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BOLETIM INFORMATIVO 12/2009 DEZEMBRO/2009-JANEIRO/2010

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BOLETIM

INFORMATIVO

12/2009

DEZEMBRO/2009-JANEIRO/2010

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CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES 01 a 31 de janeiro de 2010

DIA ATIVIDADE OBRIGAÇÃO PERÍODO DE APURAÇÃO 06/01/2010 GERAL IRRF Recolhimento do Imposto de Renda

Retido na Fonte dos fatos geradores de 21 a 31/12/2009, relativos a juros sobre capital próprio e aplicações financeiras.

06/01/2010 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

IOF Recolhimento do IOF apurado no 3º decêndio de dezembro/2009, nas operações: - Crédito – Pessoa Jurídica; - Crédito – Pessoa Física; - Câmbio – Entrada de moeda; - Câmbio – Saída de moeda; - Aplicações financeiras; - Factoring; - Seguros; - Ouro, Ativo financeiro.

07/01/2010 GERAL SALÁRIOS Crédito dos salários da competência dezembro/2009.

07/01/2010 GERAL 13º Salário – Salários Variáveis

Pagamento da diferença sobre os salários variáveis.

07/01/2010 GERAL FGTS Depósitos relativos à competência dezembro/2009.

07/01/2010 GERAL CAGED Envio das informações ao Ministério do Trabalho das admissões e desligamentos ocorridos emdezembro/2009.

07/01/2010 GERAL ISS – ESTIMATIVA Recolhimento do ISS da receita estimada e a receita auferida no exercício de 2009.

08/01/2010 GERAL DACON Envio do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais Mensal (Dacon Mensal) relativo ao mes de novembro/2009, na forma da IN 940/2009.

08/01/2010 GERAL COMPROVANTE DE JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO

Fornecimento à beneficiária pessoa jurídica do Comprovante de Pagamento ou Crédito de Juros sobre o Capital Próprio, no mês de dezembro/2009.

11/01/2010 GERAL ISS Recolhimento do ISS do Município de São Paulo, competência dezembro/2009.

13/01/2010 GERAL IRRF Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte dos fatos geradores de 01 a 10/01/2010, relativos a juros sobre capital próprio e aplicações financeiras.

13/01/2010 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

IOF Recolhimento do IOF apurado no 1º decêndio de janeiro/2010, nas operações: - Crédito – Pessoa Jurídica; - Crédito – Pessoa Física;

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- Câmbio – Entrada de moeda; - Câmbio – Saída de moeda; - Aplicações financeiras; - Factoring; - Seguros; - Ouro, Ativo financeiro.

13/01/2010 GERAL CIDE Pagamento da CIDE, incidente sobre as importâncias pagas, creditadas, entregues, empregadas ou remetidas em dezembro/2009 a residentes ou domiciliados no exterior, a título de royalties ou remuneração previstas nos respectivos contratos relativos a fornecimento de tecnologia, prestação de serviços de assistência técnica, cessão e licença de uso de marcas e cessão e licença de exploração de patentes.

15/01/2010 GERAL COFINS – PIS/PASEP – CSLL – Fonte

Recolhimento sobre os fatos geradores de 16 a 31/12/2009.

15/01/2010

PESSOA FÍSICA Previdência Social – INSS Recolhimento dos contribuintes individuais, facultativo, segurado especial e empregador doméstico, relativo a dezembro/2009.

20/01/2010 GERAL IRRF Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte dos fatos geradores de dezembro/2009, relativos a trabalho assalariado e serviços prestados por pessoas físicas.

20/01/2010 GERAL Previdência Social – INSS Recolhimento das contribuições da competência dezembro/2009.

20/01/2010 GERAL COFINS Recolhimento pelas instituições financeiras e equiparadas, da contribuição sobre os fatos geradores de dezembro/2009.

20/01/2010 GERAL PIS/PASEP Recolhimento pelas instituições financeiras e equiparadas, da contribuição sobre os fatos geradores de dezembro/2009.

20/01/2010 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

Informe de Rendimentos Financeiros

Fornecimento por instituições financeiras, sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários e demais fontes pagadoras, do Informe de Rendimentos Financeiros relativo ao 4º trimestre/2009 aos seus clientes pessoas jurídicas, exceto quando fornecido mensalmente.

20/01/2010 INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS

REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO – RET

Recolhimento unificado do IRPJ/CSL/PIS-Cofins, relativo às receitas recebidas em dezembro/2009, pelas incorporadoras que optaram pelo Regime Especial de Tributação –RET, na forma da IN 934/2009.

20/01/2010 SIMPLES NACIONAL

DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO DO SIMPLES NACIONAL –

Pagamento, pelas microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional sobre a receita

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DAS bruta de dezembro/2009. 20/01/2010 GERAL Previdência Social –

Parcelamento Especial Recolhimento da parcela mensal, com base na IN SRP nº 13/2006 e na MP 303/2006.

20/01/2010 GERAL Previdência Social – PAES

Recolhimento da parcela mensal, acrescida de juros pela TJLP, pelos contribuintes (Lei nº 10684/2003).

20/01/2010 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

BACEN – Central de Risco

Prazo final para envio das informações da Central de Risco –COS 3020 – COS 3030 do mês de dezembro/2009 ao Banco Central.

22/01/2010 GERAL DCTF MENSAL Entrega da DCTF de novembro/2009 pelas pessoas jurídicas obrigadas a entrega mensal.

25/01/2010 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

IOF Recolhimento do IOF apurado no 2º decêndio de janeiro/2010, nas operações: - Crédito – Pessoa Jurídica; - Crédito – Pessoa Física; - Câmbio – Entrada de moeda; - Câmbio – Saída de moeda; - Aplicações financeiras; - Factoring; - Seguros; - Ouro, Ativo financeiro.

25/01/2010 GERAL IRRF Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte dos fatos geradores de 11 a 20/01/2010, relativos a juros sobre capital próprio e aplicações financeiras.

25/01/2010 GERAL COFINS Recolhimento da contribuição sobre os fatos geradores de dezembro/2009.

25/01/2010 GERAL PIS/PASEP Recolhimento da contribuição sobre os fatos geradores de dezembro/2009.

25/01/2010 GERAL DCIDE Entrega da Declaração de Dedução de Parcela da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico Incidente sobre a Importação e/ou Comercialização de Combustíveis das Contribuições para o PIS/Pasep e Cofins (Dcide-Combustíveis) referente à dedução efetuada no mês de janeiro/2010.

29/01/2010 GERAL COFINS – PIS/PASEP – CSLL – Fonte

Recolhimento sobre os fatos geradores de 01 a 15/01/2010.

29/01/2010 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

BACEN Prazo final para o envio do Balancete COS 4010, do mês de dezembro/2009 e do Balanço COS 4016, do 2º semestre/2009 ao Banco Central do Brasil.

29/01/2010 GERAL IRPJ – Apuração Mensal Recolhimento do IRPJ do mês de dezembro/2009, pelas pessoas jurídicas que optaram pela apuração mensal do imposto por estimativa.

29/01/2010 GERAL IRPJ – Apuração Trimestral

Recolhimento da 1ª quota ou quota única devida pelas pessoas jurídicas no 4º trimestre/2009, calculado com

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base no lucro real, presumido ou arbitrado.

29/01/2010 GERAL IRPJ – Renda Variável Recolhimento do IR devido sobre ganhos líquidos em operações realizadas em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, dezembro/2009.

29/01/2010 PESSOA FÍSICA IRPF – Carnê Leão Recolhimento mensal do Carnê Leão, sobre rendimentos de dezembro/2009.

29/01/2010 PESSOA FÍSICA IRPF – Ganhos de Capital Recolhimento do IR devido sobre ganhos na alienação de bens ou direitos, em dezembro/2009.

29/01/2010 PESSOA FÍSICA IRPF – Renda Variável Recolhimento do IR devido sobre ganhos líquidos em operações realizadas em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, dezembro/2009.

29/01/2010 GERAL CSL – Apuração Mensal Recolhimento da CSL do mês de dezembro/2009, pelas pessoas jurídicas que optaram pela apuração mensal do imposto por estimativa.

29/01/2010 GERAL CSL – Apuração Trimestral

Recolhimento da 1ª quota ou quota única devida pelas pessoas jurídicas no 4º trimestre/2009, calculada com base no lucro real, presumido ou arbitrado.

29/01/2010 GERAL REFIS/PAES Pagamento de parcela pelos optantes do REFIS, com base na receita bruta de dezembro/2009, da parcela do parcelamento alternativo, acrescida da TJLP e dos optantes pelo PAES da parcela mensal, acrescida da TJLP.

29/01/2010 GERAL PAEX Pagamento do parcelamento excepcional de débitos perante SRF e PGFN.

29/01/2010 GERAL CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

Recolhimento das contribuições descontadas dos empregados em dezembro/2009. Consultar a entidade sindical que pode fixar prazo diverso.

29/01/2010 GERAL CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL

Recolhimento da contribuição sindical patronal às respectivas entidades de classe.

29/01/2010 GERAL MAPA DE AVALIAÇÃO ANUAL – SESMT/TEM

Envio ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego do Mapa de Avaliação Anual com dados atualizados de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais e agentes de insalubridade.

29/01/2010 GERAL 13º SALÁRIO Requerimento pelo empregado do pagamento da 1ª parcela do 13º Salário por ocasião de suas férias.

29/01/2010 GERAL PREVIDÊNCIA SOCIAL Entrega da GFIP da competência 13 (13º Salário/2009), destinada exclusivamente a prestar informações a Previdência Social.

29/01/2010 SIMPLES NACIONAL

PREVIDÊNCIA SOCIAL – Parcelamento Especial

Recolhimento da parcela mensal decorrente do parcelamento especial,

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para ingresso no Simples Nacional (Lei Complementar nº 123/2006).

29/01/2010 PROPRIEDADE RURAL

ITR Recolhimento da 5ª parcela do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), relativa ao exercício de 2009 (IN 959/2009).

29/01/2010 SIMPLES NACIONAL

OPÇÃO Entrega da Declaração de Opção do Simples Nacional, com efeitos a partir de 01/01/2010, irretratável para o exercício (art. 7º, Resolução CGSN 4/2007).

29/01/2010 SIMPLES NACIONAL

COMUNICAÇÃO DE EXCLUSÃO

Comunicação à Secretaria da Receita Federal do Brasil da exclusão obrigatória do Simples Nacional, no caso de excesso de receita bruta anual.

31/01/2010 GERAL ISS – DES Entrega da Declaração Eletrônica de Serviços (DES), relativa ao mês de novembro/2009.

1 – IMPOSTO DE RENDA 1.1 – IRPF: IMPOSTO DE RENDA NA FONTE – RECOLHIMENTO MENSAL OBRIGATÓRIO – ANO-CALENDÁRIO DE 2009 – IN RFB 896/2008 Através da Instrução Normativa nº 896, de 29/12/2008, a Secretaria da Receita Federal do Brasil dispõe que no ano-calendário de 2009, o imposto de renda a ser descontado na fonte sobre os rendimentos do trabalho assalariado, inclusive a gratificação natalina (13º salário), pagos por pessoas físicas ou jurídicas, bem como sobre os demais rendimentos recebidos por pessoas físicas, que não estejam sujeitos à tributação exclusiva na fonte ou definitiva, pagos por pessoas jurídicas, será calculado mediante a utilização da seguinte tabela progressiva mensal:

TABELA PROGRESSIVA MENSAL

Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$) Até 1.434,59 - - De 1.434,60 até 2.150,00 7,5 107,59 De 2.150,01 até 2.866,70 15 268,84 De 2.866,71 até 3.582,00 22,5 483,84 Acima de 3.582,00 27,5 662,94

A base de cálculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda na fonte será determinada mediante a dedução das seguintes parcelas do rendimento tributável: I - as importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente, ou de escritura pública a que se refere o artigo 1124-A, da Lei nº 5869/1973 - Código de Processo Civil; II - a quantia de R$ 144,20 (cento e quarenta e quatro reais e vinte centavos) por dependente; III - as contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; IV - as contribuições para entidade de previdência complementar domiciliada no Brasil e para o Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), cujo ônus tenha sido do contribuinte, destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social, cujo titular ou quotista seja

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trabalhador com vínculo empregatício ou administrador e seja também contribuinte do regime geral de previdência social; V - o valor de até R$ 1.434,59 (um mil, quatrocentos e trinta e quatro reais e cinqüenta e nove centavos) correspondente à parcela isenta dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma pagos pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno, ou por entidade de previdência complementar, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 (sessenta e cinco) anos de idade. Quando a fonte pagadora não for responsável pelo desconto das contribuições a que se refere o inciso IV, os valores pagos a esse título podem ser considerados para fins de dedução da base de cálculo sujeita ao imposto mensal, desde que haja anuência da empresa e que o beneficiário lhe forneça o original do comprovante de pagamento. CARNÊ LEÃO O recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão) das pessoas físicas, relativo aos rendimentos recebidos no ano-calendário de 2009, de outras pessoas físicas ou de fontes situadas no exterior, será calculado com base nos valores da tabela progressiva mensal. A base de cálculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda é determinada mediante a dedução das seguintes parcelas do rendimento tributável: I - as importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente, ou de escritura pública a que se refere o artigo 1124-A, da Lei nº 5869/1973 - Código de Processo Civil; II - a quantia de R$ 144,20 (cento e quarenta e quatro reais e vinte centavos) por dependente; III - as contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; IV - as despesas escrituradas no livro Caixa. As deduções referidas nos incisos I a III somente podem ser utilizadas quando não tiverem sido deduzidas de outros rendimentos auferidos no mês, sujeitos à tributação na fonte. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2009. Fica revogada, a partir de 1º de janeiro de 2009, a Instrução Normativa RFB nº 803/2007. 1.2 – IRPF: IMPOSTO DE RENDA NA FONTE – RECOLHIMENTO MENSAL OBRIGATÓRIO – ANO-CALENDÁRIO DE 2010 – LEI 11482/2007 A Lei nº 11482/2007, determina que para o ano-calendário de 2010, o Imposto de Renda a ser descontado na fonte sobre os rendimentos do trabalho assalariado, inclusive a gratificação natalina (13º salário), pagos por pessoas físicas ou jurídicas, bem como sobre os demais rendimentos recebidos por pessoas físicas, que não estejam sujeitos à tributação exclusiva na fonte ou definitiva, pagos por pessoas jurídicas, será calculado mediante a utilização da seguinte tabela progressiva mensal:

TABELA PROGRESSIVA MENSAL

Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$) Até 1.499,15 - - De 1.499,16 até 2.246,75 7,5 112,43 De 2.246,76 até 2.995,70 15 280,94

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De 2.995,71 até 3.743,19 22,5 505,62 Acima de 3.743,19 27,5 692,78

A base de cálculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda na fonte será determinada mediante a dedução das seguintes parcelas do rendimento tributável: I - as importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente, ou de escritura pública a que se refere o artigo 1124-A, da Lei nº 5869/1973 - Código de Processo Civil; II - a quantia de R$ 150,69 (cento e cinqüenta reais e sessenta e nove centavos) por dependente; III - as contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; IV - as contribuições para entidade de previdência complementar domiciliada no Brasil e para o Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), cujo ônus tenha sido do contribuinte, destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social, cujo titular ou quotista seja trabalhador com vínculo empregatício ou administrador e seja também contribuinte do regime geral de previdência social; V - o valor de até R$ 1.499,15 (um mil, quatrocentos e noventa e nove reais e quinze centavos) correspondente à parcela isenta dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma pagos pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno, ou por entidade de previdência complementar, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 (sessenta e cinco) anos de idade. Quando a fonte pagadora não for responsável pelo desconto das contribuições a que se refere o inciso IV, os valores pagos a esse título podem ser considerados para fins de dedução da base de cálculo sujeita ao imposto mensal, desde que haja anuência da empresa e que o beneficiário lhe forneça o original do comprovante de pagamento. CARNÊ LEÃO O recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão) das pessoas físicas, relativo aos rendimentos recebidos no ano-calendário de 2010, de outras pessoas físicas ou de fontes situadas no exterior, será calculado com base nos valores da tabela progressiva mensal. A base de cálculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda é determinada mediante a dedução das seguintes parcelas do rendimento tributável: I - as importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente, ou de escritura pública a que se refere o artigo 1124-A, da Lei nº 5869/1973 - Código de Processo Civil; II - a quantia de R$ 150,69 (cento e cinqüenta reais e sessenta e nove centavos) por dependente; III - as contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; IV - as despesas escrituradas no livro Caixa. As deduções referidas nos incisos I a III somente podem ser utilizadas quando não tiverem sido deduzidas de outros rendimentos auferidos no mês, sujeitos à tributação na fonte. 2 – TRABALHO E PREVIDÊNCIA 2.1 – PREVIDÊNCIA: CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS – SEGURADOS: EMPREGADO, EMPREGADO DOMÉSTICO E TRABALHADOR AVULSO – NOVA TABELA A PARTIR DE 01/02/2009 – PORTARIA CONJUNTA 48/2009

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A Portaria Conjunta nº 48, de 12/02/2009, do Ministério de Estado da Fazenda e do Ministério da Previdência Social estabelece que a contribuição dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, recolhida a partir de 01/02/2009, serão calculados mediante a aplicação da correspondente alíquota, de forma não-cumulativa, sobre o salário-de-contribuição mensal, de acordo com a tabela. Segue a tabela com os novos índices para recolhimento da contribuição previdenciária dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, a partir de 01/02/2009:

SALÁRIO-DE- CONTRIBUIÇÃO (R$)

ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS (%)

Até 965,67 8,00 De 965,68 até 1.609,45 9,00 De 1.609,46 até 3.218,90 11,00

O valor da cota do salário-família, por filho ou equiparado de qualquer condição, para o segurado com remuneração não superior a R$ 500,40 e para o segurado com remuneração superior a R$ 500,41 até o limite de R$ 752,12, a partir de 01/02/2009, será de R$ 25,66 e R$ 18,08, respectivamente. 2.2 – PREVIDÊNCIA: CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS – SEGURADOS: EMPREGADO, EMPREGADO DOMÉSTICO E TRABALHADOR AVULSO – NOVA TABELA A PARTIR DE 01/01/2010 Estabelecida a contribuição dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, recolhida a partir de 01/01/2010, serão calculados mediante a aplicação da correspondente alíquota, de forma não-cumulativa, sobre o salário-de-contribuição mensal, de acordo com a tabela. Segue a tabela com os novos índices para recolhimento da contribuição previdenciária dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, a partir de 01/01/2010:

SALÁRIO-DE- CONTRIBUIÇÃO (R$)

ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS (%)

Até 1.024,97 8,00 De 1.024,98 até 1.708,27 9,00 De 1.708,28 até 3.416,54 11,00

O valor da cota do salário-família, por filho ou equiparado de qualquer condição, para o segurado com remuneração não superior a R$ 531,12 e para o segurado com remuneração superior a R$ 531,12 até o limite de R$ 798,30, a partir de 01/01/2010, será de R$ 27,24 e R$ 19,19, respectivamente. 2.3 – PREVIDÊNCIA: TRIBUTAÇÃO PREVIDENCIÁRIA – NORMAS GERAIS – ARRECADAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES – IN RFB 971/2009 A Instrução Normativa nº 971, de 13/11/2009, da Secretaria da Receita Federal do Brasil, que, além de revogar, entre outras, a Instrução Normativa SRP nº 3/2005, tem por objetivo atualizar o conteúdo das normas gerais de tributação previdenciária, de acordo com os demais tributos administrados pela RFB, e disciplinar a arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social. A Lei nº 11457/2007, entre outras disposições, alterou a denominação da Secretaria da Receita Federal (SRF), a qual passou a ser intitulada Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), cabendo a esta, além das competências atribuídas pela legislação vigente à SRF, planejar, executar, acompanhar e avaliar as atividades relativas a tributação, fiscalização, arrecadação, cobrança e recolhimento das contribuições sociais previdenciárias devidas pelas empresas, incidentes sobre a remuneração paga ou creditada aos

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segurados a seu serviço, pelos empregadores domésticos e pelos trabalhadores, e sobre o seu salário de contribuição, previstas nas alíneas “a”, “b” e “c” do parágrafo único do artigo 11, da Lei nº 8212/1991 , bem como das contribuições instituídas a título de substituição e das destinadas a terceiros (entidades e fundos). A nova regulamentação dispõe sobre: a) as obrigações previdenciárias relativas a: a.1) contribuintes da Previdência Social; a.2) cadastro dos sujeitos passivos; a.3) obrigações acessórias; b) as contribuições previdenciárias relativas a: b.1) base de cálculo da contribuição social previdenciária; b.2) contribuições sociais previdenciárias dos segurados do empregador doméstico; b.3) salário-família e salário-maternidade; b.4) 13º salário; b.5) reclamatória e dissídio trabalhista; b.6) outras entidades e fundos; b.7) retenção; b.8) solidariedade; c) as normas e procedimentos específicos referentes a: c.1) atividade rural e agroindustrial; c.2) empresas optantes pelo Simples Nacional; c.3) empresas que atuam na área de saúde; c.4) sociedades cooperativas; c.5) entidades isentas das contribuições sociais; c.6) associações desportivas; c.7) órgãos da administração direta, das autarquias e das fundações de direito público; c.8) atividade do trabalhador avulso; c.9) riscos ocupacionais no ambiente de trabalho; c.10) empresas em regime especial; d) as normas e procedimentos aplicáveis à atividade de construção civil no que concerne a: d.1) definições; d.2) obrigações do sujeito passivo; d.3) apuração da remuneração da mão de obra por aferição indireta; d.4) regularização de obra por aferição indireta com base na área construída e no padrão de construção; d.5) procedimentos fiscais; d.6) regularização de obra de construção civil; d.7) disposições especiais; e) o recolhimento e a regularidade das contribuições e da arrecadação bancária: e.1) recolhimento das contribuições na rede arrecadadora; e.2) regularidade do recolhimento das contribuições; e.3) decadência e prescrição; f) as atividades fiscais: f.1) procedimentos especiais; g) a constituição do crédito fiscal: g.1) formas de constituição do crédito; g.2) documentos de constituição do crédito; g.3) relatórios e documentos integrantes do processo administrativo-fiscal; h) as disposições gerais com relação a: h.1) domicílio tributário e estabelecimento; h.2) estabelecimento centralizador; h.3) grupo econômico; h.4) sucessão de empresas; h.5) Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Ficam alteradas as descrições das atividades dos Códigos FPAS (Fundo de Previdência e Assistência Social) conforme Anexo I, da Instrução Normativa RFB nº 971/2009 , a partir da sua entrada em vigor (17.11.2009).

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Fica alterada a tabela de contribuição sobre a folha de pagamento a partir de 1º.11.1991 para o setor rural, conforme Anexo IV, da citada Instrução Normativa. Quanto aos fatos geradores ocorridos anteriormente à vigência da IN RFB nº 971/2009 , a observância da tabela constante da Instrução Normativa MPS/SRP nº 3/2005 exclui a imposição de penalidades, a cobrança de juros de mora e a atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo. Foram revogados os seguintes atos: a) Instrução Normativa MPS/SRP nº 3/2005, com exceção dos artigos 743 e 745; (*) b) Instrução Normativa MPS/SRP nº 4/2005; c) Instrução Normativa MPS/SRP nº 5/2005; d) Instrução Normativa MPS/SRP nº 6/2005; e) Instrução Normativa MPS/SRP nº 14/2006; f) Instrução Normativa MPS/SRP nº 20/2007; g) Instrução Normativa MPS/SRP nº 23/2007, com exceção do art. 3º; h) Instrução Normativa MPS/SRP nº 24/2007; i) Instrução Normativa RFB nº 739/2007; j) Instrução Normativa RFB nº 761/2007; k) Instrução Normativa RFB nº 774/2007; l) Instrução Normativa RFB nº 785/2007; m) Instrução Normativa RFB nº 829/2008; n) Instrução Normativa RFB nº 836/2008; o) Instrução Normativa RFB nº 851/2008; p) Instrução Normativa RFB nº 889/2008; q) Instrução Normativa RFB nº 910/2009; e r) Instrução Normativa RFB nº 938/2009. (*) A partir do 91º dia após a publicação da IN RFB nº 971/2009, os artigos 743 e 745, da Instrução Normativa MPS/SRP nº 3/2005. Os artigos 743 e 745 dispõem que: “Art. 743. Estabelecimento centralizador, em regra, é o local onde a empresa mantém a documentação necessária e suficiente à fiscalização integral, sendo geralmente a sua sede administrativa, ou a matriz, ou o seu estabelecimento principal, assim definido em ato constitutivo. (...) Art. 745. O estabelecimento centralizador será alterado de ofício pela SRP, quando for constatado que os elementos necessários à Auditoria-Fiscal da empresa se encontram, efetivamente, em outro estabelecimento, observado o disposto no § 2º do art. 22. § 1º A escolha ou a alteração do estabelecimento centralizador levará em conta, alternativamente, o estabelecimento empresarial que: I - possuir o maior número de segurados; II - concentrar o funcionamento contábil e de pessoal; III - apresentar o maior valor de contribuição para a Previdência Social. § 2º Se o estabelecimento definido como novo centralizador estiver circunscrito a outra DRP, será providenciada, pelo Serviço/Seção de Fiscalização da DRP, a transferência dos documentos e dos registros informatizados da empresa para a DRP circunscricionante do novo estabelecimento centralizador que, no prazo de trinta dias, comunicará à empresa esta mudança.” 2.4 – PREVIDÊNCIA: ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – CERTIFICAÇÃO – REGULA OS PROCEDIMENTOS DE ISENÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURIDADE SOCIAL - LEI 12101/2009 A Lei nº 12101, de 27/11/2009, regula os procedimentos de certificação das entidades beneficentes de assistência social e a isenção de contribuições para a seguridade social, e serão concedidos às pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, que atuem nas áreas de assistência social, saúde ou educação que atendam aos requisitos da citada Lei.

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As entidades beneficentes de assistência social deverão obedecer ao princípio da universalidade do atendimento, sendo vedado dirigir suas atividades exclusivamente a seus associados ou a categoria profissional. A certificação ou sua renovação será concedida à entidade beneficente que demonstre, no exercício fiscal anterior ao do requerimento, observado o período mínimo de 12 meses de constituição da entidade, de acordo com as respectivas áreas de atuação, e cumpra, cumulativamente, os seguintes requisitos: a) seja constituída como pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos; e b) preveja, em seus atos constitutivos, em caso de dissolução ou extinção, a destinação do eventual patrimônio remanescente a entidade sem fins lucrativos congêneres ou a entidades públicas. O período mínimo de cumprimento dos requisitos anteriormente citados poderá ser reduzido se a entidade for prestadora de serviços por meio de convênio ou instrumento congênere com o Sistema Único de Saúde (SUS) ou com o Sistema Único de Assistência Social (Suas), em caso de necessidade local atestada pelo gestor do respectivo sistema. A entidade beneficente certificada na forma da Lei nº 12101/2009 fará jus à isenção do pagamento das contribuições de que tratam os artigos 22 e 23, da Lei nº 8212/1991 , desde que atenda, cumulativamente, aos seguintes requisitos: a) não percebam seus diretores, conselheiros, sócios, instituidores ou benfeitores, remuneração, vantagens ou benefícios, direta ou indiretamente, por qualquer forma ou título, em razão das competências, funções ou atividades que lhes sejam atribuídas pelos respectivos atos constitutivos; b) aplique suas rendas, seus recursos e eventual superávit integralmente no território nacional, na manutenção e desenvolvimento de seus objetivos institucionais; c) apresente certidão negativa ou certidão positiva com efeito de negativa de débitos relativos aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e certificado de regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); d) mantenha escrituração contábil regular que registre as receitas e despesas, bem como a aplicação em gratuidade de forma segregada, em consonância com as normas emanadas do Conselho Federal de Contabilidade; e) não distribua resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, sob qualquer forma ou pretexto; f) conserve em boa ordem, pelo prazo de 10 anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem e a aplicação de seus recursos e os relativos a atos ou operações realizados que impliquem modificação da situação patrimonial; g) cumpra as obrigações acessórias estabelecidas na legislação tributária; h) apresente as demonstrações contábeis e financeiras devidamente auditadas por auditor independente legalmente habilitado nos Conselhos Regionais de Contabilidade quando a receita bruta anual auferida for superior ao limite fixado pela Lei Complementar nº. 123/2006 . A isenção não se estende a entidade com personalidade jurídica própria constituída e mantida pela entidade à qual a isenção foi concedida. O direito à isenção das contribuições sociais poderá ser exercido pela entidade a contar da data da publicação da concessão de sua certificação, desde que atendidas as condições legais. Constatado o descumprimento pela entidade dos requisitos legais, a fiscalização da Secretaria da Receita Federal do Brasil lavrará o auto de infração relativo ao período correspondente e relatará os fatos que demonstram o não atendimento de tais requisitos para o gozo da isenção. Considerar-se-á automaticamente suspenso o direito à isenção das contribuições durante o período em que se constatar o descumprimento de requisito exigido, devendo o lançamento correspondente ter como termo inicial a data da ocorrência da infração que lhe deu causa.

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A entidade que atue em mais de uma das áreas especificadas deverá, na forma de regulamento, manter escrituração contábil segregada por área, de modo a evidenciar o patrimônio, as receitas, os custos e as despesas de cada atividade desempenhada. Os pedidos de concessão originária de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social que não tenham sido objeto de julgamento até a data de publicação da Lei nº 12101/2009 (DOU 1 de 30.11.2009) serão remetidos, de acordo com a área de atuação da entidade, ao ministério responsável, que os julgará nos termos da legislação em vigor à época da protocolização do requerimento, observadas as seguintes condições: a) caso a entidade requerente atue em mais de uma das áreas já mencionadas, o pedido será remetido ao ministério responsável pela área de atuação preponderante da entidade; b) das decisões proferidas que sejam favoráveis às entidades não caberá recurso; c) das decisões de indeferimento proferidas caberá recurso no prazo de 30 dias, dirigido ao Ministro de Estado responsável pela área de atuação da entidade; d) é a entidade obrigada a oferecer todas as informações necessárias à análise do pedido, nos termos do artigo 60, da Lei nº 9784/1999 . Os pedidos de renovação de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social protocolados e ainda não julgados até a data de publicação da Lei nº 12101/2009 (DOU 1 de 30.11.2009) serão julgados pelo ministério da área no prazo máximo de 180 dias a contar da referida data, observadas as seguintes condições: a) as representações em curso no CNAS, em face da renovação do certificado, serão julgadas no prazo máximo de 180 dias após a publicação da citada Lei nº. 12101/2009 ; b) das decisões de indeferimento proferidas caberá recurso no prazo de 30 dias, com efeito suspensivo, dirigido ao Ministro de Estado responsável pela área de atuação da entidade. Constatada a qualquer tempo alguma irregularidade, considerar-se-á cancelada a certificação da entidade desde a data de lavratura da ocorrência da infração, sem prejuízo da exigibilidade do crédito tributário e das demais sanções previstas em lei. As entidades certificadas até o dia 29/11/2009 poderão requerer a renovação do certificado até a data de sua validade. As entidades isentas deverão manter, em local visível ao público, placa indicativa contendo informações sobre a sua condição de beneficente e sobre sua área de atuação. 2.5 – PREVIDÊNCIA: INSS – PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO RECONHECIMENTO DOS PERÍODOS DE ATIVIDADE RURAL – SEGURADO ESPECIAL – RESOLUÇÃO PRESIDENTE INSS 76/2009 A Resolução nº 76, de 03/12/2009, da Presidência do INSS, considerando a necessidade de validar os registros e informações disponibilizadas ao INSS, pelos órgãos públicos, para fins de incorporação dos dados no Cadastro Nacional de Informações Sociais - CNIS e sua conseqüente repercussão no reconhecimento do direito; Considerando a necessidade de definir procedimentos relativos à caracterização da atividade como segurado especial a partir das informações acolhidas pelo INSS dos bancos de dados disponibilizados por Órgãos Públicos; resolve que: As informações acolhidas pelo INSS do banco de dados da Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, através do Cadastro de Imóveis Rurais - CAFIR, possibilitam a identificação do imóvel rural e do seu proprietário, e foram valoradas conforme abaixo: I - positivas: se proprietário de um ou mais imóveis rurais com área total de até 4 (quatro) módulos fiscais;

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II - pendentes: se proprietário de um ou mais imóveis rurais com área total acima de 4 (quatro) módulos fiscais, ainda que a data do registro seja até 22 de junho de 2008, véspera da publicação da Lei nº 11718, de 20 de junho de 2008; III - negativas: se proprietário de um ou mais imóveis rurais com área superior a 4 (quatro) módulos fiscais e data do registro a partir de 23 de junho de 2008, data da publicação da Lei nº 11718, de 2008. A partir das informações mencionadas foram constituídos períodos de atividade passíveis de enquadramento na condição de segurado especial, que serão submetidos sistematicamente a cruzamentos com outros bancos de dados, a eventos e situações que possam descaracterizar essa condição, como: I - enquadramento em outra categoria de segurado obrigatório do Regime Geral de Previdência Social-RGPS; II - vinculação a Regime Próprio de Previdência Social-RPPS; III - recebimento de benefícios do RGPS exceto pensão por morte, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão, cujo valor não supere o do menor benefício de prestação continuada da Previdência Social conforme inciso I, parágrafo 8º, do artigo 9º, do Regulamento da Previdência social, aprovado pelo Decreto nº 3048, de 6 de maio de 1999; IV - registro de óbito no Sistema Informatizado de Controle de Óbitos - SISOBI. Após os cruzamentos referidos no artigo anterior, os períodos constituídos serão considerados da seguinte forma: I - positivos: caracterizam a condição de segurado especial, para fins de reconhecimento de direito aos benefícios previstos no inciso I e parágrafo único do artigo 39, da Lei nº 8213, 24 de julho de 1991, dispensando a apresentação de documento comprobatório e realização de entrevista. II - pendentes: dependerão de comprovação da condição de segurado especial pelo requerente na forma estabelecida pelo INSS. III - negativos: descaracterizam a condição de segurado especial. As informações de que trata esta Resolução, serão atualizadas periodicamente mediante o processamento de novos dados recebidos da SRFB/CAFIR. Compete à Diretoria de Benefícios zelar pela operacionalização e organização das rotinas necessárias para o cumprimento desta Resolução. Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.

2.6 – PREVIDÊNCIA: FAP – FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO – MODO DE APRECIAÇÃO DAS DIVERGÊNCIAS APRESENTADAS PELAS EMPRESAS – PORTARIA INTERMINISTERAL MF/MPS 329/2009 Através da Portaria Interministerial nº 329, de 10/12/2009, dos Ministérios de Estado da Previdência Social e da Fazenda, as empresas que não concordarem com os elementos previdenciários que compõem o cálculo do FAP têm prazo de 30 dias, contados a partir de 11/12/2009, para contestar o referido fator. O resultado do julgamento da contestação será disponibilizado à empresa pelo MPS, mediante acesso restrito com uso de senha pessoal, o qual poderá ser consultado pela Internet no site oficial do Ministério da Previdência Social. Se, do julgamento da contestação, resultar FAP inferior e, por esse motivo, houver crédito em favor da empresa, esta poderá compensá-lo. O FAP poderá reduzir em até 50% ou aumentar em até 100% as alíquotas de contribuição de 1%, 2% ou 3%, destinadas a financiar a aposentadoria especial e os benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho (GIIL-RAT).

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Para fins da redução ou majoração proceder-se-á à discriminação do desempenho da empresa, dentro da respectiva atividade econômica, a partir da criação de um índice composto pelos índices de gravidade, de frequência e de custo, que pondera os percentuais com pesos de 50%, 35% e 15%, respectivamente. Os índices (frequência, gravidade e custo) serão calculados segundo a metodologia anteriormente mencionada, levando-se em conta: a) para o índice de frequência - os registros de acidentes e doenças do trabalho, informados ao INSS por meio de Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) e de benefícios acidentários estabelecidos por nexos técnicos pela perícia médica do INSS, ainda que sem CAT a eles vinculados; b) para o índice de gravidade - todos os casos de auxílio-doença, auxílio-acidente, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, todos de natureza acidentária, aos quais são atribuídos pesos diferentes em razão da gravidade da ocorrência, como segue: b.1) pensão por morte: peso de 50%; b.2) aposentadoria por invalidez: peso de 30%; e b.3) auxílio-doença e auxílio-acidente: peso de 10% para cada um; c) para o índice de custo - os valores dos benefícios de natureza acidentária pagos ou devidos pela Previdência Social, apurados da seguinte forma: c.1) nos casos de auxílio-doença, com base no tempo de afastamento do trabalhador, em meses e fração de mês; e c.2) nos casos de morte ou de invalidez, parcial ou total, mediante projeção da expectativa de sobrevida do segurado, na data de início do benefício, a partir da tábua de mortalidade construída pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para toda a população brasileira, considerando-se a média nacional única para ambos os sexos. 2.7 – PREVIDÊNCIA: CÓDIGOS DE RECEITAS – DIVULGAÇÃO PARA RECOLHIMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS – ADE CODAC 98/2009 O Ato Declaratório Executivo nº 98, de 15/12/2009, do COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, determina que: As contribuições sociais administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) destinadas à Previdência Social e as destinadas às outras entidades ou fundos deverão ser recolhidas por meio de Guia da Previdência Social (GPS), utilizando os códigos de receita constantes do Anexo Único a este Ato Declaratório Executivo. Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. 2.8 – PREVIDÊNCIA: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS – DESTINADAS À PREVIDÊNCIA SOCIAL – OUTRAS ENTIDADES OU FUNDOS – IN RFB 980/2009 Através da Instrução Normativa nº 980, de 17/12/2009, a Secretaria da Receita Federal do Brasil, resolve que: O artigo 383, da Instrução Normativa RFB Nº 971, de 13 de novembro de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação: "Artigo 383. (...) (...) § 2º (...) (...) II - cópia do último balanço patrimonial acompanhado de declaração da empresa, sob as penas da lei, firmada pelo representante legal e pelo contador responsável com identificação de seu registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC), de que a empresa possui escrituração contábil regular ou Escrituração Contábil Digital (ECD) do período da obra. (...).

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Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Ficam revogados os artigos 361 e 362, da Instrução Normativa RFB Nº 971, de 13 de novembro de 2009. 2.9 – PREVIDÊNCIA: PENALIDADES ADMINISTRATIVAS – VALORES ATUALIZADOS – EXERCÍCIO DE 2010 – PORTARIA SPC-MPS 3227/2009 A Portaria nº 3227, de 11/12/2009, da Secretaria de Previdência Complementar do Ministério da Previdência Social, resolve: Divulgar, na forma do Anexo Único desta Portaria, os valores atualizados das penalidades administrativas de que trata o inciso IV, do artigo 22, e os artigos 63 a 110, todos do Decreto nº 4942, de 30 de dezembro de 2003, para o exercício de 2010. Esta Portaria entra em vigor em 1º de Janeiro de 2010.

ANEXO Dispositivo Legal Valor Atualizado em R$

Artigos. 65, 66, 69, 72, 76, 77, 84, 90, 92, 93, 97, 98, 104, 105, 106, 107, 108 e 110 17.907,25

Artigos. 67, 70, 75, 79, 80, 81, 82, 83, 87, 88 e 109 26.860,87

Artigos. 63, 64, 71, 73, 74, 78, 85, 86, 89,91, 94,95, 96, 99, 100 e 103 35.814,50

Artigos. 68 e 101 44.768,12

Artigo. 102 3.581,45 a 1.790.724,98

Artigo. 22, IV 3.581,45 a 1.790.724,98

2.10 – TRABALHO: SEGURO-DESEMPREGO – RESTITUIÇÃO DE PARCELAS DO BENEFÍCIO – INCLUSIVE MEDIANTE COMPENSAÇÃO – RESOLUÇÃO CODEFAT 619/2009 Através da Resolução nº 619, de 05/11/2009, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador - CODEFAT, no uso de suas atribuições legais e em face do disposto no inciso V e com base na delegação de competência contida no inciso X, do artigo 19 da Lei nº 7998, de 11 de janeiro de 1990, e Considerando a Recomendação nº 01/2008 do Ministério Público Federal, que sugere a adoção de medidas necessárias para impedir o bloqueio do Seguro-Desemprego em razão da existência de débito anterior em nome do beneficiário e a Nota Jurídica, JCG/NAJ/CGU/AGU nº 1220/2008 da Advocacia Geral da União que recomenda a disponibilização imediata ao beneficiário do saldo remanescente do Seguro-Desemprego, deduzindo ou compensando o débito, resolve que: A restituição de parcelas recebidas indevidamente pelo segurado por qualquer dos motivos previstos na Lei nº 7998/1990 deverá ser efetuada mediante Guia de Recolhimento da União - GRU para depósito na conta do Programa Seguro-Desemprego, cujos valores serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC, a partir da data do recebimento indevido até a data da restituição. O pagamento da GRU deverá ser efetuado na Caixa Econômica Federal. Constatado o recebimento indevido e a obrigação de restituição pelo trabalhador por ocasião do processamento de novo benefício, o MTE promoverá a compensação, nas datas de liberação de cada parcela, dos valores devidos ao Erário Público com o saldo de valores do novo benefício. O prazo para o trabalhador solicitar o reembolso de parcelas restituídas indevidamente será de cinco anos, contados a partir da data da efetiva restituição indevida. Fica a Secretaria de Políticas Públicas de Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego, incumbida de estabelecer as normas operacionais para dar cumprimento ao determinado nesta Resolução.

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Fica revogado o artigo 21, da Resolução nº 467, de 21 de dezembro de 2005. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 2.11 – TRABALHO: SEGURO-DESEMPREGO: FACULTA A UTILIZAÇÃO DE REQUERIMENTO (RSD) E DE COMUNICAÇÃO DE DISPENSA (CD) – RESOLUÇÃO CODEFAT 620/2009 Através da Resolução nº 620, de 05/11/2009, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador - CODEFAT, resolve: Facultar aos empregadores, previamente autorizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a utilização de Requerimento do Seguro-Desemprego (RSD) e de Comunicação de Dispensa (CD), disponíveis no Sistema Seguro-Desemprego - SDWEB, na forma aprovada pela Resolução nº 608, de 2009. A utilização do Requerimento do Seguro-Desemprego (RSD) e da Comunicação de Dispensa (CD), observará o planejamento de implantação do Sistema Seguro-Desemprego - SDWEB, estabelecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Ficam convalidados os atos praticados, com base na Resolução CODEFAT nº 608, de 2009, no período de 30 de setembro até a data de publicação desta Resolução. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 2.12 – TRABALHO: MTE – APROVA A NOTA TÉCNICA / SRT / MTE / Nº 202/2009 – DESPACHO S/N, DE 10/12/2009 Aprovo a NOTA TÉCNICA/SRT/MTE/Nº 202/2009, em anexo. CARLOS ROBERTO LUPI (Ministro do Trabalho e Emprego).

ANEXO NOTA TÉCNICA/SRT/MTE/Nº 202/2009 Solicitou o Instituto FGTS Fácil, que fosse revigorado entendimento relativo à obrigação de os empregadores remeterem, à entidade sindical, a relação nominal dos empregados contribuintes da contribuição sindical profissional. 2. Em que pese haver troca de informações entre a Caixa Econômica Federal quanto ao recolhimento da contribuição sindical dos trabalhadores, os dados compilados não identificam os empregados, tampouco os valores descontados, e a entidade sindical beneficiária do recolhimento. 3. Desta feita, observa-se que os empregadores devem encaminhar, às entidades sindicais de trabalhadores, relação nominal dos empregados contribuintes, da qual conste, além do nome completo, o número de inscrição no Programa de Integração Social - PIS, função exercida, a remuneração percebida no mês do desconto e o valor recolhido. 4. A relação pode ser enviada por meio magnético ou pela internet, ou ainda ser encaminha cópia da folha de pagamentos do mês relativo aos descontos, conforme entendimento entre o empregador e a entidade sindical, e o prazo mais razoável é de quinze dias depois de efetuado o recolhimento da contribuição sindical profissional. 5. Por sua vez, a FECOMÉRCIO/SP - Federação do Comércio do Estado de São Paulo solicitou complementação da Nota Técnica nº 201/2009, publicada no Diário Oficial da União de 3 de dezembro de 2009, a fim de esclarecer a obrigatoriedade da contribuição sindical patronal. 6. De fato, o art. 608 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5452, de 1º de maio de 1943, dispõe que as repartições federais, estaduais ou municipais não concederão registro ou licenças para funcionamento ou renovação de atividades aos estabelecimentos de empregadores e aos escritórios ou congêneres dos agentes ou trabalhadores autônomos e profissionais liberais, nem concederão alvarás de licença ou localização, sem que sejam exibidas as provas de quitação do imposto sindical. 7. Pela interpretação do dispositivo, constata-se que, na concessão de alvará, permissões ou licenças para funcionamento de estabelecimentos em geral do setor econômico ou profissional ou ainda em suas

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renovações, será exigida por parte do Poder Público concedente a prova da quitação do recolhimento da contribuição sindical, sem a qual serão os atos praticados considerados nulos. 2.13 – TRABALHO: SALÁRIO MÍNIMO – A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2010 – DIRETRIZES PARA A POLÍTICA DE VALORIZAÇÃO ENTRE 2011 E 2023 – MP 474/2009 A Medida Provisória nº 474, de 23/12/2009, determina que: Ficam estabelecidas as diretrizes para a política de valorização do salário mínimo entre 2010 e 2023, obedecendo as seguintes regras: I - em 2010, a partir do dia 1º de janeiro, o salário mínimo será de R$ 510,00 (quinhentos e dez reais); II - em 1º de janeiro de 2011, o reajuste para a preservação do poder aquisitivo do salário mínimo corresponderá à variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC verificada no período de janeiro a dezembro de 2010, acrescida de percentual equivalente à taxa de variação real do Produto Interno Bruto - PIB de 2009, se positiva, ambos os índices apurados pelo IBGE; III - na hipótese de não divulgação do INPC referente a um ou mais meses compreendidos no período do cálculo até o último dia útil imediatamente anterior à vigência do reajuste, ato do Poder Executivo estimará os índices dos meses não disponíveis; IV - verificada a hipótese de que trata o inciso III, os índices estimados permanecerão válidos para os fins desta Medida Provisória, sem qualquer revisão, sendo os eventuais resíduos compensados no reajuste subsequente, sem retroatividade; V - para fins do disposto no inciso II, será utilizada a taxa de variação real do PIB para o ano de 2009, divulgada pelo IBGE até o último dia útil do ano de 2010; VI - ato do Poder Executivo divulgará os valores mensal, diário e horário do salário mínimo decorrentes do disposto neste artigo, correspondendo o valor diário a um trinta avos e o valor horário a um duzentos e vinte avos do valor mensal; VII - até 31 de março de 2011, o Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional projeto de lei dispondo sobre a política de valorização do salário mínimo para o período de 2012 a 2023, inclusive; e VIII - o projeto de lei de que trata o inciso VII preverá a revisão das regras de aumento real do salário mínimo a serem adotadas para os períodos de 2012 a 2015, 2016 a 2019 e 2020 a 2023. Em virtude do disposto no inciso I, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 17,00 (dezessete reais) e o valor horário, a R$ 2,32 (dois reais e trinta e dois centavos). Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Fica revogada, a partir de 1º de janeiro de 2010, a Lei nº 11944, de 28 de maio de 2009.

3 – MERCADOS FINANCEIROS (CAPITAIS/FINANCEIRO/PREVIDÊNCIA

PRIVADA) 3.1 – BACEN: PROCEDIMENTOS APLICÁVEIS NO RECONHECIMENTO, MENSURAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE PROVISÕES, CONTINGÊNCIAS PASSIVAS E CONTINGÊNCIAS ATIVAS – RESOLUÇÃO 3823/2009 Através da Resolução nº 3823, de 16/12/2009, o Banco Central do Brasil, resolveu que: As instituições financeiras e as demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem observar o Pronunciamento Técnico CPC25, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), no reconhecimento, mensuração e divulgação de provisões, contingências passivas e contingências ativas.

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Os pronunciamentos do CPC citados no texto do CPC25, enquanto não referendados por ato específico do Conselho Monetário Nacional, não podem ser aplicados. O disposto nesta resolução não se aplica às administradoras de consórcio, que seguirão as normas editadas pelo Banco Central do Brasil no exercício de sua competência legal. As instituições devem manter à disposição do Banco Central do Brasil, pelo prazo de cinco anos, toda a documentação e detalhamento utilizados no reconhecimento, mensuração e divulgação de provisões, contingências passivas e contingências ativas. Verificada impropriedade ou inconsistência nos processos de classificação, divulgação e registro contábil das provisões, contingências passivas e contingências ativas, o Banco Central do Brasil poderá determinar os ajustes necessários, com o consequente reconhecimento contábil dos efeitos nas demonstrações contábeis. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2010. Fica revogada, a partir de 1º de janeiro de 2010, a Resolução nº 3535, de 31 de janeiro de 2008. 4 – LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS (FEDERAL/ESTADUAL/MUNICIPAL) 4.1 – LEGISLAÇÃO FEDERAL: EXPEDIENTE – DIVULGA OS DIAS DE FERIADOS NACIONAIS E DE PONTOS FACULTATIVOS NO ANO DE 2010 – PORTARIA SECRETARIA EXECUTIVA MPOG 834/2009 A Portaria nº 834, de 06/11/2009, da Secretaria Executiva do MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, resolve: Divulgar os dias de feriados nacionais e de pontos facultativos no ano de 2010, para cumprimento pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais: I - 1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional); II - 15 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo); III -16 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo); IV - 17 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até às 14 horas); V - 2 de abril, Paixão de Cristo (ponto facultativo); VI - 21 de abril, Tiradentes (feriado nacional); VII - 1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional); VIII - 3 de junho, Corpus Christi (ponto facultativo); IX - 7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional); X - 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional); XI - 1º de novembro, Dia do Servidor Público - artigo 236, da Lei nº 8112, de 11 de dezembro de 1990 (ponto facultativo) comemoração do dia 28 de outubro; XII- 2 de novembro, Finados (feriado nacional); XIII - 15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional); XIV - 24 de dezembro, véspera do Natal (ponto facultativo após as 14 horas); XV - 25 de dezembro, Natal (feriado nacional); e XVI - 31 de dezembro, véspera de Ano Novo (ponto facultativo após as 14 horas). Os feriados declarados em lei estadual ou municipal, de que trata a Lei nº 9093, de 12 de setembro de 1995, serão observados pelas repartições da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional nas respectivas localidades.

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Os dias de guarda dos credos e religiões, não relacionados nesta Portaria, poderão ser compensados na forma do inciso II, do artigo 44, da Lei nº 8112, de 1990, desde que previamente autorizado pelo responsável pela unidade administrativa de exercício do servidor. Caberá aos dirigentes dos órgãos e entidades a preservação e o funcionamento dos serviços essenciais afetos às respectivas áreas de competência. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. 4.2 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: PARCELAMENTO DE DÉBITOS – ALTERAÇÕES – PORTARIA CONJUNTA PGFN/RFB 11/2009 Através da Portaria Conjunta nº 11, de 11/11/2009, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e a Secretaria da Receita Federal do Brasil, resolvem que: O artigo 13 da Portaria Conjunta PGFN/RFB Nº 6, de 22 de julho de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação: "Artigo 13. Para aproveitar as condições de que trata esta Portaria, em relação aos débitos que se encontram com exigibilidade suspensa, o sujeito passivo deverá desistir, expressamente e de forma irrevogável, da impugnação ou do recurso administrativos ou da ação judicial proposta e, cumulativamente, renunciar a quaisquer alegações de direito sobre as quais se fundam os processos administrativos e as ações judiciais, até 30 (trinta) dias após o prazo final previsto para efetuar o pagamento à vista ou opção pelos parcelamentos de débitos de que trata esta Portaria. § 1º No caso em que o sujeito passivo possuir ação judicial em curso, na qual requer o restabelecimento de sua opção ou a sua reinclusão em outros parcelamentos, deverá desistir da respectiva ação judicial e renunciar a qualquer alegação de direito sobre a qual se funda a referida ação, até 30 (trinta) dias após a data de ciência do deferimento do requerimento do parcelamento ou da data do pagamento à vista. (...)" Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. 4.3 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: PARCELAMENTO DE DÉBITOS – INFORMAÇÕES ACERCA DO DEFERIMENTO DO REQUERIMENTO – PORTARIA CONJUNTA PGFN/RFB 13/2009 Através da Portaria Conjunta nº 13, de 19/11/2009, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e a Secretaria da Receita Federal do Brasil, resolvem: A partir do dia 14 de dezembro de 2009, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) disponibilizarão, em seus sítios na Internet, nos endereços http://www.pgfn.fazenda.br e http://www.receita.fazenda.br, as informações sobre o deferimento do requerimento de adesão aos parcelamentos ou ao pagamento à vista com utilização de prejuízo fiscal ou base de cálculo negativa da CSLL, de que tratam os artigos 1º a 13 da Lei nº 11941, de 27 de maio de 2009, nos termos dos parágrafos 6º a 10 do artigo 12, da Portaria Conjunta PGFN/RFB Nº 6, de 22 de julho de 2009. Os efeitos do deferimento retroagem à data do requerimento de adesão. Os prazos para desistência de impugnação ou recursos administrativos ou de ação judicial de que tratam o caput do artigo 13 e o parágrafo 4º, do artigo 32, da Portaria Conjunta PGFN/RFB Nº 6, de 2009, ficam prorrogados para 28 de fevereiro de 2010. O artigo 18, da Portaria Conjunta PGFN/RFB Nº 6, de 22 de julho de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação: "Artigo 18. (...)

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(...) § 8º Na hipótese do § 1º, considera-se deferido o parcelamento na data em que o sujeito passivo concluir a apresentação das informações necessárias à consolidação de que trata o art. 15, que terá por base a data de 30 de novembro de 2009." Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Fica revogado o artigo 19, da Portaria Conjunta PGFN/RFB Nº 6, de 22 de julho de 2009.

4.4 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: IOF – ALTERAÇÕES – DECRETO 7011/2009 O Decreto nº 7011, de 18/11/2009, determina que: O Decreto nº 6306, de 14 de dezembro de 2007, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Artigo 8º A alíquota do imposto é reduzida à zero na operação de crédito, sem prejuízo do disposto no § 5º: (...)" "Artigo 32-A. O IOF será cobrado à alíquota de um inteiro e cinco décimos por cento na cessão de ações que sejam admitidas à negociação em bolsa de valores localizada no Brasil, com o fim específico de lastrear a emissão de depositary receipts negociados no exterior. Parágrafo único. Para os efeitos do disposto no caput, o valor da operação a ser considerado para fins de apuração da base de cálculo deverá ser obtido multiplicando-se o número de ações cedidas pela sua cotação de fechamento na data anterior à operação ou, no caso de não ter havido negociação nessa data, pela última cotação de fechamento disponível." Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 4.5 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: DCTF – DISPÕE SOBRE A DECLARAÇÃO DE DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS FEDERAIS – IN RFB 974/2009 Através da Instrução Normativa nº 974, de 27/11/2009, da Secretaria da Receita Federal do Brasil, foram baixadas novas normas disciplinadoras da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), as quais serão aplicáveis em relação aos fatos geradores partir de 01/01/2010. Dentre as novidades trazidas pela norma disciplinadora, destaca-se a alteração da periodicidade de apresentação da declaração, que passará a ser mensal para todas as pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive as equiparadas, as imunes e as isentas, as autarquias e fundações da administração pública dos Estados, Distrito Federal e Municípios e os órgãos públicos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário dos Estados e do Distrito Federal e dos Poderes Executivo e Legislativo dos Municípios, desde que se constituam em unidades gestoras de orçamento. Portanto, a partir de 01/01/2010, não há mais que se falar em DCTF-Semestral, haja vista que todas as pessoas jurídicas deverão apresentar a declaração mensalmente (até o 15º dia útil do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores). Observe-se, todavia, que os órgãos públicos da administração direta da União bem como as autarquias e as fundações públicas federais somente estarão obrigadas à apresentação mensal da declaração em relação aos fatos geradores que ocorrerem a partir de 01/07/2010. A DCTF deve ser elaborada mediante a utilização de programas geradores de declaração, disponíveis na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet (www.receita.fazenda.gov.br) e deve ser apresentada mediante transmissão via internet, através do programa Receitanet, também disponível no site da RFB.

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Cabe observar, ainda, que, para fins da apresentação da DCTF relativa aos fatos geradores ocorridos a partir de 01/01/2010 (inclusive nos casos de extinção, incorporação, fusão, e cisão total ou parcial), passará a ser obrigatória a assinatura digital da declaração mediante a utilização de certificado digital válido. 4.6 – LEGISLAÇÃO FEDERAL: SIMPLES NACIONAL – ADOÇÃO PELOS ESTADOS DE SUBLIMITES PARA O ANO-CALENDÁRIO DE 2010 – RESOLUÇÃO CGSN 70/2009 Através da Resolução nº 70, de 24/11/2009, o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), resolve que: Foram adotados pelos Estados abaixo relacionados, conforme disposto nos artigos 13 e 14, da Resolução CGSN nº 4, de 30 de maio de 2007, faixas de receita bruta anual para o ano-calendário 2010, para efeito de recolhimento do ICMS, sublimites válidos também para recolhimento do ISS nos municípios neles localizados, no âmbito do Simples Nacional: I - até R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais), os seguintes Estados: a) Acre; b) Amapá; c) Alagoas; d) Paraíba; e) Piauí; f) Rondônia; g) Roraima; h) Sergipe; i) Tocantins; II - até R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais), os seguintes Estados: a) Ceará; b) Espírito Santo; c) Goiás; d) Maranhão; e) Mato Grosso; f) Mato Grosso do Sul; g) Pará; h) Pernambuco; i) Rio Grande do Norte. Nos demais Estados e no Distrito Federal, serão utilizadas todas as faixas de receita bruta anual, até R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais). Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação. 4.7 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: TRIBUTOS – ALTERAÇÕES – IN RFB 973/2009 A Instrução Normativa nº 973, de 27/11/2009, da Secretaria da Receita Federal, altera a Instrução Normativa nº.900 de 2008. Dentre as alterações destacam-se: a) a restituição de valores pagos indevidamente a título de contribuição social pelo contribuinte individual, empregado doméstico, segurado especial e pelo segurado facultativo, que será feito por PER/DCOMP (artigo 3º); b) a implementação de exceções aos impedimentos para compensação quando o crédito tiver como fundamento a alegação de inconstitucionalidade de lei (artigo 34); c) a compensação considerada não declarada, que implicará constituição dos créditos tributários que ainda não tenham sido lançados de oficio nem confessados ou implicará a cobrança dos débitos já lançados de ofício ou confessados (artigo 39); d) a empresa prestadora de serviços que sofreu retenção no ato da quitação da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços, que poderá compensar o valor retido quando do recolhimento das

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contribuições previdenciárias, inclusive as devidas em decorrência do décimo terceiro salário, desde que a retenção esteja declarada em GFIP na competência da emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços, pelo estabelecimento responsável pela cessão de mão-de-obra ou pela execução da empreitada total (artigo 48); e) a inclusão do reembolso dentre as hipóteses de vedação ao ressarcimento, restituição e compensação do crédito do sujeito passivo para com a Fazenda Nacional, objeto de discussão judicial, antes do trânsito em julgado da decisão que reconhecer o direito creditório (artigo 70); f) o termo inicial de incidência de juros remuneratórios sobre o crédito apurado em declaração de encerramento de espólio ou de saída definitiva do País (artigo 72); g) o acréscimo de juros remuneratórios sobre a compensação de contribuições previdenciárias realizadas até 3 de dezembro de 2008 (artigo 84); h) as compensações consideradas não declaradas, transmitidas no período entre 4 de dezembro de 2008 e 27 de maio de 2009, constituem confissão de dívida e instrumento hábil e suficiente para a exigência dos débitos indevidamente compensados (artigo 94); Foi ainda incluído o artigo 94-A estabelecendo que são consideradas não declaradas as compensações transmitidas no período entre 4 de dezembro de 2008 e 27 de maio de 2009 relativas a débitos de valor original de R$ 500,00, aos débitos relativos ao recolhimento mensal por carnê-leão e aos débitos relativos ao pagamento mensal por estimativas. Também foi mencionado que não se aplica à hipótese de não declarada, a compensação ao pedido de restituição de contribuições previdenciárias ou de reembolso apresentado mediante formulário e encaminhado à Receita Federal do Brasil até 30 de novembro de 2009. Foram revogados os seguintes dispositivos da Instrução Normativa nº 900 de 2009: a) parágrafo 14 do artigo 3º, que dispunha que não se aplicava à restituição requerida pelo segurado empregado, empregado doméstico, segurado especial ou segurado facultativo, a Portaria Conjunta INSS/RFB nº 10 de 2008; b) os incisos VII, VIII e IX que tratavam do impedimento à compensação pelo sujeito passivo de débitos referentes a valores inferiores a R$ 500,00, aos débitos relativos ao carnê-leão e aos débitos relativos às estimativas mensais apuradas pela pessoa jurídica; c) os parágrafos 5º e 6º, do artigo 48, que tratavam da compensação dos valores retidos, nos casos de obra de construção civil mediante empreitada total. 4.8 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: CÓDIGOS DE RECEITA – INSTITUIÇÃO – ADE CODAC 94/2009 O Ato Declaratório Executivo nº 94, de 01/12/2009, do COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, determina que: Ficam instituídos os seguintes códigos de receita: I - 0052 - Regularização de depósitos extrajudiciais não tributários - Lei nº. 12.099/2009; e II - 1467 - Regularização de depósitos judiciais não tributários - Lei nº. 12.099/2009. Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 30 de novembro de 2009. 4.9 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: CÓDIGO DE RECEITA – INSTITUIÇÃO – ADE CODAC 95/2009 O Ato Declaratório Executivo, nº 95, de 01/12/2009, do COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, determina que: Fica instituído o código de receita 1496 - IRPJ - Devolução de Restituição Indevida. Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação.

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4.10 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: PARCELAMENTO/PAGAMENTO DE DÉBITOS – DISPOSIÇÕES – PORTARIA CONJUNTA PGFN/RFB 14/2009 Através da Portaria Conjunta nº 14, de 04/12/2009, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e a Secretaria da Receita Federal do Brasil, resolvem que: A aplicação do disposto nos artigos 35 e 35-A, da Lei nº 8212, de 24 de julho de 1991, com a redação dada pela Lei nº 11941, de 27 de maio de 2009, às prestações de parcelamento e aos demais débitos não pagos até 3 de dezembro de 2008, inscritos ou não em Dívida Ativa, cobrados por meio de processo ainda não definitivamente julgado, observará o disposto nesta Portaria. No momento do pagamento ou do parcelamento do débito pelo contribuinte, o valor das multas aplicadas será analisado e os lançamentos, se necessário, serão retificados, para fins de aplicação da penalidade mais benéfica, nos termos da alínea "c", do inciso II, do artigo 106, da Lei nº 5172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional (CTN). Caso não haja pagamento ou parcelamento do débito, a análise do valor das multas referidas será realizada no momento do ajuizamento da execução fiscal pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A análise dar-se-á por competência. A aplicação da penalidade mais benéfica dar-se-á: I - mediante requerimento do sujeito passivo, dirigido à autoridade administrativa competente, informando e comprovando que se subsume à mencionada hipótese; ou II - de ofício, quando verificada pela autoridade administrativa a possibilidade de aplicação. Se o processo encontrar-se em trâmite no contencioso administrativo de primeira instância, a autoridade julgadora fará constar de sua decisão que a análise do valor das multas para verificação e aplicação daquela que for mais benéfica, se cabível, será realizada no momento do pagamento ou do parcelamento. A análise da penalidade mais benéfica, a que se refere esta Portaria, será realizada pela comparação entre a soma dos valores das multas aplicadas nos lançamentos por descumprimento de obrigação principal, conforme o artigo 35, da Lei nº 8212, de 1991, em sua redação anterior à dada pela Lei nº 11941, de 2009, e de obrigações acessórias, conforme parágrafos 4º e 5º, do artigo 32, da Lei nº 8.212, de 1991, em sua redação anterior à dada pela Lei nº 11941, de 2009, e da multa de ofício calculada na forma do artigo 35-A, da Lei nº 8212, de 1991, acrescido pela Lei nº 11941, de 2009. Caso as multas previstas nos parágrafos 4º e 5º, do artigo 32, da Lei nº 8212, de 1991, em sua redação anterior à dada pela Lei nº 11941, de 2009, tenham sido aplicadas isoladamente, sem a imposição de penalidade pecuniária pelo descumprimento de obrigação principal, deverão ser comparadas com as penalidades previstas no artigo 32-A, da Lei nº 8212, de 1991, com a redação dada pela Lei nº 11941, de 2009. A comparação deverá ser efetuada em relação aos processos conexos, devendo ser considerados, inclusive, os débitos pagos, os parcelados, os não-impugnados, os inscritos em Dívida Ativa da União e os ajuizados após a publicação da Medida Provisória nº 449, de 3 de dezembro de 2008. O valor das multas aplicadas, na forma do artigo 35, da Lei nº 8212, de 1991, em sua redação anterior à dada pela Lei nº 11941, de 2009, sobre as contribuições devidas a terceiros, assim entendidas outras entidades e fundos, deverá ser comparado com o valor das multa de ofício previsto no artigo 35-A, daquela Lei, acrescido pela Lei nº 11941, de 2009, e, caso resulte mais benéfico ao sujeito passivo, será reduzido àquele patamar. Na hipótese de ter havido lançamento de ofício relativo a contribuições declaradas na Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP), a

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multa aplicada limitar-se-á àquela prevista no artigo 35, da Lei nº 8212, de 1991, com a redação dada pela Lei nº 11941, de 2009. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. 4.11 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: DIRF – DECLARAÇÃO DO IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE – PROGRAMA GERADOR 2010 – IN RFB 983/2009 Através da Instrução Normativa nº 983, de 18/12/2009, a Secretaria da Receita Federal do Brasil, resolve que: Foram definidas novas regras a serem observadas para fins da apresentação da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf). Nos termos da referida Instrução Normativa, estão obrigados à apresentação da Dirf, caso tenham pago ou creditado rendimentos que tenham sofrido retenção do imposto de renda na fonte, ainda que em um único mês do ano-calendário a que se referir a declaração, por si ou como representantes de terceiros: a) estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas de direito privado domiciliadas no Brasil, inclusive as imunes ou isentas; b) pessoas jurídicas de direito público; c) filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior; d) empresas individuais; e) caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores; f) titulares de serviços notariais e de registro; g) condomínios edilícios; h) pessoas físicas; i) instituições administradoras ou intermediadoras de fundos ou clubes de investimentos; j) órgãos gestores de mão de obra do trabalho portuário; e k) pessoas jurídicas que tenham efetuado retenção, ainda que em único mês do ano-calendário a que se referir a Dirf, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep sobre os pagamentos efetuados a outras pessoas jurídicas, nos termos da Lei nº 10485/2002 , artigo 1º , e da Lei nº 10833/2003 , artigos 30 , 33 e 34. O programa gerador da Dirf 2010, aprovado pela Instrução Normativa RFB nº 984/2009, de uso obrigatório pelas fontes pagadoras, pessoas físicas e jurídicas, estará disponível para download no site da Secretaria da Receita Federal (RFB) na Internet (www.receita.fazenda.gov.br), a partir de 04/01/2010, e deverá ser utilizado para entrega das declarações relativas aos anos-calendário de 2004 a 2009, bem como para o ano-calendário de 2009 nos casos de extinção de pessoa jurídica decorrente de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total, nos casos de pessoas físicas que saírem definitivamente do país e nos casos de encerramento de espólio. A Dirf relativa ao ano-calendário de 2009 deverá ser entregue exclusivamente via Internet, até as 23h59min59s, horário de Brasília, do dia 26/02/2010, mediante a utilização do programa Receitanet, disponível no site da RFB, observando-se que, no caso de pessoa jurídica obrigada à apresentação mensal da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), nos termos da Instrução Normativa RFB nº 903/2008 , artigo 3º , é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante a utilização de certificado digital válido. No caso de extinção decorrente de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total ocorrida no ano-calendário de 2010, a pessoa jurídica extinta deverá apresentar a Dirf relativa ao ano-calendário de 2010 até o último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do evento, exceto quando o evento ocorrer no mês de janeiro, caso em que a Dirf poderá ser entregue até 31/03/2010. Os contribuintes que deixarem de apresentar a Dirf no prazo fixado estarão sujeitos à multa de 2% ao mês-calendário ou fração, incidente sobre o montante dos tributos e contribuições informados na

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declaração, ainda que integralmente pago, limitada a 20%. Para efeito de aplicação da multa, é considerado como termo inicial o dia seguinte ao término do prazo originalmente fixado para a entrega da declaração, e como termo final, a data da efetiva entrega ou, no caso de não apresentação, da lavratura do auto de infração. Observada a multa mínima de R$ 200,00, em se tratando de pessoa física, de pessoa jurídica inativa e de pessoa jurídica optante pelo Simples ou pelo Simples Nacional, e de R$ 500,00 nos demais casos, essa multa será reduzida: a) em 50%, quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; b) em 25%, se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação. 4.12 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: DIRF – APROVA O PROGRAMA GERADOR – DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – 2010 – IN RFB 984/2009 Através da Instrução Normativa nº 984, de 18/12/2009, a Secretaria da Receita Federal do Brasil, resolve que: Fica aprovado o programa gerador da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf 2010), de uso obrigatório pelas fontes pagadoras, pessoas físicas e jurídicas. O programa deverá ser utilizado para apresentação das declarações relativas aos anos-calendário de 2004 a 2009, bem assim para o ano-calendário de 2010 nos casos de extinção de pessoa jurídica decorrente de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total, e nos casos de pessoas físicas que saírem definitivamente do País e de encerramento de espólio. O programa é de reprodução livre e estará disponível, a partir de 04 de janeiro de 2010, na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil na Internet, no endereço <http://www.receita.fazenda.gov.br>. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. 4.13 – IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS: RFB – ACOMPANHAMENTO ECONÔMICO - TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO – ANO DE 2010 – PORTARIA RFB 2923/2009 A Portaria nº 2923, de 16/12/2009, da Secretaria da Receita Federal do Brasil, determina que:

Foram estabelecidos parâmetros para seleção das pessoas jurídicas a serem submetidas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado e especial no ano de 2010. Conforme é previsto, deverão ser indicadas ao acompanhamento diferenciado, dentre outras, as seguintes pessoas jurídicas: a) sujeitas à apuração do lucro real, presumido ou arbitrado, cuja receita bruta anual, no ano-calendário de 2008, seja superior a R$ 80.000.000,00; b) cujo montante anual de débitos declarados nas Declarações de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), relativas ao ano-calendário de 2008, seja superior a R$ 8.000.000,00; c) cujo montante anual de Massa Salarial informada nas Guias de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP), relativas ao ano-calendário de 2008, seja superior a R$ 11.000.000,00; ou d) cujo total anual de débitos declarados nas GFIP, relativas ao ano-calendário de 2008, seja superior a R$ 3.500.000,00. Também é previsto que terão acompanhamento especial, as pessoas jurídicas: a) sujeitas à apuração do lucro real, presumido ou arbitrado, cuja receita bruta anual, no ano-calendário de 2008, seja superior a R$ 370.000.000,00;

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b) cujo montante anual de débitos declarados nas Declarações de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), relativas ao ano-calendário de 2008, seja superior a R$ 37.000.000,00; c) cujo montante anual de Massa Salarial informada nas GFIP, relativas ao ano-calendário de 2008, seja superior a R$ 45.000.000,00; ou d) cujo total anual de débitos declarados nas GFIP, relativas ao ano-calendário de 2008, seja superior a R$ 15.000.000,00. Destaca-se que deverá ser encaminhada comunicação às referidas pessoas jurídicas, até o último dia útil do mês de janeiro de cada ano, sobre sua indicação para acompanhamento diferenciado. A Portaria nº 2923, revogou a Portaria RFB Nº 2521, de 29 de dezembro de 2008, que estabelecia parâmetros para seleção das pessoas jurídicas a serem submetidas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado e especial no ano de 2009. 4.14 – LEGISLAÇÃO FEDERAL: CONFAZ – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS – NOTA FISCAL ELETRÔNICA – NF-e - DANFE E DOS PEDIDOS DE CONCESSÃO DE USO, CANCELAMENTO, INUTILIZAÇÃO E CONSULTA A CADASTRO VIA WEBSERVICES – ATO COTEPE/ICMS CONFAZ 49/2009 Através do Ato Cotepe/ICMS Confaz nº 49, de 27/11/2009, o Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, no uso de suas atribuições que lhe confere o artigo 12, XIII, do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS - COTEPE/ICMS, de 12 de dezembro de 1997, por este ato, torna público que a Comissão, sua 139ª reunião ordinária, realizada nos dias 24 a 27 de novembro de 2009, em Brasília, DF, decidiu que: Fica aprovado o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, Versão 4.01, que estabelece as especificações técnicas da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica - DANFE e dos Pedidos de Concessão de Uso, Cancelamento, Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro, a que se refere o Ajuste SINIEF 07/05, de 05 de outubro de 2005. O Manual de Integração referido estará disponível na página do CONFAZ (www.fazenda.gov.br/confaz) identificado como Manual_NFe_v401_2009-11-04.pdf e terá como chave de codificação digital a seqüência 7c608974888295f418e9052252e3a849, obtida com a aplicação do algoritmo MD5 - "Message Digest" 5. As disposições técnicas estabelecidas pelo Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, Versão 4.01, entrarão em vigor no dia 1º de abril de 2010. As Secretarias de Fazenda autorizadoras de NF-e deverão disponibilizar a Versão 4.01, em ambiente de homologação, até o dia 31 de janeiro de 2010. Fica revogado, a partir de 1º de outubro de 2010, o Ato COTEPE 03, de 10 de março de 2009. O contribuinte poderá utilizar as disposições técnicas estabelecidas pelo Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, Versão 3.0, até o dia 30 de setembro de 2010. Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, ficando revogado o Ato COTEPE Nº. 39, de 10 de setembro de 2009 4.15 – LEGISLAÇÃO ESTADUAL (SÃO PAULO): ICMS – NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) – OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO – DN CAT 17, DE 24/11/2009 ICMS - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) - Obrigatoriedade de emissão - Compete ao contribuinte verificar se as atividades que desenvolve estão ou não relacionadas nos Anexos I e II da Portaria CAT-162/2008. O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no artigo 522 do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de

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Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS/2000, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, decide: Fica aprovado o entendimento contido na Resposta à Consulta nº. 597/2009, de 16 de outubro de 2009, cujo texto é reproduzido a seguir, com adaptações: 1 - Contribuinte do ICMS questiona se a atividade por ele exercida corresponde à descrita nos Anexos I e II da Portaria CAT-162/2008, para fins de obrigatoriedade da emissão de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e. 2 - Registre-se, preliminarmente, que o artigo 7º da Portaria CAT-162/2008, de 29 de dezembro de 2008, na redação dada pela Portaria CAT-173/2009, de 1º de setembro de 2009, estabelece que: "Artigo 7º Deverão, obrigatoriamente, emitir Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, os contribuintes que: I - exerçam as atividades relacionadas no Anexo I; II - não abrangidos pelo inciso I, estiverem enquadrados nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE relacionados no Anexo II; III - independentemente da atividade econômica exercida, a partir de 1º de dezembro de 2010, realizarem operações destinadas a: a) Administração Pública direta ou indireta, inclusive empresa pública e sociedade de economia mista, de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; b) destinatário localizado em outra unidade da Federação. (...) § 2º para fins do disposto no inciso II, deve-se considerar o código da CNAE principal do contribuinte, bem como os secundários, conforme conste ou, por exercer a atividade, deva constar em seus atos constitutivos ou em seus cadastros, junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) da Receita Federal do Brasil (RFB) e no Cadastro de Contribuinte do ICMS da Secretaria da Fazenda. § 3º a obrigatoriedade de emissão de NF-e: 1 - aplica-se a todas as operações praticadas em todos os estabelecimentos pertencentes aos contribuintes, localizados em território paulista, sendo vedada a emissão de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, exceto nas hipóteses do § 4º; 2 - quando prevista expressamente para importador, que não se enquadre em outras hipóteses de obrigatoriedade, ficará restrita a operação de importação; 3 - em relação ao inciso III, caso o contribuinte não se enquadre em outras hipóteses de obrigatoriedade, ficará restrita às operações referidas no inciso III. (...)" 3 - a obrigatoriedade de emissão da NF-e imposta pelo inciso I do artigo 7º da Portaria CAT-162/2008, acima transcrito, está relacionada ao desenvolvimento da atividade econômica em si, de forma preponderante ou secundária, pelo contribuinte, desde que essa atividade esteja descrita no Anexo I da referida portaria. 4 - Já a obrigatoriedade ecoada pelo inciso II leva em consideração o código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE, principal ou secundário, no qual esteja enquadrado o contribuinte, ou, por exercer a atividade, deva constar no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e no Cadastro de Contribuintes do ICMS, aplicando-se a obrigatoriedade de emissão da NF-e aos contribuintes enquadrados nos códigos da CNAE relacionados no Anexo II da mencionada Portaria CAT-162/2008. 5 - no que tange ao inciso III, a obrigatoriedade de emissão da NF-e leva em consideração, independentemente da atividade econômica desenvolvida pelo contribuinte, a ocorrência das operações previstas nas alíneas "a" e "b" desse inciso, quais sejam, operações destinadas à Administração Pública, direta ou indireta, ou a destinatário localizado em outra unidade da Federação. Nessa hipótese, a obrigatoriedade de emissão da NF-e fica restrita a essas operações, caso o contribuinte não se enquadre em outras situações de obrigatoriedade. 6 - É necessário salientar ainda que, caso o contribuinte exerça alguma atividade relacionada no Anexo I da Portaria CAT-162/2008 e que também tenha sua CNAE relacionada no Anexo II dessa mesma portaria, estará obrigado à emissão da NF-e na data prevista no Anexo I ou II que ocorrer primeiro. 7 - Feitas as considerações acima, no que tange à obrigatoriedade de emissão da NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, é responsabilidade do contribuinte verificar, primeiramente, se as atividades que desenvolve estão ou não relacionadas no Anexo I da Portaria CAT-162/2008. 8 - Caso a atividade que desenvolve não esteja relacionada no Anexo I, o contribuinte deverá, então, verificar se o seu código na CNAE, principal ou secundário, está relacionado no Anexo II.

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9 - Estando o contribuinte obrigado à emissão da NF-e, seja pela atividade que desenvolve, seja pelo código da CNAE no qual encontra-se enquadrado ou ainda pela destinação das operações que pratica, deverá solicitar o credenciamento voluntário de seus estabelecimentos, conforme previsto no artigo 3º da Portaria CAT-162/2008, se já não tiver sido credenciado de ofício. 10 - Uma vez obrigado à emissão da NF-e, essa obrigatoriedade aplica-se a todas as operações praticadas por todos os estabelecimentos localizados em território paulista pertencentes ao contribuinte, sendo vedada a emissão de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, exceto nas hipóteses previstas no § 4º do artigo 7º da Portaria CAT-162/2008, o qual dispõe sobre as situações em que não é obrigatória a emissão de NF-e. 11 - por fim, vale lembrar que dúvidas pertinentes à emissão da NF-e poderão ser dirimidas mediante envio de perguntas ao "Fale Conosco", disponibilizado pela Secretaria da Fazenda no endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br/nfe/. 4.16 – LEGISLAÇÃO ESTADUAL (SÃO PAULO): DIREITO DO CONSUMIDOR – OBRIGA OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS A FIXAR DATA E TURNO PARA ENTREGA DE PRODUTOS OU REALIZAÇÃO DE SERVIÇOS – DECRETO ESTADUAL 55015/2009 O Decreto Estadual nº 55015, de 11/11/2009, regulamenta a obrigação de o fornecedor fixar data e turno para a entrega de produtos e realização de serviços aos consumidores. Caberá à Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor - PROCON/SP fiscalizar o cumprimento da Lei nº. 13.747 , de 7 de outubro de 2009. O fornecedor de bens e serviços deverá estipular, no ato da contratação, a data e o turno para o cumprimento das suas obrigações. Os turnos estabelecidos pelo artigo 2º, da Lei nº 13747/2009 são: I - turno da manhã: das 7 às 12 horas; II - turno da tarde: das 12 às 18 horas; III - turno da noite: das 18 às 23 horas. O fornecedor deverá informar, prévia e adequadamente, as datas e respectivos turnos disponíveis para entrega de produtos ou prestação de serviços, sendo assegurado ao consumidor o direito de escolher entre as opções oferecidas. No ato da finalização da contratação de fornecimento de bens ou da realização de serviços, o fornecedor entregará ao consumidor, por escrito, documento com as seguintes informações: I - identificação do estabelecimento comercial, da qual conste a razão social, o nome fantasia, o número de inscrição no CNPJ, o endereço e número do telefone para contato; II - descrição do produto a ser entregue ou do serviço a ser prestado; III - data e turno em que o produto deverá ser entregue ou prestado o serviço; IV - endereço onde deverá ser entregue o produto ou realizado o serviço. No caso de comércio à distância ou não presencial, o documento deverá ser enviado ao consumidor, previamente à efetiva entrega do produto ou realização do serviço, por meio de mensagem eletrônica, fac-símile, correio ou outro meio indicado. O fornecedor que não informar data e turno para entrega de produto ou para realização do serviço nos termos estabelecidos por este decreto, ou não cumprir a data e o turno ajustados, ficará sujeito às sanções previstas no artigo 56, da Lei Federal nº 8.078 , de 11 de setembro de 1990 - Código de Defesa do Consumidor , aplicáveis na forma de seus artigos 57 a 60. Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

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4.17 – LEGISLAÇÃO ESTADUAL (SÃO PAULO): UFESP – VALOR DA UNIDADE FISCAL – PERÍODO DE 1º DE JANEIRO A 31 DE DEZEMBRO DE 2010 – COMUNICADO DIRETORIA ARRECADAÇÃO 55/2009 O Comunicado nº 55, de 17/12/2009, da Diretoria de Arrecadação, considerando o que dispõe o artigo 603 das Disposições Finais do RICMS, aprovado pelo Decreto nº 45490, de 30/11/2000 (D.O. de 1/12/2000), comunica que o valor da Unidade Fiscal do Estado de São Paulo - UFESP, para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2010, será de R$ 16,42. 4.18 – LEGISLAÇÃO ESTADUAL (SÃO PAULO): ICMS – VALOR MÍNIMO PARA EMISSÃO DE NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR PARA 2010 – COMUNICADO DIRETORIA ARRECADAÇÃO 56/2009 Através do Comunicado nº 56, de 17/12/2009, a Diretoria de Arrecadação, tendo em vista o que dispõe o Artigo 134, do RICMS, aprovado pelo Decreto nº 45490, de 30/11/2000 (D.O. de 1/12/2000), informa que, no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2010, a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor será facultativa quando o valor da operação for inferior a R$ 8,00 (oito reais), desde que não exigida pelo consumidor. 4.19 – LEGISLAÇÃO MUNICIPAL (SÃO PAULO): MULTAS ADMINISTRATIVAS – APROVA A TABELA DE ATUALIZAÇÃO – DECRETO MUNICÍPIO SÃO PAULO 51126/2009 Através do Decreto nº 51126, de 17/12/2009, fica aprovada a Tabela anexa, que atualiza o valor monetário das multas estabelecidas na legislação municipal. Este decreto entrará em vigor em 1º de janeiro de 2010, revogado o Decreto nº 50343, de 22 de dezembro de 2008 . 5 – CONTABILIDADE 5.1 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC T 19.32 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS - RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.196, DE 21/10/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir do IAS 39 do IASB, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração, resolve: Art. 1º Aprovar a NBC T 19.32 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010, sendo recomendada sua adoção antecipada. 5.2 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC T 19.33 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS - APRESENTAÇÃO - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.197, DE 21/10/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

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CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir do IAS 32 do IASB, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 39 - Instrumentos Financeiros: Apresentação, RESOLVE: Art. 1º Aprovar a NBC T 19.33 - Instrumentos Financeiros: Apresentação. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010, sendo recomendada sua adoção antecipada. 5.3 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC T 19.34 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS - EVIDENCIAÇÃO - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.198, DE 21/10/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir do IFRS 7 do IASB, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 40 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação, resolve: Art. 1º Aprovar a NBC T 19.34 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010, sendo recomendada sua adoção antecipada. 5.4 – CONTABILIDADE: APROVA A IT 02 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS - RECONHECIMENTO, MENSURAÇÃO E EVIDENCIAÇÃO - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.199, DE 21/10/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis aprovou a Orientação Técnica OCPC 03 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação, RESOLVE: Art. 1º Aprovar a IT 02 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando a Resolução CFC nº 1.153/09, publicada no D.O.U., Seção I, de 27/01/09. 5.5 – CONTABILIDADE: ALTERA DISPOSITIVOS DA RESOLUÇÃO CFC Nº. 949/2002 - REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS PROCESSUAIS DOS CONSELHOS DE CONTABILIDADE - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.249, DE 27/11/2009 Altera dispositivos da Resolução CFC nº. 949/2002, Regulamento de Procedimentos Processuais dos Conselhos de Contabilidade, que dispõe sobre os processos administrativos de fiscalização e dá outras providências.

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5.6 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC T 19.36 - DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.240, DE 27/11/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº. 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir do IAS 27, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 36 - Demonstrações Consolidadas, resolve: Art. 1º Aprovar a NBC T 19.36 - Demonstrações Consolidadas. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º. de janeiro de 2010, sendo recomendada sua adoção antecipada. Art. 3º Fica revogada a partir de 1º de janeiro de 2010 a Resolução CFC nº. 937/02, publicada no D.O.U., Seção I, de 11/6/02. 5.7 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC T 19.37 - INVESTIMENTO EM COLIGADA E EM CONTROLADA - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.241, DE 27/11/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº. 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir do IAS 28 do IASB, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 18 - Investimento em Coligada e em Controlada, resolve: Art. 1º Aprovar a NBC T 19.37 - Investimento em Coligada e em Controlada. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º. de janeiro de 2010, sendo recomendada sua adoção antecipada. 5.8 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC T 19.38 - INVESTIMENTO EM EMPREENDIMENTO CONTROLADO EM CONJUNTO (JOINT VENTURE) - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.242, DE 27/11/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº. 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir do IAS 31 do IASB, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 19 - Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture), resolve: Art. 1º Aprovar a NBC T 19.38 - Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture). Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º. de janeiro de 2010, sendo recomendada sua adoção antecipada.

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Art. 3º Fica revogada a partir de 1º de janeiro de 2010 a Resolução CFC nº. 1.053/05, publicada no D.O.U., Seção I, de 8/11/05. 5.9 – CONTABILIDADE: PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES EM TRABALHOS AUXILIARES DA PROFISSÃO CONTÁBIL - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.246, DE 27/11/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, resolve: Art. 1º O aluno matriculado em curso superior de Ciências Contábeis ou em curso Técnico em Contabilidade poderá participar de trabalhos auxiliares da área contábil, respeitando as prerrogativas profissionais estabelecidas no Decreto-Lei nº. 9.295, de 27 de maio de 1946, art. 25, alíneas "a" e "b", sob a supervisão, orientação e responsabilidade direta de profissional de Contabilidade legalmente habilitado. Parágrafo único. Os estudantes do curso superior em Ciências Contábeis poderão participar de trabalhos auxiliares compreendidos entre todas as prerrogativas profissionais estabelecidas pelo Art. 25 do Decreto-Lei nº. 9.295/46, inclusive dos trabalhos privativos de contadores, entre eles, perícias judiciais ou extrajudiciais, auditorias contábeis, verificação de haveres, revisão permanente ou periódica de escritas, assim entendidas as contabilidades societárias e fiscais e quaisquer outras atribuições de natureza técnica conferidas por lei aos profissionais de Contabilidade. Art. 2º O estudante deverá comprovar a regularidade da matrícula e da frequência perante o responsável da organização contábil, que será apresentada à fiscalização do CRC da sua jurisdição sempre que solicitado, como condição de legitimidade de sua participação nos trabalhos. Art. 3º A participação nos trabalhos auxiliares a que se refere a presente Resolução está condicionada à comprovação, pelo estudante, de 300 (trezentas) horas/aula de disciplina específica de Contabilidade. Art. 4º A inobservância do disposto nesta Resolução constitui infração, inclusive ao Código de Ética Profissional do Contabilista, e o profissional será punido com a multa prevista na alínea "c", do art. 27, do Decreto-Lei nº. 9.295, de 27 de maio de 1946. Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário e, especialmente, as Resoluções CFC nºs 648/89 e 650/89. 5.10 – CONTABILIDADE PÚBLICA FEDERAL: ALTERAÇÕES - BALANÇO ORÇAMENTÁRIO - FINANCEIRO - PATRIMONIAL - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - MUTAÇÕES E RESULTADO ECONÔMICO - PORTARIA STN Nº. 749, DE 15/12/2009 Aprova a alteração dos Anexos Nº. 12 (Balanço Orçamentário), Nº. 13 (Balanço Financeiro), Nº. 14 (Balanço Patrimonial) e Nº. 15 (Demonstração das Variações Patrimoniais), inclui os Anexos Nº. 18 (Demonstração dos Fluxos de Caixa), Nº. 19 (Demonstração das Mutações no Patrimônio Líquido) e Nº. 20 (Demonstração do Resultado Econômico) da Lei Nº. 4.320, de 17 de março de 1964, e dá outras providências. O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria do Ministro de Estado da Fazenda Nº. 141, de 10 de julho de 2008, e tendo em vista o disposto no art. 50, § 2º, da Lei Complementar Nº. 101, de 4 de maio de 2000, e no art. 113 da Lei Nº. 4.320, de 17 de março de 1964, e Considerando o disposto no inciso I do art. 6º do Decreto Nº. 6.976, de 7 de outubro de 2009, e no inciso I do art. 17 da Lei Nº. 10.180, de 6 de fevereiro de 2001, que conferem à Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda a condição de órgão central do Sistema de Contabilidade Federal; Considerando o disposto no inciso XXIV do art. 7º do Decreto Nº. 6.976, de 07 de outubro de 2009, que confere à Secretaria do Tesouro Nacional, na condição de órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, a competência de atualizar, sempre que julgar conveniente, os anexos que integram a Lei 4.320, de 17 de março de 1964. Considerando as competências do órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, estabelecidas no art. 7º do Decreto Nº. 6.976, de 07 de outubro de 2009, complementadas pelo disposto no inciso XVII do art. 21 do Anexo I do Decreto Nº. 6.764, de 10 de fevereiro de 2009, e no art. 18 da Lei Nº. 10.180, de 06 de fevereiro de 2001; Considerando as transformações verificadas nos últimos anos no cenário econômico mundial, representadas, notadamente, pelo acelerado processo de globalização da economia;

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Considerando a necessidade de promover a convergência das práticas contábeis vigentes no setor público com as normas internacionais de contabilidade, tendo em vista as condições, peculiaridades e o estágio de desenvolvimento do país, conforme o inciso II, art. 4º e inciso XXVII, art. 7º do Decreto Nº. 6.976, de 7 de outubro de 2009. Considerando a importância de que os entes públicos disponibilizem informações contábeis transparentes e comparáveis, que sejam compreendidas por analistas financeiros, investidores, auditores, contabilistas e demais usuários, independentemente de sua origem e localização; Considerando que a adoção de boas práticas contábeis fortalece a credibilidade da informação, facilita o acompanhamento e a comparação da situação econômico-financeira e do desempenho dos entes públicos, possibilita a economicidade e eficiência na alocação de recursos; Considerando a necessidade de apuração de estatísticas fiscais consolidadas, de interesse nacional, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, segundo as melhores práticas consagradas em acordos e convênios internacionais de que o Brasil é parte; e Considerando a necessidade de elaboração e publicação de demonstrações contábeis consolidadas e padronizadas para todos os entes, em cumprimento do disposto no inciso II do art. 1º da Portaria MF Nº. 184, de 25 de agosto de 2008 e do inciso VI do art. 7º do Decreto Nº. 6.976, de 07 de outubro de 2009, resolve: Art. 1º Alterar os Anexos Nº. 12 (Balanço Orçamentário), Nº. 13 (Balanço Financeiro), Nº. 14 (Balanço Patrimonial) e Nº. 15 (Demonstração das Variações Patrimoniais), e incluir os Anexos Nº. 18 (Demonstração dos Fluxos de Caixa), Nº. 19 (Demonstração das Mutações no Patrimônio Líquido) e Nº. 20 (Demonstração do Resultado Econômico), da Lei Nº. 4.320, de 1964. Art. 2º Disponibilizar as demonstrações contábeis anexas a esta Portaria no sítio da Secretaria do Tesouro Nacional, no endereço eletrônico http://www.tesouro.fazenda.gov.br. Art. 3º Para fins de cumprimento do art. 111 e 112 da Lei 4.320, de 17 de março de 1964, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios encaminharão à STN, na forma a ser regulamentada, os dados contábeis e fiscais exigidos por lei, inclusive os para fins estatísticos, mediante sistema informatizado de coleta de dados. Art. 4º O Anexo Nº. 19 (Demonstração das Mutações no Patrimônio Líquido) da Lei Nº. 4.320, de 17 de março de 1964, será obrigatória apenas para as empresas estatais dependentes e para os entes que as incorporarem no processo de consolidação das contas. Art. 5º O Anexo Nº. 20 (Demonstração do Resultado Econômico) da Lei Nº. 4.320, de 17 de março de 1964, será de elaboração facultativa pelos entes da federação. Art. 6º As demonstrações contábeis consolidadas devem conter a identificação da entidade do setor público, da autoridade responsável e do contabilista. Art. 7º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação e tem seus efeitos de forma facultativa a partir de 2010 e obrigatória a partir de 2012 para União, Estados e Distrito Federal e 2013 para os Municípios. Parágrafo único. O ente da Federação que optar por cumprir as disposições desta Portaria antes do começo de sua compulsoriedade deverá também publicar as suas demonstrações contábeis de acordo com os anexos originais da Lei 4.320, de 17 de março de 1964. 5.11 – CONTABILIDADE PÚBLICA FEDERAL: DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - PORTARIA STN Nº. 751, DE 16/12/2009 Aprova o volume V - Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público e republica o volume IV - Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, da 2ª edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, e dá outras providências. O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL, no exercício das atribuições que lhe foram conferidas pelo Regimento Interno da Secretaria do Tesouro Nacional, aprovado pela Portaria MF Nº. 141, de 10 de julho de 2008, combinado com o inciso I do art. 6º do Decreto Nº. 6.976, de 7 de outubro de 2009, que confere à Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda - STN/MF a condição de órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, e tendo em vista o disposto no art. 50, § 2º, da Lei Complementar Nº. 101, de 4 de maio de 2000, e Considerando as competências do órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, estabelecidas no art. 7º do Decreto Nº. 6.976, de 7 de outubro de 2009, complementadas pela atribuição definida nos

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incisos XV, XVI e XVII do art. 21 do Decreto Nº. 6.764, de 10 de fevereiro de 2009, e conforme art. 18 da Lei nº. - 10.180, de 6 de fevereiro de 2001; Considerando a necessidade de: a) padronizar os procedimentos contábeis nos três níveis de governo, com o objetivo de orientar e dar apoio à gestão patrimonial na forma estabelecida na Lei Complementar Nº. 101, de 4 de maio de 2000, Lei de Responsabilidade Fiscal; b) elaborar demonstrações contábeis consolidadas e padronizadas com base no Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, a ser utilizado por todos os entes da Federação, conforme o disposto no inciso II do art. 1º da Portaria Nº. 184, de 25 de agosto de 2008, do Ministério da Fazenda; e Considerando a necessidade de proporcionar maior transparência sobre as contas públicas, resolve: Art. 1º Aprovar o Volume V - Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público como parte integrante da 2ª edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público - MCASP Art. 2º Republicar o Volume IV - Plano de Contas Aplicado ao Setor Público como parte integrante da 2ª edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público - MCASP. Art. 3º A Secretaria do Tesouro Nacional disponibilizará versão eletrônica do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público no endereço eletrônico http://www.tesouro.fazenda.gov.br/legislacao/leg_contabilidade.asp. Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação e tem seus efeitos de forma facultativa a partir de 2010 e obrigatória a partir de 2012 para União, Estados e Distrito Federal e 2013 para os Municípios, revogando-se a Portaria STN nº. 467, de 6 de agosto de 2009 nos aspectos relacionados à publicação do Volume IV - Plano de Contas Aplicado ao Setor Público. 5.12 – CONTABILIDADE: APLICAÇÃO ANTECIPADA DAS NORMAS BRASILEIRAS - EDITADAS EM 2009 - COM VIGÊNCIA A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2010 - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.269, DE 10/12/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº. 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos, Interpretações e Orientações sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que a aplicação das normas é compulsória para a apresentação das demonstrações contábeis de exercícios sociais a iniciar-se a partir de 1º. de janeiro de 2010; CONSIDERANDO que, consoante o processo de convergência das normas internas às normas internacionais, a adoção antecipada de uma norma, interpretação ou comunicado técnico convergido somente poderá ser feita se a adoção antecipada for estendida à totalidade desses normativos, resolve: Art. 1º A adoção antecipada das Normas Brasileiras de Contabilidade convergidas, editadas em 2009, somente poderá ser exercida se aplicada a todas as normas, com vigência a partir de 1º janeiro de 2010. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 5.13 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC PP 01 - PERITO CONTÁBIL - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.244, DE 10/12/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que a constante evolução e a crescente importância da perícia contábil exigem atualização e aprimoramento das normas endereçadas à sua regência, de modo a manter permanente justaposição e ajustamento entre o trabalho a ser realizado e o modo ou processo dessa realização, resolve: Art. 1º Aprovar a NBC PP 01 - Perito Contábil. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2010.

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Art. 3º Ficam revogadas, a partir de 1º de janeiro de 2010, as Resoluções CFC nº. 857/99, 1.050/05, 1.051/05, 1.056/05 e 1.057/05, publicadas no D.O.U., Seção I, de 29/10/99, 08/11/05, 08/11/05, 23/12/05 e 23/12/05, respectivamente. 5.14 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC TP 01 - PERÍCIA CONTÁBIL - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.243, DE 10/12/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que a constante evolução e a crescente importância da perícia contábil exigem atualização e aprimoramento das normas endereçadas à sua regência, de modo a manter permanente justaposição e ajustamento entre o trabalho a ser realizado e o modo ou processo dessa realização, resolve: Art. 1º Aprovar a NBC TP 01 - Perícia Contábil. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2010. Art. 3º Ficam revogadas, a partir de 1º de janeiro de 2010, as Resoluções CFC nº. 858/99, 938/02, 939/02, 940/02, 985/03, 1.021/05 e 1.041/05, publicadas no D.O.U., Seção I, de 29/10/99, 11/06/02, 11/06/02, 11/06/02, 28/11/03, 22/04/05 e 22/09/05, respectivamente. 5.15 – CONTABILIDADE: APROVA A NBC T 19.41 - CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.255, DE 10/12/2009 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Conselho Federal de Contabilidade, em conjunto com outras entidades, é membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), criado pela Resolução CFC nº 1.055/05; CONSIDERANDO que o CPC tem por objetivo estudar, preparar e emitir Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade e divulgar informações dessa natureza, visando permitir a emissão de normas uniformes pelas entidades-membro, levando sempre em consideração o processo de convergência às normas internacionais; CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir da IFRS for SMEs do IASB, aprovou o Pronunciamento Técnico PME Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, resolve: Art. 1º Aprovar a NBC T 19.41 - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010. 5.16 – CONTABILIDADE: TERMO DE TRANSFERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA: CRC-SP - RESOLUÇÃO Nº. 1040, DE 30/11/2009 O Plenário do CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições regimentais; CONSIDERANDO que o Contabilista necessita de uma regulamentação para a transferência de responsabilidade técnica de seus clientes; CONSIDERANDO que um termo para documentar a transferência de um responsável técnico para outro facilita o trabalho de fiscalização nas organizações contábeis; CONSIDERANDO que o controle da transferência de responsabilidade técnica, além de valorizar a profissão, busca assegurar a conduta ética e profissional da Classe Contábil; e, CONSIDERANDO a solicitação apresentada pelo SESCON SP - Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo para a normatização da transferência de responsabilidade técnica; resolve: Art. 1º - Aprovar o Termo de Transferência de Responsabilidade Técnica como conduta ética e profissional entre Contabilistas que faz parte integrante desta Resolução, como Anexo I, Modelo de Termo de Transferência de Responsabilidade Técnica, como Anexo II e Modelo de Autorização de Transferência de Serviços Contábeis e de Serviços Acessórios, como Anexo III.

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Art. 2º - A inobservância desta Resolução constitui infração aos artigos 2º, inciso VII, 7º e 11, inciso IV, da Resolução CFC nº. 803/1996 - Código de Ética Profissional do Contabilista. Art. 3º - Esta Resolução entra em vigor 90 (noventa dias) após a data de sua publicação.

ESTE BOLETIM FOI EMITIDO PELO DEPARTAMENTO DE IMPOSTOS

DA SACHO – AUDITORES INDEPENDENTES

EM 04/01/2010