INFORMATIVO DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA atualizado em ?· SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - ST 1 - DEFINIÇÕES…

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  • INFORMATIVO DE SUBSTITUIO TRIBUTRIA (atualizado em 17/05/2011)

    Esclarecimentos relevantes:

    1. O presente informativo:

    a) foi elaborado com base no Regulamento do ICMS de Santa Catarina, em vigor em 17/05/2011;

    b) reflete o entendimento do Fisco a respeito das matrias que aborda, no esgotando, entretanto, o assunto a elas relacionado;

    c) trata exclusivamente das operaes internas realizadas em territrio catarinense e das interestaduais com destino a Santa Catarina.

    2. No prevalecem as orientaes constantes do presente do informativo na hiptese de legislao superveniente dispor de forma diversa quela vigente em 17/05/2011.

    Obs: recomendamos acesso legislao disponibilizada no site da Secretaria da Fazenda.

    SUBSTITUIO TRIBUTRIA

    1 - DEFINIES

    1.1 Substituio Tributria

    1.2 Substituto e Substitudo

    1.3 Convnios e protocolos

    1.4 Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM

    2 - LEGISLAO. MERCADORIAS SUJEITAS SUBSTITUIO

    3 - CLCULO DO IMPOSTO

    3.1 - Substituto sujeito ao regime Normal de apurao do ICMS

    3.2 - Substituto enquadrado no Simples Nacional

    3.3 - MVA original e MVA ajustada

    3.4 - Substitudo enquadrado no Simples Nacional estabelecido em SC

    3.5 - Substitudo do Simples Nacional que revenda mercadorias empresa com regime normal de apurao do imposto

    3.6 - Contribuinte substitudo que adquirir mercadoria com MVA integral e efetuar operao com destino empresa do Simples Nacional

    4 - CADASTRO DE EMPRESAS DO SIMPLES NACIONAL

    5 - MERCADORIA DESTINADA AO ATIVO PERMANENTE, USO OU CONSUMO

    6 - PRAZO DE RECOLHIMENTO

    6.1 - Substituto

    6.2 - Substitudo, no caso de mercadoria proveniente de Estado no signatrio (unidade da Federao com a qual SC no tenha celebrado Convnio ou Protocolo)

    6.3 Remetentes de estados no signatrios

    6.4 - Mercadoria proveniente de Estado signatrio

  • 6.5 - Mercadoria em Estoque

    6.6 Recolhimento em funo das alteraes em protocolos a partir de 01/03/2011

    7 ESTOQUE E A APURAO DA ST

    8 - DO CRDITO

    8.1 Substituto

    8.2 - Substitudo

    9 - DOCUMENTO DE ARRECADAO (GNRE, DARE, CDIGOS DE RECEITA)

    10 - DIME - Declarao de Informaes do ICMS e Movimento Econmico

    11 - OUTRAS OBRIGAES ACESSRIAS

    11.1 Do Substituto Tributrio

    11.2 - Do Substitudo

    11.3 Dos contribuintes catarinenses optantes pelo Simples Nacional

    12 - DA RESTITUIO DO IMPOSTO

    13 - DO RESSARCIMENTO DO IMPOSTO

    14 - DISPOSIES ESPECFICAS

    14.1 - PEAS, COMPONENTES E ACESSRIOS PARA AUTOPULSADOS E PARA OUTROS FINS

    14.1.1 - Substituto

    14.1.2 Mercadorias

    14.1.3 - Da no aplicao do regime

    14.1.4 - Da base de clculo da Substituio Tributria

    14.1.5 - Prazo de recolhimento

    14.1.7 Prazo de recolhimento - Estoque

    14.1.7- Clculo do imposto para autopeas includas na ST

    14.1.8 - Margem de valor agregada mdio

  • SUBSTITUIO TRIBUTRIA - ST

    1 - DEFINIES

    1.1 - Substituio Tributria nas Operaes Subseqentes ou para a frente: Modalidade de responsabilidade tributria em que a legislao atribui a terceiro (substituto tributrio), diverso do contribuinte (substitudo), a responsabilidade de recolher o imposto relativo s operaes subseqentes, at o consumidor final.

    O regime de substituio tributria no se aplica s operaes realizadas pelo estabelecimento substituto para uso ou consumo ou para integrao ao ativo permanente do destinatrio, contribuinte ou no do ICMS, exceto quando se tratar de operao:

    - interestadual com mercadoria sujeita substituio destinada ao uso ou consumo ou ao ativo permanente do destinatrio, hiptese em que a substituio recair somente sobre o diferencial de alquota; ou

    - com combustveis e lubrificantes, derivados ou no de petrleo, inclusive biodiesel, hiptese em que a substituio tambm se aplica nas operaes para consumo do destinatrio (decorre de especificidades relativas s operaes com estes produtos).

    1.2 Substituto e Substitudo:

    O sujeito passivo, diverso do contribuinte, a quem a lei atribui o dever de recolher o imposto relativo s operaes subseqentes quela por ele praticada, denomina-se substituto tributrio.

    E o substitudo aquele que promove a operao de circulao de mercadorias (contribuinte) cujo recolhimento a legislao atribuiu ao substituto.

    A legislao estabelece que:

    - no recebimento de mercadorias ou na utilizao de servios sujeitos substituio tributria, o estabelecimento recebedor fica solidariamente responsvel pelo imposto devido nas operaes e prestaes seguintes;

    - o substitudo responsvel pelo recolhimento do imposto devido nas operaes subseqentes, quando recebe mercadoria de outra unidade da Federao, sujeita ao regime de substituio tributria, na hiptese do remetente no estar obrigado reteno do imposto. o caso, por exemplo, de mercadoria recebida de Estado no signatrio de convnio ou protocolo.

    1.3 - Convnios ou protocolos

    So acordos firmados com outros Estados, devidamente publicado no Dirio Oficial da Unio, que tem por finalidade atribuir efeito extraterritorial legislao estadual, o que permite ao Estado exigir imposto de contribuinte localizado em outro Estado (signatrio do convnio ou protocolo). Tem o Estado, a partir do acordo, legitimidade para exigir imposto a ttulo de substituio tributria de contribuinte localizado em Estado signatrio do acordo que tenha por destino contribuinte catarinense.

    Por conveno, o acordo denomina-se convnio, quando assinado com todas as unidades

  • federativas do Brasil, e protocolo, quando o acordo celebrado com apenas algumas unidades federadas.

    1.4 Nomenclatura Comum do Mercosul NCM

    A maioria dos convnios e protocolos estabelecem Margens de Valor Agregado MVA com base em dois critrios: na NCM (posio, subposio, item, subitem ou cdigo) e descrio da mercadoria.

    As duas condies devem ser cumpridas para que o produto esteja sujeito substituio tributria: a primeira, estar posicionada de acordo com a NCM e a segunda, estar descrita no dispositivo legal que instituiu o regime. Ressalvadas as excees previstas na legislao, cumpridas as duas condies, ocorrer a substituio tributria. Por bvio, na ausncia de uma das condies, no se aplica o regime.

    As informaes sobre a NCM esto disponveis no endereo www.mdic.gov.br > COMRCIO EXTERIOR > Estatsticas de comrcio exterior DEPLA > Metodologia de produo de estatsticas do comrcio exterior.

    2 - LEGISLAO

    A substituio tributria encontra-se regulamentada no Anexo 3 do RICMS/SC, no site www.sef.sc.gov.br > Legislao > Tributria > Regulamento e Anexos.

    Os convnios e protocolos esto disponveis no site www.fazenda.gov.br/confaz e aqueles, na

    rea da substituio tributria em que Santa Catarina participa so os seguintes:

    MERCADORIA CONVNIO OU PROTOCOLO

    ESTADOS SIGNATRIOS

    01. Cerveja, inclusive chope, refrigerante, inclusive bebida hidroeletroltica e energtica, gua mineral ou potvel e gelo. Obs.: em relao a SC a substituio tributria referente a gua mineral ou potvel somente se aplica a partir de 01.10.08 (Dec. 1.554/08)

    Protocolos ICMS

    11/91, 28/03 e 53/08

    Todas as unidades da Federao, exceto:

    - MG, quanto ao gelo e gua mineral,

    - at 30.09.08, SC quanto gua mineral e

    - SE, quanto ao gelo.

    02. Sorvete e com preparados para fabricao de sorvete em mquina

    Protocolos ICMS

    20/05 e 31/05

    Todas as unidades da Federao, exceto PI quanto aos preparados de sorvete, AC, GO, MA e PA.

    03. Cimento Protocolos ICM

    11/85 e ICMS 36/92 Todas as unidades da Federao, exceto AM

    04. Veculos automotores Convnio ICMS

    132/92 e 51/00 Todas as unidades da Federao

    05. Motocicletas e ciclomotores Convnio ICMS

    52/93 Todas as unidades da Federao

    06. Pneumticos, cmaras de ar e protetores de borracha

    Convnio ICMS 85/93

    Todas as unidades da Federao

    http://www.mdic.gov.br/http://www.sef.sc.gov.br/http://www.fazenda.gov.br/confaz

  • 07. Cigarros e outros produtos derivados do fumo

    Convnio ICMS 37/94

    Todas as unidades da Federao

    08. Tintas, vernizes e outras mercadorias da indstria qumica

    Convnio ICMS 74/94

    Todas as unidades da Federao

    09. Telhas, cumeeiras e caixas dgua de cimento, amianto e fibrocimento

    Protocolos ICMS 32/92 e 19/94 (estende os efeitos do Protocolo 32/92)

    A partir de 01.05.2010, SC fica excluda (denncia) das disposies contidas nos Protocolos 32/92 e 9/94, por meio do Protocolo 73/2010.

    10. Mercadorias destinadas a reven- dedores no inscritos para venda porta-a-porta

    Convnio ICMS 45/99

    Todas as unidades da Federao

    11. Energia eltrica no destinada comercializao ou industrializao

    Convnio ICMS

    83/00

    Todas as unidades da Federao

    12. Combustveis e lubrificantes, derivados ou no de petrleo.

    Convnio ICMS

    110/07

    Todas as unidades da Federao

    13. Produtos farmacuticos

    Protocolo ICMS

    76/94

    Todas as unidades da Federao, exceto: AM, CE, DF, GO, MG, RJ e RN, SP.

    Obs:

    1) a partir de 01.05.10, SC fica excluda (denncia) das disposies contidas no Conv 76/94 (Conv ICMS 25/10).

    2) SC celebrou com MG o Prot ICMS 57/2010, com efeitos a partir de 01.05.10, para operaes com produtos farmacuticos, soros e vacinas de uso humano. A partir de 01.09.10, o Protocolo 57/10 fica revogado por meio do Protocolo 98/10, mantendo-se internamente o regime de ST em SC para produtos farmacuticos, soros e vacinas de uso humano at 31.10.10.

    3) A partir de 01.11.10, passa a produzir efeitos o Decr