MEDICAMENTOS INJETÁVEIS

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  • MEDICAMENTOS PARENTERAIS E LQUIDOS ESTREIS

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  • FORMAS FARMACUTICAS ESTREISSolues injetveis

    Suspenses injetveis

    Emulses injetveis

    Ps-estreis, liofilizados ou no, injetveis

    Colrios

    Pomadas oftlmicas

    Pellets ou Implantes

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  • TIPOS OFICIAIS DE INJETVEIS De acordo com a USP, os injetveis so divididos em cinco tipos gerais. Podendo conter tampes, conservantes ou outros adjuvantes.

    Injeo: Preparao lquida de um frmaco ou soluo deste (p. ex., insulina injetvel, USP).

    Para injeo: Trata-se de um p que, com a adio de veculos adequados, gera solues (p. ex., cefuroxima para injeo, USP).

    Emulso injetvel: Preparao lquida de um frmaco dissolvido ou disperso em um meio emulsionado adequado (p. ex., Propofol, USP).

    Suspenso injetvel: Preparao lquida de slidos suspensos em um meio lquido adequado (p. ex., acetato de metilpredinisolona, USP).

    Para suspenso injetvel: P que, com a adio de veculos adequados, gera suspenses (p. ex., imipenem e cilastatina para suspenso injetvel, USP).

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  • MATRIAS-PRIMAS Especificaes: Preferencialmente ser de grau injetvel

    Baixo nvel microbiano

    Limites de endotoxinas (pirognio) de acordo com a monografia farmacopica

    As impurezas qumicas devem ser praticamente inexistentes

    No caso de processos asspticos, as matrias-primas devem ser obrigatoriamente estreis

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  • Pirognio

    As endotoxinas, so lipopolissacardeos (LPS) associados membrana externa de bactrias Gram negativas, e se constituem na mais significante fonte de pirognio para a industria farmacutica.

    Testes para identificao do pirognio:

    in vivo: coelhos (trs); injeo de no mximo 10mL/kg; verificar se ocorre alterao na temperatura corprea maior que 0,6C, sendo a soma dos trs maior que 1,4C; se maior, repetir com oito coelhos.

    In vitro (LAL): O LAL (Limulus Amebocyte Lysate) um produto derivado do lisado de amebcitos do caranguejo Limulus polyphemus, com emprego especfico na determinao de endotoxinas bacterianas derivadas de bacilos Gram- negativos - mtodo da formao de gel.

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  • Adjuvantes utilizados:

    Conservantes antimicrobianos (p. ex., lcool benzlico, metilparabeno, propilparabeno, etc.)

    Solubilizantes, agentes molhantes; ou emulgentes (p. ex., polietilenoglicol 300, polisorbato 80, propilenoglicol, etc.)

    Tampes (p. ex., fosfato de sdio dibsico, acetato de sdio, etc.)

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  • Isotonizantes (p. ex., cloreto de sdio, dextrose, etc.)

    Agentes suspensores (p. ex., metilcelulose, pectina, etc.)

    Agentes quelantes (p. ex., edetato dissdico, edetato de clcio dissdico, etc.)

    Anestsicos locais (p. ex., cloridrato de procana, etc.)

    Estabilizantes (p. ex., glicina, creatinina, etc.)

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  • SOLVENTES E VECULOS PARA INJETVEIS

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  • Veculos aquosos

    gua estril para injeo, USP

    gua bacteriosttica para injeo, USP

    Soluo de cloreto de sdio injetvel, USP

    Soluo de cloreto de sdio injetvel bacteriosttica, USP

    Soluo de Ringer injetvel, USP

    Soluo de Ringer lactato, USP

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  • Veculos no-aquosos

    leos vegetais fixos

    Glicerina

    Polietilenoglicis

    Propilenoglicol

    Etanol, etc.

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  • GUA PARA INJETVEIS - WFI Teoria da Osmose Reversa

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  • Typical water storage and distribution schematic

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  • PLANTA DE TRATAMENTO DE GUA

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  • LIOFILIZAO

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  • Liofilizao o processo empregado na secagem de substncias extremamente sensveis ao calor.

    Nesse processo, a soluo ou suspenso lquida inicialmente congelada, em seguida a presso sobre a matria congelada reduzida e, por fim, a gua removida por sublimao.Assim, ocorre uma transio da fase lquida para a de vapor. Porm, o processo envolve os trs estados da matria, com passagem do lquido para o slido e, depois, deste para vapor. Consequentemente, a teoria e a prtica da liofilizao est baseada no entendimento e na aplicao do diagrama de fases para o sistema constitudo pela gua.

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  • ETAPAS DO PROCESSO DE LIOFILIZAO

    CONGELAMENTO para evitar formao de espuma, o lquido congelado antes de ser submetido a vcuo.

    APLICAO DE VCUO aps o congelamento, deve-se conectar a um sistema de vcuo suficientemente elevado, para fazer cair a presso abaixo do ponto triplo, e remover os grandes volumes de vapor baixa presso, que se formam durante a secagem.

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  • SUBLIMAO

    Secagem primria reduz a umidade de um slido liofilizado at em torno de 0,5%.

    Secagem secundria a remoo da umidade residual realizada mediante aquecimento do slido, a uma temperatura de aproximadamente 50 ou 60C.

    Transferncia de calor o fornecimento insuficiente de calor prolonga o processo, o qual j lento, enquanto um excesso de calor causar a fuso do gelo.

    Remoo do vapor o vapor gerado da sublimao dever ser removido continuamente, para evitar que a presso aumente, o que poder interromper a fase de sublimao.

    Acondicionamento o acondicionamento deve garantir que o lifilo no entre em contato com a atmosfera.

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  • VANTAGENS

    A secagem realizada a baixas temperaturas, de modo que a ao enzimtica inibida e a degradao qumica, principalmente por hidrlise, minimizada.

    A soluo congelada e, com isso, o produto final seco um retculo que ocupa o mesmo volume da soluo original. Por isso, o produto leve e poroso.

    A forma porosa do produto torna-o de fcil dissoluo.

    No implica a concentrao da soluo previamente secagem e, por isso, no h presena de sais concentrados que desnaturem as protenas, como ocorre nos outros mtodos de secagem.

    Como o processo realizado sob condies de alto vcuo, existe pouco contato com o ar, e a oxidao minimizada.

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  • DESVANTAGENS

    A porosidade, a fcil solubilidade e a secura total fazem com que o produto seja muito higroscpico. A no ser que o produto seja seco no seu recipiente de acondicionamento final e fechado in situ, sero exigidas condies especiais na etapa de acondicionamento.

    O processo muito lento e requer instalaes complexas, as quais so de custo muito elevado. No h um mtodo geral de secagem , consequentemente, restrito a determinados tipos de produtos caros, os quais, por causa da sua sensibilidade ao calor, no podem ser secos por outros mtodos.

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  • REA DE PRODUO DE PRODUTOS ESTREIS SEGUINDO AS BOAS PRTICAS DE FABRICAO (RDC 17/2010) A produo de preparaes estreis deve ser feita em reas limpas, cuja entrada de pessoal e de materiais deve ser feita atravs de cmaras de passagem. As reas devem ser mantidas dentro de padres de limpeza apropriados e, devem conter sistemas de ventilao que utilizem filtros de eficincia comprovada.

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  • Classificao das reas ProdutivasAs reas limpas utilizadas na fabricao de produtos estreis so classificadas, segundo as caractersticas exigidas para a qualidade do ar, em graus A, B, C e DSistema de classificao do ar para a produo de produtos estreis a Fonte: WHO Technical Report Series, N. 902, 2002

    GrauEm descansoEm operaoNumero mximo permitido de partculas/mNumero mximo permitido de partculas/m0,5-5,0 mAcima de 5,0 m0,5-5,0 mAcima de 5,0 mA (classe 100)3 50003 5000B (classe 100)3 5000350 0002 000C (classe 10.000)350 0002 0003 500 00020 000D (classe 100.000)3 500 00020 000No definidoNo definido

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  • Para obter o ar com as caractersticas exigidas, devem ser utilizados mtodos especficos e ser observado que:

    os sistemas de fluxo laminar de ar devem ter velocidade homognea de cerca de 0,30 m/s em caso de fluxo vertical, e de 0,45 m/s em caso de fluxo horizontal;

    (b) para que os graus B, C e D sejam alcanados, o nmero de trocas totais do ar da rea, geralmente deve ser superior a 20 trocas por hora, em uma sala com padro apropriado de fluxo de ar com filtros HEPA (High Efficiency Particulate Air);

    para que a determinao de baixa contaminao do ar seja confivel, o tamanho das amostras de ar deve ser grande e suficiente.

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  • (d) pode haver dificuldade na demonstrao de conformidade classificao de ar no ponto de envase, durante esta operao, devido a formao de partculas/gotculas provenientes do prprio produto.

    (e) sistema de ventilao que insufle ar filtrado e que mantenha uma presso positiva da rea em relao s zonas circundantes.

    (f) em alguns processos, pode ser necessria a utilizao de instalaes destinadas a descontaminao e ao tratamento do ar que estiver saindo da rea limpa.

    (g) sistema de alarme para indicar a ocorrncia de falhas no sistema de ventilao.

    (h) indicador de diferencial de presso entre as reas, devendo ser registradas.

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  • Vestimentas

    As roupas utilizadas devem ser apropriadas classificao da rea limpa onde o pessoal estiver trabalhando, devendo ser observado:

    Grau D: Cabelo e a barba cobertos. Usar vestimentas protetoras e sapatos prprios para a rea ou protetores de calados.

    Grau C: Cabelo e a barba cobertos. Usar vestimentas apropriadas , amarradas no pulso e com gola alta. A roupa no pode soltar fibras ou partculas. Alm disso, devem ser usados sapatos prprios para a rea ou protetores de calados.

    Grau A e B: Usar capuz que cubra totalmente o cabelo e a barba, a borda inferior do mesmo deve ser colocada para dentro da vestimenta. Usar mscara de rosto, para evitar que sejam espalhadas gotas de suor. Usar luvas esterilizadas, sem talco, alm de botas desinfetadas ou esterilizadas. As barras da cala devem ser colocadas para dentro das botas, as