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Titular - Dra. Anabelle Macedo Silva 3ªPromotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde

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  • 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva
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  • TUTELA COLETIVA - POTENCIALIDADES Compatibilizao dos princpios da integralidade e da universalidade do atendimento, harmonizando seu natural tensionamento. Superao das dificuldades de escala do processo judicial ( eis que se trata de feito judicial destinado ao suprimento de omisses administrativas em servio pblico que atende a centenas de milhares de cidados-usurios) Permeabilidade aos demais atores do SUS, tanto na fase pr-processual como na processual. Regulao: 27 reunies, propostas de TAC junto aos Gestores Compatibilizao da demanda com as orientaes estratgicas do Gestor do SUS, atravs do efetivo contraditrio na interveno extrajudicial do MP e no curso da ao civil pblica Coordenao dos mltiplos agentes que intervm na realizao das condutas administrativas necessrias ao aprimoramento do servio judicializado Dilogo com os nveis de gesto e tambm operacional ( Ex.: reunies com os Secretarios, nvel de Coordenao de Regulao, Diretores de Hospitais e NIR) Monitoramento do ciclo de formao e exaurimento das aes administrativas
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  • 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva Dados do Planto Judicirio da Comarca da Capital: expressivo aumento do nmero de casos de demandas individuais para acesso a leitos de CTI. Migrao das expectativas de judicializao de medicamentos para leitos hospitalares. Entretanto, a tutela individual no apresenta qualquer potencialidade de estruturao do sistema de sade, ao revs, termina por desorganiz-lo ainda mais, eis que soluciona apenas os casos individuais, sem enfrentar as deficincias estruturais. Diversamente, em demandas como a ACP de Leitos de CTI o Poder Judicirio tem a real oportunidade de garantir o atendimento individual dos pacientes E contribuir para o aprimoramento do sistema nico de sade, ao invs de desorganiz-lo ainda mais como ocorre na tutela individual. Tutela individual veculo para qualquer espcie de prestao de sade existente sobre a superfcie terrestre, ainda que em carter experimental, privado e/ou no incorporado ao sistema pblico de sade. Tutela Coletiva: agrega parmetro condicionante na concretizao da integralidade, na medida em que impe a necessidade de aferio da possibilidade de universalizao dos atendimentos pretendidos.
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  • 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva TUTELA COLETIVA - Dificuldades Compatibilizao dos princpios da integralidade e da universalidade do atendimento, harmonizando seu natural tensionamento. Permeabilidade aos demais atores do SUS, tanto na fase pr-processual como na processual. Regulao: 27 reunies, propostas de TAC junto aos Gestores Negativa em sede coletiva do que seria ordinariamente deferido na tutela individual ( eventualmente, inclusive, com prejuzo do SUS enquanto sistema, neste caso da tutela individual). Judicializao Tutela individual Judicializao Tutela Coletiva
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  • ABSENTESMO DOS ATORES INSTITUCIONAIS MPRN 03 Promotorias de Sade sem improbidades Rondnia- 2 Promotorias de Sade sem improbidades MPFDT 2 Promotorias de Sade sem improbidades MPBA - 3 Promotorias de Sade sem improbidades MPSP 2 Promotorias de Sade sem improbidades MPRJ 03 Promotorias da Sade na Capital sem improbidades relacionadas ao patrimonio publico, 03 Regio Metropolitana, Centro de Apoio das Promotorias/CAOP, Grupo de Apoio Tcnico Especializado/GATE O DFICIT TCNICO DO SISTEMA DE JUSTIA Categorias e conceitos prprios do sistema de sade Institutos do prprio sistema jurdico / mocidade da justiciabilidade e exigibilidade os direitos prestacionais/ Tutela coletiva ( questes de direito material e processual) Diversidade de terminologias, calibragem das estruturas de deciso e formao profissional de cada sistema Questo das angstias relacionadas ao sofrimento e a morte Naturalizao da precariedade DELAY DO SISTEMA JURDICO SEGURANA JURDICA/FORMALIDADES x CUIDADO/RESOLUTIVIDADE 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva
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  • SISTEMA DE SADE SISTEMA DE JUSTIA PESPECTIVA COLETIVA CASUSTICA CASOS INDIVIDUAIS JUDICIALIZADOS GEROU AUDINCIA PBLICA FORUM SADE CNJ PROTAGONISMO POLTICO DO MOVIMENTO SANITARISTA TUTELA INDIVIDUAL DO DIREITO A SADE CONSTITUCIONALMENTE ASSEGURADO. CONCRETIZAO DO DIREITO A SADE NA PERSPECTIVA DA ESFERA INDIVIDUAL DO AUTOR DA AO. CONCRETIZAO DO DIREITO A SADE DEPENDENTE DA CONSTRUO DO SUS. GARANTISMO CONSTITUCIONAL DA PERSPECTIVA INDIVIDUAL. GARANTIA CONSTITUCIONAL DO SUS DEFESA INT. INDIVIDUAIS SALVE-SE QUEM PUDER UNIVERSALIDADE, INTEGRALIDADE, CONTINUIDADE E EQUIDADE INDIVDUOSUSURIOS DO SUS GESTORES DO SUS JUSTIA
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  • Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva ESTUDO DE CASO: Interveno Extrajudicial para fomento da plena operao do Sistema Regulatrio Desde abril de 2009, foram realizadas 26 reunies tcnicas em conjunto com o MPF/ Proc.Roberta Trajano. Formao de agenda permanente de anlise da plena implantao do Sistema Regulatrio. 04 visitas s centrais de regulao; 04 reunies com Diretores de hospitais; 08 reunies setoriais Cirurgia Vascular Oncologia Cirurgia de Cabea e Pescoo Cardiologia Institutos Federais / Hospitais Universitrios 06 reunies com o Secretrio Municipal de Sade; 01 reunio com o Secretrio Estadual de Sade; Coordenadores de regulao ( continuidade SMS x descontinuidade SES)
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  • Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva Consequncias das deficincias no sistema regulatrio: Peregrinao de pacientes e mdicos por hospitais em busca de vagas / leitos Desorganizao que contribui para mortes evitveis; Falta de transparncia e controle dos dados de utilizao dos leitos pblicos Destinao por critrios no objetivos. Como funcionaria o sistema regulatrio: HospitaisNIRinforma as vagas e demandas de pacientes de cada hospital; Central de regulao Atravs de um sistema informatizado o SISREG, baseado em protocolos de hierarquizao, organiza e democratiza o acesso ao atendimento de sude; Distribui as vagas/leitos pelos pacientes demandantes.
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  • Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva O que falta: NIRS (7 dias/24 h), com conexo a internet de banda larga; Sistema informatizado / SISREG III; Protocolos de hierarquizao Prioridades de atendimento; Ampliao do n de Leitos / Vagas; Especializao dos perfis de atendimento dos hospitais; Ateno Primria ainda deficitria Diabticos e hipertensos sem acompanhamento, doentes oncolgicos no diagosticados.
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  • Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva Necessidades para o Sistema Regulatrio: Organizar e normatizar os leitos existentes (especializao dos perfis dos hospitais); Sistema informatizado; Protocolos / normas classificando e hierarquizando os casos; Ampliao de leitos / atendimento CTI Adulto 06 mortes/dia; CTI Peditrico Crianas de 05/10 anos esperando vaga Cirurgia Vascular Perifrica P diabtico Filas de amputaes de pernas. Neurocirurgia na Zona Oeste Diagnstico de tratamento de cncerBioplastia fila de 06 meses 25% dos pacientes mortos na fila de cirurgia de cabea e pescoo. Radioterapia fila de 100 pacientes. Servios de cuidados paliativos Porta de sada dos hospitais gerais. Vagas de hospitais de baixa complexidade. Cuidados - no hospitalares
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  • Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva Necessidades: Leitos de CTI Angioplastia; Ortopedia Mdica de Alta Complexidade; Renais Agudos Hemodilise; Cateterismo / Hemodinmica Oncologia: diagnstico, tratamento Cardiologia de alta complexidade Cuidados paliativos para pacientes fora de possibilidades teraputicas Atendimento de longa permanncia para idosos Espelhamento das deficincias estruturais de atendimento do SUS e o crescimento da judicializao da tutela individual Migrao do fenmeno da judicializao da assistncia farmacutica para a questo da ateno hospitalar, notadamente a acessibilidade a leitos hospitalares e tratamentos mdicos de alta complexidade.
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  • 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva Balano Interveno Extrajudicial SMSDC o Aprimoramento do Sistema Regulatrio o Continuidade de interlocutores nas reunies extrajudiciais o Gesto com participao efetiva dos nveis decisrios e operacionais Permeabilidade da Gesto Participao decisria xito na interveno extrajudicial Governabilidade Balano Interveno Extrajudicial: SMSDC SES Balano Interveno Extrajudicial SES o Absentesmo o Participao formal sem capacidade decisria e/ou operacional o Descontinuidade de interlocutores nas reunies extrajudiciais o Judicializao ACP Impermeabilidade da Gesto Inefetividade e descontinuidade Inviabilizao da via extrajud. Agravamento da Tutela Indiv. Tutela Coletiva judicializada
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  • 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva AO CIVIL PBLI CA LEITOS DE CTI 10/08/2011 ACP para concretizao do direito coletivo sade em virtude de deficincia de atendimento a populao em unidade de sade do SUS situada no Municpio do Rio de Janeiro ACP MP/ Promotoria da Sade x Municpio do Rio de Janeiro/SMSDC e Estado do Rio de Janeiro/SES Deficincia do servio pblico de sade objeto da pretenso da ACP: MORTE de pelo menos SEIS PACIENTES POR DIA a espera de um leito de CTI. FALTA DE 349 LEITOS DE CTI na rede pblica situada no Municpio do Rio de Janeiro. NO INCLUSO de todos os leitos de CTI existentes no sistema regulatrio. Ausncia de normatizao da SESDEC para o processo de regulao de leitos de CTI, com FALTA DE NORMAS E PROTOCOLOS acerca de: Protocolos pr-definidos para selecionar os casos prioritrios de internao, evidenciando falha no planejamento das aes voltadas regulao do acesso aos leitos de CTI. Procedimentos que deveriam ser adotados nos Hospitais e na Central de Regulao para solicitao, ocupao e liberao de leitos de CTI, evitando regulao extra-oficial e solicitao inadequada de leitos; Padronizao da ao regulatria, com rotinas e protocolos de hierarquizao dos casos, com critrios tcnicos e objetivos.
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  • 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva AUSNCIA DE SISTEMA INFORMATIZADO, que operacionalize a regulao, com base na normatizao estabelecida. FALTA DE NCLEOS INTERNOS DE REGULAA em pleno funcionamento nas unidades hospitalares. OBRIGAES REQUERIDAS NA ACP: Para a SES: Obrigao de imediata contratao de 349 leitos privados para atendimento atravs do sistema regulatrio dos pacientes do SUS. Prazo para cumprimento ( com funcionamento integralmente regulado dos leitos): 15 setembro 2011. Obrigao de implantao de sistema informatizado/ SISREG III (que o sistema pblico do prprio SUS) na central de regulao, com plena interligao das unidades hospitalares. Prazo para cumprimento: 15 de outubro 2011. Obrigao de normatizao da atividade regulatria e fixao de protocolos pr- definidos para: Padronizao da ao regulatria, com rotinas e protocolos de hierarquizao dos casos, com critrios tcnicos e objetivos, Procedimentos a serem adotados nos Hospitais e na Central de Regulao para solicitao, ocupao e liberao de leitos de CTI, evitando regulao extra- oficial e solicitao inadequada de leitos. Prazo para cumprimento: 15 outubro 2011.
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  • 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva Obrigao de imediata incluso no sistema regulatrio da totalidade dos leitos de CTI existentes em sua rede prpria. Prazo para cumprimento: 15 outubro 2011. Obrigao de plena implantao e funcionamento, 24h e 7 dias por semana, dos Ncleos Internos de Regulao nas unidades hospitalares prprias. Prazo para cumprimento: 15 outubro 2011. Obrigao de concluso da pactuao com os demais entes da federao quanto a integral incluso dos leitos de CTI situados no Municpio do Rio de Janeiro no sistema regulatrio. Prazo para cumprimento: 01 maro de 2012. Obrigao de expanso da rede do SUS com oferta dos 349 leitos de CTI em plena operao integralmente regulada em servios da rede prpria. Prazo para cumprimento: 01 maro de 2012. Para a SMSDC: Obrigao de imediata incluso no sistema regulatrio da totalidade dos leitos de CTI existentes em sua rede prpria. Prazo para cumprimento: 15 outubro 2011. Obrigao de normatizao da atividade regulatria com fixao de protocolos pr- definidos, no mbito de suas unidades prprias, quanto aos procedimentos a serem adotados nos Hospitais para solicitao, ocupao e liberao de leitos de CTI, evitando regulao extra-oficial e solicitao inadequada de leitos Central de Regulao. Prazo para cumprimento: 15 outubro 2011. Obrigao de plena implantao e funcionamento, 24h e 7 dias por semana, dos Ncleos Internos de Regulao nas unidades hospitalares prprias, bem como exigncia junto aos prestadores privados de unidades hospitalares conveniadas ao SUS no Municpio do Rio de Janeiro. Prazo para cumprimento: 15 outubro 2011. Obrigao de concluso da pactuao com os demais entes da federao quanto a integral incluso dos leitos de CTI situados no Municpio do Rio de Janeiro no sistema regulatrio. Prazo para cumprimento: 01 maro de 2012. Ressalte-se que TODAS AS DEMANDAS ORA JUDICIALIZADAS foram ampla e generosamente debatidas e apresentadas aos Gestores do SUS nos ltimos dois anos em cerca de trinta reunies, tendo sido protocolada proposta de TAC h mais de seis meses. Logo, NO H QUALQUER SUPRESA, SENDO ABSOLUTAMENTE FACTVEIS OS PRAZOS DEMANDADOS NA PRESENTE ACP. Elementos de prova reunidos IC principal 2010.00731410, 2010.00880881 (fls. 03/28l, relatrio de auditoria operacional do TCE).
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  • 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva Deciso na ACP em 12 de agosto de 2011 JUZO DA 2 VARA DE FAZENDA PBLICA DA CAPITAL Concedo em parte a antecipao dos efeitos da tutela ao final pleiteada para determinar ao segundo ru, Estado do Rio de Janeiro, que providencie a expanso da rede do SUS com a oferta de leitos de CTI ou UTI integralmente regulados em servipos da redce prpria e em nmero suficiente a atender demanda existente, no prazo de 12 meses, sob pena de multa diria de R$10.000,00 ( dez mil reais), bem como para que, enquanto no se viabilizar tal expanso e em caso de inexistncia de leitos de UTI ou CTI de hospitais da rede pblica de sude, para que providencie a transferncia e internao de cada um dos pacientes em hospitais da rede privada conveniados ao SUS, sob pena de multa fixa de R$30.000,00 ( trinta mil reais) para cada infrao. Juiz de Direito Ana Ceclia Argueso Gomes de Almeida
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  • ATUAO DO MP NA REA DA SADE MP espao institucional politicamente neutro, de perfil tcnico, para debate pblico acerca das aes/escolhas administrativas dos gestores, espao de participao da comunidade ( democracia participativa ), possibilidade de sustentao pelo gestor da legalidade e razoabilidade de suas escolhas administrativas (com fortalecimento e sedimentao das decises tomadas com base na legalidade e nos princpios do SUS). Interveno extrajudicial ( ICP, TACs, Audincias Pblicas, Reunies, Visitas Tcnicas e inspees). Potencialidades dos instrumentos extrajudiciais: participao dos gestores e da sociedade civil no ciclo de formao das decises administrativas concretizadoras do direito a sade. Comprometimento pblico dos gestores quanto a cronogramas razoveis para aprimoramento do atendimento. Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva
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  • Aes Extrajudiciais da PJTCSCAP Audincias Pblicas 23/09/ 2009 ATENO BSICA 22 /06/ 2010 Audincia com Conselhos de Sade ( Estadual, Municipal e Distritais de Sade) com participao do Secretrio Municipal de Sade 2010.1 (201000391895) 14/09/2010 SADE MENTAL 09 /11/ 2010 Audincia com Conselhos de Sade ( Estadual, Municipal e Distritais de Sade) com participao do Secretrio Municipal de Sade 2010.2 28.02.2011 DENGUE ( IC 9405 )
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  • DESAFIO CONCRETIZAO DO DIREITO CONSTITUCIONAL A SADE NO SISTEMA DE JUSTIA, QUANDO VERIFICADA LESO OU AMEAA DE LESO AO NCLEO DE FUNDAMENTALIDADE DO DIREITO, COM POTENCIALIDADE ESTRUTURANTE DO SUS. Catequese recproca entre os Profissionais dos dois Sistemas TCNICA DO REENVIO: Sistema de Justia identifica os parmetros jurdicos e reenvia a questo para os gestores formularem ajustes e suprirem omisses. Interdisciplinariedade e permeabilidade aos demais atores do sistema de justia e do SUS como oxignio da concretizao do direito a sade. 3 Promotoria de Justia de Tutela Coletiva da Sade Titular Dra. Anabelle Macedo Silva
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  • Ns mesmos sentimos que o que fazemos uma gota no oceano. Mas o oceano seria menor se esta gota faltasse. Madre Tereza de Calcut As Violaes do Direito Sade no so um dado, mas um construdo a ser desconstrudo quotidianamente.