NATIONAL – 163 – 15.05.2008

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  • ANO IV - N 163 | 15 DE MAIO DE 2008 | www.jornalnational.com | DISTRIBUIO GRATUITA

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  • editorialOPINIO15 DE MAIO DE 2008 DE 2008 | NATIONAL THE BRAZILIAN NEWSPAPER 33333www.jornalnational.com

    >> SUGESTES E PAUTAS: news@brmedia.netBRAZILIAN NEWSPAPER

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    DIRETORES | Pablo Melo, Beatriz Leitzke

    EDITORA | Juliana Melo

    JORNALISTAS | Karine Porcel, Jehozadak Pereira

    DIAGRAMADOR | Carlos Renato Rodrigues

    ARTE | Danilo Lisboa

    DEPTO COMERCIALFlorida Artur Rodrigues

    New Jersey | Beatriz Leitzke

    Massachusetts | Edson Zanetti

    Pennsylvania | Beatriz Leitzke

    As opinies expressas em artigos e colunas sode responsabilidade dos autores e no refletemnecessariamente a opino do jornal

    chargewww.chargedodia.com.br

    ndice05 ....................................... PONTO DE VISTA

    06 ....................................... BRASIL

    08 ....................................... EUA/MUNDO

    09-11 .................................. COTIDIANO

    12 ....................................... CULTURA

    14-18 .................................. COMUNIDADE

    19 ....................................... BASTIDORES

    21 ....................................... IMIGRAO

    23 ....................................... GUIA NATIONAL

    O problema da guaUma das maiores preocupaes da humanidade se

    haver gua potvel suficiente para todo mundo nofuturo. Do mesmo modo como faz com o ar, onde sojogadas toneladas de elementos txicos e agressivos naatmosfera, o homem mata os rios e as nascentes degua, contaminando-as definitivamente.

    A Organizao das Naes Unidas, ONU, indicanuma cartilha de recomendaes sobre problemasambientais, a cobrana da gua, procedimento que adotado em diversos pases, como Estados Unidos,Canad, Alemanha, Frana e Holanda, entre outros.De acordo com relatrios da ONU, um quinto dapopulao mundial no tem acesso a gua potvel, e oestoque de gua doce no planeta estar quase com-prometido na sua totalidade dentro de 25 anos. At oincio da dcada de 70, o problema estava confinado aalguns bolses no mundo, e hoje o problema tosrio que em todos os continentes o problema avanarapidamente e sem controle.

    Um outro alerta dos relatrios da ONU, que nospases em desenvolvimento, 90% da gua utilizada devolvida natureza sem tratamento, o que tornaainda mais dramtica e rpida a deteriorao de rios,lagos e lenis freticos.

    No passado naes desenvolvidas como os EstadosUnidos e o Canad, tinham rios to poludos, que orisco de incndio era iminente, devido a grandequantidade de leo e poluentes inflamveis na suasuperfcie. Pressionados pelas suas comunidades,investiram fortunas para recuper-los.

    paradoxal que a terra o planeta azul com70% de sua superfcie coberta por gua tenha chega-do a este ponto. Porm, uma constatao tem de serconsiderada se no comeo do sculo a populao erade pouco menos de 2 bilhes de habitantes, hoje apopulao mundial gira em torno dos 6 bilhes depessoas, e projees indicam que em 2025, ser de

    aproximadamente 8,3 bilhes.Na proporo inversa do aumento da populao

    mundial, a quantidade de gua continua a mesma. Agua doce corresponde a apenas 2,5% da massalquida do planeta, com a maior parte desta gua estnas geleiras. O problema o consumo desenfreado,enquanto o crescimento populacional era multiplicadopor trs, o consumo de gua foi espantosamentemultiplicado por seis. A irrigao da agricultura conso-me sozinha 70% da gua doce disponvel, gua queno reaproveitada para uso, o desperdcio da gua naagricultura irrigada, grande e para produzir um quilode arroz, so necessrios 1 900 litros de gua.

    O Brasil tem 8% da gua doce do planeta em seuterritrio, e pouca importncia d ao assunto da gua, asprevises do conta de que o Brasil ter problema comabastecimento de gua nos prximo 20 anos.

    Enquanto se escasseia a gua no mundo, investimen-tos so feitos para garantir o abastecimento. No OrienteMdio, a situao to crtica que a Arbia Sauditainstalou 25 estaes de dessalinizao da gua do mar o mais custoso processo para obteno de gua doce para suprir pouco menos de 4% das suas necessidades.

    E na sade onde mais aparecem os resultados dafalta de gua fresca, mais de 5 milhes de pessoas morrempor ano em decorrncia de doenas relacionadas mqualidade da gua e a condies ruins de higiene e sanea-mento bsico, segundo a Organizao Mundial de Sade.

    O consumo de gua para o ser humano baixo, poispara as coisas bsicas como saciar a sede, lavar roupa ecozinha, uma pessoa precisa de no mnimo 50 litros pordia. Para se garantir 1 quilo de frango so necessrios 3500 litros e 1 quilo de carne de boi, 100 000 litros.

    O planeta aproxima-se de uma sede geral, se noforem tomadas as devidas precaues no uso adequado dagua. A advertncia da ONU, e no de ecologistas, queinsistem para que seja atribudo valor econmico a gua.

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  • 15 DE MAIO DE 2008 | NATIONAL THE BRAZILIAN NEWSPAPER 55555www.jornalnational.comPONTO DE VISTA

    Crise sem fimPOR JEHOZADAK PEREIRA

    Costumeiramentetemos abordado a velhaquesto darepresentatividade dacomunidade brasileira nosEstados Unidos e a faltaque faz uma lideranaverdadeiramente compro-metida com as reaisnecessidades da nossagente. notria a omissoonde h grande ajunta-mento de brasileiros, emespecial nos estados deNew York, New Jersey,Flrida e Massachusetts.Algumas entidades tm sedestacado na luta pelosinteresses dos brasileiros,principalmente no estado deMassachusetts com a Bramas BrazilianAmerican Association, e o CIB Centrodo Imigrante Brasileiro.

    S que as duas entidades parecemter entrado em colapso nos ltimosmeses com crises anunciadas fossempelas atitudes tomadas por seus direto-res e representantes, fosse por uma crisede comando que aliada outra crisefinanceira, parecem ter derrubado osdois nicos rgos representativos noestado.

    A histria da Bramas sempre foiconturbada, at por estar localizada emFramingham, onde h grande concen-trao de brasileiros, alm da CCFILE,uma organizao destinada a combatera imigrao ilegal e tambm expr detodos os modos e maneiras a presenade brasileiros na cidade. Para a CCFILE,todos os problemas que acontecem porl so de responsabilidade e culpaexclusiva dos brasileiros.

    Logo, todos os meios possveis sousados para intimidar e constranger osbrasileiros que moram ou trabalham nacidade e a Bramas servia como justocontraponto s barbaridades e boba-gens ditas pelos membros da organiza-

    o. S que jamais os membros dadiretoria da Bramas conseguiram viverharmoniosamente ou pacificamente ejamais esconderam as suas divergnciaspara quem quer que seja.

    Inmeras pessoas com capacidade econdies passaram pela diretoria da

    entidade e aos poucos cada um deles foise afastando, talvez por no terem tidocondies de desenvolver um trabalho altura para a comunidade.

    Mesmo assim, muita coisa foi feitaem prol da comunidade, especialmentena rea da sade, com recursos angaria-dos para que programas fossem execu-tados. A ltima crise foi o afastamentodo presidente da entidade e a priso pordesacato de Ilma Paixo, notria defen-sora da Bramas e a face mais visvel ecombativa da entidade, o que parece terprovocado a raiva e o cime de muitagente, inclusive de quem a afastoudefinitivamente da Bramas, visto queIlma era a embaixadora nomeadaoficialmente pela diretoria.

    J no CIB, tambm em evidente crisefinanceira, o estopim foi a demisso deduas funcionrias que, segundo Faustoda Rocha, somente poderiam sermantidas se houvesse a renovao dealguns convnios, o que no aconteceu.

    Sem as verbas correspondentes, ademisso foi o nico caminho encontra-do. Fausto da Rocha foi contestadopublicamente pelas duas ex-funcionriase o caos se instalou de vez. O jornalMetropolitan, de Massachusetts, publi-cou matrias e editoriais contestandoFausto da Rocha que irado atacou ojornal e quem escreveu as matrias no

    seu programa radiofnico. Ouvinteschamaram o jornalista para a briga, almde ameaas de denunciar os funcionri-os para a imigrao. Houve quemaprovasse a idia, mas por outro lado foium dos episdios mais tristes e obscurosj protagonizados no rdio brasileiro emMassachusetts.

    Providencialmente, no dia seguinteao programa Fausto da Rocha viajoupara o Brasil, e no pode presenciar asreaes de diversos peridicos brasileirosque circulam no estado.

    No meio disto h uma comunidadeque a tudo assiste perplexa sem saberdireito o que fazer, mas que tende aficar totalmente sem nenhum rgo derepresentatividade que defenda os seusdireitos, principalmente o do trabalhadorindocumentado. Sem contar que comtodas estas crises e brigas, fornecemmunio de sobra para os grupos quecombatem os imigrantes.

    O que pode ser feito? Que se levanteimediatamente uma liderana consisten-te e que pense no bem coletivo e noindividualmente, antes que seja tarde,pois ao que tudo indica o caos est sno comeo.

  • BRASIL66666 15 DE MAIO DE 2008 | NATIONAL THE BRAZILIAN NEWSPAPERwww.jornalnational.com

    Justia mantm pai emadrasta de Isabella presos

    O desembargador CaioCanguu de Almeida, doTribunal de Justia de SoPaulo, negou o pedido dehabeas corpus apresentadopela defesa de AlexandreNardoni e Anna CarolinaJatob e decidiu que o casaldeve permanecer preso. Apriso preventiva foi decreta-da na quarta-feira, 7.

    Para o promotor Francis-co Cembranelli, Isabella, 5,foi asfixiada pela madrasta ejogada do apartamento docasal pelo pai. O crimeocorreu em 29 de maro.Alexandre e Anna Carolinanegam o crime e afirmamque a garota foi morta poruma