Agropecuaria no brasil

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  1. 1. Denomina-se espao agrrio a rea ocupada com a produo agrcola (vegetal, pastagens e florestas), habitaes dos agricultores e, ainda, infraestruturas e equipamentos que se relacionam com a actividade de produo agrcola. O espao agrrio, alm de corresponder rea de produo de agrcola, tambm corresponde estrutura fundiria (conjunto de normas e leis). O mesmo acontece com a apresentao rural do nosso universo.
  2. 2. O minifndio de carter familiar dominante h sculos em quase toda a paisagem rural europia. Essas propriedades contam com forte apoio governamental e tm elevada produtividade. Tradicionalmente, a Europa dividida em duas grandes regies agrcolas: Zona temperada, localizada no centro-noite do continente. Caracteriza-se pelo uso de tecnologias avanadas, que garantem grande produtividade. Nessa rea so cultivados cereais, especialmente o trigo. Zona mediterrnica, localizada no sul caracteriza-se pelo uso de tcnicas tradicionais.
  3. 3. Consequentemente, a produtividade menor. Em gemi, as propriedades so maiores do que as predominantes mais ao norte, e nelas se cultivam sobretudo oliveiras e vinhas. Desde a criao da Unio Europia (UE), o continente est formulando uma poltica nica para o setor agrcola. Medidas protecionistas tm garantido aos seus ,redutores rurais condies tcnicas e financeiras para enfrentar a concorrncia internacional. Uma dessas medidas so os subsdios agrcolas. Calcula-se que sem despendidos pelos governos que integram essa organizao cerca de $170 bilhes anualmente para o setor agropecurio. Graas a esses subsdios, os agrcolas europeus podem, por exemplo, vender seus pronos por preos inferiores aos de similares importados.
  4. 4. A cana-de-acar uma planta que pertence ao gnero Saccharum L.. H pelo menos seis espcies do gnero, sendo a cana-de-acar cultivada um hbrido multiespecfico, recebendo a designao Saccharum spp. As espcies de cana-de-acar so provenientes do Sudeste Asitico. A planta a principal matria-prima para a fabricao do acar e lcool (etanol). uma planta da famlia Poaceae, representada pelo milho, sorgo, arroz e muitas outras gramas. As principais caractersticas dessa famlia so a forma da inflorescncia (espiga), o crescimento do caule em colmos, e as folhas com lminas de slica em suas bordas ebainha aberta.
  5. 5. A cana-de-acar uma planta proveniente do sul e sudeste asitico. Com a expanso muulmana a cana foi introduzida em reas onde no era cultivada. No continente Europeu ela foi cultivada na Espanha e posteriormente levada para as Amricas durante a expanso martima onde foi cultivada em pases como Brasil, Cuba, Mxico, Peru, Equador, Colmbia e Venezuela.
  6. 6. A cana-de-acar foi introduzida no Brasil no incio do sculo XVI, quando foi iniciada a instalao de engenhos de acar, a primeira indstria implantada na nova possesso de Portugal, que em pouco tempo substituiu a indstria extrativa do pau-brasil. Foi a base da economia do nordeste brasileiro, na poca dos engenhos. A principal fora de trabalho empregada foi a da mo-de-obra escravizada, primeiramente indgena e em seguida majoritariamente de origem africana, sendo utilizada at o fim do sculo XIX. Os regimes de trabalho eram muito forados. Esses trabalhadores, na ocasio da colheita, chegavam a trabalhar at 18 horas dirias.
  7. 7. Com a mudana da economia brasileira para a monocultura do caf, esses trabalhadores foram deslocados gradativamente dos engenhos para as grandes fazendas cafeeiras. Com o tempo, a economia dos engenhos entrou em decadncia, sendo praticamente substituda pelas usinas. O termo engenho hoje em dia usado para as propriedades que plantam cana-de-acar e a vendem, para ser processada nas usinas e transformada em produtos derivados.
  8. 8. O cultivo da cana-de-acar geralmente feito de forma extensiva. As plantaes ocupam vastas reas contguas, e necessria uma grande rea plantada para justificar e manter produtiva a cadeia industrial sua volta e as usinas de acar e de etanol. No entanto, os agricultores precisam conservar intocadas as reas ao redor de mananciais de gua, topo de montanhas e aclives acentuados, alm de manter um percentual mnimo de mata nativa, que varia de regio a regio, sendo 20% no Sudeste e at 90% naregio amaznica.
  9. 9. Modernamente, o cultivo e corte realizado por grandes mquinas e tratores. A prtica do corte manual, precedida pelas queimadas, praticadas anteriormente ao corte para a retirada das folhas secas e que geravam reclamaes de problemas respiratrios nas cidades circundadas por essa monocultura, vem sendo gradativamente abolida. No estado de So Paulo (o principal estado produtor do Brasil), por exemplo, existe legislao que determina a completa substituio do corte manual pelo mecanizado at 2031(acar tico).
  10. 10. Embora tenha impacto ambiental indiscutivelmente positivo, existem argumentaes contra e a favor desta medida em relao aos seus impactos sociais. Por um lado, a favor, pelo fim de uma atividade de baixa remunerao que convivia com denncias de trabalho infantil. Por outro lado, contra, pelo fato de deixar grande parte da populao em penria ainda maior, desempregada e sem meios de subsistncia.
  11. 11. Consequentemente, a produtividade menor. Em gemi, as propriedades so maiores do que as predominantes mais ao norte, e nelas se cultivam sobretudo oliveiras e vinhas. Desde a criao da Unio Europia (UE), o continente est formulando uma poltica nica para o setor agrcola. Medidas protecionistas tm garantido aos seus ,redutores rurais condies tcnicas e financeiras para enfrentar a concorrncia internacional.
  12. 12. Uma dessas medidas so os subsdios agrcolas. Calcula- se que sem despendidos pelos governos que integram essa organizao cerca de $170 bilhes anualmente para o setor agropecurio. Graas a esses subsdios, os agrcolas europeus podem, por exemplo, vender seus pronos por preos inferiores aos de similares importados. O protecionismo europeu vem sendo muito criticado pelos pases subdesenvolvidos que no subsidiam seus produtores e dependem das exportaes de produtos agrcolas, como o Brasil.
  13. 13. Outro problema que inspira cada vez mais preocupao na Europa so as implicaes socioambientais das profundas transformaes que a agroindstria tem gerado na produo agrcola. O desenvolvimento de raes fabricadas com base em protena animal disseminou a doena da vaca louca no Reino Unido, na dcada de 1990. A Blgica, por sua vez, detectou dioxina (substncia cancergena) na carne de frangos, porcos e bois, oriunda tambm de rao contaminada. Esses fatos levaram a UE a adotar rigorosos controles sanitrios para a produo e comercializao de carne em seu territrio.
  14. 14. A partir da dcada de 1990 nota-se uma tendncia ao aumento do tamanho das propriedades, resultado direto da penetrao do capital agroindustrial no campo essa tendncia, porm, no deve gerar impactos sociais graves, como o xodo rural, pois a populao europia que vive no campo j muito pequena.
  15. 15. Agricultura Colonial e Ocupao Territorial
  16. 16. A pr-histria ou histria pr-cabralina do Brasil se refere a uma etapa da Histria do Brasil que se inicia com o primeiro povoamento do territrio atualmente compreendido pelas fronteiras do Estado Nacional brasileiro (iniciado, acredita-se hoje, h 60 000 anos), e termina no ano de 1500, canonicamente estabelecido como o descobrimento do Brasil.
  17. 17. O acar atraiu o colonizador, fez virem os escravos da frica e provocou a invaso do territrio. A imagem retrata um engenho holands, na obra Historia Naturalis Brasiliae, de 1648. Logo aps o Descobrimento, as riquezas naturais da terra no se revelaram promissoras, at a introduo da produo de cana-de-acar na regio Nordeste. Isto obrigou os portugueses a introduzirem a mo-de-obra escrava, capaz de realizar as duras tarefas de cultivo da monocultura, sistema muitas vezes chamado de plantation. Essa fonte de riqueza, entretanto, no serviu para a promoo do desenvolvimento tcnico ou social.
  18. 18. Aps o perodo de forte influncia da CEPAL, tem lugar os estudos feitos pelo Instituto de Estudos Brasileiros, fundado em 1962. No ano seguinte tinham incio as Reformas de base de Joo Goulart, provocando forte reao dos latifundirios. No meio acadmico duas correntes se debatiam, uma dizendo que o pas possua uma estrutura feudal no campo, ao passo que intelectuais como Prado Jnior defendiam que a estrutura rural era capitalista; em ambos os casos pregava-se a reforma agrria como meio de melhoria do sistema econmico; tambm se falava em alteraes constitucionais, e todo esse quadro gerou a oposio acirrada dos conservadores, e que culminaram com o Golpe Militar de 1964.
  19. 19. A partir de 1994, com a estabilizao monetria do Plano Real, o modelo agrcola brasileiro passou por uma radical mudana: o Estado diminuiu sua participao e o mercado passou a financiar a agricultura que, assim, viu fortalecida a cadeia do agronegcio, desde a substituio da mo-de-obra por mquinas (houve uma reduo da populao rural brasileira, que caiu de vinte e um milhes e setecentas mil, em 1985, para dezessete milhes e novecentas mil pessoas em 1995), passando pela liberao do comrcio exterior (diminuio das taxas de importao dos insumos), e outras medidas que foraram os produtores brasileiros a se adaptarem s prticas de mercado globalizado. O aumento da produtividade, a mecanizao (com reduo dos custos) e profissionalizao marcam esse perodo.
  20. 20. A ocupao do territrio brasileiro se iniciou com pequenos arraiais espalhados em diversas localidades. Tais ocupaes aconteceram devido necessidade europia de ampliar suas atividades comerciais, o que fez com que procurassem novos produtos e novas reas a serem exploradas. O povoamento brasileiro, no sculo XVI, limitou-se a territrios litorneos prximos ao oceano Atlntico, onde desenvolveram inmeras lavouras de cana-de- acar no Recncavo Baiano e no Nordeste, o que resultou na transferncia d