Gestão e Gerência em Saúde Coletiva

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Gestão e Gerência em Saúde Coletiva. Profª: Letícia Lazarini de Abreu. - PowerPoint PPT Presentation

Text of Gestão e Gerência em Saúde Coletiva

  • Gesto e Gerncia em Sade Coletiva.Prof: Letcia Lazarini de Abreu.

  • Bibliografia:

    FIGUEIREDO. Nbia Maria Almeida de., TONINI.Teresa. (Organizadoras)SUS E PSF PARA ENFERMAGEM(Prticas para o cuidado em Sade Coletva).

    Bibliografia Bsica

    FIGUEIREDO. Nbia Maria Almeida de. Ensinando a Sade em Sade Pblica. So Paulo: Yendes Prticas de Enfermagem, 2005.

    FERR0IANI, Maria das Graas C.;MIRANDA, Maria Ins Ferreira. Polticas Pblicas Sociais. Goinia: AB, 2001.

  • A Histria da Sade Pblica no Brasil

    A vinda da Famlia Real Portuguesa para o Brasil em 1808 determinou mudanas na administrao pblica colonial, inclusive na rea da sade.

    A sade Pblica at o incio do sculo XX estava disponvel, a uma parcela pequena da populao, poucos tinham acesso aos servios de sade.

    O perodo de 1900 a 1920 foi caracterizado por um forte desenvolvimento econmico devido expanso das indstrias cafeeiras e a chegada dos imigrantes. Com isso, eram desenvolvidas apenas aes sanitrias e o controle de endemias e epidemias como a varola, malria, febre amarela.

  • A antiga junta e inspetorias de higiene provinciais foram substitudas pelos servios sanitrios estaduais esses servios pouco fizeram pela melhoria da sade popular.

    Desenvolvido o Modelo sanitarista - campanhista que apresentava como objetivo preservar e manter a mo-de-obra da populao. Esse modelo perdurou at a dcada de 40.

    No ano de 1913, o mdico-sanitarista Oswaldo Cruz foi convocado pelo governo brasileiro para traar um plano de ao para erradicao das vrias doenas que estavam assolando a populao

    Rio de Janeiro / entrada do Brasil - grande progresso populao carioca.

    Revolta da Vacina - organizando melhor as aes de sade coletiva,(outras formas de relacionar com o povo).

    1918, a gripe espanhola, acometeu o mundo todo inclusive o Brasil,( populao merc da prpria sorte).

  • ERA VARGAS

    Extrema importncia no setor da sade. As polticas sociais foram justificativa para seu autoritarismo perante a sociedade brasileira.

    Formado um Ministrio prprio, o Ministrio da Educao e da Sade Pblica - centralismo da poltica imposta por Vargas.

    No ano de 1923, criava as Caixas de Aposentadorias e Penses (CAPS)- pouca cobertura aos pacientes graves.

    A partir de 1933, surgiram os Institutos de Aposentadorias e Penses (IAP)- atividades exercidas.A Constituio Federal de 1934 proporcionou algumas garantias aos empregados, tais como assistncia mdica, a licena remunerada gestante trabalhadora e a jornada de trabalho de oito horas. Nos anos que se seguiram mais alguns benefcios foram concedidos populao como, por exemplo, o salrio mnimo. Em 1943 ocorreu o estabelecimento da Consolidao das Leis do Trabalho (CLT).

  • Em 1960, visando aperfeioar o sistema, o governo federal sancionou a Lei Orgnica da Previdncia Social (Lops).- Identicos valores de contribuio p/ segurados.

    Perodo da ditadura

    Um dos fatores mais importantes que ocorreram foi reduo das verbas destinadas ao Ministrio da Sade. O governo estava apenas interessado em segurana e desenvolvimento.

    Em 1976, fundado o Centro Brasileiro de Estudos de Sade (CEBES) que foi um marco para o incio do Movimento da Reforma Sanitria Brasileira (MRSB). Esse movimento lutava contra a ditadura militar e preconizava um novo modelo assistencial que destacava a importncia da assistncia primria de sade.

    O movimento estimulou a elaborao de um documento intitulado Pelo direito universal sade , que destaca a necessidade do Estado de se comprometer efetivamente com a sade da populao. O texto ressaltava que o acesso assistncia mdico-sanitria era um direito do cidado e dever do Estado prestar esse servio.

  • Conferncia Internacional de Sade de Alma-Ata em 1978, quando a denncia doquadro de sade brasileiro foi colocada e estimuladas as prticas de cuidados bsicos de sade -- a ateno primria sade tornou-se prioridade dos municpios

    Em 1982 foram firmados convnios trilaterais envolvendo os Ministrios da Previdncia Social, Sade e Secretarias de Estado de Sade, posteriormente foram substitudos pelas Aes Integradas de Sade AIS.

    A VIII Conferncia Nacional de Sade - ocorreu em maro de 1986 props grandes mudanas embasadas no direito universal sade. Dentre essas modificaes destaca-se a participao da sociedade e a descentralizao dos servios assistenciais. Essa Conferncia serviu de base para a formao do SUS.

  • Agncia Nacional de Vigilncia SanitriaANVISA

    MISSO "Proteger e promover a sade da populao garantindo a segurana sanitria de produtos e servios e participando da construo de seu acesso".

    VALORES Conhecimento como fonte da ao Transparncia Cooperao Responsabilizao

    VISO "Ser agente da transformao do sistema descentralizado de vigilncia sanitria em uma rede, ocupando um espao diferenciado e legitimado pela populao, como reguladora e promotora do bem-estar social".

  • Vigilncia Sanitria no Brasil

    As atividades ligadas vigilncia sanitria foram estruturadas, nos sculos XVIII e XIX, para evitar a propagao de doenas nos agrupamentos urbanos que estavam surgindo. A execuo desta atividade exclusiva do Estado, por meio da polcia sanitria, tinha como finalidade observar o exerccio de certas atividades profissionais, coibir o charlatanismo, fiscalizar embarcaes, cemitrios e reas de comrcio de alimentos.

    A Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria foi criada pela Lei n 9.782, de 26 de janeiro de 1999.

    Na estrutura da Administrao Pblica Federal, a Agncia est vinculada ao Ministrio da Sade, sendo que este relacionamento regulado por Contrato de Gesto.

    A finalidade institucional da Agncia promover a proteo da sade da populao por intermdio do controle sanitrio da produo e da comercializao de produtos e servios submetidos vigilncia sanitria, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias a eles relacionados.

  • A Agncia exerce o controle de portos, aeroportos e fronteiras e a interlocuo junto ao Ministrio das Relaes Exteriores e instituies estrangeiras para tratar de assuntos internacionais na rea de vigilncia sanitria.Algumas das Competncias Gerais da Anvisa :

    coordenar o Sistema Nacional de Vigilncia Sanitria;

    fomentar e realizar estudos e pesquisas no mbito de suas atribuies;

    estabelecer normas, propor, acompanhar e executar as polticas, as diretrizes e as aes de vigilncia sanitria;

    estabelecer normas e padres sobre limites de contaminantes, resduos txicos, desinfetantes, metais pesados e outros que envolvam risco sade;

    cancelar a autorizao, inclusive a especial, de funcionamento de empresas, em caso de violao da legislao pertinente ou de risco iminente sade;

    coordenar as aes de vigilncia sanitria realizadas por todos os laboratrios que compem a rede oficial de laboratrios de controle de qualidade em sade;

    estabelecer, coordenar e monitorar os sistemas de vigilncia toxicolgica e farmacolgica;

    autuar e aplicar as penalidades previstas em lei e etc ... .

  • A regulamentao, o controle e a fiscalizao de produtos e servios que envolvam risco sade pblica so incumbncias da Agncia. So bens e produtos submetidos ao controle e fiscalizao sanitria:

    medicamentos de uso humano, suas substncias ativas e demais insumos, processos e tecnologias;

    alimentos, inclusive bebidas, guas envasadas, seus insumos, suas embalagens, aditivos alimentares, limites de contaminantes orgnicos, resduos de agrotxicos e de medicamentos veterinrios;

    cosmticos, produtos de higiene pessoal e perfumes;

    saneantes destinados higienizao, desinfeco ou desinfestao em ambientes domiciliares, hospitalares e coletivos;

    conjuntos, reagentes e insumos destinados a diagnstico;

    equipamentos e materiais mdico-hospitalares, odontolgicos, hemoterpicos e de diagnstico laboratorial e por imagem;

  • imunobiolgicos e suas substncias ativas, sangue e hemoderivados;

    rgos, tecidos humanos e veterinrios para uso em transplantes ou reconstituies;

    radioistopos para uso diagnstico in vivo, radiofrmacos e produtos radioativos utilizados em diagnstico e terapia;

    cigarros, cigarrilhas, charutos e qualquer outro produto fumgero, derivado ou no do tabaco;

    quaisquer produtos que envolvam a possibilidade de risco sade, obtidos por engenharia gentica, por outro procedimento ou ainda submetidos a fontes de radiao;

  • So servios submetidos ao controle e fiscalizao sanitria:

    aqueles voltados para a ateno ambulatorial, seja de rotina ou de emergncia, os realizados em regime de internao, os servios de apoio diagnstico e teraputico, bem como aqueles que impliquem a incorporao de novas tecnologias;

    as instalaes fsicas, equipamentos, tecnologias, ambientes e procedimentos envolvidos em todas as fases de seus processos de produo dos bens e produtos submetidos ao controle e fiscalizao sanitria, incluindo a destinao dos respectivos resduos;

    Independentemente da regulamentao acima, a Agncia poder incluir outros produtos e servios de interesse para o controle de riscos sade da populao, alcanados pelo Sistema Nacional de Vigilncia Sanitria.

  • Agncia Nacional de Sade SuplementarRegulao da ANSA partir dos anos 50, comearam a surgir organizaes de assistncia sade destinadas, exclusivamente, aos funcionrios estaduais desprotegidos pela Previdncia Social.

    Mas foi na dcada de 60 que os denominados convnios mdicos entre empresas empregadoras e empresas mdicas (cooperativas mdicas e empresas de medicina de grupo), mediados pela Previdncia Social, estimularam, decisivamente, o processo empresarial da medicina. 1988, a Constituio Federal permitiu a oferta de servios de assistncia sade pela iniciativa privada, sob o controle do Estado.

  • Hoje, a ANS conhece as operadoras/seg