Apostila de Cinesiologia

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    04-Sep-2015

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Apostila de Cinesiologia Apostila de Cinesiologia Apostila de Cinesiologia Apostila de Cinesiologia Apostila de Cinesiologia Apostila de Cinesiologia Apostila de Cinesiologia

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<ul><li><p>Professor Roberto Gaspari Beck </p></li><li><p>2 </p><p>NDICE: </p><p>2. ndice. </p><p>3. Introduo Cinesiologia. </p><p>4. Ementa da disciplina de Cinesiologia. </p><p>6. Conceito de Cinesiologia; Movimentos Articulares baseados em Planos Anatmicos; </p><p>Movimentos Articulares Baseados na Forma Anatmica (Classificao das Articulaes). </p><p>7. Movimentos Articulares do Corpo Humano. </p><p>9. Grau de Liberdade Articular; Cadeias Cinemticas. </p><p>10. Estudo das Alavancas. </p><p>11. Estudo do Torque. </p><p>12. Contraes Musculares. </p><p>13. Sinergia e Prpriocepo. </p><p>14. Diviso do Sistema Nervoso. </p><p>15. Doping. </p><p>16. Introduo Anlise de Movimentos. </p><p>18. Msculos Motores Primrios e Motores Acessrios Segundo Rasch &amp; Burke. </p><p>22. Estudo do Ombro. </p><p>23. Estudo do Cotovelo; Estudo do Punho. </p><p>24. Estudo da Coluna Vertebral. </p><p>27. Estudo do Quadril. </p><p>29. Estudo do Joelho. </p><p>31. Paradoxo de Lombard; Estudo da Patela. </p><p>32. Estudo do Tornozelo. </p><p>34. Cinesiologia da Postura. </p><p>35. ndice Raquidiano de Delmas; Desvios Posturais da Escpula. </p><p>36. Estudo Postural da Coluna Vertebral. </p><p>37. Hrnia de Disco. </p><p>38. Resistncia da Coluna Vertebral Fora de Compresso; Estudo da Cifose; Estudo da </p><p>Escoliose. </p><p>39. Mtodo de Cobb (RX); Teste de Adams. </p><p>40. Estudo da Lordose; Ritmo Lombo Plvico. </p><p>41. Ao Paradoxal do Psoas; Cinesioterapia. </p><p>42. Desvios Posturais do Joelho. </p><p>43. Estudo das Leses Comuns no Joelho. </p><p>44. Estudo Postural do Tornozelo e do P. </p></li><li><p> 3 </p><p>DISCIPLINA DE CINESIOLOGIA: </p><p> INTRODUO: </p><p>A disciplina de Cinesiologia fundamental na formao acadmica dos profissionais de Educao Fsica, nos cursos de </p><p>bacharelado e licenciatura. Complementando a Anatomia e a Fisiologia e dando suporte terico para a Biomecnica, esta </p><p>disciplina constitui-se como uma das que compem o eixo central de formao acadmica dos futuros profissionais de Educao </p><p>Fsica atuando na construo direta da Cincia do Movimento Humano. </p><p>A seguir estaro listados por mdulos os contedos bsicos desta disciplina para uso nos cursos de graduao em </p><p>Educao Fsica, bem como um modelo de Plano de Ensino. </p></li><li><p>4 </p><p>Ementa da Disciplina: </p><p> Conhecimento e classificao dos msculos que realizam os movimentos das principais articulaes do corpo humano. </p><p> Fatores orgnicos e psicolgicos que interferem no desempenho fsico. </p><p> Sequncias motoras simples e complexas. </p><p> Mecnica ssea, articular e muscular. </p><p> Prtica pedaggica, sob a orientao e superviso docente, compreendendo atividades de observao dirigida ou </p><p>experincias de ensino. </p><p> Justificativa: </p><p> A disciplina de Cinesiologia de extrema importncia na formao acadmica do profissional de Educao Fsica. A </p><p>presente disciplina tem como finalidade fornecer elementos terico-prticos que possam contribuir na atuao do </p><p>profissional de Educao Fsica nas reas de docncia e agente da sade. Os contedos programticos apreendidos </p><p>nesta disciplina esto diretamente relacionados com os contedos das disciplinas que envolvem o profissional da </p><p>Educao Fsica na sua totalidade. </p><p> Objetivo Geral: </p><p> Compreender, cinesiolgicamente, o movimento humano de forma intrnseca e extrnseca. </p><p> UNIDADE 1 CONTEDOS: </p><p> Introduo Cinesiologia. </p><p> Osteologia e mecnica ssea. </p><p> Artrologia e mecnica articular. </p><p> Conceito de alavancas. </p><p> Clculo da fora muscular atravs do torque. </p><p> Diferenas da Anatomia Esttica para a Anatomia Funcional. </p><p> Fatores fisiolgicos e mecnicos na funo muscular. </p><p> Miologia. A Contrao muscular a partir de um conceito mecnico. </p><p> Sinergia e Prpriocepo. </p><p> Fatores que afetam o desempenho motor. </p><p> Sistemas Simptico e Parassimptico. </p><p>Objetivos Especficos da UNIDADE 1: </p><p> Adotar corretamente a terminologia cinesiolgica. </p><p> Compreender e ressignificar a anatomia esttica para a anatomia funcional. </p><p> Entender de forma extrnseca, atravs da interpretao da ao das alavancas, a contrao muscular. </p><p> Identificar as contraes musculares em exerccios pr-estabelecidos de forma intrnseca e extrnseca. </p><p> Compreender as aes do sistema nervoso autnomo e do voluntrio durante a prtica dos exerccios fsicos e dos </p><p>desportos. </p><p>UNIDADE 2 CONTEDOS: </p><p> Estudo segmentado das articulaes do Ombro, cintura escapular, cotovelo, punho, coluna vertebral, quadril, cintura </p><p>plvica, joelho e tornozelo. </p><p> Anatomia funcional das articulaes e anlise de movimentos. </p><p> Paradoxo de Lombard. </p><p>Objetivos Especficos da UNIDADE 2: </p><p> Identificar os msculos motores primrios das articulaes e suas aes articulares. </p><p> Compreender o movimento articular atravs da ao dos msculos agonistas, antagonistas, sinergistas e fixadores. </p><p> Analisar movimentos simples e complexos de forma cinesiolgica. </p><p>UNIDADE 3 CONTEDOS: </p><p> Estudo dos problemas posturais (Escpula alada, escpula abduzida; Ombro elevado, Ombro deprimido, Lordose, </p><p>Escoliose, Cifose; Joelho valgo; Joelho varo; Joelho flexo; Joelho recurvado; P plano; P cavo; P equino; P calcneo; </p><p>Tornozelo Varo e Tornozelo valgo). </p><p> Cinesioterapia; </p><p> Ritmo lombar Plvico; </p><p> Ao paradoxal do Psoas durante a prtica de exerccios abdominais. </p><p>Objetivos especficos da UNIDADE 3: </p><p> Conhecer, identificar e elaborar exerccios corretivos para os problemas posturais. </p><p> Entender e relacionar com a prtica de exerccios fsicos a Fisiopatologia da Coluna Vertebral. </p></li><li><p>5 </p><p>Bibliografia Bsica: </p><p> Rash &amp; Burke. Cinesiologia e Anatomia Aplicada. 5 ed. ED. Guanabara RJ 1987. </p><p> Philip J. Rash. Cinesiologia e Anatomia Aplicada. 7 ed. ED. Guanabara Koogan, 1989. </p><p> W. Hollmann e Th Hettinger. Medicina de Esporte. Edio revisada. ED. Manole. SP 1989. </p><p> Astrand e Rodahl. Tratado de Fisiologia do Exerccio. 2 ed. ED. Guanabara RJ. 1987. </p><p> Kapandji, I. fisiologia Articular. 5 ed. Panamericana: SP. 1998. </p><p>Bibliografia Complementar: </p><p> Angelo Machado. Neuroanatomia Funcional. 2 ed. ED. Atheneu SP, 2005. </p><p> Sebastio Vicente de Castro. Anatomia Fundamental. 2 ed. ED. McGraw-Hill do Brasil SP, 1974. </p><p> Calais-Germain, B. Anatomia para o Movimento: Introduo as tcnicas corporais. Vol 1. Manole SP 1992. </p><p> Carr, G. Biomecncia dos Esportes. Manole: SP, 1998. </p><p> Durward, R. B. et al. Movimento Funcional Humano - mensurao e anlise. Manole: SP, 2001. </p><p> Rolf Wirhed. Atlas de Anatomia do Movimento. Manole. SP. 1986. </p><p> J. Weineck. Anatomia Aplicada ao Esporte. Manole. SP. 1984. </p><p> Settineri. Biomecnica, Noes Gerais. Livraria Atheneu. SP. 1988. </p><p> Hay/Reid. As Bases Anatmicas e Mecnicas do Movimento Humano. Prentice/Hall do Brasil. RJ. 1985 </p><p> Hall, S.J. Biomecnica Bsica. Guanabara Koogan. RJ. 2000. </p><p> Miranda, E. Bases de anatomia e cinesiologia. Sprint. RJ. 2000. </p><p> Campos, M. A. Biomecnica da Musculao. Sprint. RJ. 2000. </p></li><li><p>6 </p><p>CONCEITO DE CINESIOLOGIA: </p><p> A palavra Cinesiologia derivada do Latim, onde Kinesis (movimento) e Logus (Estudo) definem Cinesiologia como o </p><p>Estudo do Movimento Humano. </p><p> Em cinesiologia estudamos os movimentos articulares e todas as suas relaes com o tempo e o espao, logo a </p><p>Cinesiologia est intimamente ligada aos estudos da Anatomia, Fisiologia e a Fsica, tornando-se bsica para o </p><p>entendimento da Biomecnica. </p><p>TERMINOLOGIA CINESIOLGICA: </p><p> Em cinesiologia adotamos uma terminologia singular na descrio dos movimentos articulares, assim deixaremos de </p><p>falar em flexo de pernas ou de braos e falaremos em flexo de joelhos e flexo de cotovelos!!! </p><p> Esta terminologia justifica-se para ressaltar-mos e compreender-mos melhor a anlise de movimentos complexos do </p><p>corpo humano, e como aprendemos em Medidas e Avaliao, no comprimento da perna ou do brao no existem </p><p>articulaes, logo para flexionarmos estes segmentos causaramos uma fratura de seus componentes sseos! </p><p>MOVIMENTOS ARTICULARES BASEADOS NOS PLANOS ANATMICOS: </p><p> EIXO SAGITAL PLANO SAGITAL Divide o ser humano em lado esquerdo e direito, Distal e Proximal. </p><p> EIXO TRANSVERSAL PLANO FRONTAL OU CORONAL. Divide o ser humano em Anterior e Posterior, Ventral e Dorsal. </p><p> EIXO VERTICAL PLANO HORIZONTAL Divide o ser humano em Superior e Inferior, Cranial Caudal. </p><p>MOVIMENTOS ARTICULARES BASEADOS NA FORMA ANATMICA: </p><p> As articulaes de acordo com suas caractersticas anatmicas , executam movimentos distintos; de acordo com a </p><p>sindesmologia, estudo das articulaes, classificamos em: </p><p> - Articulaes mveis ou diartroses. </p><p> - Articulaes semimveis ou Anfiartroses </p><p> - Articulaes imveis ou Sinartroses. </p><p> Para efeito de estudos, consideramos apenas as articulaes que possuem movimento, mveis e semi-mveis. </p><p>DIARTROSES: </p><p>Tambm chamadas de junturas sinoviais, so as que apresentam uma membrana serosa chamada sinovial (que secreta um </p><p>lquido viscoso), a qual forra interiormente este tipo de articulao. </p><p>ESFERIDE OU ENARTROSES: </p><p> Quando de um lado h ma seperfcie esfrica (cabea) articulando-se com uma cavidade correspondente. </p><p> Ex: Articulaes do ombro e do quadril. </p><p>CONDILAR OU CONDILARTROSE: </p><p> De um lado encontramos uma seperfcie saliente alongada em um dos sentidos, que recebe o nome de cndilo </p><p>(captulo), a qual se articula com a competente cavidade do outro osso. Ex: Articulao tmporo-mandibular e </p><p>articulao do joelho. </p><p>ELIPSIDE: </p><p> Nos casos em que uma das superfcies saliente e tem um dos eixos mais alongado, porm seus movimentos se </p><p>realizam no sentido dos 2 eixos. Ex: Articulao rdio-crpica. (Na qual encontramos o rdio de um lado e o escafide e </p><p>o semi-lunar do outro. </p><p>GNGLIMO OU TROCLEARTROSE: </p><p> Na extremidade de um dos osso encontramos uma trclea (carrretel), enquanto no outro osso encontramos acidentes </p><p>correspondentes, ou seja, uma crista com duas facetas. Ex: Articulao do Cotovelo. </p><p>TROCIDE: </p><p> Um cilindro sseo com um pino que gira dentro de um anel stero-fibroso. Ex: Articulao rdio-ulnar proximal. </p><p>SELAR OU POR ENCAIXE RECPROCO: </p><p> Vrias superfcies cncavas e convexas correspondendo a superfcies convexas e cncavas do osso vizinho. Ex: </p><p>Articulao calcneo-cubide. </p><p>PLANAS OU ARTRDIAS: </p><p> So 2 superfcies planas ou quase planas que se articulam. Ex: Processos Articulares das vrtebras cervicais. </p></li><li><p>7 </p><p>ANFIARTROSES: So semi-mveis e classificam-se em 2 tipos: </p><p>JUNTURAS SINFIBROCONDROSES SIMPLES OU ANFIARTROSES TPICAS (VERDADEIRAS): </p><p> Nestas articulaes encontramos uma fibrocartilagem em forma de disco interpondo-se a superfcies sseas. Ex: </p><p>Articulaes dos corpos intervertebrais torcicos e lombares entre si. </p><p>JUNTURAS SINFIBROCONDROSES CAVITRIAS OU DIARTROANFIARTROSES: </p><p> Verificamos a presena de um esboo de cavidade articular. Entre as superfcies sseas dispe-se um disco </p><p>fibrocartilaginoso perfurado. Ex: A snfise pbica, articulao dos 2 ossos do quadril </p><p>MOVIMENTOS ARTICULARES DO CORPO HUMANO: </p><p>As articulaes de acordo com suas caractersticas anatmicas executam movimentos distintos, a seguir estudaremos </p><p>os movimentos articulares relacionando-os com os planos anatmicos e as articulaes onde estes movimentos ocorrem. </p><p>FLEXO: </p><p> A flexo de qualquer articulao ocorre quando um segmento corporal move-se num plano ntero-posterior ou </p><p>pstero-anterior, de maneira que sua superfcie anterior ou posterior, se aproxime da superfcie anterior ou posterior, </p><p>respectivamente, de um segmento corporal adjacente. Todas as articulaes executam este movimento, Exceto a </p><p>radio-ulnar. Este movimento ocorre no plano sagital. Obs: A coluna tambm executa a flexo lateral, neste caso o </p><p>movimento no plano frontal. </p><p>EXTENSO: </p><p> o oposto da flexo, ou seja, h um movimento de uma posio fletida at a posio anatmica, ou ultrapassa </p><p>(hiperextenso), se isso for possvel. Todas as articulaes executam este movimento, exceto a radio-ulnar. Como na </p><p>flexo, este movimento ocorre no plano sagital. </p><p>ABDUO: </p><p> Significa mover um segmento para fora a da linha central do corpo . Uma vez iniciado, o movimento se denomina </p><p>abduo em toda a sua amplitude mesmo que, como no caso da abduo do ombro, o segmento parea voltar em </p><p>direo linha central do corpo durante os segundos 90 graus de sua execuo. As articulaes que executam abduo </p><p>so: Ombro, quadril e punho. Este movimento ocorre no plano frontal. </p><p>ADUO: </p><p> o contrrio da Abduo, o retorno de uma posio de abduo at a posio anatmica e que ultrapassa, se isso for </p><p>possvel. (Obs: no punho, a abduo e a aduo tambm so chamadas de Flexo Ulnar e Flexo Radial). A aduo </p><p>ocorre nas mesmas articulaes que da abduo. Ocorre no Plano frontal. </p><p>ROTAO: </p><p> a rotao em torno de um eixo maior de um osso A rotao pode ser interna (medial) ocorrendo quando a superfcie </p><p>anterior volta-se para dentro ou externa (lateral) quando a superfcie anterior gira para fora. Obs: A posio anatmica </p><p> considerada como posio neutra; desta forma, de uma posio de rotao interna, a coxa pode voltar-se para for a </p><p>at a posio neutra e prosseguir depois, at mais para fora. A rotao pode ocorrer no ombro, quadril, coluna </p><p>vertebral e no joelho (fletido). A rotao ocorre no plano horizontal ou transversal. </p><p>CIRCUNDUO: </p><p> um movimento no qual parte do corpo descreve um cone, cujo vrtice est na articulao e cuja base se encontra no </p><p>extremo distal da parte referida. No h nenhum termo que possa diferenciar a circunduo em torno de uma base </p><p>que se faz em torno de um rdio pequeno e que se faz em torno de um rdio grande. A circunduo no inclui rotao; </p><p>desta forma, ela pode ocorrer em articulaes biaxiais, mediante uma combinao de flexo, extenso, abduo e </p><p>aduo. A circunduo ocorre no ombro, no quadril, na coluna vertebral, punho e tornozelo. A circunduo ocorre nos </p><p>planos frontal e sagital em conjunto. </p><p>FLEXO HORIZONTAL OU ADUO HORIZONTAL: </p><p> Movimento exclusivo da articulao do ombro; ocorre quando o ombro j estiver abduzido a 90 graus em movimento </p><p>pstero-anterior. Ocorre no plano horizontal. </p><p>EXTENSO HORIZONTAL OU ABDUO HORIZONTAL: </p><p> o oposto da flexo horizontal, tambm um movimento que s o ombro executa, partindo de uma flexo a 90 graus </p><p>e indo no plano horizontal no sentido ntero-posterior at o limite que articulao suportar. Obs: No existe </p><p>hiperextenso horizontal, pois o ombro, em nenhuma fase do movimento, passa pela posio anatmica. </p><p>PRONAO: </p><p> A pronao um movimento exclusivo das articulaes rdio-ulnar e do tornozelo, no cotovelo s possvel quando </p><p>ele se encontra fletido. Na pronao rdio-ulnar a palma volta-se para baixo ou para trs e o no tornozelo a planta </p><p>volta-se para fora. Este movimento ocorre no plano horizontal. </p></li><li><p>8 </p><p>SUPINAO: </p><p> Supinar compara-se a suplicar, assim quando este movimento ocorrer na articulao rdio-ulnar a palma volta-se para </p><p>cima ou para frente, no tornozelo a planta volta-se para dentro. Plano horizontal. </p><p>PARTICULARIDADES DOS MOVIMENTOS DO TORNOZELO: </p><p> No tornozelo encontramos terminologias distintas para os movimentos de flexo e Extenso, a Flexo pode ser Dorsal </p><p>(flexo pura) ou Plantar (extenso). Assim temos os termos Flexo Dorsal (Dorsiflexo) e Flexo Plantar, porm </p><p>ressaltamos que, uma vez adotada uma terminologia ela no pode ser alterada na anlise do mesmo movimento. Plano </p><p>sagital. </p><p>MOVIMENTOS DA ESCPULA: </p><p> Elevao Ombros para cima (Plano frontal) </p><p> Depresso Ombros para baixo (Plano frontal) </p><p> Protrao/abduo Ombros para frente (Plano sagital) </p><p> Retrao/aduo Ombros para trs (Plano sagital) </p><p> Rotao Inferior A glenide gira para baixo (Plano frontal) </p><p> Rotao Superior A glenide gira para cima (Plano frontal) </p><p> MOVIMENTOS DA CINTURA PLVICA: </p><p> Antev...</p></li></ul>