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10. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO MUNICIPAL 10.1 MÓDULO BÁSICO O módulo básico será o núcleo comum para todas as habilitações é assim composto por oito disciplinas, de 30 horas, perfazendo um total de 240 horas: Ord. Disciplina C. H. 1 Introdução a Modalidade EaD* 30 2 Estado, Governo e Mercado 30 3 O Público e o Privado na Gestão Pública 30 4 Desenvolvimento e Mudanças no Estado brasileiro 30 5 Políticas Públicas 30 6 Planejamento Estratégico Governamental 30 7 O Estado e os Problemas Contemporâneos 30 8 Indicadores Socioeconômicos na Gestão Pública 30 TOTAL DE HORAS/AULA 240 Notas: * Programa em desenvolvimento será alinhado às necessidades dos atores pedagógicos do PNAP. A função do Módulo Básico é propiciar ao estudante uma tomada de consciência sobre a atual política do governo, situando-a na passagem que vem se dando, ao longo destes últimos anos, de um Estado Gerencial para um Estado Necessário. Esse referencial lhe permitirá compreender melhor, ao longo do Módulo Específico, as diferentes ações e programas implementados pela atual administração pública.

10. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO DE … · e a esfera pública, na qual se situa a Administração pública e age o gestor público. Ementa Tradicionalmente, os poucos cursos

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  • 10. CONTEDO PROGRAMTICO DO CURSO DE ESPECIALIZAO EM GESTO

    MUNICIPAL

    10.1 MDULO BSICO

    O mdulo bsico ser o ncleo comum para todas as habilitaes assim composto por

    oito disciplinas, de 30 horas, perfazendo um total de 240 horas:

    Ord. Disciplina C. H.

    1 Introduo a Modalidade EaD* 30

    2 Estado, Governo e Mercado 30

    3 O Pblico e o Privado na Gesto Pblica 30

    4 Desenvolvimento e Mudanas no Estado brasileiro 30

    5 Polticas Pblicas 30

    6 Planejamento Estratgico Governamental 30

    7 O Estado e os Problemas Contemporneos 30

    8 Indicadores Socioeconmicos na Gesto Pblica 30

    TOTAL DE HORAS/AULA 240

    Notas: * Programa em desenvolvimento ser alinhado s necessidades dos atores pedaggicos do PNAP.

    A funo do Mdulo Bsico propiciar ao estudante uma tomada de conscincia

    sobre a atual poltica do governo, situando-a na passagem que vem se dando, ao longo

    destes ltimos anos, de um Estado Gerencial para um Estado Necessrio. Esse

    referencial lhe permitir compreender melhor, ao longo do Mdulo Especfico, as

    diferentes aes e programas implementados pela atual administrao pblica.

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    Ementas e Referncias do Mdulo Bsico

    Disciplina 2 Estado, Governo e Mercado

    Objetivo

    Essa disciplina enfoca as complexas relaes entre Estado, governo e mercado nas

    sociedades capitalistas contemporneas. Partindo das duas matrizes tericas que

    explicam as relaes entre Estado e sociedade no sistema capitalista a liberal e a

    marxista , a disciplina analisa criticamente as diversas interpretaes concorrentes e/ou

    sucessivas sobre as sempre tensas e dinmicas relaes entre Estado, governo e

    mercado.

    Ementa

    Os atores envolvidos na esfera pblica, sejam eles governantes, funcionrios, fornecedores,

    clientes, beneficirios, usurios de servios pblicos ou agentes objetos da regulao estatal,

    movem-se e posicionam-se no espao pblico orientados por uma ou mais concepes tericas

    concorrentes sobre as relaes entre Estado, governo e mercado nas modernas sociedades

    capitalistas. Por essa razo, fundamental aos gestores pblicos, em exerccio ou em formao

    independentemente da esfera de governo em que atuem ou venham a atuar , conhecer os

    diferentes fundamentos e lgicas que orientam a ao dos agentes envolvidos (stakeholders).

    Relaes entre Estado, governo e mercado na sociedade contempornea, segundo as

    principais concepes e teorias: marxistas (PRZWORSKY, 1995) e liberais

    (SARTORI, 1997).

    Desafios tericos e polticos colocados aos analistas e atores polticos pelas

    mudanas produzidas sob o capitalismo contemporneo (BOBBIO, 1983;

    GUIDDENS, 1996; ANDERSON, 1996).

    Referncias Bsicas

    ANDERSON, Perry. Balano do neoliberalismo. In: SADER, Emir (Org.) Ps-

    neoliberalismo: as polticas sociais e o estado democrtico. So Paulo: Paz e Terra,

    1996. p. 9-23.

    BOBBIO, Norberto. Estado, governo, sociedade: para uma teoria geral da poltica. So

    Paulo: Paz e Terra, 2007.

  • 3

    ______. Qual socialismo? So Paulo: Paz e Terra, 1983. Quais as alternativas

    democracia representativa?, p. 55-74.

    GIDDENS, Anthony. Para alm de esquerda e direita. So Paulo: UNESP, 1996.

    Introduo, p. 9-30.

    HAM, Cristopher; HILL Michael. O processo de elaborao de polticas no Estado

    capitalista moderno. Campinas, 1996. (traduo para o portugus de The policy

    process in the modern capitalist state. Londres, 1993, sob a responsabilidade de Renato

    Dagnino para uso exclusivo dos alunos do Departamento de Poltica Cientfica e

    Tecnolgica da Unicamp). Captulos 2 e 3 (p. 39-91).

    ODONNELL, Guillermo. Anotaes para uma teoria do Estado. In: Revista de

    Cultura e Poltica, n. 4, 1981.

    OSZLAK, Oscar. Estado y sociedad:nuevas reglas de juego? Reforma Y Democracia.

    Revista del CLAD. N.9 (Oct. 1997), p. 7-61

    PRZWORSKY, Adam. Estado e economia no capitalismo. Rio de Janeiro: Relume-

    Dumar, 1995. Parte 3, O governo do capital, p. 87-115.

    SARTORI, Giovanni. A teoria da democracia revisitada. So Paulo: tica, 1997.

    Cap. 6, A democracia vertical, p.181-245.

    Referncias Complementares

    BOBBIO, Norberto; BOVERO, Michelangelo. Sociedade e Estado na filosofia

    poltica moderna. So Paulo: Brasiliense, 1987.

    CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. So Paulo: Paz e Terra, 1999.

    DAHL, Robert. Um prefcio teoria democrtica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,

    1989. Cap. 3 A democracia polirquica.

    GIDDENS, Anthony. O Mundo na Era da Globalizao. Lisboa: Editorial Presena,

    2000.

    OFFE, Claus. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo

    brasileiro, 1984.

    POULANTZAS, Nicos. O Estado, o poder, o socialismo. Rio de Janeiro: Graal, 1980.

    SANTOS, Wanderley G. Ordem burguesa e liberalismo poltico. So Paulo: Duas

    Cidades, 1978. A prxis liberal no Brasil: propostas para reflexo e pesquisa, pp. 67-

    117.

    SARTORI, Giovanni. Teoria democrtica. So Paulo: Fundo de Cultura, 1965. Cap.

    XV, Liberalismo e democracia, p. 366-393.

    SCHUMPETER, Joseph. Capitalismo, socialismo e democracia. Rio de Janeiro: Zahar

    Editora, 1984.

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    WEBER, Max. Economia e Sociedade. Rio de Janeiro, LCT, 1998.

    Disciplina 3 O Pblico e o Privado na Gesto Pblica

    Objetivo

    Essa disciplina tem por objetivo delimitar com clareza para o aluno as diferenas entre a

    esfera privada, que o mbito de atuao por excelncia do administrador de empresas,

    e a esfera pblica, na qual se situa a Administrao pblica e age o gestor pblico.

    Ementa

    Tradicionalmente, os poucos cursos de administrao pblica oferecidos no pas partem do

    ncleo duro das teorias e disciplinas que compem os currculos de administrao de

    empresas, a ele acrescentando alguns outros temas e matrias mais diretamente ligados

    gesto dos negcios pblicos pelo Estado. Esse ponto de partida deixa de pr suficientemente

    em relevo a diferena fundamental entre a esfera pblica e a privada, da qual derivam todas as

    demais diferenas teleolgicas, organizacionais e funcionais existentes entre as organizaes

    do Estado e as da sociedade civil, sejam elas empresas, sindicatos e associaes com ou sem

    fins lucrativos. Por ser essencial ao gestor pblico ter absoluta clareza dessa diferena, de

    forma a poder exercer adequadamente as suas funes e atribuies com as quais ele se

    encontra investido na qualidade de servidor pblico, que esta disciplina foi inserida no

    mdulo bsico deste curso. Da precisa separao entre esfera pblica e esfera privada, que

    remonta ao Direto Romano, mas que s recentemente adquiriu os seus contornos mais

    definidos nas sociedades contemporneas do Ocidente, que decorrem todas as demais

    diferenciaes relevantes para o agente pblico: de um Direito Pblico e de um Direito

    Privado; a separao entre Estado e sociedade civil; a delimitao dos poderes dos

    governantes em relao ao conjunto do Estado e aos cidados.

    A dicotomia pblico-privado; a primazia do pblico sobre o privado; as fronteiras

    entre o pblico e o privado; as prerrogativas do Estado sobre os agentes privados; os

    direitos do cidado e os deveres do estado; interesses privados e interesses coletivos;

    Instituio e organizao; organizaes pblicas e organizaes privadas.

    O servidor como agente da ao do Estado; os diferentes agentes pblicos e as suas

    formas de investidura; as prerrogativas do estado e as garantias do servidor; regime

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    estatutrio e regime contratual; vnculo estatutrio e vnculo empregatcio; cargo

    pblico e emprego no setor privado; A tica profissional do servidor pblico.

    Os princpios norteadores do servio pblico legalidade, impessoalidade,

    moralidade, publicidade e eficincia; poderes e deveres do administrador pblico;

    dever de agir, dever de eficincia, dever de probidade, dever de prestar contas; poder

    disciplinar, poder de polcia, poder discricionrio.

    As diversas organizaes do terceiro setor e suas especificidades.

    Globalizao e neoliberalismo: desregulamentao, privatizaes e abertura dos

    mercados de bens e de capitais; reorientao do papel do estado: da produo

    regulao de bens e servios; a defesa do interesse pblico na competio

    globalizada: Estado e agentes econmicos privados internacionais; novos princpios

    de gesto pblica: planejamento participativo; democratizao do Estado; promoo

    da cidadania. a nova orientao estratgica de governo federal: incluso social e

    reduo das desigualdades; crescimento econmico com gerao de emprego e

    renda; promoo da cidadania e fortalecimento da democracia.

    Referncias Bsicas

    BOBBIO, Norberto. Estado, governo, sociedade: por uma teoria geral da poltica.

    Trad. Marco Aurlio Nogueira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Cap. 1, A grande

    dicotomia: pblico/privado, p. 13-31.

    CARVALHO, Iuri M. O princpio da supremacia do interesse pblico sobre o privado:

    parmetros para uma reconstruo. In: Revista Dilogo Jurdico, n 16, Salvador,

    2007. Disponvel em:

    . Acesso em: 18 jun. 2009.

    MEIRELLES, Helly Lopes. Direito administrativo brasileiro. 14 ed. So Paulo:

    Revista dos Tribunais, 1989.

    NASCIMENTO, Mrcio G. O controle da administrao pblica no Estado de Direito.

    Direitonet, 2005. Disponvel em:

    . Acesso em: 18 jun. 2009.

    P, Marcos V. & ABRUCIO, Fernando L. Desenho e funcionamento dos mecanismos

    de controle e accountability das agncias reguladoras brasileiras semelhanas e

    diferenas. In: RAP, n 40 vol. 4, jul/ago 2006. p. 679-98.

    Referncias Complementares

    http://www.direitopublico.com.br/pdf/PrincpiodaSupremacia_ULTIMAVERSO.pdfhttp://www.direitopublico.com.br/pdf/PrincpiodaSupremacia_ULTIMAVERSO.pdfhttp://www.direitonet.com.br/artigos/x/20/23/2023/

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    ANDERSON, Perry. Balano do neoliberalismo. In: SADER, Emir & GENTILI,

    Pablo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.

    BOBBIO, Norberto et al. Dicionrio de poltica. Braslia: Ed. UnB. 1986.

    BOBBIO, Norberto. Estado, governo, sociedade: por uma teoria geral da poltica.

    Trad. Marco Aurlio Nogueira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Cap. 3, Estado,

    poder e governo, p. 53-133.

    BORN, Atilo. Las 'reformas del estado' en Amrica Latina: sus negativas

    consecuencias sobre la inclusin social y la participacin democrtica. In: Consejo

    Latinoamericano de Ciencias Sociales, 2004.

    BRESSER PEREIRA, Luis Carlos. A reforma do Estado nos anos 90: lgicas e

    mecanismos de controle. Braslia: Mare, 1997.

    ______. Da administrao pblica burocrtica gerencial, Revista do Servio Pblico.

    Braslia: ENAP. Volume 120, n. 1, jan-abr, 1996.

    DINIZ, Paulo. Responsabilidade social empresarial e sociedade poltica: elementos

    para um debate acerca da questo social no neoliberalismo. Monografia apresentada ao

    Departamento de Cincias Sociais da Universidade Federal de Uberlndia, como

    requisito para obteno do ttulo de bacharel em Cincias Sociais, Uberlndia, 2007.

    Captulos 1 e 2. Disponvel em: .

    Acesso em: 18 jun. 2009.

    FIORI, Jos Luis. Em busca do dissenso perdido: ensaios crticos sobre a festejada

    crise do Estado. Rio de Janeiro: Insight, 1995.

    HARVEY, D. Neoliberalismo como destruio criativa. InterfacEHS Revista de

    Gesto Integrada em Sade do Trabalho e Meio Ambiente. 2006. Disponvel em:

    HOBBES, Thomas. Leviat: ou matria, forma e poder de um Estado eclesistico e

    civil. 2 ed. So Paulo: Abril Cultural, 1979.

    MONTESQUIEU, Charles Louis de Secondat. Do esprito das leis. 2 ed. So Paulo:

    Abril Cultural, 1979.

    PAES DE PAULA, Ana. Administrao Pblica Brasileira entre o Gerencialismo e a

    Gesto Social. In: RAE, FGV, Volume 45, Nmero 1, Jan/Mar 2005.

    ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. 4. ed. So Paulo: Nova Cultural, 1987.

    SAES, Dcio. A poltica neoliberal e o campo poltico conservador no Brasil atual. In:

    Repblica do capital capitalismo e processo poltico no Brasil. So Paulo,

    Bomtempo, 1998.

    WEBER, Max. Economia e sociedade: Fundamentos da sociologia compreensiva. 3.

    ed. Braslia: Editora UnB, 1994.

    http://www.cadtm.org/IMG/pdf/031227boron.pdf

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    Disciplina 4 Desenvolvimento e Mudanas no Estado Brasileiro

    Objetivo

    Essa disciplina tem por objeto levar o aluno a compreender como o Estado e a sociedade

    foram se modificando e desenvolvendo no Brasil, a partir da Primeira Repblica, at chegar

    conformao em que se encontram atualmente.

    Ementa

    A adequada compreenso de longos e complexos processos de transformao social, como os

    experimentados pelo Brasil desde a proclamao da Repblica at os dias de hoje, repousa

    sobre um conjunto variado de saberes produzidos por diferentes disciplinas, como a histria, a

    sociologia, a economia, a administrao, o direito e a cincia poltica. Para que esses vrios

    conhecimentos possam ser devidamente associados e adequadamente assimilados, faz-se

    necessria a adoo de uma perspectiva interdisciplinar e histrica afim de costur-los com a

    linha do tempo. Assim, interdisciplinaridade e contextualizao histrica so os eixos

    fundamentais que devem orientar o desenvolvimento desta disciplina.

    Desenvolvimento econmico, mudana social e centralizao e descentralizao poltico-

    administrativas no Brasil: Da Repblica oligrquica Repblica democrtica do Sculo XXI .

    Federalismo e governo de elites na primeira Repblica (ABRCIO, 1998, Cap 1;

    BRESSER-PEREIRA, 2001);

    Centralizao, autoritarismo e polticas sociais no perodo Vargas (1930-1945)

    (SOUZA, 1976, Cap. IV; SANTOS, 1979, Cap. 4);

    Democracia e desenvolvimento sob a Segunda Repblica (1946-1964) (SOUZA,

    1976, Cap. V; LESSA, 1983, SOARES, 1973); e

    Autoritarismo e redemocratizao (ABRCIO, 1998, Cap. 2; BRESSER-PEREIRA,

    2001; SANTOS, 1979, Cap. 5; REIS, 1978; DINIZ, 1997).

    Referncias Bsicas

    ABRUCIO, Fernando L. Os bares da federao: os governadores e a

    redemocratizao brasileira. So Paulo: HUCITEC, 1998. Cap. 2, A passagem do

    modelo unionista-autoritrio para o federalismo estadualista: a origem do novo poder

    dos governadores, p.59-108.

    BRESSER-PEREIRA Luiz C. Do estado patrimonial ao gerencial. In: Pinheiro,

    Wilheim e Sachs (Org.). Brasil: Um Sculo de transformaes. So Paulo: Cia. das

    Letras, 2001. p. 222-259.

  • 8

    DINIZ, Eli. Governabilidade, democracia e reforma do Estado: os desafios da

    construo de uma nova ordem no Brasil dos anos 90. In: DINIZ, Eli; AZEVEDO,

    Srgio de. (Org.). Reforma do Estado e democracia no Brasil. Braslia: UnB, 1997.

    FIGUEIREDO, Argelina; LIMONGI, Fernando. Partidos polticos na Cmara dos

    Deputados, 1989-1994. In: DADOS, vol. 38, n3, 1995.

    LESSA, Carlos. Quinze anos de poltica econmica. 4 ed. So Paulo: Brasiliense,

    1983.

    MARTINS, Luciano. Estado capitalista e burocracia no Brasil ps-64. So Paulo:

    Paz e Terra, 1985.

    OLIVEIRA, Francisco. Crtica razo dualista e o ornitorrinco. S. Paulo: Boitempo,

    2003.

    SANTOS, Wanderley G. Cidadania e justia. Rio de Janeiro: Campus, 1979. Cap. I e

    II.

    SOARES, Glucio Ary Dillon. Sociedade e poltica no Brasil. So Paulo: Difuso

    Europia do Livro, 1973.

    SOUZA, Maria C. C. Estado e partidos polticos no Brasil, 1930-1964. So Paulo: Alfa-

    mega, 1976. Cap. IV, Os mecanismo da centralizao p. 83-104.

    Referncias Complementares

    ALMEIDA, Maria H. T. Federalismo e polticas sociais. In: Rev. bras. Ci. Soc, 1995,

    vol.10, n. 28, p. 88-108.

    FLEURY, Maria T. Leme, FISCHER, Rosa M. Cultura e poder nas organizaes.

    So Paulo: Atlas, 1997.

    GOULART, Jefferson O. Oramento participativo e gesto democrtica no poder local.

    In: Revista de Cultura e Poltica, 2006, vol., n. 69.

    LAMOUNIER, Bolvar; SOUZA, Amaury de. Democracia e reforma institucional no

    Brasil: uma cultura poltica em mudana. In: Dados, v.34, n.3, 1991, p.311-348.

    LAVINAS, Lena; MAGINA, Manoel A.; COUTO E SILVA, Mnica. Federalismo e

    regionalizao dos recursos pblicos. Rio de Janeiro : IPEA, 1995. [Textos para

    discusso n. 369].

    LIMA JUNIOR, Olavo Brasil. Os partidos polticos brasileiros: a experincia federal

    e regional, 1945-1964. Rio de Janeiro: Edies Graal, 1983.

    QUEIRS, Maria Isaura Pereira de. O Coronelismo numa interpretao sociolgica. In:

    Histria geral da civilizao brasileira. So Paulo: DIFEL, 1975. Tomo III O Brasil

    Republicano, Livro 1, 1975. Cap. 3.

    REIS, Fbio Wanderley (Org.). Os partidos e o regime: a lgica do processo eleitoral

    brasileiro. So Paulo: Smbolo, 1978.

  • 9

    VELLOSO, Joo Paulo dos Reis (Org.). Governabilidade, sistema poltico e violncia

    urbana. Rio de Janeiro: Jos Olympio, 1994.

    Disciplina 5 Polticas Pblicas

    Ementas

    Sociedade. Poltica. Poltica Pblica. Anlise poltica. Anlise de polticas. As

    principais abordagens na anlise de polticas pblicas e o modelo sistmico. A

    concepo do ciclo da poltica. Atores polticos (stakeholders). Interesses e

    expectativas. Poder e recursos de poder. Bem pblico. Escolha racional. Experincias

    inovadoras que criam novas esferas pblicas de negociao e de participao popular:

    conselhos, redes, parcerias e novos arranjos institucionais no nvel local de governo. A

    formao de agenda de polticas pblicas. Tipos de demandas. Deciso. No-deciso.

    Arenas polticas. Padres de comportamento e interao dos atores. Modelos de anlise

    do processo decisrio: racional, organizacional e modelo da poltica burocrtica. As

    lgicas do processo decisrio: racional-compreensiva, incremental e mixed-scanning.

    Relaes entre formulao e implementao. Modelos de implementao de polticas.

    Avaliao. Acompanhamento. Monitoramento. Pesquisa Avaliativa. Tipos de avaliao.

    Critrios de avaliao. Controle e avaliao de polticas pblicas. Polticas Pblicas:

    conceitos e evoluo no Brasil. Regularidades das polticas pblicas no Brasil. Novos

    papis e responsabilidades dos entes federativos nas polticas pblicas.

    Referncias Bsicas

    ARRETCHE, Marta T. S. Polticas sociais no Brasil: descentralizao em um Estado

    federativo. In: Rev. bras. Ci. Soc., Jun. 1999, vol.14, n. 40, p.111-141.

    COTTA, Tereza Cristina. Metodologia de avaliao de programas e projetos sociais:

    anlise de resultados e de impacto. In: Revista do Servio Pblico, n. 2, abr-jun 1998.

    COUTINHO, Luciano. Coria do Sul e Brasil: paralelos, sucessos e desastres. In:

    FIORI, Jos Lus (Org.). Estados e moedas no desenvolvimento das naes.

    Petrpolis, Vozes, 1999.

    DEMO, Pedro. Poltica social, educao e cidadania. Campinas: Papirus, 1996.

    DERLIEN, Hans Ulrich. Una comparacin internacional en la evaluacin de las

    polticas pblicas. In: Revista do Servio Pblico, n. 1, jan-mar, 2001.

    DRAIBE, Snia Miriam. Qualidade de Vida e Reformas Sociais: O Brasil no Cenrio

    Latino-Americano. Lua Nova, n. 31, 1993, p. 5-46.

    http://www.scielo.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&base=article%5edlibrary&format=iso.pft&lang=i&nextAction=lnk&indexSearch=AU&exprSearch=ARRETCHE,+MARTA+T.+S.

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    ______. Uma Nova Institucionalidade das Polticas Sociais? Reflexes a propsito da

    experincia latino-americana recente de reformas e programas sociais. In: So Paulo

    em Perspectiva. Vol. 11, n. 4, out-dez 1997, p. 3-15.

    DUNN, William N. Public policy analysis: An introduction. 3. ed. Upper Saddle River,

    New Jersey: Prentice-Hall, 2004.

    DYE, Thomas R. Understanding public policy. 11. ed. Upper Saddle River, New

    Jersey: Prentice-Hall, 2005.

    ELIAS, Paulo Eduardo. Reforma ou Contra-Reforma na Proteo Social Sade. Lua

    Nova, n. 40/41, 1997, p. 193-215.

    FAGNANI, Eduardo. Poltica Social e Pactos Conservadores no Brasil: 1964-1992. In:

    Cadernos FUNDAP Desafios da Gesto Pblica Paulista. So Paulo: Fundap, set-

    dez, 1996, p. 59-102.

    GARCIA, Ronaldo Coutinho. Subsdios para organizar avaliaes da ao

    governamental. In: Revista Planejamento e Polticas Pblicas. Braslia: IPEA, n. 23,

    jun., 2001.

    LAURELL, Ana Cristina. Para um novo Estado de Bem-Estar na Amrica Latina. Lua

    Nova, n. 45, 1998, p. 187-204.

    LOBATO, Lenaura de Vasconcelos. Reforma do Estado no Setor de Sade no Reino

    Unido e nos Estados Unidos. In: Cadernos ENAP, n. 13, 1997, p. 79-112.

    MELLO, Guiomar Namo. Polticas Pblicas de Educao. In: Estudos Avanados

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    MENY, Ives; THOENIG, Jean-Claude. Las polticas pblicas. Madrid: Ariel, 1992.

    MESA LAGO, Carmelo. Desarrolo social, reforma del Estado y de la seguridad social,

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    MILANI, Carlos R. S. Polticas pblicas locais e participao na Bahia: o dilema gesto

    versus poltica. In: Sociologias, ano 8, n. 16, jul/dez 2006, p. 180-214.

    MISHRA, Ramesh. O Estado-providncia na sociedade capitalista. Portugal: Celta

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    NUNES, Edson. A gramtica poltica do Brasil: Clientelismo e Insulamento

    Burocrtico. Braslia: ENAP, 1997.

    NEVES, Lcia Maria Wanderley. Educao: Um caminhar para o mesmo lugar. In:

    LESBAUPIN, Ivo (Org.). O desmonte da nao: Balano do Governo FHC.

    Petrpolis: Vozes, 1999, p. 133-152.

    PATTON, Carl V.; SAWICKI, David S. Basic methods of policy analysis and

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    RICO, Elizabeth Melo (Org.). Avaliao de polticas sociais. So Paulo: Cortez, 1999.

    SAMPAIO Jr., Plnio de Arruda. O impasse da formao nacional. In: FIORI, Jos

    Lus (Org.). Estados e moedas no desenvolvimento das naes. Petrpolis: Vozes,

    1999.

    SANTOS, Wanderley G. Cidadania e justia. Rio de Janeiro: Campus, 1979. Cap. 1

    Teoria social e anlise de polticas pblicas, pp. 11-14, e Cap. 2 Legislao,

    instituies e recursos da poltica social brasileira, p. 15-44.

    SUBIRATS, Joan. Anlisis de polticas pblicas y eficcia de la Administracin.

    Madrid: Ministerio para las Administraciones Pblicas, 1994.

    VIANA, Ana Luiza. Abordagens metodolgicas em polticas pblicas. In: Revista de

    Administrao Pblica, vol. 30, n. 2, mar-abr 1996, p. 5-43.

    Referncias Complementares

    CAVALCANTI, Paula Arcoverde. Sistematizando e comparando os Enfoques de

    Avaliao e Anlise de Polticas Pblicas: uma contribuio para a rea educacional.

    Tese de Doutorado defendida na Faculdade de Educao da Universidade Estadual de

    Campinas, 2007.

    FREY, Klaus. Polticas pblicas: um debate conceitual e reflexes referentes prtica

    da anlise de polticas pblicas no Brasil. In: Revista de Sociologia e Poltica, v.17,

    n.15, nov, 2000.

    HAM, Cristopher; HILL Michael. O processo de elaborao de polticas no Estado

    capitalista moderno. Campinas, 1996. (traduo para o portugus de The policy

    process in the modern capitalist state. Londres, 1993, sob a responsabilidade de Renato

    Dagnino para uso exclusivo dos alunos do Departamento de Poltica Cientfica e

    Tecnolgica da Unicamp).

    ROTH, Andr-Nol. Polticas pblicas: formulacin, implementacin y evaluacin.

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    SANTOS, Wanderley G. Cidadania e justia. Rio de Janeiro: Campus, 1979. Cap. 4 Teoria

    do laissez-faire repressivo cidadania em recesso, p. 71-82, e Cap. 5 Acumulao e

    eqidade na ordem autoritria brasileira, p. 83-123.

    Disciplina 6 Planejamento Estratgico Governamental

    Ementa

    Introduo ao Planejamento Estratgico. Aspectos Gerais e Histricos. O Desenvolvimento

    Planejado. Evoluo do Planejamento no Brasil. Abordagem Crtica do Modelo Brasileiro de

    Planejamento Governamental. Plano Plurianual.

  • 12

    Referncias Bsicas

    ALMEIDA Paulo R. A experincia brasileira em planejamento econmico: uma

    sntese histrica, 2004. (Mimeo).

    CRISTO, Carlos Manuel Pedroso Neves. Prospectiva estratgica: instrumento para a

    construo do futuro e para a elaborao de polticas pblicas. Revista do Servio

    Pblico, Ano 54, n.1, jan/mar, 2003.

    ETKIN, Jorge. Poltica, Gobierno y Gerencia de las Organizaciones. Buenos Aires:

    Prentice Hall, 2000.

    FISCHMANN, Adalberto A.; ALMEIDA, Martinho I. R. de. Planejamento estratgico

    na prtica. So Paulo: Atlas, 1995.

    LIMA, Blanca Olias de (Coord). La Nueva Gestin Pblica. Madrid: Pearson

    Educacin S.A., 2001.

    MATUS Carlos. O mtodo PES. So Paulo: Fundap, p. 51-100, 1995.

    ______. Adeus senhor presidente: governantes governados. So Paulo: Fundap, p. 19-

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    MINTZEMBERG, Henry. Safri de estratgia. So Paulo: Bookman, 1999.

    ______. Ascenso e queda do planejamento estratgico. So Paulo: Bookman, p.

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    MINTZEMBERG, Henry; JORGENSE, Jan. Uma estratgia Emergente para la Poltica

    Publica. In: Gestin y Poltica Pblica, v. 4, n. 1, Mxico, primer semestre de 1995.

    OLIVEIRA, Djalma de P. R. Planejamento estratgico: conceitos, metodologia,

    prticas. So Paulo: Atlas, 1988.

    Referncias Complementares

    MATUS, Carlos. Poltica planejamento e governo. Braslia: IPEA, 1996.

    OLIVEIRA, Jos A. P. Desafios do planejamento em polticas pblicas: diferentes

    vises e prticas. In: RAP, Rio de Janeiro, n. 40, v. 1, p. 273-88, mar/abr, 2006.

    Disciplina 7 O Estado e os Problemas Contemporneos

    Objetivo

    O objetivo desta disciplina , a partir da anlise do contexto brasileiro atual, colocar em

    destaque problemas de natureza poltica, social e econmica cujo equacionamento no poder

  • 13

    ocorrer sem uma ativa participao do Estado; seja por intermdio de polticas pblicas

    focalizadas, seja atravs da gerao de um ambiente que permita um processo de negociao

    mais adequado entre os atores com eles envolvidos.

    Uma questo a tratar o processo, que parece estar ocorrendo, de crescente apropriao do

    pblico pelo privado. Esclarecer as caractersticas desse processo e evidenciar os

    procedimentos envolvidos, a partir da considerao desse tipo de problemas, um dos

    objetivos da disciplina.

    Ementa

    Problemas de cunho socioeconmico, como os relacionados distribuio de renda e riqueza;

    gerao de trabalho e renda; incluso social; realizao de reformas; ao aumento da

    transparncia e da participao popular, sero, muito provavelmente, priorizados. As

    trajetrias das polticas pblicas concernentes a esses problemas, e os efeitos da incluso da

    agenda neoliberal no seu processo de elaborao, sero estudadas a partir dos instrumentos

    usualmente empregados para analisar a conjuntura: reformas e coalizes.

    Tema com abrangncia nacional, regional ou local definido pela Coordenao do

    Curso.

    Referncias Bsicas

    KLIKSBERG, Bernardo. Falcias e mitos do desenvolvimento social. So Paulo:

    Cortez; Braslia: UNESCO, 2001. Cap. 3 Como reformar o estado para enfrentar os

    desafios sociais do sculo XXI?, p. 69-103.

    ITUASSU Arthur; ALMEIDA Rodrigo (Org.) O Brasil tem jeito? Vol. 2: educao,

    sade, justia e segurana. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.

    Referncias Complementares

    INSTITUTO DNA BRASIL. 50 brasileiros param para pensar a vocao do pas.

    So Paulo: Instituto DNA Brasil, 2005.

    Disciplina 8 Indicadores Socioeconmicos na Gesto Pblica

    Objetivo

    O objetivo dessa disciplina a de sistematizar as noes bsicas e introduzir as

    potencialidades e limites da aplicao dos Indicadores nas diversas etapas do ciclo de

    formulao e avaliao de Polticas Pblicas no Brasil. Ao apresentar as diferentes fontes de

  • 14

    dados, pesquisas, relatrios sociais e stios de informao estatstica e indicadores procura-se

    oferecer aos estudantes os insumos bsicos para elaborao de diagnsticos socioeconmicos

    abrangentes que subsidiam a proposio de programas sociais, bem como permitir a

    construo de sistemas de indicadores que viabilizem o monitoramento contnuo da ao

    governamental.

    Ementa

    As atividades de formulao, monitoramento e avaliao de polticas pblicas vm

    requerendo, em nvel crescente, o uso de informaes estatsticas e indicadores referidos

    s diferentes reas de atuao governamental. Indicadores fornecem bases mais

    consistentes para justificar a demanda de recursos para um determinado projeto social a

    ser encaminhado a alguma instncia de governo ou agncia de fomento, para sustentar

    tecnicamente a relevncia dos programas especificados nos Planos Plurianuais ou para

    monitorar periodicamente os efeitos da ao governamental. Diagnsticos

    socioeconmicos com escopo abrangente e com detalhamento geogrfico adequado so

    insumos bsicos para orientar o planejamento governamental e para formulao de

    programas pblicos mais ajustados natureza e gravidade dos problemas sociais

    vivenciados. Sistemas de Monitoramento, por sua vez, contribuem para a gesto mais

    eficiente dos programas sociais. Enfim, os indicadores socioeconmicos so a base

    informacional de Diagnsticos para Programas Sociais e Sistemas de Monitoramento.

    Alm da aplicabilidade nas atividades inerentes gesto de polticas pblicas, nos

    ltimos anos, os indicadores vm sendo usados para conferir maior transparncia,

    accountability e controle social do gasto pblico. Os rgos de controle, como as

    controladorias e tribunais de contas, passaram a avaliar o desempenho dos programas e

    dos rgos pblicos com base no apenas na legalidade dos atos, mas nos indicadores

    de desempenho estabelecidos. Respondendo a essas demandas o IBGE, as agncias e

    departamentos de estatsticas dos Ministrios e vrias outras instituies pblicas vm

    produzindo e organizando um conjunto mais amplo de dados e indicadores sociais,

    econmicos e ambientais, disponibilizando-o em diferentes suportes e formatos como

    publicaes, CD-ROMs e aplicativos de consulta na Internet.

    Conceitos bsicos sobre Indicadores Sociais:

    Introduo histrica;

  • 15

    Indicadores Sociais: do conceito s medidas;

    Indicadores e os diagnsticos socioeconmicos;

    Principais Pesquisas e Fontes de Dados e de Indicadores Sociais;

    Principais produtores de dados e indicadores no Brasil;

    Os Censos Demogrficos;

    As Pesquisas Amostrais e Institucionais do IBGE;

    Registros Administrativos, Cadastros Pblicos e Dados de Programas;

    Introduo s fontes de dados e indicadores econmicos;

    Dados e Indicadores Econmicos;

    Principais boletins de conjuntura; e

    Principais pesquisas econmicas do IBGE.

    Referncias Bsicas

    FEIJ, C. et al. Para entender a conjuntura econmica. Barueri, Manole, 2008, p. 1-

    60.

    GUIMARES, J. R. S.; JANNUZZI, P. M. IDH Indicadores sintticos e suas

    aplicaes em polticas pblicas: uma anlise crtica. Revista Brasileira. Est. Urbanos e

    Regionais, Salvador, 7 (1):73-89, 2005.

    JANNUZZI, Paulo M. Indicadores Sociais: conceitos bsicos para uso na avaliao e

    formulao de polticas. Campinas: Alnea 2001, p.11-63.

    ______; CAVATI SOBRINHO, H. Informao econmica no Sistema Estatstico

    Brasileiro. Bahia Anlise & Dados, Salvador, v. 15, n. 1, p. 75-90, 2005.

    SANTAGADA, S. Indicadores sociais: uma primeira abordagem histrica.

    Pensamento Plural, Pelotas [01]: 113-142, julho/dezembro, 2007.

    Referncias Complementares

    CARDOSO, Regina L. S. Elaborao de indicadores de desempenho institucional e

    organizacional no setor pblico. So Paulo: CEPAM, 1999.

    CARLEY, Michael. Indicadores sociais: teoria e prtica. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

    CASTRO, M. H. Sistemas nacionais de avaliao e informaes educacionais. Revista

    So Paulo em Perspectiva, So Paulo, v. 14, n. 1, p. 121-128, 2000.

    DEDDECA, Cludio. Conceitos e estatsticas bsicas sobre mercado de trabalho. In:

    Oliveira, C. A. B. et al. Economia & Trabalho: textos bsicos. Campinas. Ed. Inst.

    Economia/UNICAMP, 1998.

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    GARCIA, R. C. Subsdios para organizar avaliaes da ao governamental.

    Planejamento e Polticas Pblicas, Braslia, 23-7:70,2001.

    HAKKERT, Ralph. Fontes de dados demogrficos. Belo Horizonte, ABEP, 1996.

    Disponvel em: . Acesso em: 22 jun. 2009.

    IBGE. Indicadores sociais municipais. Rio de Janeiro, 2002. Disponvel em:

    . Acesso em: 22 jun. 2009.

    ______. Sntese de Indicadores Sociais. Rio de Janeiro, 2007. Disponvel em:

    . Acesso em: 22 jun. 2009.

    ______. Indicadores de Desenvolvimento Sustentvel. Rio de Janeiro, 2006.

    Disponvel em: . Acesso em: 22 jun. 2009.

    IPEA. Boletim de Polticas Sociais. Braslia, 2006.

    ______. Objetivos de Desenvolvimento do Milnio: Relatrio Nacional de

    Acompanhamento. Braslia, 2005. Disponvel em: . Acesso em: 22

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    JANNUZZI, P. M.; GRACIOSO, L. A produo e a disseminao da informao

    estatstica pelas agncias estaduais no Brasil. Revista So Paulo em Perspectiva. So

    Paulo, v. 16, n. 3, p. 92-103, 2002.

    JANNUZZI, P. M. Indicadores para diagnstico, monitoramento e avaliao de

    programas sociais no Brasil. Revista do Servio Pblico. Braslia 56 (2): 137-160,

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    MENDONA, L. E.; SOUTO DE OLIVEIRA, J. Pobreza e desigualdade: repensando

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    MINISTRIO DA SADE. Indicadores de ateno bsica Sade. Braslia: RIPSA,

    2002.

    NAHAS, M. I. P. et al. Metodologia de construo do ndice de Qualidade urbana dos

    municpios brasileiros. Anais do XV Encontro Nacional de Estudos Populacionais.

    Caxambu, setembro de 2006. Disponvel em:

    .

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    PNUD. Relatrio do Desenvolvimento Humano. Lisboa, 2007. Disponvel em:

    . Acesso em: 22 jun. 2009.

    RATTNER, H. Indicadores sociais e planificao do desenvolvimento. 2007.

    Disponvel em: . Acesso em: 22 jun. 2009.

    ROCHA, S. Pobreza: do que se trata afinal. Rio de Janeiro: FGV, 2003, p. 43-76.

    SCANDAR, W. J.; JANNUZZI, P. M.; SILVA, P. L. N. Sistemas de indicadores ou

    indicadores sintticos: do que precisam os gestores de programas sociais? Bahia

    http://www.ipea.gov.br/

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    Anlise & Dados, Salvador, v. 17, n. 4, p. 1.191-1201, 2008.

    TORRES, H. G. Demografia urbana e polticas sociais. Rev. Bras. Est. Pop. So Paulo,

    v. 23, n. 1, p. 27-42, jan./jun. 2006.

    10.2. REA DE CONCENTRAO: GESTO PBLICA MUNICIPAL

    10.2 rea de Concentrao: Gesto Pblica Municipal

    Ord. Disciplina Carga horria

    1 Plano Diretor e Gesto Urbana 30

    2 Gesto Tributria 30

    3 Gesto de Redes Pblicas e Cooperao 30

    4 Gesto Democrtica e Participativa 30

    5 Gesto Logstica 30

    6 Elaborao e Avaliao de Projetos 30

    7 Processos Administrativos 30

    8 Metodologia Cientfica* 30

    9. Monografia* 30

    TOTAL DE HORAS DO MDULO 270

    Notas: * Programas em desenvolvimento sero alinhados ao material desenvolvido no mbito do PNAP.

    10.2.1 Ementas e Bibliografia de Gesto Pblica Municipal

    Disciplina 1 Plano Diretor e Gesto Urbana

    Ementa

    Introduo ao Planejamento: para que planejar as cidades? Histrico do planejamento no

    Brasil: expresso territorial da desigualdade. O quadro urbano atual. O novo marco legal e

    instrumentos para planejar os municpios com participao popular: Constituio Federal, o

    Estatuto da Cidade, Resolues do Conselho das Cidades. Constituio Estadual e Lei

    Orgnica Municipal. Planejamento participativo: construir cidades melhores e mais justas.

    Plano Diretor: A obrigatoriedade do Plano Diretor para os municpios; O que um Plano

    Diretor; Contedo e Processo de elaborao do Plano Diretor Participativo; Responsabilidade

    do Poder Pblico e da Sociedade Civil. Implementao do Plano Diretor: Divulgao,

  • 18

    Aplicabilidade, a reorganizao interna da prefeitura. Gesto integrada e participativa do

    plano: monitoramento e Reviso do Plano Diretor.

    Referncias

    CYMBALISTA, Renato, SANTORO, Paula et al. Planejamento territorial e plano diretor

    participativo, 2005: Caixa: Polis/Ministrio das Cidades, 2005. Disponvel em:

    . Acesso em: 26 jun. 2009.

    ESTATUTO DA CIDADE. Disponvel em: . Acesso

    em: 26 jun. 2009.

    GONDIM, Linda (Org.). Plano diretor e o municpio: novos tempos, novas prticas. Rio de

    Janeiro: IBAM, 1990.

    MARICATO, Ermnia. Sociedades Desiguais, cidades desiguais. In: BRASIL, cidades:

    alternativas para a crise urbana. Petrpolis, Vozes, 2001.

    MINISTRIO DAS CIDADES. Os vereadores no processo de elaborao dos planos

    diretores participativos. Cartilha. Disponvel em: . Acesso em: 2 fev.

    2009.

    ______. Kit da campanha Plano Diretor Participativo, cidade de Todos. Disponvel em:

    . Acesso em: 2

    fev. 2009.

    OBSERVATRIO DAS METRPOLES. Abrao da Paz. Disponvel em:

    . Acesso em: 26 jun. 2009.

    PINHEIRO, Otilie Macedo. Estatuto da cidade, o jogo tem novas regras. Cartilha. Belo

    Horizonte: CREA-MG, 2002. Disponvel em: . Acesso em: 2 fev. 2009.

    PINHEIRO, Otilie Macedo (Coord.). Acesso terra urbanizada: implementao de planos

    diretores e regularizao fundiria plena.Florianpolis: UFSC, Ministrio das Cidades, 2008.

    PORTELA Eulalia Andra Mendes et al. Planos diretores urbanos: limites dos instrumentos e

    desafios para a gesto urbana. In: Anais do Seminrio Internacional Gesto da terra

    urbana e habitaes de interesse social. Campinas: FAU-PUC Campinas Laboratrio do

    Habitat/Instituto Plis/Lincoln Institute of Land Policy, 2000. (CD-ROM).

    RIBEIRO, L. C. Q.; CARDOSO, A. L. Plano diretor e a gesto democrtica da cidade. In:

    Reforma urbana e gesto democrtica: promessas e desafios do Estatuto da Cidade. Rio de

    Janeiro: Revan, Fase, 2003.

    ROLNIK, Raquel et al. Estatuto da cidade: guia para implementao pelos municpios e

    cidados. 2. ed. Braslia: Cmara dos Deputados, Coordenao de Publicaes, 2002.

    Disponvel em: . Acesso em: 2

    fev. 2009.

    http://www.estatutodacidade.org.br/

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    ROLNIK, Raquel; CYMBALISTA Renato; NAKANO, Kazuo. Solo urbano e habitao de

    interesse social: a questo fundiria na poltica habitacional e urbana do pas. So Paulo:

    Plis. Disponvel em: . Acesso em: 26 jun. 2009.

    ROLNIK, Raquel; PINHEIRO, Otilie (Orgs). Plano diretor participativo:

    guia para elaborao pelos municpios e cidados. Braslia: Ministrio das Cidades; Confea,

    2005. Disponvel em:

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    DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. So Paulo: Atlas, 2000.

    FABRETTI, L. C. Prtica tributaria da micro e pequena empresa. So Paulo: Atlas, 2003.

    HARADA, Kiyoshi. Direito tributrio municipal: sistema tributrio municipal. So Paulo:

    Atlas, 2005.

    MEIRELLES, Ely Lopes. 1993. Direito Municipal Brasileiro. So Paulo, Malheiros, 2002.

    OLIVEIRA, Regis Fernandes de. Receitas No Tributrias: taxas e preos pblicos. So

    Paulo: Malheiros, 2003.

    PAULSEN, Leandro. Impostos: Federais, Estaduais e Municipais. So Paulo: Livraria do

    Advogado, 2004.

    TRRES, Heleno Taveira (Coord.). Leis Complementares em Matria Tributria. So

    Paulo: Manole, 2003.

    Disciplina 3 Redes Pblicas de Cooperao Local

    Ementa

    Desenvolvimento regional. Conceito e organizao de redes. Estrutura, funcionamento e

    propriedades das redes. A colaborao entre estados e prefeituras para buscar ao grupal com

    vistas ao desenvolvimento sustentvel, preservao ecolgica, ao respeito cultural e

    equidade social. A transmisso do capital social (ou doenas transmissveis) nas redes

    comunitrias. A estrutura ou a arquitetura mais eficiente para uma rede de organizaes.

    Consrcios intermunicipais. Casos de redes estaduais e municipais. Alianas e parcerias.

    Concesses. PPPs. Consrcios.

    Referncias Bsicas

    BAKER, Wayne. The network organization in theory and practice. In: NOHRIA, Nitin;

    ECCLES, Robert G. (Ed.) Networks and organizations: structure, form, and action. Boston,

    Massachusetts: Harvard Business School Press, 1992, p. 397-429.

    CASSIOLATO, J. E.; LASTRES, H. M. M. (Coords.). Arranjos produtivos locais e as

    novas polticas de desenvolvimento industrial e tecnolgico. Rio de Janeiro: UFRJ, 2000.

    MEYER-STAMER, Jrg. Estratgias de desenvolvimento local e regional: clusters, polticas

    de localizao e competitividade sistmica. Fundao Friedrich Ebert Stiftung. Policy

    Paper, n. 28, setembro de 2001, So Paulo, 2001.

    MILES, Raymond E.; SNOW, Charles C. Network organizations: new concepts for new

    forms. In: California management review. California, vol. XXVIII, n. 3, p. 62-73, spring

    1986.

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    TEIXEIRA, Francisco (Org). Gesto de Redes de Cooperao Interempresariais. So Paulo:

    Casa da Qualidade, 2004.

    Disciplina 4 Gesto Democrtica e Participativa

    Ementa

    Fundamentos filosficos, polticos e legais da gesto democrtica no municpio. Processos e

    mecanismos da gesto democrtica e participativa: plebiscito, referendo, leis de iniciativa

    popular, Conselhos Municipais. Relaes da administrao pblica com os Conselhos

    Municipais. Metodologias de interveno/participao dos Conselhos Municipais, instituies

    e movimentos sociais no planejamento municipal, com destaque para o oramento. Discutir o

    significado da poltica de controle social, em articulao direta com as instncias de

    participao popular: Conselhos Municipais com Conselhos Populares. Compreender o papel

    dos instrumentos de controle ditos oficiais: Tribunal de Contas e Ministrio Pblico,

    detalhando suas funes e definindo estratgias de atuao da gesto transparente das polticas

    pblicas de Estado, para, consequentemente, estabelecer uma melhoria da prtica e do

    exerccio do controle social.

    Referncias Bsicas

    ARANTES, Rogrio Bastos. Direito e Poltica: o Ministrio Pblico e a defesa dos direitos

    coletivos. In: Rev. Brasileira de Cincias Sociais, v. 14, n. 39, So Paulo, fev. 1999.

    AVRITZER, Leonardo. Sociedade civil, instituies participativas e representao: da

    autorizao legitimidade da ao. In: Dados, v. 50, n. 3, Rio de Janeiro, 2007.

    ______. Instituies participativas e desenho institucional: algumas consideraes sobre a

    variao da participao no Brasil democrtico. In: Opinio Pblica , v. 14, n. 1, Campinas

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    AVRITZER, Leonardo. Reforma Poltica e Participao no Brasil. Belo Horizonte: Editora

    da UFMG, 2006.

    AZEVEDO, Srgio de; PRATES, Antonio Augusto. Planejamento participativo, movimentos

    sociais e ao coletiva. In: Cincias Hoje, So Paulo: ANPOCS/Vrtice, 1991.

    BAQUERO, Marcello. Cultura poltica participativa e des-consolidao democrtica:

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    DINIZ, Eli. Governabilidade, democracia e reforma do Estado: os desafios da construo de

    uma nova ordem no Brasil dos anos 90. In: DINIZ, Eli; AZEVEDO, Srgio de. (Org.).

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    LAMOUNIER, Bolivar; SOUZA, Amauri de. Democracia e reforma institucional no Brasil:

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    SOUZA, Celina. Construo e Consolidao de Instituies Democrticas: papel do

    oramento participativo. In: So Paulo em Perspectiva, dez 2001, vol. 15, n. 4, p. 84-97.

    WAMPLER, Brian. A difuso do Oramento Participativo brasileiro: "boas prticas" devem

    ser promovidas? In: Opinio Pblica, vol. 14, n. 1, Campinas, jun. 2008.

    Referncias Complementares

    BRASIL. Lei n 4.320/1964. Disponvel em:

    . Acesso em: 26 jun. 2009.

    ______. Lei Complementar n 101/2000. Disponvel em: <

    http://www3.dataprev.gov.br/sislex/paginas/43/2000/101.htm>. Acesso em: 26 jun. 2009.

    ______. Lei n 10.180/2001. Disponvel em: < http://www.marco.artigo19.org/node/55>.

    Acesso em: 26 jun. 2009.

    ______. Lei no 10.933, de 11 de Agosto de 2004. Lei do PPA municipal. Disponvel em: <

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10.933.htm>. Acesso em: 26

    jun. 2009.

    ______. Presidncia da Repblica. Casa Civil. Decreto n 5.970, de 25 de maio de 2006.

    Disponvel em: . Acesso em: 26 jun. 2009.

    ______. Lei de Diretrizes Oramentrias. Disponvel em: <

    http://www.tesouro.fazenda.gov.br/siafi/atribuicoes_01_02.asp>. Acesso em: 26 jun. 2009.

    http://www3.dataprev.gov.br/sislex/paginas/43/2000/101.htmhttp://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2010.933-2004?OpenDocument

  • 23

    ______. Lei Oramentria Anual do municpio. Disponvel em: <

    http://www.tesouro.fazenda.gov.br/siafi/atribuicoes_01_03.asp>. Acesso em: 26 jun. 2009.

    ______. Lei Orgnica do Municpio: dispositivos sobre tributao e oramento. Disponvel

    em: . Acesso em: 26 jun. 2009.

    CARDOSO, Fernando Henrique. Autoritarismo e Democratizao. 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e

    Terra, 1975.

    FREITAS, Mrio S. N. Uma releitura do oramento pblico sob uma perspectiva histrica. In:

    Bahia Anlise e Dados. Salvador, vol. 12, n. 4, p. 9-24, maro, 2003.

    GARCIA, Ronaldo C. Subsdios para Organizar as Avaliaes da Ao Governamental.

    Braslia: IPEA, 2001. [Texto para Discusso n. 776].

    ARRETCHE, Marta. Federalismo e Polticas Fiscais no Brasil: problemas de coordenao e

    autonomia. In: So Paulo em Perspectiva, 18(2), 2004, p. 17-26. Disponvel em:

    . Acesso em: 26 jun. 2009.

    MARSHALL, T. H. Cidadania, Classe Social e Status. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1967.

    MINISTRIO DAS CIDADES. Conselhos Municipais. Orientaes para a criao dos

    Conselhos Municipais. Disponvel em: . Acesso em: 26 jun. 2009.

    SILVA, M. Z.; TOSI, A.; TATAGIBA, L. OLIVEIRA, B. P. C. Perfil dos Conselheiros da

    Prefeitura Municipal de Vitria (1984-2003). In: SILVA, Marta Z.; BRITO, Jr., Bajonas T.

    (Org.). Participao Social na Gesto Pblica: olhares sobre as experincias de Vitria-ES.

    So Paulo: ANNABLUME, 2009, p. 99.

    Disciplina 5 Gesto Logstica

    Ementa

    Introduo Logstica. Caracterizao das Atividades Primrias e Secundrias da Logstica.

    Nvel de Servio Logstico. Gesto de Compras. Gesto de Estoques. Processo de Negociao

    com Fornecedores.

    Referncias Bsicas

    ARNOLD, J. R. Tony. Administrao de materiais. So Paulo: Atlas, 2002.

    BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento,

    organizao e logstica empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2001.

    BOWERSOX, D. J. CLOSS, D. J. Logstica Empresarial: o processo de integrao da cadeia

    de suprimento. So Paulo: Atlas, 2001.

    CHRISTOPHER, Martin. O Marketing da Logstica. So Paulo: Futura, 1999.

  • 24

    DIAS, Marcos Aurlio P. Administrao de Materiais. So Paulo: Atlas, 1996.

    MARTINS, Petrnio Garcia; ALT, Paulo Renato Campos. Administrao de Materiais e

    Recursos Patrimoniais. So Paulo: Saraiva, 2002.

    NOVAES, Antnio Galvo. Logstica e Gerenciamento da Cadeia de Distribuio:

    Estratgia, Operao e Avaliao. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2001.

    VIANA, Joo Jos. Administrao de Materiais: um enfoque. So Paulo: Atlas, 2001.

    Referncias Complementares

    ARAJO, J. S. de. Almoxarifados: administrao e organizao. So Paulo: Atlas, 1981.

    ______. Administrao de materiais. So Paulo: Atlas, 1997.

    ______. Administrao de compras e armazenamento. So Paulo: Atlas, 1998.

    BALLOU, Ronald H. Logstica Empresarial. So Paulo. Atlas, 1993.

    BRASIL. Constituio da Republica Federativa do Brasil (CF/88). So Paulo: Editora

    Revista dos Tribunais, 2005.

    ______. Lei de Licitaes n 8.666/93. So Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2005.

    ______. Lei n 101/2000, de Responsabilidade Fiscal (CF/88). So Paulo: Editora Revista dos

    Tribunais, 2005.

    DIAS, M. A. P. Administrao de materiais: uma edio compacta. So Paulo: Atlas, 1996.

    ______. Administrao de materiais: uma abordagem logstica. So Paulo: Atlas 1998.

    GIACOMONI, James. Oramento Pblico. So Paulo: Atlas, 2003.

    KOHAMA, Heilio. Contabilidade Pblica: teoria e prtica. So Paulo: Atlas, 2003.

    SILVA, Lino Martins da. Manual de Contabilidade Pblica: um Enfoque Administrativo .

    So Paulo: Atlas, 2004.

    ROSA, Mrcio Fernando Elias. Direito administrativo. So Paulo: Saraiva, 2006.

    VIANA, Joo Jos. Administrao de materiais. So Paulo: Atlas, 2002.

    Disciplina 6 Elaborao e Avaliao de Projetos

    Ementa

    Compreender como e em quais contextos a elaborao e estruturao de projetos contribuem

    para gesto pblica municipal e desenvolvimento local. Construir os conceitos e indicar

  • 25

    algumas ferramentas existentes para elaborao de projetos. Discutir qual a utilidade e em

    qual contexto o projeto deve ser estruturado. Apontar as etapas de um projeto. Conhecer a

    lgica interna e discutir as consistncias pertinentes ao projeto. O papel do gestor municipal, a

    gesto, o monitoramento, a avaliao, a concluso de um projeto e os encaminhamentos a

    serem realizados em seu trmino.

    Referncias Bsicas

    ARMANI, Domingos. Como Elaborar Projetos? Guia Prtico para Elaborao e

    Gesto de Projetos Sociais. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2000.

    BROSE, Markus. Introduo moderao e ao mtodo ZOPP. Recife: GTZ, 1993.

    COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliao de projetos sociais. 3. ed.

    Petrpolis: Vozes, 2001.

    DROR, Yehezkel. A Capacidade para governar: informe ao Clube de Roma.

    Traduo Carolina Andrade. So Paulo: FUNDAP, 1999.

    GTZ. Planejamento de Projeto Orientado por Objetivos: mtodo ZOPP. Recife:

    GTZ/ SUDENE/IICA, 1993.

    HUERTAS, Franco. O mtodo PES: entrevista com Matus. So Paulo: FUNDAP,

    1996.

    MATUS, Carlos. Adeus, senhor presidente: Governantes e Governados. So Paulo:

    FUNDAP, 1996.

    ______. Estratgias Polticas: Chimpanz, Maquiavel e Gandhi. Traduo Giselda

    Barroso Sauveur. So Paulo, FUNDAP, 1996.

    MELNICK, Julio. Manual de projetos de desenvolvimento econmico (Naes

    Unidas). Rio de Janeiro: Unilivros, 1981.

    Disciplina 7 Processos Administrativos

    Ementa

    Abordagens conceituais sobre processos; organizaes e suas mltiplas configuraes; tipos

    de organizao e suas respectivas orientaes para processos; critrios de interdependncia

    (vises: tradicional, contempornea e inovadora); organizaes pblicas e suas configuraes.

    Identificao de processos; ferramentas para identificao e mapeamento de processos;

  • 26

    padres para fluxogramao; metodologia para mapeamento de processos; a importncia do

    fator documentao e a necessidade de capacitao e qualificao de pessoas.

    Bibliografia Bsica

    MINTZBERG, H. Criando Organizaes Eficazes: estruturas em cinco configuraes. So

    Paulo; Atlas, 1995.

    ROBBINS, S. P. O Processo Administrativo: integrando teoria e prtica. So Paulo; Atlas,

    1981;

    Bibliografia Complementar

    HARVARD B. R. Processo decisrio: os melhores artigos da Harvard Business Review. Rio

    de Janeiro: Elsevier, 2006;

    MATIAS-PEREIRA, J. Manual de gesto pblica contempornea. So Paulo: Atlas, 2008;

    MORGAN, G. Imagens da organizao. So Paulo: Atlas, 1996.

    NADLER, D. Arquitetura organizacional: a chave para a mudana empresarial. Rio de

    Janeiro: Campus, 1993.

    ROBBINS, S. P. Administrao: mudanas e perspectivas. So Paulo: Saraiva, 2005;

    RUMMLER, G. A. BRACHE, A. P. Melhores desempenhos das organizaes: uma

    abordagem prtica para transformar organizaes atravs da reengenharia. So Paulo: Makron

    Books, 1994.