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Evolucao historica da reflexao humana

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Text of Evolucao historica da reflexao humana

1. Evoluo histrica da reflexo humana. Alunos(as): Aniel Soares, Edna Fontes, Elicarlos Barbosa, Otoniel Reis, Jaciara Correia, Roqueleide Batista, Railson Matos. Professor(a): Fabiano Oliveira Curso: Psicologia. Disciplina: Antropologia Filosfica. 2. Mitos Gregos Na religio, havia muitos deuses na Grcia e todos, claro, eram imortais. Por essa qualidade, eles se tornavam diferentes dos homens mortais, portanto. Do mesmo modo que os mitos, lendas e fbulas, a Grcia foi rica em sua religio. O culto grego tinha duas caractersticas principais: era politesta, pois eram cultuados vrios deuses; e antropomrfica, uma vez que os deuses tinha forma e comportamento semelhante aos homens. A mitologia grega realava a fraqueza humana em contraste aos grandes e terrveis poderes da natureza. Os gregos acreditavam que seus deuses, que eram imortais, controlavam todos os aspectos da natureza. Assim os gregos reconheciam que suas vidas eram completamente dependentes da boa vontade dos deuses. 3. Pr-Socrticos Homens que tambm se debruaram sobre o por qu das coisas. No entanto se voltaram mais para as coisas da natureza, a origem do universo, a sua fora e transformaes, a influncia da natureza nos seres, etc. Muitos dos pr socrticos se disseram sobre as foras da natureza como fogo, gua, o ar e a terra no preocupados com essas foras em si mesmas, como se fossem cientistas, mas sobretudo usando as observaes destas foras por analogia. Para uma maior compreenso os pr socrticos so divididos em o que chamamos escolas. So estas: Escola Jnica: Tales de Mileto, Anaximenes de Mileto, Anaximandro de Mileto e Herclito de feso Escola Itlica: Pitgoras de Samos, Filolau de Crotona e rquitas de Tarento; Escola Eleata: Xenfanes, Parmnides de Elia, Zeno de Elia e Melisso de Samos. Escola da Pluralidade: Empdocles de Agrigento, Anaxgoras de Clazmena, Leucipo de Abdera e Demcrito de Abdera. 4. Sofistas Os sofistas eram professores viajantes que, por determinado preo, vendiam ensinamentos prticos de filosofia, levando em considerao os interesses dos alunos, davam aulas de eloqncia e sagacidade mental, ensinavam conhecimentos teis para o sucesso dos negcios pblicos e privados. Transmitindo um jogo de palavras, raciocnios e concepes que seriam utilizadas na arte de convencer, driblando as teses dos adversrios. A partir dessa concepo, no haveria uma verdade nica, absoluta. Tudo seria relativo ao homem, ao momento, a um conjunto de fatores e circunstncias. 5. Scrates, Plato e Aristteles Scrates no valorizava os prazeres dos sentidos, todavia se escalava o belo entre as maiores virtudes, junto ao bom e ao justo. Dedicava se ao parto das idias dos cidados da Atenas, mas era indiferente aos seus prprios filhos. O julgamento e a execuo de Scrates so eventos centrais da obra de Plato. Scrates admitiu que poderia ter evitado sua condenao se tivesse desistido da vida justa. Plato de Atenas foi um filsofo grego, discpulo de Scrates, fundador da Academia e mestre de Aristteles, acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Aristocles. Para Plato, a verdade no era subjetiva (no vinha de dentro dos homens) e sim objetiva, ou seja, estava fora dos seres humanos e simplesmente existia como tal na realidade. A tarefa do homem era conhecer racionalmente essa realidade para alcanar enfim a verdade. 6. Scrates, Plato e Aristteles Aristteles figura mais influentes filsofos gregos, ao lado de Scrates e Plato, que transformaram a filosofia pr-socrtica construindo um dos principais fundamentos da filosofia ocidental. Aristteles prestou contribuies em diversas reas do conhecimento humano, destacando-se: tica, poltica, fsica, metafsica, lgica, psicologia, poesia, retrica, zoologia, biologia e histria natural. Aristteles discordava de Plato quanto existncia de dois mundos, um sensvel e outro inteligvel. Para o jovem discpulo, existia apenas um mundo, o sensvel, este em que vivemos apreensveis pelos nossos sentidos, pela nossa experincia. A tarefa do filsofo era a de conhecer a essncia imutvel das coisas, atravs da razo, a partir dos sentidos. 7. Alegoria da caverna Imaginamos uma caverna subterrnea onde, desde a infncia, gerao aps gerao, seres humanos esto aprisionados. Como jamais viram outras coisas, os prisioneiros imaginavam que as sombras vistas so as prprias coisas, ou seja, no podem saber que so imagens, nem que h seres humanos reais fora da caverna, tambm no podem saber que enxergam porque h a fogueira e a luz fora e imaginam que toda luminosidade possvel o que reina na caverna. Plato indaga o que aconteceria se algum libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? 8. Santo Agostinho Em seu livro O Livre-arbtrio, Santo Agostino tenta provar de forma filosfica de que Deus no o criador do mal. Pois, para ele , torna-se inconcebvel o fato de que um ser to bom, podesse ter criado o mal. A concepo que Agostinho tem do mal, est baseada na teoria platnica, assim o mal no aquilo que sobraria quando no existe mais a presena do bem. Deus seria a completa personificao deste bem. Portanto no poderia ter criado o mal. 9. So Toms de Aquino Toms de aquino acentuou a diferena entre a filosofia, que estuda todas as coisas pelas ultimas causas atravs da luz da razo, e a teologia, cincia de Deus luz da revelao. Mostrou que o homem o ponto de convergncia de toda a criao e que nele se encerram, de certo modo, todas as coisas. Ensinou que h uma unio substancial entre a alma e o corpo, esta um corpo que est enformado por uma alma ou uma alma a enformar um corpo. Defendeu o livre arbtrio, ou seja, a liberdade da vontade humana para aderir ao bem ou ao mal, onde a responsabilidade moral do homem. O conhecimento, ensinava Toms, tem primazia sobre a ao, pois nada pode ser amado se no for conhecido primeiro. 10. Renascena A histria passou por grandes revolues no perodo renascentista. A viso do homem sobre si mesmo modificou-se radicalmente, pois, no perodo anterior, todos os campos do saber humano tendiam a voltar-se para as explicaes teocntricas. Na Renascena, o homem voltou seu olhar sobre si mesmo, em que o prprio homem toma- se como objeto de observao, ao mesmo tempo em que o observador. Os centros urbanos se multiplicaram a partir do desenvolvimento das atividades comerciais, substituindo paulatinamente os antigos feudos. 11. Emprismo O empirismo descrito-caracterizado pelo conhecimento cientfico, a sabedoria adquirida por percepes; pela origem das idias por onde se percebe as coisas, independente de seus objetivos e significados; pela relao de causa-efeito por onde fixamos na mente o que percebido atribuindo percepo causas e efeitos; pela autonomia do sujeito que afirma a variao da conscincia de acordo com cada momento; pela concepo da razo que no v diferena entre o esprito e extenso, como prope o Racionalismo e ainda pela matemtica como linguagem que afirma a inexistncia de hipteses. A doutrina do empirismo foi definida explicitamente pela primeira vez pelo filsofo ingls John Locke no sculo XVII. 12. Racionalismo O racionalismo a doutrina que afirma que tudo que existe tem uma causa inteligvel, mesmo que no possa ser demonstrada de fato, como a origem do Universo. Privilegia a razo em detrimento da experincia do mundo sensvel com via de acesso ao conhecimento. Considera a deduo como mtodo superior de investigao filosfica. Ren Descartes, Spinoza e Leibniz introduzem o racionalismo na filosofia moderna. 13. Referncias http://blog.cancaonova.com/asas/tag/pre-socraticos/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismo http://www.pitoresco.com.br/art_data/renascimento/index.htm http://www.usp.br/fau/docentes/depprojeto/c_deak/CD/4verb/ http://www.mundodosfilosofos.com.br/aquino.htm http://www.consciencia.org/sao_tomas_de_aquino.shtml http://www.mundodosfilosofos.com.br/agostinho.htm