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Jornal Sincor Ceara - Setembro 2012

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Jornal Sincor Ceara - Setembro 2012

Text of Jornal Sincor Ceara - Setembro 2012

  • N 188 - SETEMBRO DE 2012

    8 Ciclo de Palestras

    A Seguridade Social:

    Previdncia Publica e

    Previdncia PrivadaA palestra sobre Seguridade Social trouxe

    para o debate dos corretores de seguro, a

    importncia e responsabilidade da Previdncia

    Privada, pois uma forma de lidar diretamente com

    valores que dizem respeito a dignidade humana.

    Para o palestrante Hilrio Bocchi Jnior, que

    Graduado em Cincias Contbeis e Especialista em

    Previdncia Social, nesse tipo de seguro h uma

    maior necessidade de ateno e sensibilidade.

    (Pgina 10)

    O estgio um processo de

    aprendizagem indispensvel aos jovens

    que desejam se tornar profissionais

    preparados para enfrentar os

    desafios de uma carreira. Est no

    estgio a oportunidade de assimilar

    a teoria e a prtica, conhecer a

    realidade do dia-a-dia no ambiente

    d e t r a b a l h o , a p r e n d e r a s

    PROGRAMA AMIGO DO SEGURO 2012

    peculiaridades da profisso que o

    jovem escolheu para exercer.

    medida que ele tem contato com as

    t a r e f a s que o e s t g io l he

    proporciona, comea ento a

    assimilar tudo aquilo que tem

    aprendido e at mesmo aquilo que

    ainda vai aprender, ao menos

    teoricamente. (Pgina 3)

    Supersimples: Armando Vergilio

    participa de Audincia Pblica

    A C o m i s s o d e

    D e s e n v o l v i m e n t o

    Econmico, Indstria e

    Comrcio discutiu a incluso

    d e n o v a s a t i v i d a d e s

    econmicas no Simples

    Nacional (ou Supersimples).

    (Veja pgina 2)

    Susep publica mais

    duas resolues

    sobre Microsseguro

    (Pgina 9)

    DPVAT UM SEGURO DE ALCANCE SOCIALSaiba o que o Projeto DPVAT Corretores da Centauro

    Contribuies do

    INSS em atraso.

    Devo pagar?

    (Pgina 4)

    Aposentadoria:

    qual o valor mnimo e o mximo?O sonho de quem contribui para a previdncia social obter uma

    aposentadoria cujo valor seja igual ao da contribuio. Este anseio

    est cada vez mais difcil de ser alcanado em razo da sistemtica de

    clculo imposta pela legislao previdenciria. (Pgina 4)

    Susep aumenta em 84% ao

    fiscalizatria no Mercado de SegurosB a l a n o r e a l i z a d o p e l a

    Coordenao Geral de Fiscalizao

    Direta (CGFIS), que analisa o

    desempenho do setor, aponta que a

    Superintendncia de Seguros

    Privados (Susep) apresentou

    resultados positivos no ltimo ano

    (2011) e nmeros crescentes, se

    comparados ao mesmo perodo do

    ano anterior (2010). Em relao ao

    nmero de fiscalizaes realizadas,

    o resultado surpreendente: houve

    cresc imento de 84 ,67%. O

    coordenador de Fiscalizao Direta,

    Bensio Jos, explica como o atual

    planejamento, realizado junto ao

    superintendente Luciano Portal

    Santanna, levou a autarquia aos

    nmeros positivos. (veja mais

    detalhes dessa matria na pgina 9)

    Armando Verglio

    Palestrante Hilrio Bocchi Jnior

    (Pgina 5)

    Formandos da Turma de 2012

  • Setembro de 2012

    Nsio Sousa

    EDIO: EDITORA J. COMRCIO

    3067.9770 - 8762.4422 - 9674.5167

    TABELA DE PRMIOS E GARANTIAS VIGENTE NO MS DE SETEMBRO DE 2012 NOS TERMOS

    DA RESOLUO N 215 DE 6 DE DEZEMBRO DE 2010 DO CNSP DO MINISTRIO DA FAZENDA

    A vez e a hora dos Corretores de Seguros Supersimples: Armando Vergilio

    participa de Audincia PblicaA C o m i s s o d e

    Desenvolvimento Econmico,

    Indstria e Comrcio discutiu

    a incluso de novas atividades

    econmicas no Simples

    Nacional (ou Supersimples).

    A Lei Complementar

    1 2 3 / 0 6 , q u e c r i a o

    Supersimples, exclui algumas

    atividades desse sistema de

    tributao, como empresas de

    transporte interestadual, de

    arquitetura, consultrios

    mdicos e odontolgicos,

    fisioterapeutas, corretoras de

    seguros e de imve i s ,

    academias de ginstica e

    representantes comerciais.

    Entre os participantes

    estava o deputado federal e

    p res idente da Fenacor,

    Armando Verglio dos Santos

    Jr.

    Foram convidados para

    participar da audincia a

    presidente da Associao

    Comercial do Distrito Federal,

    Danielle Bastos Moreira; o

    presidente da Federao

    Nacional dos Corretores de

    Imveis (Fenaci), Carlos

    Alberto Schmitt de Azevedo; o

    d i r e t o r - p r e s i d e n t e d o

    C o n s e l h o F e d e r a l d o s

    Representantes Comerciais

    (Confere), Manoel Affonso

    Mendes de Farias Mello; a

    conselheira do Conselho

    Federal de Fisioterapia e

    Terapia Ocupacional da 8

    Regio (Coffito), Marlene

    Izidro Vieira; o presidente do

    Conselho Federal de Educao

    F s i ca (Confe f ) , Jo rge

    Steinhilber; o representante

    nacional para Relaes

    Institucionais da Associao

    Brasileira das Academias

    ( A c a d ) , J o s G i l b e r t o

    Bertevello.

    A Cmara analisa vrias

    propostas que incluem novas

    atividades no Supersimples,

    entre elas, o PLP 399/08, ao

    qual tramitam apensados

    outros 30 projetos.

    Armando Verglio

    Uma classe organizada pelos nossos sindicatos e pela nossa Federao Nacional de Corretores de Seguros Fenacor. Profissionais que exercem uma atividade de largo alcance em qualquer pas do mundo, seja desenvolvido, emergente e mesmo em desenvolvimento. Em sntese, estamos falando do Corretor Profissional de Seguros, que em nosso pas so mais de 70 mil atuantes em todos os tipos de seguros nos ramos de benefcios e de bens.

    No Brasil, no processo de qualificao dos profissionais corretores de seguros se destaca a Funenseg Fundao Escola Nacional de Seguros que exerce um papel mpar nesse processo de registro e de insero dos profissionais nas suas diversas atividades, como consultores de pessoas

    fsicas e jurdicas na hora de contratar um seguro. A nossa escola nacional de seguros Funenseg atualmente tem renome internacional e hoje j modelo em outros pases, como instituio que sabe desenvolver com muita experincia o ensino de seguros.

    Na histrica experincia de atividades da Funenseg, se destacam os seus tcnicos, professores, consultores e dirigentes, equipe de renome internacional bem preparada para ensinar e qualificar os entes do mercado e mostrar sociedade o que seguro e suas diversas importncias para o desenvolvimento de um pas. Uma sociedade no cresce sem o mercado de seguros. So dois os ramos bsicos de seguros: Seguro de bens patrimoniais (mveis e imveis) e de benefcios (vida, acidentes pessoais, previdncia e capitalizao). Ambos so importantes para as pessoas e instituies.

    A famlia, as empresas, o Estado, enfim, o seguro importante para todos, pois mantm o patrimnio pessoal e empresarial aps as catstrofes, os acidentes, as doenas e os sinistros em geral. Por conta disso, os corretores de seguros so profissionais altamente valorizados pela sociedade, do ponto de vista social, poltico e econmico. Vale ressaltar que a profisso do corretor de seguros organizada, normatizada e fiscalizada por duas legislaes bsicas: A Lei n 4594/64 e o Decreto Lei 73/66, isto sem falar em nosso cdigo de tica.

    A Superintendncia de Seguros Privados Susep a entidade que regula as atividades de seguros no Brasil. Entidade tambm com extensa folha de servios prestados ao mundo dos seguros, pois a Susep, a exemplo da Funenseg, como j falamos, tem destaque internacional devido ao trabalho que vem realizando no Brasil principalmente nos ltimos anos, na criao de novos seguros para atender as camadas de menor poder aquisitivo da populao, fiscalizao das atividades tanto no mbito das empresas seguradoras e dos corretores de seguros, atuando nos processos de denncias dos segurados, enfim, um exemplo de administrao que tambm vem sendo espelho para, inclusive, pases do primeiro mundo.

    O Brasil nos dias atuais visto como um grande mercado mundial de seguros no s pelo volume de negcios que so feitos aqui, destaca-se tambm pelos novos negcios que nos ltimos anos vem crescendo em percentuais importantes nas classes C e D, mas tambm pela organizao dos corretores de seguros em torno dos seus sindicatos em todos os estados e sob a coordenao da Fenacor, e a gesto atual, moderna, do rgo regulador, a Susep.

    O processo de globalizao da economia moderna na era atual transformou os corretores e as empresas corretoras de seguros em um servio internacional e ns, corretores profissionais de seguros tivemos que nos adaptar nesses novos padres de qualidade. Assim sendo, como os mercados so dinmicos e as economias sofrem mudanas devido a essa dinmica global de mercado, a nossa profisso uma atividade tambm extremamente aquecida, e somos obrigados a enfrentar esse intenso aquecimento. Foi assim na primeira dcada do terceiro milnio, est sendo assim em 2012 e no ser diferente no ano de 2013. Intensas mudanas e aperfeioamento das funes de assessoramento do segurado j despontam no horizonte.

    Junte-se a esse processo de destaque internacional que v o Brasil como um dos maiores mercados do planeta, a organizao e qualificao dos mais de 70 mil corretores. Hoje mais de 90% dos corretores brasileiros possui o ensino bsico completo e, em alguns estados como So Paulo e Rio de Janeiro, mais da metade tem nvel superior. A Funenseg vem exercendo um importante papel nesse aspecto realizando cursos, seminrios e incentivando a categoria a se manter em um processo permanente de aprendizado.

    importante tambm lembrar que, na profisso de corretor de seguros no Brasil, atuam profissionais de nvel universitrio de diversas categorias, como engenheiros, administradores de empresas, economistas, advogados, entre outros. O sexo feminino vem crescendo na profisso e, em alguns estados, j so as mulheres mais de 40% da categoria.

    Portanto, hoje, ser corretor de seguros mais que um desafio: um leque de possibilidades e oportunidades.

    Em 12 de Outubro, ns corretores comemoramos em todo o pas o Dia Nacional do Corretor de Seguros, um dia que enaltece nossa luta diria, metas e valorosas conquistas. Esta importante data para a nossa categoria, senhoras e senhores corretores de seguros, tambm um lembrete de que, se estivermos juntos, seremos fortes. Afinal, toda fora fraca, se no for unida.

  • Setembro de 2012

    O estgio um processo de

    aprendizagem indispensvel aos

    jovens que desejam se tornar

    profissionais preparados para enfrentar

    os desafios de uma carreira. Est no

    estgio a oportunidade de assimilar a

    teoria e a prtica, conhecer a realidade

    do dia-a-dia no ambiente de trabalho,

    aprender as peculiaridades da profisso

    que o jovem escolheu para exercer.

    medida que ele tem contato com as

    tarefas que o estgio lhe proporciona,

    comea ento a assimilar tudo aquilo

    que tem aprendido e at mesmo aquilo

    que ainda vai aprender, ao menos

    teoricamente. A reciprocidade verda-

    deira entre estagirio e empresa e o

    engajamento profissional garantem

    sucesso, desenvolvimento e realizao

    para ambas as partes.

    Foi justamente focado na necessida-

    de de se abrir um leque de possibilida-

    des que viabilizassem o crescimento

    profissional de jovens cearenses que o

    SINCOR/CE aderiu em 2009 ao Amigo

    do Seguro, um programa social que

    visa dar oportunidade de qualificao

    profissional no mercado segurador a

    jovens do ensino mdio da rede pbli-

    ca.

    PROGRAMA AMIGO DO SEGURO 2012

    O programa foi criado em 2002 pela

    Escola Nacional de Seguros e vem

    sendo promovido no Cear em parceria

    com o SINCOR/CE, que contou com o

    valioso apoio do CIEE, CNSeg e

    SINDSeg, e das seguradoras parceiras:

    Bradesco Auto/RE Companhia de

    Seguros, Bradesco Vida e Previdncia,

    HDI Seguros e Metlife.

    No dia 27 de Setembro do ano

    corrente, formou-se a 4 Turma do

    Programa Amigo do Seguro do Estado

    do Cear. Na ocasio, estavam presen-

    tes o Presidente do SINCOR/CE, Sr.

    Manoel Nsio Sousa; os senhores Joo

    Giuseppe Superintendente Executivo

    Regional Nordeste e Alan Vasconcelos

    Sucursal Fortaleza - representando a

    Bradesco Auto/RE; o Sr. Ramon Melo

    de Moura, superintendente da Bradesco

    Vida e Previdncia e a Sra. Aline Rodri-

    gues - Rel.com IE`s Gerncia Regio-

    nal Nordeste - GRNTE do CIEE.

    O encontro foi aberto com a empol-

    gante palestra do Sr. Ricardo Chrisosti-

    mo, coordenador da rea de WEB da

    Escola Nacional de Seguros, onde

    iniciou como estagirio em 1997. Sua

    apresentao inspirou nossos alunos e

    seus familiares e versou sobre os desa-

    fios que viro pela frente, todos super-

    veis, caso haja dedicao por parte dos

    futuros estagirios.

    Tivemos durante a solenidade a

    grata surpresa do depoimento da Sra.

    Nayane Viana Malveira, ex-aluna do 1

    Programa Amigo do Seguro, turma de

    2009, e que hoje trabalha como gerente

    de Clculo da C. Mendes Corretora de

    Seguros. Aps suas inspiradoras pala-

    vras, tivemos a satisfao de escutar o

    orador da turma de 2012, Lucas Alencar

    de Sousa, que abrilhantou o encontro ao

    representar seus amigos com a fora e

    graa de sua juventude.

    Foi com alegria que os alunos rece-

    beram das mos de seus benfeitores os

    certificados de concluso do curso, cuja

    entrega foi organizada pelo Professor

    Svio Parente, profissional dedicado e

    competente que sempre esteve junto

    destes jovens, orientando-os no sentido

    da retido e do crescimento pessoal e

    profissional.

    A Diretoria do SINCOR/CE parabe-

    niza os formandos do Programa Amigo

    do Seguro Turma de 2012 e estende

    a estes jovens os mais calorosos votos

    de realizao pessoal e sucesso profissi-

    onal. Nosso muito obrigado Funen-

    seg, CNSeg, SINDSeg, CIEE, Brades-

    co Auto/RE Companhia de Seguros,

    Bradesco Vida e Previdncia, HDI

    Seguros e Metlife, entidades que tanto

    contriburam atravs do programa para

    o princpio da edificao dos sonhos

    destes jovens.

    Solicitamos s empresas do merca-

    do de seguros do Estado do Cear que se

    prontifiquem em oferecer oportunidade

    de trabalho aos formandos, que tanto se

    empenharam no decorrer de todo o

    curso.

    Uma vida plena de sucessos aos

    nossos formandos! Reta e sempre

    alicerada na honestidade profissional.

    A Superintendncia de Seguros Privados (Susep) receber, na prxima quinta-feira (27/9), s 15h, o pedido de autorizao do Grupo Bradesco Seguros para a comercializao de dois produtos desenvolvidos para o segmento de microsseguro. A solenidade contar com a presena do superintendente Luciano Portal Santanna e do presidente da companhia, Marco Antnio Rossi, alm de diretores da autarquia e da empresa.

    Em seguida, haver coletiva de imprensa. Eles estaro disposio dos jornalistas para falar sobre o mercado de microsseguro e suas possibilidades.

    PEDIMOS QUE OS JORNALISTAS INTERESSADOS CONFIRMEM A PARTICIPAO.

    COLETIVA: MICROSSEGURO

    LOCAL: SUSEP

    E N D E R E O : AV. P R E S I D E N T E VARGAS, 730, 13 ANDAR, CENTRO DO RIO DE JANEIRO

    HORRIO: 15H Fonte: Susep

    SUSEP REALIZA

    COLETIVA DE

    IMPRENSA SOBRE

    MICROSSEGUROBradesco Seguros vai protocolar

    dois produtos para o segmento

    Alyne Rodrigues- CIEE, Ramon Melo - BVP, Nsio, Joo Giussepe e Alan Vasconcelos

    Bradesco Auto RE

    Fernando Carvalho - Coordenador do Programa

    Fernando Carvalho, Ricardo Chisostimo, Ramon Melo, Alyne Rodrigues, Alan Vasconcelos, Nsio, Savio Parente e Joo Giuseppe.

    Ricardo Chisostimo

  • Setembro de 2012

    O INSS concede anualmente mais

    de 370 mil penses por morte. Essa

    espcie de benefcio supera o nmero

    anual de 270 mil aposentadorias por

    tempo de contribuio.

    Este nmero de benefcios poderia

    ser muito maior se cnjuges e companhe-

    iros, homo e heterossexuais, regularizas-

    sem previamente a situao de dependn-

    cia econmica em relao aos segurados

    do INSS.

    Pequenos erros e detalhes da docu-

    mentao podem colocar em risco o

    direito penso por morte quando o

    segurado falece.

    O casal que no casado e que vive

    em regime de unio estvel pode regula-

    rizar esta situao perante a previdncia

    social mediante a confeco do contrato

    de unio estvel; por meio de ao decla-

    ratria desta condio, e tambm pela

    constituio de documentos que podero

    ser apresentados perante o INSS para fins

    de dependncia.

    Cnjuges separados mantm o

    direito penso por morte, mesmo aps a

    separao ou divrcio, desde que o

    acordo ou a sentena fixe o direito a

    alimentos.

    Na hiptese de cnjuges separados

    que voltam ao viver juntos fundamental

    que esta situao seja noticiada no pro-

    cesso de separao ou divrcio para

    assegurar o direito aos benefcios perante

    a previdncia social.

    Arrume sua vida conjugal para fins de INSS

    Nem espere, tampouco se aposente:

    habilite seu direito no INSS.

    Desde quando foi criado em

    n o v e m b r o d e 1 9 9 9 , o f a t o r

    previdencirio tem sido a pedra no

    sapato de quem quer se aposentar.

    Esse fator, que pode reduzir metade

    o valor da aposentadoria, decorre da

    combinao do tempo de contribuio,

    da alquota de contribuio, da idade e da

    expectativa de vida.

    Desde julho de 2008 tramita na Cmara

    dos Deputados o Projeto de Lei n. 3.299

    que promete por fim ao fator

    previdencirio e criar novos critrios

    para concesso da aposentadoria por

    tempo de contribuio: a idade mnima

    de 60 anos para o homem e 55 para as

    mulheres.

    Conversei com uma pessoa que desde

    2008 est esperando a aprovao do

    projeto de lei para requerer a

    aposentadoria. Perdeu mais de quatro

    anos de aposentadoria. Um prejuzo que

    pode variar entre R$ 32.344,00 e R$

    203.642,40.

    Ela no sabia que poderia habilitar

    seu direito e depois receber todas essas

    A lei mudar? Espero ou me aposento?

    O sonho de quem contribui

    para a previdncia social obter

    uma aposentadoria cujo valor seja

    igual ao da contribuio. Este

    anseio est cada vez mais difcil de

    ser alcanado em razo da

    sistemtica de clculo imposta

    pela legislao previdenciria.

    O beneficirio da previdncia

    social fica chocado quando recebe

    do INSS a aprovao de sua

    aposentadoria. Na maioria das

    vezes esse choque est relacionado

    com o valor do benefcio.

    O valor mnimo da contribuio

    previdenciria R$ 622,00. O

    valor mximo R$ 3.916,20.

    Quase ningum consegue se

    aposentar com esse valor mximo.

    Cada vez mais engrossa a fila dos

    beneficirios que esto recebendo

    valor igual ao salrio mnimo ou

    pouca coisa alm disso.

    O INSS sabe quem est pagando

    contribuio com valor maior do

    que ir receber e no faz a mnima

    questo de comunicar esse fato ao

    contribuinte.

    Valor mnimo

    Quem contribui com o valor

    igual a dois salrios mnimos um

    srio candidato a ter o benefcio

    concedido com base no salrio

    mnimo ou pouco mais do que isso.

    Estudei a aposentadoria de

    s e s s e n t a p e s s o a s q u e s e

    aposentaram nos ltimos doze

    meses e verifiquei que mais da

    metade delas se aposentou com

    valor prximo ao salrio mnimo

    embora estivessem contribuindo

    com valor bem superior. Alguns

    estavam pagando o teto.

    Essa situao se deveu ao fato

    do contribuinte ter aumentado o

    valor da contribuio sem estudar

    a consequncia desse aumento.

    Em todos os casos o prejuzo

    poderia ter sido evitado.

    Valor mximo

    O trabalhador que pagou ou

    que est pagando sobre o teto

    durante o perodo utilizado ou que

    ser utilizado para calcular o valor

    da aposentadoria, hoje equivalente

    a R$ 3.916,20, conseguir se

    aposentar, no mximo, com R$

    3.518,22.

    Somente atingir o teto quem

    possuir muito mais de sessenta e

    cinco anos de idade; se estiver

    invlido e necessitar do amparo de

    outra pessoa; ou contribuir por

    mais de quarenta anos.

    Excluindo a situao de grave

    incapacidade, que certamente

    acorrer sem prvia programao,

    a ocorrncia das outras duas

    condies implica o adiamento do

    recebimento do benefcio, o que

    repercutir em prejuzo para o

    trabalhador que deixar de receber

    o benefcio por mais tempo.

    Em resumo, a dica que se d tanto

    para quem receber o valor

    mnimo ou prximo dele, como

    para quem receber valor maior,

    a de definir como e quanto

    contribuir para a previdncia

    social.

    Aposentadoria:

    qual o valor mnimo

    e o mximo?

    A contribuio para o INSS pode ser

    feita de duas formas: pelo segurado que

    obrigado a contribuir ou por aquele que

    pretende pag-la facultativamente.

    Quem exerce alguma atividade remu-

    nerada lcita, seja qual for a espcie do

    trabalho desempenhado, tem obrigao

    de contribuir para o INSS: o segurado

    obrigatrio.

    A pessoa maior de dezesseis anos que

    no exerce atividade remunerada pode

    contribuir voluntariamente para previ-

    dncia social: o segurado facultativo.

    O INSS somente pode cobrar os ltimos

    cinco anos das contribuies devidas

    pelo segurado obrigatrio, mas o traba-

    lhador pode pagar as contribuies

    retroativas de qualquer poca, desde que

    prove que trabalhou no perodo que

    pretende indenizar.

    O contribuinte deve se informar das

    vantagens e desvantagens do pagamento

    das contribuies em atraso.

    Elas aumentam o tempo de servio e

    antecipa o incio da sua aposentadoria do

    Contribuies do INSS em atraso. Devo pagar?

    Pulo do gato

    Para quem j teve o companheiro

    falecido sem que haja documentado a

    unio estvel e no conseguiu o benefcio

    de penso por morte, a Turma Nacional

    de Uniformizao de jurisprudncia do

    Juizado Especial Federal decidiu recente-

    mente que a falta de pova escrita no pode

    prejudicar o direito do dependente, mas

    esse direito somente pode ser conseguido

    na Justia. Esse Tribunal admitiu tambm

    a caracterizao de unio estvel de

    casais que vivem em lares diversos, desde

    que no se quebre do elo afetivo e famili-

    ar. Caso tenha dvida fale conosco no

    www.queromeaposentar.com.br.

    Dvidas sobre trabalho e previdncia.

    Como fazer um contrato de unio

    estvel?

    preciso contratar um advogado.

    Apenas para ter idia de como este

    documento deve ser constitudo, visite a

    home page do site www.aposentfacil.-

    com.br onde h um modelo desse contra-

    to. Depois de elaborado, repete-se: com

    auxlio de um advogado, observando-se

    todos os cuidados tcnicos e jurdicos,

    registre-o em cartrio.

    Quando um casal separa e depois

    reatam o relacionamento, quais so os

    cuidados?

    Essa uma situao muito comum.

    Recentssima deciso judicial de um

    Tribunal Federal concedeu viva

    separada o direito penso por morte do

    ex-marido porque comunicaram no

    processo de separao que voltaram a

    viver juntos.

    A documentao da unio estvel ou do

    casamento ajuda na partilha de bens?

    Com certeza. A relao jurdica e os

    direitos de famlia e sucessrios das

    pessoas que convivem juntas, na condi-

    o de casadas ou como companheiras,

    fica muito mais fcil de ser solucionada

    quando documentadas.

    parcelas de uma nica vez, caso o Projeto

    de Lei que promete acabar com o fator

    previdencirio no seja aprovado.

    O segurado que j pode se aposentar ou

    est prximo da aposentadoria deve

    elaborar um diagnstico previdencirio

    para saber qual ser o valor da

    aposentadoria e detectar se realmente

    vale pena esperar a alterao da lei.

    Pulo do gato

    Juntamente com a Aposentfcil,

    especializada em planejamento de apo-

    sentadoria, elaborei vrios clculos e

    detectei que na maioria dos casos o

    segurado j poderia ter habilitado seu

    direito no INSS e ficar aguardando,

    assistindo o rendimento do dinheiro ms

    a ms, at a concluso do projeto de lei

    que extingue o fator previdencirio. Nos

    demais casos houve pouca influncia do

    fator previdencirio no valor do

    benefcio ou o segurado ficou longe de

    ser beneficiado pela sua extino.

    Dvidas sobre trabalho e previdncia.

    Como posso acompanhar o projeto de

    lei que acaba com o Fator Previdenci-

    rio?

    O cidado deve estar muito atento para o

    prazo de tramitao do projeto de lei.

    Desde 2008 est para ser includo em

    pauta para apreciao e os especialistas

    desconfiam que o mesmo no seja

    aprovado.

    N a s n o t c i a s d o s i t e

    www.bocchiadvogados.com.br h um

    link para voc acompanhar a tramitao

    do projeto.

    O projeto de lei prev aplicao

    retroativa para quem j se aposentou?

    No. Normalmente as leis so aprovadas

    para reger situaes futuras, exceto

    quando ela mesma dispe que se aplica

    tambm ao passado. Em situaes

    semelhantes o Supremo Tribunal Federal

    no autorizou a retroao da norma.

    O fator previdencirio se aplica a

    todas as espcies de aposentadoria?

    Ele obrigatoriamente aplicado na

    concesso da aposentadoria por tempo

    de contribuio e facultativamente,

    somente quando resulta em aumento do

    valor do benefcio, na aposentadoria por

    idade. Nenhum outro benefcio

    influenciado por ele.

    segurado, mas tambm podem reduzir o

    valor do benefcio. Somente uma prvia

    avaliao da situao especfica pode

    definir se o valor investido na indeniza-

    o das contribuies vencidas gerar

    benefcio a quem indeniza.

    Pulo do gato

    No o segurado quem define o valor

    mensal das contribuies vencidas. Elas

    so calculadas com base na mdia das

    contribuies que o segurado j pagou. E

    se integrarem o perodo posterior a julho

    de 1994, que o utilizado no clculo do

    valor dos benefcios, na maioria das

    vezes haver reduo do valor da aposen-

    tadoria. Assim, pagar contribuies em

    atraso pode no ser um bom negcio.

    Cada caso deve ser estudado com muito

    cuidado.

    Dvidas sobre trabalho e previdncia.

    As contribuies pagas em atraso so

    computadas como carncia?

    As contribuies em atraso s valem para

    cmputo do tempo de servio e no

    podem ser utilizadas para fins de carn-

    cia. Na aposentadoria por idade, por

    exemplo, alm da idade mnima se exige

    tambm 15 anos de contribuio. Isso

    carncia. Para esse fim as contribuies

    atrasadas no contam.

    Sou aposentado. Se recolher contribui-

    es antigas posso aumentar meu benef-

    cio?

    Desde que as contribuies em

    atrasado sejam relativas ao perodo que

    serviu de clculo para a aposentadoria,

    isso possvel. Recomendo que antes de

    pagar as contribuies seja elaborado um

    estudo que lhe d certeza se o benefcio

    realmente ir aumentar e quanto aumen-

    tar.

    Eu era registrado como empregado e a

    empresa no pagou o INSS, como deve

    acertar isso?

    Voc no precisa pagar nada. As

    contribuies devidas pela empresa no

    prejudicam o direito do empregado.

    Hilrio Bocchi Jnior

  • Setembro de 2012

    O Projeto DPVAT-Corretores

    um nova forma de encaminhar os

    pedidos de indenizao do seguro

    DPVAT. O projeto, desenvolvido

    pela Centauro Vida e Previdncia,

    uma evoluo do trabalho realizado

    em conjunto com o SINCOR-CE,

    que atende a populao em sua

    instalao.

    A grande inovao neste formato

    a caracterizao de corretores de

    seguro como agentes oficiais da

    Centauro no acolhimento dos pedi-

    dos de indenizao. Existem alguns

    requisitos bsicos para participar:

    A empresa PJ - est ativa / reca-

    dastrado.

    Ter aderido ao cdigo de tica

    profissional.

    O corretor assina um contrato

    com a companhia, com anuncia do

    Sincor e passa a receber uma remu-

    nerao pelo trabalho que vai

    desenvolver (que dever ser total-

    mente de graa para o beneficirio).

    O que a Centauro oferece ao

    parceiro (Corretora Pessoa

    Jridica):

    Sistema de Informtica desen-

    volvido pela companhia, atravs do

    qual o Corretor acompanha todo o

    andamento do processo;

    O meio de remessa, envelopes

    padronizados para o envio da docu-

    mentao via Sedex, sem custo para

    o Corretor;

    Material necessrio para a divul-

    DPVAT UM SEGURO DE ALCANCE SOCIAL

    Saiba o que o Projeto DPVAT Corretores da Centaurogao cartazes e placa de

    identificao para o local do

    atendimento;

    Equipe altamente capacitada

    para orientar e tirar dvidas dos

    parceiros, atravs de telefone 0800.

    Prlabore para processos de

    Morte ou Invalidez e processos de

    DAMS, pago Corretora quando o

    p roces so l i qu idado pe l a

    Seguradora Lder.

    Qual a funo do Corretor:

    Atender e orientar os beneficirios

    sobre a documentao a ser obtida

    p e l o s m e s m o s ;

    Acolher a documentao quando

    completa, executando um pr-

    cadastro no sistema que ser

    instalado em seu computador;

    Encaminhar os documentos do

    processo, capeados por folha de

    rosto impressa pelo sistema

    Unidade Centauro Rio de Janeiro,

    via envelope SEDEX com porte

    pago pela Seguradora;

    P re s t a r i n fo rmaes aos

    interessados, que tambm tero

    acesso ao andamento do processo no

    site da Seguradora, mediante o

    protocolo que recebero ao dar

    entrada no processo.

    Venha ser um parce iro

    Centauro neste projeto. Valorize o

    seguro e colabore com a sua

    funo social.

    Para solicitar o contrato, clique

    no link

    http://www.centauroseg.com.br

    /site/dpvat_op/credenciamento.ph

    p no item Solicitao de

    Credenciamento e Contrato de

    Prestao de Servio.

    Coordenador: Sr. Benedito

    M a r t i n s ( 4 1 ) 3 0 2 1 - 4 4 8 9 /

    [email protected]

  • Setembro de 2012

  • Setembro de 2012

  • Setembro de 2012

    O Sindicato dos Corretores de Seguros do Cear Sincor-Cear, com o apoio da Fenacor e Funenseg, vai promover durante o ano de 2012, 08(oito) eventos dentro do 8 Ciclo de Palestras para corretores de seguros, no perodo de Maro Novembro do corrente ano.

    A exemplo das palestras realizadas no ano passado, o certame dever, atrair a ateno dos interessados em torno de temas importantes para a categoria, todos previamente escolhidos, ouvindo a opinio dos corretores cearenses.

    Cada palestra, a cargo de professores dos quadros da Funenseg e diretores de Seguradoras, destinada a 150 corretores devidamente inscritos, podendo tambm contar com a presena de dirigentes e funcionrios de seguradoras parceiras atuantes no estado.

    Como no ano anterior, a presena de vrias Companhias Seguradoras reforaram ainda mais a parceria existente entre corretores e seguradores, fortalecendo a nossa iniciativa de promover eventos em nvel regional buscando sempre a melhoria da qualificao do corretor e a sua sintonia com o mercado e as instituies de seguros.

    Importante:

    1. O evento realizado no SENAC ou em um hotel de Fortaleza com auditrio com total infra-estrutura;

    2. No evento haver coffee-break;

    3. (podendo haver alteraes de data/palestrante/tema);

    4. Informaes: Tel: 85 3226-1328 e-mail: [email protected]

    Temas

    23/03/2012 - A Contratao dos Seguros de Responsabilidade Civil para empresas: o que preciso compreender e ensinar para o empresrio / Angelia Carlini;

    25/04/12 - Combate e fraude por parte do Corretor de Seguros; Keila Manango;

    18/05/12 O Mercado de Seguros de Vida e Previdncia Complementar no Brasil / Carlos Eduardo Sarkovas de Oliveira - BVP;

    19/06/12 - Tributao na corretagem / Affonso d'Anzicourt e Silva;

    31/08/12 - Seguro garantia entendida / Aluizio Barbosa;

    21/09/12 Como contribuir para a previdncia e planejar melhor a aposentadoria / Hilrio Bocchi;

    26/10/12 - Seguro de pessoas - vida, acidentes pessoais e previdncia / Eugenio Velasques Bradesco Vida e Previdncia;

    23/11/12 Gerenciamento de riscos, RD, patrimoniais e produtos empresariais / Sidney Leoni.

    Lsias Barbosa Diretor

    0**(85) 3226-13280**(85) 9944-1213

    [email protected] contem sempre com o SINCOR/CE.

    Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de Empresas Corretoras de Seguros do Estado do Cear

    RUA PERBOYRE E SILVA N 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030-200 FORTALEZA/CEAR/CENTRO

    Fone: (0**85) 3226-1328 Fax: (0**85) 3226-6181 REG.M.T.E. COM O N 46000.01.3329/99

    E-MAIL: [email protected] - [email protected] - site: www.sincorce.com.br

  • Setembro de 2012

    O segurado transfere o risco para a seguradora.

    O seguro pode ser pago vista ou em parcelas pr-fixidas.

    O valor calculado antecipadamente de acordo com o perfil

    do veculo e do proprietrio.

    Regulamentado por leis, incluindo o Cdigo de Defesa do

    Consumidor e normas do CNSP e da SUSEP.

    H um contrato de Responsabilidade Mtua pelo qual

    o risco dividido entre os associados.

    A mensalidade no fixa. Varia dependendo do rateio das despesas e

    das indenizaes. O associado ainda paga uma taxa de administrao.

    No h qualquer tipo de proteo. No regulamentado por leis

    e nem existe um rgo do governo para fiscalizar suas atividades.

    Intermediao feita por vendedores autnomos, sem qualquer

    habilitao tcnica.

    No h qualquer garantia de que a indenizao ser paga. Tudo

    depende de rateio entre os associados.

    So constitudas sob a forma de associao ou cooperativas.

    No possui qualquer tipo de garantia atuarial, mnima que seja.

    PROTEO AUTOMOTIVASEGURO

    SEGURO X PROTEO VEICULAR

    QUEM, DE FATO, PROTEGE O CONSUMIDOR?

    Seguradoras so constituidas sob a forma de sociedades

    annimas ou cooperativas agricolas, de sade e de

    acidentes de trabalho.

    Possui constituio de reservas e provises, capitais mnimos,

    margem de solvncia, cosseguro, resseguro, retrocesso.

    Intermediao atravs do Corretor de Seguros, profissional

    habilitado para a defesa dos interesses do consumidor.

    Seguradoras constituem provises tcnicas para garantir o

    pagamento da indenizao. O prazo para pagamento

    do sinistro de 30 dias.

    VENDA CASADA CRIME!

    Susep aumenta em 84% ao fiscalizatria no Mercado de Seguros

    Balano foi realizado pela Coordenao Geral de

    Fiscalizao Direta (CGFIS)

    B a l a n o r e a l i z a d o p e l a

    Coordenao Geral de Fiscalizao

    Direta (CGFIS), que analisa o

    desempenho do setor, aponta que a

    Superintendncia de Seguros Privados

    (Susep) apresentou resultados positivos

    no ltimo ano (2011) e nmeros

    crescentes, se comparados ao mesmo

    perodo do ano anterior (2010). Em

    relao ao nmero de fiscalizaes

    realizadas, o resultado surpreendente:

    houve crescimento de 84,67%. O

    coordenador de Fiscalizao Direta,

    Bensio Jos, explica como o atual

    planejamento, realizado junto ao

    superintendente Luciano Portal

    Santanna, levou a autarquia aos

    nmeros positivos.

    - At dezembro de 2011 executamos

    o planejamento estratgico de

    fiscalizao do exerccio anterior,

    porm acrescido de nova sistemtica,

    implementada seguindo orientaes da

    atual administrao. Realocamos a

    fiscalizao em atividades relacionadas

    ao mercado marginal, demandas

    internas e externas e atendimentos aos

    rgos de controle - explicou.

    J no planejamento de 2012, foi

    criado um rating das entidades, que

    foram classificadas de A at E. O

    objetivo era dar prioridade s piores

    classificadas bem como o tempo

    decorrido da ltima fiscalizao

    contbil. At outubro de 2011, havia 37

    entidades classificadas com nota E, alm

    de 47 entidades que se encontravam sem

    fiscalizao h mais de 60 meses. Dentre

    estas, 10 acumulavam as duas

    condies. Esses foram os critrios para

    o incio de uma nova fiscalizao,

    observando o mercado como um todo.

    - Precisamos, claro, fiscalizar os

    conglomerados, de forma a evitar riscos

    sistmicos, que podem abalar o mercado

    do pas. Nosso papel acompanhar todas

    as entidades. A meta que, aps a

    concluso desta primeira fase, nenhuma

    entidade permanea mais de 36 meses

    sem fiscalizao - declarou Bensio.

    Alm disso, outras aes esto sendo

    realizadas para atender e proteger o

    consumidor, como a observao dos

    problemas de produtos, como garantia

    estendida, seguros de obras e apurao

    de denncias do mercado marginal.

    Susep publica mais duas

    resolues sobre Microsseguro

    Microsseguros so aplices de pequeno valor

    voltadas para a populao de menor renda

    A Superintendncia de Seguros

    Privados (Susep) publicou no Dirio

    Oficial da Unio desta quarta-feira

    (26/9) duas resolues referentes a

    operaes de microsseguros. A

    primeira, de nmero 262, estabelece

    regras e procedimentos para a

    constituio das provises tcnicas e

    para a definio da necessidade, por

    ativos garantidores, de cobertura da

    Proviso de Prmios No Ganhos das

    sociedades seguradoras e entidades

    abertas de previdncia complementar

    autorizadas a operar exclusivamente

    com microsseguros.

    A resoluo diz que essas

    sociedades e entidades que operem

    exclusivamente com microsseguros

    podero deduzir da necessidade de

    cobertura da Proviso de Prmios No

    Ganhos por ativos garantidores os

    valores de carregamento do prmio

    comercial, referente s despesas de

    comercializao.

    A Resoluo n 263 dispe sobre o

    capi ta l mnimo requer ido para

    autorizao e funcionamento das

    sociedades seguradoras e entidades

    abertas de previdncia complementar

    autorizadas a operar exclusivamente com

    microsseguros. A resoluo define os

    conceitos de capital base, capital

    adicional, capital mnimo requerido e

    sociedades supervisionadas.

    Os microsseguros so aplices de

    pequeno valor voltadas para a populao

    de menor renda. A regulamentao

    dessas operaes foi divulgada em

    meados deste ano e as normas autorizam

    inclusive a possibilidade de vender

    aplices por celular.

    Fonte: SUSEP

  • Setembro de 2012

    8 Ciclo de Palestras

    A palestra sobre Seguridade Social

    trouxe para o debate dos corretores de

    seguro, a importncia e responsabilidade

    da Previdncia Privada, pois uma forma

    de lidar diretamente com valores que

    dizem respeito a dignidade humana. Para

    o palestrante Hilrio Bocchi Jnior, que

    Graduado em Cincias Contbeis e

    Especialista em Previdncia Social,

    nesse tipo de seguro h uma maior

    necessidade de ateno e sensibilidade.

    A Seguridade Social consiste em um

    conjunto de polticas sociais cuja a

    proposta amparar e assistir o cidado e

    a sua famlia em situaes como a

    velhice, a doena e o desemprego. O

    artigo 194 da Constituio brasileira

    determina que a seguridade social

    composta de trs pilares, dentre os quais

    esto: Previdncia social: mecanismo

    pblico de proteo social e subsistncia

    proporcionados mediante contribuio.

    Assistncia social: poltica social de

    proteo gratuita aos necessitados. Sade pblica: espcie da seguridade social (por

    efeito da Constituio) destinada a

    promover reduo de risco de doenas e

    acesso a servios bsicos de sade e

    saneamento.

    importante entender que seguridade

    social tem um Regime Geral de

    Previdncia Social, que organizado pelo

    Ministrio da Previdncia Social e

    executado principalmente pelo Instituto

    Nacional do Seguro Social, com o auxlio

    das secretarias estaduais de assistncia

    social. Esto tambm diretamente

    envolvidos na seguridade social o

    Ministrio da Sade (e as respectivas

    secretarias dos estados da federao), o

    Ministrio do Desenvolvimento Social e

    Combate Fome e o Ministrio do

    Trabalho e Emprego. Ressaltando que

    seguridade social uma obrigao

    constitucional do Estado brasileiro, mas

    isso nem sempre assegurado da

    maneira mais desejada pelo cidado,

    principalmente para os que buscam mais

    conforto e segurana em sua vida.

    Nesse cenrio entram em ao os

    planos particulares, de acordo com a

    (FENAPREVI) Federao Nacional de

    Previdncia Privada, o mercado de

    previdncia privada cresceu este ano

    38,48% em comparao com o mesmo

    perodo do ano passado. Em razo deste

    crescimento os recursos acumulados

    pelos titulares dos planos do sistema de

    previdncia complementar aber ta

    alcanaram saldo de R$ 274,8 bilhes,

    com alta de 21,56% em maro de 2012.

    A reduo gradativa do valor dos

    benefcios mantidos pelos Institutos de

    Previdncia Pblica so os responsveis

    pela adeso dos cidados a previdncia

    privada. Para Bocchi, o corretor deve agir

    como um consultor e com dignidade

    mostrar aos indivduos suas reais chances

    na Previdncia Pblica e quais podem ser

    suas estratgias de investimento para

    garantia do futuro atravs da Previdncia

    Privada.

    Deve-se lembrar ao cliente que a

    ausncia de planejamento da futura

    aposentadoria no regime pblico pode

    acarretar em diversos fatores negativos,

    como: ausncia de recursos financeiros

    para viver no presente, mudana no

    padro de vida. Tanto o servidor pblico

    como o trabalhador da iniciativa privada

    deve saber quando se aposentar, qual

    ser o valor da renda futura do benefcio e

    quanto investir at chegar esse

    momento. Com uma consultoria feita

    pelos prprios corretores, ser mais fcil

    e esclarecedor para o cliente saber se

    dever ou no aderir a Previdncia

    Privada.

    A Seguridade Social: Previdncia Publica e Previdncia Privada

    Palestrante Hilrio Bocchi Jnior,

  • Setembro de 2012

    Horrio de funcionamento do SINCOR/CE

    TELEFONES:

    (85) 3226.1328

    FAX: 3226.6181

    Presidncia da RepblicaCasa Civil

    Subchefia para Assuntos Jurdicos

    LEI N 12.640, DE15 DE MAIO DE 2012. Institui o Dia Nacional

    do Securitrio.

    A PRESIDENTA DA REPBLICA Fao saber que o

    Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: o

    Art. 1 Fica institudo o Dia Nacional do Securitrio a ser

    comemorado, anualmente, na terceira segunda-feira do ms de outubro.

    o

    Art. 2 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicao.

    o o

    Braslia, 15 de maio de 2012; 191 da Independncia e 124 da

    Repblica.

    DILMA ROUSSEFF

    Carlos Daudt Brizola

    Este texto no substitui o publicado no DOU de 16.5.2012

    ERRATA: SUSEP APROVA PROPOSTA QUE EXTINGUE COBRANA DO CUSTO DE APLICE

    Medida ainda precisar ser aprovada pelo CNSPimpresso do documento em papel

    moeda, somado s perdas com a

    inflao, no se justiam mais no

    ambiente atual.

    Segundo tcnicos da autarquia,

    as reformas econmicas realizadas

    pelo governo brasileiro nos ltimos

    anos, que mantiveram a estabilidade

    econmica, alm do uso massivo da

    tecnologia em procedimentos de

    comercia l izao de seguro,

    reduziram significativamente os

    custos das operaes de contratao.

    Fonte SUSEP.

    de 2010, que majorou o teto da

    cobrana do custo de aplice de R$

    60 para R$ 100. Atravs da Circular

    432, publicada no Dirio Oficial da

    Unio em 16/4/2012, a autarquia

    determinou que fosse realizado

    estudo tcnico necessrio para

    estabelecer, caso fosse necessrio,

    novo teto para este tipo de

    cobrana.

    Estudo realizado pela Susep

    revelou que as razes que deram

    origem cobrana do custo de

    aplice, como o alto custo da

    contbil, no haveria justificativa

    para a manuteno da taxa fora do

    prmio. O total do valor arrecadado,

    dentro da rubrica custo de aplice,

    foi de R$ 1,7 bilhes em 2011. At

    maro deste ano, a taxa gerou R$

    485,3 milhes. Pela proposta

    elaborada pela Susep, caso a medida

    seja aprovada pelo CNSP, passar a

    valer a partir de 1 de janeiro de

    2013.

    Em abril deste ano, a SUSEP

    suspendeu os efeitos da Circular

    401, publicada em 25 de fevereiro

    A Superintendncia de Seguros

    Privados (Susep), em reunio do

    Conselho Diretor, realizada nesta

    quarta-feira (26/6), aprovou

    proposta que extingue a cobrana do

    custo de aplice de seguro enquanto

    receita especfica. A medida ainda

    ser avaliada pelo CNSP (Conselho

    Nacional de Seguros Privados),

    rgo que decidir pela manuteno

    ou no da taxa. Analise feita pelo

    Grupo de Trabalho institudo pela

    apontou que, do ponto de vista

  • Setembro de 2012

    Grupo de trabalho vai atualizar normas que regulam atividade de Corretagem de Seguros

    Com o objetivo de garantir maior

    autonomia aos corretores de seguros

    em relao s seguradoras, a Susep

    (Superintendncia de Seguros

    Privados) constituiu grupo de trabalho

    para revisar, atualizar e consolidar os

    Objetivo garantir maior

    autonomia aos corretores

    de seguros em relao s

    seguradoras

    normativos que regulamentam a

    atividade de corretagem de seguros.

    Segundo o superintendente da autar-

    quia, Luciano Portal Santanna,

    preciso reforar a independncia dos

    corretores, dando-lhes maior capaci-

    dade de atuao no mercado.

    - O corretor de seguros funda-

    mental para o mercado de seguros.

    Costumo dizer que no h como

    imaginar este ramo de negcios sem o

    corretor. Temos de tomar medidas que

    garantam a independncia e autono-

    mia deste profissional, apresentando

    meios que o ajudem neste sentido

    explicou Santanna.

    O superintendente lembrou que o

    corretor de seguros no pode ter

    vnculo empregatcio com qualquer

    companhia seguradora.

    - O corretor deve ter a liberdade de

    apresentar ao consumidor um

    portflio de produtos e empresas que

    estejam adequados s necessidades

    daquele cliente. Deve, ainda, alertar o

    consumidor das caractersticas

    existentes em cada produto. Por isso,

    a Lei veda o vnculo com as empresas.

    O grupo ser composto pelos

    servidores da Susep, Gustavo Adolfo

    Arajo Caldas e Jorge Ferreira Guima-

    res, pelo procurador federal junto ao

    rgo regulador, Irapu Gonalves de

    Lima Beltro, e pelos representantes

    do mercado, Orlando Filipe de Gouve-

    ia, tesoureiro do Sincor-SP, Gumer-

    cindo Rocha Filho, Ricardo Albino

    Pansera, Robert Bittar, Henrique Jorge

    Duarte Brando, Luiz Alberto Poma-

    role, Jairo de Lacerda e Armando Luiz

    Francisco Portosserra.

    Fonte: SUSEP

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