j submetidos a dois processos de avaliao (o Exame Nacional de Cursos, ENC, e o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, ENADE), desde 1998, na graduao o ITA sempre se destacou entre os primeiros colocados no pas na rea de engenharia onde atua, independente da natureza da organizao ou da dependncia administrativa.

    B. Guia Abril do Estudante

    Embora esta avaliao externa seja realizada, basicamente, por julgamentos subjetivos, pois realizada por meio de levantamento de opinies (questionrio) junto a avaliadores do MEC, professores, coordenadores e especialistas de cada rea, ela apresentada neste documento por ser publicado em peridico de amplo alcance no meio estudantil, o Guia do Estudante. Os resultados so divulgados em uma escala de 1 a 5 estrelas. http://guiadoestudante.abril.com.br/premio/home/.

    1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010

    AER 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 4 4 CIVIL 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 COMP 4 3 3 4 4 4 4 4 3 5 5 5 5 ELE 4 4 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 MEC 4 5 4 5 5 5 5 5 5 5 4 5 5

    11

  • A.2. Ps-Graduao.

    Desde a sua criao, houve no ITA o que se chama de atividade de ps-graduao no sentido lato (seminrios, cursos especiais avanados, cursos de atualizao etc), por meio da qual se buscava melhor qualificao do docente iniciante, preparando-o, no somente para as tarefas de ensino, mas tambm, na poca, para o prosseguimento de estudos no exterior.

    Em 1961, essas atividades foram organizadas formalmente em uma estrutura de matrias de ps-graduao e tese, iniciando-se um programa de formao de Mestres nos ramos da Engenharia Aeronutica, Eletrnica e Mecnica, em Fsica e em Matemtica. Essa iniciativa marcou no Brasil, no apenas o incio da ps-graduao em Engenharia, como introduziu o mestrado e o modelo que viria a ser adotado por outras instituies, sejam de engenharia, sejam de outras reas do conhecimento.

    Em 19 de Julho de l970, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico (ento denominado Conselho Nacional de Pesquisas-CNPq) inclua o ITA entre os centros de excelncia em Ps-Graduao em Engenharia e, a 4 de Junho de l975, o Conselho Federal de Educao - CFE credenciava os Cursos de Ps-Graduao do ITA, ao nvel de Doutorado.

    A partir de l995, os cursos do ITA esto credenciados pela Fundao Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior - CAPES, em vista dos conceitos recebidos. O primeiro ttulo de Mestre conferido pelo Instituto Tecnolgico de Aeronutica foi em 1963 e o primeiro ttulo de Doutor em 1970, marcando o pioneirismo do ITA em termos de Brasil.

    O Corpo Discente da ps-graduao experimentou forte crescimento a partir de 2001, muito em funo da criao dos Fundos Setoriais, em 1999, que aumentou consideravelmente os recursos para pesquisa, e a parceria estabelecida com a Embraer, para o oferecimento de um Mestrado Profissional em Engenharia Aeronutica e Mecnica, seguido de outros cursos sob demanda.

    O Grfico a seguir ilustra esse crescimento da ps-graduao, enquanto o corpo de alunos de graduao permanece aproximadamente constante ao longo do tempo.

    Avaliao: do site da CAPES: A Avaliao dos Programas de Ps-graduao compreende a realizao do acompanhamento anual e da avaliao trienal do desempenho de todos os programas e cursos que integram o Sistema Nacional de Ps-graduao, SNPG. Os resultados desse processo, expressos pela atribuio de uma nota na escala de "1" a "7" fundamentam a deliberao CNE/MEC sobre quais cursos obtero a renovao de "reconhecimento", a vigorar no trinio subsequente.

    12

  • A planilha da avaliao correspondente a 2010 pode ser encontrado em:

    http://trienal.capes.gov.br/?page_id=964

    O PG-EAM pertence ao Grupo da Engenharias III O PG-EEC ao Grupo das Engenharias IV O PG-EAI ao Grupo das Engenharia I O PG-FIS ao Grupo de Fsica e Astronomia

    http://trienal.capes.gov.br/wp-content/uploads/2010/09/relatorio_geral_dos_resultados_da_avaliacao.pdf

    Sobre a avaliao, de modo geral:

    http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/ProjetoRelacaoCursosServlet?acao=pesquisarRegiaoIesPrograma&codigoIes=33011010 :

    Programas e Cursos de ps-graduao

    Totais de Cursos de ps-graduaoUF IES

    Total M D F M/D Total M D F

    SPINSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA

    - ITA5 1 0 1 3 8 4 3 1

    CONCEITOS ITA - INSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA / SP

    CONCEITOPROGRAMA REA (REA DE AVALIAO)

    M D F

    ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICAENGENHARIA AEROESPACIAL ( ENGENHARIAS III ) 6 6 -

    ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICAENGENHARIA AEROESPACIAL ( ENGENHARIAS III ) - - 5

    ENGENHARIA DE INFRAESTRUTURAAERONUTICA

    ENGENHARIA DE TRANSPORTES ( ENGENHARIAS I ) 4 - -

    ENGENHARIA ELETRNICA E COMPUTAO ENGENHARIA ELTRICA ( ENGENHARIAS IV ) 4 4 -

    FSICA FSICA ( ASTRONOMIA / FSICA ) 4 4 -Cursos:

    M - Mestrado Acadmico, D - Doutorado, F - Mestrado Profissional

    O significado dos conceitos, segundo a CAPES :

    O desempenho do ITA deve ser observado no universo dos cursos avaliados pela CAPES:

    13

  • Figura: Distribuio dos conceitos de Programas de Ps-Graduao, avaliao trienal de 2010, ENGENHARIAS

    Figura: Distribuio dos conceitos de Programas de Ps-Graduao, avaliao trienal de 2010, CINCIAS EXATAS

    Os resultados acima permitem situar o desempenho do ITA, segundo os critrios de avaliao da CAPES, que privilegiam a publicao em peridicos, no contexto dos Programas de Ps-Graduao do pas.

    As tabelas seguintes, copiadas do site da CAPES, contm links para os indicadores de 2008. Os relatrios so acessveis pelo link somente na verso eletrnica deste documento.

    http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/CadernoAvaliacaoServlet?acao=filtraArquivo&ano=2008&codigo_ies=instituto+tecnol%F3gico+de+aeron%E1utica&area=0

    DOCUMENTOSES PROGRAMA

    PR TE PB PT PA CD DI LP PP PO DA DPITA ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICA X X X X X X X X X X X

    ITA ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICA X X X X X X X X X X X

    ITA ENGENHARIA DE INFRAESTRUTURA AERONUTICA X X X X X X X X X X X

    ITA ENGENHARIA ELETRNICA E COMPUTAO X X X X X X X X X X X

    ITA FSICA X X X X X X X X X X X

    http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/ProjetoRelacaoCursosServlet?acao=detalhamentoIes&codigoPrograma=33011010008P0

    ITA - INSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA / SP

    14

  • DEPENDNCIA ADMINISTRATIVA: Federal

    PROGRAMA: ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICA(33011010008P0)

    NVEIS: M/D

    REA BSICA: ENGENHARIA AEROESPACIAL

    Logradouro: PRAA MAL. DO AR EDUARDO GOMES 50, CTA

    Bairro:VILA DAS ACCIAS

    Cidade/UF: SO JOS DOS CAMPOS / SP

    CEP: 12228900 Caixa Postal:

    Telefone: (012) 3947-6963 / Ramal: (012) 3947-5868 / Ramal:

    FAX: (012) 3947-6963

    E-Mail: [email protected]

    URL: http://www.ita.br

    TUAO RECOMENDAOCURSO(S) SI NVEL CONCEITO

    15

    ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICAEm

    onamento

    Homologado pelo CNE (Portaria

    Funci

    MEC

    524, DOU 30/04/2008 - Parecer

    CES/CNE 33/2008 , 29/04/2008)

    6Mestrado

    ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICAEm

    Funcionamento

    Homologado pelo CNE (Portaria MEC

    524, DOU 30/04/2008 - Parecer

    CES/CNE 33

    6Doutorado

    /2008 , 29/04/2008)

    DADOS DA AVALIAO

    Fichas de Avaliao

    Caderno de Indicadores

  • http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/ProjetoRelacaoCursosServlet?acao=detalhamentoIes&codigoPrograma=33011010012P7

    ITA - INSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA / SP

    DEPENDNCIA ADMINISTRATIVA: Federal

    PROGRAMA: ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICA(33011010012P7)

    NVEIS: F

    REA BSICA: ENGENHARIA AEROESPACIAL

    Logradouro: PRAA MAL. DO AR EDUARDO GOMES 50, CTA

    Bairro:VILA DAS ACCIAS

    Cidade/UF: SO JOS DOS CAMPOS / SP

    CEP: 12228900 Caixa Postal:

    Telefone: (012) 3947-5920 / Ramal: (012) 3947-5851 / Ramal:

    FAX: (012) 3947-5920

    E-Mail: [email protected]

    URL: http://www.ita.br

    CURSO(S) SITUAO RECOMENDAO NVEL CONCEITO

    ENGENHARIA AERONUTICA E MECNICAEm

    Funcionamento

    Homologado pelo CNE (Portaria

    MEC 524, DOU 30/04/2008 - Parecer

    CES/CNE 33/2008 , 29/04/2008)

    Profissional 5

    DADOS DA AVALIAO

    Fichas de Avaliao

    Caderno de Indicadores

    http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/ProjetoRelacaoCursosServlet?acao=detalhamentoIes&codigoPrograma=33011010005P0

    ITA - INSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA / SP

    DEPENDNCIA ADMINISTRATIVA: Federal

    PROGRAMA: ENGENHARIA ELETRNICA E COMPUTAO(33011010005P0)

    NVEIS: M/D

    REA BSICA: ENGENHARIA ELTRICA

    Logradouro: PRAA MAL. EDUARDO GOMES, 50

    Bairro:VILA DAS ACCIAS

    Cidade/UF: SO JOS DOS CAMPOS / SP

    CEP: 12228900 Caixa Postal:

    Telefone: (12) 3947-6807 / Ramal: (12) 3947-5878 / Ramal:

    FAX: (12) 3947-6930

    E-Mail: [email protected]

    URL:

    CURSO(S) SITUAO RECOMENDAO NVEL CONCEITO

    ENGENHARIA ELETRNICA E COMPUTAOEm

    Funcionamento

    Homologado pelo CNE (Portaria MEC

    524, DOU 30/04/2008 - Parecer

    CES/CNE 33/2008 , 29/04/2008)

    Mestrado 4

    ENGENHARIA ELETRNICA E COMPUTAOEm

    Funcionamento

    Homologado pelo CNE (Portaria MEC

    524, DOU 30/04/2008 - Parecer

    CES/CNE 33/2008 , 29/04/2008)

    Doutorado 4

    DADOS DA AVALIAO

    Fichas de Avaliao

    Caderno de Indicadores

    http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/ProjetoRelacaoCursosServlet?acao=detalhamentoIes&codigoPrograma=33011010001P5

    16

  • ITA - INSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA / SP

    DEPENDNCIA ADMINISTRATIVA: Federal

    PROGRAMA: FSICA(33011010001P5)

    NVEIS: M/D

    REA BSICA: FSICA

    Logradouro: PCA MAL. EDUARDO GOMES, 50

    Bairro:VILA DAS ACACIAS

    Cidade/UF: SAO JOSE DOS CAMPOS / SP

    CEP: 12228900 Caixa Postal:

    Telefone: 012-3947-5920 / Ramal: 012-3947-5939 / Ramal:

    FAX: 012-3947-6960

    E-Mail: [email protected]

    URL: http://www.posgrad.ita.br/

    CURSO(S) SITUAO RECOMENDAO NVEL CONCEITO

    FSICAEm

    Funcionamento

    Homologado pelo CNE (Portaria MEC

    524, DOU 30/04/2008 - Parecer

    CES/CNE 33/2008 , 29/04/2008)

    Mestrado 4

    FSICAEm

    Funcionamento

    Homologado pelo CNE (Portaria MEC

    524, DOU 30/04/2008 - Parecer

    CES/CNE 33/2008 , 29/04/2008)

    Doutorado 4

    DADOS DA AVALIAO

    Fichas de Avaliao

    Caderno de Indicadores

    http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/ProjetoRelacaoCursosServlet?acao=detalhamentoIes&codigoPrograma=33011010009P6

    ITA - INSTITUTO TECNOLGICO DE AERONUTICA / SP

    DEPENDNCIA ADMINISTRATIVA: Federal

    PROGRAMA: ENGENHARIA DE INFRAESTRUTURA AERONUTICA(33011010009P6)

    NVEIS: M

    REA BSICA: ENGENHARIA DE TRANSPORTES

    Logradouro: CENTRO TCNICO AEROESPACIAL

    Bairro:VILA DAS ACCIAS

    Cidade/UF: SO JOS DOS CAMPOS / SP

    CEP: 12228900 Caixa Postal:

    Telefone: (012) 39476803 / Ramal: / Ramal:

    FAX: (012)3947-6803

    E-Mail: [email protected]

    URL: http://www.infra.ita.br

    CURSO(S) SITUAO RECOMENDAO NVEL CONCEITO

    ENGENHARIA DE INFRAESTRUTURA AERONUTICAEm

    Funcionamento

    Homologado pelo CNE (Portaria MEC

    524, DOU 30/04/2008 - Parecer

    CES/CNE 33/2008 , 29/04/2008)

    Mestrado 4

    DADOS DA AVALIAO

    Fichas de Avaliao

    Caderno de Indicadores

    Em resumo, todos os Cursos de Ps-Graduao do ITA so reconhecidos e credenciados pela CAPES, sendo que os Programas de Ps-Graduao em Engenharia Eletrnica e Computao, em Fsica e em Engenharia de Infraestrutura Aeronutica so considerados de bom desempenho (conceito 4) e o de Engenharia Aeronutica e Mecnica, com nvel de excelncia com insero internacional (conceito 6).

    17

  • A Ps-graduao uma rea que requer do Instituto esforos para alcanar o nvel excelncia com insero internacional em todos os Programas e Cursos.

    18

  • B. ANEXO 2 AVALIAES ANTERIORES DA GRADUAO

    B.1. Resultados do ltimo Exame Nacional de Cursos (ENC), Provo, realizado em 2003.

    Os resultados dos cursos do ITA so identificados por Instituio nos quadros a seguir, e foram retirados do Relatrio do Curso.

    Resultados dos Cursos de Engenharia Eletrnica e de Computao:

    Engenharia de Infraestrutura Aeronutica (hoje, Engenharia Civil-Aeronutica):

    19

  • Engenharia Mecnica-Aeronutica:

    B.2. Resultados do ENADE 2005

    Considerando os resultados dos concluintes do Curso, os resultados obtidos so similares (dentro do desvio estatstico observvel) aos do antigo Exame Nacional de Cursos (ENC), ou Provo. . Os cursos do ITA compem o seleto grupo de cursos com conceito 5. Em resumo, o ITA foi o primeiro colocado no ENADE em todos os seus cursos, quando comparado aos cursos com conceito.

    O ITA foi superado pelo IME nas reas de Eletrotcnica, Civil e Mecnica, mas o IME ficou sem conceito (SC) no ENADE nesses cursos, devido ao fato de no poderem ser identificados os ingressantes por curso (no IME, no h opo pela especialidade de engenharia quando do ingresso).

    de se destacar que foram poucas as escolas com conceito 5 no ENADE:

    em Engenharia Civil (rea em que o ITA participou com o seu Curso de Engenharia de Infraestrutura Aeronutica, hoje Civil-Aeronutica), 4 Cursos;

    em Engenharia de Computao, 3; em Engenharia Eletrotcnica (rea em que o ITA participou com o seu Curso de Engenharia Eletrni-

    ca), 2; em Engenharia-Industrial Mecnica, Mecnica, Aeroespacial, Aeronutica, Automotiva, Naval: 1 (rea

    em que o ITA participou com os seus Cursos de Engenharia Mecnica-Aeronutica e Engenharia Ae-ronutica). Portanto, o ITA foi o nico curso com Conceito 5 na rea de Mecnica.

    O Curso de Engenharia de Computao do ITA obteve a maior nota do pas. Mesmo considerando em con-junto as cinco grandes reas da Engenharia Eltrica (Eletrnica, Eletrotcnica, Controle e Automao, Computao e Telecomunicaes), como acontecia no ENC (Exame Nacional de Cursos), ou Provo, o Curso de Engenharia de Computao ainda tem a maior nota dentre 316 cursos do pas.

    O concluinte com maior nota no pas na grande rea de Engenharia Eltrica (Eletrnica, Eletrotcnica, Con-trole e Automao, Computao e Telecomunicaes) foi do ITA, Daniel Massaki Yamamoto, apesar de ter prestado exame na sub-rea de Eletrotcnica (o curso do ITA de Eletrnica).

    Um novo indicador foi introduzido no ENADE, o IDD (Indicador de Diferenas entre o Esperado e o Obser-vado), com conceitos variando de 1 a 5. Nesse indicador, o ITA obteve 3 em seus cursos.

    No Relatrio de Curso (grifo meu), apresentado o significado desse indicador: o IDD a diferena entre o desempenho mdio do concluinte de um curso e o desempenho mdio estimado para os concluintes desse mesmo curso e representa, portanto, quanto cada curso se destaca da mdia, podendo ficar acima ou abai-xo do que seria esperado para ele, considerando o perfil de seus estudantes. Em outras palavras, espe-ra-se que cursos que atraem bons candidatos (mdia dos resultados dos ingressantes alta) formem bons

    20

  • engenheiros (mdia dos resultados dos concluintes alta). O IDD maior que 3 significa que o curso avaliado supera o resultado mdio que se espera dele e o IDD menor que 3, que os resultados esto aqum dos que se esperavam daquele curso. Uma forma alternativa de se interpretar o IDD seria dizer que um curso com Conceito IDD 3 to bom (ou ruim) quanto se espera dele (o que deve ser refletido pelo Conceito E-NADE); conceitos 4 e 5 significam que o curso melhor do que se espera e conceitos IDD 1 ou 2, pior.

    Como o ITA obteve IDD 3 em todos os cursos no ENADE de 2005, significando que a escola atendeu s expectativas de formao dos ingressantes, porm no as excedeu significativamente.

    A ttulo de ilustrao, reproduz-se a seguir um grfico, constante do Relatrio do Curso de Engenharia de Computao do ITA:

    Esse grfico mostra o resultado face aos das demais instituies cujos perfis de seus estudantes in-gressantes so semelhantes. O ponto colorido (laranja) sinaliza o ITA. Os grficos para todos os cursos do ITA so similares.

    Cursos cujos resultados se situam significativamente acima da linha diagonal branca so cursos com con-ceito superior a 3. Os que se situam em torno da linha branca recebem conceito 3. Cursos, cujos ingressan-tes tm mdia baixa e os concluintes, mdia maior do que o esperado daquele curso recebem conceitos 4 ou 5. Assim, pode-se ter um curso com nota mdia dos concluintes baixa, por exemplo, 39 (Conceito ENA-DE = 2) e tem no IDD conceito 5, pois os ingressantes obtiveram mdia baixa (no caso do exemplo, real da rea de Engenharia Eletrotcnica, 24,2). O ITA, na mesma rea, obteve notas 64,3 (concluintes) e 48,3 (ingressantes), com conceitos ENADE = 5 e IDD = 3.

    Assim, necessrio muito cuidado ao se analisar os resultados do ENADE e do IDD. O Conceito ENADE reflete uma combinao dos resultados dos ingressantes e dos concluintes, com peso maior para os conclu-intes (com resultados, portanto, prximos ao do antigo Provo). O Conceito IDD s tem significado consi-derando-se, tambm, a nota dos ingressantes, pois reflete apenas a EXPECTATIVA de formao.

    21

  • C. ANEXO 3 CURSO FUNDAMENTAL

    (comum a todos os cursos)

    C.1. Projeto Pedaggico do Curso Fundamental

    C.1.1. Prembulo

    Este projeto pedaggico um documento geral que define um conjunto de diretrizes e de aes de ensino e educativas, que orientam os principais elementos do Curso Fundamental do ITA em funo do perfil espe-rado do aluno que ir cursar qualquer um dos Cursos Profissionais. Este projeto um planejamento partici-pativo, envolvendo uma construo coletiva que deve ser utilizado como instrumento afeito a mudanas. uma construo dinmica e, portanto, nunca definitivo.

    C.1.2. Contedo deste documento

    Este projeto pedaggico:

    estabelece o perfil do aluno que cumpriu a primeira etapa do Curso de engenharia a que se prope;

    formula uma proposta pedaggica que busca um compromisso entre professores, alunos e a escola com a finalidade de transformar a prtica educativa em um instrumento eficiente de execuo do projeto pedaggico;

    descreve a organizao do Fundamental e apresenta seu currculo, vistos como ferramentas para a execuo da proposta pedaggica aqui estabelecida.

    C.1.3. O perfil

    O currculo, a organizao acadmica e o ambiente no qual vivem o aluno e os professores devem ser ori-entados pela misso bsica e histrica de formar engenheiros competentes e cidados conscientes, segun-do a concepo do fundador do ITA, o Marechal Casimiro Montenegro Filho.

    Segundo Resoluo1 do Conselho Nacional de Educao (CNE), o engenheiro deve ser capacitado a ab-sorver e desenvolver novas tecnologias, atuando criativa e criticamente na identificao, formulao e reso-luo de problemas, com viso tica e humanstica. O desenvolvimento dessas habilidades depende do en-sino e aprendizagem de contedos das Cincias Fundamentais, que iro embasar e estimular a implemen-tao de novas idias em projetos melhores e mais eficientes que os ento utilizados. Dentro deste contex-to, os objetivos principais do Curso Fundamental do ITA so:

    propiciar aos seus alunos slidos fundamentos em cincias exatas e humanas que alicercem sua atua-o como futuros engenheiros competentes e cidados conscientes, permitindo-lhes compreender, a-daptar-se e se desenvolver num mundo onde as mudanas se do de forma cada vez mais acelerada;

    fornecer conhecimentos tanto em tpicos fundamentais de modalidades de Engenharia oferecidas pelo ITA quanto em reas subsidirias atuao do engenheiro (lnguas, direito, tica, etc) que lhes possibi-litem vencer os desafios que lhe so e sero propostos, sempre de forma harmnica com o meio ambi-ente;

    promover um ambiente adequado para inspirar, estimular e desenvolver o senso crtico e a criatividade dos estudantes, para que eles possam enfrentar os desafios cientficos e tecnolgicos existentes na nossa nao e no mundo;

    contribuir para a formao de um carter equilibrado, pautado pela tica, moral e bons costumes, fo-mentando a vivncia em um ambiente escolar sadio e estimulante, incluindo o convvio com os profes-sores e educadores, funcionrios e outros colegas alunos, que capacitem o futuro engenheiro a ser um agente ativo de transformao e aperfeioamento da sociedade, multiplicador e construtor de conheci-mento, conhecedor e respeitador da pluralidade de pensamentos e promotor da justia social. A vivn-

    1 Res. CNE/CES n0 11, de 11 de maro de 2002 (do Conselho Nacional de Educao Cmara de Educao Superior)

    22

  • cia da disciplina consciente (DC), palestras organizadas pela escola, o sistema de aconselhamento e as atividades formativas, culturais, esportivas e sociais do Centro Acadmico Santos Dumont (CASD) so entendidos como instrumentos extracurriculares basilares para a formao humanstica.

    C.1.4. Proposta pedaggica

    Esta proposta visa delinear um compromisso entre professores, alunos e a escola com a finalidade de trans-formar a prtica educativa em um instrumento eficiente de execuo do projeto pedaggico. uma premis-sa fundamental que a proposta formulada esteja em estreita concordncia com a poltica educacional do I-TA.

    O aluno o foco principal da atividade educativa. Deve participar ativamente do processo educacional, in-clusive dando sua contribuio a uma avaliao crtica do curso em geral e da sua proposta pedaggica em particular.

    Uma escola deve ser um local privilegiado, agradvel, inspirador e motivador para a construo de conhe-cimento e o desenvolvimento de competncias. Atividades em sala de aula, biblioteca, locais de estudo, tempo livre para estudo e lazer, tempo livre para dilogo com professores e conselheiros devem ser dispos-tos para este fim.

    O conhecimento deve ser construdo e competncias devem ser desenvolvidas de forma gradual. Para is-to aes e meios devem ser planejados e concatenados. Os professores devem conhecer a estrutura curri-cular, a dimenso disciplinar e interdisciplinar da proposta curricular e entender qual o papel de cada um individualmente e frente aos demais. Reunies e conselhos de curso ajudam na integrao de todos os par-ticipantes do processo de formao.

    O coordenador do curso, com o seu Conselho, o gestor de uma atividade pedaggica participativa, le-vando professores e alunos a participarem da proposta e da sua execuo consciente.

    O professor o mediador entre o aluno e o conhecimento e um facilitador do desenvolvimento de compe-tncias. Sua atuao vai alm da mera transmisso repetitiva do conhecimento, sendo a de um agente que leva o aluno a refletir, descobrir e aplicar.

    O coordenador de turma, um para o 1. Ano e outro para o 2. Ano Fundamental, um professor desta-cado para acompanhar de perto as atividades propostas.

    O conselho de curso um colegiado interno ao ITA que assessora o coordenador do curso e prope deci-ses acerca do curso. Compe o conselho de curso um professor representante de cada rea do curso (ma-temtica; fsica; qumica; humanidades; mais as disciplinas oferecidas pelas demais Divises Acadmicas do ITA), um aluno representante do 1. Ano e outro aluno representante do 2. Ano Fundamental.

    Para garantir que a prtica educativa seja um instrumento eficiente de execuo do projeto pedaggico, a-dota-se as seguintes regras:

    a) limitao das atividades acadmicas curriculares dirias: para atividades curriculares rotineiras no de-vem ser alocadas mais do que oito tempos de aula por dia.

    b) preferencialmente as aulas tericas devem ocupar as manhs, enquanto que as aulas prticas ocupam as tardes.

    C.1.5. Estrutura do Curso

    O curso tem o regime seriado e semestral. Sua durao de quatro semestres. O sistema de crditos no utilizado.

    Todos os alunos do ITA cursam as mesmas disciplinas nas seguintes reas:

    o Matemtica: As disciplinas de Matemtica envolvem basicamente as reas de Anlise e lgebra Linear;

    o Fsica: As disciplinas de Fsica envolvem basicamente as reas de Mecnica, Eletricidade e Magnetismo, Ondas e Fsica Moderna;

    o Qumica: As disciplinas de Qumica envolvem basicamente as reas de Introduo Teoria do Orbital Molecular, Estrutura cristalina, Termodinmica qumica e Eletroqumica;

    23

  • o Humanidades: O departamento de Humanidades responsvel por preparar o futuro en-genheiro a se inteirar sobre questes histrico-polticas e sociais de suma relevncia para seu pas e para o mundo de hoje, sob pena de no reconhecer inovaes necessrias nos campos da economia e tecnologia, bem como de no saber lidar com problemas de origem scio-poltica, vinculados a sua empresa ou instituio. Para atingir tais objetivos, so minis-tradas as disciplinas obrigatrias Epistemologia e Filosofia da Cincia, Tecnologia e Soci-edade, tica e Noes de Direito, alm de um elenco de disciplinas optativas em diver-sas reas das Cincias Humanas. So ministradas, tambm, disciplinas optativas nas reas de lngua materna e lngua inglesa;

    o alm das disciplinas ministradas nas quatro reas citadas, todos os alunos fazem as se-guintes disciplinas: Introduo Computao, Algoritmos e Estruturas de Dados, Matemti-ca Computacional, Modelagem Geomtrica e Geometria Descritiva, Desenho Tcnico, In-troduo Engenharia, Mecnica dos Slidos e Termodinmica. As trs primeiras discipli-nas e as cinco ltimas so ministradas por docentes dos cursos de Engenharia de Compu-tao e Engenharia Mecnica-Aeronutica, respectivamente.

    C.1.6. Grade Curricular do Curso

    A grade curricular do Curso de Fundamental apresentada a seguir. Cada disciplina seguida de uma se-qncia de 4 nmeros indicando o nmero de aulas semanais, da seguinte forma: (teoria)-(exerccios)-(laboratrio)-(estudo no supervisionado). Maiores detalhes sobre o currculo so publicados anualmente noCatlogo de Graduao do ITA, que descreve a implementao curricular aprovada pela Congregao do Instituto para o ano em pauta. A estrutura apresentada abaixo serve de base para o Catlogo de Gradua-o, que contm ainda a relao exaustiva das matrias optativas e extracurriculares disponibilizadas a ca-da ano. As ementas e a bibliografia relevante s disciplinas listadas nesta estrutura curricular esto relacio-nadas no Anexo 2.

    LEGISLAO Decreto no 27.695, de 16 de Janeiro de 1950

    Lei no 2.165, de 05 de Janeiro de 1954

    1o Ano Fundamental - 1

    .o Perodo

    CES-10 Introduo a Computao 4-0-2-5 MAT-12 Clculo Diferencial e Integral I 5-0-0-5 MAT-17 Vetores e Geometria Analtica 2-0-0-3 QUI-18 Qumica Geral I 2-0-3-4 MPG-01 Modelagem Geomtrica e Geometria Descritiva 1-0-2-2 HUM-01 Epistemologia e Filosofia de Cincia 3-0-0-3 FND-01 Colquios (Nota 8) 2-0-0-0 Prticas Desportivas (Nota 1) 0-0-2-0

    1o Ano Fundamental - 2

    .o Perodo

    FIS-14 Mecnica I 4-0-3-5 MAT-22 Clculo Diferencial e Integral II 4-0-0-5 MAT-27 lgebra Linear e Aplicaes 4-0-0-5 QUI-28 Qumica Geral II 2-0-3-4 MPG-02 Desenho Tcnico 1-0-2-2 HUM-70 Tecnologia e Sociedade 3-0-0-2 CES-11 Algoritmos e Estruturas de Dados 3-0-1-5 Prticas Desportivas 0-0-2-0

    2o Ano Fundamental - 1

    .o Perodo

    FIS-26 Mecnica II 4-0-3-5 FIS-32 Eletricidade e Magnetismo 4-0-3-5 MAT-32 Equaes Diferenciais Ordinrias 4-0-0-5 MAT-36 Clculo Vetorial 3-0-0-3

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  • MTP-02 Introduo Engenharia 0-0-3-1 HUM-XX Disciplina Optativa 2-0-0-2 CCI-22 Matemtica Computacional 3-0-1-5

    2o Ano Fundamental - 2

    .o Perodo

    FIS-46 Ondas e Fsica Moderna 4-0-3-5 MAT-42 Equaes Diferenciais Parciais 4-0-0-5 MAT-46 Funes de Varivel Complexa 3-0-0-5 MOQ-13 Probabilidade e Estatstica 3-0-0-5 HUM-XX Disciplina Optativa 2-0-0-3 EST-10 Mecnica dos Slidos 3-0-0-5 MEB-01 Termodinmica 3-0-0-6

    C.1.7. Ementas das Disciplinas

    Departamento de Fsica - IEFF

    FIS-14 - MECNICA I - Requisito: no h. Horas Semanais: 4-0-3-5. Foras. Esttica. Equilbrio de um corpo rgido. Cinemtica da partcula em um plano. Movimento circular. Dinmica da partcula. Conceito de referencial inercial. Leis de Newton. Princpio de conservao do momento linear. Atrito. Sistemas com massa varivel. Dinmica do movimento curvilneo. Momento angular. Foras centrais. Movimento relativo. Transformaes de Galileo. Referenciais no inerciais. Trabalho e energia. Foras conservativas e energia potencial. Movimento sob ao de foras conservativas. Curvas de potencial. Foras no conservativas. Di-nmica de um sistema de partculas: centro de massa, momento angular, energia cintica. Tpicos de teoria cintica dos gases. Colises. Bibliografia: Hibbeler, R.C., Mecnica para Engenheiros, Vols 1 e 2, Pearson

    Education do Brasil, So Paulo, 10a.ed., 2005; Nussenzveig, H.M., Curso de Fsica Bsica, Vol. 1, Edgard

    Blcher, S. Paulo, 2a.ed., 1993; Alonso, M. e Finn, E.J., Fsica - um curso universitrio, Vol. 1, Edgard Bl-cher, So Paulo, 1972.

    FIS-26 MECNICA II - Requisito: FIS-14. Horas Semanais: 4-0-3-5. Dinmica do corpo rgido: centro de massa, momento de inrcia, energia, equao do movimento de rotao, rolamento, movimento giroscpico. Movimento oscilatrio: dinmica do movimento harmnico simples; pndulos, osciladores acoplados, oscila-es harmnicas, oscilaes amortecidas, oscilaes foradas e ressonncia. Movimento ondulatrio: on-das em cordas, ondas estacionrias, ressonncia, ondas sonoras, batimento, efeito Doppler. Gravitao. In-troduo Mecnica Analtica: trabalho virtual, equao de DAlembert, equaes de Lagrange, princpio de Hamilton e equaes de Hamilton. Bibliografia: Hibbeler, R.C., Mecnica para Engenheiros, Vol 2, Pearson

    Education do Brasil, So Paulo, 10a.ed., 2005; Nussenzveig, H.M., Curso de Fsica Bsica, Vols 1 e 2, Ed-

    gard Blcher, S. Paulo, 2a. ed., 1993; Arya, A. P., Introduction to Classical Mechanics, Prentice Hall, New

    York, 2a.ed., 1997.

    FIS-32 - ELETRICIDADE E MAGNETISMO. Requisito: FIS-14. Horas Semanais: 4-0-4-5. Lei de Coulomb. O campo eltrico. Dipolos. Linhas de fora. Fluxo do campo eltrico. Lei de Gauss. Potencial eltrico. Energia potencial Eletrosttica. Equao de Poisson. Coordenadas curvilneas. Capacitncia. Estudo dos dieltricos. Energia do campo eltrico. Vetor Polarizao e Deslocamento Eltrico.Corrente Eltrica. Resistncia eltrica. Condutores hmicos e no hmicos. Leis de Kirchhoff. Circuito RC. O campo magntico. Fora sobre cargas em movimento. Foras sobre correntes. Dipolos magnticos. Efeito Hall. Lei de Biot-Savart. Lei de Ampre. Foras entre correntes. Lei de induo de Faraday. Lei de Lenz. Fluxo do campo magntico. Lei de Gauss do Magnetismo. Potencial vetor. Auto-indutncia e indutncia mtua. Circuito LR. Transformador. Energia do campo magntico. Propriedades Magnticas da matria. Equaes de Maxwell da eletrosttica e da Magnetosttica. Formas integral e diferencial. Histerese magntica.Bibliografia: Nussenzveig, H.M. Curso de Fsica Bsica, Vol. 3, Edgard Blucher, S. Paulo, 1; ed. 1997. Rego, R.A. Eletromagnetismo Bsico. LTC Livros Tcnicos e Cientficos 2010. C.P. Quevedo e C. Quevedo-Lodi. Ondas Eletromagnticas. Pearson, 2010.;

    25

  • FIS-46 ONDAS E FSICA MODERNA. Requisito: FIS-32. Horas Semanais: 4-0-4-5 Circuitos de Corrente Alternada. Impedncia complexa. Potncia. Ressonncia. Corrente de Deslocamento. Propriedades dos campos eltrico e magntico de uma onda eletromagntica. Equao Diferencial da onda eletromagntica. Vetor de Poynting. O espectro eletromagntico. Momento linear, presso de radiao e polarizao. Interfe-rncia. Difrao. Redes de difrao. Difrao em cristais. Radiao do corpo negro. Quantizao de energi-a. Dualidade onda-partcula. Efeito fotoeltrico e efeito Compton. O tomo de Bohr. Funo de onda. Princ-pio da incerteza. Equao de Schrdinger. Operadores e Valores Esperados. Equao de Schrdinger em uma dimenso: barreira de potencial, tunelamento, poo quadrado; Equao de Schrdinger tridimensional e tomo de Hidrognio; Laser. Teoria de Bandas de Conduo. Diodo. Bibliografia: Nussenzveig, H.M. Curso de Fsica Bsica, Vol. 4, Edgard Blucher, S. Paulo, 1; ed. 1999. Rego, R.A. Eletromagnetismo Bsi-co. LTC Livros Tcnicos e Cientficos 2010. Caruso, F. Oguri, V. Fsica Moderna, Editora Campus, 2007.

    FIS-50 - INTRODUO FSICA MODERNA. Requisito: FIS-45. Horas semanais: 3-0-0-5. Noes sobre a Teoria da Relatividade Restrita. Radiao do corpo negro. Efeito fotoeltrico. Efeito Compton. Es-pectros atmicos. Quantizao. Teoria de Bohr. Hiptese de de Broglie. Dualidade partcula-onda. Princpio da incerteza. Teoria de Schrdinger. Oscilador harmnico quntico. Noes de Mecnica Estatstica. Emis-so de luz pelos tomos, fluorescncia e fosforescncia. Slidos cristalinos. Condutividade eltrica dos s-lidos. Faixas de energia. Propriedades trmicas dos slidos. Propriedades pticas dos slidos. Emisso termoinica. Lasers. Raios-X. Radioatividade. O ncleo atmico. Fisso e fuso nucleares. Bibliografia:Halliday, D., Resnick, R., Merril, J. Fundamentos de Fsica, Vol. 4, Livros Tnicos e Cientficos, ed. Ltda.

    Rio de Janeiro, 1991; Eisberg, R., Resnick, R., Fsica Quntica, Editora Campus Ltda., 2a. ed., 1974.

    FIS-51 - SIMULAES NUMRICAS DE SISTEMAS FSICOS. Requisito: FIS-24. Horas Semanais: 2-0-0-2. Introduo aos Mtodos de Monte Carlo. Mtodos de Monte Carlo e integrais multidimensionais. Nmeros aleatrios. Movimento browniano: aplicao a polmeros. Fractais: introduo. Dimenso fractal. Processos de crescimento fractal. Sistemas qunticos. Equao de Schrdinger. Soluo numrica da equao de Schrdinger independente do tempo. Pacote de onda em uma dimenso. Simulao de sistemas qunticos. Bibliografia: Gould, H. e Tobochnik, J., Computer simulation methods: applications to physical systems, Addison- Wesley, Reading, 1988.

    FIS-52 INTRODUO AO MATHEMATICA. Requisito: No h. Horas Semanais: 0-0-2-2. Operaes b-sicas. Expresses e funes. Grficos. Diferenciao e integrao. Listas, vetores e matrizes. Equaes di-ferenciais. Bibliografia: S. Wolfram, The Mathematica Book, 5 Ed., Wolfram Media, 2003. K. R. Coombes, B. R. Hunt, R. L. Lipsman, J. E. Osborn, G. J. Stuck, Differential Equations with Mathematica, J. Wiley and Sons, 1995. R. Maeder, The Mathematica Programmer, Academic Press, 1994.

    FIS-53 INTRODUO AO MATLAB. Requisito: No h. Horas Semanais: 0-0-2-2. Operaes bsicas. Vetores e matrizes. Expresses e funes. Grficos. Diferenciao e integrao. Equaes diferenciais. Bi-bliografia: D. Hanselman e B. Littlefield, MATLAB 6: Curso Completo, Makron Books, So Paulo, 2002. E.Y. Matsumoto, MATLAB 7: Fundamentos, Editora rica, 2004.

    FIS-55 - DETECO DE ONDAS GRAVITACIONAIS. Requisito: MAT-36 e FIS-45. Horas semanais: 2-0-0-2. Ondas gravitacionais: natureza, derivao matemtica a partir da Relatividade Geral e emisso por fon-tes astrofsicas. Instrumentao para a deteco de ondas gravitacionais: interao onda-antena, fontes de rudo, telessensores, transdutores eletromecnicos, transdutores eletromecnicos paramtricos, amplifica-dores SQUID, isolamento vibracional, detectores atuais e futuros e extrao da informao fsica/astrofsica com os detectores futuros. Aquisio e processamento dos dados: aquisio dos dados, filtragem digital, anlise de rudo, limite quntico e previso de desempenho. Bibliografia: Weber, J., General Relativity and Gravitational Waves, Interscience, New York, 1961; Davies, P.C.W., The Search for Gravity Waves,Cambridge, 1980; Aguiar, O.D., Parametric Motion Transducer for Gravitational Waves Detectors, INPE-5238-TAE/002, 1991; Blair, D.G., The Detection of Gravitational Waves, Cambridge, 1991; Will, C.M., Einstein estava certo?, Editora da UnB, Braslia, 1996.

    FIS-60 INTRODUO COMPUTAO QUNTICA - Requisito: FIS-32. Horas Semanais: 4-0-0-5. Prin-cpios da Mecnica Quntica: estado, projetores, operadores e medio. Notao de Dirac. Emaranhamen-to. Paradoxo de Einstein-Podolsky-Rosen. Desigualdade de Bell. Teletransporte. Mquina de Turing. Com-putao reversvel. Computador quntico universal: prescrio de Deutsch. Algoritmos qunticos: Shor e Grover. Portas qunticas. Descoerncia. Fontes de erro. Situao experimental. Bibliografia: Nielsen, M. e Chuang, I., Quantum Computers and Quantum Information, Cambridge University Press, Cambridge, 2000; Preskill, J., Quantum Computation, notas de aula do curso ministrado no California Institute of Technology

    26

  • em 2000 (disponvel na pgina http://www.theory.caltech.edu/~preskill/ph229); Steane, A., Quantum Com-puting, Rep. Progr. Phys. 61, 117, 1998.

    FIS-71 - FUNDAMENTOS DE GASES IONIZADOS. Requisito: no h. Horas Semanais: 2-0-1-4. Introdu-o teoria cintica dos gases, movimento de ons e eltrons, ruptura eltrica dos gases, ionizao e deio-nizao, formao de descarga eltrica, regio de eletrodos, regio de paredes e regio de plasma. Propri-edades de plasmas. Aplicaes de plasmas: tipos de reatores, tipos de excitao eltrica, processos de cor-roso e deposio a plasma, outras aplicaes. Bibliografia: Cobine, J.D., Gaseous conductors: theory and engineering applications, Dover, New York, 1957; Rosnagel, S.M. et al., Handbook of plasma processing technology, Noyes, Park Ridge, 1990.

    Departamento de Humanidades - IEFH

    HUM-01 - EPISTEMOLOGIA E FILOSOFIA DA CINCIA. Requisito: no h. Horas Semanais 3-0-0-3. Filo-sofia e conhecimento: o que Conhecimento? Cincia, metafsica e senso comum; Filosofia clssica; Fran-cis Bacon; O problema da Induo e da Deduo; O Racionalismo moderno; O Empirismo; O Iluminismo: Kant e a Crtica da Razo Pura; Karl Popper e a teoria do falseamento; Thomas Kuhn e as revolues cien-tficas; Epistemologia construtivista e construcionista; Estudos em Cincia, Tecnologia e Sociedade. Biblio-grafia: Coleo Os Pensadores, diversos autores. Editora Abril Cultural. ANDERY, Maria Amlia et al. Paracompreender a cincia: uma perspectiva histrica. Rio de Janeiro: Garamond; So Paulo: EDUC, 2004. CHAU, Marilena. Convite filosofia. So Paulo: tica, 1999. CHRTIEN, Claude. A cincia em ao: mitos e limites. Campinas, SP: Papirus, 1994. FOUREZ, Grard. A construo das cincias: introduo filosofia e tica das cincias. So Paulo: Editora UNESP, 1995. MAGALHES, Gildo. Introduo metodologia da pesquisa - caminhos da cincia e tecnologia. So Paulo: tica, 2005. RUSSELL, Bertrand. Histria do Pen-samento Ocidental. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Fall 2008 Edition), Edward N. Zalta (ed.)..

    HUM-02 TICA. Requisito: no h. Horas Semanais: 2-0-0-2. Conceito de tica e de moral. Noes de teoria tica: tica clssica; tica kantiana; tica utilitarista. tica moderna, indivduo e sociedade: Enfoques temticos como biotica, tica e economia, cdigos de conduta empresarial e meio ambiente. tica na engenharia: Cdigo de tica Profissional; Tecnologia e riscos; Falhas humanas e falhas tecnolgicas. Responsabilidade do engenheiro; Exemplos de excelncia e exemplos de infraes ticas. Bibliografia:HARRIS, Charles E., PRITCHARD, Michael S., RABINS, Michael J., Engineering Ethics: Concepts and Cases, Belmont (CA): Wadsworth, 2005. SEN, Amartya, Sobre tica e Economia, So Paulo: Companhia das Letras, 1999. SINGER, Peter, tica Prtica, So Paulo: Martins Fontes, 2002.

    HUM-03 - TEMAS DE FILOSOFIA E MATEMTICA. Requisito: parecer favorvel do professor. Horas Se-manais: 2-0-0-1. O limite como fronteira entre domnios conceituais complementares: figuras ambguas, a-quisio de significado. A fronteira entre o racional e o irracional: o infinito; logos e alogos; anlise do Terror e Tremor, de Kierkegaard. Abordagens sobre o conhecimento humano: Plato, Descartes, Hume, Kant. Linguagem e realidade. Crtica do dualismo cartesiano, conscincia, processos cognitivos. Bibliografia:HEGENBERG, L. Saber de e saber que. Petrpolis: Vozes, 2002. MAGEE, B. The great philosophers. BBC Books, 1987. MOORE, A.W. The infinite. Routledge, 1990.

    HUM-04 - FILOSOFIA E FICO CIENTFICA. Requisitos: No h. Horas semanais: 2-0-0-2. Rela-es entre cincia, tecnologia e tica. Transformaes sociais e psicolgicas promovidas pelo desenvolvi-mento cientfico e tecnolgico. Conjeturas sobre os caminhos da humanidade futura. Utopias e distopias. Relao entre mente, memria e corpo. Distino entre realidade e fico. Bibliografia: ROWLANDS, Mark, Scifi=Scifilo - A Filosofia explicada pelos filmes de fico cientfica, Relume Dumar, Rio de Janei-ro, 2005. MARAS, Julin, Histria da Filosofia, Martins Fontes, 2004. ROSSI, Paolo, O nascimento da ci-ncia moderna na Europa, Edusc, 2001.

    HUM-20 - NOES DE DIREITO. Requisito: no h. Horas Semanais: 3-0-0-3. Conceito de Direito. Fontes do Direito. Ramos do Direito. Fatos e atos jurdicos. Validade e invalidade dos atos jurdicos. Prescrio e decadncia. Noes de Direito Constitucional, Civil, Administrativo e do Trabalho. Noes de Segurana do Trabalho. Regulamento da profisso de Engenheiro. Bibliografia: BRASIL. Constituio da Repblica Fede-rativa do Brasil. Rio de Janeiro: FAE, 1989. COTRIM, G. Direito e Legislao. So Paulo: Saraiva, 1989. FRANA, R.L. Instituies de Direito Civil. So Paulo: Saraiva, 1988. MEIRELLES, H.L. Direito Administrati-vo Brasileiro. So Paulo: Malheiros Editores, 1995. NASCIMENTO, A.M. Iniciao ao Direito do Trabalho.

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  • So Paulo: LTR, 1988. PONTES, V. Programa de Instituies de Direito Privado, Civil e Comercial. So Paulo: Jos Bushatsky, 1974

    HUM-30 - LEITURA E ESCRITA EM PORTUGUS. Requisito: parecer favorvel do professor. Horas Se-manais: 2-0-0-2. Caractersticas de diferentes tipos de texto: jornalsticos, de propaganda, tcnicos, cientfi-cos, de divulgao cientfica. Elementos de textualidade: coeso e coerncia textual, argumentao, inter-textualidade, recursos gramaticais, recursos estilsticos. Bibliografia: Materiais diversos, impressos e/ou ele-trnicos, selecionados e/ou preparados pelo professor.

    HUM-31 - EXPRESSO ORAL EM PORTUGUS. Requisito. parecer favorvel do professor. Horas Sema-nais: 2-0-0-2. Tipos de comunicao oral em portugus. Diferenas entre a expresso oral e a escrita. Os elementos da exposio oral (ouvintes/interlocutores, tipo da comunicao, condies fsicas do local). Or-ganizao de apresentaes orais. Caractersticas do portugus oral do Brasil. Caractersticas individuais na expresso oral. Exerccios de expresso oral. Bibliografia: Materiais de e sobre expresso oral selecio-nados e/ou preparados pelo professor.

    HUM-33 - INFORMAO E COMUNICAO. Requisito: parecer favorvel do professor. Horas semanais:2-0-0-2. A informao e seu valor. A cincia da informao: histria e tcnicas. Desenvolvimento de traba-lhos cientficos. A prtica da documentao pessoal. Comunicao pessoal e organizacional. Plano de co-municao. Marketing: arte ou cincia. Conduta tica. Bibliografia: AGUILAR, F.J. A tica nas empresas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996. LAKATOS, I. The methodology of scientific research programmes. Cam-bridge University Press, 1998. LE COADIC, Y.F. A cincia da informao. Braslia, DF: Briquet de Lemos, 1996.

    HUM-40 - INGLS INSTRUMENTAL I. Requisito: parecer favorvel do professor. Horas Semanais: 2-0-0-2. Desenvolvimento das quatro macro-habilidades de uso da lngua inglesa (compreenso oral e escrita; pro-duo oral e escrita) atravs da abordagem instrumental de ensino de lnguas. nfase no desenvolvimento de atividades de leitura de textos acadmicos de gneros distintos e em tarefas que combinem o conheci-mento da lngua inglesa ao conhecimento das diversas reas da engenharia. Bibliografia: Materiais diver-sos, impressos e/ou eletrnicos, selecionados e/ou preparados pelo professor.

    HUM-41 - INGLS INSTRUMENTAL II. Requisito: parecer favorvel do professor. Horas Semanais: 2-0-0-2. Aprimoramento das quatro macro-habilidades de uso da lngua inglesa (compreenso oral e escrita; produ-o oral e escrita) atravs da abordagem instrumental de ensino de lnguas. nfase no desenvolvimento de atividades de produo oral e escrita, com foco em gneros textuais relevantes rea e em tarefas que combinem o conhecimento da lngua inglesa ao conhecimento das diversas reas da engenharia. Biblio-grafia: Materiais diversos, impressos e/ou eletrnicos, selecionados e/ou preparados pelo professor.

    HUM-42 - PRTICA DE INGLS ORAL. Requisito: parecer favorvel do professor da matria. Horas Se-manais: 2-0-0-1. Aprimoramento das macro-habilidades de compreenso e produo oral de acordo com as necessidades do grupo. Consolidao de conhecimentos lingusticos. Variaes lingusticas e culturais da lngua inglesa. Bibliografia: Materiais diversos, impressos e/ou eletrnicos, selecionados e/ou preparados pelo professor.

    HUM-43 - INGLS PARA O MERCADO DE TRABALHO I. Requisito conhecimentos de ingls equivalentes ao nvel intermedirio. Carga Horria: 15 horas/aula. Currculo em lngua inglesa: definio, caractersticas do gnero, estrutura. Diferenas entre currculo e Resum. Cartas de apresentao/ Cover letters: definio, caractersticas do gnero, estrutura e funcionalidade. Formulrios em ingls: definio, caractersticas, re-conhecimento da estrutura, diferentes tipos de formulrios. Aspectos lingusticos importantes para a elabo-rao dos gneros estudados: clareza, objetividade; preciso/ conciso; finalidade; idia principal. Emprego de vocabulrio adequado. Estruturas gramaticais relevantes: verbos de ao, adjetivos apropriados, estrutu-ra da orao. Oficinas para elaborao de currculo e carta de apresentao. Bibliografia: Materiais diver-sos, impressos e/ou eletrnicos, selecionados e/ou preparados pelo professor.

    HUM-53 - SUBJETIVIDADE E CONTEMPORANEIDADE. Requisito: parecer favorvel do professor. Horas Semanais: 2-0-0-2. A questo da subjetividade no contemporneo. O cinema como dispositivo de produo de subjetividade e de interveno na realidade social. Anlises flmicas de temas atuais, como: cidade, vio-lncia, drogadio, trabalho, famlia, relaes amorosas. Bibliografia: BASIN, A. O cinema. So Paulo: Brasiliense, 1991. GUATTARI, Flix e ROLNIK, S. Micropoltica: cartografias do desejo. Petrpolis: Vozes, 1993. XAVIER, I. (org.). A experincia do cinema. Rio de Janeiro: Edies Graal; Embrafilme, 1983.

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  • HUM-56 TRABALHO E SUBJETIVIDADE. Requisito: No h. Horas semanais: 2-0-0-2. Conceitos de in-divduo, sujeito e sociedade. Coletividade, produo de subjetividades e memria social. Processos de sub-jetivao na contemporaneidade. Espao urbano e produo de subjetividades. Trabalho e produo de subjetividades. Identidades particular e nacional; identidade profissional. Atuao profissional e sade. Mal-estar na contemporaneidade. Criatividade, inteligncia e cuidados de si. Deslocamento subjetivo. Bibliogra-fia: BIRMAN, J. Mal-estar na atualidade. A psicanlise e as novas formas de subjetivao. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2005. NARDI, Henrique Caetano. tica, trabalho e subjetividade. Porto Alegre: U-FRGS, 2006.

    HUM-70 - TECNOLOGIA E SOCIEDADE. Requisito: no h. Horas Semanais: 3-0-0-3. Anlise de aspectos da sociedade brasileira luz de estudos sobre a formao social do Brasil. O papel da tecnologia na socie-dade. A produo da tecnologia: determinismo ou construcionismo? A questo do acesso: incluso e exclu-so social e digital. Racionalizao e tecnocracia. Avaliao scio-ambiental da tcnica. Cultura digital: po-tenciais e limites. Conhecimento glocal: tecnologia e educao. Bibliografia: CASTELLS, M. A Galxia da Internet. Reflexes sobre a Internet, os negcios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. JASANOFF, S. et al. Handbook of Science and Technology Studies. Revised Edition, Thousand Oaks, Cal.: Sage, 2002. POSTMAN, N. Tecnoplio: a rendio da cultura tecnologia. So Paulo: Nobel, 1992.

    HUM-72 - TECNOLOGIAS E MUDANAS CULT