Programação - Out / Nov / Dez - 2010

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    10-Mar-2016

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Programao Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

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<ul><li><p>1AGENDA2010www.ccc.eu.comOUT|NOV|DEZ</p></li><li><p>2FICHA TCNICA</p><p>AdministraoDEPUTADA/VEREADORAMARIA DA CONCEIO JARDIM PEREIRA</p><p>Director Geral CARLOS RIBEIRO MOTA</p><p>EQUIPA</p><p>Direco TcnicaJOS MANUEL RAMALHO</p><p>Coordenao/SecretariadoDINA SOARES</p><p>Assistente de ProduoGUILHERMINA MOURA</p><p>Tcnica de LuzJOANA COELHOTcnico de SomJOO NUNESTcnico de Vdeo/ProjeccionistaFILIPE FAzENDEIROTcnico de Palco/ProjeccionistaPEDRO GODINHO</p><p>Economato/Meios de InformaoJORGE SANTOS</p><p>Design/ImagemFILIPA SERRA</p><p>Galeria de ArteJOS ANTUNES</p><p>Internetoesteonline.net (ASSOCIAO OESTE)</p><p>NOTCIAS</p><p>International Watercolour Meeting 2010</p><p>EUGEN CHISNICEANGANHA PRMIO</p><p>Eugen Chisnicean ganha prmio com agua-rela criada durante o International Water-colour Meeting of Caldas da Rainha 2010.</p><p>A aguarela ilustra uma cena urbana situada no centro da cidade das Caldas da Rainha, a pastelaria Venezia e o edifcio do Jornal das Caldas situados no incio da Rua das Mon-tras so ilustrados na obra que arrecadou o 1 prmio no BoldBrush Painting Competi-tion, realizado em Agosto deste ano.</p><p>O evento International Watercolour Meeting of Caldas da Rainha, organizado pelo CCC, decorreu de 11 a 14 de Agosto e reuniu cer-ca de 12 aguarelistas que durante os dias do evento percorreram as ruas da cidade e arredores do municpio ilustrando as suas imensas paisagens.</p></li><li><p>3EDITORIAL</p><p>A CULPA MORREU SOLTEIRA</p><p>Paralelamente programao, temos proposto a fruio e a discusso dos mais variados projectos e temas, acreditando que esta ideia define o princpio de uma parti-lha de pontos de vista e de diferenas, que podem contribuir para o alargamento do conhecimento e das sensibilidades culturais de cada um de ns.</p><p>Saber para que serve a cultura hoje um dos maiores desafios que temos pela frente porque, para a crise instalada, tudo e todos tm que justificar os seus valores.</p><p> certo que muitos estudos recentes com-provam que o valor da cultura promove o desenvolvimento econmico, ao propiciar a existncia de indstrias criativas.</p><p>Sendo certo que nesta era de economia digital o valor material cada vez mais de-terminado pelo valor imaterial, poder-se- ento afirmar que as actividades cultu-rais possuem valor porque so produtos passveis de materialidade, apesar da sua imaterialidade?</p><p>Se a cultura at pode desencadear proces-sos de revitalizao dos espaos e ncleos urbanos, de envolvimento social, propor-cionando a vrios grupos uma participao cvica que enquadra e desenvolve, at no universo poltico as estratgias culturais devero ser um elemento crucial a utilizar para a afirmao e orgulho nacionais, naqui-lo que poderamos definir como sentimento colectivo.</p><p>Mas no nos podemos esquecer que existem tambm muitos cidados que rejeitam </p><p>a cultura e as artes, na perspectiva do modelo acima referido, defendendo o valor intrnseco em si mesmo das artes e da cul-tura: modelos subjectivos que os autores/artistas criam e os pblicos apreciam.</p><p>Ento o que temos que fazer, para saber se a cultura e as artes possuem ou no algum valor para os nossos quotidianos?</p><p>Tornar-se-o teis, de modo a justificar o financiamento e a ateno que merecem?Ou pelo contrrio, precisamos delas en-quanto partes essenciais da nossa existn-cia como seres civilizados?</p><p>Ou sero meros produtos de consumo, a se-rem usados apenas quando tivermos meios econmicos para isso?</p><p>No podemos nem queremos acreditar que subsiste um desgnio nacional para esta desfaatez de achar que o investimento na cultura menos importante que uma auto-estrada, uma ponte, um submarino ou mesmo um fontanrio.</p><p>Carlos A. Ribeiro MotaDirector Geral</p></li><li><p>4SERVIO EDUCATIVO</p><p>PROTOCOLOS DO CCC PARA A REA DA FORMAO COM:EVDCR - Pimpes | Aulas de Clssico AvanadoESAD.CR | Aulas de Oficina de Voz Avanada </p><p>MDULOS DE FOTOGRAFIALTIMAS INSCRIES + info www.ccc.eu.com</p><p>MDULO 1CURSO DE FOTOGRAFIAFotografia Percurso da Luz no TempoFase II</p><p>30 Horas | 10 Sesses | Sesso 3 Horasde 26Out. 2010 a 11 Jan. 2011</p><p>FORMADOR: Antnio Campos Leal</p><p>PBLICO-ALVO: Professores, Educadores, Animadores, Jornalistas, Pblico em Geral.</p><p>MDULO 2NOES ELEMENTARES DE FOTOGRAFIAUm percurso pelo prazer de fotografar</p><p>30 Horas | 10 Sesses | Sesso 3 Horasde 23 Out. 2010 a 08 Jan. 2011</p><p>FORMADOR: Antnio Campos Leal</p><p>Os inscritos devero possuir uma cmara cujo software permita controlar manualmente as diversas opes de trabalho, bem como a medio fotomtrica: matricial ponderada central pontual.</p><p>MDULO 3A CAIXA MGICAProjecto Fotografia Estenopeica - Pinhole</p><p>8 HorasFrias do Natal (Calendrio Escolar)</p><p>FORMADOR: Antnio Campos Leal</p><p>PBLICO-ALVO: Crianas dos 8 aos 14 anos</p></li><li><p>5Faz o teu postal ilustrado ao Pai Natal e concorre!</p><p>Se tens entre os 10 e os 13 anos participa, concorre com um ou mais trabalhos para a exposio Postal Ilustrado ao Pai Natal.</p><p>Sero seleccionados 15 projectos que sero apresentados em formato exposio no Caf do CCC durante o ms de Dezembro.</p><p>Haver prmios para os 15 seleccionados!</p><p>Os trabalhos devem ser entregues em formato mximo 50x70 cm e mnimo 15x15 cm em suporte papel/carto at ao dia 14 de Novembro no CCC.</p><p>Agora mos obra, s pintar, colar, fotografar, desenhar, escrever, moldar, criar</p></li><li><p>6EM</p><p>OUTUBRO DE 01 A 31Caf CCC</p><p>PAULA RITO PENUMBRAPAREDES DE COR</p><p>OUTUBRO</p><p>DE 01 A 31 | PAREDES DE CORPAULA RITOPENUMBRA SB 02 | 21H30 | TETRO/MSICATANGOS &amp; TRAGDIASDOM 03 | 16H30 | DANAA CASATER 05 | 16H00VIVA A REPBLICASEX 08 | 21H30 | MSICAANDREW THORNQUI 14 | 21H30 | MSICA DE CMARASCHUMANN E BRAHMS SOLISTAS DA ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA</p><p>TER 19 | 16H30 | NOVO CIRCOAPPRIS PAR CORPS</p><p>SB 23 | 21H30 | TEATROREMDIOS SANTOS,SEM PRNCIPIOS ACTIVOSDOM 24 | 17H00 | DANAOTANGO, THE ULTIMATE TANGO SHOWSEX 29 | 11H00 | 14H30SB 30 | 16H00 | TEATRO DE MARIONETASA HISTRIA DA CAROCHINHASB 30 | 21H30 | MSICACAMANSB 30 | 24H00 | TEATRO DE MARIONETASTALVEZDOM 31 | 16H00 | TEATRO DE MARIONETASO MISTRIO DA PEDRA ENCANTADA</p><p>^</p><p>Em 2005 celebravam-se os 650 anos da morte de Ins de Castro; a autora traba-lhava a srie Penumbra partindo de um referente - o bosque enquanto lugar mtico onde nos perdemos e nos procuramos.</p><p>As figuras mudavam no tempo, mantinham as texturas densas e guardavam ainda a indistinta matria pictrica que aludia a uma paisagem em fundo onde tambm se inscrevia o esboo dos rostos; simulacros; identidades hesitantes. </p><p>O bosque emergia como fundo para o ante-rior da figura, horizonte enquanto surgimen-to. A figura sobrevinha como modelao ou sonho da rvore e a paisagem/terra atraves-sava a face, a suposio de uma identidade.</p><p>So as peas pequenas desta srie que se apresentam nesta exposio.^</p></li><li><p>7SB 02 | 21H30</p><p>Grande Auditrio</p><p>TANGOS E TRAGDIASMSICA | TEATRO</p><p>OUTUBRO1 Plateia: 15,002 Plateia: 12,50Tribuna e Camarotes: 10,00</p><p>DescontosNa Compra de dois bilhetes, na 1 ou na 2 plateia, 50% de desconto no terceiro Bilhete.</p><p>^</p><p>Tangos &amp; Tragdias um espectculo que rene msica, humor, teatro e muita inte-raco com o pblico. Os recursos cnicos so garantidos pela fico construda em torno dos dois personagens: o Maestro Plestkaya (Nico Nicolaiewsky) e o violinis-ta Kraunus Sang (Hique Gomez).</p><p>Artistas vindos de um pas imaginrio cha-mado Sbrnia (Sbrnia do Sul, para ser mais exacto), eles executam ao longo de uma hora e meia de espectculo msicas do folclore sbrniano, canes brasileiras e sucessos da msica internacional.</p><p>Tudo passando pelo filtro da comicidade, da teatralidade. Esses so os ingredientes que fazem Tangos &amp; Tragdias agradar diferentes plateias e faixas etrias.</p><p> um espectculo universal pelo seu despojamento e por tratar com humor os grandes temas como o amor impossvel, a dor-de-cotovelo e outras tragdias do ser humano.^</p></li><li><p>8DOM 03 | 16H30</p><p>Pequeno Auditrio</p><p>A CASADANA</p><p>OUTUBRO</p><p>Concepo/Direco/Corografia ALDARA BIzARRO Intrpretes ALBAN HALL, COSTANzA GIVONE E MARIA RADICH Vdeo JOO PINTO Msica PAULO CURADO Ilustrao MARGARIDA BO-TELHO Cenografia PATRCIA COLUNASDesenho de Luz CARLOS RAMOS Fo-tografia de Divulgao RITA VIEIRACoordenao e Produo ANDREA SOzzI E RITA VIEIRA Produo JANGADA DE PEDRA Co-produo TEATRO MARIA MATOS, ARTEMREDE E A OFICINA / CENTRO CULTURAL VILA FLOR, TEATRO MUNICIPAL DE FAROApoios CMARA MUNICIPAL DE CAS-CAIS, ENGIFLANCO, HEMPEL, POLLUX, BAzAR DO VDEO, LIANE TECIDOS, NATHALIE MANSOUX E TERESA COSTA</p><p>Durao 45 minutosPblico M/6</p><p>Preo nico: 6,00Estudantes e sniores: 3,00</p><p>^A Casa um espectculo de dana que gira em torno da casa ideal de cada um. Alicerada num conjunto de entrevistas recolhidas e filmadas em vdeo entre 2009 e 2010 em todas as localidades onde ser apresentado o espectculo a Casa assim construda a partir de um projecto elaborado com a arquitectura das vontades das muitas pessoas entrevistadas. Pensada tanto para uma apresentao ao ar livre como no in-terior, a Casa convida-nos a entrar no espao da memria, da construo e do desejo, transportando-nos simultaneamente para os lotes de terreno da utopia.</p><p>Neste processo criativo, a realizao das entrevistas popu-lao de cada uma destas localidades foi basilar. Quisemos encontrar, em cada um destes stios por onde passmos, ca-madas de populao muito diversas. Falmos com crianas, adultos e idosos, utentes de lares ou de instituies sociais, pessoas sem casa e tambm aquelas que so consideradas as mais importantes da terra.</p><p> com base nesta riqueza de respostas que foi construdo o patrimnio desta casa. Ela tem um pouco das pessoas que encontrmos em cada uma das localidades onde estivemos e onde voltaremos, para devolver o que nos foi dado: o Bairro das Estacas, em Lisboa, Cartaxo, Sobral de Monte Agrao, Caldas da Rainha, Alcobaa, lhavo, Guimares, Almada, Montijo, Palmela, Sesimbra e Faro. ^</p></li><li><p>916h00</p><p>16h30</p><p>Apresentao pblicaA REVOLUODE 5 DE OUTUBRO DE 1910 NAS CALDAS| Dra. Isabel Xavier| Grupo de Estudos - P.H.</p><p>Concerto com BANDA COMRCIO E INDSTRIA DAS CALDAS DA RAINHA Preo: 1,00</p><p>REVISTAS DA REPBLICALanamento da colectnea Alma NacionalParadela de Abreu Editores</p><p>Nas primeiras dcadas do sc. XX emergiram em Portugal um vasto nmero de magazines, revistas e jornais que se tornaram autnticas fontes de informao e conhecimento. </p><p>Promoveram o debate pblico, essencial mo-dernidade, tornando-se</p><p>emissores de referncia, capazes de in-fluenciar a cultura e a poltica do Pas.</p><p>Daqui resultaram correntes de opinio fundamentadas, que perduraram at aos dias de hoje, porque difusoras dos referenciais das doutrinas emergentes no incio do sculo passado.</p><p>De qualidade literria mpar e de uma actualidade surpreendente, podero hoje ser redescobertas com esta edio.</p><p>17h45</p></li><li><p>10</p><p>SEX 08 | 21H30</p><p>Palco do Grande Auditrio</p><p>ANDREW THORNMSICA</p><p>OUTUBRO Preo nico: 6,50Estudantes e Seniores: 5,00</p><p>^</p><p>Por detrs do projecto Andrew Thorn est Joo Pedro Coimbra, mentor dos Mesa, msico multifacetado e multi-instumentista que, para alm dos seus prprios grupos, trabalhou ou tem trabalhado com nomes como os Bandemnio, Trs Tristes Tigres ou Coldfinger.</p><p>As variadas influncias e aproximaes esti-lsticas revelam-se em estado de maturidade consistente em Andrew Thorn e criam uma base sonora que no olha a meios para atingir os fins a que se prope oua-se a verso de Overcome, um original de Tricky. Canes apanhadas desprevenidas e grava-das de um trago.</p><p>Para alm da voz e teclas de Joo Pedro Coimbra, fazem parte de Andrew Thorn, Jor-ge Coelho (guitarra), Miguel Ramos (baixo) e Jorge Queijo (bateria).^</p><p>Espectculo dedicado WORLD SURFING TOURPENICHE</p></li><li><p>11</p><p>QUI 14 | 21H30</p><p>Foyer</p><p>SCHUMANN E BRAHMSSOLISTAS DA OMLMSICA DE CMARA</p><p>OUTUBROPreo nico: 5,00Grupos de 5 pessoas: 20,00Grupos de 10 pessoas: 35,00</p><p>^</p><p>Partilhando o gosto pelas formas clssicas de composio musical, Schumann e Brahms foram dois expoentes mximos do roman-tismo.</p><p>Os dois compositores alemes cruzaram--se em vida, num momento em que Robert Schummann tinha j produzido muitas das suas obras, cheias de vitalidade e lirismo, onde as citaes se misturam de uma poesia particular e caracterstica.</p><p>Este autor conheceu Brahms quando este tinha vinte anos intuindo de imediato o seu gnio, que considerou capaz de trilhar novos caminhos para a msica.</p><p>Uma referncia a que Brahms ao longo da carreira, deixando marca prpria na msica ocidental. ^</p><p>Solistas da Metropolitana:</p><p>Diana Tzonkova violinoAlexandra Simpson piano</p><p>Programa:</p><p>- Scherzo em D menorJohannes Brahms (1833-1897)- Sonata em L menor, Op. 105Robert Schumann (1810-1856)- Sonata n. 3 em R menor, Op. 108- Johannes Brahms</p><p>^ Alexandra Simpson</p><p>^ Diana Tzonkova</p></li><li><p>12</p><p>TER 19 | 16H30</p><p>Palco do Grande Auditrio</p><p>APPRIS PAR CORPSNOVO CIRCO</p><p>OUTUBRO Preo nico: 6,00</p><p>PBLICO ESCOLAR</p><p>^</p><p>APPRIS PAR CORPS apresenta a relao humana de dois seres, vista atravs do prisma do par caracterstico formado por um portador e o seu volatim.</p><p>A confrontao deste dois corpos de homem oscila de modo ambguo entre ternura e violncia, entre vontade de se fundir no outro e a tentao de escapar imposio do lugar quase gemelar, que os une irremediavelmente.</p><p>A virtuosidade acrobtica, longe de uma nica viso espectacular, coloca-se ao servio de formas inesperadas e inditas onde transparecem as foras de atraco e repulsa obra entre os dois irmos, que no param de se provar fisicamente ao longo de um percurso que se impem mutuamente.Numa cenografia depurada, onde o outro o nico horizonte, sobriamente apoiados pela luz e som, os dois intrpretes sim-plesmente revelam-nos a complexidade de uma relao rica de humanidade.^</p></li><li><p>13</p><p>SB 23 | 21H30</p><p>Grande AuditrioREMDIOS SANTOS, SEM PRINCPIOS ACTIVOS</p><p>TEATRO</p><p>OUTUBRO1 e 2 Plateias: 10,00Tribuna e Camarotes: 7,50</p><p>Bilhete Famlia: Na compra de 2 bilhetes nas Plateias, oferta do 3.</p><p>COMEMORAES DO DIANACIONAL DO MUTUALISMO</p><p>^</p><p>Quem nos cura? So os remdios ou os santos? Ser a Nossa Senhora dos Remdios?Os santos so uns dos mais antigos efeitos placebo da histria da medicina diz o Guarda-Mor da Morgue dos Mortos de Marca.O que so os Remdios Santos? Rem-dios do povo, que vo curando ao longo de geraes, sem estarem sujeitos a qual-quer tipo de patente. Remdio Santo! disse a Sra. Joaquina do Outeiro ao dar a receita do remdio para tirar os cravos das mozinhas do Jos Maria. remdio santo! diz o tcnico de vendas de uma farmacutica sobre o seu medicamento para a epilepsia.Existiro princpios activos na indstria farmacutica?Para tentar responder, trs actores desdobram-se em mltiplas personagens e situaes inspiradas em factos verdi-cos, construindo uma narrativa fragmen-tada, onde cabem histrias como a do Jos Maria e sua obsesso pelos cravos nas mos, e a da Bayer e sua relao com personagens hericos do sc. XX, como A. Hitler ou a Herona, a substncia.De santo no tem nada, mas o Riso conti-nuar a ser mesmo o melhor remdio.^</p><p>Criao/Interpretao NGEL FRAGUA, NOELIA DOMNGUEz E SRGIO AGOSTINHOIluminao PAULO NETOSonoplastia BORJA FERNNDEzAdereos/Cenografia zTAVARESProduo Executiva SARA RAMALHEIRACo-produo TEATRO DE VILA REALDireco HERNAN GEN</p><p>Durao 80 minutosIdade M/12 </p></li><li><p>14</p><p>DOM 24 | 17H00</p><p>Grande Auditrio</p><p>OTANGO, THE ULTIMATE TANGO SHOW</p><p>DANA</p><p>OUTUBRO 1 Plateia: 30,002 Plateia: 25,00Tribuna e Camarotes: 22,00</p><p>DescontosEstudantes, seniores e grupos de 10 pessoas: 10% de desconto</p><p>^</p><p>O TANGO regressa a Portugal. Depois do estrondoso sucesso em 2008, quando esgotou todas as salas onde esteve repre-sentado, os amantes do verdadeiro Tango Argentin...</p></li></ul>