Qual o Efeito da Comunicação Clínica/Relação Médico-Paciente na Adesão ao Tratamento Diretamente Observado (TDO) de Pacientes Com Tuberculose? Ricardo

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  • Qual o Efeito da Comunicao Clnica/Relao Mdico-Paciente na Adeso ao Tratamento Diretamente Observado (TDO) de Pacientes Com Tuberculose? Ricardo Zaslavsky Mdico de Famlia e Comunidade Novembro, 2012
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  • Tratamento e Cura da Tuberculose Realizao do Tratamento Diretamente Observado (TDO) Comunicao Clnica ou Relao Mdico- Paciente EVIDNCIAS! EVIDNCIAS?
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  • Dois Enfoques A Busca pelas Evidncias A prtica
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  • Alta predisposio adeso ao TDO Predisposio adeso ao TDO mediante esclarecimentos sobre a doena, tratamento, bem como escuta de seus medos e preconceitos e abordagem desses itens Baixa predisposio adeso ao TDO por diversos complicadores de diversas naturezas como, por exemplo, questes psicossociais PERFIL DO PACIENTE QUANTO ADESO Objetos da Comunicao Clnica com Pacientes com Tuberculose
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  • Estratgias de Comunicao 1 O Entendimento sobre o TDO O Entendimento e o pensamento a respeito do TDO por parte do profissional UMA FORMA DE COMUNICAO: 1. Aumento da adeso 2. Aumento das taxas de cura 3. Reduo do abandono, da mortalidade e da incidncia de formas resistentes Eu acho que o paciente vai achar que punio e vai se defender contra o TDO (Entenda-se: Atacar o profissional de sade), portanto eu j proponho de uma forma defensiva, a qual o paciente percebe [como ataque?] Punio VS Oportunidade
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  • Estratgias de Comunicao 2 - Informao O que? Como se pega? Como se trata e por quanto tempo? Quais os possveis efeitos adversos? O TDO Cuidados com famlia e trabalho. Acompanhamento da equipe de sade
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  • Investigar a associao entre comportamento do profissional de sade, qualidade de sua comunicao com paciente e sua famlia e a NO ADESO AO TRATAMENTO.
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  • Concordncia A realizao de um acordo entre paciente e profissional de sade sobre quando e como tomar a medicao, o que implica em valorizar a perspectiva do paciente. Para tal, preciso uma franca troca de informaes, negociao e um esprito de cooperao Concordncia um passo-chave para dar incio no processo dinmico de dar suporte a pacientes com Tuberculose atravs do tratamento
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  • O que voc entende por Tuberculose? No seu entendimento, quais os riscos que voc est correndo? Voc conhece algum que j teve Tuberculose? Como foi o tratamento dela? Ficou curada? Qual o sentimento que voc teve quando foi dito que voc est com Tuberculose? Que pensamentos/ideias lhe vieram cabea quando foi dito que voc est com Tuberculose? Voc participa de alguma f religiosa? Qual o entendimento dela sobre a Tuberculose e seu tratamento? Estratgias de Comunicao 3 Medos e Preconceitos: Conhecer a Pessoa Oportunidade de esclarecer mal-entendidos!
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  • Alguns indivduos, quando os sintomas melhoraram, acreditam que no estejam mais doentes, j que a concepo de doena est ligada presena de sintomas indesejveis que no os permitem agir como antes Um paciente, ao receber o diagnstico de Tuberculose, leva um choque ou tem dificuldade de aceit-lo inicialmente. Alm disso, no o nico a ser afetado. A famlia, nesse momento desempenha uma importante funo. Nem sempre o suporte familiar traz resultados positivos Alguns indivduos doentes consideram os medicamentos fortes o suficiente para afetar negativamente outras partes do corpo Um dos comentrios a cor do p (do medicamento). Geralmente a cor vermelha, para os informantes, est associada potncia/fora do medicamento, ou seja, se o p ou o invlucro so dessa cor significa que o remdio mais forte
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  • Sumrio Comunicao e Adeso ao TDO Adeso ao Tratamento Diretamente Observado (TDO) Relao de interconfiana entre profissional de sade e paciente O conhecimento que o profissional tem sobre a doena, a segurana que ele passa para o paciente e o quanto ele considera o paciente como uma pessoa Perguntas fechadas e abertas (Vnculo), esclarecimento dos medos e preconceitos, informaes sobre a doena, o paciente sentir que est sendo ouvido, h tempo disponvel
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  • Para Terminar, tratar Tuberculose requer... Estabelecer uma boa comunicao Estabelecer bom vnculo Trabalho em equipe Ateno primria e secundria Entre tantas outras coisas.....
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  • Quem no se movimenta, no sente as correntes que o prendem Rosa Luxemburgo Filsofa e Economista Polonesa 1871-1919 GRACIAS!