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CURSO ON-LINE – DIREITO CONSTITUCIONAL – ANALISTA DO BANCO CENTRAL PROFESSOR: ROBERTO TRONCOSO Prof. Roberto Troncoso www.pontodosconcursos.com.br 1 AULA 00 1. Princípios fundamentais da Constituição da República. I. INTRODUÇÃO ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 13 II. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS ------------------------------------------------------------------------- 14 III. QUESTÕES DA AULA ------------------------------------------------------------------------------------------ 42 IV. GABARITO ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 53 V. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ------------------------------------------------------------------------- 54 Olá futuros Analistas do Banco Central! Prontos para o SEU salário de R$ 12.960,77 e para ocupar um cargo em um dos melhores órgãos da Administração Pública Federal? Primeiramente, vou fazer uma rápida apresentação para que vocês me conheçam um pouco melhor. Meu nome é Roberto Troncoso, sou Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União aprovado no concurso de 2007 e pós-graduado em Auditoria e Controle da Gestão Governamental. No Tribunal, exerço a função de Pregoeiro Oficial e Gerente de Processos. Sou também palestrante de técnicas de aprendizagem acelerada aplicadas a concursos públicos. Antes de trabalhar na Corte de Contas, fui Agente da Polícia Federal e Técnico Judiciário do TJDFT. Durante essa caminhada pelo mundo dos concursos, também fui aprovado dentro das vagas para outros cargos, porém, sem assumi-los: Agente de Polícia Federal Regional – 2004, Agente de Polícia Civil do DF – 2004, Ministério das Relações Exteriores – Oficial de Chancelaria – 2004 e Escriturário do BRB – 2001. Meu querido aluno, eu vou te fazer um pedido agora: se você estiver com pressa e tiver que pular alguma parte desse material, pule a parte relativa à matéria. Mas por favor, LEIA E REFLITA SOBRE AS PRÓXIMAS PÁGINAS. Elas economizarão um tempo precioso de suas vidas e podem ser o diferencial entre o tão sonhado cargo de Analista do Banco Central ou mais uma reprovação.

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AULA 001. Princpios fundamentais da Constituio da Repblica.I. II. IV. V. INTRODUO ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 13 PRINCPIOS FUNDAMENTAIS ------------------------------------------------------------------------- 14 GABARITO ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 53 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ------------------------------------------------------------------------- 54

III. QUESTES DA AULA ------------------------------------------------------------------------------------------ 42

Ol futuros Analistas do Banco Central! Prontos para o SEU salrio de R$ 12.960,77 e para ocupar um cargo em um dos melhores rgos da Administrao Pblica Federal? Primeiramente, vou fazer uma rpida apresentao para que vocs me conheam um pouco melhor. Meu nome Roberto Troncoso, sou Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da Unio aprovado no concurso de 2007 e ps-graduado em Auditoria e Controle da Gesto Governamental. No Tribunal, exero a funo de Pregoeiro Oficial e Gerente de Processos. Sou tambm palestrante de tcnicas de aprendizagem acelerada aplicadas a concursos pblicos. Antes de trabalhar na Corte de Contas, fui Agente da Polcia Federal e Tcnico Judicirio do TJDFT. Durante essa caminhada pelo mundo dos concursos, tambm fui aprovado dentro das vagas para outros cargos, porm, sem assumi-los: Agente de Polcia Federal Regional 2004, Agente de Polcia Civil do DF 2004, Ministrio das Relaes Exteriores Oficial de Chancelaria 2004 e Escriturrio do BRB 2001. Meu querido aluno, eu vou te fazer um pedido agora: se voc estiver com pressa e tiver que pular alguma parte desse material, pule a parte relativa matria. Mas por favor, LEIA E REFLITA SOBRE AS PRXIMAS PGINAS. Elas economizaro um tempo precioso de suas vidas e podem ser o diferencial entre o to sonhado cargo de Analista do Banco Central ou mais uma reprovao.

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"Se eu tivesse oito horas para derrubar uma rvore, passaria seis afiando meu machado."(Abraham Lincoln)

Afiar o machado. exatamente isso que faremos AGORA.

O PROCESSO DE ESTUDO PARA CONCURSOS Uma vez apresentados, gostaria de dizer para vocs que o processo de estudo para concursos pblicos pode ser dividido em trs etapas: aprendizado do contedo, reviso da matria por meio de esquemas e mapas mentais e, por fim, a aplicao do conhecimento e mensurao do nvel de aprendizagem por meio de resoluo de exerccios e provas anteriores. Nosso curso se dedica aos trs passos: Exposio terica do contedo completo da matria de forma simples e objetiva, com a linguagem mais acessvel possvel. Esquemas com a matria abordada para facilitar o estudo e a reviso. Mais de 400 exerccios resolvidos e comentados! Utilizaremos questes da Cesgranrio. No entanto, como no existem muitas questes da banca da nossa matria, usaremos, de forma complementar, exerccios de outras bancas, principalmente da FCC, combinado? No h exigncia de conhecimentos prvios. O curso voltado tanto para o estudante que nunca estudou Direito Constitucional quanto para o aluno mais avanado, que quer adquirir conhecimentos profundos sobre o tema.

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METODOLOGIA Meu caro aluno e futuro Analista do Banco Central, no desenvolvimento desse material, para que voc entenda melhor os conceitos, utilizarei a linguagem mais fcil e acessvel possvel, sem me prender ao juridiqus. No entanto, tenha em mente que a linguagem jurdica muito importante e ela que provavelmente cair em sua prova. Primeiramente, farei a exposio do contedo. Logo em seguida, sempre que necessrio, trarei um esquema para que voc possa revisar a matria com mais rapidez. Por ltimo, trarei uma bateria de exerccios comentados relacionados ao tema. Em um primeiro momento, voc poder ficar apreensivo em relao ao nmero de pginas de algumas de nossas aulas. No entanto, esse material foi desenvolvido para que a sua leitura flua tranquilamente e seja bastante rpida. Para voc ter uma ideia, na aula de hoje, teremos APENAS 8 pginas de contedo (teoria). O restante das pginas dividido entre exerccios comentados, MUITOS esquemas e uma lista com as questes da aula. Dessa forma, apesar de o nmero de pginas ser elevado, a leitura do material bastante rpida e agradvel!

COMO FAZER EXERCCIOS? 1- Faa as questes uma a uma e confira o gabarito IMEDIATAMENTE. Caso tenha alguma dvida, procure san-la de pronto. Evite fazer um bloco inteiro para somente depois conferir. Voc acaba sem sanar todas as suas dvidas e perdendo informaes valiosas. 2- Ao terminar a bateria, calcule quantos itens voc acertou, quantos errou e qual foi sua porcentagem de acertos (uma errada anula uma certa, estilo Cespe, ok?, ainda que a prova seja de outra banca). Mas por que, Roberto? Resposta: para saber a efetividade do seu estudo e para ter um parmetro de autoavaliao. 3- Faa e refaa vrias vezes a mesma lista de exerccios. Dois fatores so responsveis pela memria solidificada. O primeiro a associao do conhecimento a uma forte emoo. por isso que sempre nos lembramos do primeiro beijo, do primeiro carro, ou daProf. Roberto Troncoso

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primeira vez que ns.......voc entendeu.... Como difcil associar o Direito a uma forte emoo, devemos recorrer ao prximo fator. O segundo fator a repetio. Quando repetimos tanto alguma ao que ela se torna automtica, a sim, nosso conhecimento estar solidificado. E exatamente por isso que voc deve revisar a matria vrias vezes, fazer muitos exerccios e fazer as mesmas listas vrias vezes! 4- Quando atingir entre 80% e 90% (lquido), PARABNS! E V ESTUDAR OUTRA MATRIA! No tente chegar aos 100%, pois o custo benefcio desse conhecimento baixo. Lembre-se: seu objetivo passar na prova e no virar doutor em Direito Constitucional. Apesar de saber que a Cesgranrio (sua ltima banca examinadora) usar, na sua prova, somente questes de mltipla escolha, faremos, muitas vezes, questes de Certo ou Errado. Isso ocorrer por motivos de carter didtico: que no convm misturar assuntos enquanto estamos treinando. Assim, se uma questo de mltipla escolha tiver assuntos diferentes, ela ser desmembrada em vrias questes de certo/errado.

COMO TORNAR SEU ESTUDO MAIS EFICIENTE A grande maioria das pessoas no busca maneiras de se melhorar ou de melhorar seu mtodo de estudo. Assim, elas se esquecem de que, se continuamos a ter sempre as mesmas aes, vamos obter sempre os mesmos resultados...

Insanidade fazer sempre as mesmas coisas esperando obter resultados diferentes(Albert Einstein)

Eu sei que difcil sair da nossa zona de conforto. Mas necessrio que faamos isso! Antes de continuar, assista a esse vdeo. Dura 6 minutos. http://www.youtube.com/watch?v=qZIPGfzhzvM.

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Gostaram do vdeo? Muitas pessoas estudam para concursos pblicos por dois, trs, quatro anos e no passam. Voc sabe por qu? Ser que essas pessoas no so inteligentes? Eu garanto que elas so inteligentes sim! E muito! Mas talvez o mtodo de estudo dessas pessoas no esteja sendo to eficiente quanto poderia. Vou dar algumas dicas para melhorar a qualidade do seu estudo. Esse mtodo funcionou at agora para mim e para TODOS os meus alunos que estudaram dessa forma, sem excees. Espero que ajude voc tambm. 1. Coloque todo o seu conhecimento em apenas um lugar: no seu caderno (ou mapa mental). Tudo o que voc aprender nas aulas presenciais, coloque no caderno. Tudo o que voc ler nos livros e for importante, coloque no caderno. Todos os exerccios que voc fizer e que a informao no esteja no caderno, coloque l. At mesmo as aulas on-line, coloque tudo no seu caderno (ou mapa mental). Com o tempo, seu caderno vai ficar bastante completo e a informao estar do seu jeito, com as suas palavras e com a sua cara. 2. Se for estudar pelo livro, leia-o apenas UMA vez e coloque a informao no seu caderno. muito pouco produtivo ficar lendo ou revisando em livros. 100 pginas de livro correspondem, em mdia a 10 de caderno. E muito mais rpido ler 10 pginas escritas do seu jeito do que 100 pginas de linguagem rebuscada. 3. REVISE todo o seu caderno periodicamente (no mnimo trs vezes por ms, ou seja, a cada 10 dias). O conhecimento como um objeto colocado na superfcie da gua: ele vai caindo devagar em direo ao fundo. Se aprendermos alguma coisa nova e nunca mais usarmos esse conhecimento, nosso crebro entende que aquilo no importante e descarta a informao. Dessa forma, devemos ento mesclar o estudo de novas matrias com as revises do que j foi estudado de forma a sempre deixar nosso conhecimento na superfcie e no deixarmos que ele afunde.Prof. Roberto Troncoso

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Por isso, a reviso peridica FUNDAMENTAL! aqui que voc realmente aprende e fortalece sua rede neural, fixando o conhecimento no crebro. Se voc deixar para revisar na ltima hora, no vai adiantar nada. exatamente assim que eu estudo: Aprendendo coisas novas, fazendo muitos exerccios das mais variadas bancas e SEMPRE revisando o que eu j aprendi. E, para que o estudo seja eficiente, devemos ter uma forma gil de resgatar e revisar a informao: o caderno ou o mapa mental. Revisar a matria direto nos livros, mesmo com o realce / marca-texto / sublinhados etc. no a forma mais eficiente de resgatar a informao. Vocs percebero nas aulas (inclusive nessa), que eu uso esquemas em trs cores para sistematizar o contedo. O meu caderno EXATAMENTE desse jeito. Esses esquemas so praticamente a digitalizao das minhas anotaes.

CADERNO, ESQUEMAS E RESUMOS EFICIENTES A "arte de fazer bons resumos" deve ser treinada e uma habilidade que pode ser desenvolvida. Muitas pessoas me perguntam sobre como fazer um bom caderno; se melhor faz-lo em meio fsico ou digital, sobre o tamanho ideal... Se os resumos no computador funcionam para voc, no h problema algum. Se o formato vai ser eletrnico ou fsico, vai depender de pessoa para pessoa. Os meus, por exemplo, eram fsicos. Mas volto a dizer que no h problema algum em ser eletrnico. Quanto ao tamanho do seu caderno, acredito que um resumo de aproximadamente 120 pginas para TODA a matria de Direito Constitucional est de bom tamanho. Mas lembre-se que DCO uma matria ENORME! Na grande maioria das outras matrias, o seu resumo ser bem menor que isso.

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O grande segredo dos resumos e esquemas o seguinte: 1) Sempre coloque as palavras-chave. Retire todos (ou quase todos) os conectores. Deixe somente a essncia das informaes; 2) Sempre use frases curtas; 3) Divida a informao: coloque uma ideia em cada frase e cada frase em uma linha separada (na medida do possvel). Assim, elas sempre ficaro curtas e bem distribudas; A memria composta por fragmentos. Se memorizarmos os fragmentos mais importantes, teremos uma melhor compreenso do todo; 4) Faa uma diagramao visual. Jamais escreva em seu caderno de forma linear, fica muito mais difcil resgatar a informao; 5) Use cores (sem exageros). Cada cor deve ter um significado. Os esquemas que trarei para vocs funcionam assim: Preto = estrutura Azul = informao Vermelho = realce (no necessariamente importante)

Se os seus esquemas contemplarem esses cinco passos, voc j ter um excelente resumo. Assim, um caderno eficaz aquele que te permite: a) Acessar a informao de maneira rpida (bateu o olho, viu preto, j sabe que estrutura!). por isso que o tamanho no to importante assim. Se voc revisa rpido 100 pginas, est tudo certo. Claro que tambm no pode ficar grande demais... b) Anotar de maneira rpida (por isso as frases curtas com a essncia da ideia). Lembre-se de que ter um caderno muito bom e no revis-lo, no adianta NADA.

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FOCO NO ESTUDO Um dos maiores conselhos que voc pode receber de mim e da grande maioria das pessoas que j passaram em um concurso pblico o seguinte: O FOCO ESSENCIAL! No adianta nada ficar correndo atrs de edital. Foque em apenas um concurso. claro que voc vai tambm fazer as outras provas que forem aparecendo, mas o estudo deve sempre ser focado para apenas um concurso. Quando digo foco, no quero dizer que temos que estudar 2, 3, 4 anos para passar em um concurso. Uma pessoa pode estudar extremamente focada por 2 meses e passar em um excelente concurso. O que no costuma dar muito certo ficar correndo atrs de edital...

Para quem no sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve(Lewis Carroll)

ESTUDE SEMPRE PARA ESSE CONCURSO Outra coisa: eu ouo muita gente dizendo assim: estou estudando para o prximo concurso... muita matria....para esse no vai dar...mas j vou adiantando o estudo n?...ahhh voc sabe como ... difcil n?.... Jamais estude para o prximo concurso. Estude SEMPRE para ESSE concurso! Se voc fala para voc mesmo que est estudando para o prximo, seu crebro recebe o seguinte comando: no preciso aprender agora, pois esse conhecimento no me ser til. Por outro lado, se voc estudar para o ESSE concurso, voc d o comando para que o seu crebro aprenda AGORA e no deixe nada para depois. Alm disso, se voc diz para voc mesmo que est estudando para ESSE concurso, as suas atitudes so de algum que vai passar NESSE concurso:

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Quando eu tiver alguma dvida, eu vou san-la imediatamente, porque eu sei que no tenho mais tempo. Eu preciso dessa informao AGORA: eu vou passar NESSE concurso; Quando bater aqueeeeeela preguia, eu vou resistir, porque eu sei que no tenho mais tempo. Eu preciso estudar AGORA: eu vou passar NESSE concurso; Quando eu for convidado para aquele churrasco ou aquela festa, eu vou resistir, porque eu sei que no tenho mais tempo: eu vou passar NESSE concurso; Quando os meus olhos estiverem ardendo e a minha cabea, as costas, o bumbum e at os fios de cabelo estiverem doendo, eu vou resistir, porque eu sei que no tenho mais tempo: eu vou passar NESSE concurso;

Se voc estuda para ESSE concurso, as chances de tomar atitudes como essas so infinitamente maiores. Estudar para o prximo concurso o mesmo que se enganar.

NO ACREDITE NO QUE VOC ACABOU DE LER No acredite e nem duvide nessas e em outras tcnicas repassadas por mim ou por qualquer outro professor. TESTE voc mesmo e veja se funciona ou no. Fao agora o meu segundo pedido a voc: Teste direito! Faa bem feito! RESPONDA AGORA ESSAS PERGUNTAS MGICAS:

Se eu fosse fazer bem feito, como eu faria? Se eu fosse estudar PARA PASSAR, como que eu estudaria? Se eu fosse estudar direito e para ESSE concurso, como que eu estudaria? Se eu fosse morrer se eu no passar nesse concurso, como que eu agiria? Quais as atitudes que eu teria?

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Se voc testar direito, do jeito que eu expliquei e mesmo assim tiver alguma dvida, critica ou sugesto, fique vontade para me mandar um email ([email protected]). Tenho certeza de que essa troca de experincias ser muito enriquecedora para todos ns. justamente a atitude de se melhorar constantemente que te far um vencedor! como disse o vdeo: O que faz algum ser bom em algo? Dedicao. Trabalho duro. E fazer isso com a direo e metodologia corretas. Se voc fizer isso, de qualquer jeito, voc ser bom. Mas o que faz algum ser profissional em alguma coisa? pegar aquela pequena deciso que voc tomou e execut-la, levando isso mais longe do que a sua imaginao pode levar. dedicar cada respirao do seu corpo, cada pensamento, cada momento, para aquela causa. dar absolutamente o seu MELHOR e no se acomodar por nenhum motivo. No talento, no inteligncia, simplesmente, o tamanho do seu apetite pelo sucesso.

SUCESSO!!

Roberto Troncoso

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FALANDO SOBRE A SUA PROVA A matria de Direito Constitucional de importncia fundamental para a sua aprovao. Ela est na parte de conhecimentos gerais, tem peso um e vale aproximadamente 20% dessa prova objetiva. Dessa forma, voc deve dar muita ateno a essa disciplina! O contedo do nosso curso se baseia no edital do ltimo concurso. Se vocs j tiveram a oportunidade de analis-lo, vero que ele bastante extenso, o que requer um esforo extra da nossa parte. Vejam s o seu edital, na ordem em que ser visto em nossas aulas:ANALISTA DO BANCO CENTRAL Aula 00 Aula 01 Aula 02 Aula 03 Aula 04 Aula 05 Aula 06 Aula 07 Aula 08 Aula 09 1. Princpios fundamentais da Constituio da Repblica. 2. Direitos e garantias fundamentais: direitos e deveres individuais e coletivos 2. Direitos e garantias fundamentais: direitos sociais 2. Direitos e garantias fundamentais: remdios constitucionais 3. Organizao do Estado: Unio, Estados, Municpios e Distrito Federal. 6. Organizao dos poderes: Poder Executivo 6. Organizao dos poderes: Poder Legislativo, 7. Processo legislativo. 6. Organizao dos poderes: Poder Judicirio. Finanas Pblicas: normas gerais

A programao ser seguida com a maior fidelidade possvel ao calendrio e ao contedo programtico. No entanto, ela no ser rgida e poder haver alteraes no decorrer do curso. Com a publicao do edital, faremos os devidos ajustes no cronograma e/ou contedo, se necessrio. Abordaremos os pontos mais importantes e que, a nosso ver, tm maior possibilidade de cair na sua prova.

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No trataremos do tema da Administrao Pblica: disposies gerais e dos servidores pblicos, uma vez que pertence disciplina Direito Administrativo. Caso necessrio, enviem suas dvidas, sugestes, pedidos especiais, comentrios sobre o material, erros de digitao etc. para o Frum ou email [email protected]

Confira os cursos de Direito Constitucional em mapas mentais no site do Ponto dos Concursos e a nova coleo de MAPAS MENTAIS da editora PONTO DOS CONCURSOS (http://cursos.pontodosconcursos.com.br/editora/editora.asp).

Conheam tambm meu blog, com questes comentadas e dicas de concursos: http://robertoconstitucional.blogspot.com. Seja meu amigo no Facebook: https://www.facebook.com/betotroncoso Twitter: @troncosoroberto

Finalizada a parte introdutria, vamos ao estudo!

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I. INTRODUOPara melhor entendermos o que estamos estudando, necessrio que coloquemos o conhecimento na gaveta correta do nosso crebro. Assim, sempre que estiver estudando algum contedo, necessrio saber em qual parte do todo ele se encaixa. como se, primeiramente, sobrevossemos de avio para ver o terreno em que vamos pisar. Uma vez visto o terreno de cima, a sim, pousamos e vamos ver as peculiaridades de cada pedacinho dele. Essa uma das possveis estruturas do Direito Constitucional, observe-a bem e sempre a utilize para se orientar em seus estudos.

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II. PRINCPIOS FUNDAMENTAISMeu caro aluno e futuro Analista do Banco Central, quando se fala em princpio, no que voc pensa? Se voc pensou: incio, acertou em cheio! Os princpios so o incio / de onde comeam as coisas / as bases / os fundamentos. Da mesma forma, os princpios fundamentais so as bases, os pressupostos, os valores mximos, as diretrizes da Repblica Federativa do Brasil. Os princpios podem estar escritos na Constituio (princpios explcitos), ou podem ser interpretados a partir da leitura do texto constitucional (princpios implcitos). nessa parte que a Constituio traa os esquemas gerais de organizao do Estado brasileiro. Alm disso, ela nos fala: Quais so os princpios que devem ser seguidos quando o Brasil for se relacionar com outros Estados? Quando o Brasil for elaborar alguma poltica pblica, quais devem ser seus objetivos? Quais as bases/os fundamentos da Repblica Federativa do Brasil?

Vamos comear ento:

1. FORMA DE ESTADO (FEDERAO) E A FORMA DE GOVERNO (REPBLICA) Os princpios fundamentais foram trazidos pela Constituio logo no incio de seu texto: nos artigos 1 ao 4. No art. 1, a CF estabelece a forma de Estado (Federao) e a forma de Governo (Repblica), alm de enunciar nosso regime poltico como sendo um Estado democrtico de Direito. Adicionalmente, o presidencialismo. Vamos devagar: Brasil possui, como Sistema de Governo, o

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Forma de Estado como ele se divide / se reparte. A federao pressupe uma unidade central, chamada Unio e outras unidades autnomas descentralizadas (no caso do Brasil, estados e municpios). O oposto da federao o Estado Unitrio. Forma de Governo como os governantes se relacionam com seus governados: res publica (coisa pblica) significa que o governo feito para o povo e a coisa do povo. O oposto da repblica a monarquia. Sistema de Governo e a forma como se relacionam os poderes Legislativo e Executivo na governana. O presidencialismo o sistema onde o Poder Executivo possui maior independncia, governando com mais liberdade e com menos interferncia do Legislativo. O oposto do presidencialismo o parlamentarismo.

2. FUNDAMENTOS DA REPBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Observe o art. 1 da Constituio: Art. 1 A Repblica Federativa do Brasil, formada pela unio indissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrtico de Direito e tem como fundamentos (...) I - a soberania; II - a cidadania III - a dignidade da pessoa humana; IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V - o pluralismo poltico. Pronto! Voc j acabou de aprender os FUNDAMENTOS da Repblica Federativa do Brasil (RFB). Para facilitar o seu estudo, existe um mnemnico para os fundamentos (slabas em vermelho no seu esquema): SO-CI-DI-VA-PLU No entanto, para que voc no confunda se o mnemnico dos fundamentos ou dos objetivos (estudaremos daqui a pouco) ou dos princpios nas relaes internacionais (tambm estudaremos daqui a pouco), basta colocar mais uma slaba no seu mnemnico. E ainda vai rimar!Prof. Roberto Troncoso

Federao

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SO-CI-F / DI-VA-PL Fundamentos

3. TITULARIDADE DO PODER E O ESTADO DEMOCRTICO DE DIREITO Observe agora o pargrafo nico do art. 1 da CF88: Pargrafo nico. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituio. Nesse dispositivo, so trazidos mais dois princpios muito importantes: a titularidade do poder (do povo) e o da democracia. O Brasil um Estado democrtico de Direito: significa que o Estado brasileiro governado pelo povo (democrtico) e tambm tem que obedecer s leis (de direito). O governo democrtico aquele em que o destinatrio das polticas pblicas (o povo) participa de sua elaborao. A democracia se divide ainda em: a) Democracia Direta: onde o povo participa diretamente, ou seja, o prprio povo elabora as polticas pblicas. Esse tipo de democracia tpica da Grcia antiga e invivel nos dias de hoje (imagine s 180 milhes de brasileiros mandando e-mails para se discutir como ser a atuao do governo na sade, por exemplo). b) Indireta: onde o povo elege os representantes e estes elaboram as polticas pblicas. c) Semidireta ou participativa: um misto da democracia direta e da indireta. Nela, o povo elege os representantes e estes elaboram as polticas pblicas. Complementarmente, existem mecanismos para que o povo tambm participe dessa elaborao. Assim, a regra participao indireta, combinada com alguns meios de exerccio direto do povo. Esse o modelo adotado pelo Brasil.

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No art. 14, a CF diz como que o povo exercer diretamente o poder: Sufrgio universal Voto direto, secreto e igualitrio Plebiscito Referendo Iniciativa popular de lei

Lembre-se: Forma de Estado: FEDERAO Forma de Governo: Repblica Sistema de Governo: Presidencialismo Regime de Governo (ou Regime Poltico): Democracia.

4. SEPARAO DOS PODERES Em seu artigo 2, a Constituio nos traz um importante princpio: o da separao dos poderes. Observe o referido artigo: Art. 2 - So Poderes da Unio, independentes e harmnicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judicirio. Esse princpio, cuja origem remonta Revoluo Francesa e a Montesquieu, importantssimo porque evita que o poder fique todo nas mos de uma s pessoa, evitando, assim, arbitrariedades e excessos. Observe que os poderes so INDEPENDENTES e HARMNICOS entre si. Assim, no pode haver prevalncia, subordinao ou hierarquia de um poder sobre os outros sendo que eles devem operar de forma conjunta. No entanto, no existe uma separao rgida e absoluta entre os poderes, sendo que a prpria Constituio prev algumas interferncias de uns nos outros. Assim, a separao dos poderes no Brasil flexvel e cada um exerce, alm de suas funes tpicas, funes atpicas:

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Poder Executivo: sua funo tpica administrar e executar as leis, mas exerce, como funes atpicas, a jurisdio (ex: quando profere decises nos processos administrativos) e a legislao (ex: quando elabora Medidas Provisrias ou Leis Delegadas). Poder Legislativo: sua funo tpica legislar e fiscalizar, mas exerce, como funes atpicas, a jurisdio (ex: quando o Senado Federal julga autoridades por crime de responsabilidade - CF, art. 52, I e II e pargrafo nico) e a administrao (ex: quando atua enquanto administrao pblica, realiza licitaes etc.). Poder Judicirio: sua funo tpica a jurisdio, ou seja, dizer o direito. No entanto, esse Poder exerce, como funes atpicas, a legislao (ex: quando elabora os Regimentos Internos dos Tribunais) e a administrao (ex: quando atua enquanto administrao pblica, realiza licitaes etc.).

Vale ressaltar que, em regra, as funes tpicas de cada Poder no podem ser delegadas para os outros poderes (princpio da indelegabilidade). No entanto, excepcionalmente, existem casos onde a delegao pode ser feita, como na elaborao de Leis Delegadas, onde o Poder Legislativo delega ao Poder Executivo a elaborao de uma lei. Do princpio da separao dos poderes, surge um sistema chamado de SISTEMA DE FREIOS E CONTRAPESOS, tambm conhecido como checks and balances. Segundo ele, os poderes, apesar de serem independentes entre si, devem se contrabalancear para evitar excessos. Assim, cada poder deve exercer suas funes e, ao mesmo tempo fiscalizar e controlar os outros poderes, justamente para evitar abusos e excessos. Assim, a Constituio brasileira prev mecanismos para que os trs poderes interfiram na atuao uns dos outros, para evitar os desvios de conduta. ATENO: o sistema de freios e independncia (relativa) dos poderes. contrapesos no retira a

Ex. 1: o Legislativo no pode elaborar leis livremente: existe o veto do Executivo e o controle de constitucionalidade das leis pelo Judicirio. Ex. 2: o Executivo no administra livremente: existe o controle dos seus atos pelo controle externo Congresso Nacional e pelo Poder Judicirio. www.pontodosconcursos.com.br 18

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Ex. 3: o Congresso Nacional pode sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegao legislativa (art. 48, V). Quem elabora o decreto regulamentar ou a lei delegada o poder Executivo. Mas o Legislativo pode sustar esses dois atos (se extrapolarem os limites). Ex. 4: art. 101, pargrafo nico: Os Ministros do Supremo Tribunal Federal sero nomeados pelo Presidente da Repblica, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.

Esto vendo? O STF o mais alto Tribunal do Poder Judicirio, mas quem escolhe seus ministros o Executivo (e o Legislativo ainda tem que aprovar). Assim como essas, existem uma srie de interferncias de um poder nos outros. o sistema de freios e contrapesos agindo. Por fim, lembre-se de que o DF no tem judicirio prprio, sendo o poder judicirio do DF organizado e mantido pela Unio. 5. OBJETIVOS FUNDAMENTAIS Continuando a leitura da Constituio, encontramos no artigo 3 os objetivos fundamentais. Eles visam a assegurar a igualdade material (aquela de verdade) aos brasileiros, possibilitando iguais oportunidades a fim de concretizar a democracia econmica, social e cultural e tornar efetivo o fundamento da dignidade da pessoa humana. Os objetivos fundamentais so metas que o Estado brasileiro deve perseguir e alcanar. Observe: Art. 3 Constituem objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidria; II - garantir o desenvolvimento nacional; III - erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. Fique atento! So 4 os objetivos e todos eles comeam com um verbo!

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6. PRINCPIOS QUE INTERNACIONAIS

REGEM

O

BRASIL

EM

SUAS

RELAES

No artigo 4, a Constituio nos traz como o Brasil deve atuar quando for se relacionar com outros Estados. Esses princpios podem ser divididos, para fins didticos, em 3 grupos: - Independncia nacional - Autodeterminao dos povos - No-Interveno - Igualdade entre os Estados - Cooperao dos povos para o progresso da humanidade - Prevalncia dos direitos humanos - Concesso de asilo poltico - Defesa da paz - Soluo pacfica dos conflitos - Repdio ao terrorismo e ao racismo

1 Princpios ligados independncia nacional

2 Princpios ligados pessoa humana

3 Princpios ligados paz

7. INTEGRAO DOS POVOS DA AMRICA LATINA Finalmente, o pargrafo nico do art. 4 nos diz que o Brasil buscar a integrao econmica, poltica, social e cultural dos povos da Amrica Latina, visando formao de uma comunidade latino-americana de naes. Observe que o Brasil buscar a integrao econmica, poltica, social e cultural dos povos da Amrica LATINA! No Amrica do Sul, no do MERCOSUL e no da Amrica! Essa questo cai bastante em provas! ESQUEMATIZANDO:

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Forma de Estado: FEDERAO Forma de Governo: Repblica Sistema de Governo: Presidencialismo Regime de Governo (ou Regime Poltico): Democracia. Fundamentos - soberania; - cidadania - dignidade da pessoa humana; - valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; - pluralismo poltico. SO-CI-F / DI-VA-PL

Titularidade do Poder: POVO Democracia no Brasil: Semidireta ou participativa: - o poder exercido - Pelos representantes (indiretamente) E - Pelo povo (diretamente) Sufrgio universal Voto direto, secreto e igualitrio Plebiscito Referendo Iniciativa popular de lei

Separao - Sistema de freios e contrapesos dos poderes - Os poderes so - independentes - harmnicos entre si - O judicirio do DF organizado e mantido pela Unio (o DF no possui judicirio prprio) - Os poderes possuem funes tpicas e atpicas - Funes TPICAS - Executivo: Administrao - Judicirio: Jurisdio - Legislativo - Legislar - Fiscalizar - construir uma sociedade livre, justa e solidria; - garantir o desenvolvimento nacional; - erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e regionais; - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao.

Objetivos fundamentais

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Princpios que regem o Brasil em suas relaes internacionais - Independncia nacional - Autodeterminao dos povos - No-Interveno - Igualdade entre os Estados - Cooperao dos povos para o progresso da humanidade - Prevalncia dos direitos humanos - Concesso de asilo poltico - Defesa da paz - Soluo pacfica dos conflitos - Repdio ao terrorismo e ao racismo

1 Princpios ligados independncia nacional

2 Princpios ligados pessoa humana

3 Princpios ligados paz

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EXERCCIOS 1. (CESGRANRIO - 2008 - Petrobrs - Advogado) De acordo com a doutrina, os princpios constitucionais fundamentais estabelecidos no Ttulo I da Constituio Federal de 1988 podem ser discriminados em princpios relativos (i) existncia, forma e tipo de Estado; (ii) forma de governo; (iii) organizao dos Poderes; (iv) organizao da sociedade; (v) vida poltica; (vi) ao regime democrtico; (vii) prestao positiva do Estado e (viii) comunidade internacional. Adotando essa classificao, exemplo tpico de princpio fundamental relativo forma de governo o princpio a) federalista. b) republicano. c) de soberania. d) do pluralismo poltico. e) do Estado Democrtico de Direito. Gabarito: B. Muita ateno para no confundir forma de estado com forma de governo! O princpio republicano estabelece a forma de governo do Estado brasileiro. 2. Forma de Estado: FEDERAO Forma de Governo: Repblica Sistema de Governo: Presidencialismo Regime de Governo (ou Regime Poltico): Democracia.

(FCC - 2012 - TRT - 6 Regio (PE) - Tcnico Judicirio) A Constituio Federal reconhece que so Poderes da Unio, independentes e harmnicos entre si, APENAS o a) Legislativo e o Executivo. b) Judicirio e o Legislativo. c) Executivo, o Legislativo e o Judicirio. d) Legislativo, o Executivo, o Judicirio e o Ministrio Pblico.Prof. Roberto Troncoso

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e) Executivo, o Legislativo, o Judicirio, o Ministrio Pblico e a Defensoria Pblica. Gabarito: C. Questo super simples, certo? So trs os Poderes da Unio: Executivo, Legislativo e Judicirio. O resto conversa! 3. (FCC - 2012 - TRT - 6 Regio (PE) - Tcnico Judicirio) No que concerne organizao dos Poderes da Unio, correto afirmar, com base na Constituio Federal, que a) o Judicirio hierarquicamente superior ao Executivo e ao Legislativo, na medida em que quele incumbe deciso final sobre a constitucionalidade das normas vigentes. b) so independentes e harmnicos entre si, impondo- se influncias e limitaes recprocas que se prestam limitao do poder estatal. c) o Executivo hierarquicamente superior ao Legislativo, na medida em lhe autorizado legislar por meio de medidas provisrias. d) o Legislativo hierarquicamente superior ao Executivo, na medida em que pode derrubar o veto do Chefe do Executivo a determinada lei, tornando-a vigente. e) so independentes e harmnicos, no se relacionando entre si, devendo eventual conflito ser dirimido por organismo supranacional. Gabarito: B. No h hierarquia entre os poderes, eles so independentes e harmnicos entre si, conforme o art. 2 da Constituio Federal. As outras alternativas (exceto a E) apontam corretamente algumas funes tpicas e atpicas dos poderes. No entanto, nenhuma dessas funes confere hierarquia entre os mesmos. 4. (FCC - 2012 - TRT - 6 Regio (PE) - Analista Judicirio) O voto uma das principais armas da Democracia, pois permite ao povo escolher os responsveis pela conduo das decises polticas de um Estado. Quem faz mau uso do voto deixa de zelar pela boa conduo da poltica e pe em risco seus prprios direitos e deveres, o que afeta a essncia do Estado Democrtico de Direito. Dentre os fundamentos da Repblica Federativa do Brasil, expressamente previstos na Constituio, aquele que mais adequadamente se relaciona ideia acima exposta aProf. Roberto Troncoso

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a) soberania. b) prevalncia dos direitos humanos. c) cidadania. d) independncia nacional. e) dignidade da pessoa humana. Gabarito: C. Ser cidado significa poder participar do processo poltico (participar da disputa pelo poder) de um Estado. Isso se traduz em poder votar e ser votado. 5. (FCC - 2012 - TRT - 6 Regio (PE) - Analista Judicirio) O Congresso Nacional promulgou, em agosto de 2006, a Lei no11.340, conhecida por "Lei Maria da Penha", a qual criou mecanismos para proteger a mulher que vtima de violncia domstica e familiar. Em fevereiro de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou procedente a Ao Declaratria de Constitucionalidade no19 (ADC-19) para declarar a constitucionalidade de dispositivos da referida lei, o que trouxe ainda mais fora para sua aplicao. O princpio constitucional, relacionado aos direitos fundamentais, que embasa a "Lei Maria da Penha", permitindo que a mulher receba um tratamento jurdico preferencial em relao ao homem nas situaes de violncia domstica e familiar, o da a) funo social da propriedade. b) liberdade individual. c) igualdade material. d) inviolabilidade domiciliar. e) segurana jurdica. Gabarito: C. Na busca pela igualdade entre os sexos, etnias, etc., no basta conferir a igualdade formal, simplesmente declarando que todos so iguais e no sofrero preconceitos. Para garantir a efetiva e verdadeira igualdade, so necessrias medidas compensatrias que contrabalanceiem injustias histricas (pensou nos negros?) ou grandes desvantagens naturais (pensou nos portadores deProf. Roberto Troncoso

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deficincia?). A essa efetiva e verdadeira igualdade, damos o nome de igualdade material. Nas clebres palavras de Rui Barbosa: tratar desigualmente os desiguais, na medida das suas desigualdades. 6. (FCC - 2011 - TRT - 14 Regio (RO e AC) - Tcnico Judicirio) NO constitui objetivo fundamental da Repblica Federativa do Brasil, previsto expressamente na Constituio Federal, a) construir uma sociedade livre, justa e solidria. b) garantir o desenvolvimento nacional. c) erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e regionais. d) captar tributos mediante fiscalizao da Receita Federal. e) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. Gabarito: D. Questo boa para revisar! Os objetivos fundamentais so quatro, e a questo trouxe todos. O nico que no se encaixa como objetivo do pas captar tributos mediante fiscalizao da RF. Estava na cara, certo? 7. (FCC - 2012 - TRF - 2 REGIO - Tcnico Judicirio) Quanto s relaes internacionais, o Brasil rege-se, segundo expressamente disposto no artigo 4o da Constituio Federal brasileira de 1988, pelo princpio a) do juiz natural. b) do efeito mediato. c) da sucumbncia. d) da igualdade entre os Estados. e) da concentrao. Gabarito: D. Ponto grtis, certo galera? A questo s trouxe uma alternativa que poderia se encaixar no conceito solicitado. Vamos revisar os princpios que regem o Brasil nas suas relaes

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internacionais? E podem ser divididos, para fins didticos, em 3 grupos: - Independncia nacional - Autodeterminao dos povos - No-Interveno - Igualdade entre os Estados - Cooperao dos povos para o progresso da humanidade - Prevalncia dos direitos humanos - Concesso de asilo poltico - Defesa da paz - Soluo pacfica dos conflitos - Repdio ao terrorismo e ao racismo

1 Princpios ligados independncia nacional

2 Princpios ligados pessoa humana

3 Princpios ligados paz 8.

(FCC/Defensor-DP-SP/2009) A teoria da 'tripartio de poderes' confirma o princpio da indelegabilidade de atribuies, por isso qualquer exceo, mesmo advinda do poder constitucional originrio, deve ser considerada inconstitucional. Errado. Realmente, cada poder possui sua funo tpica e essas, em regra, so indelegveis. No entanto, todos eles possuem funes atpicas, podendo haver excees. Assim, por exemplo, o poder executivo possui funo tpica de administrar e funes atpicas de julgar e legislar.

9.

(FCC - 2009 - TRT - 3 Regio (MG) - Analista Judicirio) NO considerada exceo ao princpio da separao de poderes no Estado brasileiro, entre outras, a a) fiscalizao contbil, financeira e oramentria consistente no controle externo de natureza tcnica ou numrico-legal exercido pelos Tribunais de Contas. b) permisso para que Deputados Federais e Senadores exeram funes de Ministros de Estado. c) convocao de Ministros de Estado, perante o plenrio das Casas do Congresso Nacional e de suas comisses.

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d) adoo pelo Presidente da Repblica de medidas provisrias, com fora de lei, em casos de relevncia e urgncia. e) autorizao, na forma de resoluo, de delegao de atribuies legislativas ao Presidente da Repblica. Gabarito: A. A fiscalizao uma das funes tpicas do poder legislativo. Lembre-se: legislar e fiscalizar! Todos os demais exemplos so excees ao princpio da separao de poderes. Item B - Concorda que a regra que os membros do Legislativo no interfiram no Executivo? Se um deputado nomeado ministro de estado, essa uma exceo regra. Item C - O Ministro de Estado diretamente subordinado ao Presidente da Repblica e deve explicaes a ele. uma exceo separao dos poderes o fato de o Legislativo chamar uma autoridade de outro poder. Itens D e E. A regra que o Legislativo elabore as leis. Como, na MP, o Presidente est "legislando" (elaborando um ato com fora de lei), essa tambm uma exceo separao dos poderes. Igualmente, na Lei Delegada. 10. (FCC - 2009 - TRT - 7 Regio (CE) - Tcnico Judicirio) Segundo a Constituio Federal, a Repblica Federativa do Brasil formada a) pela unio indissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal. b) pelos cidados dos representantes eleitos. c) pelo conjunto fundamentais. de quais emana o poder exercido por meio de

cidados

aos

quais

so

garantidos

os

direitos

d) pela unio dos Poderes Executivo, Legislativo e Judicirio. e) pela integrao econmica, poltica e social de todos os Estados. Gabarito: A. Caput do art. 1! Vamos relembrar? A Repblica Federativa do Brasil, formada pela unio indissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrtico de Direito (...)Prof. Roberto Troncoso

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11. (FCC - 2009 - TRT - 15 Regio - Tcnico Judicirio) Sobre os princpios fundamentais da Repblica Federativa do Brasil, correto afirmar que a) foi acolhido, alm de outros, o princpio da interveno para os conscritos. b) dentre seus objetivos est o de reduzir as desigualdades regionais. c) um dos seus fundamentos a vedao ao pluralismo poltico. d) o Brasil rege-se nas suas relaes internacionais, pela dependncia nacional. e) a poltica internacional brasileira veda a integrao poltica que vise formao de uma comunidade latino-americana de naes. Gabarito: B. Item A ERRADO. A Constituio no traz qualquer previso parecida. O item viajou total! Item B CERTO. Est de acordo com o art. 3, III. Lembre-se que os objetivos comeam sempre com verbos! Item C ERRADO. Entre os fundamentos da CF88 temos o pluralismo poltico, e no uma vedao a ele. Item D ERRADO. Um dos princpios que regem as relaes internacionais do Brasil se encontra a independncia nacional, e no a dependncia. Item E ERRADO. Exatamente ao contrrio. No pargrafo nico do art. 4 temos o seguinte disposto: A Repblica Federativa do Brasil buscar a integrao econmica, poltica, social e cultural dos povos da Amrica Latina, visando formao de uma comunidade latinoamericana de naes 12. (FCC - 2009 - TJ-PI - Tcnico Judicirio) No que concerne aos Princpios Fundamentais, considere: I. A Repblica Federativa do Brasil, formada pela unio dissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrtico de Direito.

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II. Constitui objetivo fundamental da Repblica Federativa do Brasil garantir o desenvolvimento nacional. III. A Repblica Federativa do Brasil rege-se, nas suas relaes internacionais, alm de outros, pelo princpio da concesso de asilo poltico. IV. A Repblica Federativa do Brasil buscar a integrao econmica, poltica, social e cultural dos povos da Amrica Latina, visando formao de uma comunidade latino-americana de naes. Est correto o que consta APENAS em a) I, II e IV. b) II, III e IV. c) I, II e III. d) II e III. e) I e III Gabarito: B. A nica incorreo est na assertiva I, devido ao termo dissolvel. Observe que o termo correto trazido no caput do art. 1 unio INdissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal. Todas as outras assertivas esto corretas. 13. (FCC - 2010 - TRF - 4 REGIO - Tcnico Judicirio) Soberania, cidadania e pluralismo poltico, de acordo com a Constituio Federal, constituem a) fundamentos da Repblica Federativa do Brasil. b) princpios que regem a Repblica Federativa do Brasil nas suas relaes internacionais. c) objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil. d) direitos polticos coletivos. e) garantias fundamentais. Gabarito: A. Se olharmos atentamente o art. 1 da Constituio, veremos os fundamentos da Repblica Federativa do Brasil. So eles:

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Fundamentos

- soberania; - cidadania - dignidade da pessoa humana; - valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; - pluralismo poltico. SO-CI-F / DI-VA-PL

14. (FCC - 2009 - TCE-GO - Tcnico de Controle Externo) Considere as seguintes afirmaes sobre os princpios fundamentais da Constituio da Repblica: I. A Repblica Federativa do Brasil formada pela unio indissolvel dos Estados, Municpios e Distrito Federal. II. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes ou diretamente, nos termos da Constituio. III. Constituem objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil, dentre outros, a construo de uma sociedade livre, justa e solidria e a garantia do desenvolvimento nacional. Est correto o que se afirma em a) I, II e III. b) I, apenas. c) II, apenas. d) III, apenas. e) I e II, apenas. Gabarito: A. Todas as assertivas esto corretas. Aproveite para se familiarizar bastante com estes artigos iniciais, pois eles podem trazer importantes pontos para a sua prova! 15. (FCC - 2009 - MPE-AP - Tcnico Administrativo) A Constituio Federal, no captulo reservado aos princpios fundamentais, estabelece que a Repblica Federativa do Brasil rege-se nas suas relaes internacionais, dentre outras hipteses, pelo princpio da a) no interveno.

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b) dependncia nacional condicionada. c) determinao dos povos quanto dignidade da pessoa humana. d) soluo blica e no arbitral dos conflitos. e) vedao de asilo e de exlio poltico-partidrio. Gabarito: A. o inciso IV do artigo 4, que traz os princpios que regem as relaes internacionais do Brasil. Observe que a nossa querida FCC gosta muito de cobrar a literalidade desta parte da Constituio. Vamos ler e reler os 4 primeiros artigos! Item B ERRADO. O correto seria independncia nacional Item C ERRADO. O correto seria autodeterminao dos povos. Item D ERRADO. O correto seria soluo pacfica dos conflitos Item E ERRADO. O Brasil concede asilo poltico, segundo o art. 4, X. 16. (FCC - 2010 - TRF - 4 REGIO - Analista Judicirio) NO constitui princpio que rege a Repblica Federativa do Brasil nas suas relaes internacionais, previsto na Constituio Federal: a) concesso de asilo poltico. b) independncia nacional. c) repdio ao terrorismo e ao racismo. d) autodeterminao dos povos. e) busca de integrao econmica. Gabarito: E. A alternativa ficou incompleta, havendo prejuzo no sentido da norma. Vamos ver o texto correto? No pargrafo nico do art. 4 temos o seguinte disposto: A Repblica Federativa do Brasil buscar a integrao econmica, poltica, social e cultural dos povos da Amrica Latina, visando formao de uma comunidade latinoamericana de naes. Todas as outras alternativas so reprodues de incisos do art. 4.

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17. (FCC - 2010 - AL-SP - Agente Tcnico Legislativo Especializado) No Brasil, as funes atpicas, relacionadas teoria da separao de poderes, a) so consideradas inconstitucionais, independncia dos Poderes. pois ferem a harmonia e a

b) s podero ser realizadas mediante expressa previso legal. c) possibilitam ao Senado Federal julgar o Presidente da Repblica por crime de responsabilidade. d) permitem aos Tribunais Superiores aprovar smula com efeito vinculante em relao aos demais rgos do Poder Judicirio. e) garantem ao Poder Executivo prerrogativa para apurar fato determinado e por prazo certo com poderes de investigao prprios das autoridades judiciais. Gabarito: C. A separao dos poderes um dos pilares do Estado brasileiro, mas no absoluta. A prpria Constituio prev algumas interferncias dos poderes uns nos outros. Assim, a separao dos poderes no Brasil flexvel e cada um exerce, alm de suas funes tpicas, funes atpicas: Poder Executivo: sua funo tpica administrar e executar as leis, mas exerce, como funes atpicas, a jurisdio (ex: quando profere decises nos processos administrativos) e a legislao (ex: quando elabora Medidas Provisrias ou Leis Delegadas). Poder Legislativo: sua funo tpica legislar e fiscalizar, mas exerce, como funes atpicas, a jurisdio (ex: quando o Senado Federal julga autoridades por crime de responsabilidade - CF, art. 52, I e II e pargrafo nico) e a administrao (ex: quando atua enquanto administrao pblica, realiza licitaes etc.). Poder Judicirio: sua funo tpica a jurisdio, ou seja, dizer o direito. No entanto, esse Poder exerce, como funes atpicas, a legislao (ex: quando elabora os Regimentos Internos dos Tribunais) e a administrao (ex: quando atua enquanto administrao pblica, realiza licitaes etc.). www.pontodosconcursos.com.br 33

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18. (FCC - 2009 - TJ-MS - Juiz) Relativamente aos princpios fundamentais da Constituio brasileira de 1988, INCORRETO afirmar que a) a Repblica Federativa do Brasil buscar a integrao econmica, poltica, social e cultural dos povos da Amrica Latina, visando formao de uma comunidade latino-americana de naes. b) a Repblica Federativa do Brasil tem como fundamentos a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e o pluralismo poltico. c) todo o poder emana do povo, que o exerce diretamente ou por meio dos seus representantes nos Poderes Executivo (Presidente da Repblica, Governadores de Estado e Prefeitos municipais), Legislativo (parlamentares) e Judicirio (juzes). d) constituem objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil construir uma sociedade livre, justa e solidria, garantir o desenvolvimento nacional, erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e regionais e promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. e) a Repblica Federativa do Brasil rege-se nas suas relaes internacionais pelos seguintes princpios: independncia nacional, prevalncia dos direitos humanos, autodeterminao dos povos, no interveno, igualdade entre os Estados, defesa da paz, soluo pacfica dos conflitos, repdio ao terrorismo e ao racismo, cooperao entre os povos para o progresso da humanidade, concesso de asilo poltico. Gabarito: C. Os juzes no so representantes do povo eleitos por voto. Eles ingressam no Poder Judicirio por meio de concurso pblico! o erro da assertiva. As alternativas A, C, D e E trazem a literalidade de dispositivos da parte introdutria da CF88 (arts. 1 ao 4). 19. (FCC - 2010 - AL-SP - Agente Legislativo de Servios Tcnicos e Administrativos) Constitui um dos fundamentos da Repblica Federativa do Brasil, de acordo com a Constituio Federal de 1988, a) a garantia do desenvolvimento nacional. b) a no interveno.Prof. Roberto Troncoso

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c) a defesa da paz. d) a igualdade entre os Estados. e) o pluralismo poltico. Gabarito: E. Os fundamentos da Repblica Federativa do Brasil so arrolados no art. 1 da CF88. Vamos a eles? Fundamentos - soberania; - cidadania - dignidade da pessoa humana; - valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; - pluralismo poltico. SO-CI-F / DI-VA-PL

Preste bastante ateno nestes primeiros artigos da Constituio! As bancas adoram cobr-los de todas as formas, chamando fundamentos de objetivos, objetivos de princpios, trocando expresses, misturando um com o outro, etc. O jeito estar com esta parte inicial bem consolidada para a hora da prova! Nada de errar isso, hein? 20. (FCC - 2010 - DPE-SP - Agente de Defensoria) O artigo 2, da Constituio Federal, ao enunciar que "so Poderes da Unio, independentes e harmnicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judicirio", consagra o princpio a) da federao. b) da soberania dos poderes. c) do pluralismo poltico. d) da separao dos poderes. e) da igualdade dos poderes. Gabarito: D. Tranquila essa, certo, pessoal? Nem precisava saber muito de direito constitucional para matar essa questo! Poderia muito bem ser a primeira questo da sua prova, s pra aquecer! 21. (FCC - 2011 - TRT - 14 Regio (RO e AC) - Tcnico Judicirio) NO constitui objetivo fundamental da Repblica Federativa do Brasil, previsto expressamente na Constituio Federal,Prof. Roberto Troncoso

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a) construir uma sociedade livre, justa e solidria. b) garantir o desenvolvimento nacional. c) erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e regionais. d) captar tributos mediante fiscalizao da Receita Federal. e) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. Gabarito: D. Uma das formas de saber se estamos falando de objetivos fundamentais da CF88 olhar se temos expresses que se iniciam com verbos. Isso j ajuda muito. No o caso dessa questo. Todas as assertivas, exceto a letra D, so objetivos definidos no art. 3 da Constituio. J sabem, n? Artigos 1 ao 4 devem estar afiadssimos dentro da cabea na hora da prova! 22. (FCC - 2012 - TRE-SP - Tcnico Judicirio) O mecanismo pelo qual os Ministros do Supremo Tribunal Federal so nomeados pelo Presidente da Repblica, aps aprovao da escolha pelo Senado Federal, decorre do princpio constitucional da a) separao de poderes. b) soberania. c) cidadania. d) inafastabilidade do Poder Judicirio. e) soluo pacfica dos conflitos. Gabarito: A. A separao dos poderes visa no somente a separao propriamente dita, mas tambm o equilbrio e o controle entre eles, sistema conhecido como Freios e Contrapesos. Segundo ele, os poderes, apesar de serem independentes entre si, devem se contrabalancear para evitar excessos. Assim, cada poder deve exercer suas funes e, ao mesmo tempo fiscalizar e controlar os outros poderes, justamente para evitar abusos e excessos. Dessa forma, a Constituio brasileira prev mecanismos para que os trs poderes interfiram na atuao uns dos outros, para evitar os desvios deProf. Roberto Troncoso

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conduta. O comando da questo traz um bom exemplo. Vamos ver outros? Ex. 1: o Legislativo no pode elaborar leis livremente: existe o veto do Executivo e o controle de constitucionalidade das leis pelo Judicirio. Ex. 2: o Executivo no administra livremente: existe o controle dos seus atos pelo controle externo Congresso Nacional e pelo Poder Judicirio. Ex. 3: o Congresso Nacional pode sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegao legislativa (art. 48, V). Quem elabora o decreto regulamentar ou a lei delegada o poder Executivo. Mas o Legislativo pode sustar esses dois atos (se extrapolarem os limites).

23. (FCC - 2012 - TRE-PR - Tcnico Judicirio) A Carta Africana dos Direitos do Homem e dos Povos, assinada por Estados do continente africano em 1981, enuncia, em seu artigo 20, que todo povo tem um direito imprescritvel e inalienvel, pelo qual determina livremente seu estatuto poltico e garante seu desenvolvimento econmico e social pelo caminho que livremente escolheu. Na Constituio da Repblica Federativa do Brasil, o teor de referido enunciado encontra equivalncia no princpio de regncia das relaes internacionais de a) repdio ao terrorismo e ao racismo. b) construo de uma sociedade livre, justa e solidria. c) erradicao da pobreza e da marginalizao. d) autodeterminao dos povos. e) concesso de asilo poltico. Gabarito: D. O princpio da autodeterminao dos povos contempla a situao trazida no enunciado. Um dos princpios que regem nossas relaes internacionais aceitar o caminho que outros povos escolhem traar para seu desenvolvimento. Ele se harmoniza com outros (que a questo inteligentemente no trouxe, para no gerar controvrsia), como o princpio da no interveno e o da igualdade entre os Estados.

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24. (FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Pblico) correto afirmar que so objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil previstos e assim descritos no artigo 3o da Constituio Federal, construir uma sociedade livre, justa e pluralista, garantir o desenvolvimento regional, erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e locais, promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. Errado. Olha a literalidade do art. 3 sendo cobrada! Vamos relembrar os objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil. - construir uma sociedade livre, justa e SOLIDRIA; - garantir o desenvolvimento NACIONAL; - erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais E REGIONAIS; - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao.

Objetivos fundamentais

25. (FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Pblico) correto afirmar que so fundamentos da Repblica Federativa do Brasil a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, a livre concorrncia, o voto direto e secreto e o pluralismo poltico. Errado. Livre concorrncia e voto direto e secreto no esto arrolados como fundamentos da Repblica Federativa do Brasil. Segue a redao correta do artigo 1: A Repblica Federativa do Brasil, formada pela unio indissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrtico de Direito e tem como fundamentos: I - a soberania; II - a cidadania; III - a dignidade da pessoa humana; IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V - o pluralismo poltico.

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26. (FCC - 2009 - DPE-SP - Defensor Pblico) Em relao aos objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil previstos no artigo 3o da Constituio Federal, considere as seguintes afirmaes: I. So reveladores de uma axiologia, uma anteviso de um projeto de sociedade mais justa esposado pelo constituinte. II. Vem enunciados em forma de ao verbal (construir, erradicar, reduzir, promover), que implicam a necessidade de um comportamento ativo pelos que se acham obrigados sua realizao. III. Como possuem enunciado principialista e generalista no possuem valor normativo, da porque o estado brasileiro descumpre-os sistematicamente. IV. O repdio ao terrorismo e racismo est dentre os objetivos mais importantes, pois respalda outra norma-regra objetiva que a dignidade da pessoa humana. V. Alm de outras normas constitucionais, encontramos vrios instrumentos e disposies para efetivao dos objetivos nos ttulos que tratam da ordem econmica e da ordem social. Esto corretas SOMENTE a) I, II e IV. b) I, II e V. c) I, IV e V. d) II, III e IV. e) III, IV e V. Gabarito: B. Questo muito boa! O que era mais difcil nessa questo era saber as palavras usadas, mas os conceitos so bem fceis. Vamos item a item. Item I CERTO. Axiologia = Estudo ou teoria de alguma espcie de valor, particularmente dos valores morais. Anteviso = Ato de antever; viso antecipada; previso.

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Assim, os objetivos revelam quais so os valores de quem criou a Constituio e direcionam o comportamento do Estado para alcanar esses valores. Item II CERTO. Isso mesmo! O Estado deve agir para alcanar os objetivos, que so trazidos pela CF88 em forma de verbos! Item III ERRADO. Os objetivos possuem sim valor jurdico como qualquer outra norma da Constituio. De fato, o Estado ainda no os alcanou completamente, mas essas so direes e fins a serem alcanados pelo Brasil e devem disciplinar sua conduta. Item IV ERRADO. A dignidade da pessoa humana um conceito altamente subjetivo (e no objetivo). Alm disso, repdio ao terrorismo e ao racismo so princpios que regem o Brasil em suas relaes internacionais (e no objetivos da RFB). Item V CERTO. Eis o item mais difcil da questo, pois o candidato deveria saber que a Constituio possui uma parte relativa s ordens econmica e social e que elas, de fato, possuem dispositivos que buscam os objetivos fundamentais.

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Meus caros Analistas do Banco Central, chegamos ao final de nossa aula de hoje. Continuem firmes e estudem de maneira simples, procurando entender o esprito das normas e no apenas decorando informaes. Lembre-se que A SIMPLICIDADE O GRAU MXIMO DA SOFISTICAO (Leonardo da Vinci). Espero que todos vocs tenham muito SUCESSO nessa jornada, que bastante trabalhosa, mas extremamente gratificante! Abraos a todos e at a prxima aula.

Roberto TroncosoSe voc acha que pode ou se voc acha que no pode, de qualquer maneira, voc tem razo.(Henry Ford)

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III. QUESTES DA AULAPrincpios Fundamentais 1. (CESGRANRIO - 2008 - Petrobrs - Advogado) De acordo com a doutrina, os princpios constitucionais fundamentais estabelecidos no Ttulo I da Constituio Federal de 1988 podem ser discriminados em princpios relativos (i) existncia, forma e tipo de Estado; (ii) forma de governo; (iii) organizao dos Poderes; (iv) organizao da sociedade; (v) vida poltica; (vi) ao regime democrtico; (vii) prestao positiva do Estado e (viii) comunidade internacional. Adotando essa classificao, exemplo tpico de princpio fundamental relativo forma de governo o princpio a) federalista. b) republicano. c) de soberania. d) do pluralismo poltico. e) do Estado Democrtico de Direito. 2. (FCC - 2012 - TRT - 6 Regio (PE) - Tcnico Judicirio) A Constituio Federal reconhece que so Poderes da Unio, independentes e harmnicos entre si, APENAS o a) Legislativo e o Executivo. b) Judicirio e o Legislativo. c) Executivo, o Legislativo e o Judicirio. d) Legislativo, o Executivo, o Judicirio e o Ministrio Pblico. e) Executivo, o Legislativo, o Judicirio, o Ministrio Pblico e a Defensoria Pblica. 3. (FCC - 2012 - TRT - 6 Regio (PE) - Tcnico Judicirio) No que concerne organizao dos Poderes da Unio, correto afirmar, com base na Constituio Federal, que www.pontodosconcursos.com.br 42

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a) o Judicirio hierarquicamente superior ao Executivo e ao Legislativo, na medida em que quele incumbe deciso final sobre a constitucionalidade das normas vigentes. b) so independentes e harmnicos entre si, impondo- se influncias e limitaes recprocas que se prestam limitao do poder estatal. c) o Executivo hierarquicamente superior ao Legislativo, na medida em lhe autorizado legislar por meio de medidas provisrias. d) o Legislativo hierarquicamente superior ao Executivo, na medida em que pode derrubar o veto do Chefe do Executivo a determinada lei, tornando-a vigente. e) so independentes e harmnicos, no se relacionando entre si, devendo eventual conflito ser dirimido por organismo supranacional. 4. (FCC - 2012 - TRT - 6 Regio (PE) - Analista Judicirio) O voto uma das principais armas da Democracia, pois permite ao povo escolher os responsveis pela conduo das decises polticas de um Estado. Quem faz mau uso do voto deixa de zelar pela boa conduo da poltica e pe em risco seus prprios direitos e deveres, o que afeta a essncia do Estado Democrtico de Direito. Dentre os fundamentos da Repblica Federativa do Brasil, expressamente previstos na Constituio, aquele que mais adequadamente se relaciona ideia acima exposta a a) soberania. b) prevalncia dos direitos humanos. c) cidadania. d) independncia nacional. e) dignidade da pessoa humana. 5. (FCC - 2012 - TRT - 6 Regio (PE) - Analista Judicirio) O Congresso Nacional promulgou, em agosto de 2006, a Lei no11.340, conhecida por "Lei Maria da Penha", a qual criou mecanismos para proteger a mulher que vtima de violncia domstica e familiar. Em fevereiro de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou procedente a Ao Declaratria de Constitucionalidade

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no19 (ADC-19) para declarar a constitucionalidade de dispositivos da referida lei, o que trouxe ainda mais fora para sua aplicao. O princpio constitucional, relacionado aos direitos fundamentais, que embasa a "Lei Maria da Penha", permitindo que a mulher receba um tratamento jurdico preferencial em relao ao homem nas situaes de violncia domstica e familiar, o da a) funo social da propriedade. b) liberdade individual. c) igualdade material. d) inviolabilidade domiciliar. e) segurana jurdica. 6. (FCC - 2011 - TRT - 14 Regio (RO e AC) - Tcnico Judicirio) NO constitui objetivo fundamental da Repblica Federativa do Brasil, previsto expressamente na Constituio Federal, a) construir uma sociedade livre, justa e solidria. b) garantir o desenvolvimento nacional. c) erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e regionais. d) captar tributos mediante fiscalizao da Receita Federal. e) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. 7. (FCC - 2012 - TRF - 2 REGIO - Tcnico Judicirio) Quanto s relaes internacionais, o Brasil rege-se, segundo expressamente disposto no artigo 4o da Constituio Federal brasileira de 1988, pelo princpio a) do juiz natural. b) do efeito mediato. c) da sucumbncia.Prof. Roberto Troncoso

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d) da igualdade entre os Estados. e) da concentrao. 8. (FCC/Defensor-DP-SP/2009) A teoria da 'tripartio de poderes' confirma o princpio da indelegabilidade de atribuies, por isso qualquer exceo, mesmo advinda do poder constitucional originrio, deve ser considerada inconstitucional. (FCC - 2009 - TRT - 3 Regio (MG) - Analista Judicirio) NO considerada exceo ao princpio da separao de poderes no Estado brasileiro, entre outras, a a) fiscalizao contbil, financeira e oramentria consistente no controle externo de natureza tcnica ou numrico-legal exercido pelos Tribunais de Contas. b) permisso para que Deputados Federais e Senadores exeram funes de Ministros de Estado. c) convocao de Ministros de Estado, perante o plenrio das Casas do Congresso Nacional e de suas comisses. d) adoo pelo Presidente da Repblica de medidas provisrias, com fora de lei, em casos de relevncia e urgncia. e) autorizao, na forma de resoluo, de delegao de atribuies legislativas ao Presidente da Repblica. 10. (FCC - 2009 - TRT - 7 Regio (CE) - Tcnico Judicirio) Segundo a Constituio Federal, a Repblica Federativa do Brasil formada a) pela unio indissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal. b) pelos cidados dos representantes eleitos. c) pelo conjunto fundamentais. de quais emana o poder exercido por meio de

9.

cidados

aos

quais

so

garantidos

os

direitos

d) pela unio dos Poderes Executivo, Legislativo e Judicirio. e) pela integrao econmica, poltica e social de todos os Estados.Prof. Roberto Troncoso

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11. (FCC - 2009 - TRT - 15 Regio - Tcnico Judicirio) Sobre os princpios fundamentais da Repblica Federativa do Brasil, correto afirmar que a) foi acolhido, alm de outros, o princpio da interveno para os conscritos. b) dentre seus objetivos est o de reduzir as desigualdades regionais. c) um dos seus fundamentos a vedao ao pluralismo poltico. d) o Brasil rege-se nas suas relaes internacionais, pela dependncia nacional. e) a poltica internacional brasileira veda a integrao poltica que vise formao de uma comunidade latino-americana de naes. 12. (FCC - 2009 - TJ-PI - Tcnico Judicirio) No que concerne aos Princpios Fundamentais, considere: I. A Repblica Federativa do Brasil, formada pela unio dissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrtico de Direito. II. Constitui objetivo fundamental da Repblica Federativa do Brasil garantir o desenvolvimento nacional. III. A Repblica Federativa do Brasil rege-se, nas suas relaes internacionais, alm de outros, pelo princpio da concesso de asilo poltico. IV. A Repblica Federativa do Brasil buscar a integrao econmica, poltica, social e cultural dos povos da Amrica Latina, visando formao de uma comunidade latino-americana de naes. Est correto o que consta APENAS em a) I, II e IV. b) II, III e IV. c) I, II e III. d) II e III. e) I e III www.pontodosconcursos.com.br 46

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13. (FCC - 2010 - TRF - 4 REGIO - Tcnico Judicirio) Soberania, cidadania e pluralismo poltico, de acordo com a Constituio Federal, constituem a) fundamentos da Repblica Federativa do Brasil. b) princpios que regem a Repblica Federativa do Brasil nas suas relaes internacionais. c) objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil. d) direitos polticos coletivos. e) garantias fundamentais. 14. (FCC - 2009 - TCE-GO - Tcnico de Controle Externo) Considere as seguintes afirmaes sobre os princpios fundamentais da Constituio da Repblica: I. A Repblica Federativa do Brasil formada pela unio indissolvel dos Estados, Municpios e Distrito Federal. II. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes ou diretamente, nos termos da Constituio. III. Constituem objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil, dentre outros, a construo de uma sociedade livre, justa e solidria e a garantia do desenvolvimento nacional. Est correto o que se afirma em a) I, II e III. b) I, apenas. c) II, apenas. d) III, apenas. e) I e II, apenas. 15. (FCC - 2009 - MPE-AP - Tcnico Administrativo) A Constituio Federal, no captulo reservado aos princpios fundamentais, estabelece que a Repblica Federativa do Brasil rege-se nas suas relaes internacionais, dentre outras hipteses, pelo princpio daProf. Roberto Troncoso

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a) no interveno. b) dependncia nacional condicionada. c) determinao dos povos quanto dignidade da pessoa humana. d) soluo blica e no arbitral dos conflitos. e) vedao de asilo e de exlio poltico-partidrio. 16. (FCC - 2010 - TRF - 4 REGIO - Analista Judicirio) NO constitui princpio que rege a Repblica Federativa do Brasil nas suas relaes internacionais, previsto na Constituio Federal: a) concesso de asilo poltico. b) independncia nacional. c) repdio ao terrorismo e ao racismo. d) autodeterminao dos povos. e) busca de integrao econmica. 17. (FCC - 2010 - AL-SP - Agente Tcnico Legislativo Especializado) No Brasil, as funes atpicas, relacionadas teoria da separao de poderes, a) so consideradas inconstitucionais, independncia dos Poderes. pois ferem a harmonia e a

b) s podero ser realizadas mediante expressa previso legal. c) possibilitam ao Senado Federal julgar o Presidente da Repblica por crime de responsabilidade. d) permitem aos Tribunais Superiores aprovar smula com efeito vinculante em relao aos demais rgos do Poder Judicirio. e) garantem ao Poder Executivo prerrogativa para apurar fato determinado e por prazo certo com poderes de investigao prprios das autoridades judiciais. 18. (FCC - 2009 - TJ-MS - Juiz) Relativamente aos princpios fundamentais da Constituio brasileira de 1988, INCORRETO afirmar queProf. Roberto Troncoso

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a) a Repblica Federativa do Brasil buscar a integrao econmica, poltica, social e cultural dos povos da Amrica Latina, visando formao de uma comunidade latino-americana de naes. b) a Repblica Federativa do Brasil tem como fundamentos a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e o pluralismo poltico. c) todo o poder emana do povo, que o exerce diretamente ou por meio dos seus representantes nos Poderes Executivo (Presidente da Repblica, Governadores de Estado e Prefeitos municipais), Legislativo (parlamentares) e Judicirio (juzes). d) constituem objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil construir uma sociedade livre, justa e solidria, garantir o desenvolvimento nacional, erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e regionais e promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. e) a Repblica Federativa do Brasil rege-se nas suas relaes internacionais pelos seguintes princpios: independncia nacional, prevalncia dos direitos humanos, autodeterminao dos povos, no interveno, igualdade entre os Estados, defesa da paz, soluo pacfica dos conflitos, repdio ao terrorismo e ao racismo, cooperao entre os povos para o progresso da humanidade, concesso de asilo poltico. 19. (FCC - 2010 - AL-SP - Agente Legislativo de Servios Tcnicos e Administrativos) Constitui um dos fundamentos da Repblica Federativa do Brasil, de acordo com a Constituio Federal de 1988, a) a garantia do desenvolvimento nacional. b) a no interveno. c) a defesa da paz. d) a igualdade entre os Estados. e) o pluralismo poltico.

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20. (FCC - 2010 - DPE-SP - Agente de Defensoria) O artigo 2, da Constituio Federal, ao enunciar que "so Poderes da Unio, independentes e harmnicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judicirio", consagra o princpio a) da federao. b) da soberania dos poderes. c) do pluralismo poltico. d) da separao dos poderes. e) da igualdade dos poderes. 21. (FCC - 2011 - TRT - 14 Regio (RO e AC) - Tcnico Judicirio) NO constitui objetivo fundamental da Repblica Federativa do Brasil, previsto expressamente na Constituio Federal, a) construir uma sociedade livre, justa e solidria. b) garantir o desenvolvimento nacional. c) erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e regionais. d) captar tributos mediante fiscalizao da Receita Federal. e) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. 22. (FCC - 2012 - TRE-SP - Tcnico Judicirio) O mecanismo pelo qual os Ministros do Supremo Tribunal Federal so nomeados pelo Presidente da Repblica, aps aprovao da escolha pelo Senado Federal, decorre do princpio constitucional da a) separao de poderes. b) soberania. c) cidadania. d) inafastabilidade do Poder Judicirio. e) soluo pacfica dos conflitos.Prof. Roberto Troncoso

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23. (FCC - 2012 - TRE-PR - Tcnico Judicirio) A Carta Africana dos Direitos do Homem e dos Povos, assinada por Estados do continente africano em 1981, enuncia, em seu artigo 20, que todo povo tem um direito imprescritvel e inalienvel, pelo qual determina livremente seu estatuto poltico e garante seu desenvolvimento econmico e social pelo caminho que livremente escolheu. Na Constituio da Repblica Federativa do Brasil, o teor de referido enunciado encontra equivalncia no princpio de regncia das relaes internacionais de a) repdio ao terrorismo e ao racismo. b) construo de uma sociedade livre, justa e solidria. c) erradicao da pobreza e da marginalizao. d) autodeterminao dos povos. e) concesso de asilo poltico. 24. (FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Pblico) correto afirmar que so objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil previstos e assim descritos no artigo 3o da Constituio Federal, construir uma sociedade livre, justa e pluralista, garantir o desenvolvimento regional, erradicar a pobreza e a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais e locais, promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminao. 25. (FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Pblico) correto afirmar que so fundamentos da Repblica Federativa do Brasil a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, a livre concorrncia, o voto direto e secreto e o pluralismo poltico. 26. (FCC - 2009 - DPE-SP - Defensor Pblico) Em relao aos objetivos fundamentais da Repblica Federativa do Brasil previstos no artigo 3o da Constituio Federal, considere as seguintes afirmaes: I. So reveladores de uma axiologia, uma anteviso de um projeto de sociedade mais justa esposado pelo constituinte. II. Vem enunciados em forma de ao verbal (construir, erradicar, reduzir, promover), que implicam a necessidade de um comportamento ativo pelos que se acham obrigados sua realizao.Prof. Roberto Troncoso

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III. Como possuem enunciado principialista e generalista no possuem valor normativo, da porque o estado brasileiro descumpre-os sistematicamente. IV. O repdio ao terrorismo e racismo est dentre os objetivos mais importantes, pois respalda outra norma-regra objetiva que a dignidade da pessoa humana. V. Alm de outras normas constitucionais, encontramos vrios instrumentos e disposies para efetivao dos objetivos nos ttulos que tratam da ordem econmica e da ordem social. Esto corretas SOMENTE a) I, II e IV. b) I, II e V. c) I, IV e V. d) II, III e IV. e) III, IV e V.

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IV. GABARITO

Princpios Fundamentais 1. B 11.B 21.D 2. C 12.B 22.A 3. B 13.A 23.D 4. C 14.A 24.E 5. C 15.A 25.E 6. D 16.E 26.B 7. D 17.C 8. E 18.C 9. A 19.E 10.A 20.D

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V. BIBLIOGRAFIA CONSULTADAMENDES, Gilmar Ferreira e BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Curso de Direito Constitucional. So Paulo: Saraiva LENZA, Pedro. Direito Constitucional Esquematizado. So Paulo: Saraiva MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. So Paulo: Ed. tlas PAULO, Vicente e ALEXANDRINO, Descomplicado. Ed. Impetus Marcelo. Direito Constitucional

CRUZ, Vtor. 1001 questes Comentadas Direito Constitucional. Questes do Ponto (ebook) www.stf.jus.br www.cespe.unb.br http://www.esaf.fazenda.gov.br/ http://www.fcc.org.br/institucional/ www.consulplan.net http://www.concursosfmp.com.br http://www.fujb.ufrj.br

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