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Percepção Ambiental sobre Meio Ambiente e Meio Ambiente Marinho

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  • 1. PERCEPES SOBRE MEIO AMBIENTE E O MAR POR INTERESSADOS EM ECOTURISMO MARINHO NA REA DE PROTEO AMBIENTAL MARINHA DE ARMAO DE BZIOS, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, RJ, BRASIL. ENVIROMENTAL PERCEPTIONS BY ECOTOURISM DEALEARS AND COSTUMERS IN THE MARINE PROTECTED AREA OF ARMAO DE BZIOS, STATE OF RIO DE JANEIRO, RJ, BRAZIL. Alexandre de Gusmo Pedrini* Doutor em Cincia da Informao, professor associado do Instituto de Biologia Roberto Alcntara Gomes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro [email protected] Shimada Brotto Doutor em Cincias Ambientais, professor adjunto da Universidade Veiga de Almeida [email protected] Coronel Lopes Graduanda em Oceanografia, Faculdade de Oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro [email protected] Pegrucci Ferreira Graduanda em Oceanografia, Faculdade de Oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro [email protected] Pirani Ghilardi-Lopes Doutora em Botnica, professora adjunta do Centro de Cincias Naturais e Humanas da Universidade Federal do ABC [email protected]*autor para correspondncia: Laboratrio de Ficologia e Educao Ambiental, Instituto de Biologia Roberto Alcntara Gomes, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua So Francisco Xavier, 526, Pavilho Haroldo Lisboa da Cunha, Sala 525/1, Maracan, CEP 20550-013, Rio de Janeiro, RJ, Brasil; email: [email protected]

2. 2Resumo imperativa a avaliao de concepes ambientais previamente proposio de aes de educao ambiental. Neste trabalho, 78 questionrios foram preenchidos por interessados em ecoturismo em Armao de Bzios, a respeito de seus conceitos sobre meio ambiente e meio ambiente marinho. Os respondentes apresentaram na maioria 41 a 50 anos, nvel superior e renda de 1 a 4 salrios mnimos. Aqueles originrios da Regio dos Lagos apresentaram o conceito integrador com frequncia significativamente mais baixa (Qui-quadrado, 2 = 8,73, p < 0,5%) que os demais. No foi observada diferena significativa ( 2 = 0,811, p > 5%) para a concepo de meio ambiente entre os sexos. Verificouse que a maioria dos respondentes (61%) no soube conceituar apropriadamente o ambiente marinho. Foram observadas diferenas significativas (p 5%) was observed for the conception of environment when gender was considered. The majority (61%) did not know how to appropriately conceptualize the marine environment. Significant differences (pFigura 02: Frequncias percentuais dos respondentes dos questionrios quanto ao sexo (A), classes etrias (B), escolaridade (C) e renda (D). A maioria dos respondentes (80,8%) reside no estado do Rio do Janeiro e a minoria provm de outras localidades. A maior parte dos respondentes naturais do estado do Rio de Janeiro (52%) natural de Bzios e uma parcela significativa (25,4%) da cidade do Rio de Janeiro, demonstrando a superioridade numrica dos residentes em Armao de Bzios. Os respondentes no oriundos do estado do Rio de Janeiro provm na maior parte da Argentina, especificamente de Buenos Aires, seguido em menor escala pelo estado de So Paulo. O predomnio de argentinos e fluminenses sobre brasileiros de outros estados evidencia a escolha destes pelo destino buziano (Figura 3). Evidencia-se uma vasta gama de papis sociais liderados numericamente pelos moradores (19,2%) e banhistas (14,1%). Com relao s atividades de lazer, os respondentes demonstram maior interesse em passeios pela cidade de Bzios. Porm, na escala das atividades mais procuradas, o Ecoturismo se 8. 8encontra em segundo lugar, frente de atividades consideradas emblemticas da regio como os passeios de escuna. Tambm foram citadas atividades relacionadas atrativos histricos e culturais, caminhada, conhecer outras pessoas e esportes aquticos (Figura 3).Figura 03: Frequncia percentual dos respondentes de acordo com a origem (A e B), papel social (C) e atividades de interesse para o lazer na regio da Armao de Bzios (D). Percepo dos Construtos Meio Ambiente A anlise de contedo demonstrou que quanto ao conceito de meio ambiente os respondentes apresentaram a concepo integradora como a mais frequente (53%), seguida pela concepo naturalizante (27%) e a concepo humanizante (10%), sendo que 10% dos respondentes no responderam essa questo (Figura 4). 9. 9Figura 04: Freqncia percentual de respostas sobre o conceito de Meio Ambiente, segundo a concepo expressa pelos respondentes. A maioria significativa (Qui-quadrado, X2 = 8,73, p < 0,5%) dos respondentes que apresentaram o conceito integrador originria de outras regies que no a regio dos lagos (que inclui Bzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo). Tambm possvel notar que muitos habitantes da regio dos lagos apresentam uma concepo naturalista quanto ao conceito de meio ambiente (Figura 5).Figura 05: Freqncia percentual de respostas sobre o conceito de Meio Ambiente, segundo a categorizao empregada e a regio de origem dos respondentes. No foi observada diferena significativa (Qui-quadrado, X2 = 0,811, p > 5%) para a concepo de meio ambiente entre os sexos. O conceito integrador de meio ambiente foi observado com maior frequncia tanto para o sexo masculino (53,8% dos que responderam) quanto para o sexo feminino (64,5% dos que responderam) (Figura 6). 10. 10Figura 06: Frequncia percentual de respostas sobre o conceito de Meio Ambiente, segundo a categorizao empregada e o sexo dos respondentes. Dessa forma, se levarmos em conta os nveis de significncia resultantes dos testes realizados acima apresentados, observa-se que a regio de origem dos respondentes tem maior relevncia como fator modelador da viso de meio ambiente, se comparada ao sexo. Ambiente Marinho J em relao ao conceito de ambiente marinho, foram observadas 32% de respostas apresentando a concepo adequada, 40% como parcialmente adequada e 21% como inadequada, sendo que ocorreram 6% de no respondentes (Figura 7).Figura 07: Freqncia percentual de respostas sobre o conceito de ambiente marinho, segundo a categorizao empregada. Foram observadas diferenas significativas para a concepo de meio ambiente marinho (Quiquadrado, X2 = 4,14, p < 5%) quanto origem dos respondentes. Os respondentes da regio dos lagos apresentaram 45% de frequncia de conceitos parcialmente adequados e 30% de conceitos inadequados e 25% adequados. J os respondentes de outras regies apresentaram 48% de conceitos adequados e 40% de conceitos parcialmente adequados e 12% inadequados (Figura 8). 11. 11Figura 08: Freqncia percentual de respostas sobre o conceito de ambiente marinho, segundo a categorizao empregada e a regio de origem dos respondentes. Foram observadas diferenas significativas (Qui-quadrado, X2 = 7,22, p < 1%) para o conceito de meio ambiente marinho entre os sexos, os respondentes do sexo masculino apresentaram 50% de respostas parcialmente adequadas, 30% adequadas e 20% inadequadas, j os do sexo feminino apresentaram 40% de conceitos adequados, seguido de 30% de conceitos inadequados e 30% parcialmente adequados (Figura 9).Figura 09: Freqncia percentual de respostas sobre o conceito de ambiente marinho segundo a categorizao empregada e o sexo dos respondentes. Discusso Foi possvel observar no presente trabalho que as vises integradora e naturalista de meio ambiente foram predominantes nos respondentes. Camargo e Branco (2003), ao estudarem o conceito de meio ambiente (MA) de 90 professores de cincias naturais e humanas da cidade de Balnerio de 12. 12Cambori (estado de Santa Catarina) de escolas pblicas e particulares, identificaram uma concepo de meio ambiente com maioria simples de 49% relativa ao aspecto naturalizante. Porm, a viso integradora chegou perto dessa maioria com 45%. Isso sugere uma viso fragmentada em duas categorias majoritrias, porm o que fica ressaltado em relao ao presente trabalho que em ambos a viso humanizante foi muito baixa. Essa convergncia de resultados, com a baixa porcentagem de respondentes com a viso de que o meio ambiente seria apenas para a satisfao das necessidades humanas pode ser considerado positivo. Martinho e Talamoni (2007) ao estudarem o conceito de MA de crianas atravs de desenhos, escrita e rodas de conversa encontram 70% dos alunos com viso naturalista e 25% com viso antropocntrica (=humanizante). Apesar de terem envolvido crianas tanto do meio rural como urbano, a maioria absoluta apresentou uma viso naturalista. Pedrini et al. (2010b) encontraram na sua pesquisa com turistas do Parque Estadual da Ilha Anchieta no estado de So Paulo uma expressiva maioria da viso integrada do meio com cerca de 50% de respostas. A categoria humanizante foi tambm a de menor proporo, com cerca de 20%. Como visto acima, a maioria dos trabalhos selecionados apresentaram ou uma maioria integradora ou naturalizante, porm sempre com a viso humanizante baixa. Isso sugere que est havendo uma aquisio, quer seja pela mdia ou pelas escolas, de um conceito mais abrangente de MA, em que se nota os seres humanos compartilhando seus recursos e interagindo com outros seres vivos, animais e vegetais. Essa percepo de interdependncia socioambiental o que se deseja. Porm, importante que sejam feitas mais pesquisas similares para verificar se o que foi encontrado uma tendncia de grande escala ou no. O fato do conceito de ambiente marinho ou mar ter sido expresso majoritariamente de forma parcialmente adequada ou inadequada preocupante, pois o Parque Natural dos Corais estava sendo planejado para a regio. Alm disso, a diferena encontrada entre os sexos e a origem dos respondentes tambm deve ser levada em considerao. O pblico masculino e feminino percebe o ambiente marinho de maneira ligeiramente diferente e isso deve ser trabalhado em atividades de EA. J o fato dos respondentes da regio dos lagos ter expressado conceitos inadequados em maior quantidade tambm deve ser considerado. Esse resultado refora a concluso de Oigman-Pczczol e Creed (2007) que verificaram que a maioria (52%) das pessoas confundia coral mole com algas marinhas bentnicas e coral duro com pedras ou esponjas. Desse modo, as pessoas quase nada compreendem sobre o mar. Em outras regies geogrficas brasileiras esse desconhecimento se repete. Docio et al. (2009) tambm encontraram na Bahia confuso da populao atribuindo as esponjas marinhas como plantas. Alm disso, 18% dos entrevistados no sabiam que coral era um ser vivo. Pedrini et al. (2010b) numa pesquisa realizada no Parque Estadual da Ilha Anchieta no estado de So Paulo verificaram que os turistas que o visitavam desconheciam a contribuio do mar para o planeta Terra. No sabiam, por exemplo, que na gua do mar costeira as microalgas que exportavam para o ar o oxignio demandado pelos animais como o homem. De fato, muitos s sabiam que o mar fundamental apenas para controlar o clima, assunto esse muito disseminado pela mdia. Consideraes finais O perfil do pblico respondente se apresentou como de pessoas principalmente entre 41-50 anos e com qualificao de nvel superior na maioria. A maioria era do estado do Rio de Janeiro, sendo maioria absoluta residente da cidade de Armao de Bzios. A maioria recebia na poca de 1-4 salrios mnimos o que sugere uma faixa baixa de ganhos, considerando que o turismo enseja distribuio dos seus benefcios. A maioria dos respondentes apresentou um conceito adequado sobre Meio Ambiente em que seria o lugar de convivncia harmnica entre o meio bitico e abitico, incluindo o ser humano. Uma minoria afirmou que o meio seria apenas para o ser humano. Quanto ao ambiente marinho, ao contrrio, a maioria demonstrou pouco saber sobre o mar. O Parque Natural Municipal dos Corais e a rea de Proteo Ambiental Marinha de Armao dos Bzios esto sendo implantados enquanto reas protegidas marinhas da cidade. Desse modo, seria importante que houvesse um amplo programa de informao pblica e de Educao Ambiental sobre o ambiente marinho da regio. Nesse caso, as escolas deveriam ser convocadas para que no espao formal fossem feitas transcries curriculares e no espao no formal 13. 13fossem desenvolvidos programas de Educao Ambiental, cujas prticas fossem realizadas diretamente nas reas protegidas do parque. Nesse caso, os alunos teriam mais condio de atuarem na sua conservao como cidados e tambm como monitores ou condutores em atividades de ecoturismo marinho, preservando a memria local e a exuberncia da biodiversidade marinha.Referncias ALVES, D. (Org.) Olhar perceptivo: percepo, corpo e meio ambiente. Braslia: Ibama, 2010, 112 p. BARBOSA, K. C. Turismo em Armao dos Bzios (RJ, Brasil): Percepes locais sobre os problemas da cidade e diretrizes prioritrias de apoio a gesto ambiental. 2003. 124 f. Dissertao (Mestrado em Cincia Ambiental), Universidade Federal Fluminense, Niteri. 2003. BERCHEZ, F.; CARVALHAL, F.; ROBIM, M. J. Underwater interpretative trail guidance in improve education and decrease ecological damage. 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Adriana Saad Ex-Secretria de Meio Ambiente e Pesca, Ex-Secretrio Cristiano Marques Secretrio de Turismo e Ex-Secretrio Rodolfo Lyrio Secretrio de Ordem Pblica, os trs, da Prefeitura de Armao de Bzios, estado do Rio de Janeiro. Rosana por todo o seu apoio e amor.____________________________________________________________________________________ PEDRINI, A. de. G; BROTTO, D. S.; LOPES, M. C.; FERREIRA, L.P.; GHILARDI-LOPES, N. Percepes sobre Meio Ambiente e o Mar por Interessados em Ecoturismo Marinho na rea de Proteo Ambiental Marinha de Armao de Bzios, Estado do Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Pesquisa em Educao Ambiental, Rio Claro (SP), v. 8, n. 2 (no prelo), 2013.