Clinica medica adulto 2014. Administração de medicação Administração de medicamentos é um dos deveres de maior responsabilidade da equipe de enfermagem

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  • Clinica medica adulto 2014
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  • Administrao de medicao Administrao de medicamentos um dos deveres de maior responsabilidade da equipe de enfermagem. Requer conhecimentos de farmacologia e teraputica mdica no que diz respeito a ao, dose, efeitos colaterais, mtodos e precaues na administrao de drogas. VIAS DE ADMINISTRAO DE MEDICAMENTOS 1. Gastrointestinal: Oral ou bucal Sublingual. Gstrica. Retal. Duodenal.
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  • Continuao.... Respiratria Vaginal. Cutnea Nasal Ocular Auricular Parenteral: intradrmica (ID), subcutnea (SC), Intramuscular (IM), Endovenosa (EV) ou intravenosa
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  • Via oral, sublingual, Gstrica Via oral, bucal a administrao de medicamento pela boca. Contra-indicaes Pacientes incapazes de deglutir ou inconscientes. Em casos de vmito. Quando o paciente est em jejum para cirurgia ou exame. Via sublingual Consiste em colocar o medicamento debaixo da lngua e deixar que seja absorvido pela mucosa bucal. Via gstrica feita atravs da introduo do medicamento na sonda nasogstrica. utilizada para pacientes inconscientes e pacientes impossibilitados de deglutir. Os medicamentos slidos so dissolvidos em gua e introduzidos na via gstrica com seringa. As cpsulas so abertas, dissolvendo-se o p medicamentoso nelas contido
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  • Via retal, vaginal, tpica e nasal Via retal a introduo do medicamento no reto, em forma de supositrios ou clister medicamentoso. Via vaginal a introduo e absoro de medicamentos no canal vaginal. O medicamento pode ser introduzido sob a forma de: Velas, tampes, supositrios, comprimidos, vulos, Lavagens e irrigao, Cremes ou gel. Via tpica ou cutnea a aplicao de medicamento por frico na pele. Sua ao pode ser local ou geral. Ex.: pomadas, linimentos, anti-spticos. Via nasal Consiste em levar mucosa nasal um medicamento lquido.
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  • Cont... Via ocular a aplicao de colrio ou pomada na conjuntiva ocular. Via auricular Consiste em introduzir o medicamento no conduto auditivo externo (ouvido). Mtodo Entre abrir a orelha e pingar a medicao, evitando que o conta-gotas toque o orifcio interno do ouvido. No adulto, puxar com delicadeza o pavilho da orelha para cima e para trs, a fim de retificar o conduto auditivo. Na criana, puxar para baixo e para trs. Via parenteral a administrao de drogas ou nutrientes pelas vias intradrmica (ID), subcutnea (SC), intramuscular (IM), intravenosa (IV) ou endovenosa (EV). Embora mais raramente e reservadas aos mdicos, utilizam-se tambm as vias intra-arterial, intra-ssea, intratecal, intraperitonial, intrapleural e intracardaca. Existe uma fundamental diferena entre a VIA ENTERAL, em que o medicamento introduzido no aparelho digestivo e a VIA PARENTERAL. Nesta, as substncias so aplicadas diretamente nos tecidos atravs de injeo, com emprego de seringas, agulhas, cateteres.
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  • Vantagens Absoro mais rpida e completa. Maior preciso em determinar a dose desejada Obteno de resultados mais seguros. Possibilidade de administrar determinadas drogas que so destrudas pelos sucos digestivos
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  • Desvantagens Dor, geralmente causada pela picada da agulha ou pela irritao da droga. Em casos de engano pode provocar leso considervel. Devido ao rompimento da pele, pode ocorrer o risco de adquirir infeco.. Uma vez administrada a droga, impossvel retir-la.
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  • Problemas que podem ocorrer 1. Infeces Podem resultar da contaminao do material, da droga ou em conseqncia de condies predisponentes do cliente, tais como: mau estado geral e presena de focos infecciosos. As infeces podem ser locais ou gerais. Na infeco local, a rea apresenta-se avermelhada, intumescida, mais quente ao toque e dolorida. No permanecer com a puno por mais de 72 horas. 2. Fenmenos alrgicos Os fenmenos alrgicos aparecem devido susceptibilidade do indivduo ao produto usado para anti-sepsia ou s drogas injetadas. A reao pode ser local ou geral, podendo aparecer urticria, edema choque anafiltico
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  • cont 3. M absoro das drogas Quando a droga de difcil absoro, ou injetada em local inadequado pode provocar a formao de ndulos ou abscessos asspticos, que alm de incomodativos e dolorosos, fazem com que a droga no surta o efeito desejado. 4. Embolias Resultam da introduo na corrente sangnea de ar, cogulos, leos ou cristais de drogas em suspenso. um acidente grave conseqente da falta de conhecimento e habilidade do profissional. Pode ser devido falta de aspirao antes de injetar uma droga, introduo inadvertida de ar, cogulo, substncia oleosa ou suspenses por via intravenosa, ou aplicao de presso muito forte na injeo de drogas em suspenso ou oleosas, causando a rutura de capilares, com conseqente microembolias locais ou gerais.
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  • cont 5. Traumas Podemos dividi-los em trauma psicolgico e trauma tissular No trauma psicolgico, o cliente demonstra medo, tenso, choro, recusa do tratamento, podendo chegar lipotimia. O medo pode levar exagerada contrao muscular, impedindo a penetrao da agulha, acarretando acidentes ou a contaminao acidental do material. sempre de grande importncia orientar o cliente, e acalm-lo, antes da aplicao. Nos casos extremos, esgotados os recurso psicolgicos, faz-se necessria uma imobilizao adequada do cliente, a fim de evitar outros danos. Os traumas tissulares so de etiologias diversas, podendo ser conseqentes agulha romba ou de calibre muito grande, que causa leso na pele ou ferimentos, hemorragias, hematomas, equimoses, dor, paresias, parestesias, paralisias, ndulos e necroses, causando por tcnica incorreta, desconhecimento dos locais adequados para as diversas aplicaes, falta de rodzio dos locais de aplicao ou variaes anatmicas individuais.
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  • intradermica Injeo Intradrmica (ID) a aplicao de drogas na derme Geralmente utilizada para realizar teste de hipersensibilidade, em processos de dessensilidade e imunizao (BCG). rea de aplicao Na face interna do antebrao ou regio escapular, locais onde a pilosidade menor e oferece acesso fcil leitura da reao aos alrgenos. A vacina BCG intradrmica aplicada na rea de insero inferior do deltide direito. Angulo de 15
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  • Intradermica obs A injeo ID no deve usar a limpeza com lcool A substncia injetada deve formar uma pequena ppula na pele. A penetrao da agulha no deve passar de 3 mm (somente o bisel). Aps no deve fazer massagem A quantidade a ser usada no passa de 0,5 ml
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  • Injeo Subcutnea (SC) A via subcutnea, tambm chamada hipodrmica, indicada principalmente para drogas que no necessitam ser to rapidamente absorvidas, quando se deseja eficincia da dosagem e tambm uma absoro contnua e segura do medicamento. Certas vacinas, como a anti-rbica, drogas como a insulina, a adrenalina e outros hormnios, tm indicado especifica por esta via. reas de aplicao Os locais mais adequados para aplicao so aqueles afastados das articulaes, nervos e grandes vasos sangneos: Partes externas e superiores dos braos; Laterais externas e frontais das coxas; Regio gstrica e abdome (hipocondrio D e E); Ndegas; Costas (logo acima da cintura).
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  • Observaes SUB CUTANEO Introduzir a agulha entre 45 e 90 DEPENDE DA AGULHA 10X 4,5 90 E 25X7 ANGULO DE 45 Na aplicao da heparina subcutnea, para evitar traumatismo do tecido, no recomendado aspirar antes de injetar a medicao e no se deve massagear o local aps a aplicao. A heparina sempre deve ser administrada em ngulo de 90, na parte inferior do abdomem, no devendo ser aplicada ao redor do umbigo, em equimose e cicatriz. Na aplicao de insulina, utilizar a tcnica do revezamento, que um sistema padronizado de rodzio dos locais das injees para evitar abscessos, lipodistrofias e o endurecimento dos tecidos na rea da injeo. A quantidade mxima a seu introduzida de 0,5 ml a 2ml. Essa via no pode ser usada em em pacientes com m perfuso. Como tambm em tecido bastante adiposo, queimado, endurecido, edemaciado. Injeo Intramuscular (IM) a deposio de medicamento dentro do tecido muscular
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  • INTRA MUSCULAR Depois da via endovenosa a de mais rpida absoro; por isso o seu largo emprego. Na escolha do local para aplicao, muito importante levar em considerao: a) a distncia em relao a vasos e nervos importantes; b) musculatura suficientemente grande para absorver o medicamento; c) espessura do tecido adiposo; d) idade do paciente; e) irritabilidade da droga; f) atividade do cliente; So indicadas, para aplicao de injeo intramuscular as seguintes regies: a) regio deltoidiana - msculo deltode. b) regio ventro-gltea ou de Hachstetter - msculo glteo mdio. c) regio da face ntero-lateral da coxa - msculo vasto lateral (tero mdio). indicado para lactente ou crianas menores de 3 anos d) regio dorso-glteo - msculo grande glteo (quadrante superior externo) contra indicada para crianas menores de 5 anos.
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  • IM So indicadas, para aplicao de injeo intramuscular as seguintes regies: a) regio deltoidiana - msculo deltode. b) regio ventro-gltea ou de Hachstetter - msculo glteo mdio. c) regio da face ntero-lateral da coxa - msculo vasto lateral (tero mdio). indicado para lactente ou crianas menores de 3 anos d) regio dorso-glteo - msculo grande glteo (quadrante superior externo) contra indicada para crianas menores de 5 anos. Capacidade muscular : Deltide 3ml Vasto lateral 4ml Dorso glteo e ventro glteo 5 ml Aplicao em Z ou com desvio usada para evitar o refluxo da medicao, prevenindo irritao subcutnea e manchas pelo gotejamento da soluo no trajeto da agulha. usada para medicaes irritantes e pessoas com