Md Estadio Beira Rio

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MD ESTADIO BEIRA RIO

Text of Md Estadio Beira Rio

PREFEITURA DE SO LUS

SECRETARIA MUNICIPAL DE DESPORTOS E LAZER -SEMDEL

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAES TCNICAS

CONSTRUO DO CAMPO DO BEIRA RIOMEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAES TCNICAS

REFORMA DOS ESPAOS ESPORTIVOS: BEIRA RIO NO BAIRRO DA ILHINHA, SO LUIS - MA

GENERALIDADES

Este documento tem por objetivo estabelecer as condies tcnicas (normas e especificaes para materiais e servios) que presidiro o desenvolvimento da obra da REFORMA DO ESPAO ESPORTIVO: BEIRA RIO NO BAIRRO DA ILHINHA, SO LUIS MA, conforme imagens de localizao a seguir identificadas:

A rea supra visualizada se caracteriza por ser de uso comum do povo, situando-se na Av. Ferreira Gullar (Atlntica), no Bairro Ilhinha, So Luis-MA.Atualmente os locais encontram-se da forma visualizada nas fotos abaixo:

Vista da rea do campo (Beira Rio)Outra vista da rea do campo (Beira Rio)

Vista da arquibancada e alambrado (Beira Rio)Outra vista da arquibancada e alambrado (Beira Rio)

01. APRESENTAO

A Reforma do campo do Beira Rio no bairro da Ilhinha, so Lus MA com alambrado, arquibancada, Vestirios e banco de reserva com rea total de 8360,00m

02. AUTOR DO PROJETO:

Engenheiro Civil: Robert Delano Falco Bastos 110270063-0

03. ESTRUTURA DE REPRESENTAO DO PROJETO

A apresentao do projeto padro para a Reforma do campo do Beira Rio, ser estruturada conforme descrito a seguir.

Projeto Arquitetnico.

Detalhamento Arquitetnico.

Projeto de Instalaes Drenagem do Campo.

Projeto de Instalaes Hidrulicas.

04. MEMORIAL DESCRITIVO

O programa dever abrigar os seguintes elementos:

Campo;

Alambrado;

Arquibancada;

4.1. Materiais

Todo e qualquer material a ser empregado na obra ser, obrigatoriamente, de primeira qualidade e comprovada eficincia para o fim a que se destina e dever satisfazer s presentes especificaes. Caso as condies locais tornarem necessrio a substituio de algum material por outro equivalente, isto s poder ser feito mediante autorizao expressa por escrito da Equipe Tcnica. Caber a ela, sempre que preciso, exigir do Construtor, ou efetuar por iniciativa prpria, todos os testes e ensaios dos materiais aplicados na obra, sempre que considerar necessrio, de modo a preservar sua boa qualidade.

4.2. Servios

4.2.1. Mo de obra

A mo de obra a ser empregada, sempre que necessrio, dever ser de primeira qualidade, com operrios tecnicamente capazes e conhecedores de suas funes. Com isso, espera-se obter em todos os servios a melhor execuo e o melhor esmero possvel em acabamentos. Para execuo dos servios, os operrios devero utilizar, obrigatoriamente, equipamentos de proteo individual (EPIS).

4.2.2. Ferramentas e equipamentos

Para a execuo dos servios, o construtor dever dispor no canteiro de obras ferramentas e equipamentos necessrios e indispensveis ao desenvolvimento dos trabalhos.

4.2.3. Servios preliminares

4.2.3.1. Placa da obra

Devero ser colocadas placas alusivas s obras e servios tcnicos de terceiros, correndo os custos por conta dos mesmos. As placas oficiais, prprias da obra, tero as dimenses e contedo padro. Cabendo a sua execuo e colocao por conta da Construtora.

4.2.3.2. Abrigo provisrio

Ser alugado um container escritrio/depsito, sem nus adicional observando-se as condies de higiene e segurana do trabalho.4.2.3.3 Limpeza Inicial

O local dever ser completamente limpo, feito uma raspagem da camada vegetal.

4.2.3.4 Movimento de terra

Os servios de escavao, compactao e reaterro devero ser executados de acordo com as Normas Tcnicas Brasileiras a fim de estabelecer as cotas desnveis e condies previstas em projeto para execuo da obra. Todo o resduo a ser retirado do canteiro de obras deve ter a destinao adequada de acordo com a legislao vigente e a Poltica Nacional de Resduos Slidos.

4.3. Fundao

4.3.1. Fundao simples Aps compactao do fundo da vala, esta dever estar limpa e isenta de material orgnico. Dever ser executada Alvenaria de 1 vez com argamassada trao 1:4, obedecendo s normas especficas, para cada finalidade.

4.4. Alvenaria

As sero executadas em alvenaria de blocos cermicos com espessura de 0,10 m, para acabamento com revestimento externo/interno em massa nica, com fiadas niveladas, alinhadas e aprumadas, com juntas horizontais contnuas de espessura 0,015m, e verticais descontnuas.

4.5. Instalaes Hidrulica

Sero executadas de acordo com o projeto especifico, atendendo s normas da ABNT. Conforme indicado em projeto.

4.6. Instalaes Drenagem

Sero executadas de acordo com o projeto especifico, atendendo s normas da ABNT. Conforme indicado em projeto.

4.7. Chapisco e Reboco

As paredes sero chapiscadas com argamassa de cimento e areia regular, com espessura de 0,007m (sete milmetros), e recebero reboco desempenado e feltrado (massa nica) de argamassa de cimento e areia mdia, com espessura final de 0,020m (dois centmetros).

4.8. Revestimento Cermico

Para o acabamento final ser executado nos vestirios: no piso ter revestimento cermico com placas tipo grs de dimenses 35x35 cm, nas paredes recebera revestimento cermico para paredes internas com placas tipo grs ou semi-grs de dimenses 20x20 cm at a altura de 1,80m.

4.9. Alambrado e esquadriasAlambrados Possuiro montantes verticais em tubo de ferro galvanizados com bitola de 2 (duas polegadas) e montantes horizontais em tubo de ferro galvanizados com bitola de 2 (duas polegadas) com altura de 2,50 m nas laterais do campo, chumbados em mureta de alvenaria com altura de 0,50m (cinquenta centmetros), com montantes verticais a cada 3,00m (trs metros) e travamentos nas extremidades, com aplicao de anticorrosivo (whasiprime), e pintura esmalte sinttico brilhante. A tela metlica a ser utilizada ser de arame galvanizado, com tela fio 16 e malha quadra e fixada nas extremidades dos tubos atravs amarrao com arame galvanizado fio 16, conforme especificao em projeto.

4.10. Piso do Campo

A escavao manual de valas em terra compacta, prof. De 0 m < h