#30 - GUIA CURITIBA APRESENTA - DEZEMBRO/2009

  • View
    231

  • Download
    9

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Confira as programações especiais de Curitiba, Capital do Natal Pág.60 CURITIBA APRESENTA - nº30 - dezembro de 2009 | Distribuição Gratuita

Text of #30 - GUIA CURITIBA APRESENTA - DEZEMBRO/2009

  • DEZEMBRO2009

    CU

    RIT

    IBA

    APR

    ESEN

    TA -

    n3

    0 -

    deze

    mbr

    o de

    200

    9 |

    Dis

    trib

    ui

    o G

    ratu

    ita

    Confira as programaes especiais

    de Curitiba, Capital do Natal Pg.60

  • n d i c e

    Espao do Le i tor 05

    Entrev ista O novo p rod g io da ms ica b ras i l e i ra 06

    Imperd ve l por I smae l Schef f l e r 08

    Teatro e C i rco Em busca do Quidam 10

    L i teratura Desenhando com pa lav ras 19

    Dana Un io de l i nguagens 22

    Msica Ms ica e descont rao nos pa rques 27

    C inema A nova Frana das telas 40

    Artes V isuais Escolhas e Flexibi l izaes da Linguagem 45

    In fant i l Tem criana no palco 54

    Patr imnio Cul tura l Do ldico Vi la Tassi 58

    Outras reas 59

    Espec ia l de Nata l 60 Chegou o Natal

    D iv i r ta -se 66

    Endereos e Contatos 68

    Conselho Editorial - Paulino Viapiana, Eduardo Pimentel Slaviero, Jos Roberto Lana, Luci Daros, Thaisa Marques Teixeira Sade, Ulisses Iarochinski, Valria Teixeira. Jornalista Responsvel - Fernanda Brun MTB 8022. Colaboradores Alice Rodrigues, Ana Luzia Palka, Aparecido Casemiro de Oliveira, Bianca Sobieray, Carla Anete Berwig, Izabel Taschini, Jayne Sfair Suny, Lucas Ajuz, Luiz Cequinel, Marceline Quadros Achcar, Mayra Pedroso, Miguel ngelo Gubert, Srgio Serena, Thasa Carolina Moreira, Vivian Siedel Schroeder. Ilustrao da capa - Antonio Komiyama - www.flickr.com/komiyama. Contatos - Departamento de Imprensa (41) 3213-7513 - agendacultural@fcc.curitiba.pr.gov.br e Departamento Comercial - Juliana Ceccato Pires -(41) 3213-7590 - comercial@icac.org.br. Projeto Grfico - Aliens Design. Endereo - Rua Eng. Rebouas, 1732 Cep: 80230-040 Curitiba-PR. Esta uma publicao do Instituto Curitiba de Arte e Cultura. Todos os direitos reservados. www.fccdigital.com.br

    * As programaes e valores esto sujeitos a alterao sem aviso prvio.

    Memorial de CuritibaInaugurado em 15 de agosto de 1996, o Memorial de Curitiba um espao desti-nado a receber diversas atividades cul-turais, como exposies, apresentaes de teatro, shows, congressos, oficinas e palestras. Sua arquitetura moderna inspirada no pinheiro paranaense. O Me-morial abriga salas de exposies, um auditrio, reserva tcnica, uma praa interna para eventos (Praa do Iguau) e o Mirante do Marumbi.

    Programao:- Recital Pgs. 31, 32 e 33- Afina-se Pg. 35- III Seminrio do Patrimnio Imaterial de Curitiba Pg. 51- Curitiba, a Construo de uma Cidade Pg. 51

    Corrente CulturalA Corrente Cultural continua movimentando o centro de Cu-

    ritiba este ms. At o dia 20 possvel conferir os eventos resultantes da par-ceria entre diversos espaos culturais do centro da cidade. As programaes da Corrente esto sinalizadas com a logomarca acima.

    foto

    : Al

    ice

    Rodr

    igue

    s

  • Que msica toca o seu corao?

    Para a prxima edio: Tem gente que pula onda, come rom e usa roupa branca. E voc? Qual a sua simpatia para o ano novo? Alguma j deu certo?Envie sua mensagem, crticas e sugestes para agendacultural@fcc.curitiba.pr.gov.br ou via twitter (twitter.com/ctbaapresenta)

    Espa

    o d

    o Le

    itor

    A msica que toca meu corao e me faz so-nhar Valsinha, de Chico Buarque e Vincius de Moraes. Gosto ao piano, com Arthur Mo-reira Lima, ou cantada pelo Martinho da Vila. Divina!

    Consolao Sorano BuzelinProfessora aposentada e escritora

    House! Ela me inspira, me alegra e me faz dan-ar! A vida fica ainda mais bela, adaptando o velho ditado popular: quem dana seus males espanta.

    Franciane Vernica de AlmeidaCoordenadora de Eventos do Full

    Jazz Slaviero Conceptual

    Alm do Silncio, do Grupo Blindagem. Porque som de nossa terra e sua letra um hino ao amor verdadeiro.

    Gilberto Tuyuty Teatro Jos Maria Santos

    We are the world: We are the world, we are the children. We are the ones who makes a brighter day. So lets start giving. Por ressaltar a importncia de que cada um de ns e nossas pequenas atitudes fazem toda dife-rena para o mundo.

    Bebel Rispoli MuffoneScia-diretora da Peek-a-Boo

    Everyday Is Like Sunday, do Morrissey.A traduo da msica pode at ser triste, som-bria. Era 1988, eu tinha 15 anos. Primeiras pa-queras, primeiro emprego, primeira prestao,

    primeiras e eternas amizades, e Viva Hate do Morrissey, meu primeiro disco, comprado com meu primeiro salrio. Os anos 80 so lem-brados hoje, no s pelas msicas, mas pelas lembranas que essas msicas nos trazem.

    Alexandre HermannGerente das Livrarias Curitiba

    Pra no dizer que no falei das flores, porque me lembro de seu autor, Geraldo Vandr e da apresentao histrica que ele fez dessa msica, acompanhado por um violo e por 30 mil vozes de pessoas que lotavam o Maracan-zinho no Festival Internacional da Cano de 1968. Fui testemunha dessa apresentao. Eu estava l.

    Paulo Vitola

    A msica que toca meu corao Emoes, porque o que conta nessa vida so as emoes vividas, compartilhadas ou no, que marcam nossa existncia.

    Tania AraujoProdutora

    Bandolins, por ser uma msica que marca o dia em que percebi amar a arte e a dana, alm de dizer muito sobre mim...

    Karla Simon (via Twitter)

    Qualquer msica com melodia, bem executada e, se cantada, com letra consistente, toca a gente...

    Maria Elisa Paciornik

    05

    Curit

    iba

    Apre

    sent

    a /

    Dez

    embr

    o 20

    09

  • No acho que o que fazemos hoje seja uma coisa nova, uma revoluo. A gente est fazendo com que a msica mantenha o seu frescor...

    foto

    s: d

    ivul

    ga

    o

    do muito prazer. Talvez hoje at pudesse estar comeando um disco novo, mas tenho uma pos-tura tranquila. Tudo tem seu tempo.

    Quando saiu o seu segundo disco, ele foi eleito por muitos jornalistas especializados como o melhor lbum do ano. Voc acha que depois de dois lanamentos bem sucedidos e de muito trabalho voc j conseguiu a sua fatia do fil? Acho que ainda no, mas aos pouquinhos estou conseguindo. Tem que ser passo a passo, seno voc tropica. As coisas esto acontecendo em um ritmo legal e no tem porque mudar isso. Tambm quero trabalhar muito ainda, acredito que roer o osso faz parte, para depois comer uma boa fatia do fil.

    Voc um dos artistas brasileiros da nova gera-o que mais se apresenta fora do pas. Como tudo comeou? Voc buscou esse caminho ou algum l de fora, ao ouvir a sua msica, se in-teressou pelo trabalho?Foi um pouco das duas coisas. Eu sempre fiquei muito focado em trabalhar e tocar no maior nme-ro de lugares possvel. Mandava meu trabalho pra vrios lugares diferentes. A uma gravadora americana se interessou de verdade pelo meu som, no s pelo lado mercadolgico - o que eu achei muito interessante. O projeto deles era a longo prazo, com a ideia de tocar com outros ar-tistas do casting deles, o que foi uma coisa bem legal, que me abriu muitas portas. Mas hoje sou eu que tenho a responsabilidade de manter as portas abertas.

    Como a ascendncia japonesa influenciou a sua msica? Voc acha que essa identificao tam-bm abriu portas?Abre portas a partir do momento que voc coloca em seu trabalho uma coisa que verdadeira. Eu acho que esse sangue oriental, mesmo que seja ralinho, acaba moldando a personalidade. Talvez seja no meu estilo de ser objetivo, de pro-curar sempre uma medida bacana, no som e na vida; nem nada a mais, nem nada a menos. Acho que tem essa medida. Acredito que isso seja uma coisa bem oriental.

    Voc se considera parte de uma gerao que hoje est fazendo algo de relevante para a msi-ca brasileira?Eu acho que todas as geraes tiveram coisas relevantes e todas as fases tiveram sua importn-cia. No acho que o que fazemos hoje seja uma coisa nova, uma revoluo. A gente est fazendo com que a msica mantenha o seu frescor e faa as pessoas se empolgarem e se sentirem bem de alguma forma.

    Seu trabalho ganhou bastante destaque na inter-net. Voc acha que essa notoriedade possvel em um meio que fornece tanta informao e di-vulga tantas bandas? Acredito que tenha sido porque meu primeiro dis-co tocou em diversos lugares diferentes. No s em rdios, mas em formatos inusitados mesmo. Isso acaba fazendo com que as pessoas quei-ram escutar. Na verdade, hoje bem mais difcil chegar a elas pela rede. O negcio se apresen-tar bastante ao vivo e levar sua msica para o maior nmero de pessoas. Isso porque a pessoa que escuta o seu som ao vivo e gosta vai querer ouvir mais vezes.

    Confira a programao do show na pg. 31

    > Curumin

    O novo prodgio da msica brasileiraO paulistano Luciano Nakata Albuquerque ganhou o apelido de Curumin logo cedo. Foi tambm bem jovem que comeou a se interessar pela msica, ainda nos tem-pos de escola, quando tocava violo com os amigos. Depois disso, nunca mais parou. Aos quatorze anos j tocava na noite paulistana e alguns anos depois, como baterista, acompanhava nomes importantes da msica brasileira como Paula Lima, Arnaldo Antunes, Vanessa da Matta, Cu e outros - o que faz at hoje. Em 2003 lanou o elogiado lbum de estreia, Achados e Perdidos, lanado tambm no ex-terior pela gravadora Quannum Projects, o que lhe rendeu diversos shows por terras estrangeiras. No ano passado, Curumin lanou seu segundo disco solo, batizado de Japan Pop Show. Novamente bem aceito no exterior, o lbum consolida o seu nome como um dos mais importantes da nova gerao da msica brasileira. com esse trabalho que o multi-instrumentista se apresenta em Curitiba.

    Voc toca vrios instrumentos. baterista em diversos projetos. O seu show solo comea com voc na bateria e depois frente, tocando cavaquinho. Como foi sua formao musical? Comecei pelo vio