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VOCÊ É NOSSO CONVIDADO PARA PARTICIPAR DO EVENTO EM COMEMORAÇÃO DOS 25 ANOS DO SICOOB CREDIPRATA! PALESTRA MOTIVACIONAL: EMPREENDEDORISMO É ATITUDE Palestrante: Willian Caldas Inscreva-se em nossa agência. Dia 23/09/2014, às 19h30, no Espaço Cabana, em Moema Página 18 Página 10 CADERNO ESPECIAL Noivas, Festas e Casamentos Página 17 Página 04 Estudantes protestam contra a criação de loteamento em Santo Antônio do Monte Página 15 Tutores leva alunos a Curso de Medicina em Alfenas Página 09 Página 07 SAAE não descarta racionamento de água Feira de verduras e artesanato complementa renda familiar Érico Matucuma é eleito pela ACE/CDL o EMPRESÁRIO DO ANO Leia entrevista na Página 03 Festival de Gastronomia é realizado em Lagoa da Prata Homem é acusado de matar cadela com pancadas em LP

Jornal Cidade - Ano II - Nº 33

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Text of Jornal Cidade - Ano II - Nº 33

  • VOC NOSSO CONVIDADO PARA PARTICIPAR DO EVENTO EM COMEMORAO DOS 25 ANOS DO SICOOB CREDIPRATA!

    PALESTRA MOTIVACIONAL: EMPREENDEDORISMO ATITUDE

    Palestrante: Willian Caldas

    Inscreva-se em nossa agncia.Dia 23/09/2014, s 19h30, no Espao Cabana, em Moema

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    caderno eSPecialnoivas, festas e casamentos

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    estudantes protestam contra a criao de loteamento em Santo antnio do monte

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    Tutores leva alunos a curso de medicinaem alfenas

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    Saae no descarta racionamento de gua

    feira de verduras e artesanato complementarenda familiar

    rico matucuma eleito pela ace/cdl o

    emPreSriodo ano

    leia entrevista na Pgina 03

    festival de gastronomia realizado emlagoa da Prata

    Homem acusado de matar cadela com pancadas em lP

    Homem acusado de matar cadela com

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    carTa ao leiTorjuliano rossi

    [email protected]

    oPinio2

    decreto probe nepotismo em entidades que

    recebem recursos pblicos do municpioll O prefeito de Lagoa da Prata, Paulo Csar Te-odoro, assinou, na sex-ta-feira (05/09), um de-creto que probe o nepo-tismo nas entidades que recebem subveno do municpio. As institui-es do terceiro setor se-ro submetidas a regras mais rgidas. E para rece-berem recursos pblicos, no podero ter dirigen-tes ou empregados que sejam parentes de agen-tes polticos dos poderes Executivo e Legislativo. A regra vale tambm pa-ra seus respectivos cnju-ges ou companheiros, pa-rentes em linha reta (pai, me, filho, av, neto, bisa-v e bisneto), colateral (ir-mos, tios, sobrinhos, so-brinhos-netos, tios-avs e primos) ou por afinidade (sogro, sogra, genro, nora e cunhados), at o terceiro grau. Para receber a sub-veno, a entidade dever apresentar uma declara-o informando que aten-de os requisitos determi-nados no decreto. Em Lagoa da Pra-ta, treze instituies es-to inscritas no Conse-lho Municipal de Assis-tncia Social. Precisa-mos otimizar e mora-

    lizar o sistema. Quere-mos transparncia, pois no Brasil h uma manei-ra muito errnea de se li-dar com as subvenes. O Ministrio Pblico estar de olho para ver se haver o cumprimento desta lei, disse a secretria de As-sistncia Social, Cali Sil-va, em entrevista ao pro-grama do jornalista Gra-ziano Silva, na rdio Ve-redas FM. O secretrio de Admi-nistrao e Governo, Ze-zinho Ribeiro, disse que as novas regras iro con-tribuir para a moraliza-o do servio pblico. A lei manter uma boa re-lao com a populao. A lei objetiva. Se houver o parentesco entre poder pblico e entidade, es-ta estar fora do benefi-ciamento. Sabemos que uma lei no acabar com todos os problemas, mas estamos regularizando as coisas aos poucos.

    o oUTro lado Uma presidente de en-tidade ouvida pelo Jornal Cidade disse que a insti-tuio que preside no ser afetada pelo decre-to, entretanto, acredita que a medida no ser

    bem recebida pelo tercei-ro setor. Isso vai prejudi-car algum. A gente nun-ca contratou ningum por pedido ou interfern-cia de polticos. Esto me-xendo numa caixa de ma-rimbondo. O vereador Di-Gianne Nunes afirma que a ma-tria devia ser votada e discutida por meio de um projeto de lei. Esse de-creto fora da realidade. Existe uma portaria inter-ministerial, de carter fe-deral, que trata do assun-to. De acordo com o tex-to, entidades que tenham dirigentes que sejam pa-rentes em at segundo grau no podem receber recursos pblicos. O pre-feito colocou at terceiro grau, ironiza Nunes. O parlamentar tem uma tia que, segundo ele, trabalha h dez anos em uma entidade. Da eu sou eleito vereador e ela tem que ser mandada embo-ra porque a entidade re-cebe recursos do muni-cpio? Tem uma auxiliar de servios gerais traba-lhando em outra entidade que parente do vereador Adriano Moreira. E agora ela ter que ser mandada embora?, questiona.

    lagoa da PraTa

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    enTreviSTa 3

    ll jornal cidade: o que significa ser escolhido como o empresrio do ano?rico: Receber esse prmio me faz lembrar tudo que pas-sei desde o incio da empre-sa. Sa de So Paulo e cheguei aqui sem conhecer ningum. Foi muito difcil. Esse prmio me fez refletir bastante sobre minha trajetria em Lagoa da Prata. Como importante a gente trabalhar com honesti-dade e com amor! Esse reco-nhecimento profissional tem a consequncia de um peso ainda maior para continuar-mos a misso com mais de-dicao.

    jc: Quais so os trs prin-cipais fatos que marcaram a histria do grupo minas-prev? rico: O primeiro foi quan-do eu consegui a nossa sede prpria. Foi a primeira gran-de conquista a construo do prdio da Funerria So Francisco. Foi muito difcil. Quantas vezes eu tive que empurrar o carro... Uma his-tria desagradvel que me marcou muito foi uma vez em que, ao abastecer o car-ro, ouvi o frentista dizer l vem o povo da funerria co-locar um real. Ento eu dis-se para ele: Coloca trs reais. Era o nico dinheiro que eu tinha no bolso. Esse epis-dio me doeu. Tudo isso ser-viu como motivao. Eu di-zia para mim mesmo: Vo-c tem que vencer. Voc tem que fazer alguma coisa. A construo do prdio da fu-nerria foi uma vitria mui-to grande. O segundo ponto marcante foi a inaugurao da Drogaria Minasprev, que era um desejo antigo dos as-sociados. A drogaria devolve para o associado, em forma de descontos, a mensalidade que ele paga no Plano Minas-prev. Acompanho de perto o trabalho da drogaria. Hoje, de cada dez unidades de medi-camentos vendidos em La-goa da Prata, a Drogaria Mi-nasprev vende 6 ou 7. O ter-ceiro ponto marcante foi a inaugurao do Laboratrio Minasprev, que outra forma de retribuir ao associado to-do o dinheiro que ele paga por meio da mensalidade.

    jc: foi muito difcil no co-meo?rico: A funerria era em um cmodo alugado na aveni-da Brasil, onde hoje funcio-na uma loja de moto. Eu mo-rava l. Dormia no cho em um colcho e no tinha ge-

    ladeira. Uma ajudante fazia o almoo e deixava a comi-da debaixo de uma pia im-provisada para eu comer noite. Meu fogo tinha duas bocas e era montado em ci-ma de blocos de cimento. Te-ve um dia que a comida es-tragou. Peguei uma infec-o intestinal. Fiquei muito mal. Eu estava deitado pen-sando no aluguel do cmo-do que iria vencer da a dois dias e eu s tinha a metade do dinheiro para pagar. De repente, a campainha tocou. Mesmo passando muito mal, atendi. Era a famlia de uma criancinha que tinha faleci-do dias atrs. O pai tinha ido pagar o funeral. Esse dinhei-ro era o restante que eu pre-cisava para pagar o aluguel. Como esse momento marcou muito, hoje no cobramos pe-lo servio funerrio de crian-as em toda a rede do Grupo Minasprev.

    jc: Quais so os principais desafios em administrar uma empresa desse tama-nho? rico: Administrar pesso-as. tratar o prximo da ma-neira como voc gostaria de ser tratado, com respeito e honestidade. Quando vo-c tem o colaborador como um parceiro, um amigo, vo-c tem muito mais do que um funcionrio, tem algum em quem possa confiar. Sin-to que o nosso pessoal cada vez mais est vestindo a ca-misa da empresa, trabalhan-do como se fosse eu. Isso me deixa muito satisfeito.

    jc: o senhor morou durante trs anos no japo. em que medida a disciplina japone-sa influenciou no sucesso do grupo minasprev?rico: Influenciou muito. Acompanho tudo de perto. A empresa hoje est muito grande. A funerria a mi-nha misso que tenho des-de os cinco anos de idade. Eu j tinha esse sonho na-quela poca. A funerria, pa-ra mim, muito mais do que uma empresa. uma questo de amor mesmo. Fao ques-to de acompanhar de perto todo o atendimento, a todas as famlias. Acompanho o la-boratrio da funerria, a pre-parao... Essa disciplina de estar sempre presente ao la-do da famlia nesses dezoi-to anos foi muito importan-te, pois sinto o que a famlia est precisando. Sinto a dor da famlia. E minha misso amenizar a dor que a famlia

    est sentindo no luto, apesar de ser uma dor muito grande. Isso me faz a cada dia traba-lhar com mais amor.

    jc: esse sentimento de ser-vir tambm est presen-te nas outras empresas do grupo? rico: Sim. Vejo o carinho que os colaboradores atendem os associados na drogaria e no laboratrio. Falo sempre pa-ra eles (os colaboradores) so-bre a nossa misso.

    jc: ao longo desses 18 anos, o grupo minasprev passou por vrios perodos de recesso na economia do pas, e as su-as empresas apresentaram crescimento em todos esses perodos. o que vocs fazem de diferente? rico: Se voc tirar o s da palavra crise, ela se torna crie. Na crise voc tem dois caminhos: desistir ou criar alternativas e aprender a ga-nhar dinheiro. Se voc aceita que a crise entre no seu neg-cio, certamente estar fada-do ao fracasso. Vejo na crise uma oportunidade de usar a criatividade e crescer. Acre-dito na economia do Brasil. Nos ltimos cinco anos re-gistramos o maior cresci-mento de nossas empresas.

    jc: as empresas do grupo minasprev sempre investi-ram em inovao nos servi-os, gesto de pessoas e pu-blicidade. Qual a sua orienta-o para os empresrios nes-se sentido?rico: O que fao hoje ter na empresa tudo que h em no-vidade. Vou explicar. Se apa-rece no mercado um equi-pamento laboratorial de l-tima gerao, super avan-ado, a gente compra. Mas de que adianta voc ter esse aparelho se voc no divul-ga o que esse aparelho pode trazer de benefcio para as pessoas? Ento o segredo : tenha sempre os melhores equipamentos, as principais inovaes e divulgar da for-ma correta o que a empresa tem de melhor a oferecer pa-ra os consumidores.

    jc: o grupo minasprev cres-ce na medida em que ofere-ce mais benefcios popula-o. onde o senhor pretende chegar? rico: A nossa pretenso cuidar da famlia, da pessoa, em todos os momentos. Ho-je, cuidamos desde o nasci-mento, por meio da droga-ria, oferecendo medicamen-

    rico matucuma eleito o empresriodo ano pela associao comercial de lP

    tos a preos baixos. No labo-ratrio oferecemos exames a preo de custo. Infelizmente, quando chega no momento da pessoa partir, temos a fu-nerria. Nossa misso es-tar presente durante toda a vida e oferecer benefcios que trazem mais valor vi-da das pessoas.

    jc: as empresas do grupo minasprev trouxeram solu-es e alternativas em v-rios seguimentos. e por es-se motivo milhares de pes-soas aprovam esses servi-os oferecidos, o que o torna uma personalidade de influ-ncia na regio. o senhor j pensou em entrar para a po-ltica, se candidatando a pre-feito, por exemplo? rico: Tenho como misso servir as pessoas. Nossas empresas influenciam di-retamente a vida das pes-soas. Quando eu inaugu-ro uma empresa ou inicio a prestao de um novo servi-o, j estou pensando em ou-tros benefcios para oferecer s pessoas. E por ter uma vi-so de longo prazo, s vezes fico imaginando alternati-vas para melhorar a sade da cidade, ou mesmo a segu-rana, que uma preocupa-

    o de todos. Sou muito gra-to a essa cidade que me aco-lheu. E penso sempre em re-tribuir a toda essa confiana. Sobre entrar para a poltica, confesso que isso no passa pela minha cabea. Mas no um desafio que me intimi-da. Meu pensamento hoje administrar o Grupo Minas-prev e oferecer mais bene-fcios populao. O futuro a Deus pertence, n. Temos que fazer a nossa parte, que Ele faz a Dele.

    jc: de dois anos para c, muitas coisas mudaram na empresa, como o clima da or-ganizao e as metas. a que se deve essa mudana? rico: Eu era uma pessoa muito tmida. Muitas vezes me faltava confiana e so-brava insegurana. Eu tinha acostumado a viver com a in-segurana e isso me deixa-va muito mal. Eu tinha me-do de dizer no. Preferia di-zer sim, mesmo sofrendo. Em dezembro de 2012 fiz um treinamento chamado Vo-c que mudou a minha vida. Com essa mudana, atra-vs da Programao Neuro-lingustica, a empresa tam-bm mudou. Hoje eu trabalho muito menos e ganho mais.

    Mais qualidade de vida, mais relacionamento com as pes-soas, mais tempo para a fa-mlia e para os amigos, mais tempo para fazer as coisas que eu gosto. Minha vida mudou. Eu vinha carregan-do um peso e o deixei para trs. Quando voc muda, o seu mundo muda.

    jc: o espao est aberto para as suas consideraes finais e agradecimento s pessoas que o elegeram como o em-presrio do ano. rico: Agradeo expressiva votao que tivemos. A fune-rria teve 97% de aprovao. A drogaria foi escolhida por 60%. Agradeo aos associa-dos pela confiana que depo-sitaram em nosso trabalho. Minha dica : acredite em seu sonho. O Grupo Minas-prev foi um sonho de crian-a. Acreditem ou no, tenho at hoje a maquete da fune-rria e os projetos de expan-so. Hoje atuamos em mais de 50 cidades. S eu sei tu-do que passei para chegar at aqui. Em vrios momen-tos tive tudo para desistir. Po-rm, em nenhuma hora de-sisti. Como um pai que nun-ca desiste de seu filho. Acre-dite em seu sonho.

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    S. a. do monTe

    estudantes protestam contra a criao de loteamento

    ll Alunos da Escola Es-tadual Dr. lvaro Brando participaram da sesso Cmara de Santo Antnio do Monte, no dia 01/09, em que os vereadores re-alizaram a segunda vota-o do projeto que auto-rizava a implantao do loteamento Maria Jos Cardoso de Oliveira (Do-na Ded). Liderados pe-los professores Emerson e Cristina, os estudan-tes protestaram contra o empreendimento. So-mos contra o loteamento, pois o mesmo representa potencial poluio fon-te de gua do nosso mu-nicpio. A escola dr. lva-ro Brando tem no pro-jeto poltico-pedaggi-

    co objetivos como cons-cientizar o aluno sobre questes importantes, dentre as quais a preser-vao e o respeito com o meio ambiente. O nosso crrego Buritis a nica fonte de abastecimento da cidade e no pode so-frer qualquer dano, argu-menta o professor. Os parlamentares de-cidiram pela rejeio do projeto, por unanimida-de. acredito que a de-ciso foi acertada e sen-sata, pois representou o clamor da sociedade, que, preocupada com o pos-svel impacto ambiental do loteamento, recorreu Cmara para barrar o pro-jeto, disse Emerson.

    Modelo deveria ser seguido por outros poderes legislativos

    cmara de vereadores de lagoa da Prata referncia em transparncia na regiollA informao um di-reito do cidado garanti-do pela lei 12.527, sancio-nada pela presidente Dil-ma Roussef em 18 de no-vembro de 2011. Baseado na Lei de Acesso Infor-mao, qualquer cidado pode solicitar aos rgos pblicos informaes de seu interesse particular ou coletivo. O agente pblico que se negar a prestar a in-formao poder ser puni-do, conforme a lei. A Cmara de Lagoa da Prata oferece em sua p-gina na internet informa-es que possibilitam ao cidado acompanhar os gastos do legislativo, da prefeitura e do SAAE. No site tambm esto dispo-nibilizados contratos, li-citaes, leis municipais e as atividades realiza-das por cada vereador, de forma que o eleitor pode acompanhar a produo legislativa de cada parla-

    mentar. Outras cmaras da regio tambm ofere-cem parcialmente essas informaes ao cidado. Outro ponto que dife-rencia a Cmara de Lagoa da Prata das demais na re-gio a presteza com que fornece informaes pa-ra a imprensa. As solici-taes dos veculos de comunicao so atendi-das rapidamente e os jor-nalistas credenciados tm acesso a todas as grava-es em udio das reuni-es e imagens do circuito interno de TV, sem buro-cracia. As sesses legisla-tivas so transmitidas em tempo real por uma emis-sora de rdio. as imagens e udios devem ser soli-citadas mediante ofcio e so repassadas priorita-riamente imprensa. Po-rm, h excees, onde o departamento jurdico faz a anlise. Todo documen-to aberto ao pblico, ex-

    plica o presidente Edmar Nunes. De acordo com o ve-reador, a Cmara oferece vrios canais para se co-municar com o cidado. Usamos o site, o Face-book, jornais, rdio e ou-tros meios. Queremos que a populao seja par-ticipante ativa de nosso trabalho, destaca. O presidente afirma que os vereadores esto estudando a adequao

    do horrio de transmisso das reunies, que, desde o incio de agosto esto sen-do realizadas s 16 horas das segundas-feiras. Is-so tem um motivo. Que-remos fazer uma parce-ria com as escolas para que os alunos comecem a ter outra viso do que acontece aqui. Pretende-mos transmitir a reunio s 16 horas e retransmitir s 20 horas para que todos tenham acesso.

    vereador edmar nUneS, PreSidenTe da cmara

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    www.jornalcidademg.com.breconomia6

    lagoacred rene professores para discutir melhorias no projeto jovem cooperativistallO Sicoob Lagoacred promoveu no ltimo dia 6 um encontro com pro-fessores das escolas mu-nicipais e particulares com o objetivo de discu-tir a melhor forma de in-serir a educao financei-ra na s escolas. A iniciati-va faz parte do Dia C Dia de Cooperar, promovido pela Organizao das Co-operativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg). O evento foi realizado no sa-lo Divina Gula. Durante o encontro, o espao foi aberto para que os professores des-sem sugestes e sugeris-sem estratgias para me-lhorar a interao com os alunos. Foi discutida tam-bm a possibilidade de le-var a educao financei-ra a outros setores da so-ciedade, como igrejas, as-sociaes e entidades go-vernamentais. Participantes do en-contro aprovaram a ini-ciativa da Lagoacred. Se inserirmos esse projeto nas escolas, de forma in-terdisciplinar, vai favo-recer muito, disse Ctia Margarete Geovani, pro-fessora nas escolas Mon-senhor Alfredo Dohr e Dr. Jacinto Campos.

    A diretora da Esco-la Estadual Jos Teot-nio de Castro, Diva Maril-da de Melo, afirmou estar empenhada em incenti-var o projeto. nossa responsabilidade formar cidados que usem o seu dinheiro de forma cons-ciente. O diretor do Colgio guia de Prata, Henrique Rodarte, tambm aprovou a iniciativa. um pon-tap inicial de um gran-de projeto. vamos aderir ao jovem cooperativis-ta. nossas crianas pre-cisam ter uma educao financeira, aprender a ser

    empreendedoras. A Lagoacred iniciou no final de agosto o segundo captulo do projeto Jovem Cooperativista, que le-va educao financeira a cerca de 12.500 alunos de Lagoa da Prata, Santo An-tnio do Monte, Japaraba e Pedra do Indai. Um protocolo de in-tenes sobre a educao financeira ser encami-nhado ao Banco Central, Sicoob, Cecremge, autori-dades e instituies da re-gio.

    conSUmo Para o diretor da Lago-

    acred, Nilson Antonio Bes-sas, a ideia do projeto Jo-vem Cooperativista sur-giu porque, segundo ele, as pessoas esto empobre-cendo e os bancos ficando cada vez mais ricos ao in-centivarem o consumo de-senfreado, financiado a al-tas taxas de juros. o pro-blema que, quando a pes-soa no tem todo o dinhei-ro para adquirir determi-nado bem, acaba contra-tando um financiamento. ela acaba pagando at trs vezes o valor do bem que pretende adquirir, expli-ca Bessas. Graduado em admi-

    nistrao de empresas, o diretor ressalta que as crianas e adolescen-tes esto adquirindo h-bitos de consumo exces-sivos. Tem a questo do despreparo do consumis-mo, que comea com os pais. os filhos aprendem e crescem com o mesmo hbito, que prejudicial para as finanas da fam-lia. o sistema financeiro quer vender, bater metas de vendas e faturamento. Temos, cada vez mais, su-gestes para o consumo. Se no fizermos nenhum trabalho agora, vivere-mos em um momento cr-

    tico de endividamento to-tal e empobrecimento to-tal da sociedade. e por ou-tro lado, o enriquecimen-to do sistema financeiro. vejo para os prximos 10 ou 20 anos uma sociedade mais pobre e enfraqueci-da em relao ao consumo excessivo e ao pagamento de juros, argumenta o di-retor. De acordo com Bessas, a Lagoacred est disposta a investir tempo e recur-sos para promover mu-dana no hbito de consu-mo da sociedade. o ideal que esse projeto alcance toda a comunidade.

    comerciantes de japaraba querem diminuir a inadimplncia

    llNo dia 21 de agosto a Lagoacred realizou na cidade de Japaraba o evento Caf com Neg-cios, com o objetivo de apresentar alternativas para diminuir a inadim-plncia do comrcio e melhorar a lucrativida-de das empresas. A realizao do even-

    to foi uma solicitao dos comerciantes lo-cais, que tm enfrentado altos ndices de inadim-plncia no municpio. Participaram do encon-tro vinte e cinco comer-ciantes, o prefeito Ro-berto Emlio Lopes, di-retores, gerentes e fun-cionrios da Lagoacred.

    Como ferramenta de incentivo s vendas e diminuio da inadim-plncia, foi apresentado o carto Card Gerais, que uma alternativa onde o recebimento das ven-das garantido pela co-operativa, sem risco de prejuzos aos empres-rios.

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    economia 7

    a pessoa cometeu deter-minado delito e tem que prestar algum servio, na feirinha ela ajuda na mon-tagem das barracas, ajuda os prprios comerciantes ou qualquer outra ativida-de necessria. Produtos enlatados no podem ser vendidos na feira.

    lagoa da PraTa A feira de verduras de Lagoa da Prata iniciou su-as atividades na dcada de 1980 e atualmente realizada nas segundas, quartas e sextas-feiras no estacionamento da rodo-viria. at pouco tempo atrs ficvamos no meio da rua, foi a que o prefeito atual sugeriu que visse-mos para c para que pos-teriormente nos fosse ce-dido um complexo, expli-ca o comerciante Nilo An-tnio. De acordo com os fei-rantes, as vendas dimi-nuram aps as mudan-

    feira de verduras e artesanato complementa renda familiarllEm dois anos e meio de atividade, a feira de produ-tores rurais de Santo An-tnio do Monte se tornou um dos principais pontos de comrcio de artesana-to, comidas caseiras e pro-dutos do campo. Realiza-da nas manhs de sbado por 25 feirantes, na aveni-da Tancredo Neves, a fei-rinha uma fonte de ren-da complementar para di-versas famlias. eu con-sigo tirar uma boa renda, mas no a principal. os produtos que vendo so produzidos por mim mes-ma e alm de ser uma te-rapia pra mim, meu arte-sanato complementa mi-nha renda e com isso con-sigo realizar outras coi-sas, afirma a comercian-te dona Vitria. O presidente da fei-ra, Luis Antnio Palha-res, acrescenta que du-rante a semana todos os comerciantes tm ou-tros afazeres no campo ou em outras atividades.

    a feirinha acabou se tor-nando um ponto turs-tico nos sbados de ma-nh em Samonte. Sem-pre temos gente de fora que passa por aqui e rea-liza suas compras. a fei-rinha abrange produtores da nossa regio, de cida-des como Pedra do indai, japaraba e lagoa da Pra-ta, destacou. Palhares acrescenta que os pequenos produ-tores recebem o apoio da prefeitura e da Associao dos Produtores Rurais Fa-miliares de Santo Ant-nio do Monte (Asprosam). atravs de associao recebemos verbas do go-verno estadual e federal. a asprosam existe h seis anos e muito nos tem aju-dado, frisou. A feirinha tem outra funo social, alm do co-mrcio. No local traba-lham pessoas que pres-tam servios sociais por meio de condenaes na justia. Por exemplo, se

    as devido presena de mendigos e resduos que eles deixam no local. an-tigamente tirvamos uma mdia de r$ 500 por final de feira e hoje tiramos por volta de r$ 200. nossas vendas caram. H 15 anos eu trabalho na feira. Sou o mais antigo. mas existem cerca de dez famlias que

    dependem desta renda. S na minha casa essa renda alimenta quatro pessoas, avalia Nilo. O secretrio munici-pal de Desenvolvimento Econmico, Ricardo Cos-ta, informou, por telefone, que a prefeitura tem feito o possvel para manter o local higienizado at que

    o feiranTe nilo anTnio, de lagoa da PraTa, afirma QUe aS vendaS diminUiram

    seja instalado o comple-xo que abrigar os feiran-tes. com frequncia o ca-minho-pipa lava o local e sempre procuramos man-t-lo limpo. Costa acrescenta que a construo do comple-xo para os feirantes est includa no oramento do municpio de 2015.

    PalHareS: a aSProSam Tem noS ajUdado mUiTo

    lagoa da PraTa e S. a. do monTe

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    lagoa da PraTa

    iniciadas as obras de recuperao do rio So franciscollDepois de variadas dis-cusses sobre qual seria a interveno a ser feita no rio So Francisco para re-parar o dano ambiental causado pela antiga Com-panhia Industrial e Agrco-la do Centro-Oeste de Mi-nas (CIAOM), que desviou de 7,5 quilmetros do leito original do rio, a Arcos Ver-de Consultoria Ambiental e a EPOMTA (contratante da obra) vieram publico explicar o que ser realiza-do no local. A reunio aconteceu no dia 4 de agosto e con-tou com a presena do se-cretrio de Meio Ambien-te, Lessandro Gabriel, am-bientalistas e populares. A Agncia Nacional de guas (ANA) determinou que, ao invs de voltar o rio para o leito normal medi-da defendida por ambien-talistas, dever ser fei-ta a recuperao de talu-des (barrancos) e das mar-gens do canal desviado do rio So Francisco. De acordo com o advo-gado e representante da empresa EPOMTA, Dr. Eu-gnio Mendes, a ideia ini-cial era de voltar o rio para o leito normal, mas a Agn-cia Nacional de guas no permitiu sobre o argumen-to de que iria causar outro dano ambiental. a ana um rgo muito compe-tente. eles diagnostica-ram que causaria o asso-reamento na barragem de Trs marias. e ao mesmo

    tempo ela exigiu que fosse apresentado um projeto de recuperao das margens do rio So francisco. Sen-do assim, montamos um processo, que foi aprova-do. e hoje temos que cum-prir o que foi determinado por este rgo, destacou. O advogado acrescen-ta que, ao desviar o leito do rio, a empresa atendia os padres da poca. no se imaginava que hoje tera-mos algumas leis diferen-tes. o que foi feito na po-ca estava sobre o aparato da lei, afirmou. O engenheiro agrno-mo e de segurana do tra-balho da empresa Arcos Verde, Pedro Alarcon, afir-ma que a obra ser total-mente voltada para a re-cuperao do local. fare-mos o abrandamento to-pogrfico, implantao de biomanta, revegetao em taludes e em reas planas, diminuio da rea de es-trangulamento do trecho do canal de vazo. o obje-tivo o impedimento do avano de eroso e estabi-lizao das margens do ca-nal de desvio. Para que tal fato ocorra, utilizaremos tcnicas de bioengenha-ria de solos, afirmou. Segundo o empresrio e proprietrio da empresa Arcos Verde, Fernando An-tnio Sasdelli Gonalves, a obra dever ficar pron-ta em at seis meses, caso no aconteam imprevis-tos. Sabemos que muitas

    associaes ficaram pre-ocupadas com o que acon-teceria no local, mas aci-ma de tudo queremos sa-lientar que apesar de no voltarmos o rio para o lei-to normal, o que j foi cons-tatado que se acontecesse geraria danos maiores ao meio ambiente, faremos de tudo para que o rio, as margens do rio e a popula-o ganhem com a recupe-rao do entorno do local, afirmou. Para o secretrio de Meio Ambiente, Lessan-dro Gabriel, voltar o rio pa-ra o leito normal no seria a melhor alternativa.

    Secretaria de meio ambiente resolve problema do cemitriollDepois de mobilizao dos moradores, a prefeitura decidiu que no ir transfe-rir o porto utilizado para a retirada de resduos do ce-mitrio para a rua Manoel Pena. De acordo com o se-cretrio de Meio Ambien-te, a remoo de entulhos e lixos est sendo feita pro-visoriamente sobre o mu-ro na esquina da rua Ciri-lo Maciel com Accio Men-des. O antigo porto foi fe-chado, mas mesmo assim a populao continua jo-gando lixo no local, con-forme foto postada na in-ternet pelo morador Cas-siano Bernardes Miranda. Se para reclamar, ns reclamamos. Quando para agradecer, agrade-cemos. Hoje venho agrade-cer a administrao muni-cipal por resolver a gesto do porto do cemitrio pa-cificamente, na pessoa do secretario do meio am-biente, lessandro gabriel e do prefeito. agora, apro-veitando, irei mostrar que mesmo com o porto fe-chado, tem entulho jogado. Quem jogou? do cemitrio no . Se os prprios mo-radores no ajudarem, no adianta fazer nada. Sou a favor de multar a todos que jogarem entulho nas ruas. no s aqui, mas sim em toda cidade, pois o brasilei-ro s aprende quando di o bolso, desabafou em uma rede social.

    No se imaginava que hoje teramos algumas

    leis diferentes. O que foi feito na

    poca estava sobre o aparato da lei.

    Pedro alarcon, engenHeiro agrnomo, exPlica como Sero

    aS inTerveneS no rio.

    ciaom deSvioU 7,5 km do leiTo do rio So franciSco

  • ANO ii EdiO 3312/09/2014 a 27/09/2014facebook.com/jornalcidademg

    meio ambienTe 9

    ll Um em cada cinco mu-nicpios brasileiros j pediu ajuda federal devido se-ca ou estiagem neste ano. No total, 1.183 cidades atin-gidas pela seca decretaram situao de emergncia ou estado de calamidade pbli-ca. Em Lagoa da Prata e San-to Antnio do Monte as em-presas de abastecimento de gua esto adotando medi-das preventivas para garan-tir o atendimento popula-o. Mas o diretor do Servio Autnomo de gua e Esgo-to de LP, Astcio Corra Ne-to, no descarta o raciona-mento caso a falta de chuva e desperdcio de gua con-tinuem. a quantidade cap-tada pelo Saae hoje sufi-ciente para abastecer a po-pulao. no temos ain-da necessidade de racionar gua. Trata-se de um bem natural e, portanto, dif-cil fazer previso exata do tempo que esses poos se-ro suficientes, se pode-mos ou no ficar sem gua. existem estudos feitos pe-lo Saae do potencial aqu-fero, e, segundo esses es-tudos, estamos em uma re-gio bastante favorvel, mas no existem garantias, nem certezas absolutas. os estu-dos tm muitas variveis e tudo pode acontecer, afir-ma Neto. Nesta semana, trs pro-priedades rurais em Lagoa da Prata ficaram sem gua devido seca total de seus poos artesianos. Em uma delas est localizada uma empresa de laticnios. As outras duas esto locali-zadas na Comunidade dos Mirandas. A Secretaria de Meio Ambiente precisou le-var gua em caminhes-pi-pas, de acordo com o secre-trio Lessandro Gabriel.

    deSPerdcioO SAAE perfurou mais trs poos artesianos e j fez a previso oramentria pa-ra construir no prximo ano mais um reservatrio com capacidade de um mi-lho de litros. Tambm es-tamos trabalhando no com-bate ao desperdcio existen-te nas redes de distribuio de gua. Precisamos usar a gua com responsabilidade, sem desperdcio. S assim podemos evitar a falta desse bem to precioso, afirmou. Neto ressalta que mes-mo com a realizao de campanhas educativas, a populao insiste em gastar gua sem moderao. Per-cebemos que vrias pesso-as ainda usam a gua para varrer caladas e lavar ru-as. e quando so abordadas e orientadas quanto ao uso inadequado da gua trata-da, elas reagem dizendo que esto pagando, portanto, po-dem gastar. isso no ver-dade. Pagamos pelo servi-o e no pela gua. a gua um bem pblico de valor incalculvel. Todos devem

    Saae no descarta racionamento de gua

    em SamonTe, Para reforar o abaSTecimenTo de gUa a

    coPaSa eST PerfUrando PooS arTeSianoS

    Nesta semana, pelo menos trs poos artesianos secaram em Lagoa da Prata

    ter acesso a ela. Quando des-perdiamos, ns tiramos o direito de outros que pode-riam us-la, frisou. O municpio de Santo Antnio do Monte tambm vem enfrentando srios pro-blemas pela falta de chuva e o uso abusivo da gua. De acordo com a assessoria de comunicao da COPA-SA, para reforar o abasteci-mento de gua da cidade, o rgo est perfurando poos profundos que, caso seja ne-cessrio, entraro em opera-o.

    rio So franciScoSe por um lado muitas pes-soas gastam gua excessi-vamente em tarefas doms-ticas, por outro, a Biosev, in-dstria que produz lcool e acar, retira milhes de li-tros de gua diariamente do Rio So Francisco para ir-rigar os seus canaviais. A empresa possui uma outor-ga (licena) fornecida pela Agncia Nacional de guas (ANA). o triste saber que a agn-cia concede essas autoriza-es sem verificar o que re-almente est acontecendo, se o rio tem condies de prover essa gua. a empre-sa no paga nenhum cen-tavo para a retirada dessa gua, ou seja, o municpio fi-ca com todo o nus dos pro-blemas ambientais e o esta-do e Unio ficam com todo o bnus, afirmou o vice-pre-sidente da Associao Am-bientalista dos Pescadores Amadores (AAPA), de Lagoa da Prata, Saulo de Castro, em matria veiculada pelo Jor-nal Cidade no dia 11 de abril deste ano.

    lagoa da PraTa e S. a. do monTe

    emPreSa reTira milHeS de liTroS de gUa do rio So

    franciSco Para irrigar canaviaiS

  • aprenda a diminuir os gastos do casamento

    Os noivos sonham com o casamento per-feito, mas mais incr-vel do que ter um ca-samento dos sonhos no ter dvidas depois que a festa acaba. a que muitos casais cos-tumam se perder e es-se o primeiro passo para comear uma vi-da a dois com contas a pagar. Para que isso no acontea com vo-c necessrio fazer um planejamento, afi-nal so tantas opes que muito fcil perder o controle financeiro. Todos ns sabemos que, na maioria das ve-zes, os valores do mer-cado de casamento so muito altos, porm

    possvel pesquisar com calma vrios fornece-dores. Dessa forma, possvel encontrar ex-celentes servios e pro-dutos por um preo que esteja de acordo com o seu bolso. Falar de valores no fcil, so muitos ser-vios e produtos dis-ponveis. Alm disso, o estilo da festa e o gos-to dos noivos tambm devem ser levados em considerao. Voc sa-be em mdia quanto vai gastar com cada item? Veja no quadro uma possvel diviso de gas-tos.

    o que inclui cada item do grfico:

    alimentao: buffet, bebidas, doces e bolo.

    decorao: flores, mo-bilirio e buqu da noi-va.

    foto e vdeo: registro do casamento.

    espao: local da reali-zao da festa.

    Som e luz: DJ, pista de dana, iluminao ce-nogrfica (para contra-tao de bandas, con-sidere valores mais al-tos).

    noivos: trajes, dia da noiva, sapatos, joias e acessrios.

    Papelaria: convites, menus e outros impres-sos.

    l e m b ra n a s : l e m -brancinhas para con-vidados e padrinhos.

    civil e religioso: ta-xas para o casamento no cartrio e na igreja.

    carro e manobristas: carro da noiva e servio de manobrista.

    gastos extras: emer-gncias e outros deta-lhes para a festa.

    S e v o c s d e c i d i -r e m c o n t r a t a r u m a assessoria e cerimo-nial para ajud-los na organizao, lembrem-se que o valor cobrado em mdia de 10% a 15% sobre o valor total do evento. possvel organizar um casamento em po-uco tempo, mas todas ns sabemos que um planejamento tranquilo aquele que os noivos comeam a contratar

    os fornecedores cerca de 1 ano antes. Comece pelos itens mais con-corridos: igreja, salo de festas, buffet, fotgrafo e decorao (nessa or-dem). Depois de resol-ver isso, voc tem tem-po para ver os docinhos, o bolo, o vestido, os con-vites e todo o resto.

    veja algumas dicas que podem te ajudar muito no planeja-mento do grande dia:

    1. essencial determi-nar quanto vocs que-rem gastar. Montem uma planilha para con-trolar esses gastos;

    2. Guardem em uma conta bancria um va-lor fixo por ms;

    3. No se esquea de atualizar os dados da p l a n i l h a c o n f o r m e vocs forem fechan-do os contratos com os fornecedores. Assim possvel manter o con-trole de quanto sobrou ou ultrapassou do valor estipulado. Alm disso, vocs tambm podem mover os custos de um item para o outro con-forme a necessidade;

    4. Caso vocs achem o valor total estipula-do muito alto, repen-sem o oramento e o tipo de festa. Sempre possvel reduzir al-guma coisa: convidar menos pessoas, escol-her um espao mais em conta ou ento op-tar por uma decorao com menos itens.

    agora s comear a planejar!

    fonte:guiadanoiva.com.br

  • m notcia! os noivos quase nunca aproveitam a cerimnia de casamento at o fimConfira dicas para o casal desfrutar ao mximo esse momento especial

    Os preparativos do casamento so uma corre-ria para os noivos. preciso pensar em todos os detalhes desse dia to especial. Depois de tanta preocupao obrigao dos noivos curtir todos os momentos do casamento, mas vocs sabem co-mo aproveitar at o fim? Nem sempre eles conseguem, no mesmo? s vezes os noivos esto tensos e preocupados, ou ento ficam desanimados e sem energia ou ainda acabam exagerando na bebida, por exemplo. E c entre ns, esse um dia muito especial para no ser aproveitado, ento veja algumas dicas para curtir do comeo ao fim. 1- v dormir cedo na vspera da festa e tente dormir pelo menos 8 horas;

    2- no deixe para resolver absolutamente na-da no dia do casamento;

    3- Se alimente bem no dia, faa refeies le-ves e saudveis;

    4- evite tomar bebidas alcolicas antes da festa;

    5- evite praticar esportes ou fazer atividades que exigem muito esforo fsico;

    6- mantenha-se hidratado tomando muita gua e lquidos;

    7- Tome um longo e relaxante banho;

    8- Pense nos detalhes: se voc acha que no vai aguentar ficar a noite toda com o sapato que escolheu para o casamento, leve um sa-pato mais confortvel para trocar;

    9- Planeje com seu fotgrafo o momento das fotos: organize para fazer as fotos posadas no incio da festa para ficarem livres para se divertirem na pista a noite toda.

    fonte:guiadanoiva.com.br

  • ANO ii EdiO 3312/09/2014 a 27/09/2014

    www.jornalcidademg.com.broPinio12

    nilson antonio bessas diretor do Sicoob lagoacred gerais e autor do livro Tornando sua empresa um sucesso com mais de 1.000 exemplares vendidos em apenas 90 dias.

    Para perguntas, crticas e sugestes

    mande um e-mail para:

    [email protected]

    empreendedorismo e negcios

    ll So oito horas da noi-te. A arquiteta Daniela che-ga em casa aps um dia de trabalho. Logo ao entrar, depara com o filho de cin-co anos recebendo os cui-dados da av, pois o meni-no estava queimando em febre e respirava com difi-culdade. Daniela imediata-mente percebe que a crian-a precisava com urgn-cia de atendimento mdi-co. Emocionada, ela abra-a o filho com todo amor do mundo, e depois, sem per-der tempo, o pega nos bra-os para lev-lo ao hospi-tal. So oito horas da noite. O desempregado Joo Pau-lino vaga pelas ruas de um bairro de classe alta. Seu estado emocional est al-terado, precisando urgen-temente de dinheiro. Ele dependente qumico e seu organismo precisa ser abastecido. A arquiteta Daniela nasceu em uma famlia tradicional, bem estabili-zada economicamente, e teve muitas oportunidades na vida, de onde veio se tor-nar uma profissional com-petente e bem sucedida. O desempregado Joo Paulino j teve um destino diferente, sem oportunida-des. Nasceu em uma fam-lia extremamente pobre e desequilibrada. Tem qua-tro irmos que seguem pe-la vida sem rumo e sem destino. Convive com um pai alcolatra e violento, e com uma me de olhar doce e sofrido, que sobre-vive um dia aps o outro,

    sem esperanas. Eles mo-ram num barraco distante de tudo, situado na perife-ria da cidade, onde as ruas sem calamento sofrem com a poeira em pocas de seca e com a lama em pocas de chuva. Eles ve-em a vida passar drama-ticamente, ignorados pelo governo e pela sociedade. Joo Paulino, ainda garo-to, obviamente, conheceu a droga da droga. Depois disso, tudo s veio a piorar ainda mais. Num certo momento da sua andana, Joo Pau-lino d de cara com um be-lo carro saindo por um por-to de grades rsticas e oponentes. Imediatamen-te imaginou estar ali a sua salvao. Sem hesitar, sa-ca um revolver da cintura, se joga na frente do vecu-lo, alterado, aponta a arma na direo da motorista. A motorista Danie-la, a arquiteta. Ela estava ansiosa, na companhia de sua me, para levar o filho ao mdico. A crise de fal-ta de ar do menino persis-tia. Mas, tudo naquele mo-mento parecia se compli-car ainda mais ao ver aque-le homem estranho, deses-perado, lhe fazendo aquela abordagem. Na confuso e no nervosismo entre as partes, um disparo acon-tece e no se sabe como, atinge a pobre criana... Calma! Esta hist-ria, especificamente, no aconteceu, embora pudes-se ter acontecido, pois tal tipo de incidente vem fa-zendo parte da rotina da

    sociedade deste pas. E no aconteceu porque l no passado algum mudou o seu rumo e se encarregou de escrever outra histria com outro destino. Foi h dez anos, quando uma pe-quena empresa em ativi-dade, percebeu que pode-ria fazer algo para contri-buir com a incluso so-cial de pessoas carentes, sem oportunidades. En-to, neste momento, co-meou a apoiar uma enti-dade no governamental que desenvolvia pequenos programas sociais (espor-te, msica, artes plsticas e artesanato) para dar sen-tido vida de muitas crian-as e adolescentes que vi-viam na extrema pobreza margem da sociedade, sem ter a menor ideia do que seria um ato de amor e respeito. E foi um voluntrio dessa entidade que co-nheceu Joo Paulino, um menino que parecia no ter futuro, e o levou para participar de um progra-ma social. Na entidade ele descobriu um mundo novo que jamais imaginou exis-

    Um novo mercado para um novo mundo Empresas com responsabilidade social vo ser mais lembradas pelos consumidores em um novo mercado que est surgindo.

    Pode ser o sinal de que o mundo ficar melhor e mais justo. Entretanto, muitas empresas podero ser extintas se no reformularem suas condutas e propsitos.

    tir. As pessoas eram am-veis e se respeitavam. Es-te lugar, ento, se tornou o seu cu. Pouco tempo de-pois com a ajuda da enti-dade ele entrou na escola. Seu dia ficou preenchido com as atividades da ONG e com as aulas escolares. O tempo passou e com uma inteligncia brilhan-te e com uma forte discipli-na nos estudos, comeou a cursar medicina depois de passar no vestibular de uma universidade federal da capital. Portanto, Joo Paulino foi mais um, de muitos jovens resgatados do submundo pela entida-de e que teve a vida trans-formada para o bem. Daniela, cuidadosa-mente, conduz seu carro ao sair pelo porto. A bor-do, no banco de trs, esto sua me e seu filho. O me-nino treme de frio e conti-nua respirando com difi-culdade. A rua est tran-quila. Crianas brincam de futebol e andam de bi-cicletas. Apressada, ela acelera o veiculo rumo ao hospital. Ao chegar, o me-nino foi atendido imedia-

    tamente por Dr. Joo Pau-lino, que estava de plan-to. Atentamente, Dr. Joo Paulino fez os primeiros socorros e a respirao da criana retomou a norma-lidade. O mdico foi obje-tivo e eficiente, pois, com alguns minutos a mais, a falta de ar do menino viria lhe causar graves danos sua sade. Atencioso aos sintomas, Dr. Joo Pauli-no, manda fazer urgente-mente os exames clnicos, que momentos depois vie-ram demonstrar pelos re-sultados que era bronquite alrgica. Uma hora depois, medicado e passando bem, o menino recebe alta para voltar para casa. Daniela se sente aliviada e muito feliz pela rpida recuperao do filho. Cumprimenta o m-dico, que lhe correspon-de com um sorriso cheio de encanto e paz. Ela en-to pensa: Como existem pessoas boas nesse mun-do! Refletindo sobre as his-trias dos dois destinos, conclui-se que o homem que poderia ser um de-pendente qumico, capaz de matar para ter a droga graas a um programa social financiado por uma pequena empresa e reali-zado por uma entidade fi-lantrpica um profis-sional respeitado, que vi-ve para salvar vidas. Entretanto, esta sim-ples histria vem demons-trar, que quando queremos, podemos mudar o destino de algum sem oportuni-dades. E o papel de incluir

    pessoas carentes socie-dade passa a ser de todos, pois o governo no conse-gue cumprir sozinho com o seu dever. A humanida-de se desenvolve e os pro-blemas sociais se multipli-cam. Diante disso, recente-mente, as empresas come-aram a desempenhar um papel que a princpio no fazia parte de suas ativida-des: desenvolver e apoiar programas de incluso social. Para as comunida-des, isso vem ser uma ti-ma notcia, pois a iniciati-va privada prima de ges-tes eficazes, e seus atos no costumam ficar em promessas, e sim, em rea-lizaes. A rotina de uma empre-sa est sujeita a muitos im-postos e a muita burocra-cia, alm de submeter dia-riamente severa com-petitividade do mercado. Mas ainda assim, pensar e praticar incluso so-cial, alm de fazer o bem s pessoas que so aten-didas, faz bem, principal-mente, prpria empresa. Os consumidores esto a cada dia, preferindo con-sumir os produtos e servi-os das empresas que tem compromisso social, e isto, se tornar uma forte cul-tura, como j se tornou em alguns pases do primei-ro mundo. Portanto, a res-ponsabilidade social alm de salvar vidas, pode tam-bm, salvar a sua empre-sa. Um novo mercado para um novo mundo est sen-do construdo. No fique de fora, faa parte dele.

    E o papel de incluir pessoas carentes sociedade passa a ser de todos, pois o governo no consegue cumprir sozinho com o seu dever. A humanidade se desenvolve e os problemas sociais se multiplicam.

    diante disso, recentemente, as empresas comearam a

    desempenhar um papel que a princpio no fazia parte de suas atividades: desenvolver e apoiar programas de incluso social.

  • ANO ii EdiO 3312/09/2014 a 27/09/2014facebook.com/jornalcidademg

    oPinio 13

    jos antnio (rdio Samonte fm)[email protected]

    causos e ProsasSolange barbosa (buffet divina gula)[email protected]

    alimentos e culinria

    ll Em meados de 1994 eu tra-balhava na Fogos So Geral-do no setor de cores. Eramos eu, o Divino, o Ccero de Lagoa da Prata, o Cabeo, o Chala-bang, o Pendo, o Z Paulo meu irmo e mais uma turmi-nha que no me lembro mui-to bem agora. J no setor da matriz trabalhava o Guilher-me, a Janana e mais uma trinca de gente que passava na porta do barraco que eu trabalhava para ir para o se-tor deles. Naquela poca as f-bricas no tinham uniformes, eram roupas normais mesmo que a gente deixava na fbri-ca para no usar cada dia uma e estragar. Na porta do barraco que eu trabalhava tambm tinha uma torneira que a gente usa-va para lavar as mos. Eu che-gava cedinho, trocava a roupa e ia na torneira lavar minha mo para mastigar as brovi-dades na merenda . Mas te-ve um dia que eu tava lavan-do as mos e quando olhei pa-ra baixo tava um vento, mais um vento, e o melhor era que estava ventando dinheiro.

    Era nota de dois, cinco, dez... foi quando eu andei mais um pouquinho e os valores fo-ram subindo, eram notas de cinquenta...e por a ia. Fiquei indignado! Rapaz! A braquiara tava ficando boa mesmo, ven-tando dinheiro? Foi quando olhei para uma rvore e tinha um tanto de notas grudadas nela. Os colegas que estavam trabalhando dentro do barra-co no sabiam do aconteci-do, e eu que no era bobo fui s colhendo o dinheiro e colo-cando no bolso. Eu trabalhei o dia inteiro com esse dinheiro guardado. Quando foi a tarde, eu pensei: dinheiro a gente no pergunta de quem . Foi ento que imaginei que aquele di-nheiro pudesse ser do pesso-al da matriz, mas fiquei quie-tinho. Tirei a minha roupa e fui tomar banho para colocar uma roupa mais limpinha e fui embora. Quando cheguei na portaria da fbrica eu co-mentei com o pessoal , mas ningum manifestou dizen-do que havia perdido o di-nheiro. Eu fiquei feliz, pensei

    que tinha rachado os toma-tes e ganhado esse dinheiro, s que quando eu levei a mo na camisa limpa que eu vi ra-paz que o dinheiro era meu mesmo. Olha s que o que a fechadura do pobre! Mas sa-be o que aconteceu? Quando eu cheguei cedo fui na tor-neira antes de trocar a rou-pa para trabalhar e aquele di-nheiro caiu do meu bolso e eu nem observei. Quando eu fui na torneira da segunda vez o dinheiro ainda estava l. En-to a moral da histria que quando o pobre acha dinhei-ro este dele mesmo. Se outro passa l e acha esse dinhei-ro eu que ia ficar no bico do urubu. Esse dinheiro era pa-ra pagar um atrasado no ar-mazm da Tina do Z Cabral. Mas eu fiquei feliz por um dia viu, pois eu tinha encontra-do uma rvore de dinheiro. A sensao foi boa demais. O dia que voc encontrar uma rvore de dinheiro voc vai ver que maravilha que . Eu tenho a impresso de que a mesma coisa de ganhar na Mega Sena.

    a rvore de dinheiro caldos bsicos Caldo, o lquido coado que resulta do cozimento de aves, carne ou peixe na gua com legumes e temperos, a base para muitas sopas, molhos e ensopados. Caldos preparados em casa tm melhor sabor, so mais aromticos e menos salgados do que os caldos em cubos, granulados ou enlatados. Congele-os, assim voc sempre ter caldos prontos para uso.

    modo de Preparo:Escalde o osso e a carcaa, escorra e lave. Coloque nu-ma panela com os outros ingredientes e leve para fer-ver: cozinhe lentamente por 2-3 horase, com uma es-cumadeira, retire a gordura por vrias vezes. Coe o cal-do e deixe esfriar, depois conserve na geladeira por at 3 dias. Rende cerca de 1,5 litro.

    modo de Preparo: Cozinhe os peitos de frango re-tirando apenas a pele, no restante dos ingredientes para o caldo de ga-linha. Ou seja, substitua as carca-as pelo peito de frango. Quando o peito de frango estiver cozido, coe e reserve o caldo e corte o frango em pedaos regulares. Leve uma panela ao fogo com a manteiga, o alho socado, acebola e o tomate; faa um bom refogado, jun-te os peitos e os champignons cor-tados em lminas; torne a refogar. Misture os quatro copos de cal-do de galinha com as gemas e fari-nha, bata no liquidificador, coe em peneira fina, ponha numa panela e leve ao fogo. Com uma colher de pau, mexa sem parar at obter creme cozido e de boa consistncia. Junte o refoga-do de galinha e champignons, mis-ture bem, prove o sal, tempere com pimenta-do-reino e a salsa. Mistu-re rapidamente e sirva em seguida. Acompanhe com arroz branco.

    Rendimento: 06 pores

    ingredientes Cerca de 750 g de carcaa de frango 150g de cebola picada grossei-ramente 150g de salso (aipo) picados 150g de cenoura picada 1 cravo 1 buqu garni (ensinado em au-la posterior) 2 dentes de alho picado 6 gros de pimenta-do-reino1,5 litro de gua

    ingredientes: 3 ou 4 peitos de galinha ou frango cozidos 1 vidro grande de cogumelos 4 copos de caldo de galinha 2 colheres de sopa de manteiga 4 colheres de sopa de queijo parmeso ralado 6 gemas 2 colheres (sopa) bem cheias de farinha de trigo 2 colheres de sopa de salsinha picadinha 1 xcara de ch de creme de leite 1 cebola batidinha 1 dente de alho socado Sal a gosto Pimenta-do-reino ou malagueta a gosto 4 tomates picadinhos (sem pele e sem sementes) e passados pela peneira

    caldo de galinha

    creme de galinha e champignons de Paris

  • ANO ii EdiO 3312/09/2014 a 27/09/2014

    www.jornalcidademg.com.brSocial14

    garis trabalham sem equipamentos de seguranaEquipamentos de proteo individual so oferecidos pela prefeitura, mas alguns garis insistem em no usar

    ll No dia 1 de setembro, em reunio na Cmara Municipal de Lagoa da Prata, o vereador Edmar Nunes, presidente do Le-gislativo, informou aos colegas que os garis do municpio estariam tra-balhando sem utilizar os equipamentos de prote-o individual (EPI). foi feito uma indicao de aquisio de materiais de segurana para os garis, e, em conversa com o se-cretrio Srgio oliveira, e ele me disse que os equi-pamentos j foram com-prados, mas alguns ga-ris ainda apresentam re-sistncia quanto ao uso, afirmou. De acordo com o Tc-nico de Segurana do Trabalho da Prefeitura Municipal de Lagoa da Prata, Jorge Fonseca, a secretaria municipal de Obras, Urbanismo, Trans-porte e Limpeza Pblica constantemente oferece

    os EPIs, mas alguns fun-cionrios preferem no utiliz-los. Uma mulher que tra-balha na varrio de ru-as disse reportagem do Jornal Cidade que no usa os equipamentos por se sentir incomodada. Toda vez que vou pegar o lixo com as mos, as lu-vas incomodam, minhas mos ficam suadas e aca-ba escorregando. Quan-do uso as luvas eu no sei se fico puxando elas ou

    se trabalho. mas eu uso o protetor solar e o cha-pu. Uso a botina s ve-zes porque tambm me incomoda, destacou. Questionada sobre os riscos que ela teria ao trabalhar sem os equipa-mentos, a gari disse estar ciente dos perigos. Sei que corro riscos, tenho essa conscincia, mas muitas vezes se eu usar no consigo desempe-nhar meu trabalho com tanta rapidez, destacou.

    orquestra jovem das gerais realiza concerto no 1 mrito empresarial de lagoa da Prata

    ll Completando seu 8 concerto neste ms, os msicos da ONG Orques-tra Jovem das Gerais pre-parara repertrio para rea-lizar uma apresentao na cidade de Lagoa da Prata. Sob o comando do maestro e coordenador do projeto social, Renato Almeida, os jovens musicistas inter-pretaram obras de grandes nomes da msica erudi-ta e popular, como Mozart, Maurice Ravel, Villa Lobos e Ary Barroso. O concerto aconteceu no dia 12 de setembro, du-rante o Prmio 1 Mrito Empresarial As 100 Me-lhores Empresas de Lagoa da Prata, que reuniu um pblico estimado em 500

    pessoas, formado em sua maioria por empresrios. Autoridades do legislati-vo, executivo e judicirio tambm prestigiaram o evento que foi organizado pela Associao Comer-cial e Empresarial (ACE--LP) e pela Cmara de Di-rigentes Lojistas (CDL-LP), ambas da referida cidade. H dezessete anos, a instituio desenvolve ar-te, cultura e educao na vida de seus alunos, que so moradores de regies em situao de vulnerabi-lidade social da regio Me-tropolitana de Belo Hori-zonte. Vrios estudantes da ONG j realizaram turns Internacionais e Nacio-

    nais. Ao longo do tempo, cerca de 230 mil especta-dores prestigiaram seus concertos. A instituio possuiu muitas premia-es, como o Musicistas sem Fronteiras, da As-sociao Internacional de Voluntariado da Itlia, o 1 Prmio Folklore En-semble da AICE, de Viena, e o Ttulo de Honra ao M-rito, da Cmara Municipal de Contagem. Atualmente, 300 alu-nos participam de ofici-nas de instrumentos de cordas, sopros e percus-so. Ao longo dos anos, 1400 estudantes passaram pelo projeto social, e o re-sultado do trabalho per-ceptvel.

    lagoa da PraTa

    Quer sua foto aqui? envie e-mail para [email protected] ou pelo wattsapp: (37) 9195-1978

    Quem assopra veli-nhas este ms so as colaboradoras do Jornal Cidade rhaiane carvalho, dia 17 de setembro, e iara duarte, dia 10. Muitas felicidades e realizaes neste dia to especial.

    Na quinta feira(04/09) os integrantes do bloco os Trozorbas se reu-niram para marcar a partir daquela data que todo ms haver uma reunio na casa ou stio de cada integrante para relembrar os tem-pos de carnaval. O primeiro encontro foi no Sitio do Tales Boco no condomnio Aldeia do Lago. Houve comes e bebes vontade.

    dia 08 de novembro de 2014 ser festivo para Tamires carla , fun-cionria do Grupo Mi-nasprev e para Sala-tiel cavalheiro, da ci-dade de Brumadinho--MG, ao qual Lagoa da Prata o receber como filho. desde j para-benizamos esse casal pelas bodas, que deus esteja sempre no ca-samento de vocs.

    eQUiPamenToS de ProTeo individUaleSTo a diSPoSio

    doS fUncionrioS

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    edUcao 15

    Pr-vestibular da Tutores leva seus alunos para conhecerem o curso de medicina em alfenas

    ll No intuito de mostrar aos seus estudantes um pouco do cotidiano da vida acadmica, o Centro Edu-cacional Tutores levou, no dia 28 de agosto, seus alu-nos dos cursos pr-vestibu-lares noturnos e Pr Medi-cina (integral) para conhe-cerem a estrutura do curso

    de Medicina da UNIFENAS. Na Universidade, os mesmos ainda puderam conhecer o Hospital Uni-versitrio Alzira Velano, lo-cal onde os graduandos da rea de sade do referido centro de estudos aplicam seus conhecimentos. Os alunos da Tutores

    tiveram ainda a oportuni-dade de entrar em contato com o coordenador do cur-so de medicina, Dr. Francis-co Lello que gentilmente atendeu e conversou com os garotos que, alm de sa-narem suas principais d-vidas, puderam conhecer um pouco do curso almeja-do e de sua estrutura curri-cular. O momento mais espe-rado pelos educandos foi a visita ao Centro Anatmico, um dos mais modernos do pas, que tem, em seu acer-vo de pesquisa, vrios cor-pos humanos conservados, alm dos principais rgos presente em nossa consti-tuio anatmica. Segun-do o Diretor do Centro Edu-cacional Tutores, Ricardo Costa, Uma visita como es-sa, ajuda os alunos a terem uma dimenso da realidade do curso que eles querem; o que de certa forma iro se deparar na carreira acad-mica e profissional quando adentrarem no curso supe-rior de medicina. A Tutores tem a preocupao de pre-

    parar o aluno para o ENEM, contudo, ela busca tambm outras formas de educao e direcionamentos para proporcionar ao aluno que aqui estuda a possibilidade de melhor escolher seu cur-so superior e, consequente-mente, sua carreira profis-sional. Por isso, contamos, em nossa equipe, alm de professores especializa-dos, com uma psicloga que d respaldo e ajuda os estudantes em suas esco-lhas. Ao traz-los para Al-fenas, perceptvel que es-sa escolha, para muitos, j est, de algum modo, mais amadurecida. Hoje o Centro Educacio-nal Tutores conta com qua-tro turmas de cursos prepa-ratrios para o ENEM subdi-vididas em: Pr Enem anu-al (em plena atividade des-de fevereiro com aulas de segunda a sexta de 19:00h s 22:00h e nas tardes de sbado a aules e simula-dos) essa modalidade, est em funcionamento em La-goa da Prata e Santo Ant-nio do Monte; o Pr Medici-

    na, que funciona de 15:00h s 22:00h, no qual os alu-nos tm um preparatrio direcionado para o ENEM e Vestibulares e o PR ENEM Reta Final, que iniciou a to-do vapor em Junho. Como

    fruto de nosso trabalho, em 2012 a Tutores alcanou o 1 Lugar da UFMG em direito e 2013 2 lugar em Bioqumica na UFSJ e as expectativas para 2014 so as melhores possveis.

    A UNiFENAS possui em sua estrutura acadmica um moderno centro anatmico de referncia nacional.

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    www.jornalcidademg.com.brcoTidiano16

    O encontro reuniu pro-fissionais do rdio esporti-vo, empresrios, autorida-des da cidade e regio, o pentacampeo do mundo Gilberto Silva, o reprter da rdio Itatiaia lvaro Damio, o jornalista e ex-presidente da ADEMG Dirceu Pereira. O evento foi realizado no Bo-ra Bora Caf e foi transmiti-do ao vivo para trs emis-soras (Rdio Veredas FM, de Lagoa da Prata, Rdio Posi-tiva, de So Gotardo, e R-dio Expresso, de Campos Al-tos). O programa teve o co-mando e apresentao de Vilmar Pereira, que contou tambm com a participao da Banda RZ, que deu um show. Todas as seis emissoras do Grupo DPA participaram do debate e segundo o co-ordenador de esportes, Vil-mar Pereira, este formato de programa (fora do est-dio) dever ser feito mais vezes. Estamos colocando a potncia de audincia do Grupo DPA na nossa rea de cobertura, que hoje chega a 420 cidades, para levar at os ouvintes a maior paixo

    popular que o futebol. En-to nada melhor que reunir estes grandes profissionais para discutir este tema to

    complexo, disse Vilmar Pe-reira sobre o programa espe-cial que foi transmitido dire-tamente do Bora Bora Caf.

    Departamento de esportes da Rdio Veredas FM e Grupo DPA promovem debate sobre o futebol mineiro

    FOTOS: NABALADAVIRTUAL.COM.BR

    eSPao da comUnidadeo jornal cidade abre este espao gratuitamente para que as instituiesfilantrpicas divulguem os seus eventos em benefcio da comunidade.

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    ll Assistindo algu-mas palestras motiva-cionais do palestrante Fbio Marques ,falando sobre inteligncia emo-cional, disse o seguin-te: Todas as pessoas bem sucedidas que eu pesquisei, e algumas eu conheci pessoalmente, elas investem em au-toconhecimento pa-ra construir uma iden-tidade forte. E eu me peguei pensando nis-so... Quantas vezes ns nem percebemos que estamos diminuindo a nossa prpria imagem, nosso sucesso, nosso trabalho... E assim va-mos ficando satisfei-tos com o segundo lu-gar, em ter o relaciona-mento terminado, de-misses em voga na vida... At quando? At quando seremos refns

    de nossas prprias ca-deias? Quando conse-guiremos nos libertar de uma crena que li-mita, que atrapalha que incomoda. s ve-zes percebo que na so-ciedade oriental como um todo, no trabalha-mos a nossa Intelign-cia Emocional. Mas que diabos inteligncia emocional? Trabalhar a inteligncia emocio-nal significa trabalhar a gerncia das nossas emoes, aes e rea-es mediante situa-es de, por exemplo, stress. Sabe aquela bu-zina no trnsito que no para? Aquele rompante de raiva? So alguns de-talhes que fazem a dife-rena, e quando no es-tamos preparados para aquela situao, perde-mos o controle, o em-

    prego, o relacionamen-to... Mas como estar preparado? Nossa vida como se fosse uma embarca-o, e ns somos o pi-loto dela. O timo es-t em nossas mos e cabe a ns direcionar, acelerar, controlar a embarcao. Se tiver-mos de ir de um lugar para o outro, ns, e so-mente ns, somos res-ponsveis pela traje-tria. Mesmo que apa-rea uma inclemncia climtica, cabe a ns a responsabilidade (ca-pacidade para respon-der a uma ao) de to-mar a deciso (sempre tomamos a melhor de-ciso que podemos na-quele momento) e pros-seguir viagem. Como podemos pilotar nossa prpria embarcao,

    se formos marinheiros de primeira viagem ao cruzar uma intemp-rie? Como construir uma embarcao que no seja to suscetvel? Muitas das vezes ao executar a viagem, que pode vir a ser o grande sonho da sua vida, po-demos fracassar. E as-sim vamos pelo mtodo da tentativa e erro, de-morando uma vida to-da construindo a em-barcao perfeita. Mas eu no acredito nisso. Acredito que podemos nos preparar para pro-duzir a nossa melhor embarcao, e s con-seguiremos produzi-la se estivermos no nos-so estado de exceln-cia, senhores de nossos pensamentos e no es-cravos de nossas atitu-des.

    se formos marinheiros de primeira viagem ao cruzar uma intemp-rie? Como construir uma embarcao que no seja to suscetvel? Muitas das vezes ao executar a viagem, que pode vir a ser o grande sonho da sua vida, po-demos fracassar. E as-sim vamos pelo mtodo da tentativa e erro, de-morando uma vida to-da construindo a em-barcao perfeita. Mas eu no acredito nisso. Acredito que podemos nos preparar para pro-duzir a nossa melhor embarcao, e s con-seguiremos produzi-la se estivermos no nos-so estado de exceln-cia, senhores de nossos pensamentos e no es-cravos de nossas atitu-

    Henrique rodarte*[email protected]

    ll O Trabalho da Inte-ligncia Emocional po-de ser feito de vrias for-mas. Existem treina-mentos de imerso, que

    mento de descobrir co-mo construir a sua pr-pria embarcao com suas prprias mos, se permita.

    duram entre 1 e 8 dias. Sendo estribados na PNL e amparados por profis-sionais altamente quali-ficados, o Instituto Voc

    no qual eu trabalho a mi-nha excelncia e cons-truo a minha embarcao, uma grande oportunida-de. Talvez seja o seu mo-

    *Henrique Rodarte Gestor de RH, Coaching Pleno, Master Practitioner em PNL, Graduando em Direito pela PUC Minas.

    cUlTUra 17S. a. do monTefestival de gastronomia

    realizado em lagoa da Pratall A Secretaria Municipal de Cultura de Lagoa da Pra-ta est realizando o 1 Festi-val de Gastronomia do mu-nicpio. O evento come-ou na ltima tera-feira e vai at o dia 27 de setem-bro. A programao conta com oficinas, teatros, m-sica, artesanato e literatura agregada ao tempero, aro-mas e sabores dos pratos t-picos da cidade. De acordo com o secre-trio de Cultura, Fabrcio Gontijo, o municpio tem um vasto grupo de artistas que sero peas fundamen-tais para compor o evento. aqui em Lagoa da Prata te-mos muitos msicos, arte-sos, escritores, assim te-mos a certeza de que eles s contribuiro para que o festival seja um sucesso, afirmou. Gontijo ainda enfati-zou os pratos tpicos de Lagoa da Prata. a gastro-nomia mineira uma das manifestaes culturais mais expressivas do esta-do. Bastante reconhecida no Brasil, a culinria tpi-ca encanta e expressa, por meio das cores, dos sabo-res, e dos aromas, cada re-

    gio de Minas Gerais. E lo-gicamente, Lagoa da Pra-ta no diferente. Os bares de nossa cidade oferecem, alm do bom atendimento, saborosos pratos, ou os fa-mosos tira-gostos e com uma diversidade memo-rvel e reconhecidos pelos clientes e turistas. E com o objetivo de mostrar e ex-pandir ainda mais o reco-nhecimento da gastrono-mia que em 2014 aconte-

    ce o i Festival de Cultura e Gastronomia de Lagoa da Prata, destacou. Esto confirmadas a participao de cinco ba-res e dezenas de artistas. As apresentaes tambm acontecero em praas, ru-as e Teatro Fausto Rezende.

    Confira em nosso site a programao completa do evento : www.jornalcidade-mg.com.br

    Um bom Pblico comPareceU na caSa do cHUrraSco na

    lTima Tera-feira na aberTUra do feSTival

    FOTOS: ASSCOM PREF. DE LAGOA DA PRATA

    ll A Secretaria de Cultura de Santo Antnio do Mon-te est realizando uma ex-posio em homenagem ao Padre Paulo Michla. A ex-posio acontece na Ca-sa do Padrinho Vigrio, e tem por objetivo mostrar as aes realizadas pelo sacerdote. Entre elas esto os seus trabalhos dedica-dos Santa Casa de Mise-ricrdia do municpio e ao Colgio Estadual Dr. lva-ro Brando. O acervo foi montado ao lado do quarto do Padri-nho Vigrio, aps 34 anos da morte do Padre Paulo. De acordo com o Secret-rio de Cultura, Carlos L-cio Gontijo, vrios fatores foram levados em conta ao montar o painel de home-nagem. Aproveitamos os livros que foram deixados pelo mdico Dr. Otaviano Rodrigues dos Santos, po-pularmente conhecido co-mo Dr. Otaviano, para insta-lar no corredor (que leva aos dois quartos) uma estante com os seus livros, acompa-

    nhados de devida refern-cia (e reverncia) ao gran-de mdico, que por muitos anos atendeu seus pacien-tes na Casa do Padrinho Vi-grio, representando po-ca uma valiosa ajuda, prin-cipalmente aos cidados mais pobres, destacou. A data para a inaugu-rao do acervo do Padre Paulo e do memorial do mdico Dr. Otaviano deve-

    Secretaria de cultura expe painel em homenagem ao Padre Paulo michla

    r acontecer nos prximos dias. Queremos fazer a inaugurao em setembro, mas ainda estamos pen-sando na data, pois esta-mos na dependncia do Pa-dre Adelzire, uma vez que desejamos compor a ceri-mnia com a celebrao de uma missa. Num primeiro momento, temos em men-te a data de 17 de setembro, afirma Carlos Lcio.

    a exPoSio aconTece na caSa do PadrinHo vigrio

  • ANO ii EdiO 3312/09/2014 a 27/09/2014

    www.jornalcidademg.com.brPolicial18

    ll No dia 4 de setembro a Polcia Militar foi so-licitada para compare-cer em uma rua do bairro So Jos, onde testemu-nhas informaram que um homem de 55 anos havia espancado uma cadeli-nha at a morte. De acor-do com Rosngela Ber-nardes Delgado, volunt-ria da Associao de Pro-teo aos Ces de Rua, o suspeito Jos Silvrio de Castro (55) afirmou que matou o animal sem ne-nhum arrependimento. fomos at na casa dele e ele nos disse que matou e mataria outra vez, s que da prxima ele mataria com um tiro, destacou. Segundo informa-es da Polcia Militar, o homem matou a cachor-rinha com pancadas, ba-tendo o corpo do animal contra a calada e pos-teriormente a jogou no

    meio da rua. Durante a ocorrncia o autor alegou que a ca-delinha havia entrado em seu quintal e arrancado algumas couves que es-tavam plantadas no local. De acordo com o dele-gado Leonardo Dias Bor-ges, o autor foi preso em flagrante, mas ele deve-r aguardar o processo em liberdade. foi aberto um inqurito para fazer-mos todas as apuraes, principalmente porque o suspeito confirmou a au-toria do crime. fizemos o boletim de ocorrncia, ouvimos o autor e enca-minharemos o processo para o Promotor de jus-tia, para ento aplicar a pena, afirmou. Para a presidente da Associao de Proteo aos Animais de Rua, Isa-bela Lacerda, violncia contra animais tem sido

    Homem acusado de matar cadela com pancadas emlagoa da Prata

    registrada com frequn-cia. a pessoa para ter es-ta atitude com um ser in-defeso s pode ter um de-sequilbrio psicolgico. nos disseram que a ca-delinha estava dormin-do. ele a pegou pelas pa-tas traseiras e comeou a bater o corpo dela contra a calada. inadmiss-vel que esse senhor con-tinue atentando contra a vida dos animais, frisou. De acordo com Isabe-la, integrantes da associa-o seriam recebidas on-tem tarde pelo promotor de justia.

    moradoreSamedronTadoS A reportagem do Jor-nal Cidade conversou com trs moradoras da rua Pedro II que disseram estarem assustadas com o comportamento de Jo-s Silvrio. Elas disseram

    que ele faz uso de bebida alcolica com frequncia e tem comportamento agressivo. Na sexta-feira, aps ser ouvido pela pol-cia, o acusado teria agre-dido verbalmente uma mulher de 72 anos, que re-vidou a agresso com um cabo de vassouras. O Jornal Cidade ten-tou falar com o suspeito na ltima segunda-feira. Uma vizinha que mora na casa da frente residn-cia do suspeito, disse que ele no estava conversan-do com ningum desde a sexta-feira 5. No site do Jornal Ci-dade voc pode ver um vdeo feito pela Associa-o de Proteo aos Ani-mais de Rua, no momen-to em que integrantes da entidade foram casa do suspeito pedir explica-es com relao mor-te da cadela.

    de acordo com o delegado, joS Silvrio confirmoU QUe

    maToU a cadela

    FOTO: DIVULGAO POLCIA MILITAR

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    eSPorTe 19lagoa da PraTa S. a. do monTe

    nbia conquista campeonato brasileiro e se classifica para torneio sul-americano

    jogador se destaca na 7 copa de futebol masterPor mrcio Teixeirall O jogador Itamar Chaves foi destaque na segunda ro-dada Copa de Futebol Master, de Santo Antonio do Monte.

    llA atleta lagopratense Nbia Soares subiu mais uma vez no pdio no dia 6 de setembro, em So Pau-lo. Dessa vez ela se classifi-cou como campe brasilei-ra na modalidade salto em distncia para o campeona-to sul-americano de atletis-mo, que acontecer de 3 a 5 de outubro em Montevidu, no Uruguai. Ao todo partici-param do evento 300 atletas. Nbia competiu com dez ad-

    versrias. Depois de vrias con-quistas em competies nacionais e internacionais, a lagopratense foi contrata-da por uma equipe paulista especializada em atletismo. obrigada a todos que esto me ajudando a melhorar em vrios sentidos. Princi-palmente ao departamento mdico da bm&f bovespa. Sem vocs nada disto seria possvel, me salvaram nos

    ltimos meses. e a pessoa que sabe o quanto posso ser grande, neilton moura, fri-sou. A atleta ainda destacou que a cada dia percebe sua evoluo. foi timo perce-ber que no h nada como o tempo. no ano passado eu no ganhava das meninas que atualmente eu estou ga-nhando. melhorei bastante e isso aconteceu aos pou-cos, destacou.

    Sexta (05/09), no campo do flamengoFlamengo 2 x 2 Flamengo (PI)Gols: Thiago Marques, Reni e Andr Luiz (2)

    Sbado (06/09), no campo do flamengo. Guarani 0 x 1 Bem AmigosGol de Anderson (Gaguinho)So Paulo 6 x 2 CruzeirinhoGols: Itamar (5), Batata, Valdemi e Antnio Mrcio

    reSUlTadoS 2 rodadaclaSSificao

    1 - So PaUlo - 06 PONTOS2 - flamengo (Pi) - 04 PONTOS3 - bem amigoS - 03 PONTOS4 - crUZeirinHo - 03 PONTOS 5 - flamengo - 01 PONTO6 - nacional - 0 PONTO7 - gUarani - 0 PONTO

    O atleta marcou cinco gols na vitria do So Pau-lo, que venceu o Cruzeiri-nho por 6 a 2. Itamar tam-bm se tornou o jogador que

    marcou mais gols em uma partida em todas edies da Copa Masters. No total o jo-gador fez sete gols em duas partidas.

    iTamar cHaveS Se TornoU o maior arTilHeiro em Uma ParTida na coPa maSTer