DFC e DVA - Conselho Regional de Contabilidade de Santa ...· Contabilidade Brasileira aos padrões

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Text of DFC e DVA - Conselho Regional de Contabilidade de Santa ...· Contabilidade Brasileira aos padrões

  • 1

    DFC e DVA

    L.Tadeu

  • 2

    Introduo

  • 3

    Nova Contabilidade

    Norma Legal

    Lei 6.404/76

    Lei 11.638/07

    MP 449/08 (convertida na Lei 11.941/09)

    Resoluo CFC 1.157/09 e 1.159/09

  • 4

    CPC

    Comit de Pronunciamentos Contbeis (CPC):

    Pronunciamentos

    Orientaes

    Interpretaes

    Levando sempre em conta a convergncia da Contabilidade Brasileira aos padres internacionais.

  • 5

    Sociedade de Grande Porte

    Desde 1.01.2008, as sociedades de

    grande porte, ainda que no constitudas

    sob a forma de sociedades por aes,

    esto sujeitas s mesmas normas

    aplicveis a estas, no que diz respeito

    escriturao e elaborao de

    demonstraes financeiras e

    obrigatoriedade de auditoria

    independente.

  • 6

    Sociedade de Grande Porte

    A auditoria independente a ser realizada

    nessas sociedades dever ser feita por

    auditor registrado na Comisso de Valores

    Mobilirios (CVM).

  • 7

    Sociedade de Grande Porte

    Observa-se que considerada de grande

    porte a sociedade (ou conjunto de

    sociedades sob controle comum) que

    tiver, no exerccio social anterior, ativo

    total superior a R$ 240.000.000,00 ou

    receita bruta anual superior a R$

    300.000.000,00. (Lei 11.638/2007, art. 3)

    http://www.iobonlineregulatorio.com.br/pages/core/coreDocuments.jsf?il=y&ls=3&docFieldName=destino&docFieldValue=fe+lei+11638+2007http://www.iobonlineregulatorio.com.br/pages/core/coreDocuments.jsf?il=y&ls=3&docFieldName=destino&docFieldValue=fe+lei+11638+2007http://www.iobonlineregulatorio.com.br/pages/core/coreDocuments.jsf?il=y&ls=3&docFieldName=destino&docFieldValue=fe+lei+11638+2007http://www.iobonlineregulatorio.com.br/pages/core/coreDocuments.jsf?il=y&ls=3&docFieldName=destino&docFieldValue=fe+lei+11638+2007http://www.iobonlineregulatorio.com.br/pages/core/coreDocuments.jsf?il=y&ls=3&docFieldName=destino&docFieldValue=fe+lei+11638+2007http://www.iobonlineregulatorio.com.br/pages/core/coreDocuments.jsf?il=y&ls=3&docFieldName=destino&docFieldValue=fe+lei+11638+2007@art3http://www.iobonlineregulatorio.com.br/pages/core/coreDocuments.jsf?il=y&ls=3&docFieldName=destino&docFieldValue=fe+lei+11638+2007@art3

  • 8

    Publicao das Demonstraes

    Financeiras

    Art. 294 da Lei das S/A:

    Dispensa de publicao para as

    companhias fechadas com patrimnio

    lquido inferior a R$ 1.000.000,00, com

    menos de 20 acionistas.

  • 9

    Novas Demonstraes

    Financeiras

    I Balano Patrimonial;

    II Demonstrao dos Lucros ou Prejuzos Acumulados;

    III Demonstrao do Resultado do Exerccio;

    IV Demonstrao dos Fluxos de Caixa; e

    V se companhia aberta, demonstrao do valoradicionado.

    (PME Resol. CFC 1.255/09, item 3.17)

  • 10

    DVA

  • 11

    DVA

    A DVA, embora seja obrigatria somente

    para as companhias abertas, vem, cada

    vez mais, sendo adotada facultativamente

    pelas pessoas jurdicas que divulgam

    suas informaes contbeis.

  • 12

    DVA - Benefcio

    Atravs da DVA possvel evidenciar, por

    meio de nmeros, os benefcios que as

    empresas proporcionam sociedade, por

    intermdio da remunerao dos

    colaboradores, pagamento de impostos e

    contribuies ou mesmo pelos

    reinvestimentos realizados no

    empreendimento.

  • 13

    DVA

    , portanto, uma demonstrao com um

    forte carter social, pois, ao contrrio da

    tradicional Demonstrao de Resultado,

    no se prope apenas a evidenciar como

    o resultado foi formado e sim como a

    riqueza gerada internamente foi

    distribuda.

  • 14

    DVA arma para investidores

    A DVA tende a ser uma poderosa ferramenta para os investidores e outros usurios, pois proporciona uma maior viso econmico/social do empreendimento.

    Por exemplo: o governo pode utilizar a DVA para auxiliar na avaliao do desempenho econmico e social de determinado empreendimento, para conceder eventuais subvenes e outros benefcios.

  • 15

    Bases Legais

    Deliberao CVM 557/2008

    Resoluo CFC 1.138/2008 (especfico)

    Resoluo CFC 1.121/2008

    Resoluo CFC 1.162/2009

    O Pronunciamento Tcnico CPC 09 trata dos detalhamentos relativos DVA.

    http://www.normaslegais.com.br/legislacao/deliberacaocvm557_2008.htm

  • 16

    DVA

    A Demonstrao do Valor Adicionado, quetambm pode integrar o Balano Social,constitui desse modo, uma importantefonte de informaes medida queapresenta esse conjunto de elementosque permitem a anlise do desempenhoeconmico da empresa, evidenciando agerao de riqueza, assim como dosefeitos sociais produzidos pela distribuiodessa riqueza.

  • 17

    DVA Estrutura Bsica

    Resolues CFC 1.010/05 e 1.138/08 estrutura bsica:

    a)Receita bruta e outras receitas

    b)Os insumos adquiridos de terceiros

    c)Os valores retidos pela entidade

    d)Os valores adicionados/recebidos em transferncia a outras entidades

    e)Valor total adicionado a distribuir

    f) Distribuio do valor adicionado

  • 18

    Contedo

    Em termos de contedo, a DVA deve ser elaborada edetalhada de forma que seus usurios possamfacilmente visualizar a distribuio dos valores geradosinternamente, abrangendo pelo menos:

    - os gastos com pessoal e encargos;

    - os impostos, taxas e contribuies;

    - juros e aluguis;

    - juros sobre o capital prprio (JCP) e dividendos;

    - lucros retidos/prejuzos do exerccio.

  • 19

    Conceitos Elementares

    Valor Adicionado:

    Por valor adicionado entende-se a riqueza

    criada pela empresa, de forma geral,

    representado pela diferena entre o valor

    das vendas de bens e servios e os

    insumos e servios adquiridos de

    terceiros.

  • 20

    Valor Adicionado Ex.:

    $

    Venda de Mercadorias 10.000

    Custo das Mercadorias Vendidas 4.000

    Riqueza Gerada Internamente 6.000

  • 21

    Valor Adicionado Ex.:

    Em nosso exemplo, as operaes da

    pessoa jurdica adicionaram um valor de $

    6.000 na operao, o qual, obviamente,

    no representa o lucro da empresa.

    Demonstrar de que forma esse valor

    adicionado foi distribudo o grande

    objetivo da DVA.

  • 22

    Valor Adicionado Ex.:

    $

    Valor Adicionado 6.000

    Distribuio do Valor Adicionado:

    - Remunerao Colaboradores e

    Encargos

    2.000

    - Impostos e Contribuies 2.500

    - Juros sobre Capital pagos aos Scios 500

    - Lucros Retidos para Reinvestimento 1.000

  • 23

    Insumos Adquiridos de

    Terceiros

    Trata-se de valores relativos s aquisies de matrias-primas, mercadorias, materiais, energia, servios, etc., que tenham sido transformados em despesas do perodo.

    Enquanto permanecerem nos estoques, no compem a formao da riqueza criada e distribuda.

  • 24

    Depreciao, Amortizao e

    Exausto

    Refletem os valores reconhecidos no perodo e,normalmente, utilizados para conciliao entre ofluxo de caixa das atividades operacionais e oresultado lquido do exerccio.

    Representam o consumo dos bens patrimoniaisda pessoa jurdica, apropriado ao resultado aolongo do tempo, de acordo com o decurso davida til econmica estimada para cada itempatrimonial.

  • 25

    Contedo Bsico da DVA

    A Demonstrao de Valor Adicionadopode ser dividida em duas grandes partes,a primeira destinada a demonstrar qual ariqueza gerada pelo empreendimento ecomo esta foi gerada.

    A segunda parte da DVA destinada ademonstrar como essa riqueza foidistribuda.

  • 26

    Formao do Valor Adicionado

    Na parte da DVA dedicada a demonstrar a

    formao do valor adicionado distribudo,

    devem ser destacados, conforme o caso,

    os seguintes detalhes:

  • 27

    Formao do Valor Adicionado

    a) Receitas: representadas pelo valorbruto das vendas de mercadorias,produtos e servios.

    No deve ser deduzido o valor dosimpostos e contribuies incidentes sobreo faturamento, os quais sero destacados,posteriormente, como distribuio do valoradicionado.

  • 28

    Formao do Valor Adicionado

    b) Outras receitas: tambm devem ser

    apresentadas pelo valor bruto, ou seja,

    sem deduzir os tributos incidentes.

    Inclui valores considerados fora das

    atividades principais da empresa, tais

    como, venda de imobilizado ou

    investimentos.

  • 29

    Formao do Valor Adicionado

    O valor a ser indicado ser o resultado:

    receita menos despesas no

    operacionais.

  • 30

    Depreciao de itens reavaliados

    ou avaliados ao valor justo

    No caso da depreciao de itens

    reavaliados ou avaliados ao valor justo,

    normalmente, temos encargos de

    depreciao maiores, em funo da

    parcela reavaliada.

    Assim, o resultado do exerccio afetado

    por essa despesa maior.

  • 31

    Depreciao de itens reavaliados

    ou avaliados ao valor justo

    Em termos de patrimnio lquido, o efeito anulado com a realizao da Reserva deReavaliao ou Ajuste, na mesma proporo doefeito causado.

    No entanto, tal efeito no corrigidodiretamente no resultado do exerccio, razopela qual, para corrigirmos essa distoro,precisamos somar a parcela realizada daReserva de Reavaliao, ou Ajuste Patrimonial,diretamente nesta rubrica de outras receitas.

  • 32

    Formao do Valor Adicionado

    c) Proviso para crditos de liquidao