Área Temática: Finanças Demonstração de Fluxo de Caixa ... ?· Demonstração de Fluxo de Caixa…

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    10-Nov-2018

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<ul><li><p> 1 </p><p>rea Temtica: Finanas </p><p>Demonstrao de Fluxo de Caixa Atividade Operacional versus indicadores financeiros de liquidez: anlise da gesto financeira </p><p> AUTORES JOS ROBERTO DE SOUZA FRANCISCO Universidade Federal de So Joo del-Rei j.roberto@ufsj.edu.br HUDSON FERNANDES AMARAL Universidade Federal de Minas Gerais hfamaral@face.ufmg.br ALINE RABELO ASSIS Universidade Federal de Minas Gerais ALISSIS@GMAIL.COM LUIZ ALBERTO BERTUCCI Universidade Federal de Minas Gerais bertucci@face.ufmg.br RESUMO Um dos assuntos mais preocupantes para a administrao das organizaes a questo da liquidez, na qual est associada ao risco e a rentabilidade do negcio. Neste sentido uma pergunta se coloca: Qual a relao entre o fluxo de caixa operacional e a liquidez da empresa? O objetivo deste artigo verificar a relao entre a movimentao do fluxo de caixa operacional e os indicadores de liquidez com o intuito de verificar se existe uma maior eficincia na atividade de fluxo de caixa operacional corresponde eficcia no desempenho dos ndices de liquidez da empresas. Sabendo-se que a matria-prima dos bancos o recurso financeiro, este artigo procura pesquisar a movimentao do fluxo de caixa operacional em relao aos indicadores de liquidez da empresa. Utilizou-se a correlao entre o fluxo de caixa operacional e os indicadores de liquidez, em seguida a regresso linear para verificar a referncia que os ndices de liquidez exercem sofre o fluxo de caixa operacional. Conclui-se que existe pouca intensidade de relacionamento entre as variveis fluxo de caixa operacional e ndices de liquidez das instituies financeiras do setor bancos listadas na BOVESPA, constantes da Governana Corporativa, no perodo de 2008 e 2009. Palavra Chave: Fluxo de Caixa, Indicadores Financeiros e Gesto Financeira. ABSTRACT One of the most troubling for the administration of organizations is the issue of liquidity, which is associated with the risk and profitability. In this sense a question arises: What is the relationship between operating cash flow and liquidity of the company? The objective is to verify the relationship between the movement of operating cash flow and liquidity indicators in order to ascertain whether there is greater efficiency in the activity of operating cash flow corresponds to the effective performance of the liquidity ratios of companies. Knowing that the raw material of banks is the financial resource, this paper aims to research the movement of the operating cash flow in relation to indicators of liquidity. We used the correlation </p></li><li><p> 2 </p><p>between operating cash flow and liquidity indicators, then linear regression to check the reference that the liquidity ratios exert suffers the operating cash flow. We conclude that there is little intensity of relationship between variables operating cash flow and liquidity ratios of financial institutions sector banks listed on the BOVESPA, contained in the Corporate Governance, between 2008 and 2009. Key words: Cash Flow, Financial Ratios and Financial Management. </p></li><li><p> 3 </p><p>1 INTRODUO A Demonstrao do Fluxo de Caixa (DFC) uma evidncia das modificaes ocorridas no saldo de disponibilidades (caixa e equivalentes de caixa) da empresa em um determinado perodo, atravs de fluxos de recebimentos e pagamentos. A DFC utiliza uma linguagem e conceito mais simples, possui uma melhor comunicao com a maioria dos leitores das demonstraes contbeis. Normalmente tambm chamada de Cash Flow, Oramento de Caixa, Fluxo de Recursos Financeiros, Fluxo de Capitais, Fluxo Monetrio e Movimento de Caixa. </p><p>Esta pea contbil surgiu por meio da FRS 1 (Accounting Standards Boards First standard) que foi introduzida como pea obrigatria para as mdias e grandes companhias como preparao da DFC entre as outras Demonstraes Financeiras. A DFC surgiu como fonte de substituio da Demonstrao de Fundos de Caixa, conforme SSAP 10, ao qual comeou no Reino Unido em 1975. J nos EUA foi introduzida em 1991. Esta criao, e consequentemente substituio, foi devido a duas razes: primeira em funo de movimento similar ocorrido nos EUA, com a introduo do FASB em 1987, por intermdio da SFAS 95 Statement of cash Flows ao qual obrigou a elaborao e publicao da DFC como parte integrante das Demonstraes Financeiras. Estes padres ou propostas foi implantados tambm, no Canad, Austrlia, Frana, Japo, Nova Zelndia e na frica do Sul. Em 1991 ocorreu a apresentao de sua estrutura por intermdio do Comit de Padres de Normas Internacionais de Contabilidade; e segunda devido a insatisfao geral da SSAP 10, ao qual foi criticado em funo de sua flexibilidade. As companhias se aproximaram dessa Demonstrao em diferentes maneiras, e porque o significado de fundos no foi determinado de forma clara para dar o surgimento das variaes de maneira com que as companhias interpretassem essa norma. No Brasil, o incio do processo sobre a DFC comeou com a edio do Projeto de Lei 3.741/2000, ao qual se apresentava como uma ferramenta til para o processo de tomada de deciso e definia-se sua estrutura de composio. Desde o ano de 2000 at o ano de 2007, este projeto de lei encontrava-se em tramitao junto ao Congresso Nacional, at que por intermdio da Lei 11.638/2007, a DFC tornou-se obrigatria sua elaborao e publicao para a empresa surtindo efeitos a partir do ano de 2008. </p><p>A DFC tem como propsito prover informaes relevantes sobre os pagamentos e recebimentos de uma empresa, assim, destina-se a controlar as alteraes ocorridas, durante o exerccio, no saldo de caixa e equivalentes de caixa. A DFC reflete origem de todo o dinheiro que entrou no caixa em determinado perodo, bem como, o resultado do seu fluxo financeiro, permitindo ao administrador melhorar o planejamento financeiro da empresa, e assim poder evitar que o caixa possua faltas ou excessos e que se conhea antecipadamente as suas necessidades de dinheiro. A DFC contm a Necessidade de Capital de Giro, ferramenta importante para analisar se a empresa possui condies de saldar suas dvidas, receber investimentos, bem como avaliar as situaes presentes e futuras do caixa da empresa, tudo para que ela no se aproxime da insolvncia. Certamente evidencia de forma mais abrangente todas as transaes que afetam o capital de giro. Informaes relativas a operaes operacionais, de financiamento e investimentos, de curto prazo, da empresa durante o exerccio e ressaltar as alteraes na posio financeira. Segundo Brigham e Houston (1996) a anlise de capital de giro na gesto financeira um assunto bastante pormenorizado na administrao financeira e em finanas corporativas. </p><p>No intuito de analisar a situao econmico-financeira e patrimonial das organizaes, est sendo comum o uso de indicadores contbeis pelas empresas e por diversos usurios, tornando-se possvel diagnosticar problemas futuros e/ou realizao de projees. Um dos assuntos mais preocupantes para a administrao das organizaes a questo da liquidez, na </p></li><li><p> 4 </p><p>qual est associada ao risco e rentabilidade do negcio, sendo que uma gesto inadequada do mesmo pode conduzir empresa ao estgio de insolvncia. </p><p>Os Bancos so classificados junto ao Sistema Financeiro Nacional (SFN) como instituies financeiras captadoras de depsitos vista. Sendo representado por ele mesmo no SFN para viabilizar produtos e servios bancrios aos seus clientes referentes ao Servio de Compensao de Cheques e Outros Papis (BACEN, 2010). Destaca-se que papis diversos so atribudos aos Bancos, inclusive a caracterstica de criador de moeda, uma vez que intermedia a posio dos recursos captados e os recursos doados pelos seus clientes/correntistas, por meio de movimentao de recursos financeiros. Alm disso, podem ajudar a reduzir os spreads, que, conforme Fortuna (1999:121), a diferena entre o custo do dinheiro tomado e o preo do dinheiro vendido, como, por exemplo, na forma de emprstimo. Portanto, uma das principais funes dos Bancos a intermediao financeira entre os recursos captados (geradores de obrigaes) e recursos repassados (geradores de aplicaes e investimentos) a seus clientes, promovendo a expanso do crdito e o aumento do volume de circulao de recursos em moeda corrente junto a sociedade obtendo assim, aumento da gerao de resultados econmicos e financeiros. Assim, tem como funo integrar os recursos financeiros, desenvolver produtos e servios, facilitando o acesso ao meio circulante e aumentar a alavancagem financeira. </p><p>Face ao exposto, e estando o atual cenrio econmico e financeiro caracterizado por permanentes mudanas e incertezas, uma questo de pesquisa importante se coloca: Qual a relao entre o fluxo de caixa operacional e a liquidez da empresa? </p><p>Nesse contexto, o objetivo deste artigo verificar a relao entre a movimentao do fluxo de caixa operacional e a performance dos indicadores de liquidez com o intuito de verificar se uma maior eficincia na atividade de fluxo de caixa operacional corresponde a eficcia no desempenho dos ndices de liquidez da empresas listadas na BOVESPA, no segmento de instituies financeiras do setor bancos. </p><p>O estudo se justifica, pois, a matria-prima dos bancos o recurso financeiro, e neste artigo est pesquisando a movimentao do fluxo de caixa operacional com os indicadores de liquidez da empresa de posse a facilitar o entendimento por parte de diversos usurios das demonstraes financeiras a optarem pelos ndices de liquidez e a DFC no momento da anlise, ao invs de retirar vrios deles em que h semelhanas e discrepncias entre si. 2 REFERENCIAL TERICO 2.1 Demonstrao do Fluxo de Caixa </p><p>A Administrao tem como foco atingir mecanismos para alcanar suas metas a curto, mdio e longo prazo. Neste sentido um fato se torna imprescindvel para anlise, competitividade entre as empresas do mercado, e ainda mais no caso das Instituies Financeiras ao qual sua matria prima se apresenta como o recurso financeiro. </p><p>Tais como as outras Demonstraes Financeiras a DFC torna-se muito necessria para que os usurios possam tomar suas decises, como tambm para anlise econmica e outras avaliaes sobre o futuro do fluxo de caixa. Historicamente, o fluxo de caixa trouxe informao relevante, pois ilustra como a empresa gerou seu caixa e como gastou. Serve tambm como um cronmetro na medio do grau de utilizao do recurso financeiro no futuro. Possibilita uma relao entre a rentabilidade e a capacidade de gerao de caixa, em medio com a qualidade do lucro ganho. Adicionalmente oferece informaes financeiras que frequentemente desenvolvem modelos de ativos para comparao do valor presente com valores futuros de caixa, alm da capacidade de predio e anlise no perodo. </p><p>GLAUTER e UNDERDON (1994:242), indicam que: A cash flow statement in conjunction with a balance sheet provides information on liquidity, viability and financial adaptability. The balance sheet provides information about an entitys financial position at a particular point in time including assets, liabilities </p></li><li><p> 5 </p><p>and equity and their relationship with each other at the balance sheet date The balance sheet is often used to obtain information on liquidity, but the information is incomplete for this purpose as the balance sheet is drawn up at a particular point in time. </p><p>Ressalta-se, porm, que conforme Resoluo n. 3.604 de 29/08/2008 do BACEN, determina que o valor do Patrimnio Lquido inferior a R$2.000.000,00 (dois milhes de reais) seja considerado na data data-base de 31 de dezembro do exerccio imediatamente anterior. A seguir artigo 1 da Resoluo 3604 de 29/08/2008, do BACEN: </p><p>Art. 1 As instituies financeiras e demais instituies autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem elaborar e publicar a Demonstrao dos Fluxos de Caixa (DFC), a partir da data-base de 31 de dezembro de 2008. Pargrafo nico. As cooperativas de crdito singulares e as sociedades de crdito ao microempreendedor e empresa de pequeno porte esto dispensadas da elaborao e publicao da DFC, desde que tenham patrimnio lquido, na data-base de 31 de dezembro do exerccio imediatamente anterior, inferior a R$2.000.000,00 (dois milhes de reais). </p><p>A DFC passa a ser obrigatria no Brasil a partir de 2008. Sobre esse tema, ainda temos orientaes do Financial Accounting Standards Board (FASB) Padres da Contabilidade Financeira, rgo normatizador das prticas contbeis americanas, e do Internatinal Accounting Standards Committee (IASC), rgo que estabelece normas internacionais de contabilidade. ESTRUTURA DA DFC Desta maneira o SFAS 95, definiu a DFC a estrutura de composio em trs fluxos das atividades, sendo Atividade Operacional, Financiamento e Investimento. Atividade Operacional Demonstra o fluxo de caixa composto das atividades operacionais da companhia onde so apresentadas as movimentaes dos recursos de caixa inerentes s atividades e negcios dentro do objeto social da empresa. Apresenta tambm, a conciliao entre a rentabilidade operacional e o ganho ou perda contbil em relao ao fluxo de caixa lquido. Normalmente estas informaes so destacadas dentro da atividade operacional. Detalha tambm, algumas atividades importantes nos negcios da companhia, tais como: Returno sobre os investimentos e servios financeiros onde so discriminados ganhos recebidos, incluindo os juros; dividendos recebidos; e ouros crditos; Tributao onde so includas em linha separadas a tributao do governo federal e a tributao sobre o capital rentabilizado. Atividade de Investimento Demonstra o fluxo de caixa composto das atividades de investimento contemplando aquelas que no so oriundas das atividades operacionais, mas que mantm relao com o objeto social da companhia e fornecem capacidade para a gerao dos negcios da empresa. So exemplos dessa atividade: negociao com ativos fixos, investimentos em aes com permanncia de manuteno das atividades da empresa e transferncia de equivalncia de caixa. Atividade de Financiamento Demonstra o fluxo de caixa composto do compromisso da empresa perante obrigaes de captao de recursos, sendo considerado o capital de terceiros e capital prprio. So exemplos dessa atividade: integralizao de capital social, chamada de capital social, operaes de debntures, lanamento de bnus, captao de emprstimos a curto e longo prazo, apresentao do lucro ou prejuzo do exerccio. </p></li><li><p> 6 </p><p>RECONHECIMENTO COM O BALANO PATRIMONIAL A DFC em conjunto com o Balano Patrimonial, apresenta informaes sobre </p><p>liquidez, viabilidade e adaptabilidade financeira da empresa. O Balano Patrimonial informa sobre a posio financeira da entidade, e em particular os dados incluindo os ativos, obrigaes e patrimnio lquido e relao com as demais contas do Balano Patrimonial num dado momento. Assim sendo a DFC normalmente utilizada em conjunto com a Demonstrao do Resultado do Exerccio e o Balano Patrimonial, para mensurao do fluxo de caixa futuro. </p><p>A DFC deve se reportar com o Balano Patrimonial, fazendo com que a movimentao de um determinado perodo corresponda aos fluxos de caixa gerados neste mesmo perodo. De tal forma que se possam mensurar as atividades ocorridas entre o Balano Patrimonial e a DFC. A DFC elaborada atravs do Balano Patrimonial e a Demonstrao do Resultado do Exerccio, pois demonstra a origem e a aplicao de todo o dinheiro que transitou pelo Caixa e o resultado de seu fluxo financeiro. Portanto, seguem os principais pontos de importncia da DFC: representao dinmica (filmagem) da situao financeira; detalhar as variaes das transaes ocorridas na empresa decorrentes das atividades operacionais e no operacionais (investimentos e financiamentos); agilidade e segurana em suas atividades financeiras refletindo com preciso a situao econmica da empresa em termos financeiros futuros; linha de crdito: facilita a anlise e o clculo na seleo das linhas de crdito; nvel de caixa: fixa o nvel de caixa, em termos de capital de giro; excedentes de caixa: verifica a possibilidade de aplicar possveis excedentes de caixa; emprstimos e financiamentos: permite estudar um programa saudvel de emprstimos e financiamentos; resgates de dbitos: projeta um plano efetivo de resgate de dbitos; programao: permite programar os ingressos e egressos de caixa; planejamento: planeja os egressos de acordo com as disponibilidades de caixa; recursos: determina quanto de recursos prprios a empresa dispe em dado perodo e analisa a convenincia do comprometimento desses recursos; intercmbio entre departamentos: proporciona o intercmbio entre diversos departamentos da empresa com a rea financeira; permite a elaborao de um melhor planejamento financeiro de forma que no ocorra excesso de caixa; demonstrar como a empresa gera e usa os recursos de caixa e equivalentes de caixa. TIPOS DE DFC A DFC pode ser apresentada por meio de mtodos, sendo o mtodo direto ao qual apresenta a movimentao do fluxo de caixa por meio do Balano Patrimonial e a Demonstrao do Resultado do Exerccio, e o mtodo indireto ao qual apresenta a movimentao do fluxo de caixa somente por meio do Balano Patrimonial. Conforme discriminado abaixo: </p><p> Mtodo Direto mtodo pouco utilizado pelas companhias, devido a um certo grau de subjetividade na trajetria dos fluxos de caixa gerados pelas atividades da companhia, pois utiliza a movimentao do fluxo de caixa por meio do Balano Patrimonial e a Demonstrao do Resultado do Exerccio salutar informar que este mtodo demonstra com maior particularidade todo o fluxo de caixa gerado pela empresa. Mtodo Indireto mtodo mais elaboro pelas companhias, em funo do grau de facilidade de demonstrao das trajetrias dos fluxos de caixa gerado pelas atividades da companhia. mais utilizado devido grau de objetividade das atividades da empresa. Uma vez que mensura-se a variao das contas patrimoniais do Balano Patrimonial separadas por suas atividades. Ressalta-se que demonstra separadamente o lucro lquido do exerccio e as atividades no geradores de fluxo de caixa. </p></li><li><p> 7 </p><p> Campo Filho, (1999:23) diz que no mundo dos negcios, o dinheiro o denominador </p><p>comum maioria das transaes. Portanto, as finanas tm se comprometido substancialmente com a metodologia de gesto da administrao em empresas. Atualmente a administrao financeira vista como uma decomposio da gesto de fluxos de caixa, ao qual a viso da administrao moderna se compromete gerao de recursos financeiros suficientes para atingir a meta de remunerao dos acionistas. </p><p>Assim sendo, Gitman, (1997:586), diz que: O Fluxo de Caixa a espinha dorsal da empresa. Sem ele no se saber quando haver recursos suficientes para sustentar as operaes ou quando haver necessidade de financiamentos bancrios. Empresas que necessitem continuamente de emprstimos de ltima hora podero se deparar com dificuldades de encontrar bandos que as financiem. </p><p>Desse modo a gesto do fluxo de caixa revela-se de extrema importncia, pois atravs dela que a empresa poder gerir seus negcios e mensurar seus componentes de custos para definio precisa do preo de suas mercadorias, sem a necessidade de obteno de recursos externos e alheiros a sua vontade fazendo com que estes recursos deixem de integrar a composio do preo final de venda. </p><p>A necessidade de se desenvolver demonstraes de fluxo de caixa decorre do aumento da complexidade das atividades operacionais, o que provoca grandes disparidades entre o perodo no qual os lanamentos de receitas e despesas so apresentados e o perodo em que os correspondentes fluxos de caixa realmente ocorrem. Tal complexidade pode provocar uma maior oscilao no fluxo de caixa. Fatores externos, tais como a inflao ou mudanas no cenrio econmico, afetam mais rapidamente os fluxos de caixa do que o lucro contbil (Hendriksen, 1982:109) </p><p>O estudo da Demonstrao de Fluxo de Caixa procura compreender como se processa a formao da liquidez da empresa, uma vez que esta Demonstrao extrada do Balano Patrimonial e tambm, da Demonstrao do Resultado do Exerccio. Assim, a identificao das atividades que esto utili

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