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Monitorização da execução do plano anual de atividades · execução do plano anual de atividades (PAA). Sendo um documento estruturante, o PAA 2012/13 teve, tal como os seus

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    Monitorizao da execuo do plano anual de atividades

    Relatrio final

    2012/2013

    3 Seco do conselho pedaggico Equipa de avaliao interna

    AGRUPAMENTO DE ESCOLAS

    DE GRNDOLA

  • AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GRNDOLA

    Relatrio de monitorizao da execuo do plano anual de atividades 2012/2013

    Equipa de Avaliao Interna (3 seco do conselho pedaggico)

    2

    ndice

    1.Introduo .................................................................................................................................. 4

    2.Quadro 1 Total de atividades 2012/ 2013 .............................................................................. 5

    GRFICO 1 Comparao da execuo do PAA de 2010 a 2013 .................................................. 6

    3.Quadro 2 Atividades do 1 Perodo 2012/ 2013 ..................................................................... 7

    4.Quadro 3 Atividades do 2 Perodo 2012/2013 ...................................................................... 8

    5.Quadro 4 Atividades do 3 perodo 2012/ 2013 ..................................................................... 9

    6.Quadro 5 Atividades que decorreram ao longo do ano 2012/ 2013 .................................... 10

    8.Anlise SWOT das atividades do plano anual de atividades 2012/2013 ................................. 11

    Anlise SWOT Problema n 1 Escassa socializao e dbil formao cvica dos alunos .......... 11

    Anlise SWOT - Problema n 2 Dbil articulao intra e interciclos a nvel horizontal e vertical

    ..................................................................................................................................................... 18

    Anlise SWOT - Problema n 3 Taxas de transio demasiado baixas em alguns anos de

    escolaridade ................................................................................................................................ 24

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n1 Reduo do abandono escolar/ abandono curricular 26

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 2 Aumento das taxas de resultados nas disciplinas de

    Lngua Portuguesa, Matemtica e Ingls .................................................................................... 29

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 3 Aposta na melhoria dos resultados, das atitudes, dos

    comportamentos e das posturas cvicas com a implementao do Quadro de Mrito e Valor 38

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 4 Participao em atividades de enriquecimento ou

    reforo do currculo ..................................................................................................................... 39

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 5 Promoo da igualdade de oportunidades de acesso e

    sucesso escolares ........................................................................................................................ 63

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 6 Melhoria da gesto de recursos humanos ................ 65

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 7 Comunicao com a Comunidade Educativa ............ 67

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 8 Aumento do envolvimento das famlias no

    acompanhamento do percurso educativo e formativo dos seus educandos ............................. 68

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    3

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 9 Aumento da participao de todas as unidades e

    subunidades do agrupamento em projetos de e para a comunidade ........................................ 76

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 10 Promoo da avaliao interna em torno da

    qualidade e do servio prestado ................................................................................................. 79

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 11 Melhoria da gesto integrada dos recursos materiais

    e equipamentos .......................................................................................................................... 80

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 12 Preparao/ Organizao do Ano Escolar ............... 83

    Anlise SWOT - Adenda .............................................................................................................. 84

    9.Recomendaes ....................................................................................................................... 88

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    4

    1.Introduo

    semelhana dos anos letivos transatos, deixamos aqui o resultado da monitorizao da

    execuo do plano anual de atividades (PAA).

    Sendo um documento estruturante, o PAA 2012/13 teve, tal como os seus antecessores, o

    objetivo melhorar o acompanhamento do ciclo de gesto anual, de modo a otimizar recursos e

    a melhorar a eficcia. Por isso, nele esto discriminados: as atividades propostas, os

    dinamizadores/ responsveis (internos ou externos ao agrupamento), os intervenientes,

    destinatrios, a calendarizao, os instrumentos de avaliao/ indicadores de medida, assim

    como os custos previstos.

    O presente relatrio final de monitorizao deste documento apresenta os resultados globais

    do ano letivo de 2012/13, nomeadamente o nmero de atividades previstas, avaliadas, no

    avaliadas, realizadas e adiadas ou antecipadas, por perodo letivo e no total do perodo de

    tempo a que se reporta. Apresenta, ainda, a anlise SWOT de todas as atividades realizadas e

    alguma informao adicional relativamente s restantes, baseada na recolha de informao da

    responsabilidade dos responsveis pelas atividades.

    A avaliao dos resultados consiste, fundamentalmente, na indicao das atividades

    realizadas/ no realizadas, avaliadas/ no avaliadas e adiadas/antecipadas.

    Por ltimo, o relatrio integrar algumas recomendaes.

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    2.Quadro 1 Total de atividades 2012/ 2013

    N de

    atividades

    previstas

    N de

    atividades

    realizadas e

    avaliadas

    N de

    atividades

    realizadas no

    avaliadas

    N de

    atividades no

    realizadas

    N de

    atividades

    adiadas/

    antecipadas

    PROBLEMA N 1 19 16 1 2

    PROBLEMA N 2 11 11

    PROBLEMA N 3 6 4 2

    VETOR N 1 7 4 3

    VETOR N 2 37 32 3 2

    VETOR N 3 1 1

    VETOR N 4 83 55 7 7 14

    VETOR N 5 10 9 1

    VETOR N 6 10 8 1 1

    VETOR N 7 3 3

    VETOR N 8 19 15 1 3

    VETOR N 9 5 4 1

    VETOR N 10 5 5

    VETOR N 11 7 7

    VETOR N 12 6 6

    ADENDA 13 10 1 1 1

    TOTAIS 242 190 9 20 23

    PERCENTAGEM 78,5% 3,7% 8.3% 9,5%

    1. A equipa incluiu neste grupo as atividades que esto calendarizadas no documento,

    com as designaes: ao longo do ano, semanal, durante o ano, 2 vezes por ano, por

    trimestre, 1 hora semanal, a partir do final do 1 perodo, ltima semana de aulas de

    cada perodo, mensalmente, durante as interrupes letivas.

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    GRFICO 1 Comparao da execuo do PAA de 2010 a 2013

    AR atividades Realizadas; NR atividades No Realizadas; AV atividades Avaliadas; NA atividades No Avaliadas;

    AD/ANT atividades Adiadas/ Antecipadas

    No presente ano letivo foram propostas 242 atividades, tendo sido realizadas e avaliadas 190

    (78,5%) das inicialmente previstas.

    A percentagem de atividades realizadas, mas no avaliadas, sofreu nova reduo, para 3,7%,

    em comparao com os anos anteriores (16,2% em 2010/11 e 4,2% em 2011/12).

    No se realizaram 8,3% da totalidade das atividades (8,8% em 2011/12) e foram adiadas ou

    antecipadas 9,5%.

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    7

    3.Quadro 2 Atividades do 1 Perodo 2012/ 2013

    N de

    atividades

    previstas -

    3 perodo

    N de

    atividades

    realizadas e

    avaliadas

    N de

    atividades

    realizadas no

    avaliadas

    N de

    atividades no

    realizadas

    N de

    atividades

    adiadas/

    antecipadas

    PROBLEMA N 1 6 5 1

    PROBLEMA N 2 1 1

    PROBLEMA N 3 1 1

    VETOR N 1 0

    VETOR N 2 0

    VETOR N 3 0

    VETOR N 4 13 9 1 3

    VETOR N 5 4 4

    VETOR N 6 0

    VETOR N 7 1 1

    VETOR N 8 3 3

    VETOR N 9 0

    VETOR N 10 0

    VETOR N 11 0

    VETOR N 12 1 1

    ADENDA 0

    TOTAIS 30 25 1 0 4

    PERCENTAGEM 83,4% 3,3% 0% 13,3%

    Relativamente ao primeiro perodo, a grande maioria das atividades foi avaliada

    (83,4%).

    A percentagem de atividades no realizadas reduziu-se para 0% (no ano letivo anterior

    tinha sido de 14,3%). Houve uma atividade no avaliada (3,3%) e 4 que foram antecipadas ou

    adiadas, relativamente data inicialmente prevista (13,3%).

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    4.Quadro 3 Atividades do 2 Perodo 2012/2013

    N de

    atividades

    previstas -

    2 perodo

    N de

    atividades

    realizadas e

    avaliadas

    N de

    atividades

    realizadas no

    avaliadas

    N de

    atividades no

    realizadas

    N de

    atividades

    adiadas/

    antecipadas

    PROBLEMA N 1 2 1 1

    PROBLEMA N 2 0

    PROBLEMA N 3 0

    VETOR N 1 1 1

    VETOR N 2 3 3

    VETOR N 3 1 1

    VETOR N 4 19 11 3 5

    VETOR N 5 0

    VETOR N 6 0

    VETOR N 7 0

    VETOR N 8 3 2 1

    VETOR N 9 1 1

    VETOR N 10 0

    VETOR N 11 0

    VETOR N 12 0

    ADENDA 3 3

    TOTAIS 33 21 0 5 7

    PERCENTAGEM 63,6% 0% 15,2% 21,2%

    No segundo perodo, semelhana do ano letivo anterior, a percentagem de

    atividades realizadas e avaliadas (63,6%) foi inferior do primeiro perodo (83,4%).

    A percentagem de atividades no realizadas foi de 15,2%, verificando-se uma reduo

    em relao ao ano letivo anterior (27,6%). A percentagem de atividades realizadas e no

    avaliadas tambm se reduziu, pois foi de 0% (em 2011/12 foi de 3,5%). 21,2% das atividades

    previstas foram antecipadas ou adiadas.

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    5.Quadro 4 Atividades do 3 perodo 2012/ 2013

    N de

    atividades

    previstas -

    3 perodo

    N de

    atividades

    realizadas e

    avaliadas

    N de

    atividades

    realizadas no

    avaliadas

    N de

    atividades no

    realizadas

    N de

    atividades

    adiadas/

    antecipadas

    PROBLEMA N 1 0

    PROBLEMA N 2 1 1

    PROBLEMA N 3 0

    VETOR N 1 0

    VETOR N 2 13 12 1

    VETOR N 3 0

    VETOR N 4 29 22 2 5

    VETOR N 5 1 1

    VETOR N 6 0

    VETOR N 7 0

    VETOR N 8 7 5 1 1

    VETOR N 9 0

    VETOR N 10 0

    VETOR N 11 0

    VETOR N 12 3 3

    ADENDA 7 5 1 1

    TOTAIS 61 49 1 4 7

    PERCENTAGEM 80,3% 1,6% 6,6% 11,5%

    No terceiro perodo verificou-se um aumento na percentagem de atividades realizadas

    e avaliadas (80,3%), comparativamente ao perodo anterior (68,9%).

    A percentagem de atividades realizadas e no avaliadas foi de 1,6% e a percentagem

    de atividades no realizadas diminuiu para 6,6% (tambm inferior ao ano letivo anterior, cujo

    valor foi 10,7%). Foram adiadas ou antecipadas 11,5% das atividades previstas.

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    6.Quadro 5 Atividades que decorreram ao longo do ano 2012/ 2013

    N de

    atividades

    previstas

    ao longo do

    ano

    N de

    atividades

    realizadas e

    avaliadas

    N de

    atividades

    realizadas no

    avaliadas

    N de

    atividades no

    realizadas

    N de

    atividades

    adiadas/

    antecipadas

    PROBLEMA N 1 11 10 1

    PROBLEMA N 2 9 9

    PROBLEMA N 3 5 3 2

    VETOR N 1 6 4 2

    VETOR N 2 21 17 2 2

    VETOR N 3 0

    VETOR N 4 22 13 6 2 1

    VETOR N 5 5 4 1

    VETOR N 6 10 8 1 1

    VETOR N 7 2 2

    VETOR N 8 6 5 1

    VETOR N 9 4 4

    VETOR N 10 5 5

    VETOR N 11 7 7

    VETOR N 12 2 2

    ADENDA 3 2 1

    TOTAIS 118 95 7 11 5

    PERCENTAGEM 80,5% 5,9% 9,4% 4,2%

    Quanto s atividades que se realizaram ao longo do ano, a percentagem de atividades

    realizadas e avaliadas foi de 80,5% (inferior ao ano anterior - 93,6%). A percentagem de

    atividades no realizadas (9,4%) foi superior percentagem de atividades realizadas e no

    avaliadas (5,9%).

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    8.Anlise SWOT das atividades do plano anual de atividades 2012/2013

    Anlise SWOT Problema n 1 Escassa socializao e dbil formao cvica dos alunos

    N DA ATIVIDADE

    DESIGNAO DA ATIVIDADE

    PONTOS FORTES PONTOS FRACOS POTENCIALIDADES CONSTRANGIMENTOS

    1 Discusso Pblica do Regulamento Interno do Agrupamento

    - Adequao do Regulamento Interno s alteraes introduzidas pelo novo Estatuto do Aluno, em tempo til.

    - Potenciar o conhecimento, por parte de toda a comunidade educativa, do Regulamento Interno do Agrupamento.

    - Reduzido nmero de propostas apresentadas, durante o perodo de discusso pblica.

    2 Acompanhamento do Gabinete de Mediao Escolar composto por uma equipa multidisciplinar para dar resposta aos problemas atitudinais e comportamentais dos alunos (2 e 3 ciclos)

    - As reunies quinzenais efetuadas ao longo do ano permitiram articular com a CPCJ e a Escola Segura um total de 23 sinalizaes formais e a anlise e encaminhamento de 78 casos de todos os nveis de ensino.

    - A composio multidisciplinar da equipa. - A regularidade das reunies. Empenhamento dos profissionais envolvidos. - Possibilidade de alargar a participao dos educadores, professores titulares e diretores de turma nas reunies, sempre que se justifique.

    - Ausncia de resposta ou resposta tardia das famlias, dos alunos e de alguns professores, s solicitaes efetuadas pela Equipa.

    3 Encontros de trabalho - visita a todas as turmas do 1, 2. e 3. ciclos

    - Aproximao entre os alunos e o diretor/ equipa de direo; - Conhecimento dos alunos do ensino bsico, de todo o agrupamento, assim como dos seus resultados.

    - Valorizao dos bons resultados dos alunos; - Aumento do empenho dos alunos nas atividades escolares; - Melhoria da autoestima dos alunos;

    - Disperso das unidades educativas do pr-escolar e 1 ciclo, obrigaram a um maior perodo de tempo, para a realizao das visitas.

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    - Aproximar as medidas de melhoria s necessidades dos alunos.

    4 Reunies do diretor com os representantes dos alunos

    Atividade colmatada pela atividade 3.

    5 Lanches saudveis; Saber comer saber viver

    - Participao dos encarregados de educao. -Adequao do tema aos contedos abordados na rea de estudo do Meio. - Interdisciplinaridade.

    - Lanches saudveis. - Mudar os hbitos alimentares incorretos.

    Ameiras Sensibilizao para a aquisio de hbitos alimentares saudvel quer a nvel das crianas quer dos pais Participao do Centro de Sade Divulgao e participao com atividades no 2 Encontro de Sade Escolar e Sade Oral do Alentejo Litoral Construo de material pedaggico

    Ameiras Valorizar as mudanas dos hbitos alimentares

    6 Intercmbio entre as Escolas de Lugar nico e de Dois Lugares Encontros entre EB1/JI de gua Derramada, Aldeia do Futuro, Aldeia Nova de S. Loureno, Cadoos e Lousal**

    - O convvio ocorrido entre os elementos da comunidade educativa das escolas envolvidas. - A visita ao Centro de Cincia Viva. - Linguagem acessvel faixa etria. - Disponibilidade para esclarecer as crianas sobre as perguntas que lhe foram colocadas.

    - O facto de estarem previstas vrias atividades que no se conseguiram realizar. - Foram debatidos vrios aspetos relacionados com o passado histrico num curto espao de tempo. - A curta durao da atividade;

    Na globalidade, a opinio sobre atividade foi muito positiva. - Todos os alunos gostaram das atividades. - Foi motivadora e interessante, aprendemos muito e foram-nos esclarecidas dvidas acerca do tema.

    - O facto de ter estado um dia chuvoso comprometeu em parte a realizao da visita ao Museu.

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    - O DVD apresentado sobre o passado histrico da freguesia foi do agrado dos alunos, provocando-lhes interesse na sesso; - Aquisio conhecimentos/competncias sobre atividades experimentais. - A motivao que provocou nos alunos para discutir e aprender sobre o assunto. - Exemplos prticos adequados e explorados de forma a motivar as crianas. - A dinmica criada pelos dinamizadores. - O material distribudo aos alunos sendo este do dia-a-dia, fez-lhes ver que se podem realizar diversas experincias interessantes que mostram a funcionalidade de fenmenos que ocorrem na realidade. - Dinamizao e implementao adequada; - Explorao do filme alusivo ao dia Mundial da gua de forma motivadora e interessante

    - O debate de ideias e esclarecimentos de dvidas foi reduzido.

    - Gostmos de realizar as atividades experimentais, mas podia ser mais tempo. Percebemos o que nos foi dito e adormos. - Prolongar o tempo das atividades e debater o tema com os alunos sem pressa.

    7 Boca Alegre- atividade de sensibilizao para uma boa higiene e sade oral.

    -Parceria entre equipa educativa e Centro de Sade; -Adequao aos contedos curriculares da rea de Estudo do

    - Melhoria de condutas e hbitos de higiene e sade oral.

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    Meio. -Articulao entre o Rastreio realizado junto dos alunos e o conhecimento cientfico.

    8 Assembleia de Escola da EB1 de Grndola

    - empenho e motivao dos alunos; - articulao entre diferentes reas do saber.

    - no resoluo da maioria dos problemas apresentados.

    -articulao de diferentes reas curriculares.

    - o estabelecimento de ensino necessita de obras profundas.

    9 Assembleias de Turma Discusso de assuntos/problemas da turma.

    No 3. ciclo no havendo a rea de Educao Cvica, condicionou uma possvel proposta de realizao desta atividade. Os alunos no propuseram esta atividade. Um nmero considervel de diretores de turma do 2. ciclo no lecionou a rea de Educao Cvica.

    10 Gabinete de Apoio ao Aluno

    -Atendimento de cem por cento dos alunos que o solicitaram. -Encaminhamento dos alunos que manifestaram algum sinal de doena ou sintomatologia, que o justificasse, para mdicos da especialidade, via Centro de Sade. -Desenvolvimento de actividades no mbito do Plano de Contingncia Contra a Obesidade do Agrupamento, nomeadamente o projecto A minha Lancheira

    -Inexistncia de uma equipa multidisciplinar, com tcnicos de sade, como nutricionista, psicologia, terapia da fala, entre outros.

    -Disponibilidade da Enfermeira do Centro de Sade que coordena a Sade Escolar. - Rastreios da Higiene Oral, a cem por centos dos alunos, integrados no Programa da Sade Oral. - Adeso dos alunos e de alguns encarregados de educao s actividades desenvolvidas, tanto no 1 ciclo, como no pr-escolar.

    - Local do Gabinete de Apoio ao Aluno. - O nmero de horas, atribudas ao docente Coordenador do projecto de Educao Para a Sade, para a coordenao de actividades e articulao com os parceiros envolvidos.

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    11 Apresentao da BE aos alunos dos 1, 4 e 5 anos.( power point, brochuras, animao de leitura, bibliopaper)

    Contacto direto com o espao da biblioteca e os seus recursos; Conhecimento das regras de funcionamento das bibliotecas escolares; Desenvolvimento do esprito crtico e de cooperao; Desenvolvimento da autonomia; Trabalho em grupo.

    Maior autonomia na pesquisa de recursos e utilizao das bibliotecas escolares, por parte dos alunos.

    12 Ao de sensibilizao aos alunos do 2 e 3s anos sobre as regras de funcionamento da BE

    13 Sesso de sensibilizao acerca das regras de segurana rodoviria

    Participao ativa dos alunos e interao muito positiva com os oradores; Os alunos tiveram oportunidade de ouvir falar de temticas que so abordadas em sala de aula, mas desta vez atravs de outros agentes, de forma diferente, o que no meu entender refora os conhecimentos e relaciona as competncias adquiridas em sala de aula com o quotidiano.

    Esta atividade enriqueceu a abordagem das temticas j lecionadas em sala de aula. Estimulou o esprito crtico e cientifico dos alunos relativamente s regras de segurana rodoviria.

    Adiamento da atividade: 1 grupo 9 D: dia 18 de fevereiro das 10:25h s 11:10h 2 grupo 9 C: dia 22 de fevereiro das 14:55h s 15:40h 3 grupo 9 B: dia 26 de fevereiro das 9:15h s 10:00h 4 grupo 9 A: dia 26 de fevereiro das 10:25h s 11:10h

    14 Ao de sensibilizao a toda a comunidade escolar sobre a Segurana na Internet (folhetos e apresentaes eletrnicas)

    Consciencializao dos perigos da Internet pelos alunos da comunidade escolar. Responsabilizao dos alunos envolvidos (CEF) pelas tarefas da atividade, aumentando a sua autoestima.

    Os folhetos a preto e branco.

    Consciencializao dos perigos da Internet pelos alunos da comunidade escolar. Possibilidade de articulao nas disciplinas de Tecnologias da Informao e Comunicao e a disciplina de Instalao,

    Elevado custo se os materiais impressos fossem a cores.

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    configurao e operao de redes locais

    15 Superviso dos alunos, no espao do recreio, relativo ao cumprimento de regras de convivncia social.

    EB1/JI do Carvalhal: -Vigilncia contnua; - O espao de recreio facilitador na vigilncia dos alunos; - Dinamizao dos recreios com jogos para a interiorizao dos valores essenciais para uma correcta e progressiva vida em grupo: conhecimento de jogos, aceitao e negociao das regras e respeito das diferenas entre colegas. EB1/JI de Ameiras: N. de assistentes em relao ao nmero de alunos; Utilizao da sala polivalente quando as condies climatricas o exigem.

    EB1 de Grndola: - necessidade de requalificao do espao exterior, tornando-o mais seguro e agradvel (razes de rvores esto levantadas; pedras irregulares e levantadas) e criando espaos verdes; - necessidade de colocao de mobilirio exterior adequado (mesas, bancos); -necessidade de retirar o escorrega mais antigo, pois no tem condies de segurana para os seus utilizadores (j foram feitos diversos pedidos para os quais no tem havido resposta da autarquia).

    EB1/JI Carvalhal: - Falta de espao sombrio; - Falta de alguns equipamentos ldicos (campo de jogos, e outros). EB1/JI Melides: - Falta de espao para acolher as crianas quando as condies climatricas so desfavorveis; - Falta de alguns equipamentos ldicos (campo de jogos, e outros); -melhoramento do espao exterior. EB1 de Grndola: -necessidade de realizao de obras para requalificao de todo o espao exterior. Obs. Esta atividade no se aplica s educadoras.

    16 Acompanhamento dos alunos, no servio do refeitrio, no mnimo 30 minutos semanais, na hora do almoo.

    - Vigilncia contnua; - Incutir hbitos para uma alimentao saudvel; - Criar um ambiente favorvel e securizante durante o perodo das

    EB1 de Grndola: - falta de material (talheres, principalmente); -falta de segurana do espao (n. portas);

    - Presena de docentes no espao; -colaborao das cozinheiras.

    - A dimenso/adaptao do espao (muito reduzido para o nmero de pessoas que o usufruem).

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    refeies; - Incutir regras de boas maneiras.

    - Este espao continua a ser utilizado por um excessivo nmero de alunos; - Excesso de barulho, decorrente do elevado nmero de crianas; - tipo de mobilirio numa das salas; - necessidade de obras e pintura na entrada (EB1 de Grndola); - quando se verificam faltas de pessoal, nem sempre h substituio.

    17 Monitorizao do tipo de oferta de alimentos e da confeo dos mesmos.

    - Confeo dos alimentos; -reunies peridicas; -possibilidade de retificar ementas; -existncia de um maior controlo sobre o tipo de alimentos e a qualidade dos mesmos.

    EB1 de Grndola: -avaliao do servio prestado pela empresa de refeies feita num impresso, sem que tenha havido feedback das avaliaes entregues; - gesto dos recursos humanos, em caso de faltas previstas das funcionrias; -ementas repetitivas; -fruta de m qualidade; -peixe de m qualidade.

    - empenho das cozinheiras.

    EB1/JI do Carvalhal: -Pouca variedade e qualidade dos alimentos; - O no funcionamento da caldeira. EB1 de Grndola: - espao e condies fsicas da cozinha.

    18 Projeto Mediar para melhorar

    - Sensibilizao a todos os alunos de 8 ano sobre todos os modos de violncia na escola; - Promoo de relaes saudveis em grupo de trabalho heterogneo;

    - Pouco tempo existente para a reflexo das situaes vivenciadas;

    Responsabilizar os alunos pelo apoio que podem dar para criar, manter e aumentar um clima positivo na escola.

    Dificuldade em reunir dentro da mancha letiva com os alunos mediadores.

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    - Diminuio progressiva do n de situaes de conflitos entre pares, em momentos e espaos de intervalo.

    19 Ao Demonstrao com ces de deteo de droga

    Grande afluncia dos alunos Estratgia de preveno do uso de estupefacientes na escola.

    Anlise SWOT - Problema n 2 Dbil articulao intra e interciclos a nvel horizontal e vertical

    N DA ATIVIDADE

    DESIGNAO DA ATIVIDADE

    PONTOS FORTES PONTOS FRACOS POTENCIALIDADES CONSTRANGIMENTOS

    20 Calendarizao e organizao de reunies/ sesses de trabalho para melhoria da articulao intra e interciclos

    - Planeamento anual das reunies das estruturas intermdias. - Cumprimento do nmero de reunies previstas no cronograma da direo.

    - Operacionalizar a articulao horizontal e vertical do currculo.

    21 Reunies da equipa da BE

    Colaborao entre a equipa da BE . Planificao de atividades em conjunto. Dilogo entre as professoras bibliotecrias do Agrupamento. Articulao com a RBG (Rede de Bibliotecas de Grndola - Escola Secundria e Biblioteca Municipal).

    Rentabilizao de recursos. Rentabilizao de atividades.

    No foi possvel realizar as reunies com a periodicidade prevista no PAA, devido dificuldade de conjugao dos horrios.

    22 Reunies de articulao curricular (RAC)

    Consultar os resultados da discusso do projeto educativo, dos departamentos, anexos ao relatrio de monitorizao do projeto educativo.

    Departamento de Cincias Sociais e Humanas Bom relacionamento entre os

    Melhorar a articulao curricular entre o 2 e o 3

    O colega Tiago Borges devido ao seu horrio s

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    diferentes membros do Departamento; Identificao dos principais problemas quer curriculares, quer transversais aos diferentes currculos. Elaborao de estratgias de interveno; Divulgao a todos os membros dos conhecimentos adquiridos pelos elementos do departamento em diferentes aces de formao.

    ciclos. dispunha de uma hora para participar nas reunies.

    Departamento de Lnguas Possibilita o trabalho colaborativo, o esprito de equipa, a reflexo conjunta, elaborao de materiais em grupo e planificao de atividades intraciclos e interciclos.

    Melhorar os resultados dos alunos

    Desfasamento de horrio de alguns docentes.

    Departamento de Expresses - Troca de experincias. -Partilha de materiais, metodologias e estratgias. - Preparao das atividades m grupo. - Construo de materiais em grupo. - Realizao do nmero de reunies previsto.

    -Articulao inexistente com os colegas que lecionam as coadjuvncias no 1 ciclo na rea da expresso plstica.

    - Melhoria pedaggica. -Valorizao do trabalho colaborativo.

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    Reunies dos Departamentos Curriculares

    Departamento de Cincias Sociais e Humanas Bom relacionamento entre todos os membros do departamento; Participao ativa de todos os membros do departamento nas

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    reunies de coordenao; Pertinncia das actividades propostas de acordo com os currculos das disciplinas que integram o departamento; Elevado grau de execuo das actividades propostas; Definio de estratgias de atuao conjuntas.

    Departamento do 1 ciclo Prestar informaes e debater assuntos do interesse comum do departamento.

    Dificuldade de abranger todos os assuntos face aos interesses pessoais.

    Enriquecer o departamento e melhorar o seu funcionamento.

    O elevado nmero de docentes na reunio de plenrio.

    Departamento de Lnguas Reuniu de acordo com o cronograma enviado pela direo

    Departamento de Expresses - Reflexo sobre os resultados obtidos pelos alunos. -Partilha de metodologias e estratgias. - Definio de estratgias para melhoria de resultados. - Realizao do nmero de reunies previsto.

    - Elevado nmero de docentes e heterogeneidade de grupos disciplinares.

    -Empenho e disponibilidade dos membros do Departamento na promoo e dinamizao de atividades.

    Departamento de Expresses - Melhor organizao e clareza nos assuntos tratados - Uniformizao de procedimentos - Reflexes com concluses - Agendas com nmero de pontos adequado aos tempos e contextos.

    - Ausncias de alguns elementos de forma continuada.

    - Cumprimento dos princpios estabelecidos por parte de todos os elementos

    - Problemas informticos na sala estipulada para as reunies

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    24 Reunies de grupos disciplinares/ equipas educativas

    - Centralizao na resoluo de problemas e assuntos da disciplina.

    - Alguma dificuldade em operacionalizar, de forma continuada, a articulao ao nvel disciplinar, entre ciclos.

    - Melhoria da articulao das cincias fsico naturais, no 3 ceb; - Melhoria dos resultados, devido possibilidade de reorganizao das estratgias previamente planificadas.

    25 Reunies dos coordenadores de departamento com os representantes dos grupos de recrutamento/ disciplinar e coordenadores das equipas educativas

    Departamento de Matemtica e Cincias Experimentais No realizada devido regularidade da realizao de encontros formais, como as reunies de departamento, de grupo disciplinar e de articulao curricular; assim como de encontros informais e da troca de informaes por correio electrnico.

    Departamento de Cincias Sociais e Humanas Boa relao pessoal e de trabalho entre o coordenador e os representantes disciplinares; Disponibilidade dos envolvidos para reunies formais e informais; Reflexo e criao de respostas em tempo til face aos problemas surgidos. Boa articulao entre as diferentes disciplinas e nveis de ensino dos membros do Departamento

    Departamento do 1 ciclo . Prestar informaes e debater assuntos do interesse comum das vrias equipas educativas e ajustar procedimentos. . Resoluo colaborativa de problemas ensino/aprendizagem.

    Departamento do 1 ciclo . A sobrecarga de horrio sem momentos para reunies semanais de equipas;

    Departamento do 1 ciclo . Sendo o departamento constitudo, aproximadamente, por 40 docentes a formao das equipas educativas foi um fator que potenciou o desenvolvimento curricular e de avaliao.

    Departamento do 1 ciclo . Difcil conciliao de horrios; o afastamento fsico dos elementos de algumas equipas condiciona o funcionamento das reunies;

    Departamento de Lnguas Reuniram nas seguintes datas: 5 novembro 7 janeiro 8 abril (Uma vez por perodo)

    Departamento de Expresses Apenas 1 reunio foi - Troca de informaes.

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    - Hora de RAC dos grupos de recrutamento mesma hora possibilitou reunies informais entre a coordenadora de departamento e representantes de grupo. - Partilha de informaes. - Trabalho colaborativo.

    realizada, no 1 perodo, no 2 perodo no foi possvel por indisponibilidade da coordenadora de departamento e no 3 perodo no decorreu nenhuma.

    26 Reunies com as equipas da CAF

    - Cumprimento das reunies em todos os Jis - Momentos salutares de trocas de ideias - Noo global dos tempos de frequncia diria de cada criana.

    - O contedo da Animao Socio Educativa no fcil de perceber e praticar

    - Trabalho de equipa - Promoo da ligao com Famlias.

    -Falta de tempo e horrio disponvel, sem crianas, para realizar as reunies. - Varias assistentes ao

    longo do ano nalguns JIs

    27 Encontros educativos e ldicos de articulao com o 1 ciclo

    - Maior proximidade nos lugares nicos. - Planificao conjunta de atividades - Troca de conhecimentos e contedos

    - Apenas nas festividades nalguns locais

    - Melhor integrao das crianas

    - Ausncia destes momentos no JI2 por distancia geogrfica.

    28 Reunio conjunta do departamento do pr-escolar com a equipa educativa do 1 ano.

    - Melhoria da articulao pedaggica interciclos. - Os laos afetivos e pedaggicos estabeleceram-se entre os grupos, no planeamento e realizao das atividades desenvolvidas neste estabelecimento de ensino associadas aos respetivos currculos nas reas da lngua portuguesa, matemtica, conhecimento do mundo e domnio das expresses plstica e dramtica. - Estas atividades so facilitadoras na integrao dos grupos do pr-escolar

    - A gesto do tempo e espao para o segundo Mercadinho.

    - Dar continuidade a estas atividades.

    S ser realizada em setembro de 2013.

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    para a transio ao primeiro ciclo. - Responsabiliza os alunos mais velhos pelos mais pequenos do Jardim de Infncia. - Divulgao das produes realizadas no pr-escolar e 1 ciclo, sobretudo com os alunos do 1 ano de escolaridade. -Interajuda entre os grupos. - Participao dos familiares na vida da escola dos seus educandos.

    29 Visita do Jardim de Infncia n 2 ao JI de Ameiras de Cima para Comemorao do S. Martinho

    Participao do Jardim de Infncia N 2 de Grndola. Colaborao das assistentes operacionais. Interdisciplinaridade.

    Articulao entre os ciclo e estabelecimentos diferentes. Manter vivas as tradies.

    30 Reunies de avaliao diagnstica, formativa e sumativa

    Acompanhamento do processo de ensino- aprendizagem e da avaliao dos alunos.

    Trabalhar nas horas da componente individual, devido insuficincia dos 45 minutos atribudos a cada coordenador de ano. Nem todos os professores de alguns conselhos de turma lanaram os nveis nas datas definidas.

    Dificuldade na preparao de todas as reunies preparatrias dos conselhos de diretores de turma e de avaliao interna.

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    Anlise SWOT - Problema n 3 Taxas de transio demasiado baixas em alguns anos de escolaridade

    N DA ATIVIDADE

    DESIGNAO DA ATIVIDADE

    PONTOS FORTES PONTOS FRACOS POTENCIALIDADES CONSTRANGIMENTOS

    31 Implementao do Programa EPIS

    - N de alunos autorizados a participar (apenas 28 no autorizados num total de 287 alunos). - Formao proporcionada pela EPIS s mediadoras no mbito das metodologias do projeto na rea do aluno, famlia e territrio. - Apoio da CMG nas deslocaes para as formaes. - Excelente apoio e superviso da coordenadora da equipa desta regio- Dr. Cludia Incio. - Disponibilidade da direo da escola para a interveno das mediadoras, cedncia de um espao para interveno e apoio nas iniciativas realizadas. - Envolvimento e participao dos diretores de turma do 2 ciclo e professores que lecionavam a rea de Educao Cvica. - Participao dos professores do 1 ciclo que lecionaram 4 ano no ano letivo 2011/2012, nas informaes fornecidas na grelha de observao dos alunos de carteira. - Caracterizao da escola a nvel do

    - Trabalho moroso com a aplicao e lanamento de dados do scoring na plataforma. - Preenchimento dos dados de todos os alunos autorizados na Plataforma.

    - Envolvimento das famlias na responsabilizao/contribuio pelo sucesso escolar dos seus educandos. - Trabalho individualizado e de apoio aos alunos de carteira, impulsionadores para o seu sucesso educativo. - Sesses para alunos, pais, diretores de turma, professores e assistentes operacionais.

    -Funcionamento da Plataforma EPIS

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    2 ciclo com a aplicao do scoring- questionrio aplicado a todos os alunos autorizados. - Sesses realizadas pelas mediadoras em turma, no 5 e 6 ano sobre Mtodos de Estudo, e no 6 ano na Preparao para os Exames.

    32 Organizao de recursos para implementao de projetos para a melhoria do sucesso escolar: Turma Mais, Rotao de alunos no 5 ano, salas de estudo, coadjuvncias em sala de aula

    - Gesto dos recursos humanos disponveis; - Reorganizao do plano inicial.

    - Melhoria dos resultados escolares dos alunos.

    - Resultados aqum do esperado, tendo em conta os recursos mobilizados e o trabalho desenvolvido

    33 Superviso dos planos de acompanhamento e de recuperao

    Com a revogao do Despacho Normativo n. 50/2005 de 9 de novembro esta atividade no se realizou.

    34 Monitorizao da aplicao dos planos de desenvolvimento

    Com a revogao do Despacho Normativo n. 50/2005 de 9 de novembro esta atividade no se realizou.

    35 Sesso de esclarecimento para encarregados de educao: divulgao dos critrios de avaliao

    Tomada de conhecimento dos critrios de avaliao (gerais e especficos).

    Complexidade dos termos tcnicos inerentes aos critrios de avaliao. Excesso de informao e sesses muito longas.

    Maior envolvimento dos encarregados no processo de avaliao.

    A pouca adeso de encarregados de educao de alguns anos de escolaridade.

    36 Desenvolvimento do ensino prtico/ experimental das

    - Contributo para a interiorizao, por parte dos alunos, do procedimento prtico/

    - Incremento do empenho dos alunos nas disciplinas de carter cientfico.

    - As dificuldades de expresso escrita de um nmero significativo de

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    cincias naturais experimental. - Apoio na melhoria na qualidade dos relatrios produzidos, ao longo do ano, quer ao nvel da linguagem quer ao nvel das representaes esquemticas. - Desenvolvimento de um ambiente aliciante e estimulante de aprendizagem. - Planificao anual especfica das atividades prticas/ experimentais.

    - Contributo para o desenvolvimento da autonomia e capacidade de argumentao dos alunos. - Contributo para a melhoria dos resultados da disciplina. - Estmulo do esprito cientfico e consequente continuidade de estudos nesta rea.

    alunos condicionaram a aplicao e demonstrao de conceitos apreendidos. - Falta de autonomia de um elevado nmero de alunos. - Alterao planificao inicial, em resultado do incumprimento dos fornecedores na entrega de material, fundamental para a realizao de algumas atividades. - No existncia de desdobramento em todas as turmas, impediu a concretizao total de algumas atividades prticas.

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n1 Reduo do abandono escolar/ abandono curricular

    N DA ATIVIDADE

    DESIGNAO DA ATIVIDADE

    PONTOS FORTES PONTOS FRACOS POTENCIALIDADES CONSTRANGIMENTOS

    37 Monitorizao de percursos formativos alternativos ao ensino regular:Curso de Educao de Jovens e Percurso Curricular

    - Implementao de um plano de acompanhamento.

    - Reduo atempada de problemas relacionados com atitudes e/ou assiduidade e resultados dos alunos; - Melhoria da gesto dos

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    Alternativo (6 ano) recursos financeiros e materiais associados.

    38 Organizao e coordenao das tutorias

    - As necessidades foram todas atendidas. - 12 alunos usufruram e aproveitaram a tutoria, alcanando sucesso no final do ano letivo. - 32 tutorias atribudas ao longo do

    ano.

    - Alunos serem excludos por faltas. - Funcionamento da tutoria no espao da mediao pelo professor com a dupla funo de tutor e mediador. - Mudana de horrio das turmas, especialmente dos alunos da turma +. - Fraco envolvimento do diretor de turma.

    - Acompanhamento individualizado e apoio prestado aos alunos.

    - Atribuio das tutorias de acordo com os professores disponveis na sala de mediao, cujo horrio no cobria todos os tempos letivos. - Funcionamento das salas de estudo no final do dia que incompatibilizou muitas tutorias. - 15 alunos foram excludos por faltarem e mesmo por no comparecerem.

    39 Reunies com os diretores de turma, elementos da CPCJ e Escola Segura

    A participao pontual de educadores/professores em 8 das reunies efetuadas, permitiu: Maior esclarecimento das situaes atravs dos relatos dos educadores/professores. Tomada de decises mais partilhada. Maior celeridade e eficcia dos resultados. Melhor retorno da informao.

    Os educadores, os DT e os professores titulares so um recurso privilegiado para a articulao da interveno.

    40 Atendimento de alunos com ordem de sada da sala de aula

    (Foram atendidos 333

    - Comunicao da participao da medida corretiva de ordem de sada da sala de aula ao diretor de turma no prprio dia. - Interao entre os docentes, assistentes operacionais na

    - Receo de alunos sem a folha de registo da participao da medida corretiva. - Receo de vrios alunos ao mesmo tempo, por vezes

    - Mediar para melhorar. A sala de mediao poder contribuir para reduzir as ocorrncias de conflito na sala de aula.

    - Horrio de funcionamento da sala de mediao no ocupar todos os tempos letivos. - Reduzido nmero de docentes na sala de

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    alunos ao longo ano letivo,

    com ordem de sada da sala

    de aula)

    cooperao do trabalho realizado na sala de mediao escolar. - Trabalho colaborativo entre os docentes da sala de mediao. - Uniformizao de atitudes e procedimentos adotados pelos professores mediadores. - Reflexo na sala de aula com o professor, aps anlise/reflexo e mediao na sala de mediao.

    da mesma turma, para apenas um professor mediador. - Receo de alunos com ordem de sada da sala de aula pelo professor mediador com funes de professor tutor. - No indicao do tempo de permanncia do aluno na sala de mediao, ou indicao para permanecer a totalidade do tempo de aula.

    mediao.

    41 Implementao do projeto Ser voluntrio por um dia

    Atividade no realizada.

    42 Acompanhamento de um grupo de alunos com comportamentos de risco

    Atividade no realizada.

    43 Acampamento com grupo de alunos com comportamentos de risco

    Atividade no realizada.

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    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 2 Aumento das taxas de resultados nas disciplinas de Lngua Portuguesa, Matemtica e Ingls

    N DA ATIVIDADE

    DESIGNAO DA ATIVIDADE

    PONTOS FORTES PONTOS FRACOS POTENCIALIDADES CONSTRANGIMENTOS

    44 Alocao de recursos humanos rea disciplinar/ disciplina de matemtica (4, 7 e 8 ano de escolaridade)

    - Gesto dos recursos humanos disponveis; - Capacidade de reorganizao do plano inicial.

    - Melhoria dos resultados escolares dos alunos; - Potenciar o trabalho colaborativo.

    - Melhoria dos resultados aqum do expectvel, tendo em conta os recursos disponibilizados.

    45 O s dos Problemas

    Motivao e empenho dos alunos na realizao da atividade.

    Dificuldade de encontrar tempo e recursos humanos para a realizao da actividade.

    Contribui para o desenvolvimento do gosto pela resoluo de problemas.

    Houve necessidade de utilizar o tempo e a professora de apoio ao estudo de uma turma.

    46 Spelling contest

    47 Dinamizao do projeto Delac desenvolver a escrita e a leitura atravs das cincias

    - Desenvolver capacidades investigativas atravs de atividades de cariz prtico; - Articulao interdisciplinar entre as a Lngua Portuguesa, Matemtica e Estudo do Meio; - Estimular a observao critica dos alunos na construo dos conceitos.

    - Falta de algum material adequado para a realizao de algumas experincias;

    48 Acampamento de 9 ano

    - Bom relacionamento entre alunos / professoras e encarregados de educao; - Desenvolvimento de parcerias com entidades da regio; - Fomento do sentido de responsabilidade dos alunos; - Promoo do sucesso escolar.

    - Projeto a alargar aos alunos de 6. ano e TODOS os alunos do agrupamento.

    - Nmero reduzido de alunos devido ao insucesso escolar e s participaes disciplinares.

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    49 Desenvolvimento do Projeto As Nossas Histrias

    A motivao para a leitura e para a escrita;

    O contributo da atividade para o desenvolvimento de competncias ao nvel da leitura e da escrita, mas tambm ao nvel da anlise, reflexo e esprito crtico;

    O interesse e entusiasmo demonstrado pelos alunos na criao da histria;

    O trabalho colaborativo e cooperativo;

    A utilizao das TIC ;

    A satisfao dos alunos, Encarregados de Educao e professores com o produto final livro propriamente dito.

    - Dado esta atividade ter tido uma avaliao altamente positiva, dever ser desenvolvida tambm no prximo ano letivo.

    - A fraca ligao Internet, e os computadores com algumas avarias, que im-possibilitam o trabalho durante muitas horas e por vezes dias seguidos, o que prolonga o perodo de tempo nas diversas escolas.

    50 volta das palavras

    Realizao de exerccios quinzenais previstos em cada uma das turmas: Listagem, soletrao e ditado de palavras e textos.

    Melhoria das competncias da leitura e escrita, nomeadamente, ampliao de vocabulrio, correco ortogrfica e a organizao textual.

    Incumprimento dos encontros de Soletrao, inter-turmas

    Pertinncia da continuidade do projeto dado o seu contributo na preveno de dificuldades no domnio da leitura e da escrita.

    Ausncia da professora responsvel pela atividade durante dois perodos lectivos.

    Integrao de outras actividades consideradas pertinentes em parceria com a Biblioteca.

    51 Reinar nos pas dos nmeros

    Resoluo de situaes problemticas com incidncia no Domnio Nmeros e Operaes;

    Realizao de campeonatos de clculo mental ;

    Realizao de um Campeonato de Clculo inter-turmas.

    Incumprimento de um dos Campeonatos inter-turmas previstos.

    Pertinncia da continuidade do projeto dado o seu contributo para o desenvolvimento das competncias transversais: Raciocnio, Resoluo de problemas, e Comunicao matemtica.

    Ausncia da professora responsvel pela atividade durante dois perodos lectivos.

    Integrao de outras actividades consideradas pertinentes em parceria com outras equipas educativas( Concurso O s dos Problemas e s

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    voltas com o Euro.

    52 Concurso de ortografia

    No realizada porque os alunos tinham muitas solicitaes.

    53 Concurso de CEL (Conhecimento Explcito da Lngua)

    Desenvolvimento da autonomia dos alunos; Conhecimento de contedos no mbito do CEL; Pesquisa de recursos da Biblioteca Escolar. Incentivo frequncia da Biblioteca Escolar

    Fraca participao dos alunos

    Desenvolvimento de competncias no mbito do CEL

    54 Concurso de vocabulrio

    Participao de todas as turmas da escola; Enriquecimento vocabular; Utilizao do vocabulrio em novas situaes.

    Dificuldade em aplicar a atividade mensalmente tal como estava previsto.

    Enriquecer o vocabulrio dos alunos.

    Acrscimo de trabalho para as professoras responsveis.

    55 Concurso de textos Grande adeso por parte dos alunos no s de Grndola, como de outras escolas da periferia. Articulao com o Projeto Eco-Escolas. Desenvolvimento de competncias ao nvel da Escrita. Articulao com a rea de Lngua Portuguesa

    Motivar para a escrita de forma criativa desenvolvendo competncias nessa rea. Fomentar a criatividade.

    Atendendo ao elevado nmero de textos teremos de rever os critrios de seleo. (ex: serem os professores titulares a fazerem uma pr-seleo dos textos a serem avaliados pelo jri).

    56 Concurso de ilustrao de textos escritos por alunos (culminar com a presena de um ilustrador)

    Desenvolvimento de competncias na rea da Expresso Plstica Desenvolvimento de competncias ao nvel da Escrita. Articulao com as reas de Lngua Portuguesa e Expresses Motivao para a visita do ilustrador Hugo Teixeira.

    Participao no concurso de todos os alunos dos centros escolares ( JI e EB1) Perceo, in loco, de como se criam as ilustraes num livro ( materiais utilizados e tcnicas).

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    Contacto com o ilustrador Hugo Teixeira Colaborao da Cmara Municipal de Grndola Disponibilidade de transporte para os Centros Escolares, por parte das professoras bibliotecrias.

    57 Concurso no mbito do PNL**

    Desenvolvimento da expresso escrita. Desenvolvimento pelo gosto da leitura expressiva. Socializao dos alunos. Aumento da autoconfiana dos alunos participantes. Recetividade e capacidade de resposta aos desafios lanados a nvel nacional pelo PNL. Conhecimento de obras e autores consagrados na literatura nacional. Colaborao da C.M.G e Biblioteca Municipal.

    Participao reduzida de alunos nos concursos propostos

    Contacto com outras Escolas/realidades

    58 Leituras dos mais velhos para os mais novos

    Desenvolvimento de competncias de leitura. Promoo da leitura em voz alta. Interao dos alunos dos diferentes ciclos de ensino. Promoo da autonomia/ responsabilidade dos alunos. Divulgao de livros e autores.

    Desenvolvimento da capacidade de falar em/para pblico.

    N. reduzido de turmas que visitaram a feira do livro e por isso comprometeram esta atividade.

    59 Prmoo do livro e da leitura

    Promoo da escrita, da leitura e da oralidade. Divulgao de obras e autores. Articulao com as diferentes reas curriculares.

    Indisponibilidade de aquisio de alguns materiais por parte do Agrupamento para a concretizao das atividades, tendo os mesmos sendo

    Desenvolvimento de atividades, posteriormente, em sala de aula pelo professor titular.

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    Desenvolvimento de competncias na rea da Educao Musical. Desenvolvimento de experincias com a participao do Centro de Cincia Viva do Lousal. Participao de elementos da comunidade educativa ( prof Ana Ferreira)

    suportados pela professora bibliotecria da EB1.

    60 Projeto vai e vem no mbito do PNL

    61 Ler para entender (obras aconselhadas nas metas curriculares de portugus)

    Promoo da escrita, da leitura e da oralidade. Divulgao de obras e autores aconselhados nas metas curriculares de portugus para o 1 ciclo. Articulao com as diferentes reas curriculares. Participao de elementos da comunidade educativa ( prof Ana Ferreira)

    Indisponibilidade de aquisio de alguns materiais por parte do Agrupamento para a concretizao das atividades, tendo os mesmos sendo suportados pela professora bibliotecria

    Desenvolvimento de atividades, posteriormente, em sala de aula pelo professor titular.

    62 Desafio do ms Promoo da leitura; Contacto com livros e autores; Incentivo frequncia da Biblioteca Escolar; Pesquisa de recursos na Biblioteca Escolar; Promoo da autonomia; Interesse dos alunos pela divulgao mensal dos resultados.

    Promover hbitos de leitura; Criar leitores autnomos.

    63 Olimpadas Portuguesas de Matemtica

    O apuramento para a segunda eliminatria de dois alunos. - Consolidao/melhoria das

    -Despertar nos alunos o interesse pela resoluo de problemas.

    Horrio da realizao das provas. (imposto pela organizao)

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    aprendizagens -A qualidade das estratgias/resoluo das tarefas propostas, efectuadas pelos alunos. - Reforo da socializao e da formao cvica dos alunos. - Desenvolver/fomentar o gosto dos alunos pela Matemtica.

    - Promoo do gosto pela disciplina.

    64 Concurso Canguru Matemtico sem Fronteiras 2013

    - Adeso e empenho dos 28 alunos participantes; - A colaborao dos professores de Matemtica do Agrupamento. - Os prmios atribudos aos alunos foram

    angariados sem qualquer custo para o

    Agrupamento.

    - A reduzida participao de alunos do 3 ciclo (apenas 1 aluno), pelo segundo ano consecutivo, que leva a concluir que, no prximo ano letivo, o Concurso do Canguru Matemtico sem Fronteiras seja limitado apenas aos alunos do 2 Ciclo do Agrupamento.

    - A participao dos alunos estimula o seu gosto pelo estudo da Matemtica e permite que os mesmos percebam que conseguir resolver os problemas propostos uma conquista pessoal muito recompensadora.

    - Alguma dificuldade na marcao de salas para a realizao da atividade. - A realizao da atividade numa quarta-feira tarde (dia 10 de abril, s 14h30), com o propsito de no prejudicar as atividades letivas normais, impossibilita a participao de muitos alunos, especialmente os que residem fora da vila de Grndola.

    65 Aplicao/ simulao de um modelo de prova final de matemtica

    - Familiarizao dos alunos com os procedimentos e estrutura das provas finais de matemtica.

    - Incremento da confiana dos alunos, na futura realizao deste tipo de provas.

    - As caractersticas e a organizao dos espaos disponibilizados. - Impossibilidade de cumprir todos os requisitos formais associados realizao destas provas, nomeadamente o tempo disponibilizado para a realizao da mesma.

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    66 Preparao dos alunos para o exame de portugus 6 ano, mediante a aplicao de duas provas modelo

    Aplicao informal de provas de anos anteriores.

    67 Preparao dos alunos para o exame de portugus 9 ano, mediante a aplicao de duas provas modelo

    A preparao dos alunos de 9. ano para a Prova Final de Portugus foi sendo feita ao longo do ano letivo e no decurso das aulas. Os exerccios dos exames anteriores foram resolvidos em algumas aulas e mesmo aplicados em algumas fichas de avaliao. Nas oito aulas de preparao para a Prova Final, foram tambm trabalhados exerccios dos exames anteriores no mbito das trs competncias avaliadas Leitura, CEL e Escrita. Deste modo, no foram criados momentos especficos para aplicao de provas modelo.

    68 Preparao dos alunos para o teste intermdio de ingls de 9 ano, mediante a aplicao de duas provas modelo

    Preparao dos alunos para o Teste Intermdio; Esclarecimento de dvidas; Reforo dos contedos programticos.

    Falta de interesse/empenho por parte de alguns alunos.

    Conseguir melhores resultados no Teste Intermdio.

    69 Projeto Histria s voltas

    - Permitiu o trabalho colaborativo; - Permitiu a partilha de ideias e experincias entre turmas; - Desenvolveu a criatividade; - Visionamento do trabalho final; - Muito empenho e envolvimento dos

    - Atividade que dever ter continuidade no prximo ano letivo.

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    alunos.

    70 Projeto Pensa e descobre

    - Envolvimento dos pais/ encarregados de educao; - Desenvolvimento do raciocnio lgico-matemtico; - Descoberta de diferentes estratgias de resoluo de situaes problemticas.

    - Pouco apoio/ envolvimento por parte de alguns pais/ encarregados de educao na realizao da atividade.

    - Atividade que dever ter continuidade no prximo ano letivo.

    71 Escrever para aprender

    A ao no foi realizada por incompatibilidade de outras atividades.

    72 Preparao dos alunos de 6 ano, para a prova final de matemtica, mediante aulas suplementares aps final do ano letivo.

    - Disponibilidade dos professores para esclarecer dvidas.

    - Fraca adeso dos alunos que efectivamente apresentaram dificuldades durante o ano letivo.

    - Disponibilizao de ofertas para que os alunos melhorem os seus resultados.

    - Dificuldade em conciliar a marcao destes tempos, para que se realizassem no mesmo dia de portugus (6 ano)

    73 Preparao dos alunos de 9 ano, para o exame nacional de matemtica, mediante aulas suplementares aps final do ano letivo.

    74 Preparao dos alunos de 9 ano, para o exame nacional de matemtica, atravs da aplicao do teste intermdio

    75 Aplicao de teste - No realizada os testes intermdios de matemtica, do 8 ano, no foram emitidos pelo GAVE.

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    intermdio de matemtica de 8 ano.

    76 superMAT - campeonato de questes/ clculos matemticos

    - Adeso dos alunos, revelando entusiasmo nas diferentes fases da atividade. - Momentos de avaliao formativa pela aplicao/desenvolvimento da primeira fase da atividade superMAT em sala de aula. - Interao dos professores e alunos envolvidos. - Desenvolvimento de procedimentos bsicos da matemtica: capacidade de clculo, interpretao de questes, raciocnio, comunicao e aplicao de conhecimentos. - Desenvolvimento de esprito de equipa e relaes interpessoais positivas. - Desenvolvimento de atitudes positivas e autoconfiana face matemtica. - A realizao desta atividade no interferir nas atividades letivas de outras disciplinas.

    Menor adeso dos alunos do 3 ciclo.

    - Aumentar os momentos de avaliao formativa, conforme o regulamento da atividade, alargando o tempo de aplicao da primeira fase. - Valorizao dos alunos com melhor desempenho na matemtica. - Dar continuidade atividade.

    - Recursos informticos em estado, por vezes, pouco eficiente. - Menor adeso dos alunos pelo facto de a atividade se realizar fora do tempo letivo (tarde de quarta-feira).

    77 Preparao dos alunos para a prova final de 4 ano de matemtica, mediante aplicao de duas provas modelo

    Contributo para a preparao dos alunos. Melhoria dos resultados dos alunos.

    78 Preparao dos alunos para a prova final de 4 ano de portugus, mediante aplicao de duas provas

    Contributo para a preparao dos alunos. Melhoria dos resultados dos alunos.

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    modelo

    79 Leitor + Desenvolvimento de competncias de leitura expressiva. Desenvolvimento de uma competio saudvel. Envolvimento de todas as turmas do 2. Ciclo.

    Alargamento da atividade aos alunos do 3.ciclo.

    80 Preparao dos alunos de 6 ano para a prova final de portugus, mediante aplicao de duas provas modelo

    Preparao dos alunos para o exame de Portugus do 6. ano. Disponibilidade mostrada por todas as docentes para trabalharem com os seus prprios alunos.

    Falta de interesse/empenho por parte de alguns alunos.

    Conseguir melhores resultados no exame de Portugus de 6. ano.

    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 3 Aposta na melhoria dos resultados, das atitudes, dos comportamentos e das posturas cvicas com a

    implementao do Quadro de Mrito e Valor

    N DA ATIVIDADE

    DESIGNAO DA ATIVIDADE

    PONTOS FORTES PONTOS FRACOS POTENCIALIDADES CONSTRANGIMENTOS

    81 Cerimnia de atribuio de Prmios de Mrito com 4 distines: escolar, artstica, desportiva e cvica

    - Logstica da organizao da atividade. - Colaborao agrupamento, autarquia, professores de educao musical.

    - Valorizao da qualidade dos alunos aos quais foram atribudos prmios; - Aproximao das famlias escola; - Divulgao comunidade dos pontos fortes do agrupamento.

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    Anlise SWOT - Vetor estratgico n 4 Participao em atividades de enriquecimento ou reforo do currculo

    N DA ATIVIDADE

    DESIGNAO DA ATIVIDADE

    PONTOS FORTES PONTOS FRACOS POTENCIALIDADES CONSTRANGIMENTOS

    82 Visita de estudo ao Porto

    - Promoo da interdisciplinaridade; - Reforo e enriquecimento do currculo; - Promoo da formao social e pesssola dos alunos.

    83 descoberta de monumentos

    Motivao e empenho dos alunos na realizao da atividade.

    Falta de material, nalgumas turmas, necessrio concretizao da atividade em sala de aula.

    Permitir aprofundar o conhecimento do patrimnio local.

    As condies climatricas condicionaram, no caso de algumas turmas, a realizao da atividade na data prevista.

    84 Vista de estudo ao Jardim Zoolgico

    Motivao e empenho dos alunos na realizao da atividade.

    No parque infantil falta de informao ou apoio na segurana dos alunos.

    Proporciona as condies necessrias aquisio de conhecimentos do mundo envolvente

    O preo para alguns alunos, o que levou mudana de local para o Badoca Parque, com recurso a uma promoo.

    85 Torneio de futebol

    Grande momento de convvio entre os alunos.

    Desenvolver a capacidade de se relacionarem em grupo e desenvolver o esprito de equipa.

    O piso e a temperatura.

    Motivao e coordenao entre alunos e professoes. Enriquecimento desportivo

    Calendarizao do torneio.

    86 Promoo do emprstimo domicilirio aos utilizadores das bibliotecas

    Rentabilizao dos recursos das bibliotecas escolares. Promoo da leitura autnoma. Partilha de recursos interbibliotecas. Emprstimo domicilirio informatizado na biblioteca da escola Bsica D. Jorge de Lencastre.

    N reduzido de emprstimos s turmas do 1 ano e de uma turma de 3 ano.

    Criao de autonomia na leitura.

    Emprstimo manual na escola da EB1, devido ao nmero insuficiente de computadores.

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    87 Semana da leitura Grande envolvimento dos alunos e dos professores Desenvolvimento/ apelo criatividade dos alunos Divulgao de livros/ autores Colaborao da Biblioteca Municipal/ C.M.G Colaborao do Centro de Cincia Viva do Lousal

    Indisponibilidade de aquisio de alguns materiais por parte do Agrupamento para a concretizao das atividades, tendo os mesmos sendo suportados pela professora bibliotecria

    Atividades que motivaram os alunos

    88 Realizao de uma ida a Lisboa, visita ao Planetrio, Museu da Marinha, CCB e zona de Belm

    Aquisio de conhecimentos curriculares.

    Proporcionar a algumas crianas outra viso do mundo sem ser a sua localidade.

    89 Realizao de uma ida a Sines ao Centro de Artes e museu Vasco da Gama

    No se realizou por falta de transporte Adiada para 5/6/2013

    90 Realizao de uma visita de estudo a Lisboa: Museu da eletricidade, Aqurio Vasco da Gama e Monumentos

    -Observao da biodiversidade marinha; - Aquisio de conhecimentos e realizao de experincias com a eletricidade; - Sensibilizao para a conservao e proteo do ambiente; - Conhecimento de factos histricos e monumentos nacionais;

    91 Visita de Estudo ao

    Centro de Cincia Viva do Lousal

    - Envolvimento dos alunos na atividade. - Pertinncia da atividade para reforo e enriquecimento do currculo. - Existncia de atividades prticas.

    - Um s dia pouco para explorar o Centro de Cincia Viva. O ideal seriam 2 visitas por ano letivo.

    - Por necessidade de organizao do transporte, por parte da CMG, a data da visita foi alterada do dia 27 de fevereiro para o

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    - Interao entre alunos, docentes e tcnicos promovendo a socializao e contribuindo para melhorar a formao cvica dos alunos.

    dia 1 de maro.

    92

    Visita de Estudo s Runas Romanas de Tria

    - O convvio ocorrido entre os elementos da comunidade educativa das escolas envolvidas. - Linguagem acessvel s faixas etrias. - Disponibilidade para esclarecer as crianas sobre as perguntas que lhe foram colocadas. -Aquisio de conhecimentos/ competncias sobre atividades experimentais. - A motivao que provocou nos alunos para discutir e aprender sobre o assunto. - Exemplos prticos adequados e explorados de forma a motivar as crianas. - A dinmica gerada pelos intervenientes. - Dinamizao e implementao adequada; - Valorizao do patrimnio arquitetnico.

    - Na globalidade, a opinio sobre a atividade foi muito positiva. - Todos os alunos gostaram das atividades e alguns disseram mesmo querer repetir numa atividade futura. - Prolongar o tempo das atividades e debater o tema com os alunos sem pressa.

    - A data inicialmente prevista foi alterada devido a no haver disponibilidade de transporte por parte da autarquia.

    93

    Visita de Estudo ao Oceanrio

    - Atividade adaptada ao grupo; - Linguagem clara e acessvel; - Disponibilidade por parte da dinamizadora para prestar esclarecimentos aos alunos; - Promoo da interdisciplinaridade;

    -Ampliar os conhecimentos sobre a vida marinha. -Estimular o gosto e o respeito pela biodiversidade. -Promover o conhecimento

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    - Contacto com uma realidade diferente; -Enriquecimento de conhecimentos.

    sobre o ciclo biolgico de algumas espcies.

    94

    Visita de Estudo ao Badoca Park, em substituio do Jardim Zoolgico EB 1 / JI Aldeia Nova de So Loureno EB1 do Lousal

    - O convvio ocorrido entre os elementos da comunidade educativa das escolas envolvidas. - Linguagem acessvel s faixas etrias nas visitas guiadas - Disponibilidade para esclarecer as crianas sobre as perguntas que lhe foram colocadas. - Aquisio conhecimentos/ competncias sobre o habitat, hbitos alimentares, dos animais existentes no parque. - A motivao que provocou nos alunos para discutir e aprender sobre o assunto. - Exemplos prticos adequados e explorados de forma a motivar as crianas. - A dinmica gerada pelos intervenientes.

    - Todos os alunos adoraram a visita.

    - A visita de estudo anteriormente planificada e apresentada no PAA era ao Jardim Zoolgico. Contudo, devido a esta ter um custo muito elevado para as famlias, no s dos alunos sem escalo como tambm para as que tivessem dois filhos a frequentar a mesma escola (que teriam dificuldade em suportar essa despesa), optou-se ento por realizar uma outra. A escolha recaiu no Badoca Park, devido a existir nesta altura uma promoo para os grupos escolares, dai o custo ser razovel e acessvel maioria das famlias dos alunos inseridos nestas duas escolas.

    95 Visista guiada ao centro histrico de Grndola e arquivo

    - Envolvimento dos alunos na atividade. - Pertinncia da atividade para reforo

    Falta de divulgao das atividades desenvolvidas pelo

    Existncia de um Site do Museu de Arqueologia de Grndola para divulgao e

    O tempo de visita foi escasso para visitar todos os espaos e

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    e enriquecimento do currculo de Estudo do Meio. - Exposio interessante e bem organizada (Museu). - Existncia de atividades interativas. - Interao entre alunos, docentes e tcnicos promovendo a socializao e contribuindo para melhorar a formao cvica dos alunos;

    Museu.

    consulta das atividades nele existentes.

    monumentos. - Espao reduzido para um maior nmero de crianas.

    96 Semana do FitnessGram

    Divulgao aptido fsica; Adequao da prescrio da aptido fsica; Construo base dados; Uniformizao de procedimentos.

    Atraso no registo informtico da informao; Falta de entrega dos relatrios individuais a alguns alunos.

    Potenciar parcerias com outras entidades.

    Falta de equipamento: leitor cd e colches; Mau estado e falta de marcaes da pista.

    97 Realizao de um corta mato para reforo do currculo de Educao Fsica

    Elevada participao dos alunos; Competitividade da prova; Cooperao escola-autarquia.

    Longo perodo de espera de alguns alunos.

    Possibilidade de participao dos alunos no corta mato distrital e nacional

    Mau estado do piso. Falta de horrio para treinar alunos do distrital

    98

    Realizao do Torneio de Basquetebol 3x3 para o desenvolvimento do esprito competitivo e de fair-play.

    Adeso dos alunos; Interajuda entre os intervenientes; Competitividade em alguns jogos.

    Falta de registo eletrnico durante os jogos

    Possibilidade de parcerias com outras entidades.

    Falta de comparncia de algumas equipas, devido a sobreposio de atividades; Falta de horrio para treinar equipas do distrital Falta de aparelho de udio.

    99 Demonstrao de ginstica acrobtica

    Elevado n de alunos participantes; Elevada motivao dos alunos;

    Existncia de alguns arranjos musicais pouco elaborados.

    Possibilidade de aumentar a adeso de alunos(as) ao grupo/equipa de Desportos Gmnicos. Realizada em conjunto com a atividade 102.

    Existncia de poucos colches de ginstica para a apresentao do esquema de grupo.

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    100 Realizao do torneio do atleta completo prova de atletismo nas especialidades de salto em altura, salto em comprimento, velocidade, corrida de barreiras e corrida de mil metros.

    Participao de alunos com boas marcas nas diversas especialidades.

    Reduzida participao de alunos dos 8 e 9 anos.

    Possibilidade de aumentar a adeso de alunos(as) ao torneio do Atleta Completo. Possibilidade de participao de alunos nos Megas distritais e Nacionais.

    Condies climticas adversas.

    101 Realizao do torneio de futebol para o desenvolvimento do esprito competitivo e de fair-play.

    Elevada participao dos alunos; Competitividade da prova;

    Jogos com durao muito reduzida. Reduzida participao de equipas femininas, principalmente do 2 ciclo.

    Possibilidade de aumentar a adeso de alunas do 2 ciclo ao torneio de Futebol.

    Pouco tempo disponvel para a atividade face ao nmero de inscritos. Piso do campo de jogos em condies pouco favorveis segurana dos alunos.

    102 A dana pela sade Elevado n de alunos participantes; Elevada motivao dos alunos; Incremento de coletividades e de participantes relativamente ao ano transato; Presena de entidades de fora do concelho.

    Residual nmero de alunos em representao da disciplina de Educao Fsica do AVEG.

    Possibilidade de maior envolvimento dos alunos e dos docentes de Educao Fsica; Possibilidade de trabalho colaborativo com outras entidades; Possibilidades de maior divulgao e promoo das atividades que so desenvolvidas no concelho. Realizada em conjunto com a atividade 99.

    Classes com muitas apresentaes e/ou apresentaes muito demoradas;

    103 Realizao de um torneio de raquetas (tnis de mesa e

    Elevada participao dos alunos; Competitividade da prova;

    Durao excessiva do torneio.

    Possibilidade de aumentar a adeso de mais alunos(as) ao grupo/equipa de Tnis

    Mau estado das mesas. Reduzido nmero de mesas.

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    badminton). de Mesa e Badminton. Reduzido nmero de campos para o badminton.

    104 AMAR TONA realizao de uma atividade de carcter desportivo e social.

    Participao de elevado nmero de alunos. Entusiasmo dos alunos do 4 ano. Colaborao de entidades privadas. Participao do proco da vila.

    Reduzida participao de professores. Desinteresse dos alunos mais velhos (3 ciclo). Diminuta recolha de bens alimentares.

    Possibilidade de parcerias com outras entidades. Possibilidade de maior divulgao na comunidade.

    Diminuio do poder de compra das famlias com reduo dos donativos inerentes iniciativa.

    105 Problema do ms - Desenvolvimento das capacidades transversais: - Resoluo de problemas; - Raciocnio matemtico; - Comunicao matemtica. - Incremento da autoestima em relao capacidade de resoluo de problemas.

    - Pouca persistncia por parte de alguns alunos na resoluo de atividades que exigem raciocnio e comunicao matemtica. - Fraca participao de alunos extra-aula.

    - Fomentar o interesse pela resoluo de problemas, o que poder contribuir para o desenvolvimento de outras capacidades no domnio da matemtica. - Continuidade da atividade, pois vai ao encontro do desenvolvimento das capacidades transversais, nomeadamente, a resoluo de problemas, o raciocnio e a comunicao matemtica.

    - Falta de pr-requisitos bsicos no mbito dos contedos matemticos.

    106 Concurso de Flauta de Bisel EBI D. Jorge de Lencastre

    Nmero de alunos participantes (o qual superou as expectativas das docentes da disciplina); Empenho dos alunos participantes; Colaborao/apoio da Direo Executiva do Agrupamento Vertical de Escolas de Grndola; Os objetivos da atividade foram amplamente atingidos;

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    Contribuio plena para responder ao vetor ao qual se pretendeu dar resposta com a realizao desta atividade; De uma forma informal os alunos reforo, de forma informal, das competncias musicais dos alunos, de conhecimento do patrimnio musical portugus, de valorizao e respeito pelos outros; Desenvolvimento da autonomia.

    107 Passeio de BTT no final de cada perodo

    Esta atividade no foi realizada, no 1 perodo, devido s condies meteorolgicas adversas. No se realizou no 3 perodo por indisponibilidade de 2 dos responsveis, ou seja, estavam impossibilitados fisicamente de acompanhar os alunos de bicicleta. Assim, restava apenas um professor, o que consideramos insuficiente para garantir a realizao da atividade com a segurana que todos desejamos.

    108 Exposio de final de ano

    - Articulao entre Ciclos (2. e 3.); - Pequena mostra dos trabalhos realizados pelos alunos nos vrios anos. - Motivar os alunos para a realizao dos trabalhos.

    - Recolha tardia dos trabalhos.

    - Selecionar em todas as unidades de trabalho os trabalhos mais representativos e apresenta-los no final.

    - Espao de exposio.

    109 eTwinning Proporciona uma plataforma para que os profissionais da educao que trabalham numa escola num dos pases Europeus envolvidos, possam comunicar, colaborar, desenvolver projetos e partilhar, em suma, sentir-se, e efetivamente ser, parte da mais estimulante comunidade de aprendizagem na Europa. A ao eTwinning promove a colaborao entre escolas da Europa,

    Falta de reduo na componente letiva ou no letiva de escola para a implementao do projeto.

    O Portal apresenta ferramentas, em linha, para que os professores possam encontrar colegas parceiros e, assim, criem projetos, partilhem ideias, troquem boas prticas e iniciem de imediato o trabalho colaborativo, aproveitando as diversas ferramentas disponveis na plataforma

    O colega da escola da Polnia com quem estvamos a desenvolver a 1 fase do projeto, desapareceu.

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    com recurso s Tecnologias de Informao e Comunicao (TIC). O Portal eTwinning (www.etwinning.net) o principal ponto de encontro e espao de trabalho.

    eTwinning.

    110 Visita de estudo ao Museu Gulbenkian, possibilidade de articulao com os grupos de portugus e educao musical

    No realizada por dificuldades de calendarizao.

    111 Ciclo de cinema (5 ano)

    Interesse dos alunos na actividade. Adequao do tema do filme com os contedos da disciplina (Os Romanos). Utilizao de novos recursos no desenvolvimento das capacidades e conhecimentos dos alunos.

    Pouca articulao com outras disciplinas.

    Utilizao de horas letivas de outras disciplinas, em algumas turmas.

    112 Ciclo de cinema (6 ano)

    Interesse dos alunos na actividade. Adequao do tema do filme com os contedos da disciplina. Utilizao de novos recursos no desenvolvimento das capacidades e conhecimentos dos alunos.

    Pouca articulao com outras disciplinas.

    Utilizao de horas letivas de outras disciplinas, em algumas turmas.

    113 Oficina de caligrafia Interesse dos alunos na atividade; Participao ativa dos alunos; Carcter prtico da atividade; Relao que se estabeleceu entre os alunos e o interveniente; Adequao da Oficina aos contedos curriculares das disciplinas de Histria e Geografia de Portugal, Portugus,

    Motivar os alunos para a arte da caligrafia. Articulao de saberes.

    http://www.etwinning.net/

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    Educao Visual Utilizao de novos recursos/estratgias no desenvolvimento de competncias e aquisio de conhecimentos. Disponibilidade sem custos do convidado - Artur Loureno. Destinatrios: 6. ano - Turmas D, E, F e B. Todas as turmas do 2. ciclo desenvolveram esta atividade. As restantes turmas estiveram presentes nas sesses implementadas no ano letivo transato.

    114 Rua de Abril visita guiada em Grndola

    No se realizou devido s condies climticas aquando da lecionao do contedo programtico e da incompatibilidade de horrio com o do Dr. Idlio Nunes.

    115 Visita de estudo a Mrtola possibilidade de articulao com EV e ET

    Modelo organizativo;

    Custos muito baixos;

    Visita guiada no local;

    Diversidade do patrimnio histrico visitado;

    Total integrao dos locais visitados nos currculos de Histria e Geografia de Portugal;

    Elaborao de guies de explorao

    A riqueza e a diversidade do patrimnio histrico de Mrtola, tornam esta vila num local de visita fundamental para os alunos dos 5 e 7 anos.

    116 conversa com um preso poltico

    Interesse e participao espontnea dos alunos; Interao que se estabeleceu entre os alunos e o interveniente; Adequao do tema da Conversa com os contedos curriculares de Histria e Geografia de Portugal - Estado Novo e

    Articulao de saberes.

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    25 de Abril, e de Portugus - Questionrio e Biografia do interveniente; Enriquecimento curricular; Contacto direto com um testemunho real; Utilizao de novos recursos/estratgias no desenvolvimento de competncias e aquisio de conhecimentos. Disponibilidade sem custos do convidado - Antnio Figueira Mendes. Destinatrios: 6. ano - Turmas A, F e G.

    117 Visita de estudo a Mrtola - possibilidade de articulao com EV

    Modelo organizativo;

    Custos muito baixos;

    Visita guiada no local;

    Diversidade do patrimnio histrico visitado;

    Total integrao dos locais visitados nos currculos de Histria e Geografia de Portugal;

    Elaborao de guies de explorao

    A riqueza e a diversidade do patrimnio histrico de Mrtola, tornam esta vila num local de visita fundamental para os alunos dos 5 e 7 anos.

    118 Ciclo de cinema (7 ano)

    Interesse dos alunos na actividade. Adequao do tema do filme com os contedos da disciplina. Utilizao de novos recursos no desenvolvimento das capacidades e conhecimentos dos alunos.

    Pouca articulao com outras disciplinas.

    Utilizao de horas letivas de outras disciplinas, em algumas turmas.

    119 Visita de estudo ao Museu de Marinha em articulao com os

    - Articulao curricular entre as disciplinas intervenientes (Histria e Geografia);

    - Valorizar o patrimnio histrico-cultural; - Aprofundar o

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    grupos de portugus e geografia

    - Guio orientador; - Visita guiada; - O grau de satisfao dos destinatrios, numa escala de 1 a 5, situa-se maioritariamente nos dois valores mais altos.

    conhecimento dos recursos tcnicos utilizados na expanso quatrocentista; - Promover o reconhecimento da importncia da expanso na histria nacional e universal.

    120 Ciclo de cinema (8 ano)

    - Consolidao de conhecimentos e de capacidades; - Promoo de competncias de cidadania; - Promoo do gosto pelo cinema como forma de expresso artstica; - Guio orientador.

    - Aprofundar o conhecimento sobre vrias vertentes da expanso quatrocentista.

    121 Visita ao Arquivo Municipal de Grndola

    Sem custos; Relao dos materiais expostos com o currculo do 7 ano; Colaborao com sector do patrimnio da CMG.

    Aprofundar a colaborao com o sector do patrimnio da CMG.

    122 Desafio/ Reprteres da Histria e da Geografia

    -Acesso a guies orientadores das sesses de cinema, fornecidos aos alunos e professores envolvidos. -Participao e envolvimento da professora/alunos do 7 ano, nas sesses de cinema. -Explorao dos guies em contexto de sala de aula, possibilitando a articulao de contedos programticos da Geografia e Histria. -Alargamento de horizontes numa

    Disponibilidade/rentabilizao dos recursos fsicos/humanos existentes na comunidade local. Proximidade geogrfica, entre Escola e Cinegranadeiro Grndola, rentabilizando recursos e tempo gasto no percurso. Contribuio para melhoria do sucesso escolar dos

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