Tribunal de Contas .Tribunal de Contas - 1 - GLOSSRIO ... A contribui§£o especial criada nos

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Tribunal de ContasTribunal de Contas

PROCESSO N. 13/2006 PROCESSO N. 13/2006 Audit.Audit.

RELATRIO N. 40 /2006RELATRIO N. 40 /2006--2. S2. S..

Auditoria contabilizao da Auditoria contabilizao da

receita do Estado arrecadada em execuo fiscal receita do Estado arrecadada em execuo fiscal

SGR SGR Balco 0018 Balco 0018 Execues Fiscais (DSCC)Execues Fiscais (DSCC)

Ano de 2005Ano de 2005

Novembro 2006Novembro 2006

Tribunal de Contas

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GLOSSRIO ..................................................................................................................................... - 4 -

PROC. 13/06 AUDIT.

RELATRIO DE AUDITORIA

N. 40/2006 2. S

AUDITORIA CONTABILIZAO DA

RECEITA DO ESTADO ARRECADADA EM

EXECUO FISCAL SGR BALCO 0018 EXECUES FISCAIS (DSCC)

ANO DE 2005

DEPARTAMENTO DE AUDITORIA II UAT 2 2006

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- 2 -

LISTA DE ANEXOS ......................................................................................................................... - 6 - SIGLAS E SEU SIGNIFICADO ...................................................................................................... - 7 - FICHA TCNICA ............................................................................................................................. - 8 - I SUMRIO ............................................................................................................................... - 9 -

Observaes e Concluses ...................................................................................................... - 9 - Recomendaes ..................................................................................................................... - 19 -

II INTRODUO .................................................................................................................... - 21 - 2.1 Fundamento, mbito e objectivos da auditoria ...................................................... - 21 - 2.2 Metodologia adoptada .............................................................................................. - 21 -

2.2.1 Estudo prvio e planeamento ....................................................................... - 22 - 2.2.2 Fase de execuo ......................................................................................... - 23 -

2.3 Enquadramento Legal .............................................................................................. - 23 - 2.3.1 Regulamentao da contabilizao das receitas do Estado ........................ - 25 - 2.3.2 Alteraes na estrutura orgnica da DGCI ................................................. - 26 - 2.3.3 Receitas contabilizadas no balco 0018 Execues Fiscais (DSCC) ....... - 27 -

2.4 Condicionantes e colaborao ................................................................................. - 29 - 2.5 Audio dos responsveis ......................................................................................... - 29 -

III RESULTADOS DA AUDITORIA ...................................................................................... - 31 - 3.1 Contabilizao da receita do Estado arrecadada em execuo fiscal .................. - 31 -

3.1.1 Origem da cobrana..................................................................................... - 31 - 3.1.2 Sistemas informticos ................................................................................... - 32 - 3.1.3 Entidades intervenientes .............................................................................. - 33 - 3.1.4 Circuito da informao aps a cobrana em execuo fiscal ..................... - 34 -

3.1.4.1 Informao de pagamento atravs de DUC ............................... - 34 - 3.1.4.2 Informao relativa s compensaes de crditos em dvidas ... - 35 -

3.1.5 Operaes de execuo utilizadas ............................................................... - 35 - 3.1.6 Valores contabilizados no balco 0018 Execues Fiscais (DSCC) ........ - 36 - 3.1.7 Apuramento dos valores a contabilizar ....................................................... - 37 -

IRS, IRC, IS e IVA ...................................................................................... - 39 - Outros Impostos ........................................................................................... - 41 - Juros de mora e juros compensatrios .......................................................... - 42 - Coimas e outras penalidades por contra-ordenaes tributrias ................... - 42 - Outras receitas .............................................................................................. - 43 -

3.1.8 Saldos do balco 0018 ................................................................................. - 43 -

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3.2 Apreciao da fiabilidade dos valores contabilizados no balco 0018 ................. - 45 - 3.2.1 Anlise da informao contabilizada no SDR Documentos Pagos ........... - 46 -

3.2.1.1 Confronto com a informao do SEF DUC ............................ - 47 - 3.2.1.2 Confronto com a informao da aplicao DL 124/96 .............. - 48 -

3.2.2 Anlise da informao contabilizada no SDR Compensaes .................. - 49 - 3.2.2.1 Confronto com a informao do SEF Compensaes ............ - 50 -

3.2.3 Anlise da informao em erro no SDR ....................................................... - 51 - 3.3 Anlise da informao registada na Contabilidade do Tesouro ........................... - 54 -

3.3.1 Confronto da informao do SGR com a da Contabilidade do Tesouro ..... - 57 - 3.4 Confronto da informao do SGR com a do SCR ................................................. - 58 -

IV VISTA AO MINISTRIO PBLICO ................................................................................ - 59 - V EMOLUMENTOS ................................................................................................................ - 59 - VI DECISO .............................................................................................................................. - 60 -

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GLOSSRIO Contribuio Especial (Decreto-Lei n. 51/95, de 20 de Maro) O Decreto-Lei n. 51/95, de 20 de Maro, aprovou o Regulamento da Contribuio Especial devida pela valorizao de imveis, decorrente da construo da nova ponte sobre o rio Tejo (Ponte Vasco da Gama). Esta contribuio incide sobre o aumento de valor dos prdios rsticos, resultante da possibilidade da sua utilizao como terrenos para construo urbana, e sobre o aumento de valor dos terrenos para construo e das reas resultantes da demolio de prdios urbanos, envolventes ponte situados em algumas reas da margem sul do rio Tejo e tem como finalidade reverter para a comunidade, em geral, parte do benefcio recebido pelos proprietrios dos terrenos valorizados. A contribuio especial criada nos termos deste diploma tem uma durao de vinte anos, constituindo o produto da sua cobrana receita do Estado. Contribuio Especial (Decreto-Lei n. 54/95, de 22 de Maro) O Decreto-Lei n. 54/95, de 22 de Maro, aprovou o Regulamento da Contribuio Especial devida pela valorizao de imveis decorrentes da realizao da Exposio Internacional de Lisboa de 1998 (EXPO98). Esta contribuio incide sobre o aumento de valor dos imveis situados nas reas envolventes aos terrenos onde se realizou a EXPO98, designadamente algumas reas da margem norte do rio Tejo, excluindo-se, no entanto, as includas na zona de interveno da referida exposio e nas mesmas condies que as referidas para a Contribuio Especial devida pela valorizao de imveis decorrente da construo da nova ponte sobre o rio Tejo. A contribuio especial criada nos termos deste diploma tem uma durao de vinte anos, constituindo o produto da sua cobrana receita do Estado. Contribuio Especial (Decreto-Lei n. 43/98, de 3 de Maro) O Decreto-Lei n. 43/98, de 3 de Maro, aprovou o Regulamento da Contribuio Especial devida pela valorizao de imveis beneficiados com os investimentos efectuados ou a efectuar para a realizao da CRIL, CREL, CRIP, CREP e respectivos acessos e da travessia ferroviria do rio Tejo, troos ferrovirios complementares, bem como as extenses do metropolitano de Lisboa e a concretizao de sistemas ferrovirios ligeiros. Esta contribuio incide sobre o aumento de valor dos prdios rsticos, resultante da possibilidade da sua utilizao como terrenos para construo urbana, e sobre o aumento de valor dos terrenos para construo e das reas resultantes da demolio de prdios urbanos j existentes. A contribuio especial criada nos termos deste diploma tem uma durao de vinte anos, constituindo o produto da sua cobrana receita do Estado.

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Imposto de Sisa A receita contabilizada no balco 0018, referente a Imposto de Sisa, respeita a incidncias relativas a perodos anteriores a 1 de Janeiro de 1987, uma vez que a partir desta data e de acordo com a Lei n. 1/87, de 6 de Janeiro, o produto da cobrana do imposto passou a constituir receita municipal, deixando portanto, de ser considerada receita do Estado. Imposto sobre as Sucesses e Doaes por avena O Imposto sobre as Sucesses e Doaes, data da sua revogao pelo n. 3 do art. 31. do Decreto-Lei n. 287/2003, de 12 de Novembro, que aprovou o Cdigo do Imposto Municipal sobre as Transmisses Onerosas de Imveis, assumia a designao por avena, quando o seu pagamento era efectuado antecipadamente sobre as eventuais transmisses que viessem a ocorrer, a ttulo gratuito, de: ttulos e certificados da dvida pblica fundada, incluindo os certificados de aforro; obrigaes