84

ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

  • Upload
    linnea

  • View
    67

  • Download
    11

Embed Size (px)

DESCRIPTION

ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS. Ordem dos Advogados do Brasil Seção de São Paulo Santos – Junho de 2011. nomenclatura. - PowerPoint PPT Presentation

Citation preview

Page 1: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 2: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

Ordem dos Advogados do BrasilSeção de São Paulo

Santos – Junho de 2011

Page 3: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

NOMENCLATURA

• deficiência - toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano;

• incapacidade - uma redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social, com necessidade de equipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida.

Page 4: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

NOMENCLATURA

• doença – qualquer desvio ou interrupção da estrutura ou função normal de qualquer parte, órgão ou sistema do organismo, que se manifesta por um conjunto característico de sintomas e sinais e cuja etiologia, patologia e prognóstico podem ser conhecidos ou desconhecidos (Dorland, 1997)

• síndrome – um grupo de sintomas que ocorrem em conjunto; a soma de sinais de qualquer estado mórbido; um complexo de sintomas (Dorland, 1997)

Page 5: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

NOMENCLATURA

• Escola, por definição é o lugar de transmissão de um patrimônio cultural (Deheinzelin).

• Escola é o espaço de construção, de sistematização, de apropriação e de socialização do conhecimento.

Page 6: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

NOMENCLATURA

• portador de deficiência?

• tem deficiência

• é deficiente

• portador de autismo?

• é autista

• tem autismo

• deficiência mental?

• deficiência intelectual

Page 7: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DEFICIÊNCIAS

• deficiência física

• deficiência auditiva

• deficiência visual

• deficiência intelectual

• deficiência múltipla

Page 8: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO

• Autismo Infantil

• Autismo Atípico• (psicose infantil atípica, retardo mental com características autísticas)

• Síndrome de Rett

• Outro Transtorno Desintegrativo da Infância

• Transtorno de Hiperatividade associado a retardo mental e movimentos estereotipados

• Síndrome de Asperger

• Outros Transtornos Invasivos do Desenvolvimento

• Transtorno Invasivo do Desenvolvimento Não Especificado.

Page 9: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

AS DEFICIÊNCIAS EM DIFERENTES ÉPOCAS

estatueta dos Olmecas, tribo que habitou a região do golfo do México entre 1500 AC e 300 DC

Page 10: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

AS DEFICIÊNCIAS EM DIFERENTES ÉPOCAS

• em Esparta, crianças portadoras de deficiências físicas ou mentais eram consideradas sub-humanas o que legitimava sua eliminação ou abandono.

• a prática da “exposição” (abandono à inanição) foi admitida por Platão (428 a. C.)

Page 11: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

AS DEFICIÊNCIAS EM DIFERENTES ÉPOCAS

• Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.), filósofo grego, foi discípulo de Platão e autor de vários tratados sobre lógica, política, história natural e física

• para Aristóteles, a ”exposição” seria admissível até mesmo para filhos normais, em nome do equilíbrio demográfico, numa posição coerente com as ideias da Política

Page 12: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

AS DEFICIÊNCIAS EM DIFERENTES ÉPOCAS

• o tratamento dispensado aos deficientes mentais e outras pessoas excepcionais começa a se modificar com a difusão do Cristianismo na Europa

• Santo Agostinho, que se batizou

em 387, argumentou que os

eventuais pecados dos pais não

eram, de forma alguma,

responsáveis pelo nascimento

de crianças deficientes

Page 13: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

AS DEFICIÊNCIAS EM DIFERENTES ÉPOCAS

• Martin Lutero (1483-1546), o grande reformista social, iniciou o movimento da Reforma em 1517 ao publicar suas 95 teses

• Lutero pregava a morte pelo fogo da criança deficiente e sua mãe, por suas relações impróprias com o demônio: de que outra forma se poderia explicar o nascimento de uma criança tão deformada?

Page 14: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

AS DEFICIÊNCIAS EM DIFERENTES ÉPOCAS• a Idade Média não se notabilizou por

sua humanidade e delicadeza

• o movimento denominado Inquisição, que pode ser considerado como o movimento fundamentalista cristão, foi oficializado em 1231 e perdurou até os meados do século XVIII. A tortura como método para se obter a “verdade” dos suspeitos de heresia foi oficializada pelo Papa em 1252.

• calcula-se que a Inquisição tenha levado à morte cerca de 350000 pessoas na Europa

• no auge do movimento, entre 1450 e 1700, estima-se que 20000 pessoas foram queimadas vivas

Page 15: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DEFICIÊNCIAS

• De acordo com a ONU existem no mundo cerca de 610 milhões de pessoas com deficiências

• Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% dos brasileiros – aproximadamente 17 milhões de pessoas – têm algum tipo de deficiência

• Dados do Censo 2000 (IBGE) 24.6 milhões de brasileiros tem algum tipo de deficiência (14,5% da população)

Page 16: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

TIPOS DE DEFICIÊNCIAS NO BRASILmental50,0%

visual5,0%

múltipla10,0%

auditiva15,0%

física20,0%

Page 17: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

• No Capítulo III, Da Educação, da Cultura e do Desporto, artigo 205 a Constituição prescreve em seu art. 208, que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: [...]”atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”.

Page 18: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

• No Capítulo III, Da Educação, da Cultura e do Desporto, artigo 205 a Constituição prescreve em seu art. 208, que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: [...]”atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”.

Page 19: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

• No Capítulo III, Da Educação, da Cultura e do Desporto, artigo 205 a Constituição prescreve em seu art. 208, que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: [...]”atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”.

Page 20: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

LDB/1996 • na LDB/1996 (art. 58 e seguintes) consta que a

substituição do ensino regular pelo ensino especial é possível.

• a LDB/1996, que diferencia a educação com base em condições pessoais do ser humano, no caso a deficiência, admitindo a substituição do direito de acesso à educação pelo atendimento ministrado apenas em ambientes “especiais”.

Page 21: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

LDB/1996 • na LDB/1996 (art. 58 e seguintes) consta que a

substituição do ensino regular pelo ensino especial é possível.

• a LDB/1996, que diferencia a educação com base em condições pessoais do ser humano, no caso a deficiência, admitindo a substituição do direito de acesso à educação pelo atendimento ministrado apenas em ambientes “especiais”.

Page 22: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DECRETO 3298 20-12-1999• art. 24. Os órgãos e as entidades da administração Pública Federal direta e indireta

responsáveis pela educação dispensarão tratamento prioritário e adequado aos assuntos objeto deste Decreto, viabilizando, sem prejuízo de outras, as seguintes medidas:

• 1- a matrícula compulsória em cursos regulares de estabelecimentos públicos e particulares de pessoa portadora de deficiência capazes de se integrar na rede regular de ensino;

• 2- a inclusão, no sistema educacional, da educação especial como modalidade de educação escolar que permeia transversalmente todos os níveis e as modalidades de ensino;

Page 23: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DECRETO 3298 20-12-1999• 3- a inserção, no sistema educacional, das escolas ou instituições

especializadas públicas e privadas;

• 4- a oferta, obrigatória e gratuita, da educação especial em estabelecimentos públicos de ensino;

• 5- o oferecimento obrigatório dos serviços de educação especial ao educando portador de deficiência em unidades hospitalares e congêneres nas quais esteja internado por prazo igual ou superior a um ano;

• 6- o acesso de aluno portador de deficiência aos benefícios conferidos aos demais educandos, inclusive material escolar, transporte, merenda escolar e bolsas de estudo

Page 24: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DECRETO 3298 20-12-1999

• entende-se por educação especial, para os efeitos deste Decreto, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para educando com necessidades educacionais especiais, entre eles o portador de deficiência.

Page 25: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DECRETO 3298 20-12-1999

• entende-se por educação especial, para os efeitos deste Decreto, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para educando com necessidades educacionais especiais, entre eles o portador de deficiência.

Page 26: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DECRETO 3298 20-12-1999

• entende-se por educação especial, para os efeitos deste Decreto, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para educando com necessidades educacionais especiais, entre eles o portador de deficiência.

Page 27: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

típicos

comdeficiência

modelo discreto

Page 28: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

modelo contínuo

Page 29: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

modelo contínuo

Page 30: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

QI: curva de distribuição da população geral

Page 31: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

RETARDO MENTAL (CID 10)

• F 70 - F 79• F 70 retardo mental leve

• QI entre 50 - 69

• F 71 retardo mental moderado

• QI entre 35 - 49

• F 72 retardo mental severo

• QI entre 20 - 34

• F 73 retardo mental profundo

• QI abaixo de 20

• F 78 outro retardo mental

• F 79 retardo mental não especificado

Page 32: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

85% LEVE

10% MODERADO

3% SEVERO

2% PROFUNDO

Page 33: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

SÍNDROME DE DOWN

Page 34: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

trissomia 21

Page 35: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

INCIDÊNCIA SÍNDROME DE DOWN

• incidência estimada em 1:800/1000 nascidos vivos e a prevalência de 1:2000/3000 (Zellweger (1977)

• incidência na Inglaterra estimada em 1,05 a 1,51:1000 nascidos vivos (Stelle, 1996)

• uma possível prevalência menor entre a raça negra não foi comprovada (Christianson e colaboradores, 1995)

Page 36: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DM /Prejuízo funcional

Hipotonia

Baixa estatura

Odontológicas

Auditivas

Oftalmológicas

Nutricionais

Dermatológicas

Psiquiátricas

Neurológicas

Cardiovasculares

Hematológicas

Endocrinológicas

Gastrenterológicas

Músculo-esqueléticas

100%

100%

100%

Page 37: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

FUNÇÕES INTELECTUAIS

• O QI médio para a população em geral é de 100. Pessoas com síndrome de

Down apresentam um QI de 25 a 80, com uma pontuação média de 50.

• Avaliação de 2750 indivíduos com SD (Moore, 1973) demonstrou 2 com QI

acima de 85 e 7 com QI entre 70 – 80

• Boa parte dos estudos publicados apontam níveis do QI variando entre

20 – 80.

Page 38: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

Número idade Série QI_t QI_v QI_e

22 6 1ºano 59 60 66

44 7 1ºano 52 52 60

35 7 1ºano 57 55 67

36 7 1ºano 67 64 76

39 7 1ºano 53 52 63

45 6 1ºano Recusou-se a fazer

43 6 1ºano Não fala

33 7 1ºano Não fala e não compreende

29 7 2ºano 58 57 66

40 7 2ºano 58 56 67

48 8 2ºano 50 50 57

37 8 2ºano 50 48 53

46 7 2ºano Quase não fala

61 7 2ºano Não compreendeu as instruções

60 9 3ª 55 55 63

62 10 3ª 50 46 45

34 10 3ª Não compreendeu as instruções

23 12 3ª Não fala

24 11 4ª 50 46 45

32 11 4ª 50 48 45

25 11 4ª 50 46 45

59 12 4ª 50 45 45

28 16 4ª 50 45 45

Legenda: QIV = QI Verbal; QIE = QI de Execução; QIT = QI Total.QI 23 pessoas com síndrome de Down, idades 6 – 16 anos (Cintia Perez)

Número idade Série QI_t QI_v QI_e

22 6 1ºano 59 60 66

44 7 1ºano 52 52 60

35 7 1ºano 57 55 67

36 7 1ºano 67 64 76

39 7 1ºano 53 52 63

45 6 1ºano Recusou-se a fazer

43 6 1ºano Não fala

33 7 1ºano Não fala e não compreende

29 7 2ºano 58 57 66

40 7 2ºano 58 56 67

48 8 2ºano 50 50 57

37 8 2ºano 50 48 53

46 7 2ºano Quase não fala

61 7 2ºano Não compreendeu as instruções

60 9 3ª 55 55 63

62 10 3ª 50 46 45

34 10 3ª Não compreendeu as instruções

23 12 3ª Não fala

24 11 4ª 50 46 45

32 11 4ª 50 48 45

25 11 4ª 50 46 45

59 12 4ª 50 45 45

28 16 4ª 50 45 45

Legenda: QIV = QI Verbal; QIE = QI de Execução; QIT = QI Total.QI 23 pessoas com síndrome de Down, idades 6 – 16 anos (Cintia Perez)

Page 39: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

Avaliação G. G. M.C., 16 anos

WiscQI Total: 59 / percentil 0,3QI Execução 45 / percentil <0,1QI Verbal: 78 / percentil 7

Comp. Verbal: 80 / percentil 9 Org. Percep.: 48 / percentil <0,1 Resist. Dist: 70 / percentil 2 Veloc. Process.: 68 / percentil 2

TDE – Teste de desempenho escolarClassificação: média para sua faixa etária

MemóriaImediata – abaixo da médiaTardia – abaixo da médiaVerbal – aprendizado por repetição – abaixo da médiaVisual – média

Page 40: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 41: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

Escola Avaliação

Page 42: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

SÍNDROME DE RETT

Page 43: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

GRAU DE SEVERIDADE NA SÍNDROME DE RETT

crescimento craniano diminuído

regressão por volta dos 12 meses

forma clássica

desenvolvimento lento

alterações do tomo

distúrbios do sono

anormalidades respiratórias

movimentos involuntários

convulsões

severo leve

mod. Kerr, 2004

Page 44: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 45: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

ESTUDO DO OLHAR COM INTENÇÃO COMUNICATIVA E VOCABULÁRIO RECEPTIVO DE MENINAS COM SÍNDROME DE RETT ATRAVÉS DO INSTRUMENTO EYEGAZE (AMOROSINO, C. E SCHWARTZMAN, J.S. 2006)

• estudadas 14 meninas com a forma clássica da SR

• idades entre 6 e 14 anos

• grupo controle:

• 22 meninas com idades de 2 a 6 anos, 4 de cada idade

Page 46: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

Estudo do olhar com intenção comunicativa e vocabulário receptivo de meninas com síndrome de Rett através do instrumento eyegaze (Amorosino, C. e Schwartzman, J.S. 2006)

• estudadas 14 meninas com a forma clássica da SR

• idades entre 6 e 14 anos

• grupo controle:• 22 meninas com idades de 2 a 6 anos, 4 de cada idade

Page 47: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

Estudo do olhar com intenção comunicativa e vocabulário receptivo de meninas com síndrome de Rett através do instrumento eyegaze (Amorosino, e Schwartzman,, 2006)

• método:

• teste de vocabulário por imagens Peabody – TVIP computadorizado (Capovilla et al., 1997)

• teste de vocabulário receptivo com fotos coloridas – TVRF (Nikaedo et al., 2005)

Page 48: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

prancha da versão computadorizada TVIP

Page 49: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 50: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 51: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 52: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

AUTISMO INFANTIL

Page 53: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

INTERAÇÃO SOCIAL

COMPORTAMENTO COMUNICAÇÃO

Page 54: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

transtornos do espectro do autismo

autismoAsperger

TISOE

Page 55: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

EPIDEMIOLOGIA

• prevalência

• TGD 4 a 5:10 000 (1989)

• TGD 3:1000 a 6:1000 (2005)

• autismo 1.3:1000

• 1:160!!!

• ocorrência em irmãos estimada em 2%-3% (4,5%!) :

50 a 100 vezes maior do que na população geral

• incidência maior em meninos 4:1

Page 56: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 57: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 58: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 59: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 60: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 61: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 62: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 63: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

Espectro das Desordens Autisticas (Lorna Wing)

Inviabilid

ade f

etal

Retardo grav

e + au

tismo

Autismo Autis

mo alto fu

ncionam

ento

Asperg

er

TGDSOE

Page 64: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

PARALISIA CEREBRAL

Page 65: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 66: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 67: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 68: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 69: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 70: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 71: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 72: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 73: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 74: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 75: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 76: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

DEFICIÊNCIAS E TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO

• intensidade de apoio necessário:

• perfil dos prejuízos presentes• grau de comprometimento funcional

• comprometimentos adicionais• comprometimento intelectual

Page 77: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

Continuum de serviços educacionais modificado de Beirne-Smith et al., 1998

exclusivamente classe regular

escola regular com suporte

escola regular com sala de recursos

exclusivamente sala de recursos de escola regular

escola especial

educação domiciliar

colocação institucional

Page 78: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 79: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 80: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS
Page 81: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

CONCLUSÕES

• a Inclusão escolar é um processo benvindo, irreversível e necessário

• a Inclusão não deve significar todos no mesmo lugar, mas sim todos no melhor lugar

• a Inclusão deve respeitar a diversidade das pessoas, oferecendo o mais abrangente leque de opções

• a Inclusão não pode ser utilizada como instrumento de uma ideologia que não leve em conta o que é melhor para os “incluídos”

Page 82: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

CONCLUSÕES

• a Inclusão não pode impedir, às pessoas com deficiência ou aos seus responsáveis, o exercício do direito de optar pelo que lhes parece melhor

• aos indivíduos com deficiência que podem se manifestar, deve-se dar voz, pois eles, melhor do que ninguém, podem escolher o que lhes parece melhor

• lamentavelmente, pelos deficientes intelectuais, alguém falará por eles

Page 83: ENTENDENDO DIREITO AS DEFICIÊNCIAS

direito

=obrigação?