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» Desporto Publicação quinzenal I Propriedade: Mediaborba, Lda. I Director: David Guégués Ano XVIII I Nº. 491 I 7 de março de 2013 I Preço (IVA incluído): 0,50 euros I [email protected] MALHA EM VEIROS » pág. 5 » pág. 10 II ENCONTRO DE DESPORTO ESCOLAR DE NATAÇÃO EM BORBA » pág. 5 CCDR ALENTEJO QUER PORTO DE SINES COMO PORTO ESTRATÉGICO TURISMO DO ALENTEJO LANÇA MINI-FILME PARA PROMOVER A EXCELÊNCIA E DIVERSIDADE DA OFERTA TURÍSTICA DO DESTINO » página 9 SUECA EM BORBA "ESTAMOS A PROVAR QUE É POSSÍVEL FAZER MUITO COM MUITO POUCO" » pág. 6/7 EMBAIXADORA DE MARROCOS VISITOU O CONCELHO DE BORBA » pág. 2

Terras Brancas n.º 491

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Terras Brancas n.º 491

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    Publicao quinzenal I Propriedade: Mediaborba, Lda. I Director: David Gugus Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 2013 I Preo (IVA includo): 0,50 euros I [email protected]

    MALHAEM VEIROS

    pg. 5

    pg. 10

    II ENCONTRO DE DESPORTO ESCOLAR DE NATAO EM BORBA

    pg. 5

    CCDR ALENTEJO QUER PORTO DE SINES COMO

    PORTO ESTRATGICO

    TURISMO DO ALENTEJO LANA MINI-FILME PARA PROMOVER A EXCELNCIA E DIVERSIDADE DA OFERTA TURSTICA DO DESTINO

    pgina 9

    SUECAEM BORBA

    "ESTAMOS A PROVARQUE POSSVEL

    FAZER MUITO COM MUITO POUCO"

    pg. 6/7

    EMBAIXADORA DE MARROCOS VISITOU O CONCELHO DE BORBA

    pg. 2

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 20132

    J h mais de quarenta anos que sei que, na sua grande maioria, o povo a que perteno constitudo por pessoas duma riqueza humana fora do comum. Foi, em primeiro lugar, em Moambique, que tive conscincia de tal facto, pois, s um enorme povo, um povo com uma alma maior do que o prprio pas, que sem o mnimo de condies que suportava o insuportvel com uma humildade sem mcula nem rstea de impacincia, quanto mais de revolta. Est claro que se pode contradizer, este modo de ser, e de se estar na vida, argumentando, uma enorme falta de conscincia e formao politica, o que no deixa de ser verdade, mas, actualmente, j com mais de trinta e cinco anos passados da revoluo, e vivendo-se uma enorme crise econmica, este povo, (na sua maioria) continua a ser mui grande, pois a forma como acolhe de braos abertos todas as aces que visam ajudar Instituies de caracter social e benfeitor, duma forma de entrega indiscritvel pela beleza que transparece, uma riqueza da alma, sendo esta a verdadeira riqueza, pois, sem quase nada para dar, ainda consegue partilhar e colaborar com quem mais necessita.

    Tudo isto porque, ainda faltando mais dum ms, (termina dia 13 de Abril) UM DIA PELA VIDA, a favor da Liga Portuguesa contra o Cancro, os proventos j ultrapassaram os vinte mil euros. Obra.

    Ainda faltam muitas horas de trabalho, ainda faltam muitos donativos, ainda falta muita cooperao para que tudo termine numa grande festa de confraternizao, mas para j, o muito obrigado da parte deste jornal, pois, tudo isto, engradece a alma da nossa zona do Terras Brancas.

    Um Povo maior que o pas David Gugus

    Editorial LAPO AUTOMVEIS GALARDOADA COM O PRMIO TOP5 MELHOR

    OFICINA OPEL EM PORTUGAL

    Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa Lapo Automveis com sede na Zona Industrial de Estremoz, foi galardoada com o prmio TOP5 !"#$%&'!()*+,-!(.#$!#/!0&'123-$4

    O referido prmio visa distinguir as cinco melhores oficinas da rede de reparadores autorizados da Opel em Portugal e premiar o servio por estas prestado. Para atribuio do .'5/+&!-&!$&,3&!6&!-,&!78&!9#'+)*-6&7!6+9#'7&7!

    stands da marca e efetuados diversos inquritos -&7!*$+#,1#74!(!.'5/+&!:&.;!7!5!

    um feito que orgulha toda a nossa regio.

    EMBAIXADORA DE MARROCOS VISITOU

    O CONCELHO DE BORBA

    A Embaixadora do Reino de Marrocos em Portugal, Karima Benyaich, visitou esta quarta-feira, 20 de fevereiro, o concelho de Borba. A receo decorreu no Salo Nobre dos Paos do concelho, onde o executivo e a embaixadora trocaram impresses sobre o concelho de Borba, os laos de amizade e cooperao que unem os dois pases, alm de focarem as transformaes polticas e sociais implementadas no pas do norte de frica.

    Pela sua proximidade, Portugal e Marrocos privilegiam hoje de excelentes relaes institucionais, quer a nvel econmico, cultural e poltico, que sero agora r e f o r a d a s e dinamizadas com o Municpio de Borba. Esta visita insere-se na promoo do concelho que o execut ivo do Municpio de Borba tem vindo a implementar, procurando estabelecer parcerias, geminaes e a divulgao das suas principais atividades econmicas. Apesar de ser um dos concelhos mais pequenos do Alentejo, ?&'@-! @#,#)*+-! 6#! 2/! *&,A2,1&! 6#! -1+9+6-6#7!

    econmicas bastante diversificadas, e cuja qualidade sobejamente reconhecida, como os vinhos, mrmores, azeites e queijos, alm 6-!3-71'&,&/+-B!C2#!)*-!#,'+C2#*+6-!*&/!1&6&7!

    estes produtos e outros que a ajudam a valorizar.

    A Embaixadora do Reino de Marrocos, acompanhada pelo seu conselheiro econmico, conheceu todo o processo produtivo do setor dos mrmores, com visita unidade de explorao e de transformao de Plcido Jos Simes, S.A. e deslocao ao CEVALOR Centro Tecnolgico para o Aproveitamento e Valorizao das Rochas Ornamentais e Industriais, onde tomou conhecimento do trabalho cientfico, de investigao, formao e apoio tcnico s empresas desenvolvido pelo centro em todo o pas, alm dos vrios tipos de pedra existentes

    e em explorao. Tambm a produo de queijos, com visita unidade Borqueijos, Lda, e o azeite, com passagem pela Cooperat iva de Olivicultores de Borba, mereceram a ateno e interesse da representante

    de Marrocos no nosso pas. Visita que terminou na Adega Cooperativa de Borba, onde Manuel Rocha, CEO da Adega, e scar Gato, Enlogo, apresentaram as antigas e novas instalaes, evidenciando o crescimento que a unidade tem vindo a implementar nestes ltimos anos, dando a conhecer os vinhos produzidos, as castas e dimenso da rea vitivincola da sub-regio de Borba.

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 2013 3

    Praa da Repblica - 7150-249 Borba I Telef.: 268 891 630 I Fax: 268 894 806 I www.cm-borba.pt I [email protected]

    EDITAL

    A Cmara Municipal de Borba, reunida extraordinariamente em 19 de fevereiro de 2013, pelas 10.00 horas, no Salo Nobre do Municpio, estando presentes os Senhores vereadores, Humberto Lus Russo Ratado, Hugo Alexandre Godinho Mendanha, Rosa Maria Baslio Vstia e Joaquim Jos Serra Silva, sob a presidncia do Senhor ngelo Joo Guarda Verdades de S, e em conformidade com o n.4 do artigo 92 da Lei n.169/99 de 18 de Setembro na nova redao dada pela Lei n.5-A/2002, de 11 de Janeiro, torna pblico que foram tomadas as seguintes deliberaes relativamente aos pontos abaixo indicados:Ponto 1. Ordem do Dia:Ponto 1.1! !D-1+)*-o de Avaliao de SIADAP 1 (2EFGH! !I#[email protected]#'-6&B!.&'!/-+&'+-B!'-1+)*-'!-!-.'&9-J8&!6-7!*$-77+)*-JK#7!6-7!2,+6-6#7!&'3L,+*-7!'#M#'#,1#7!-!NOPIP0!F!QGEFGH!6&!"2,+*>.+&!6#!?&'@-4

    Ponto 1.2 Requerimento !I#[email protected]#'-6&B!.&'!2,-,+/+6-6#B!6#*$-'-'!C2#!-!RL/-'-!"2,+*+.-$!,8&!.'#1#,6#!#S#'*#'!o direito de preferncia na aquisio da frao C, do prdio urbano situado na Avenida de Povo, n.46 em Borba, com o artigo matricial n.1562.Ponto 1.3 Pedido de Autorizao Assembleia Municipal para reduo do nmero de trabalhadores com contrato de trabalho em funes pblicas a 31/12/013 inferior prevista no n.1 do art.59. da Lei n.66-B/2012, de 31 de dezembro (Lei do Oramento de Estado 2013) Deliberado, por unanimidade, autorizar a reduo do nmero de trabalhadores com contrato de trabalho em funes pblicas a termo resolutivo e ou com nomeao 1'-,7+1T'+-!#S+71#,1#7!#/!UFVFGVGEFGB!#!'#/#1#'!#71-!6#[email protected]#'-J8&!W!P77#/@$#+-!"2,+*+.-$!.-'-!*&,)'/-J8&!6-!/#7/-4

    Ponto 1.4 Pedido de Autorizao Assembleia Municipal para Renovao de Contratos de Trabalho em Funes Pblicas a Termo Resolutivo Deliberado, por unanimidade, autorizar a renovao de 8 contratos de trabalho em funes pblicas a termo resolutivo, dos 17 possveis de renovar durante o ano de 2012, e remeter #71-!6#[email protected]#'-J8&!W!P77#/@$#+-!"2,+*+.-$!.-'-!*&,)'/-J8&!6-!/#7/-4

    Ponto 1.5 Proposta da 1 Alterao ao Mapa de Pessoal 2013 Deliberado, por maioria, submeter aprovao da Assembleia Municipal a referida proposta. Ponto 1.6 Pedido de Autorizao Assembleia Municipal para Abertura de Procedimentos Concursais por tempo indeterminado Deliberado, por unanimidade, solicitar autorizao Assembleia Municipal para abertura de procedimentos concursais com vista constituio de relaes jurdicas de emprego pblico, por tempo indeterminado, .-'-!FF!-77+71#,1#7!&.#'-*+&,-+7B!F!-77+71#,1#!15*,+*&!#!G!15*,+*&7!72.#'+&'#7B!*&,6+*+&,-6-!W!-21&'+X-J8&!),-$!.&'!

    .-'1#!6&7!/#/@'&7!6&!Y&9#',&!'#7.&,7Z9#+7!.#$-7!Z'#-7!6-7!),-,J-7!#!6-!-6/+,+71'-J8&!$&*-$4

    0-'-!*&,%#*+/#,1&!3#'-$!7#[email protected]$+*-!&!.'#7#,1#!#6+1-$!#!&21'&7!6#!+32-$!1#&'!C2#!98&!7#'!-)S-6&7!,&7!$23-'#7!6&!

    costume.

    Borba, 21 de fevereiro de 2013

    !!(!0'#7+6#,1#!6-!RL/-'-

    (Dr. ngelo Joo Guarda Verdades de S)

    CERTIDO

    ------ Maria da Conceio Garcia Tavares CorreiaB!,&1Z'+-B!*#'1+)*&B!.-'-!)/!6#[email protected]$+*-J8&B!C2#!por escritura de quatro de janeiro de dois mil e treze, lavrada a folhas 77 do livro nmero 112, de notas para escrituras diversas, do meu Cartrio, em Estremoz, ------------------------------------------------ Joana de Jesus Martins Cachapa, viva, natural da freguesia de Orada, concelho de Borba, onde '#7+6#!,-![+9#,6-!PX#,%-!6-!R&9-B!*&,1'[email protected]+,1#!)7*-$!FF\G\\];\4!

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 20134

    A R B R I C A DA SO F I A

    O dia internacional da mulher comemorado anualmente ao oitavo dia do ms de maro. Como objetivos desta data possvel evidenciar &!'#*&,%#*+/#,1&!.#$-!+/.&'1L,*+-!#!*&,1'[email protected]&!

    da mulher na sociedade, assim como o recordar das conquistas femininas no que respeita s lutas contra o preconceito racial, sexual, poltico, cultural e econmico. As mulheres trabalhadoras possuem ainda a responsabilidade principal de desempenharem o seu papel enquanto mes, contudo, este um cenrio em mudana devido ao papel cada vez mais ativo do pai. Muitas mes trabalhadoras desistem totalmente do seu emprego, uma vez que no conseguem conciliar o trabalho e a sua residncia.

    Torna-se pertinente referir a problemtica da *&,*+$+-J8&!#,1'#!-!9+6-!.'&)77+&,-$!#!M-/+$+-'B!

    a qual surgiu nos anos sessenta num contexto norte-americano, dado o aumento da entrada da mulher no mercado de trabalho. Este tardio reconhecimento pode ser justificado pela +,a2=,*+-!6#!M-1&'#7!-77#,1#7!,-7!-77+/#1'+-7!

    de gnero, fundamentalmente ao nvel das concees parsonianas de famlia. Neste modelo de famlia observvel uma diviso de funes, onde ao homem compete o papel instrumental de conexo com o exterior, garantindo assim a subsistncia e a satisfao das necessidades da famlia, enquanto mulher correspondem funes de natureza expressiva e afetiva, assente no cuidado (Domingos, 2012).

    Por vezes, as entidades empregadoras adotam condutas que originam um forte desequilbrio entre a vida laboral e a vida familiar (Giddens, 2010), nomeadamente no que concerne reduo de postos de trabalho e sobrecarga horria e de funes laborais. Alguns autores, admite Giddens (2010), admitem que os longos horrios se comeam a expandir como uma norma, no sendo esta uma tendncia muito saudvel conduzindo a um forte desequilbrio entre a vida laboral e familiar. Esta excessiva carga horria, tem impactos sobre o tempo que o indivduo trabalhador passa com o cnjuge e crianas no lar. Os indivduos no so apenas trabalhadores, na medida em que possuem responsabilidades e tarefas que no se reduzem s laborais, e por vezes, a conciliao entre estes domnios do quotidiano depara-se *&/! +,_/#'&7! &@71Z*2$&7! #! 6+)*2$6-6#74! b-!

    atualidade admite-se que esta conciliao se traduz numa prioridade com vista ao alcance da igualdade de gnero, o aumento da participao das mulheres no mercado de trabalho e a promoo da partilha das responsabilidades e tarefas por homens e mulheres.

    P!*&,*+$+-J8&!#,1'#!9+6-!.'&)77+&,-$!#!-!9+6-!

    familiar passa tambm por criar ao pai condies de prestao de cuidados famlia, de modo a existir um maior equilbrio na participao de %&/#,7!#!/2$%#'#7!,-!#62*-J8&!6&7! )$%&7B!

    bem como uma maior igualdade nas carreiras .'&)77+&,-+7! 6#! -/@&7! &7! 7#S&7! QY2#''#+'&B!

    Loureno e Pereira, 2006). O trabalho e a famlia

    so dois domnios mutuamente dependentes, onde cabe a homens e mulheres a partilha de papis e ao Estado e s organizaes empregadoras compete a garantia de condies de articulao entre estas duas esferas da vida quotidiana (Domingos, 2012 in Dulk, 2001).

    Domingos (2012) salienta que as experiencias 6#!*&,*+$+-J8&!7#!#,*&,1'-/!-*&'6-6-7!,&!*&,a+1&!

    trabalho-famlia. Esta noo encontra-se assente em trs domnios, por um lado pela perceo das pessoas de a u s n c i a o u insuficincia de tempo que possuem para o cumprimento de forma satisfatria dos seus diversos afazeres, por outro lado, o confl i to relacionado com a presso-teno, o qual tem que ver com a insatisfao sentida por parte das pessoas em relao ao desempenho dos seus papis. E .&'! )/B! C2-,1&! -&!

    conflito baseado no comportamento, este emerge quando os comportamentos que so aprendidos numa determinada esfera no so vlidos para outra, ou so mesmo disfuncionais entre si.

    importante referir qual o objetivo das polticas laborais de apoio famlia, em que segundo Giddens (2010), consiste no auxlio aos agregados, onde ambos os cnjuges se encontrem empregados, para que estes possam encontrar estabilidade entre os seus compromissos laborais e os de outra ordem. Neste sentido, Lisa Harker (1996) num estudo sobre estas polticas salientou quatro objetivos principais. de salientar que as polticas devem 1#'! *&/&! ),-$+6-6#B! M-*+$+1-'! -&7! 1'[email protected]$%-6&'#7!

    a articulao entre os compromissos familiares e os laborais, apoiando a igualdade de gnero e a partilha de compromissos familiares entre homens e mulheres. Por outro lado devem apoiar as necessidades dos trabalhadores, #S*$2+,6&!-!6+7*'+/+,-J8&B!#!.&'!)/B!-7!.&$>1+*-7!

    laborais devem alcanar um equilbrio entre as necessidades do trabalhador e do empregador (Giddens, 2010 in Harker, 1996). Para estas autoras as estratgias e prticas de conciliao contribuem para a promoo da igualdade de oportunidades entre os gneros, sendo crucial encontrar horrios e condies de trabalho que permitam aos trabalhadores atenderem s suas necessidades e responsabilidades sem que isso seja prejudicial para as suas carreiras .'&)77+&,-+74

    PERSPETIVA SOCIOLGICASOBRE A CONCILIAO

    TRABALHO-FAMLIARelacionado com esta problemtica de

    conciliao e com a perceo dos apoios existentes, possvel realar o conceito de sentido dos direitos, o qual tem que ver com um conjunto de crenas e sentimentos que as pessoas tm acerca dos direitos, da sua legitimidade e equidade, mas tambm do seu direito a eles, o que determina as suas expetativas de utilizao e reivindicaes, com base naquilo que considerado como justo e equitativo

    (Domingos, 2012 in Den Dulk et al., 2007; Lewis, 1998, 2001; Major, 1993). Esta 6#),+J8&!.'#772.K#!

    a existncia de u m a d i s t i n o entre os apoios e direitos existentes, o reconhecimento 6-!72-!+/.&'1L,*+-!

    #!'#$#9L,*+-B!#!-+,6-!

    o sentido de direito legtimo a eles ou se, pelo contrrio, so notados como um favor por parte da entidade que os concede, os quais necess i t am de serem negociados ou retribudos de out ras formas ( D o m i n g o s , 2012; in Lewis, 1998, 2001). Este

    conceito possibilita estabelecer uma ponte entre uma dimenso mais lata, das polticas existentes, permitindo compreender a fraca adeso a polticas mais progressistas em matria laboral e a persistncia de prticas convencionais contraditrias, e mais restrita, relacionada com a forma como as pessoas as racionalizam, legitimam e utilizam (Domingos, 2012 in Santos, 1986; in Torres, 2001).

    Empresas que possuem culturas organizacionais que promovam a concil iao trabalho - famlia, encontram-se apoiadas em critrios vantajosos, designadamente ao nvel do incentivo pela criatividade e motivao dos trabalhadores. Assim, possvel frisar a promoo por um completo conhecimento ao nvel dos objetivos e da cultura da organizao, como de uma maior facilitao na introduo de novos mtodos de trabalho e de novas tecnologias,

    propiciando uma maior usufruto do capital tecnolgico (Guerreiro, Loureno e Pereira, 2006).

    Este tipo de cultura organizacional, pode eventualmente proporcionar uma reduo de turnover, com poupanas em recrutamento de pessoal, reduzindo custos com processos de M&'/-J8&cB!2/-!9#X!C2#!7#!)S-/!,-!#/.'#7-!

    d'#*2'7&7!%2/-,&7!C2-$+)*-6&7c4!P$#/!6+77&B!

    evidente o aumento da produtividade, e 2/! -$-'3-/#,1&! #! 6+9#'7+)*-J8&! 6&! d$#C2#!

    dos potenciais colaboradores interessados em trabalhar numa empresa com estas caractersticas conciliadoras, uma vez que lhes oferece boas condies de exerccio de uma -1+9+6-6#!.'&)77+&,-$!#/!%-'/&,+-!*&/!-7!72-7!

    responsabilidades familiaresSegundo Lina Coelho (2005) Portugal

    apresenta uma situao pouco favorvel no que respeita a medidas de conciliao entre a 9+6-!.'&)77+&,-$!#!M-/+$+-'4!b#71#!7#,1+6&B!1&',-9#$!6&!'#1'-1&!*+,#/-1&3'Z)*&B!*&,1-!*&/[email protected],6-!

    sonora assinada pelo candidato portugus aos scares de Hollywood: o compositor Nuno Mal.

    Inspirado na linha de comunicao e imagem Alentejo, tempo para ser feliz, o spot conta, em cerca de seis minutos, as multiplicas emoes que os turistas podem vivenciar no territrio, atravs dos protagonistas de uma inslita aventura que tem como ponto de partida a busca da felicidade.

    b2/!'#3+71&!#[email protected]$-6&B!&!)$/#!12'>71+*&!'#9#$-!

    um Alentejo descoberto dos cus pelo Tempo - um Golden Retriever que inesperadamente voa sozinho num balo de ar quente -, e vivenciado no territrio pela dona - uma turista que na .'&*2'-! +,*#77-,1#! 6&! 7#2! )#$! -/+3&! -*[email protected]!

    por atravessar a regio, envolvendo-se numa

    marcante e inesquecvel experincia. H semelhana de uma curta-metragem, o

    pblico assim transportado para momentos de aco, aventura, excitao, alegria ou beleza, ou seja um sem nmero de emoes bem latentes num Alentejo singular, genuno e marcado por fortes traos identitrios.

    I#.&+7!6-!#71'#+-!,-*+&,-$!,-!?:hB!&!)$/#!

    promocional do Alentejo vai estar em exibio em 37 salas dos cinemas Zon Lusomundo, espalhadas por quatro centros comerciais da Grande Lisboa, entre os dias 28 de Fevereiro e 3 de Maro.

    0'&1-3&,+X-6&!.#$-!-*1'[email protected]'+1L,+*-!f$-!R$-'jB!

    &!)$/#!M&+!.'&62X+6&!.#$-!k$-9&2'!0'&62*1+&,7B!

    1#/! 6+'#*J8&! 6#! M&1&3'-)-! #! '#-$+X-J8&! 6#!

    Eduardo Sousa e co-realizao de Tito Costa, um .'&)77+&,-$!#/!M&'/-J8&!#/!l&$$mn&&64

    ESCOLAS DO 1 CICLO DO ENSINO BSICO DO CONCELHO DE REGUENGOS DE

    MONSARAZ RECEBERAM NOVO MOBILIRIO

    O Municpio de Reguengos de Monsaraz investiu cerca de 30 mil euros na aquisio de mobilirio para as escolas do 1 ciclo do ensino bsico de Campinho, Perolivas, S. Marcos do Campo, S. Pedro do Corval e Reguengos de "&,7-'-X4! P77+/B! )*-! *&,*$2>6-! -! '#,&9-J8&!

    do mobilirio em todas as escolas do 1 ciclo do *&,*#$%&B!.&+7!*&/!-7!&@'-7!6#! '#C2-$+)*-J8&!

    recentemente efetuadas no Centro Escolar de Outeiro e no bloco B da EB n. 2 de Reguengos de Monsaraz, os alunos destas salas de aulas j estavam a utilizar mobilirio moderno.

    Na totalidade, a autarquia adquiriu cerca de 890 peas, nomeadamente cadeiras e mesas duplas para alunos, cadeiras e secretrias para professores, mesas trapezoidal, mesas para informtica e armrios. O novo mobilirio equipou 21 salas de aula.

    O mobilirio recebeu uma assinatura distintiva, nomeadamente a estilizao de um esboo da :&''#!6&!D#$T3+&B!/&,2/#,1&!*&,71'2>6&!#/!),-+7!

    do sculo XVII ou incio do sculo XVIII na vila medieval de Monsaraz e que foi recentemente '#C2-$+)*-6&4!I#71-!M&'/-!.'#1#,6#

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 20136

    "ESTAMOS A PROVARQUE

    POSSVEL FAZER MUITO COM MUITO

    POUCO"

    empresrios, como exemplo a parceria recente com Olivena. O momento no o melhor e os empresrios esto com uma atitude defensiva resultado do sentimento que se vive no pas e na Europa. Por exemplo, s ao nvel do turismo 1#/&7!.'&A#*1&7!-.'&9-6&7!,-!*L/-'-! !#!-$32,7!

    *&/!),-,*+-/#,1&7! *&/2,+1Z'+&7!3-'-,1+6&7! !

    que triplicam o nmero de camas do concelho. preciso ultrapassar esta instabilidade e voltar

    a acreditar no futuro da regio.

    Nos Censos de 2011, o concelho de Alandroal apresenta uma perda de mais de 11% da populao residente, em comparao com os Censos de 2001. Que comentrio lhe merece estes nmeros? Como se pode inverter esta tendncia?

    Este um cenrio comum a todo o interior do pas. E quando falo de interior estou j a incluir quase dois teros do territrio. a prova

    de que no existem polticas de nvel nacional destinadas a combater esta tendncia e as politicas dos municpios tambm nem sempre foram as melhores. Apostou-se demasiado no beto que melhora o sentimento de qualidade de vida das pessoas mas que s por si no 72)*+#,1#!.-'-!-7!7#32'-'!,&!1#''+1T'+&4!(!M-*1&'!

    *'>1+*&! .-'-! )S-'! .#77&-7! 5! &! #/.'#3&! #! %&A#!

    as autarquias no podem continuar a pensar na criao de emprego atravs delas prprias. Os autarcas tm que ser cada vez mais agentes de desenvolvimento local, promotores das

    6+,L/+*-7! #*&,T/+*-7! #! #/.'#7-'+-+7! #! 6-7!

    potencialidades dos seus concelhos e cada vez menos construtores de rotundas. D mais trabalho e menos garantias de retorno eleitoral imediato, mas ser fundamental para o futuro. Por outro lado, preciso no esquecer que se no fosse a grande vontade dos municpios de segurar e atrair populao o cenrio ainda seria bem pior. Enquanto o pas no assumir como estratgico o desenvolvimento equilibrado de todo o territrio com polticas srias, concretas e contnuas, ser muito difcil que os municpios, s por si, o consigam.

    Concelho raiano, com fortes ligaes Estremadura espanhola, pode encontrar aqui o(s) parceiro(s) para o desenvolvimento da regio. O recente piscar de olhos a Olivena, com a assinatura do Convnio de colaborao entre os dois concelhos, um sinal que este o caminho a seguir?

    Sem dvida. Com Olivena temos uma histria e uma cultura em comum que importante valorizar, e do lado de Olivena

    Joo Maria Aranha Grilo, professor. Em 2005 deixou o ensino para assumir a vice-presidncia 6-! RL/-'-! "2,+*+.-$! 6#!P$-,6'&-$B! ,-! -$12'-B!

    pelo PS. Divergncias com o ento presidente, levaram Joo Grilo a no terminar o mandato para o qual tinha sido eleito. Juntamente com outros alandroalenses, formou o Movimento Unidade e Desenvolvimento de Alandroal (MUDA), movimento pelo qual concorreu s autrquicas 2009, acabando por vencer por 7 9&1&7o!f/!),-$!6#!/-,6-1&B!#!#,C2-,1&!6#*&''#!

    a IV Mostra Gastronmica do Peixe do Rio, falei *&/!&!-*12-$! .'#7+6#,1#!6-!RL/-'-!"2,+*+.-$!

    de Alandroal, em mais um Encontros no Alto da Praa.

    Joo Grilo, a terra e a gua esto intimamente ligados ao concelho do Alandroal. Grande extenso de terra, um dos maiores concelhos do Pais e, agora, muita gua, merc da construo da Barragem do Alqueva. Comecemos por falar da terra, do espao que gere, dos parcos recursos #")"7,*$!-8' +)-' +*2,$,"3,-' 2$,9&,-*)-' +!'

    concelho, e da aposta no desenvolvimento do interior alentejano. Presidente, a tarefa no tem sido fcil?

    No, no tem sido fcil. Sobretudo pelo ponto de partida de onde fomos obrigados a comear. Mas por isso mesmo temos mostrado que somos capazes de gerir o municpio no contexto mais difcil das ltimas dcadas. Estamos a pagar dvidas, a equilibrar as contas, a fazer obras, -! '#&'3-,+X-'! -! *L/-'-B! -!/#$%&'-'! '#7.&71-7!

    sociais e educativas. Estamos a provar que possvel fazer muito com muito pouco e que

    uma estratgia concertada de desenvolvimento sustentvel pode fazer crescer o concelho ao longo do tempo.

    Sendo este um dos maiores concelhos do Pais, o Alandroal est tambm adjectivado de ser um dos mais pobres. Que medidas tomou, est a tomar ou pensa vir a tomar para mudar esta opinio?

    Costumo dizer que no somos to pobres como nos pintaram no passado nem to ricos como nos quiseram fazer crer h pouco tempo. Somos um concelho com um grande potencial agrcola e agro-pecurio que se pode traduzir tambm numa grande riqueza agro-industrial, assim haja investimentos. Temos potencial mineiro como j aconteceu no passado e pode voltar em breve a acontecer com as prospeces que esto em curso. Temos potencial para as energias alternativas, designadamente a termo-solar, com alguns interesses manifestados. E temos todo o potencial turstico que proporciona uma ,-12'#X-! C2-7#! +,1-*1-4! P! *L/-'-! -.&71&2!

    ,-! *'+-J8&! 6#! *&,6+JK#7! M-9&'Z9#+7! W! )S-J8&!

    de empresas, ajudou a criar uma associao empresarial e est a promover o contacto entre

    "O todo sempre maior que a soma das partes, e Alandroal e Olivena, em conjunto, representam um potencial

    econmico, turstico e cultural que deve ser profundamente explorado."

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 2013 7

    associar essa procura grande tradio do concelho em relao ao peixe do rio e mostrar tudo o que temos de melhor para diferentes gostos e carteiras mas sempre com garantia do que genuno e autntico.

    :' )(!-3)' ;' /)-3)"3,' +*

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 20138

    51"-#NO#(5&-P

    - 08 / 3 / 2013:

    - 21 horas, na Tasca do Goda em Borba, Noite de Fados uma iniciativa da equipa Guerreiras da Amizade.

    - 09 / 3 / 2013:

    - Peregrinao dos Frgeis#Q-#R#2"*&-;#753&'("#S&)07("#T*.#U0-4-#("-#

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 2013 9

    CURIOSIDADE: Normas e Instrues para rbitros de Futebol 11

    Para remeter alguma questo ou situao que gostava de ver esclarecida, basta enviar um email

    para [email protected]

    8 VEDAES

    8.1 - As vedaes podem ser de madeira, cimento, ferro ou cabos metlicos, mas sempre com

    altura mnima de 1 metro.

    a) Se a vedao for de madeira deve estar situada a 1,5 metros da linha lateral e a 2 metros da

    linha de baliza.

    9[#T0# 0(&C!"#A"*#(0#A0**"#"4#%510'+"#&-#(5-+?'%5&-#&410'+&1#)&*\#0#]#10+*"-#*0-)0+5 &10'+0.

    %[#T0# 0(&C!"#A"*#01#%&9"-#10+,75%"-#&-#(5-+?'%5&-#&410'+&1#)&*\;O#0#];O#10+*"-.#B-#%&9"-#

    10+,75%"-#'!"#)"(01#+0*#41#(5?10+*"#5'A0*5"*#NO#157D10+*"-#0#"-#-4)"*+0-#(0 01#(5-+&*#4'-#("-#

    outros 2 metros.

    9 - BANCOS DOS TCNICOS

    9.1 - Salvo no caso referido no pargrafo seguinte, os bancos dos tcnicos devem ser sempre

    %"7"%&("-#&"#7"'3"#(K'2&+0*&7;#&19"-#Q#10-1(5-+?'%5(K'2(0#105"#%&1)";#'"#7515+0#

    mximo de 16 (dezasseis) metros.

    O banco destinado aos elementos do Clube visitante deve ser colocado, sempre que seja possvel,

    no lado oposto quele onde estiverem concentrados os scios do Clube visitado.

    51"#(0#[email protected]

    a#B#,*95+*"#-0E'A"*1&("#&'+0-#("#5'D%5"#("#E"3".

    MALHA EM VEIROS

    Disputou-se no passado dia 24 de Fevereiro em Veiros, Estremoz, a 3. prova do IV Trofu de Malha Inter/Associaes da Zona dos Mrmores, em que participaram dezoito equipas de Estremoz, Borba, Vila Viosa, Elvas e Arraiolos.

    Aps a realizao da prova apurou-se a -0345'+0#%7&--5$%&C!"P

    1. Equipa Antnio Amareleja / Tiago Grazina do G. D. de Santiago Estremoz; 2. Joaquim Vestias / Pedro Murteira da A. D. S. Domingos de Ana Loura Estremoz; 3. Jos Barnab / Manuel Serra do CCD Matriz Borba; 4. Joaquim Manuel / Antnio Coelho da S.A.R. Veirense Estremoz e 5. Carlos Semedo / Joo Guerra do G. D. Santiago Estremoz.

    Uma organizao da S.A. R. Veirense, que contou com o apoio tcnico do CCD Matriz.

    Mais uma jornada de divulgao e de preservao dos Jogos Tradicionais.

    Disputou-se sbado 2 de Maro na sede do CCD Matriz, o torneio de sueca que contou com a participao de dezasseis equipas dos concelhos de Borba, Vila Viosa e Estremoz, tendo-se &)4*&("#-0345'+0#%7&--5$%&C!"P

    1. Carlos Lopes / Antnio Cebola de Borba; 2. Jos Cebola /Nuno Grilo de Vila Viosa;

    3. Lus Cordeiro / Joaquim Branco de Borba; 4. Lus Prates / Armando Cames de Borba e 5. Luis Generoso / Jos Canho de Vila Viosa.

    Mais uma jornada de divulgao dos Jogos Tradicionais, esta organizao do CCD Matriz de Borba.

    SUECA EM BORBA

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 201310

    Caros leitores, queremos partilhar convosco um artigo sobre uma problemtica com que normalmente nos depara-mos quando vamos ao supermercado: a leitura dos rtulos alimentares.

    Este artigo escrito pela Nutricionista Ana Rita Silva para o site http://www.liveatp.com e cedido gentilmente pela autora.

    O aumento da incidncia de doenas como a

    Obesidade e a Diabetes tipo II est intimamente

    relacionado com os comportamentos, adoptados

    por cada um de ns, nomeadamente no que diz

    respeito actividade fsica e alimentao. Entre

    os constrangimentos temporais impostos pelo

    dia-a-dia e o apelo ao consumo de alimentos

    com propriedades especiais, a tomada de

    deciso (mais saudvel) pode revelar-se difcil.

    Ser que alimentos light tm menos calorias?

    Quais as vantagens de alimentos

    enriquecidos? Neste contexto, torna-se

    fundamental saber que informao procurar e

    como interpretar no momento de decidir o que

    comprar, o que comer.

    Um rtulo alimentar consiste no invlucro

    de um alimento ou embalagem, e de toda

    a informao nele contida. A legislao

    actualmente em vigor em Portugal obriga a que

    determinadas informaes constem no rtulo,

    nomeadamente:

    - Denominao de venda

    - Nome e morada da identidade e local de

    origem ou provenincia

    - Modo de emprego

    - Lista de ingredientes e alergnios

    - Lote e prazo de validade

    - Teor de lcool, caso se aplique

    - Peso liquida

    - Condies de conservao

    Caro(a) leitor(a) ajude-nos a enriquecer este espao e coloque-nos as suas duvidas acerca de Exerccios, Treino, etc... tudo o que esteja relacionado com Atividade Fsica e Desporto, para o e-mail [email protected]

    ANLISE DE RTULOS ALIMENTARES

    Susana Alves - Mestranda em Exerccio e Bem-Estar Exerccio, Nutrio e Sade (ULHT) | Fernando Alves - Mestrando em Treino Desportivo Alto Rendimento (ULHT)

    Contudo, e ao contrrio do que poderia

    ser inicialmente pensado, a incluso da

    informao nutricional no rotulo no

    obrigatria, excepo feita a alimentos que

    publicitem um efeito adicional nutricional ou

    clnico (ex: ajuda a reduzir o colesterol).

    Assim, a informao obrigatria que

    encontramos nos alimentos apenas nos permite

    comparar e conhecer os mesmos, do ponto de vista

    nutricional, atravs da lista de ingredientes, onde

    estes se encontram

    ident i f icados por

    ordem decrescente

    de participao na

    composio final,

    !"#$%$&'()$'!&%$*+,"-)

    p o r e x e m p l o ,

    a l i m e n t o s c u j o

    principal ingrediente

    o acar ou a gordura.

    I n f o r m a o

    nutricional

    N o s e n d o

    o b r i g a t r i a , a

    informao nutricional

    presente num rotulo

    alimentar pode surgir

    sob diferentes formas.

    Idealmente, procure alimentos que lhe permitam

    $'!&%$*+,".))

    - Valor Energtico Total

    - Quantidades de protenas, lpidos (gorduras)

    e hidratos de carbono, vitaminas e sais

    - Minerais

    /)01,&%$','!)'!)*2",),3$#!&%,"

    - Descriminao de lpidos (quantidade de

    lpidos saturados, monoinsaturados e

    !"#$%&$'(")* !(!(+!,-!"&)%

    - Polinsaturados)

    Estes indicadores devem estar expressos por

    cada 100 gr. de alimento e/ou percentagem da

    DDR, por forma a permitir no s a comparao

    entre diferentes alimentos, mas tambm para

    oferecer a percepo da representao de cada

    um dos nutrientes, face ingesto nutricional

    diria do individuo.

    Globalmente, a anlise da informao

    nutricional contida num rtulo alimentar dever

    permitir decises mais

    informadas, evitando

    p r i n c i p a l m e n t e

    dois tipos de erros

    alimentares muito

    comuns: por um

    lado, o consumo

    d e a l i m e n t o s

    e x c e s s i v a m e n t e

    ca l r icos , tendo

    e m c o n t a a s

    n e c e s s i d a d e s

    calr icas d ir ias

    i nd i v i dua i s ; po r

    outro, o consumo de

    alimentos com uma

    excessiva quantidade

    de gorduras e hidratos

    de carbono.

    Adicionalmente, existem outros aspectos

    que devero igualmente ser tidos em conta,

    nomeadamente:

    - Privilegie alimentos com contedos baixos

    em acar e gorduras saturadas e hidrogenadas,

    e com mais de 6 gr de protena por 100 gr;

    ! "#$%&'(! $! )*+$! (! #,-! '.! /! 0! 1+(23(#4(!

    encontrarmos alimentos designadamente ricos

    (5!)*+$6!23(!7-''3(5! 4$5*05!35$!8+$#9(!

    quantidade de gordura, com o objectivo de, do

    ponto de vista do paladar, disfarar o sabor

    menos apelativo da primeira;

    - Tenha uma especial ateno aos produtos

    :%&8;4e/ou valor energtico, quando na realidade a

    legislao, exigindo uma reduo mnima de

    30%, d liberdade para que outros constituintes

    do mesmo produto, como o acar ou a

    gordura, estejam aumentados, no alterando

    consequentemente o valor energtico;

    - Controle a ingesto dos produtos diet

    /! $7+('(#4$5! 35$! &'(#=,-! >-57%(4$! 9(! 35!

    determinado nutriente, mas tambm tm

    calorias, pelo que o consumo exagerado e

    descontrolado destes alimentos promove o

    ganho de peso;

    - Pondere o consumo dos produtos

    (#+&23(>&9-'! /! $23(%('! 23(! $7+('(#4$5! #$!

    sua constituio a adio de nutrientes (no

    mnimo em 15%) que no estariam presentes

    no alimento na sua forma natural, pelo que

    o seu consumo, em casos de alimentao

    #34+&>&-#$%5(#4(! 9()>&4?+&$6! 7-9(+?! '(+! 35$!

    mais valia;

    - Escolha alimentos com um menor

    nmero de ingredientes, o que indicar que

    o produto ser mais natural, mais simples,

    menos processado e, consequentemente, mais

    saudvel para o seu corpo.

    Dedique alguns minutos do seu tempo

    observao dos rtulos, e ver como este gesto

    se tornar gradualmente num hbito automtico

    7$+$!'&!/!(!23(!(''(!5('5-!;?*&4-!%;(!4+$+?!(5!

    retorno uma vida mais saudvel.

    CCDR ALENTEJO QUER PORTO DE SINES COMO PORTO ESTRATGICO

    O Vice Presidente da CCDR Alentejo, Roberto Grilo, defendeu a incluso do Porto de Sines como porto estratgico a incluir na rede Global da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T), por forma a potenciar a integrao da ligao ferroviria de mercadorias Sines Madrid, no prximo quadro de !"!#$"%&!'()*+,-.*+*+/

    01'")2(1$34()5")6678)9:&!'&;()$5&!'$ #".1&)

    com a estratgia ferroviria europeia que deve incluir os principias portos comunitrios nesta rede global. Para o Alentejo esta matria tambm essencial para assegurar a coeso econmica, social e territorial.

    9)!'$#"J) "11$%) #(%()

    criar uma Macro-Regio, na qual se integrem as comunidades e regies dos cinco pases da UE #(%)M"#Q"5")"':>!'$#"/)R")1=")#(!'

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 2013 11

    [PUBLICIDADE] Telefone: 268 894 580 I Fax: 268 890 677 I E-mail: [email protected][TIRAGEM] 3000 Exemplares [REGISTO DE IMPRENSA] n. 117749[DEPOSITO LEGAL] n. 290807/09[IMPRESSO])WHX.H!5V1'

  • Ano XVIII I N. 491 I 7 de maro de 201312

    Agenda

    Estremoz Teatro Bernardim RibeiroLINCOLN8 de maro | 21h30De: Steven SpielbergCom: Daniel Day-Lewis, Joseph Gordon-Levitt, Tommy Lee Jones, James Spader, Sally Field, Lee Pace

    Elvas Auditrio So Mateus O IMPOSSVEL8 e 9 de maro 21h30Realizao: Juan Antonio BayonaCom: Ewan McGregor, Naomi Watts, Marta Etura, Tom Holland, Geraldine Chaplin

    Estremoz Teatro Bernardim RibeiroAS AVENTURAS DE VICKIE (V. P.)10 de maro | 21h30De: Michael Herbigg(K&1`) 8"T=&:) 8(1%"!$!Q(J) 8=$) ]:$N&$