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Evide evolucao[1]

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Text of Evide evolucao[1]

  • 1. Evidncias da Evoluo

2. Explicaes para diversificao Creacionismo Ato sobrenatural Gerao espontnea Vida matria bruta Transmutao Uma espcie da origem a outra fixismo 3. A Criao de Ado , de Michelangelo 4. ESTUDO DAS SIMILARIDADES E DAS DIFERENAS Anatomia Comparada 5. conceito A anatomia comparada enfatiza a diferena entre estruturashomloga se estruturasanlogas. 6. ESTRUTURAS HOMLOGASSO AS QUE TM CARACTERISTICAS EM COMUM, MAS REALIZAM FUNOES DIFERENTES. APRESENTAM A MESMA ORIGEM EMBRIONRIA. ESTRUTURAS SSEAS HOMLOGAS Airradiao adaptativacaracterizada pela diferenciao de organismos a partir de um ancestral comum. Dando origem a vrios grupos diferentesadaptados a explorar ambientes diferentes . 7. ESTRUTURAS ANLOGASrefere-se semelhana morfolgica entre estruturas, em funo de adaptao execuo da mesma funo , mas tem origem embrionria diferente . Avese insetos tem asas, mas no so parentes, apenas ocorre o fenmeno deConvergncia Adaptativa , ou seja, que dois seres no relacionados resolveram de forma semelhante a adaptaoao mesmo tipo de ambiente. 8. rgos Vestigiaisrgos reduzidos em tamanho e geralmente sem funo, que correspondem a rgos maiores e funcionais em outros organismos. Indicam ancestralidade comumApndice vermiforme, estrutura pequena e sem funoespecfica que parte doceco( estrutura localizada no ponto onde o intestino delgado liga-se ao grosso). Nos mamferos roedores, oceco uma estrutura bem desenvolvida, na qual o alimento parcialmente digerido armazenado e a celulose, abundante nos vegetais ingeridos, degradada pela ao de bactrias especializadas . 9. SELEO NATURAL Evoluo 10. Carlos Linneu, ( 1707-1778 )

  • Dedicado botnica e fsica, tem como grande contribuio a criao da taxonomia, cincia que trata da classificao dos seres vivos.
  • Systema Naturae;
  • Fixista ( nmero de espcies existentes so os mesmos desde a sua criao );
  • Gerao espontnea;

11. Jean Baptiste Pierre Antoine de Monet, Cavalheiro de Lamarck( 1774 1829 )

  • Zoologista e botnico francs, nascido em Bazantin, um dos pioneiros na formulao das teorias da evoluo biolgica.
  • Filosofia Zoolgica (1809)
  • Leis:
  • 1. Lei do Uso e desuso;
  • 2. Hereditariedade dos caracteres adquiridos.

12. Exemplo Segundo Lamarck, as girafas teriam, a princpio, pescoos curtos e viveriam em ambientes onde a vegetao rasteira era relativamente escassa. 13. Quem foi Charles Darwin? ( 1809 1882) 14. DADOS BIOGEOGRFICOS : Darwinismo 15. Dados biogeogrficos :

  • As ilhas Galpagos, localizadas a 1000 km da Amrica do Sul, no Oceano Pacfico, propriedade do Equador e Patrimnio da Humanidade, apresentam uma fauna e flora peculiares. Darwin observou que haviam variedades dentro de cada espcie, distribudas cada uma em sua ilha.

16. COLABORADORESDarwinismo 17. Colaboradores

  • Thomas Malthus ( 1766-1834, socilogo)
  • populao humana tende a crescer para alm das possibilidades do meio, cresceexponencialmente, geometricamente , enquanto que os recursos alimentares crescem em progresso aritmtica
  • Livro sobre as populaes, afirma que muitas espcies produzem um grande n de descendentes, mas apenas alguns poucos sobrevivem.
  • Alfred Russel Wallace(1823-1913, cientista)
  • Obra A tendncia das variedades de se afastarem indefinidamente do tipo original

18. SELEO NATURALDarwinismo 19. Seleo natural:

  • O conceito que verdadeiramente caracteriza a teoria da evoluo de Darwin;
  • Este sugere que em cada gerao uma parte dos indivduos de uma populao so eliminados porque estabelecem entre eles uma "Luta pela sobrevivncia" devido competio pelo alimento, refgio, espao e fuga aos predadores;
  • Deste modo sobrevivem os que melhor se adaptarem ao meio.
  • Os indivduos mais aptos transmitem essas caractersticas descendncia.

20. Resumo da origem das espcies, 1859 FATOS CONSEQNCIAS Rpido aumento na pop. Luta pela vida. Luta pela vida, uso da Herana. Sobrevivncia domais apto :seleo natural Seleo Natural - Variao do meio Sobrevivem indivduos diferentes em meios diferentes:origem das novas espcies 21. Exemplo Segundo Darwin, a explicao para a evoluo do pescoo das girafas se deve ao fato de que j existiam girafas que apresentavam pescoo com tamanhos diferentes, havendo, portanto, variao nessa caracterstica. 22. PONTOS POSITIVOSPONTOS NEGATIVOS Darwinismo 23. Pontos Positivose Negativos

  • Positivos
  • Atitude cientfica correta, observao da natureza, elaborando o conceito da seleo natural;
  • Estabeleceu que todas as espcies, incluindo o homem, tem um ancestral comum.
  • Negativos
  • Falta de explicao da origem das espcies;
  • Contaminao com o Lamarckismo
  • ( uso e desuso e hereditariedade)

24. ESPECIAO ISOLAMENTO DE POPULAES barreira Distribuio geogrfica Novas Espcies 25. Especiao

  • Diviso de uma espcie em duas reprodutivamente isoladas.
  • O padro mais comum de especiao conhecido como especiao geogrfica ou especiao aloptrica.

26. ESPECIAO ALOPTRICA 27. Isolamento reprodutivo

  • Uma classificao dos mecanismos de isolamento nos animais (Mayr, 1993):
  • 1.Mecanismos pr-copulatrios - impedem cruzamentos inter-especficos
  • a. Parceiros em potencial no se encontram (isolamento sazonal ou de hbitat)b. Parceiros em potencial encontram-se, mas no copulam (isolamento etolgico)c. A cpula tentada, mas no h transferncia de espermatozides (isolamento mecnico).
  • 2.Mecanismos ps-copulatrios - reduzem o completo sucesso dos cruzamentos inter-especficos .
  • Pr-zigticos. A transferncia de espermatozides ocorre, mas o ovo no fertilizado (mortalidade gamtica, incompatibilidade, etc).
  • Ps-zigticos a. O ovo fertilizado, mas o zigoto morre (mortalidade zigtica por incompatibilidade de caritipos, etc.) . b. O zigoto produz uma F 1de hbridos inviveis ou com viabilidade reduzida (inviabilidade do hbrido).

28. Melanismo Industrial

  • A explicao para esse fato fica lgica se lembrarmos que nessa poca os troncos das rvores eram recobertos por certo tipo de vegetais, os lquenes, que conferiam-lhes uma cor acinzentada. Na medida em que a industrializao provocou aumento de resduos poluentes gasosos, os troncos das rvores passaram a ficar escurecidos, como conseqncia da morte dos lquenes e do excesso de fuligem.
  • B. betularia typica
  • B. betularia carbonaria

29. 30. SELEO NATURAL, CHARLESDARWIN A reproduo de um ser vivo em outro, crescendo e se multiplicando milhares de vezes, faz com que aconteam mudanas (mutaes ou variaes ) ao longo de muitos anos. 31. 32. Evoluo do Homem ( F3 ) 33. Teoria sinttica da evoluo

  • A moderna teoria da evoluo, conhecida comoneodarwinismoouteoria sinttica da evoluo , faz a sntese entre as idias de Darwin e os novos conhecimentos cientficos, particularmente no campo da Gentica.
  • Essa teoria reconhece como principais fatores evolutivos amutao gnica , a
  • recombinao gnicae aseleo natural .

34.