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Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar Orientações para Órgãos da União e Empreendimentos Fornecedores MODALIDADE COMPRA INSTITUCIONAL

Caso PAA – Brasil

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  • Aquisio de Alimentos daAgricultura Familiar

    Orientaes para rgos da Unio e Empreendimentos Fornecedores

    MODALIDADE COMPRA INSTITUCIONAL

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    Presidente da Repblica Federativa do Brasil

    Ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Agrrio

    Secretrio Executivo

    Secretrio Nacional de Segurana Alimentar e Nutricional

    Diretor do Departamento de Apoio Aquisio e Comercializao

    da Produo Familiar

    Coordenadora-Geral de Aquisio e Distribuio de Alimentos

    Coordenador

    Elaborao

    Equipe Tcnica

    Designer e Diagramao

    Reviso

    Acervo Fotogrfico

    Michel Miguel Elias Temer Lulia

    Osmar Gasparini Terra

    Alberto Beltrame

    Caio Tibrio Dornelles da Rocha

    Jos Paulo de Almeida

    Hetel Leepkaln dos Santos

    Gustavo Corra de Assis

    Cludia Regina Ataide de Paula

    Hetel Leepkaln dos SantosGustavo Corra de AssisCludia Regina Ataide de PaulaAna Paula Piedade PedrosaJos Carlos MartinezViviane Fernandes de Albuquerque

    Jonatas Bonach

    ASCOM/MDSA

    ASCOM/MDSAAssociao dos Agricultores Ecolgicos das Encostas da Serra Geral (Agreco)Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Itati, Terra de Areia e Trs Forquilhas (Comafitt)Cooperativas dos Agricultores Familiares de Poo Fundo e Regio (Coopfam)Gustavo Corra de AssisHetel Leepkaln dos Santos

  • SUMRIO

    APRESENTAO | 5

    CAPTULO I - Agricultura Familiar e Compras PblicasConhecendo a agricultura familiar brasileira | 10

    O que o Programa de Aquisio de Alimentos (PAA) | 12

    Conhecendo a modalidade PAA-Compra Institucional | 14

    Onde todos colhem benesses | 15

    Legislao Pertinente | 16

    CAPTULO II - Orientando os CompradoresQuem pode comprar | 20

    Quanto devo dispor do oramento para comprar da Agricultura Familiar | 20

    Como comprar no formato de Chamada Pblica | 21

    Modelos de documentos | 24

    CAPTULO III - Orientando os FornecedoresQuem pode vender | 44

    Quanto posso vender | 45

    Cadastre-se e venda mais para o Governo | 46

    CAPTULO IV - Pginas DigitaisPara Fornecedores e Compradores:Conhea o Portal de Compras da Agricultura Familiar | 50

    Para Compradores:ComprasNet | 56

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    O Programa de Aquisio de Alimentos (PAA), criado pelo artigo

    19 da Lei n 10.696, de 02/07/2003, tem como finalidade fomentar

    o acesso alimentao, em quantidade, qualidade e regularidade

    necessrias s populaes em situao de insegurana alimen-

    tar e nutricional, bem como, a incluso econmica e social, com

    fomento produo sustentvel, comercializao e ao consumo,

    por meio do fortalecimento da agricultura familiar.

    Desde sua implementao, o PAA se ampliou e se aperfeioou,

    criando, por exemplo, novas modalidades com o objetivo de assis-

    tir as mais diversas necessidades de provimento, quanto as parti-

    cularidades produtivas dos agricultores familiares.

    Nesse processo de expanso e aprimoramento foi criada a mo-

    dalidade do PAA Compra institucional, na qual possvel aos

    rgos Federais, Estados, Distrito Federal e Municpios comprar

    alimentos produzidos pela agricultura familiar, por meio de cha-

    madas pblicas, com seus prprios recursos financeiros, com dis-

    pensa de procedimento licitatrio.

    Neste contexto, o presente Manual tem por objetivo apresentar

    esta nova modalidade do PAA, com vistas a auxiliar e orientar

    compradores e fornecedores, em especial, os rgos e entida-

    des da Unio e empreendimentos da agricultura familiar, no que

    se refere operacionalizao e uso desta ferramenta de com-

    pra pblica.

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    CAPTULO IAgricultura Familiar e

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    CONHECENDO A AGRICULTURA FAMILIAR BRASILEIRA

    A agricultura familiar, enquanto categoria profissional, definida oficialmente pela

    Lei n 11.326, de 24 de julho de 2006, que tambm designa as diretivas para a ela-

    borao da Poltica Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares

    Rurais. Em seu artigo 3, esta lei define como agricultor familiar e empreendedor fa-

    miliar rural aquele que pratica atividades no meio rural, atendendo, simultaneamente,

    aos seguintes requisitos:

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    IVIII

    No detenha, a qualquer ttulo, rea maior do que 4 (quatro) mdulos fiscais;

    Tenha percentual mnimo da renda familiar originada de atividades econmicas do seu estabelecimento ou empreendimento, na forma

    definida pelo Poder Executivo;

    Utilize predominantemente mo-de-obra da prpria famlia nas atividades

    econmicas do seu estabelecimento ou empreendimento;

    Dirija seu estabelecimento ou empreendimento com sua famlia.

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    Constituindo-se igualmente beneficirios desta lei: silvicultores,

    aquicultores, extrativistas, povos indgenas e integrantes de co-

    munidades remanescentes de quilombos rurais e demais povos e

    comunidades tradicionais.

    A atividade agrcola familiar constantemente evocada por sua re-

    levncia na produo de alimentos, principalmente no que se refere

    quela direcionada ao autoconsumo. No obstante, cabe salientar

    que a atividade agrcola familiar, alm de contribuir na reduo do

    xodo rural colabora de forma significativa para a gerao de capi-

    tal do setor agropecurio, e, consequentemente, do pas.

    O trabalho desenvolvido pela agricultura familiar apresenta nos

    dias de hoje uma nova concepo e notabiliza de maneira signi-

    ficativa no desenvolvimento agrcola brasileiro. O Brasil, nos lti-

    mos tempos, progrediu consideravelmente em quantidade e qua-

    lidade de estudos e pesquisas, destacando a capacidade que a

    agricultura familiar tem de assimilar recentes tecnologias, acessar

    crditos e integrar-se s novas formas de comercializao e aos

    novos mercados.

    Observa-se que a agricultura familiar brasileira almeja que seu

    enrobustecimento se corporifique mediante polticas pblicas e

    aes governamentais que estimulem e solidifiquem ascenses

    cada vez maiores, no com o propsito de realizar atividade de

    efeito compensador, mas que favorea acolher as exiguidades

    deste pblico, a partir de uma poltica nacional de natureza per-

    manente.

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    O QUE O PROGRAMA DE AQUISIO DE ALIMENTOS (PAA)

    O Programa de Aquisio de Alimentos PAA compreende as

    seguintes finalidades:

    A) incentivar a agricultura familiar, promovendo a sua incluso

    econmica e social, com fomento produo com sustentabilidade, ao processamento de alimentos e

    industrializao e gerao de renda;

    C) promover o acesso alimentao, em quantidade, qualidade e regularidade necessrias, das pessoas em situao de insegurana alimentar e nutricional, sob a perspectiva do direito humano

    alimentao adequada e saudvel;

    E) constituir estoques pblicos de alimentos produzidos por

    agricultores familiares;

    B) incentivar o consumo e a

    valorizao dos alimentos produzidos

    pela agricultura familiar;

    D) promover o abastecimento alimentar,

    que compreende as compras governamentais de alimentos, includa a

    alimentao escolar;

    F) apoiar a formao de estoques pelas cooperativas e demais organizaes formais

    da agricultura familiar; e

    G) fortalecer circuitos locais e regionais e redes de comercializao.

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    Com o propsito de atingir tais objetivos, o PAA compra alimentos oriundos da agri-

    cultura familiar, com dispensa de licitao, e os destina s pessoas em situao de

    insegurana alimentar e nutricional e quelas atendidas pela rede socioassistencial,

    pelos equipamentos pblicos de segurana alimentar e nutricional e pela rede pbli-

    ca e filantrpica de ensino. Atuando tambm na constituio de estoques pblicos

    de alimentos produzidos por agricultores familiares e na formao de estoques pelas

    organizaes da agricultura familiar.

    ATENOQuem executa: estados e municpios em parceria com o Ministrio do De-

    senvolvimento Social e Agrrio (MDSA), Companhia Nacional de Abasteci-

    mento (Conab), Secretaria Especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvi-

    mento Agrrio e Conab

    Alm de promover o abastecimento alimentar por meio de compras governamentais,

    este Programa fortalece circuitos locais e regionais e redes de comercializao; valo-

    riza a biodiversidade e a produo orgnica e agroecolgica de alimentos; incentiva

    hbitos alimentares saudveis e estimula o cooperativismo e o associativismo. A exe-

    cuo do Programa pode ser feita por meio de seis modalidades:

    Compra com Doao Simultnea

    Compra Direta

    Apoio Formao de Estoques

    Incentivo Produo e ao Consumo de Leite

    Compra Institucional e

    Aquisio de Sementes

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    CONHECENDO A MODALIDADE PAA-COMPRA INSTITUCIONAL

    O PPA Compra Institucional, criado pelo Decreto n 7.775/2012

    trata-se de uma modalidade que permite que rgos da Unio,

    dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios comprem ali-

    mentos da agricultura familiar por meio de chamadas pblicas,

    com seus prprios recursos financeiros, com dispensa de proce-

    dimento licitatrio.

    Podero ser abastecidos: hospitais, quartis, presdios,

    restaurantes universitrios, refeitrios de creches e

    escolas filantrpicas, entre outros.

    Pode ser adquirido por esta modalidade: qualquer

    produto alimentcio, desde que atenda s

    especificaes de cada chamada pblica, podendo ser

    alimento in natura ou processado.

    Produo prpria dos agricultores familiares que

    cumpram os requisitos de controle de qualidade

    dispostos na norma vigente.

    Informaes e cadastramento de empreendimentos

    fornecedores, vide Portal no seguinte endereo

    eletrnico: www.comprasagriculturafamiliar.gov.br

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    BENEFCIOS PARA TODOS

    As Compras Pblicas promovem a aquisio de alimentos produ-

    zidos pela agricultura familiar e uma alimentao mais saudvel

    porque a oferta dos alimentos est mais perto dos consumidores,

    permitindo que os produtos sejam frescos, diversificados, de qua-

    lidade e adequados ao hbito alimentar local, respeitando tam-

    bm as tradies culturais da populao da regio. Desta forma,

    todos se beneficiam:

    o agricultor familiar qualifica sua produo de alimentos para

    atender s exigncias do mercado consumidor local e acessa

    um novo canal de comercializao da produo.

    os rgos governamentais utilizam seu poder de compra

    para aquecer a economia local, contribuem com a incluso

    social e produtiva dos agricultores e agricultoras familiares,

    tm os processos de aquisio de alimentos facilitados, re-

    cebem alimentos de alta qualidade e promovem a Poltica

    de Segurana Alimentar e Nutricional de forma adequada

    demanda de seus usurios (crianas, estudantes, idosos, etc.)

    os consumidores recebem uma alimentao saudvel, mais

    rica nutricionalmente e mais adequada s suas necessidades. Foto

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    LEGISLAO PERTINENTE

    Lei n 10.696, de 2 de julho 2003 art. 19: cria o Programa de Aquisio de Ali-

    mentos (PAA);

    Lei n 11.326, de 24 de julho de 2006 - estabelece as diretrizes para a formulao

    da Poltica Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais.

    Lei n 12.512, de 14 de outubro de 2011, art. 17 - autoriza a aquisio de produtos

    dos beneficirios fornecedores, por meio de dispensa de licitao;

    Decreto n 7.775, de 4 de julho de 2012, art. 17, 18 e 21 regulamenta os normativos

    e estabelece as formas de execuo do PAA

    Resoluo GGPAA n 50, de 26 de setembro de 2012, com as alteraes poste-

    riormente introduzidas pela Resoluo GGPAA n 56, de 14 de fevereiro de 2013,

    que dispe sobre a sistemtica de funcionamento da modalidade de execuo

    Compra Institucional, no mbito do PAA; Resoluo GGPAA n 64, de 20 de

    novembro de 2013, que dispe sobre a sistemtica de funcionamento da moda-

    lidade de execuo Compra Institucional, no mbito do Programa de Aquisio

    de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA); e Resoluo GGPAA n 73, de 26 de

    outubro de 2015, que altera os limites anuais, por rgo comprador, por unidade

    familiar e por organizao fornecedora;

    Decreto n 8.293, de 12 de agosto de 2014, que altera o Decreto no 7.775, de

    4/7/2012, que dispe sobre o Programa de Aquisio de Alimentos.

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    Decreto n 8.473, de 22 de junho de 2015, que estabelece no mbito da Admi-nistrao Pblica federal, o percentual mnimo de 30% destinado aquisio

    de gneros alimentcios de agricultores familiares e suas organizaes, a partir

    de 1 de janeiro de 2016.

    Resoluo CIT n 1, de 14 de maro de 2016 que dispem sobre pactuar a

    priorizao pelos gestores de Assistncia Social dos Estados, Distrito Federal

    e Municpios, na aquisio de gneros alimentcios da agricultura familiar, por

    meio da modalidade Compra Institucional, do Programa de Aquisio de Ali-

    mentos - PAA.

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    QUEM PODE COMPRAR

    As compras so permitidas para quem fornece alimentao, como hospitais pblicos,

    Foras Armadas (Exrcito Brasileiro, Marinha do Brasil e Fora Area Brasileira), pre-

    sdios, restaurantes universitrios, institutos federais, hospitais universitrios, refeit-

    rios de creches, e escolas filantrpicas, entre outros.

    A fonte do recurso o oramento do prprio rgo comprador,

    destinado aquisio de alimentos.

    QUANTO DEVO DISPOR DO ORAMENTO PARA COMPRAR DA AGRICULTURA FAMILIAR

    Conforme determina o Decreto n 8.473, de 22/06/2015, do total de recursos destina-

    dos aquisio de gneros alimentcios pelos rgos e entidades da administrao

    pblica federal direta, autrquica e fundacional ao menos 30% (trinta por cento) de-

    vero ser destinados aquisio de produtos de agricultores familiares e suas orga-

    nizaes, empreendedores familiares rurais e demais beneficirios que se enquadrem

    na Lei n 11.326, de 2006, e que tenham a Declarao de Aptido ao Pronaf DAP.

    Esta aquisio pode ser feita diretamente da agricultura familiar utilizando a modali-

    dade do PAA Compra Institucional.

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    COMO COMPRAR NO FORMATO DE CHAMADA PBLICA

    O rgo comprador define a demanda de gneros aliment-

    cios, considerando os princpios da alimentao adequada e

    saudvel.

    Verificar a oferta de alimentos da agricultura familiar na re-

    gio, considerando a diversidade de produtos, volume e a

    sazonalidade.

    O rgo comprador dever realizar, no mnimo, 3 (trs) pes-

    quisas no mercado local ou regional. Na impossibilidade de

    pesquisa de preo para a compra de produtos orgnicos ou

    agroecolgicos, os preos podero ser acrescidos em at

    30% (trinta por cento) em relao aos preos estabelecidos

    para produtos convencionais, consoante disposto no art. 17,

    pargrafo nico, da Lei n 12.512, de 2011.

    Elaborar o edital de chamada pblica.

    Dar publicidade Chamada Pblica por meio de divulgao

    em local de fcil acesso agricultura familiar ou por meio do

    Portal de Compras da Agricultura Familiar - www.comprasa-

    griculturafamiliar.gov.br, pelo prazo mnimo de 10 (dez) dias.

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    As organizaes da agricultura familiar devem elaborar as

    propostas de venda de acordo com os critrios da chamada

    pblica.

    O comprador habilita as propostas que contenham todos os

    documentos exigidos no edital de chamada pblica e preos

    de venda que no ultrapassem o preo de aquisio definido

    para cada produto na chamada pblica.

    O comprador e o fornecedor assinam o contrato que esta-

    belece o cronograma e os locais de entrega dos produtos,

    a data de pagamento aos agricultores familiares e todas as

    clusulas de compra e venda.

    O incio da entrega dos produtos deve atender ao cronogra-

    ma previsto e os pagamentos sero realizados diretamente

    aos agricultores ou suas organizaes.

    D maior visibilidade sua Chamada Pblica

    divulgando-a no Portal de Compras da

    Agricultura Familiar. Entre em contato com a

    equipe do PAA-CI no MDSA e saiba como.

    ATENOAs formas de contrato e pagamento seguem os ritos

    determinados pela Lei n 8.666, de 21/06/1993.

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    MODELOS DE DOCUMENTOS

    MODELO DE CHAMADA PBLICA N ______/20_____.

    Chamada Pblica n____/20___ para aquisio de alimentos de agricultores fami-liares e demais beneficirios que se enquadrem nas disposies da Lei n 11.326, de 24 de julho de 2006, por meio da Modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisio de Alimentos PAA, com dispensa de licitao, com fulcro no art. 17 da Lei n 12.512, de 14 de outubro de 2011, no art. 17 do Decreto n 7.775, de 04 de julho de 2012, e na Resoluo GGPAA n 50, publicada no DOU de 26 de setembro de 2012.

    O __________ (rgo/Entidade Federal/Estadual ou Municipal), pessoa jurdica de

    direito pblico ou privado, com sede ___________, inscrita no CNPJ sob o n _____,

    representado neste ato pelo (representante legal), _____________, no uso de suas

    prerrogativas legais, e considerando o disposto no art. 17, da Lei 12.512/2011, e nas

    Resolues GGPAA n 50/2012, n 56/2013, n 64/2013 e n 73/2015, atravs da Se-

    cretaria (_________), vem realizar Chamada Pblica para aquisio de alimentos de

    agricultores familiares e demais beneficirios que se enquadrem nas disposies da

    Lei n 11.326/2006, por meio da Modalidade Compra Institucional do Programa de

    Aquisio de Alimentos, com dispensa de licitao, durante o perodo de _______a

    __________de _____. Os interessados devero apresentar a documentao para ha-

    bilitao e Proposta de Venda at o dia ___________, s ________horas, no (local

    onde dever ser entregue a proposta) ______________.

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    1. Objeto

    1.1 O objeto da presente Chamada Pblica a de aquisio de alimentos de agricul-

    tores familiares, por meio da modalidade de Compra Institucional do Programa de

    Aquisio de Alimentos, conforme especificaes abaixo.

    Item Unidade Quantidade Preo Unitrio *

    * Ver item X desta chamada.

    2. Fonte de recurso

    2.2 Recursos provenientes do ____________.

    3. Preo

    3.3 A definio dos preos observou o art. 5 da Resoluo GGPAA n 50, de

    26/09/2012, (informar qual metodologia utilizada, tendo como base o art. 5).

    Art. 5 Para definio dos preos de aquisio dos produtos da agricultura familiar

    e suas organizaes, o rgo responsvel pela compra dever realizar, no mnimo,

    3 (trs) pesquisas devidamente documentadas no mercado local ou regional.

    1 Na impossibilidade de pesquisa de preo para a compra de produtos orgnicos

    ou agroecolgicos, os preos podero ser acrescidos em at 30% (trinta por cen-

    to) em relao aos preos estabelecidos para produtos convencionais, consoante

    disposto no art.17, pargrafo nico, da Lei n 12.512, de 2011.

    2 Fica facultada ao rgo responsvel pela compra a utilizao dos preos de

    referncia estabelecidos nas aquisies do Programa Nacional de Alimentao Es-

    colar - PNAE.

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    4. Habilitao e Proposta de Venda

    4.1 A organizao de agricultores familiares dever apresentar em Envelope os docu-

    mentos abaixo relacionados, sob pena de inabilitao:

    a) Prova de Inscrio no Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica CNPJ;

    b) Cpia da Declarao de Aptido ao PRONAF DAP Jurdica para associaes e

    cooperativas;

    c) Cpias das certides negativas junto ao INSS, FGTS, Receita Federal e Dvida

    Ativa da Unio;

    d) Cpia do Estatuto e ata de posse da atual diretoria da entidade, registrado na

    Junta Comercial, no caso de Cooperativas, ou Cartrio de Registro Civil de Pes-

    soas Jurdicas, no caso de Associaes. Em se tratando de empreendimentos fa-

    miliares, dever ser apresentada cpia do Contrato Social, registrado em Cartrio

    de Registro Civil de Pessoas Jurdicas;

    e) Prova de atendimento de requisitos previstos em lei especial, quando for o caso; e

    f) Outros definidos pelo rgo/entidade (inclusive os referentes priorizao do

    pblico alvo).

    4.2 Conjuntamente aos documentos acima, deve ser apresentada a Proposta de Ven-

    da, contendo (especificar).

    5. Critrios de Priorizao das propostas:

    O gestor deve informar a opo (ou no) de priorizao por algum pblico de acordo

    com a sua poltica. Em caso positivo, deve ficar claro qual ser a forma de classifi-

    cao dos interessados, levando-se em conta o atendimento ao pblico prioritrio.

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    Art. 7....

    2 O edital de Chamada Pblica poder classificar as propostas segundo critrios

    de priorizao de:

    I - agricultores familiares do municpio;

    II - comunidades tradicionais, quilombolas ou indgenas;

    III - assentamentos da reforma agrria;

    IV - grupos de mulheres;

    V - produo agroecolgica ou orgnica

    6. Das Amostras dos produtos

    6.1 Imediatamente aps a fase de habilitao, devero ser entregues amostras dos

    produtos _______________ na (___________), Rua _____, n. ____, (Municpio/UF),

    do dia_______ at o dia _____, at s ___ horas, para avaliao e seleo do produto

    a ser adquirido, os quais devero ser submetidas a testes necessrios.

    7. Local e periodicidade de entrega dos produtos

    7.1 Os alimentos adquiridos devero ser entregues no (local definido pelo rgo ou en-

    tidade) situado Rua_______, n.___, as________ (dia da semana e hora da entrega),

    __________ (quantidade) pelo perodo de ___________ a ______________de 20___,

    _____________ (periodicidade da entrega) na qual se atestar o seu recebimento.

    8. Pagamento

    8.1 O pagamento ser realizado em at ______dias aps a ltima entrega do ms, por

    meio de _________, mediante apresentao de documento fiscal correspondente ao

    fornecimento efetuado.

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    9. DISPOSIES GERAIS

    9.1 A presente Chamada Pblica poder ser obtida no (local a ser definido pelo rgo)

    no horrio de ___________, de segunda a sexta-feira, ou atravs do site _________;

    9.2 Os produtos alimentcios devero atender ao disposto na legislao de alimentos,

    estabelecida pela Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria/ Ministrio da Sade e

    pelo Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abastecimento.

    9.3 O limite individual de venda do Agricultor Familiar dever respeitar o valor m-

    ximo de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), por Declarao de Aptido ao Pronaf - DAP

    por ano civil, por rgo comprador.

    9.4 O limite de venda por organizao fornecedora dever respeitar o valor mximo

    de R$ 6.000.000,00 (seis milhes de reais) por DAP Pessoa Jurdica, por ano civil,

    por rgo comprador.

    (Municpio/UF), aos ________dias do ms de _________ de 20___.

    ____________________________________________

    XXXXXXXX

    Registre-se e publique-se. (no rdio, jornal, dirio oficial do municpio, site ou outros)

    ___________________________________________

    rgo ou entidade

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    MODELO DE CONTRATO N. /20__

    CONTRATO DE AQUISIO DE ALIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR

    A (rgo/Entidade Federal, Estadual ou Municipal), pessoa jurdica de direito p-

    blico ou privado, com sede Rua _____________, n. _____, inscrita no CNPJ sob

    n. ____________________, representada neste ato pelo (representante legal), o

    Sr. _____________________, doravante denominado CONTRATANTE, e por outro

    lado____ (nome do grupo formal) com sede __________, n.____, em ______/UF,

    inscrita no CNPJ sob n. ____________________, doravante denominado CONTRATA-

    DO, fundamentados nas disposies da Lei n 8.666, de 21 de junho de 1993, da Lei n.

    12.512, de 14/10/2011, e da Resoluo do Grupo Gestor do Programa de Aquisies de

    Alimentos PAA n 50, de 26/09/2012, n 56, de 14/02/2013, n 64, de 20/11/2013, e

    n 73, de 26/10/2015, e tendo em vista o que consta na Chamada Pblica n _______,

    resolvem celebrar o presente contrato mediante as clusulas que seguem:

    CLUSULA PRIMEIRA

    1.1 objeto desta contratao a AQUISIO DE ALIMENTOS DA AGRICULTURA FAMI-

    LIAR, modalidade Compra Institucional, para atendimento da demanda dos rgos e

    entidades da administrao pblica_______ (municipal, distrital, estadual ou federal),

    de acordo com o edital da Chamada Pblica n. ____/20___, o qual fica fazendo parte

    integrante do presente contrato, independentemente de anexao ou transcrio.

    CLUSULA SEGUNDA

    2.1 O CONTRATADO se compromete a fornecer os alimentos da Agricultura Familiar

    ao CONTRATANTE conforme descrito na Proposta de Venda de Alimentos da Agri-

    cultura Familiar, parte integrante deste Instrumento.

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    2.2 Discriminao do objeto:

    ITEM DESCRIO/ESPECIFICAO

    UNIDADE DE MEDIDA

    QUANTIDADE VALOR

    1

    2

    3

    ...

    CLUSULA TERCEIRA

    3.1 O limite individual de venda de alimentos da Agricultura Familiar de at R$

    20.000,00 (vinte mil reais) por Declarao de Aptido ao PRONAF DAP, por ano

    civil, por rgo comprador, referente sua produo, conforme a legislao do Pro-

    grama de Aquisio de Alimentos - modalidade Compra Institucional.

    CLUSULA QUARTA

    4.1 As despesas decorrentes desta contratao esto programadas em dotao ora-

    mentria prpria, prevista no oramento do (Estado, DF, Municpio), para o exerccio

    de 20...., na classificao abaixo:

    Gesto/Unidade:

    Fonte:

    Programa de Trabalho:

    Elemento de Despesa:

    PI:

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    CLUSULA QUINTA

    5.1 O incio da entrega dos alimentos ser imediatamente aps o recebimento da Or-

    dem de Compra, expedida pelo Departamento de Compras, sendo o prazo do forne-

    cimento at o trmino da quantidade adquirida ou at ____, __________ de 20___.

    5.2 A entrega de alimentos dever ser feita nos locais, dias e quantidades de acordo

    com a chamada pblica n. _________.

    5.3 O recebimento dos alimentos dar-se- mediante apresentao das Notas Fiscais de

    Venda pela pessoa responsvel pela entrega daqueles, no local previamente ajustado.

    CLUSULA SEXTA

    6.1 Pelo fornecimento dos alimentos, nos quantitativos descritos na Proposta de Ven-

    da de Alimentos da Agricultura Familiar, o CONTRATADO receber o valor total de

    R$ _____________ (_______________________).

    CLUSULA STIMA

    7.1 No valor mencionado na clusula sexta esto includas as despesas com frete, re-

    cursos humanos e materiais, assim como com os encargos fiscais, sociais, comerciais,

    trabalhistas e previdencirios e quaisquer outras despesas necessrias ao cumpri-

    mento das obrigaes decorrentes do presente contrato.

    CLUSULA OITAVA

    8.1 O preo contratado fixo e irreajustvel.

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    CLUSULA NONA

    9.1 O CONTRATANTE, aps receber os documentos descritos no item 5.3 da clusula

    quinta, e aps a tramitao do Processo para instruo e liquidao, efetuar o seu

    pagamento no valor correspondente s entregas do ms anterior.

    9.2 No ser efetuado qualquer pagamento ao CONTRATADO enquanto houver pen-

    dncia de liquidao da obrigao financeira em virtude de penalidade ou inadim-

    plncia contratual.

    CLUSULA DCIMA

    10.1 So obrigaes da Contratante:

    a) receber o objeto no prazo e condies estabelecidas no Edital de Chamada P-

    blica;

    b) verificar minuciosamente, no prazo fixado, a conformidade dos bens recebidos

    provisoriamente com as especificaes constantes do Edital e da proposta, para

    fins de aceitao e recebimento definitivo;

    c) comunicar Contratada, por escrito, sobre imperfeies, falhas ou irregularidades

    verificadas no objeto fornecido, para que seja substitudo, reparado ou corrigido;

    d) acompanhar e fiscalizar o cumprimento das obrigaes da Contratada;

    e) efetuar o pagamento Contratada no valor correspondente ao fornecimento do

    objeto, no prazo e forma estabelecidos no Edital.

    10.1.1 A Administrao no responder por quaisquer compromissos assumidos pela

    Contratada com terceiros, ainda que vinculados execuo do presente Termo de

    Contrato, bem como por qualquer dano causado a terceiros em decorrncia de ato

    da Contratada, de seus empregados, prepostos ou subordinados.

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    10.2 So obrigaes da Contratada:

    a) A Contratada deve cumprir todas as obrigaes constantes no Edital e na sua

    proposta, assumindo como exclusivamente seus os riscos e as despesas decor-

    rentes da boa e perfeita execuo do objeto e, ainda:

    b) efetuar a entrega do objeto em perfeitas condies, conforme especificaes,

    prazo e local constantes no Edital, acompanhado da respectiva nota fiscal, na

    qual constaro as indicaes referentes a: (especificar);

    c) substituir, s suas expensas, em prazo de ___ dias, contar da sua notificao, o

    objeto com vcios ou defeitos;

    d) comunicar Contratante, no prazo mximo de 24 (vinte e quatro) horas que

    antecede a data da entrega, os motivos que impossibilitem o cumprimento do

    prazo previsto, com a devida comprovao;

    e) manter, durante toda a execuo do contrato, em compatibilidade com as obrigaes

    assumidas, todas as condies de habilitao e qualificao exigidas na licitao;

    f) indicar preposto para represent-la durante a execuo do contrato.

    CLUSULA DCIMA PRIMEIRA

    11.1 Comete infrao administrativa nos termos da Lei n 8.666, de 1993, e da Lei n

    10.520, de 2002, a Contratada que:

    a) inexecutar total ou parcialmente qualquer das obrigaes assumidas em decor-

    rncia da contratao;

    b) ensejar o retardamento da execuo do objeto;

    c) fraudar na execuo do contrato;

    d) comportar-se de modo inidneo;

    e) cometer fraude fiscal;

    f) no mantiver a proposta.

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    11.2 A Contratada que cometer qualquer das infraes discriminadas no subitem acima

    ficar sujeita, sem prejuzo da responsabilidade civil e criminal, s seguintes sanes:

    a) advertncia por faltas leves, assim entendidas aquelas que no acarretem preju-

    zos significativos para a Contratante;

    b) multa moratria de .....% (..... por cento) por dia de atraso injustificado sobre o

    valor da parcela inadimplida, at o limite de ...... (.......) dias;

    c) multa compensatria de ......% (....... por cento) sobre o valor total do contrato, no

    caso de inexecuo total do objeto;

    d) em caso de inexecuo parcial, a multa compensatria, no mesmo percentual do

    subitem acima, ser aplicada de forma proporcional obrigao inadimplida;

    e) suspenso de licitar e impedimento de contratar com o rgo ou entidade Con-

    tratante, pelo prazo de at dois anos;

    f) declarao de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administrao Pbli-

    ca, enquanto perdurarem os motivos determinantes da punio ou at que seja

    promovida a reabilitao perante a prpria autoridade que aplicou a penalidade,

    que ser concedida sempre que a Contratada ressarcir a Contratante pelos pre-

    juzos causados.

    11.3 Tambm ficam sujeitas s penalidades do art. 87, III e IV da Lei n 8.666, de 1993,

    a Contratada que:

    a) tenha sofrido condenao definitiva por praticar, por meio dolosos, fraude fiscal

    no recolhimento de quaisquer tributos;

    b) tenha praticado atos ilcitos visando a frustrar os objetivos da licitao;

    c) demonstre no possuir idoneidade para contratar com a Administrao em virtu-

    de de atos ilcitos praticados.

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    11.4 A aplicao de qualquer das penalidades previstas realizar-se- em processo

    administrativo que assegurar o contraditrio e a ampla defesa Contratada, obser-

    vando-se o procedimento previsto na Lei n 8.666, de 1993.

    11.5 A autoridade competente, na aplicao das sanes, levar em considerao a

    gravidade da conduta do infrator, o carter educativo da pena, bem como o dano

    causado Administrao, observado o princpio da proporcionalidade.

    CLUSULA DCIMA SEGUNDA

    12.1 O CONTRATADO dever guardar pelo prazo de 05 (cinco) anos, cpias das Notas

    Fiscais de Venda, ou congneres, dos produtos participantes da Proposta de Venda

    de Alimentos da Agricultura Familiar, as quais ficaro disposio para comprovao.

    12.2 O CONTRATANTE se compromete em guardar pelo prazo de 05 (cinco) anos

    as Notas Fiscais de Compra apresentadas nas prestaes de contas, bem como a

    Proposta de Venda de Gneros Alimentcios da Agricultura Familiar, as quais ficaro

    disposio para comprovao.

    CLUSULA DCIMA TERCEIRA

    13.1 de exclusiva responsabilidade do CONTRATADO o ressarcimento de danos cau-

    sados ao CONTRATANTE ou a terceiros, decorrentes de sua culpa ou dolo na exe-

    cuo do contrato, no excluindo ou reduzindo esta responsabilidade a fiscalizao

    efetuada pelo CONTRATANTE.

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    CLUSULA DCIMA QUARTA

    14.1 A fiscalizao do presente contrato ficar a cargo do rgo ou entidade respon-

    svel pela compra.

    CLUSULA DCIMA QUINTA

    15.1 O presente contrato rege-se, ainda, pela Chamada Pblica N _________/ANO,

    pela Resoluo do Grupo Gestor do Programa de Aquisio de Alimentos - PAA n.

    50, de 26/09/2012, n 56, de 14/02/2013, n 64, de 20/11/2013, e n 73, de 26/10/2015,

    pela Lei n. 12.512, de 14/10/2011, e pela Lei n 8.666, de 21 de junho de 1993, em todos

    os seus termos, a qual ser aplicada, tambm, onde o contrato for omisso.

    CLUSULA DCIMA SEXTA

    16.1 Este Contrato poder ser aditado a qualquer tempo, mediante acordo formal en-

    tre as partes, resguardadas as suas condies essenciais.

    CLUSULA DCIMA STIMA

    17.1 O presente Termo de Contrato poder ser rescindido nas hipteses previstas no

    art. 78 da Lei n 8.666, de 1993, com as consequncias indicadas no art. 80 da mesma

    Lei, sem prejuzo das sanes aplicveis.

    17.2 Os casos de resciso contratual sero formalmente motivados, assegurando-se

    CONTRATADA o direito prvia e ampla defesa.

    17.3 A CONTRATADA reconhece os direitos da CONTRATANTE em caso de resciso

    administrativa prevista no art. 77 da Lei n 8.666, de 1993.

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    CLUSULA DCIMA OITAVA

    18.1 O presente contrato vigorar da sua assinatura at a entrega total dos produtos

    adquiridos ou at ______de __________de 20____.

    CLUSULA DCIMA NONA

    19.1 competente o Foro da Comarca de ____________________________ para di-

    rimir qualquer controvrsia que se originar deste contrato.

    E, por estarem assim, justos e contratados, assinam o presente instrumento em trs

    vias de igual teor e forma, na presena de duas testemunhas.

    ____________________(municpio), ____de________ de 20_____.

    ______________________________________________

    CONTRATANTE

    ______________________________________________

    CONTRATADO

    TESTEMUNHAS:

    1.

    2.

    3.

    4.

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    PROPOSTA DE VENDA DE GNEROS DA AGRICULTURA FAMILIAR

    Identificao da proposta de atendimento ao edital/chamada pblica n

    I - IDENTIFICAO DOS FORNECEDORES

    A - Grupo Formal

    1. Nome do Proponente 2. CNPJ

    3. Endereo 4. Municpio 5. CEP

    6. Nome do representante legal 7. CPF 8. DDD/Fone

    9. Banco 10. N da Agncia 11. N da Conta Corrente

    B - Fornecedores participantes

    1. Nome 2.CPF 3.DAP4.N da Agncia

    5. N da Conta Corrente

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    II - IDENTIFICAO DO RGO COMPRADOR

    1. Nome da Entidade 2.CNPJ 3.Municpio

    4. Endereo 5.DDD/Fone

    6. Nome do representante e e-mail 7.CPF

    III - RELAO DE FORNECEDORES E PRODUTOS

    1. Identificao do agricultor familiar

    2. Produto 3.Unidade 4.Quantidade5. Preo/Unidade

    6.Valor Total

    Nome

    CPF

    N DAP Total agricultor

    Nome

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    N DAP Total agricultor

    Nome

    CPF

    N DAP Total agricultor

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    N DAP Total agricultor

    Nome

    CPF

    N DAP Total agricultor

    Total da proposta

    IV - TOTALIZAO POR PRODUTO

    1. Produto 2.Unidade 3.Quantidade4.Preo/Unidade

    5.Valor Total por Produto

    Total da proposta:

    IV - DESCREVER OS MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTO DAS ENTREGAS DOS PRODUTOS

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    V - CARACTERSTICAS DO FORNECEDOR PROPONENTE (breve histrico, nmero de scios, misso, rea de abrangncia)

    Declaro estar de acordo com as condies estabelecidas nesta proposta e que as informaes acima conferem com as condies de fornecimento.

    Local e Data:

    _______________________________________________

    Assinatura do Representante do Grupo Formal

    Fone/E-mail:

    CPF:

    Local e Data:

    Agricultores Fornecedores do Grupo Informal

    Assinatura

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    ESCAPTULO III

    Orientando os Fornecedores

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    QUEM PODE VENDER

    Agricultores e agricultoras familiares, assentados da reforma agr-

    ria, silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores artesanais,

    comunidades indgenas, comunidades quilombolas e demais po-

    vos e comunidades tradicionais que possuam Declarao de Apti-

    do ao Pronaf (DAP). As cooperativas e outras organizaes que

    possuam DAP Jurdica tambm podem vender nesta modalidade,

    desde que respeitado o limite por unidade familiar

    Para vender para o PAA na modalidade Compra Institucional

    preciso que o agricultor familiar tenha produo prpria de ali-

    mentos e possua a DAP fsica (Declarao de Aptido ao Progra-

    ma Nacional de Agricultura Familiar PRONAF), que o docu-

    mento que qualifica a famlia como da agricultura familiar.

    Pode tirar a DAP o agricultor familiar, assentado da reforma agrria,

    silvicultor, aquicultor, extrativista, pescador artesanal, indgena, qui-

    lombola ou pertencer aos demais povos e comunidades tradicionais.

    Utilizando apenas a DAP Jovem e a DAP Mulher no

    possvel vender para o PAA. O agricultor ou agricultora

    familiar deve utilizar a DAP principal.

    Todos os produtos fornecidos devero seguir as

    legislaes pertinentes (sejam estes de origem animal,

    refrescos, sucos, produtos minimamente processados,

    doces, panificados, etc.)

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    QUANTO POSSO VENDER

    Cada famlia detentora de DAP fsica pode comercializar at R$ 20.000,00 (vinte

    mil reais) por ano, por rgo comprador, independente dos fornecedores participa-

    rem de outras modalidades do PAA e do Programa Nacional de Alimentao Escolar

    (PNAE). O limite estabelecido para os empreendimentos da agricultura familiar, de-

    tentores de DAP jurdica, de R$ 6.000.000,00 (seis milhes de reais), por ano, por

    rgo comprador.

    As organizaes da agricultura familiar devem elaborar

    as propostas de venda de acordo com os critrios da

    chamada pblica. Lembrando que a proposta de venda

    pode ser integral ou parcial.

    Foto

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    CADASTRE-SE E VENDA MAIS PARA O GOVERNO

    As cooperativas de agricultores familiares que quiserem vender

    seus produtos para rgos de governo devem cadastrar seu em-

    preendimento e lista de produtos no Portal de Compras da Agri-

    cultura Familiar do Ministrio do Desenvolvimento Social e Agr-

    rio: www.comprasagriculturafamiliar.gov.br

    Para tanto, os empreendimentos interessados devero encami-

    nhar mensagem para o e-mail: [email protected]

    br informando os seguintes dados:

    Nome do empreendimento

    CNPJ

    DAP-PJ vlida

    E-mail oficial do empreendimento ou da rea comercial

    Telefones

    Aps encaminhamento dos dados acima elencados, o empreen-

    dimento receber uma mensagem por e-mail, na qual constar

    uma senha de acesso (na forma de um link) que permitir o pre-

    enchimento de seu cadastro no Portal de Compras da Agricultura

    Familiar.

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    Veja no prximo Captulo o Passo a Passo para o

    Cadastramento de seu empreendimento.

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    SCAPTULO IVPginas Digitais

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    PARA FORNECEDORES E COMPRADORES

    CONHEA O PORTAL DE COMPRAS DA AGRICULTURA FAMILIARCom a finalidade de divulgar as compras de alimentos da Agricul-

    tura Familiar e a modalidade PAA Compra institucional, orientar

    sobre sua operacionalizao, facilitar e aproximar oferta e deman-

    da, ou seja, pblico fornecedor e rgos compradores, o MDSA

    criou o Portal de Compras da Agricultura Familiar (www.compra-

    sagriculturafamiliar.gov.br).

    Esse Portal tambm pode ser utilizado pelas prefeituras para as

    aquisies de alimentos para a merenda escolar. Informaes e

    orientaes referente ao PNAE tambm esto disponveis e con-

    tam com apoio do FNDE.

    Neste portal, os empreendimentos da agricultura familiar podem

    solicitar cadastramento para que os rgos compradores possam

    identificar em sua regio os principais empreendimentos e tipos

    de produtos fornecidos pelos mesmos.

    Acompanhe via Portal as Chamadas

    Pblicas abertas

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    1 Passo:

    Acessar o Portal www.

    comprasagriculturafamiliar.

    gov.br e Clicar no

    banner Cadastro de

    Empreendimentos. .

    2 Passo:

    Encaminhar e-mail para

    [email protected]

    mds.gov.br, informando

    os dados indicados para

    solicitao de Chave

    de Acesso para efetuar

    Cadastramento.

    PASSO A PASSO PARA O CADASTRAMENTO DE FORNECEDORES

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    3 Passo:

    O empreendimento

    receber a chave de

    acesso por e-mail, em

    forma de link, que o

    redirecionar para a pgina

    do formulrio eletrnico

    intitulada Venda Mais para

    o Governo!. Nesta pgina

    o empreendimento dar

    incio ao preenchimento do

    Cadastro de Fornecedor.

    4 Passo:

    O formulrio de

    Cadastro est inserido

    em tela nica, portanto,

    para o completo

    preenchimento

    necessrio utilizar

    a barra de rolagem

    (canto direito da tela).

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    5 Passo:

    Ao final do

    preenchimento do

    Cadastro, assinalar

    o item Termo de

    Aceite e em seguida

    clicar na barra de cor

    verde Atualizar.

    Ateno:

    obrigatrio

    assinalar o Termo

    de Aceite. Caso

    isso no ocorra, o

    sistema abrir uma

    janela indicando sua

    obrigatoriedade,

    para que seja

    concludo o

    cadastramento.

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    6 Passo:

    Ao assinalar o Termo

    de Aceite e clicar na

    barra de cor verde

    Atualizar se abrir

    uma nova janela para

    que seja realizada

    a conferncia e a

    confirmao dos dados

    cadastrados.

    7 Passo:

    Ao checar que todos os

    dados esto corretos,

    deve-se clicar na barra

    de cor verde Confirmar

    Informaes.

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    8 Passo:

    Na sequncia

    aparecer uma nova

    janela informando

    a concluso do

    Cadastramento.

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    PARA COMPRADORES

    COMPRASNETO ComprasNet - Portal de Compras do Governo Federal um

    site web, institudo pelo Ministrio do Planejamento, Oramento

    e Gesto - MP, para disponibilizar, sociedade, informaes re-

    ferentes s licitaes e contrataes promovidas pelo Governo

    Federal, bem como permitir a realizao de processos eletrnicos

    de aquisio. Este portal oferece informaes e servios para a

    sociedade, para o governo e para os fornecedores.

    Para os rgos e entidades da administrao federal, o portal dis-

    ponibiliza uma srie de facilidades voltadas para o controle e exe-

    cuo dos processos de contratao. Essas facilidades tambm

    esto disponveis na rea Segura e requerem o fornecimento de

    login e senha.

    Os rgos cadastrados no Comprasnet ao adquirir alimentos da

    Agricultura Familiar, por meio da modalidade PAA Compra Insti-

    tucional devero acessar o portal de Compras Pblicas do Gover-

    no Federal http://www.comprasgovernamentais.gov.br/acesso-

    -aos-sistemas/comprasnet-siasg, conforme os passos do tutorial

    a seguir, para informar a forma da aquisio de alimentos da agri-

    cultura familiar.

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    1 Passo:

    Acessar o site www.

    comprasgovernamentais.

    gov.br e clicar no item

    ComprasNet - SIASG,

    do menu Acesso aos

    Sistemas, situado no lado

    esquerdo da tela.

    2 Passo:

    Em seguida, clicar no

    link Produo, que

    fica no centro da tela.

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    3 Passo:

    Informe o seu login e

    senha para acessar o

    SIASG.

    4 Passo:

    Clicar no menu

    Servios do Governo,

    situado no canto

    esquerdo superior.

    Em seguida, rolar

    at SIASGNet e,

    posteriormente, clicar

    no item Divulgao

    Compras.

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    5 Passo:

    Clicar no menu Dispensa/

    Inexigibilidade, situado no

    canto esquerdo superior.

    Em seguida, clique no

    item Incluir Dispensa/

    Inexigibilidade para iniciar

    a divulgao da compra.

    6 Passo:

    A tela ao lado

    demonstra o ambiente

    de produo logado,

    para incio de divulgao

    da compra. No campo

    Modalidade de Compra

    deve-se selecionar

    o item Dispensa de

    Licitao; no campo

    Lei deve-se selecionar

    o item Lei n 12.512; e

    no campo Artigo deve

    estar selecionado o item

    Art. 17.