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MANUTENÇÃO - IAC_3108_17MAI2002_comp

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Text of MANUTENÇÃO - IAC_3108_17MAI2002_comp

REPBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONUTICA

DEPARTAMENTO DE AVIAO CIVIL DIVISO DE AERONAVEGABILIDADE E ENGENHARIA DE MANUTENO

INSTRUO DE AVIAO CIVIL - NORMATIVA

IAC 3108

INSTRUES PARA O CONTROLE GERAL DE AERONAVEGABILIDADE AERONAVEGABILIDADE DAS AERONAVES CIVIS BRASILEIRAS17 MAIO 2002

ESTE ARQUIVO CONTM O TEXTO DA IAC 3108, APROVADO PELA PORTARIA N 160/STE, DE 08 DE MARO DE 2002, PUBLICADA NO DOU DE 17 DE ABRIL DE 2002, INCLUINDO AS ALTERAES APROVADAS PELA: RESOLUO N 13, DE 23 DE AGOSTO DE 2007 DOU N 165, S/1, P. 9-12, DE 27/08/2007; E RESOLUO N 69, DE 13 DE JANEIRO DE 2009 DOU N 9, S/1, P.6-7, DE 14/01/2009.

MINISTRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAO CIVIL PORTARIA DAC NO 160/STE, DE 08 DE MARO DE 2002. Aprovar a IAC que trata das instrues para o controle geral de aeronavegabilidade das aeronaves civis brasileiras. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO TCNICO, usando das atribuies que lhe conferem o item 8 da Portaria DAC NO 12/DGAC, de 10 de janeiro de 2002, com base nos Artigos 11 e 12 do Decreto-Lei NO 200, de 25 de fevereiro de 1967, resolve: Art. 1O Aprovar a nova edio da IAC discriminada abaixo. Smbolo: IAC 3108 Espcie: Normativa mbito: Geral Ttulo: Instrues para o controle geral de aeronavegabilidade das aeronaves civis brasileiras. Art. 2O Esta Portaria entra em vigor, 30 (trinta) dias aps a data de sua publicao no Dirio Oficial da Unio. Art. 3O Revogam-se a IAC 3108-1099 e respectiva Portaria nO 640/DGAC, de 01 de outubro de 1999, publicada no Dirio Oficial da Unio nO 196, de 13 de outubro de 1999.

Brig.-do-Ar RENILSON RIBEIRO PEREIRA Chefe do Subdepartamento Tcnico

(*) Obs: Republicada por te sado com incorreo, do original, publicado no D.O.U. n

O

53, Seo 1, pgina 11, de 19 de

maro de 2002.

PUBLICADA NO DIRIO OFICIAL DA UNIO N 73, S/1, P. 8, DE 17 DE ABRIL DE 2002.

AGNCIA NACIONAL DE AVIAO CIVIL RESOLUO N 013, DE 23 DE AGOSTO DE 2007 Dispe sobre o processo administrativo para a apurao de infraes e aplicao de penalidades, no mbito da competncia da Agncia Nacional de Aviao Civil ANAC A DIRETORIA DA AGNCIA NACIONAL DE AVIAO CIVIL - ANAC, no uso da competncia que lhe foi outorgada pelo inciso XLVI, do art. 8, da Lei n 11.182, de 27 de setembro de 2005, e pelo art. 7, inciso XII, da Resoluo n 001, de 18 de abril de 2006, que aprovou o Regimento Interno, e tendo em vista o disposto na Lei n 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispe sobre o Cdigo Brasileiro de Aeronutica CBA, sua legislao complementar, na Lei n 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que regula o processo administrativo no mbito da Administrao Pblica Federal, e nas demais normas pertinentes competncia desta Agncia, bem como deliberado na reunio de Diretoria realizada em 14 de agosto de 2007, RESOLVE:TTULO I Das Disposies Gerais

Art. 1 Na conduo dos processos administrativos de que trata esta Resoluo devero ser observados, dentre outros, os princpios da legalidade, publicidade, finalidade, motivao, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditrio, segurana jurdica, interesse pblico e eficincia. Art. 2 O agente da autoridade de aviao civil que tiver cincia de infraes ou de indcios de sua prtica obrigada a promover a sua apurao imediata, mediante a instaurao de processo administrativo, sempre assegurando o contraditrio e a ampla defesa, em ateno ao devido processo legal. Art. 3 As Superintendncias e a GernciaGeral de Certificao de Aviao Civil - GGCP da ANAC devero coordenar as Gerncias Regionais e o Escritrio de Aviao Civil EAC, quanto ao cumprimento das orientaes referentes fiscalizao relacionada s suas reas de competncia.TTULO II Do Processo Administrativo CAPTULO I Da Instaurao e Instruo Art. 4 O processo administrativo ter incio com a lavratura do Auto de Infrao AI. Pargrafo nico. O AI o documento lavrado pela autoridade de aviao civil que descreve infrao praticada por pessoa fsica ou jurdica, conforme modelo do Anexo I.

Art. 5 O AI ser lavrado quando for constatada a prtica de infrao Lei n 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispe sobre o Cdigo Brasileiro de Aeronutica - CBA, sua legislao

complementar e demais normas de competncia da ANAC, sendo obrigatrio o atendimento dos requisitos essenciais de validade previstos no art. 9 desta Resoluo.Art. 6 O AI, ao ser lavrado, dever ter duas vias, sendo a original destinada instruo do processo e a segunda para ser entregue ao autuado. Art. 7 Na impossibilidade da entrega da segunda via do AI no momento de sua lavratura ou no caso de recusa do autuado em receb-la, a autoridade de aviao civil dever encaminh-la por via postal, com aviso de recebimento, ou por outro meio que comprove a certeza da sua cincia. Pargrafo nico. No AI deve ser consignado o motivo do no-recebimento pelo autuado da via que lhe destinada. Art. 8 O AI deve conter os seguintes requisitos essenciais de validade: I - identificao e endereo do autuado; II descrio objetiva da infrao; III - disposio legal ou da legislao complementar infringida; IV indicao do prazo de vinte dias para a apresentao da defesa prvia; V - assinatura do autuante e indicao de seu cargo ou funo; VI - assinatura do autuado; VII local, data e hora local. Pargrafo nico. Nas hipteses de que trata o art. 8, o aviso de recebimento ou outro meio que comprove a cincia do autuado substitui o requisito previsto no inciso VI deste artigo. Art. 9. Os vcios processuais referentes forma, competncia e ao objeto do AI, porventura existentes na sua lavratura, so passveis de convalidao e no acarretaro a sua nulidade.

Art. 10. Para cada infrao constatada pela autoridade de aviao civil dever ser lavrado um AI e instaurado o respectivo processo administrativo. Art. 11. As penalidades de interdio e deteno so auto-executveis, mediante a lavratura do Auto de Interdio/Deteno AID, conforme Anexo II. 1 O AID ser lavrado sem prejuzo da lavratura do respectivo AI, sendo o original destinado instruo do processo e a segunda via entregue ao autuado. 2 O AID ser o documento hbil para instruir a aplicao da penalidade de apreenso. 3 A aplicao da penalidade de interdio por requisio de outras autoridades pblicas, nos termos do art. 307 do CBA, ser formalizada por meio da lavratura do AID.CAPTULO II Da Defesa Prvia

Art. 12. Cabe defesa prvia dirigida ao Gerente Regional ou Gerente-Geral, no prazo de vinte dias, contados da data da cincia pelo autuado do AI. 1 A defesa prvia deve ser protocolizada na Gerncia Regional ou Gerncia-Geral, podendo ser enviada por via postal, com aviso de recebimento.

2 S ser considerada tempestiva a defesa prvia que for recebida dentro do prazo previsto no caput deste artigo. Art. 13. A defesa prvia no ser apreciada pelo Gerente Regional ou Gerente-Geral quando oferecida: I - fora do prazo; II - perante rgo incompetente; III - por quem no seja legitimado; e IV - por quem no se faa legalmente representar. Art. 14. Cabe ao autuado a prova do que alegar em sua defesa prvia, devendo apresentar todas as razes, de fato e de direito. Art. 15. Findo o prazo para apresentao da defesa prvia e concluda a fase de instruo, dever o Gerente Regional ou Gerente-Geral exarar deciso administrativa motivada que poder ter por concluso: I o arquivamento do processo; e II a aplicao das penalidades previstas no art. 24 desta Resoluo. 1 No caso do inciso II deste artigo, as Gerncias Regionais ou as Gerncias Gerais expediro Notificao de Penalidade NP, por via postal, com aviso de recebimento, e, sendo frustrada a comunicao por essa via, a deciso ser publicada no Dirio Oficial da Unio. 2 No caso da aplicao da penalidade de multa, a NP deve estabelecer o prazo para pagamento, bem como conter em anexo o respectivo boleto bancrio. 3 No caso da aplicao das penalidades de que tratam os incisos II a VIII do art. 24 desta Resoluo, a NP deve estabelecer os deveres do infrator. Art. 16. Cabe Superintendncia de Administrao e Finanas SAF a gesto financeira dos valores referentes ao pagamento de multas. Pargrafo nico. Nos casos de inadimplncia, a SAF dever providenciar: I - a incluso do inadimplente no Cadastro Informativo de Crditos No Quitados do Setor Pblico Federal CADIN; e II - a remessa dos processos para a Procuradoria para fins de inscrio na Dvida Ativa. CAPTULO III Dos Recursos Art. 17. Da deciso administrativa do Gerente Regional ou Gerente-Geral, que aplicou a penalidade, cabe recurso Diretoria da ANAC, com efeito suspensivo, no prazo de dez dias contados da data da cincia do infrator.

Art. 18. O recurso ser dirigido ao Gerente Regional ou ao Gerente-Geral que proferiu a deciso administrativa, o qual, se no a reconsiderar, no prazo de cinco dias, o encaminhar Diretoria da ANAC, verificando os pressupostos de admissibilidade, e cientificando o infrator. Art. 19. O julgamento dos recursos poder resultar nas seguintes providncias: I - manuteno da penalidade; II - reviso do valor da multa aplicada ou do prazo da penalidade de suspenso; III - anulao ou revogao, total ou parcial da deciso administrativa. Art. 20. A deciso administrativa poder ser revista, a qualquer tempo, a pedido ou de ofcio, quando surgirem fatos novos ou circunstncias relevantes suscetveis de justificar a inadequao da penalidade aplicada. Pargrafo nico. Da reviso da deciso administrativa no poder resultar agravamento da penalidade. Art. 21. As decises administrativas devero ser devidamente motivadas, devendo constar relatrio e fundamentao. Art. 22. Poder ser criada uma junta de julgamento com competncia para deliberar sobre recursos interpostos contra as decises administrativas do Gerente Regional ou Gerente-Geral. Pargrafo nico. A composio e o funcionamento da junta de que trata o caput deste artigo sero estabelecidos em regimento interno.TTULO III

Da aplicao das penalidades CAPTULO I Das Penalidades Art. 23. As penalidades a serem aplicadas so: I multa; II suspenso; III cassao; IV de