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Pós-Graduação 2008 Legislação (digital) Brasileira Jairo Willian Pereira Sec+, Net+, MCSO, ITIL, LPIC, MCSA & MCSE Certified [email protected]

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  • 1. Ps-Graduao 2008 Legislao (digital) BrasileiraJairo Willian PereiraSec+, Net+, MCSO, ITIL, LPIC, MCSA & MCSE [email protected]

2. CronogramaSemana Teoria Prtica Conceituao Bsica SI1E01 Conceitos de Gesto de Risco Histrico do Surgimento das Normas de Segurana E022 Sarbanes Oxley Legislao Brasileira3E03 ISO/EIC 15408 (CC) Famlia 2700x (BS-7799) E044 COBIT Planejamento Corporativo de Segurana da Informao5P01 Primeira Avaliao - Dissertativa Apresentao Trabalhos:BS 25999 Gesto de Contiuidade de Negcios T016 RFC 2196 Gesto de Resposta Incidentes de SegurancaITIL Infomation Technology Infrastructure LibraryT02COSO - Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission 2 CON A3 3. ndice Histrico1. Tipificao2. Regulamentao Bancria3. Legislao Brasileira4. Concluso5. Cartoon6. Exerccio7. HomeWork 3CON A3 4. Tipificao CrimeQualquer violao grave da lei moral, civil ou religiosa; ato ilcito; contraveno ou ao anti-jurdica culpvel.Nullum crimen, nulla poena sine praevia lege No h crime, sem lei anterior que o defina. No h pena sem prvia cominao legal4 CON A3 5. Tipificao Crime Informtico?Qualquer conduta ilegal no tica, ou no autorizada, que envolvaprocessamento automtico de dados e/ou transmisso de dadosOrganizao para Cooperao Econmica e Desenvolvimento, ONURecente fenmeno histrico-scio-cultural caracterizado pela elevada incidncia de ilcitos penais que tm por objeto materialou meio de execuo o ambiente tecnolgico informtico Guilherme Guimares Feliciano, Escritor e Juiz5CON A3 6. TipificaoTipos de Crimes Informtico:: Imprprios Informtica utilizada como meio para prtica do crime. A tecnologia instrumento de execuo do delito.(violao direitos autorais, pornografia, difamao...):: Prprios Informtica o objeto do crime. Tecnologia, dado ou informao so finalidades almejadas pelo agente.(DoS, acesso no autorizado, fraude eletrnica...)6 CON A3 7. Regulamentao Bancria CMN BACEN Resoluo 2554/98 IMPLANTAO E IMPLEMENTAO DE SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Art. 2 - Os controles internos, que devem ser acessveis a todos os funcion- rios da instituio, de forma a assegurar seu conhecimento funo, e as respec- tivas responsa-bilidades atribudas aos nveis da organizao, devem prever:I - A definio de responsabilidades corporativas;III - Meios de identificar e avaliar possveis ameaas internas e externas;V - Continua avaliao dos diversos riscos e respectivas atividades associadas;VII - Testes peridicos de segurana para os sistemas de informaes; 7CON A3 8. Regulamentao Bancria CMN BACEN Resoluo 2554/98 IMPLANTAO E IMPLEMENTAO DE SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Art. 3 - O acompanhamento sistemtico das atividades relacionadas com o sistema de controles internos deve ser objeto de relatrios, no mnimo semestrais, contendo:I - Concluses dos exames/anlises efetuadas;II - Recomendaes sobre eventuais deficincias e cronograma saneamento;III - Manifestao dos responsveis pelas respectivas reas deficientes econtra-medidas adotadas;8CON A3 9. Regulamentao Bancria CMN BACEN Resoluo 2554/98 IMPLANTAO E IMPLEMENTAO DE SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Art. 3Pargrafo nico: As concluses, recomendaes e manifestaoreferidas nos incisos I, II e III deste artigo: I - devem ser submetidas ao conselho de administrao ou a diretoria, bem como a auditoria externa da instituio; II - devem permanecer a disposio do Banco Central do Brasil por 5 (cinco) anos.9 CON A3 10. Regulamentao Bancria CMN BACEN Resoluo 2554/98 IMPLANTAO E IMPLEMENTAO DE SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Art. 4Incumbe a diretoria da instituio, alem das responsabilidades enumeradasno art. 1., pargrafo 2., a promoo de elevados padres ticos e deintegridade e de uma cultura organizacional que demonstre e enfatize,a todos os funcionrios, a importncia dos controles internose o papel de cada um no processo. 10CON A3 11. Regulamentao Bancria CMN BACEN Resoluo 2817/01 ABERTURA E MOVIMENTAO DE CONTA DEPSITO POR MEIO ELETRNICO (APENAS) RESPECTIVO MEIO ELETRNICO DE COMUNICAO Pargrafo 1: consideram-se meios eletrnicos a Internet, terminais deauto-atendimento, o telefone e outros meios de comunicao a distanciadisponbilizados pela instituio. Art. 2III Cabe a diretoria, responsabilidade pelos sistemas de controles quegarantam o sigilo e a segurana dos meios eletrnicos disponveis, bemcomo o adequado monitoramento das informaes sobre movimentaodas contas de depsitos de que trata esta Resoluo; 11 CON A3 12. Regulamentao Bancria Arquitetura & Requisitos - SPB:: Atuao SeguranaComposio do GT de Segurana Poltica de Segurana ABBC Associao Brasil. de Bancos Certificao Digital ABBI Assoc. Brasil. de Bancos Internacionais Especificaes Segurana (M/A) ASBACE Assoc. Brasil. Bancos Estad. Regionais Informaes para Testes de Segurana FEBRABAN Federao Brasil. de Bancos:: Das Cmaras (Clearings) CETIP Central de Liquidao de Ttulos Privados SELIC Sistema Especial de Liquidao e de Custdia CBLCCmara Brasileira de Liquidao e Custdia BM&FBolsa de Mercadoria & Futuros CIP Cmara Interbancria de Pagamentos BCBanco Central12CON A3 13. Regulamentao BancriaArquitetura & Requisitos - SPB 13CON A3 14. Regulamentao BancriaPremissas - SPB:: Premissas3.5.1 Todos servios do SPB, devem estar disponveis pelo perodo estabelecido noregulamento do BACEN Banco Central do Brasil;3.5.2 - Mensagens transmitidas entre participantes-BACEN so irrevogveis,incondicionais e finais;3.5.3 - Todas mensagens enviadas so obrigatoriamente assinadas digitalmente pelo Emissor; (exceo, se julgado necessrio, das relativas a testes de conectividade);3.5.4 Todas mensagens enviadas sero obrigatoriamente criptografadas(exceo a testes de conectividade, comunicao de erros, e sem destinatrio especfico);14CON A3 15. Regulamentao Bancria Premissas - SPB:: Premissas3.5.5 Todas mensagens devem possuir identificao nica garantindo rastreabilidadee unicidade;3.5.6 Todas aplicaes devem ser testadas e homologadas em ambiente de certificao;3.5.7 - Todas as Instituies devem aderir s especificaes de segurana do SPB; (inclusive ao Protocolo de Segurana para troca das mensagens);3.5.8 - Toda e qualquer mensagem gerada/enviada ao SPB pelo participantes deexclusiva responsabilidade de quem a originou;3.5.9 - As premissas anteriores tambm se aplicam aos arquivos disponibilizados via FTP;15CON A3 16. Regulamentao BancriaDiretrizes - SPB:: Diretrizes3.6.1 Todas conexes da RSFN devero estar configuradas de acordo com as normasde segurana da concessionria fornecedora da infra-estrutura;3.6.5 - As Cmaras, Aglomerados e Conglomerados devem possuir ambiente redundante,incluindo elementos de rede e de processamento, para garantia de disponibilidade;3.6.6 - As Instituies sero responsveis pela segurana e acesso a sua chave privada;3.6.9 - As Instituies devero possuir sistemtica de Segurana da Informaovisando assegurar a confidencialidade, a integridade, a autenticidade, o no repdioe disponibilidade dos dados e informaes tratadas, classificadas e sensveis; 16CON A3 17. Regulamentao BancriaDiretrizes - SPB:: Diretrizes3.6.12 - As Cmaras, Aglomerados e Conglomerados devero possuir procedimentos de backup que garantam a recuperao do ambiente e dados trafegados;3.6.14 - As Instituies devero possuir registros que capacitem a rastreabilidade e/ou a recomposio das transaes geradas no SPB, garantindo assim sua auditabilidade;3.6.15 - Os Certificados Digitais devero ser emitidos por uma entidade certificadora que atenda aos requisitos da legislao vigente e que seja devidamente credenciado pelo Comit Gestor da Infra-estrutura de Chaves Pblicas Brasileira - ICP-Brasil. + Info: Manual Tcnico RSFN Comunicao de dados BACEN, Instituies e Clearings. 17CON A3 18. Regulamentao Bancria CVM Instruo 358/02 DIVULGAO/USO DE FATOS/INFORMAES RELEVANTES DE CIAS CAPITAL ABERTO Art. 8Cumpre aos responsveis, subordinados, terceiros e quaisquer rgos com funes tcnicasou consultivas, guardar sigilo das informaes relativas a ato ou fato relevante s quaistenham acesso privilegiado em razo do cargo ou posio que ocupam, at sua divulgaoao mercado, respondendo solidariamente com estes na hiptese de descumprimento. Art. 13Antes da divulgao ao mercado de ato ou fato relevante, vedada a negociao comvalores mobilirios de sua emisso, ou a eles referenciados, pela prpria companhia aberta,pelos acionistas controladores, demais membros ou funcionrios diretos ou indiretos, ou porquem quer que, em virtude de sua posio, tenha conhecimento da informao relativaao ato ou fato relevante. Pargrafo nico: A CVM dever comunicar ao Ministrio Pblico a ocorrncia dos eventos previstos nesta Instruo que constituam crime. 18 CON A3 19. Legislao Brasileira Novo Cdigo Cvil, Lei 10.406/02 RESPONSABILIDADE DO ADMINISTRADOR Art. 1.011O administrador da sociedade dever ter, no exerccio de suas funes, o cuidadoe a diligncia que todo homem ativo e probo costuma empregar na administraode seus prprios negcios. Art. 1.016Os administradores respondem solidariamente perante a sociedade e os terceirosprejudicados, por culpa no desempenho de suas funes. 19 CON A3 20. Legislao BrasileiraNovo Cdigo Cvil, Lei 10.406/02 RESPONSABILIDADE DO ADMINISTRADOR... scios tm o dever legal de exigir de diretores, gerentes ou CSOs que "fechem" as vulnerabilidades nos sistemas, evitando, assim, repercutir qualquertipo de dano a terceiros. ...devero os scios ter o total empenho e diligncia em identificar e processar os responsveis por ilcitos digitais, sob pena de incorrerem em m gesto, eresponderem com seu patrimnio pessoal perante aqueles terceiros lesados comtais eventos, que no foram devidamente apurados e que no tiveram seus responsveis sujeitados ao devido processo judicial. Renato Opice Blum, Opice Blum Advogados 20CON A3 21. Legislao BrasileiraProjeto de Lei 89/03 CRIMES DA REA DE INFORMTICA, SUAS PENALIDADES E PROVIDNCIAS Artigo 3Para fins desta lei, entende-se por informaes privadas aquelas relativas pessoafsica ou jurdica identificada ou identificvel.Pargrafo nico: identificvel a pessoa cuja individualizao no envolva custosou prazos desproporcionados. Artigo 5A coleta, o processamento e a distribuio, com finalidades comerciais, deinformaes privadas ficam sujeitas prvia aquiescncia da pessoa a que sereferem, que poder ser tornada sem efeito a qualquer momento, ressalvando-se opagamento de indenizaes a terceiros, quando couberem.21CON A3 22. Legislao BrasileiraProjeto de Lei 89/03 CRIMES DA REA DE INFORMTICA, SUAS PENALIDADES E PROVIDNCIAS Artigo 8Apagar, destruir, modificar ou de qualquer forma inutilizar, total ou parcialmente, dadoou programa de computador, de forma indevida ou no autorizada.PENA: deteno, de um a trs anos e multa. Artigo 10Apagar, destruir, alterar, ou de qualquer forma inutilizar, senha ou qualquer outromecanismo de acesso a computador, programa de computador ou dados, de formaindevida ou no autorizada.PENA: deteno, de um a dois anos e multa.22CON A3 23. Legislao Brasileira Projeto de Lei 89/03 CRIMES DA REA DE INFORMTICA, SUAS PENALIDADES E PROVIDNCIAS Artigo 12Obter segredos, de industria, ou comrcio, ou informaes pessoais armazenadasem computador, redes, meio eletrnico de natureza magntica, ptica ou similar,de forma indevida ou no autorizada.PENA: deteno, de um a trs anos e multa. Artigo 13Criar, desenvolver ou inserir, dado ou programa em computador ou redes, deforma indevida ou no autorizada, com a finalidade de apagar, destruir, inutilizar oumodificar dados, programas, redes de computadores, dificultar ou impossibilitar, total ouparcialmente, a utilizao de computador ou rede de computadores.PENA: recluso, de um a trs anos e multa. 23CON A3 24. Legislao BrasileiraDecreto 3.505/00 INSTITUI P.S.I. EM RGOS/ENTIDADES DA ADMINISTRAO PBLICA FEDERAL I - elaborar e implementar programas destinados conscientizao e capacitaodos recursos humanos que sero utilizados na consecuo dos objetivos de que tratao artigo anterior, visando garantir a adequada articulao entre os rgos e asentidades da Administrao Pblica Federal; II - estabelecer programas destinados formao e ao aprimoramento dos recursoshumanos, com vistas definio e implementao de mecanismos capazes de fixar efortalecer as equipes de pesquisa e desenvolvimento, especializadas em todos oscampos da segurana da informao; III - propor regulamentao sobre matrias afetas segurana da informao nosrgos e nas entidades da Administrao Pblica Federal;24 CON A3 25. Legislao Brasileira Decreto 3.505/00 INSTITUI P.S.I. EM RGOS/ENTIDADES DA ADMINISTRAO PBLICA FEDERAL IV - estabelecer normas relativas implementao da Poltica Nacional deTelecomunicaes, inclusive sobre os servios prestados em telecomunicaes, paraassegurar, de modo alternativo, a permanente disponibilizao dos dados e dasinformaes de interesse para a defesa nacional; V - acompanhar, em mbito nacional e internacional, a evoluo doutrinria etecnolgica das atividades inerentes segurana da informao; VI - orientar a conduo da Poltica de Segurana da Informao j existente ou aser implementada; 25CON A3 26. Legislao BrasileiraDecreto 3.505/00 INSTITUI P.S.I. EM RGOS/ENTIDADES DA ADMINISTRAO PBLICA FEDERAL VII - realizar auditoria nos rgos e nas entidades da Administrao PblicaFederal, envolvidas com a poltica de segurana da informao, no intuito de aferir onvel de segurana dos respectivos sistemas de informao; VIII - estabelecer normas, padres, nveis, tipos e demais aspectos relacionados aoemprego dos produtos que incorporem recursos criptogrficos, de modo a assegurara confidencialidade, a autenticidade, a integridade e o no-repdio, assim como ainteroperabilidade entre os Sistemas de Segurana da Informao; IX - estabelecer as normas gerais para o uso e a comercializao dos recursoscriptogrficos pelos rgos e pelas entidades da Administrao Pblica Federal,dando-se preferncia, em princpio, no emprego de tais recursos, a produtos nacionais; 26 CON A3 27. Legislao BrasileiraDecreto 3.505/00 INSTITUI P.S.I. EM RGOS/ENTIDADES DA ADMINISTRAO PBLICA FEDERAL X - estabelecer normas, padres e demais aspectos necessrios para assegurar aconfidencialidade dos dados e das informaes, em vista da possibilidade dedeteco de emanaes eletromagnticas, inclusive as provenientes de recursoscomputacionais; XI - estabelecer as normas inerentes implantao dos instrumentos e mecanismosnecessrios emisso de certificados de conformidade no tocante aos produtos queincorporem recursos criptogrficos; XII - desenvolver sistema de classificao de dados e informaes, com vistas garantia dos nveis de segurana desejados, assim como normatizao do acesso sinformaes; XIII, XIV...27 CON A3 28. Legislao Brasileira Decreto 4.553/02 SALVAGUARDA DADOS/INFORMAES VISANDO SEGURANA DA SOCIEDADE/ESTADO(MBITO DA ADMINISTRAO PBLICA/FEDERAL) Seo I Da classificao segundo o grau de sigilo / Procedimentos classificao documentos Seo IIDa reclassificao e da desclassificao (documentao controlada) Seo III Da marcao (indicao do grau de sigilo) Seo IVDa expedio e da comunicao de documentos sigilosos Seo V Do registro, da tramitao e da guarda Seo VIDa reproduo Seo VII Da avaliao, da preservao e da eliminao CAPTULO IVDo acesso CAPTULO V Dos sistemas de informao CAPTULO VIDas reas e instalaes sigilosas CAPTULO VII Do material sigiloso CAPTULO VIIIDos contratos 28CON A3 29. Legislao BrasileiraLei 9.983/00 INSERO DE DADOS FALSOS OU MODIFICAO NO AUTORIZADA EM SISTEMAS Art. 313-A - Inserir ou facilitar, o funcionrio autorizado, a insero de dados falsos, alterarou excluir indevidamente dados corretos nos sistemas informatizados ou bancos de dadosda Administrao Pblica com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem oupara causar dano.Pena: recluso, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa. Art. 313-B - Modificar ou alterar, o funcionrio, sistema de informaes ou programa deinformtica sem autorizao ou solicitao de autoridade competente:Pena: deteno, de 3 (trs) meses a 2 (dois) anos, e multa.Pargrafo nico: As penas so aumentadas de um tero at a metade se amodificaoou alterao resultar dano para a Administrao Pblica ou para o administrado. 29CON A3 30. Legislao Brasileira Lei 9.296/96 INTERCEPTAO DE COMUNICAES TELEFNICAS Art. 1A interceptao de comunicaes telefnicas, de qualquer natureza, para prova eminvestigao criminal e em instruo processual penal, observar o disposto nesta Leie depender de ordem do juiz competente da ao principal, sob segredo de justia.Pargrafo nico: O disposto nesta Lei aplica-se interceptao do fluxo decomunicaes em sistemas de informtica e telemtica. Art. 10Constitui crime realizar interceptao de comunicaes telefnicas, de informtica outelemtica, ou quebrar segredo da Justia, sem autorizao judicial ou objetivos noautorizados em lei.30CON A3 31. Legislao BrasileiraLei 11.419/06 INFORMATIZAO DO PROCESSO JUDICIALCaptulo I da informatizao do processo judicial 1 - Aplica-se o disposto nesta Lei, aos processos civil, penal e trabalhista, bem como aosjuizados especiais, em qualquer grau de jurisdio.Captulo II da comunicao eletrnica dos atos processuais 1 - O stio e o contedo das publicaes de que trata este artigo devero ser assinadosdigitalmente com base em certificado emitido por Autoridade Certificadora credenciada.Captulo IIIdo processo eletrnicoArt. 9 - No processo eletrnico, todas as citaes, intimaes e notificaes, inclusive daFazenda Pblica, sero feitas por meio eletrnico, na forma desta Lei.Captulo IVdisposies gerais e finaisArt. 14 - Os sistemas a serem desenvolvidos pelos rgos do Poder Judicirio devero usar,preferencialmente, programas com cdigo aberto, priorizando-se a sua padronizao. 31 CON A3 32. Legislao BrasileiraLei 9.609/98 PROTEO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DE SOFTWARE E COMERCIALIZAO CAPTULO I Disposies Prelimiares CAPTULO IIDa proteo aos direitos de autor e do registro CAPTULO III Das garantias aos usurios de programa de computador CAPTULO IVDos contratos de licena de uso, comercializao e transferncia CAPTULO V Das infraes e das penalidades CAPTULO VIDisposies finais 32 CON A3 33. Legislao BrasileiraCases 33 CON A3 34. Legislao BrasileiraCases Diz-se impropriamente porque hackers seriam pessoas interessadas nas partes mais desconhecidas e profundas de qualquer sistema operativo e em linguagens de computador. Hackers so pessoas que procuram respostas, buscam incansavelmente conhecimento e, principalmente, nunca pretendem causar danos a algum intencionalmente, justifica Borlido. 34CON A3 35. Legislao BrasileiraCases 35 CON A3 36. Legislao BrasileiraCases 36 CON A3 37. Legislao BrasileiraCases 37 CON A3 38. Legislao BrasileiraPanorama Atual - Imprprios Fonte: www.truzzi.com.br38CON A3 39. Legislao BrasileiraPanorama Atual Esquizofrenia Legislativa; Projetos de Lei, Medidas Provisrias, Resolues, diversas edies... Acordos no oficiais; Entidades deveriam ter obrigaes oficiais e serem responsabilizadas Desnecessria criao de novos tipos penais; Velhos crimes, roupagens novas Aplicao Legislao vigente, com adaptaes; Perfeitamente aplicvel para imprprios, pequenas adaptaes em prprios 39 CON A3 40. Concluso Pornografia Infantil, Julgamento STF...o meio tcnico empregado para realiz-la pode at ser de inveno posterior edio da lei penal: a inveno da plvora no reclamou redefinio dohomicdio para tornar explcito que nela secompreendia a morte dada a outrem mediante arma de fogoSeplveda Pertence, Ministro Supremo Tribunal Federal40 CON A3 41. ConclusoAbusos Liberdade de expresso, Lei de ImprensaDurante promulgao da Lei n5.250/67, no se cogitava do adventoda Internet, que pudesse ser utilizada para a produo e transmisso mundial de todo tipo de informaes. A falta de previso legal noimpede, porm, que sites, dirigidos atividade jornalstica em geralque publiquem notcias, informaes, comentrios, crticas etc., sejamequiparados a servio noticioso e considerados como meios deinformao e de divulgao, para efeito de configurao de eventuais abusos no exerccio da liberdade de manifestao do pensamento e informao, alcanados pelo art. 12 da Lei n 5.250/67, medianteinterpretao extensiva. Alexandre Jean Daoun e Gisele Truzzi de LimaAdvogados,especialistas em crimes eletrnicos.41 CON A3 42. ConclusoJurisprudncia, Leis vigentes & Afins Portanto, conclui-se que para o mencionado rol de condutas no h quese falar na criao de novos tipos penais em razo do fatortecnolgico. Crimes que a tecnologia funciona, repita-se, apenas comoveculo ou meio para cometimento de condutas claramente definidas na legislao penal vigente ou seja, hipteses em que o bem jurdico aviltado j est devidamente tutelado pela lei.O Direito Penal deve ser considerado como ltimo recurso a ser utilizado!Sua excessiva aplicao, gera descrdito e ineficincia.Alexandre Jean Daoun e Gisele Truzzi de Lima Advogados,especialistas em crimes eletrnicos.42 CON A3 43. ConclusoJurisprudncia, Leis vigentes & AfinsComo pudemos observar, boa parte das notcias que envolvem crime e tecnologia j esto tuteladas pela legislao ptria, afastandodefinitivamente, a idia de que a Internet territrio livre e isento deresponsabilidades.Ao contrrio, temos claro que, para o chamado ambiente virtual,aplica-se toda a legislao em vigor que for pertinente. Alexandre Jean Daoun e Gisele Truzzi de LimaAdvogados,especialistas em crimes eletrnicos.43 CON A3 44. Cartoon44CON A3 45. ExerccioRedao - Crimes Eletrnicos, PLS-89 Art. 154-A - Acessar indevidamente, rede de computadores, dispositivo de comunicao ou sistema informatizado. Pena: recluso, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. 1 Nas mesmas penas incorre quem, indevidamente, permite, facilita ou fornece a terceiro meio no autorizado de acesso a rede de computadores, dispositivo de comunicao ou sistema informatizado. ... 4 Nas mesmas penas incorre, o responsvel pelo provedor de acesso rede de computadores, dispositivo de comunicao ou sistema informatizado, que permite o acesso a usurio sem a devida identificao e autenticao ou que deixa de exigir, como condio de acesso, a necessria, identificao e cadastramento do usurio.Objetivo: Explicar se concordam com a redao, justificando a resposta ou propondo nova redao caso contrrio. 45 CON A3 46. HomeworkPesquisar MP 2.200-2/01 ! Em funo da data da produo dodocumento (2008 e no mais atualizado), altamente recomendado que seja consultadoas novas publicaes e decises a respeito do tema, principalmente as relacionadas acrimes eletrnicos. 46CON A3 47. AgradecimentosAos amigos que suportaram dvidas... CORNAZZANI SALES ADVOGADOS ASSOCIADOSGisele Truzzi & Alexandre Daoun OPICE BLUM ADVOGADOS ASSOCIADOSRony VainzofOBS: Peo desculpas por enxugar alguns trechos das redaes & leis.Avisei os envolvidos sobre minha mutilao, de carter visual/didtico!47 CON A3 48. Fim48 CON A1