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    DIRECO Director: Emanuel Mangueira da Silva ([email protected]); Administrador: FernandoJaime; Chefe de Redaco: Hermnia Tiny ([email protected]) REDACO Poltica: Hermnia Tiny(Editora); Sociedade: Joo Valente (Editor); Reconstruo e Desenvolvimento: Joaquim Guilherme (Editor);Actualidade: Estvo Rodrigues (Editor); Cultura e Desporto: Ferraz Neto (Editor); Redactores: Ema Mungala,Nelson Jos, Domingos Lus Ganga, Ermelinda Jnior e Joo Cipriano; Fotografia: Hlder Neto (Editor), DomingosGaio e Joo Lus; Concepo Grfica e Composio: Leonel Ganho (Editor) e Antnio Pomplio ADMINISTRAO: Contabilidade: Ftima Daniel, Relaes Pblicas e Marketing: Marisa de Oliveira; Distribuioe Vendas: ngelo Vunda DIRECO, ADMINISTRAO E REDACO: Sede Nacional do MPLA, 3 andar/DIP/CC;TLM: 912513004; AGNCIA DE NOTCIAS: ANGOP; RESPONSABILIDADE EDITORIAL: Secretariado do BureauPoltico do MPLA; TIRAGEM: 10.000 exemplares.

    INSCRITO NOMINISTRIO DACOMUNICAO

    SOCIAL SOB O N:129/B/96

    Propriedade: MPLAwww.mpla.ao

    O U T U B R O d e 2 0 1 5P O L T I C A

    N uma visita de duashoras, o Chefe de Es -tado, na sua chegadaao local, recebeu explicaesdo que j foi feito e o que faltaconcluir, dos ministros dosTrans portes, Augusto da SilvaToms e do Urbanismo e Ha -bitao, Jos da Silva e, do re -presentante da empresa ChinaInternational Fund Limited, res -ponsvel pelas obras.

    A segunda parte da visita deJos Eduardo dos Santos queesteve em companhia do Vice-Presidente da Repblica, Ma -nuel Vicente, ficou marcada pe -la observao das instalaesdo terminal de passageiros, apista sul e norte de aterragemdas aeronaves do referido em -preendimento, percurso que ofez de automvel.

    Ao Presidente Jos Eduar -do dos Santos foi tambm dado

    a ver o terminal de passageirose o VIP, este ltimo com umapla ca independente.

    O novo aeroporto interna -cio nal de Luanda, tem umarea total de cerca de 75.5 qui -lmetros quadrados e as suasobras devero terminar em2017. O empreendimento vaimo vimentar 15 milhes de pes-soas por ano.

    Acompanharam o Chefe deEstado angolano nesta suaquin ta visita a este aeroporto,membros do Executivo, res -pon sveis do Governo da Pro -vncia de Luanda e outras indi-vidualidades.

    Novo aeroporto operacional at 2017

    Em construo a uns 40qui lmetros a sudeste do cen-tro da cidade (Luanda) numa

    rea de 1.324 hectares, o novoaeroporto ter 31 mangas eequipamentos aeronuticosmo dernos.

    Ter duas pistas duplascom capacidade de aterragemdo maior avio comercial domun do, o Airbus A380, entreou tras infra-estruturas deapoio, que sero o suporte paraa movimentao de 15 milhesde passageiros por ano.

    Na ltima visita ( este ano) o

    Presidente da Repblica tomouconhecimento do que j foi exe-cutado de 2004 at Maro de2015, com principal destaqueaos acabamentos das zonasde voo, terminais, controlo detrfego e instalaes de apoio(complementares), a descriode acessos rodovirios e fer-rovirios, estes que vo do cen-tro da cidade at as cercaniasdo novo aeroporto interna-cional de Luanda, entre outras.

    Angola sendo um grandecorredor areo internacional,bem localizado do ponto devista estratgico, com investi-mentos correlacionados nosector areo, martimo, por-turio e ferrovirio, com esteaeroporto vai de certo modocriar as condies de infra-estruturas fundamentais pararelanar o sector da indstria,agricultura, pecuria, pescas edemais servios.

    S egundo a coordenadorado PDGML, NeusaIngls, que falava imprensa (26/10) dentro doplano director o novo aeroportono foi posto de parte. " umainfra-estrutura que vai atender o

    crescimento da provncia deLuanda".

    Neusa Ingls, que falava margem da visita do Presidenteda Repblica, Jos Eduardo dosSantos, s obras do novo Ae -roporto Internacional de Luanda,

    referiu que o desenvolvimentoda cidade aeroporturia j temem vista a integrao na cidadede Luanda. Disse que a referidaintegrao vai ser feita com baseno plano director da provncia deLuanda, em curso.

    O representante da ChinaInternational Fund Limited(CIF), empresa que executa asobras de construo do novoaeroporto, Ju Lizhao, rea firmoua entrada em funcionamentoda infra-estrutura para Abril de2017. No auge das obras, disseJu Lizhao, a CIF espera teruma mdia de cinco mil trabal-hadores em operao no aero-porto.

    O novo aeroporto interna-cional est localizado na comu-na do Bom Jesus, no municpiode Icolo e Bengo, provncia deLuanda, e a sua construo teveincio em 2007.

    Est dividido em quatroreas: zona de voos, terminais,reas de controlo de trfego einstalaes de apoio. Os termi-nais vo albergar 31 mangas, 20das quais para a rea interna-cional e 11 para a domstica.

    O aeroporto possui duas pis-tas, sendo que a pista norte pos-sui 3800 metros de comprimentoe 60 metros de largura, comcapacidade para acolher aviesBoeing 747, e a pista sul, comquatro mil metros de compri-mento e 75 metros de largura,podem aterrar e descolar aviesAirbus 380.

    A c t i v i d a d e P r e s i d e n c i a l

    O Presidente da Repblica, Camarada Jos Eduardo dos Santos,

    efectuou (26/10) uma visita de trabalho s futuras instalaes do novo aeroporto

    internacional de Luanda, a fim de se inteirar da execuo das suas obras.

    Plano metropolitano de LuandaA edificao do novo ae roporto

    internacional de Luanda j se enquadra no Plano Director Geral Me tro politano de Luanda (PDGML), uma estratgiadefinida para um perodo de 15 anos

    e que visa tornar a capital mais compacta.

    Mega aeroporto internacional de Luanda

    Presidente radiografa evoluo das obras

    Neusa Ingls, coordenadora do PDGML

  • P O L T I C A

    3

    O U T U B R O d e 2 0 1 5

    P or ocasio da visita ofi-cial de Sua Excelncia,o Presidente do Bo -tswa na, Seretse Khama IanKhama, a Angola, o Chefe deEstado angolano proferiu umimportante discurso, cujo teortranscrevemos na ntegra:

    Sua Excelncia

    Seretse Khama Ian Khama,

    Senhores ministros dasde legaes da Repblica doBotswana e da Repblica deAngola,

    Senhores embaixadores,

    Minhas senhoras e meussenhores,

    Caro irmo,

    com bastante satisfaoque o recebemos hoje no nossopas, nesta sua primeira visita deEstado Repblica de Angola.Essa visita traduz os laos cul-turais e de amizade existentesen tre os nossos dois pases e anossa vontade comum, de ele-varmos as relaes de cooper-ao econmica.

    Espero que, durante esta suabreve estadia, possa desfrutarda tradicional hospitalidade dopo vo angolano e sentir-se aqui

    co mo se estivesse no seu pr -prio pas.

    De facto, os laos culturais ehistricos que nos unem tran-scendem a distncia geogrficaque nos separa e constituemfactores susceptveis de conferirmaior dimenso e fortalecimentoao relacionamento existenteentre os nossos dois Estados.

    Por essa razo, temos vindoa desenvolver esforos, no sen-tido de contribuir para o proces-

    so de integrao regional de for -ma harmoniosa, o que implica,tambm, aprofundarmos as re -laes de cooperao e parcerianos mais distintos domnios,prin cipalmente naqueles em queas valncias de cada um pos-sam contribuir para a criao devantagens recprocas.

    Na verdade, o futuro do pro -cesso de integrao regionaldepende do desenvolvimentoeconmico, social, poltico e cul-tural de cada um dos nossospases. O desenvolvimento deveaproximar-nos e exige, paratanto, uma cooperao perma-nente, baseada em relaesharmoniosas e fraternas.

    Deste modo, desejamos verreforadas as nossas relaesde cooperao bilateral quehoje, com a sua visita, encon-tram uma oportunidade de se -rem perspectivadas e relan a -das.

    So muitos os domnios emque Angola e o Botswana po -dem cooperar com benefciosrecprocos, nomeadamente naagricultura, energia e guas,hotelaria e turismo, ambiente,geologia e minas, telecomuni-caes e comrcio etc.

    O contexto actual que osnos sos pases vivem, em virtudeda situao da crise interna-cional, levam-nos a adoptarpolticas idnticas com vista diversificao das nossas res -

    pectivas economias, havendo,por conseguinte, a necessidadede se privilegiar a cooperaosul-sul, por forma a encontrar-mos, nas potencialidades huma -nas e materiais existentes nosnossos pases, a soluo parafazer face s dificuldades actu-ais.

    Por outro lado, os pases daregio austral, integrados naSADC esto a edificar Estadosdemocrticos e de direito, real-izam periodicamente eleiesgerais livres e justas e procuramrespeitar os princpios funda-mentais que devem reger asdemocracias modernas.

    Esta identidade de princpiosentre os nossos pases facilita,tambm, o dilogo, a solida rie -da de e a cooperao a nvel po -ltico e diplomtico.

    Senhor Presidente,

    Os nossos dois pases de -vem, igualmente, conjugar osseus esforos, no sentido de sepreservar o clima de paz, estabil-idade poltica e segurana que aregio austral vive actualmente,tendo em conta que este oprincipal garante de condiespara o desenvolvimento.

    Da o nosso empenho, embuscarmos as melhores vias depreveno, gesto e resoluode diferendos e conflitos em fri -ca, em especial na frica austral,

    central e na regio dos GrandesLagos, na perspectiva de criar-mos condies que propiciem oprogresso e o bem-estar dosnos sos povos.

    Deste modo, devemos fazeras concertaes necessrias econjugar esforos para combat-er o terrorismo, a imigrao ile-gal, o trfico de armas, de nar-cticos, de seres humanos e deespcies biolgicas ameaadasde extino, bem como a des -trui o dos ecossistemas e a de -gradao ambiental, de um mo -do geral.

    Senhor Presidente,

    Urge que os nossos pasesadoptem um Plano de Aco,com prazos e metas bem de -finidas, com vista troca de con-hecimentos e de experincia eao estudo das potencialidadesexistentes de interesse comum eprocedam o relanamento dostrabalhos da nossa ComissoBilateral.

    Senhor Presidente,

    Reitero os meus votos deboas vindas a si e a delegaoque o acompanha, desejandoque esta visita alcance os objec-tivos que os nossos dois povos eGovernos almejam.

    Muito obrigado

    N o encontro os doisestadistas abordaramassuntos de interessecomum, da regio onde os doispases esto inseridos (fri caAustral) e tambm de carcterinternacional.

    sua chegada, Seretse Kha -ma recebeu cumprimentos deboas vindas do Chefe de Estadoangolano, Jos Eduardo dosSan tos, tendo de seguida cum -prido algumas for malidades pro-

    tocolares an tes da sua entradapara o Pa lcio Presidencial.

    Antes do encontro privado osdois presidentes discursaram naabertura de uma reu nio a nvelministerial de ambos pases, on -de estes (ministros) analisaramques tes nos domnios da Agri -cul tura, Geologia e Minas, Ener -gia e guas, Comrcio, Am bien -te e, Poltico-diplomtico.

    O programa da visita da de -legao presidencial incluiu ain -

    da a realizao de uma sessosolene especial da AssembleiaNa cional, no Palcio dos Con -gressos.

    Angola e Botswana man-tm relaes diplomticasdes de 1975, que resultou naassinatura do Acordo Geral deCoope rao, em Fevereiro de2006. Am bos os pases somembros da Comunidade deDesen vol vimento da fricaAustral.

    A c t i v i d a d e P r e s i d e n c i a l

    PR defende poltica de diversificao econmicaO Presidente angolano, Jos Eduardo dos Santos, defendeu (13/10), na cidade de Luanda,

    a adopo de polticas idnticas em Angola e Botswana, com vista diversificao das respectivas economias, para fazer face situao da crise internacional.

    Jos Eduardo dos Santos recebe homlogo do Bostwana

    O Presidente da Repblica, Jos Eduardo dos Santos,recebeu (13/10), no Palcio Presidencial,

    o Presidente da Repblica do Botswana, Seretse KhamaIan Khama, em visita oficial de trabalho a Angola.

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5P O L T I C A

    Marcha em apoio ao Presidente Dos Santosjunta milhares de cidados

    A s avenidas da capitalan golana estiveram col-oridas com a movimen-tao em massa dos popularesque ao passarem pelas vriasartrias da cidade acenavamcom bandeiras, ao som de pa -lavras de ordem, como, DosSantos amigo, o povo est conti-go. Este calor humano conta-giou outros cidados que dosseus prdios e casas tambmapoiaram vivamente o Chefe deEstado.

    J com o slogan Paz sim,Confuso no, os milhares decidados repudiaram vivamenteos actos de subverso pratica-dos por alguns cidados quepre tendem fomentar o descon-tentamento atravs de mentirase calnias contra o governo deAngola e o MPLA.

    A marcha foi uma iniciativado Comit Provincial do Partidode Luanda e teve como ponto departida o Porto de Luanda e che -gada no Largo das Escolas, on -de culminou com a realizao deum acto poltico e cultural.

    Acto poltico e cultural de massas

    No final do evento, orientadopelo segundo-secretrio do Co -mit Provincial do Partido deLuan da, camarada Jesuno Silvaos militantes, simpatizantes eami gos do MPLA foram informa-dos sobre a mensagem do Ca -marada Presidente e esclareci-dos sobre os vrios factos polti-cos que tm ocorrido em An gola.

    Na ocasio, Jesuno Silvare feriu as vrias aces tenden -tes ao desenvolvimento susten-tvel do pas e bem-estar dos ci -dados angolanos, atravs dama nuteno da paz, consolida -o da democracia, unidade

    nacional e de outros pressupos-tos que concorrem para o pro-gresso econmico-social de An -gola e o equilbrio das famlias.

    O poltico apontou a identifi-cao de estratgias condu zen -tes a identificar os caminhos pa -ra ultrapassar o perodo menosbom que estamos a viver, emter mos de economia, que no uma vontade dos angolanos,mas sim um processo conjuntur-al que neste momento aflige omundo inteiro.

    Ao usar da palavra, a pri mei -ra-secretria local do MPLA, ca -marada Joana Quintas, enfati-zou a posio do MPLA por seafir mar como o nico partido ca -paz de manter o bem-estar dapo pulao angolana e da juven-tude em particular.

    O evento contou com a pre-sena de membros do Governo,do MPLA e suas organizaes(OMA e JMPLA), autoridadestra dicionais, entidades religio -sas, estudantes e docentes, de -putados e membros da so cie -dade civil.

    Militantes, simpatizantese amigos do MPLA, participaram (17/10), em Luanda, numa marcha pelas ruas desta cidade para apoiar a mensagem sobre O Estado da Nao, que o Presidente da Repblicade Angola, Camarada Jos Eduardo dos Santos, endereou, a todo o pas, na abertura do Ano Parlamentar 2015/2016.

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5 P O L T I C A

    R oberto de Almeida, quefalava na abertura daConferncia Nacionalno Complexo Turstico FutungoII, sob o lema A Juventude eos 40 Anos da IndependnciaNacional, afirmou que aJMPLA deve primar pelo traba -lho colectivo e entreajuda narealizao das tarefas, promo -vendo, por esta via, a unidade ecoeso no seio da organizao.

    Na sua interveno, o vice-presidente reconheceu o au -men to do sentido de res pon -sabi lidade e da conscincia po -ltica e ideolgica da juventudeangolana.

    Torna-se cada vez mais im -perioso a aposta do capital hu -mano, a formao de quadrosem todos os nveis, precisamosde jovens competentes, res -pon sveis, jovens com educa -o humanista; que sejam au -xiliares na construo do seupensamento crtico; precisa -mos de lideranas juvenis, masuma liderana tica, forjada naeducao com respeito aosprincpios e valores fundamen-tais, frisou o vice-presidente.

    A conferncia abordou doisimportantes temas com des -taque para o Contributo da Ju -ventude nas vrias etapas doprocesso poltico e a Con so li -da o do Estado Democrticoe de Direito, apresentado peloministro da Administrao doTerritrio, camarada Bornito deSousa.

    Outro tema desafiante foi oque abordou o Empre ende do -ris moJuvenil e os Desafios daDiversificao da EconomiaNa cional, apresentado peloca ma rada Manuel Nunes J -nior.

    Enquanto que a Secretriade Estado das Relaes Exte -riores, ngela Bragana, falouda Afirmao de Angola nocon texto Regional e Mundial.

    Evidenciado empenhoda JMPLA na expansodo Ensino em Angola

    O Vice-presidente do MPLAreconheceu que a expansoes colar nos primeiros anos daindependncia e os destaca-mentos juvenis de produo eas brigadas juvenis de trabalhovoluntrio, foram o resultado dorduo trabalho desenvolvidopela ju ventude angolana.

    Para o poltico a JMPLAsempre assumiu a lideranadas principais aces junto dosegmento juvenil angolano,com particular destaque paraas tarefas de educao e daproduo.

    A juventude angolana es -creveu assim nas pginas bril-hantes nos anais da histria daluta contra o colonialismo Por -tugus, na clandestinidade, nasprises e campos de concen-trao, na resistncia contra otrabalho forado e todas as for-mas de discriminao, no exlioe todas as vicissitudes a so -fridas, no maquis de armas namo contra o regime opressorem guerra desigual e prolonga-da, frisou.

    Segundo Roberto de Al mei -da, na fase actual, so de des -tacar as aces positivas daJMPLA junto da sociedade,como por exemplo, os camposde frias dos estudantes Uni -versitrios, as brigadas de lutacontra a sinistralidade rodovi -ria, feira do auto-emprego eem preendedorismo e as ac -es no mbito da exaltao dopatriotismo, visando o resgatedos valores morais.

    No seu ponto de vista, a ju -ventude angolana continuafirme na defesa da integridadeterritorial tantas vezes em peri-go ao longo destes 40 anos deexistncia, com enormes sacri-fcios e renuncia aos seus so -nhos imediatos de formaoacadmica e profissional.

    Roberto de Almeida disse,por outro lado, que a juventudeangolana tambm o alvopredilecto das tentativas de ali-

    ciamento por parte de elemen-tos que procuram semear con-flitos, atravs do fomento deaces desestabilizadoras emanobras de diviso do nossopovo

    O MPLA considera que ajuventude deve desempenharum papel crucial em todo o pro -cesso de reconstruo e de -sen volvimento do pas, no sporque ela constitui a maioriada populao, mas sobretudoporque aquela camada dapopulao que apresenta maiorpotencial de desenvolvimen-to., sublinhou.

    Por isso, no seu entendi -men to, a juventude angolanadeve reforar as iniciativas paraa resoluo dos seus proble-mas essenciais, Precisa despir-se do complexo ideolgico pa -ra, unido na diversidade, con-tinuar na marcha do progressorumo ao desenvolvimento deAngola.

    Estiveram presentes os se -cretrios nacionais da JMPLA,membros do BP e CC doMPLA, membros do Secre ta -riado Nacional da OMA e daJMPLA.

    Sob a gide da JMPLA, oevento juntou igualmente mem-bros, simpatizantes e amigosda Organizao, lderes juvenispartidrios, sociais e religiosos.

    Emlia Rita

    Camarada Roberto de Almeida

    JMPLA deve assumir postura exemplarO Vice-presidente do MPLA, camarada Roberto de Almeida,

    disse em Luanda, que os dirigentes e quadros da JMPLA tm de assumir uma atitude exemplar na sociedade, colocando

    os interesses da Nao acima das vantagens pessoais.

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5P O L T I C A

    E sta afirmao vem ex -pres sa no Comunicadodo Bureau Poltico doMPLA , sado da sua 5 ReunioOrdinria, que transcrevemos aseguir:

    Sob a direco do CAMA-RADA JOS EDUARDO DOSSANTOS, Presidente do MPLA,teve lugar, aos 03 de Novembrode 2015, a 5 Reunio Ordinriado Bureau Poltico do ComitCen tral, que analisou assuntosrelativos vida interna do Par -tido e governao do pas.

    No quadro do Processo Or -gnico do VII Congresso Or di n -rio do MPLA, o Bureau Polticodo Comit Central apreciou oPro jecto de Resoluo sobre osPrincpios, as Percentagens e asQuotas Aplicveis na Indicaode Candidatos para a Conti nui -dade e para a Renovao, bemcomo tomou conhecimento daProposta de Metodologia de Se -leco de Novos Talentos paraos rgos colegiais.

    O Bureau Poltico do ComitCentral do MPLA considera decru cial importncia a estabilida -de da ordem organizativa doPartido, razo pela qual atribuies pecial ateno gesto dos

    seus quadros, mediante a atrac -o e potenciao de novos ta -lentos, com provas dadas, emtermos de militncia, competn-cia e mrito.

    Ainda no concernente vidainterna do Partido, o BureauPoltico do Comit Central apre-ciou o Modelo de Livro de Re -gisto de Militantes do MPLA, ins -trumento que visa elevar os n -veis de controlo dos militantes, oProjecto de Regulamento deOrganizao e Funcionamentodas Organizaes de Base, oProjecto de Resoluo Sobre aAdequao da Estrutura do Par -tido no Municpio do Lvua, naLunda-Norte e aprovou a Agen -da de Trabalhos para a prximasesso do Comit Cen tral.

    O Bureau Poltico do ComitCentral aprovou a Directiva so -bre as Comemoraes do 59Aniversrio da Fundao doMPLA, a assinalar-se a 10 deDe zembro prximo, tendo insta-do os seus militantes, simpati-zantes e amigos a participarem,de forma entusistica, nas activi-dades alusivas efemride,exal tando os esforos do Exe cu -tivo, na realizao dos anseios easpiraes mais prementes dosangolanos.

    O Bureau Poltico do ComitCentral apreciou os anteprojec-tos de Plano Geral de Acti vi da -des do Partido para 2016, doPla no de Eventos Centrais doMPLA e do Oramento Geral doPartido para o mesmo perodo,cujas aces inscritas so, prin-cipalmente, inerentes pre pa -rao e realizao do VII Con -gresso Ordinrio, a ter lugar emAgosto de 2016, sob o lemaMPLA - COM O POVO, RUMO VITRIA.

    Ao apreciar a evoluo da si -tuao poltica nacional e inter-nacional, o Bureau Poltico doCo mit Central do MPLA notou,com preocupao, o facto decer tos crculos nacionais e inter-nacionais terem enveredado poruma atitude de presso sobre asautoridades angolanas, em par-ticular sobre o Titular do PoderExecutivo, com vista libertaode cidados, formalmente acu-sados de actos preparatrios derebelio, com o objectivo de der-rubar o Governo, legitimamenteconstitudo em Angola, de umaforma anticonstitucional.

    Consciente de que competesomente aos tribunais, de acor-do com a Constituio da Re p -blica de Angola, administrar a

    justia em nome do povo e semprejuzo do princpio da presun -o de inocncia, o Bureau Po -ltico do Comit Central doMPLA reafirma a defesa da apli-cao da separao de poderes,elemento basilar do Estado de -mocrtico de direito, consa gradono Artigo 2 da carta magna an -golana e reala a sua total confi-ana na independncia e impar-cialidade do poder judicial dopas, certo de que este no sedei xar influenciar por qualquermecanismo de presso.

    O Bureau Poltico do ComitCentral do MPLA reitera o seuincondicional apoio ao Chefe deEstado e Titular do Poder Exe -cutivo, CAMARADA PRESI -DEN TE JOS EDUARDO DOSSANTOS, pelo sentido de Es ta -do e pela forma dedicada e ser-ena como tem conduzido osdestinos do pas.

    O Bureau Poltico do ComitCentral do MPLA recomenda omaior respeito pelas instituiesangolanas e condena todo o tipode ingerncia externa nos as -suntos do pas, pois que Angola um Estado independente e so -berano, que, ao longo dos seusquase 40 anos de existncia,tem dado passos seguros, nosentido da consolidao da paze da reconciliao nacional, daunidade e coeso nacional, doreforo da democracia, da ga -rantia dos direitos humanos e daelevao progressiva da quali-dade de vida do povo angolano.

    O Bureau Poltico do ComitCentral recorda ao povo ango la -no que essas manifestaes deingerncia externa nos assuntosdo pas, apoiadas internamentepor certos crculos da oposio,no so uma novidade.

    A estabilidade poltica e aevoluo que o pas tem eviden-ciado, nos mais diversos do m -nios da vida nacional, principal-mente depois da conquista dapaz, em 2002, no agradam atodos aqueles que, desde queAngola se tornou independente,em 1975, sob a direco doMPLA, sempre lutaram, por to -dos os meios (incluindo os mil-itares), para a destruio do nos -so Partido e das conquistas al -canadas pelo nosso povo.

    O Bureau Poltico do ComitCentral exorta, assim, a todo opo vo angolano, para que, tal co -mo no passado, se mantenha fir -me e vigilante e que cerre filei rasem torno do nosso gloriosoMPLA e do seu lder, CAMARA-DA PRESIDENTE JOSEDUAR DO DOS SANTOS, paraque o Executivo angolano, sob adireco do Partido, prossiga asua nobre misso de materi-alizar as principais aspiraes dopovo angolano.

    MPLA COM O POVO, RUMO VITRIA

    PAZ, TRABALHO E LIBER-DADE

    A LUTA CONTINUA

    A VITRIA CERTA.

    Luanda, 03 de Novembro de2015.

    O BUREAU POLTICO DO CO -MIT CENTRAL DO MPLA.

    O camarada Roberto deAlmeida indicou oapoio multiforme pres -ta do por aquele pas latino-ame -ricano a Angola, com en foquepara as reas da Edu ca o,Sade e Agricultura.

    Durante a audincia transmi-tiu o desejo de ver reforados oslaos de amizade e de cooper-ao existentes entre as duasinstituies partidrias (MPLA ePCC) .

    No decurso do encontro hou -ve uma ampla troca sobre o tra-balho de ambas as organiza-es polticas na actual conjun-tura, bem como sobre a rea -bertura das relaes com os

    EUA, assim como o contextoactual da regio caribenha.

    Roberto de almeida aponta desafios para

    a incluso de mulheres

    J a secretria organizadorada FMC, Surina Brooks, ex plicouos propsitos da FMC no seurelacionamento com di ver sasorganizaes do mun do e dodesenvolvimento daquele paslatino, focada na vontade polticade empoderar a mulher na vidapoltica, econmica e social .

    Surina Brooks afirmou que asua presena em Angola en -quadra-se no aprofundamento

    dos laos de amizade, de coop-erao e de solidariedade exis-tentes entre os dois povos epases .

    A secretria organizadora daFMC expressou o seu agra -decimento pela valiosa in for ma - o e as atenes recebi das nosencontros que manteve com adireco do MPLA.

    Por outro lado Surina Bro oksmanifestou interesse na transfer-ncia da experincia da OMAvisando desafios para a inclusode mulheres como pa pel primor-dial na vida eco n mica e polticada sociedade co mo resultadodos inegveis avanos no exer-ccio da plena igualdade possibil-

    itado pela In dependncia deAngola .

    Neste momento, aprende -mos a sabedoria das mulheresangolanas e transportamos tam -bm a experincia das mulherescubanas desde os 55 anos deorganizao depois de 56 dopro cesso revolucionrio iniciadoa 1 de Janeiro de 1959, paracon tinuar a estreitar as relaesentre os dois pases, frisou adirigente .

    Programa de trabalho

    Durante a estada em An gola,a deputada da FMC manteveuma srie de encontros de tra-

    balho e cortesia com diversasentidades nacionais, com des -taque para o Se cre ta riado Exe -cutivo Nacional da OMA, Grupode Mulheres Par la men tares, e adireco da JMPLA.

    O programa de trabalho co -meou com um encontro comos membros do Se cre ta riado daOMA onde foram rei terados anecessidade de se continuar afortalecer a relao entre asduas organizaes, sobretudona troca de visitas regularesentre as duas organizaes.

    A paragem seguinte foi a vi -sita ao Memorial Dr. AgostinhoNeto e ao Instituto Nacional daCriana .

    No encontro a secretria daFMC disse que foi analisada apossibilidade de um intercmbiobilateral entre esta institui o e oInstituto Nacional de Assistnciae Solidariedade de Cuba.

    Hermnia Tiny

    Vice presidente do MPLA recebe secretria da Federao das Mulheres Cubanas

    No encontro o vice-presidente recordou o apoio de Cuba na luta pela independncia e pelo desenvolvimento de Angola, reiterando o desejo de ver consolidadas cada vez

    mais as relaes de amizade e de cooperao existentes entre os dois povos e pases.

    BP do MPLA recomenda respeito pelas instituies angolanas

    O Bureau Poltico do Comit Central recomendou, (03/11), o maior respeito pelas instituies angolanas e condenou todo

    o tipo de ingerncia externa nos assuntos de Angola.

  • 7

    P O L T I C AO U T U B R O d e 2 0 1 5

    O evento foi presididopelo secretrio do BPpara a Organizao eMobilizao, camarada JorgeInocncio Dombolo e teve co -mo objectivos essenciais, o

    exame da situao econmicae social, a avaliao das polti-cas e o de sempenho dos gru-pos de acompanhamento pe -los problemas do Pas, assimcomo a identificao dos prin-

    cipais constrangimentos aoseu desenvolvimento.

    O encontro visou tambmapresentar o guia das princi-pais aces e afirmar as lin-has da metodologia de traba -

    lho dos grupos de acompan-hamento e, simultaneamente,sublinhar a im portncia queesta iniciativa as sume para aintensificao da aco polti-ca do Partido.

    O poltico defendeu que asaces dos grupos de acom-panhamento em estreita lig-ao e articulao com asbases permitir a realizaocom xito de as sembleias derenovao de man datos deforma organizada e funcional.

    Reforar o Partido

    O camarada Jorge Dombolosalientou, de igual forma, que oacompanhamento e avaliaodo funcionamento dos rgos doPartido aos diversos nveis emobilizao da populao paracontinuar activamente, na con-solidao da Unidade Nacional,na preservao da Paz e narealizao do Programa deGoverno.

    Assembleias dasOrganizaes de base

    O primeiro-secretrio doComit Provincial de Luanda do

    MPLA, camarada Bento Bento,deu a conhecer que as Assem -bleias das Organizaes debase iniciam no dia 1 de No vem -bro de 2015 e tm o trmino pre-visto para 30 de Janeiro de2016.

    Ao nvel das comunas e dis-tritos as reunies tero lugar noperodo compreendido entre 1 a10, e 21 a 28 de Abril de 2016,respectivamente.

    O camarada Bento Bentodefendeu a necessidade da in -tensificao, domnio do progra-ma e estatutos da formao par-tidria, entre os militantes porconsiderar documentos funda-mentais vida do partido.

    Segundo o poltico esta po-sio, visa estender a infor-mao poltica e ideolgica a to -dos os militantes do MPLA ,organizados nos diversos rgodo Partido.

    O primeiro secretrio do CPPapontou que os desafios que seavizinham so muitos e devemser encarados com res pon sa -bilidade para responder as ex -pectativas e os propsitos doMPLA,.

    HT

    E ste pronunciamento foifeito pelo segundo-se -cre trio do Comit Pro -vincial de Luanda do MPLA, ca -marada Jesuno Silva, duranteum encontro que manteve comos grupos de acompanhamentodos comits, municpios ,distritose comunas .

    O camarada Jesuno Silvaconsiderou de esforo intil essetipo de presses que se verificadentro e fora do pas, sobretudode dirigentes de Estados daUnio Europeia, entre os quaisPortugal que tentam condicionar

    o normal funcionamento de mo -crtico das instituies ango la -nas, nomeadamente dos seusTribunais.

    Ao contestar tais posies ar -gumentou que curiosamente,so os mesmos que volta e meiaquestionam sem razo a inde-pendncia dos Tribunais an go -lanos, mas hoje, porque lhesconvm, j acham normal que oTitular do Poder Executivo inter-fira no Judicial, apontou.

    Jesuno Silva lembrou que aseparao de poderes umprincpio estruturante de qual-

    MPLA avalia funcionamento dos rgaos do PartidoO Comit Provincial do Partido de Luanda realizou (26/10) um encontro com os membros dos grupos

    de acompanhamento a todos os municpios, distritos e comunas da capital do pas, para informar sobre os trabalhos que esto a ser desenvolvidos no mbito do 7 Congresso Ordinrio do MPLA.

    MPLA condena as presses ao PR para interferir nos Tribunais quer sistema democrtico e emAngola no diferente.

    Em Angola, tal como emPor tugal ou em qualquer outropas europeu, o Presidente daRepblica no manda nos tri-bunais. Isso seria violar a Cons -tituio e os princpios republi-canos, reiterou o poltico.

    Desrespeito pelas leis config-uram ingerncias

    Acrescentou ser estranhoque embaixadores de pasescom democracias aparentemen -te consolidadas faam dilign-cias em total desrespeito pelasleis internas angolanas o queconfigura autnticas ingern-cias em assuntos internos.

    O poltico referiu que os an -golanos sempre souberamquem trabalha de maneira abne-gada em prol dos seus interess-es, dos seus anseios, para umaAngola melhor.

    Por isso , apontou a vigiln-cia, serenidade e maturidade po -ltica como atributos dos mili-tantes, para perceberem quepedir ao Presidente que interfirano processo dos 15 detidos fa -zer o jogo dos que duvidam daseriedade das nossas institui -es.

    Hermnia Tiny

    O Comit Provincial de Luanda do MPLA condenou (27/10) as presses e interferncias

    que alguns polticos e outras correntes tmengendrado, na tentativa de constranger

    o Presidente da Repblica, Camarada JosEduardo dos Santos, a intervir no processo dos15 detidos acusados de preparar uma rebelio.

  • O U T U B R O d e 2 0 1 5

    8

    P O L T I C A

    Emirados rabes Unidos

    MPLA aumenta as suas fileiras

    O encontro realizado noHotel Internacionalser viu tambm paraempossar os membros da Co -misso Executiva dos comitsde aco (Caps) do MPLA emAbu-Dhabi, Dubai e Sharjah.

    A assembleia presididapelo coordenador da Comis -so Di namizadora, camarada

    Jos An drade de Lemos,apro vou as actas das reuniesde concertao para a consti-tuio dos referidos CAPs,decorridas nos dias 16 e 28 deJulho ltimo.

    Durante o acto, tomaramposse os membros da Co mis -so Executiva do CAP de Abu-Dhadi, na qual fazem parte oscamaradas Dionai Lobato Pi -res, primeiro secretrio, erestantes membros Yolanda deCarvalho, David dos Santos,

    Ma nuel de Jesus e, CludioCon ceio.

    Para a Comisso Executivado CAP do DUBAI, integram oscamaradas Victor Roffima Ca -lado, primeiro secretrio, PauloAlberto Silva Lopes da Cruz,Walter Baltazar Marques, PiterKing de Castro Van-Dnem, Jo -s Buta Neves e, Iracelma dosSantos.

    Integram a Comisso Exe -cutiva do CAP de Shariah, osca maradas Roberto de Car va -

    lho Francisco, primeiro secre -trio, Jacinto Afonso Quicassa,Aristides Copumi, Jerson Er -nes to de Lucas e, Maria FilipeSebastio.

    Na sua breve explanaosobre os propsitos do encon-tro, o camarada Jos Andradede Lemos instou aos presentesno sentido de continuarem atra balhar em prol do reforodas estruturas de base, torn-las mais dinmicas no recruta-mento de novos membros para

    as fileiras do Partido nos Emi -rados rabes Unidos, fazendojus ao slogan, MPLA revi-talizar as estruturas para fort-alecer o Partido.

    Os primeiros secretrios oraempossados agradeceram aconfiana que lhes foi deposita-da e manifestaram o compro-misso de darem o seu melhorem prol do MPLA.

    Joaquim Guilherme

    A plenria foi presididapelo primeiro secretriodo Comit de Es pe cia -lidade dos Empresrios doMPLA, camarada Paixo Jnior.Na sua interveno disse queos membros reuniram paraaprovarem vrios documentosque vo apoiar a classe empre-sarial, com vista a diversificaoda economia nacional e o em -preendedorismo.

    Paixo Jnior garantiu queos documentos aprovados seroencaminhados Comisso Exe -cutiva do Comit Provincial doPartido. O Comit de Espe cia -lidade dos Empresrios trabalhaem sintonia com os rgos su -periores do MPLA para que se -jam materializados os nossosprojectos.

    O dirigente afirmou que dosdocumentos aprovados desta-cam-se trs: Plano operacionalpara a criao do cluster agroin-

    dustrial, Criao de uma so cie -dade que vai gerir este clusteragroindustrial e Criao de umgabinete empresarial pblico pri-vado que vai atender as ques -tes ligadas rea das inds-trias.

    Por sua vez, o camarada Je -suno Silva disse que o Comitde Especialidade dos Empre -srios vai ajudar o Executivo an -golano a traar estratgias quevo facilitar na diversificao daeconomia nacional.

    neste Comit onde os em -presrios do Partido passaro adebater trimestralmente polticasacertadas de promoes e so -bretudo o proteccionismo do em -presariado, disse Jesuno Silva.

    O poltico, Jesuno Silva,concluiu que a plenria foi positi-va e proveitosa. Em breve tere-mos os resultados das estrat-gias que foram gizadas nesteevento.

    O Comit de Especialidadedos Empresrios o 17rgo consultivo que agrupa

    os militantes do Partido comformao especializada emreas temticas importantes

    da vida poltica, econmica,social, cultural, tcnica e cien-tfica.

    1 reunio plenria do Comit de Especialidade dos empresriosOs membros deste Comit do MPLA

    em Luanda reuniram (22/10) para definir estratgias de

    diversificao da economia nacional.

    A ComissoDinamizadora para a Criao dasEstruturas do MPLAnos Emirados rabesUnidos realizou(31/07) em Dubai, a sua assembleia de militantes com vista a apresentar as estruturas de basedo Partido naquelacomunidade.

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5 P O L T I C A

    F a l e c i m e n t o

    O Secretariado do BureauPoltico do Comit Central doPartido cumpre o dolorosodever de comuni car o faleci-mento do camarada JlioMendes Lopes, membro doGrupo Tcnico da Comissopara a Ela bo rao da Histria

    do MPLA, ocorrido, segunda-feira, dia 02 de Novembro de2015, em Luanda, pordoena.

    Jornalista, historiador, pro-fessor e investigador cientfi-co, o camarada Jlio Mendes,que contava 52 anos de ida -de, foi um militante convicto,que deu a sua prestimosacon tribuio elaborao dosdois primeiros volumes daHistria do MPLA, referentes,respectivamente, aos pero-dos 1940/1966 e 1967/1976,obras essas que satisfazemtodos aqueles que procuramestudar e compreender o pas-sado recente de Angola.

    Neste momento de dor ede luto, o Secretariado do Bu -reau Poltico do Comit Cen -tral do MPLA inclina-se per-ante a memria do camaradaJlio Mendes e, em nome dosmilitantes, simpatizantes eami gos do Partido, enderea,

    famlia enlutada, as suasmais sentidas condolncias.

    MPLA COM O POVO,RUMO VITRIA

    PAZ, TRABALHO E LI -BER DADE

    A LUTA CONTINUA

    A VITRIA CERTA.

    Luanda, 04 de Novembrode 2015.

    O SECRETARIADO DOBUREAU POLTIO DOMPLA.

    Foi com profunda dor econsternao que o Se cre ta ria -do Executivo Nacional da OMAtomou conhecimento do passa-mento fsico da Ca ma rada Ma -ria Judith dos Santos, Ma ria -zinha, uma das fundadoras daOMA, ocorrido no dia 01 de No -vembro de 2015, em Lisboa, v -tima de doena.

    Destacada militante, iniciouas suas actividades em prol daOrganizao da Mulher An gola -na na clandestinidade, em Leo -poldiville, Kinshasa, onde de -mons trou, de forma mpar, oseu patriotismo e amor ao pr -xi mo. Uma Camarada que,des de o incio da luta armada,esteve ligada ao MPLA, nalonga e dura luta pela libertaode Angola e conquista da In -dependncia Nacional.

    A Camarada Maria Judithdos Santos desde muito cedoenvolveu-se na luta de clandes-tinidade, onde realizou activida -des de disseminao de infor-mao poltica, solidariedadecom os angolanos detidos nascadeias, apoio aos guerrilheirose s famlias, assim como par-ticipou activamente no CentroVoluntrio de Assistncia aosAngolanos e Refugiados(CVAAR) e nos Servios deAssistncia Mdica (SAM).

    Entre outras formas deapoio ao MPLA e seu ideal po -ltico, a Camarada Maria Judithdos Santos, nos primrdios daluta de libertao, exerceu v - rias funes entre as quais asde membro do SecretariadoExecutivo Nacional da OMA ede Secretria para as RelaesExteriores, onde soube trans-

    mitir a sua experincia a umagerao de mulheres.

    A OMA recorda, neste mo -mento de tristeza, a elevadaauto-estima de Maria Judithdos Santos, bem como o espri-to nacionalista, que a levaram aseparar-se da famlia e a juntar-se ao MPLA, nas suas vriasetapas de luta e intervenopoltica.

    Neste momento de dor econs ternao a Organizao

    da Mulher Angolana apresen-ta as mais sentidas con-dolncias famlia enlutada,aos amigos que com ela con-viveram, aos militantes e sim-patizantes.

    Secretariado Executivo Na -cional da OMA, aos 02 de No -vembro de 2015.

    Secretria-Geral da OMA,Luzia Ingls Van-Dnem Inga,Membro do Bureau Poltico doComit Central do MPLA.

    Morreu a camarada Maria Judith dos SantosMembro fundador da OMA

    O Secretariado doBureau Poltico doComit Central doMPLA emitiu, (04/11),um comunicado, pelamorte do camaradaJlio Mendes Lopes,por doena.

    Foi com muita tristezaque o Departamento de In -for mao e Propaganda(DIP) do Comit Central doMPLA tomou conhecimentodo falecimento do jornalistaPEDRO RAMA LHO SO, di -rec tor do Instituto An go lanode Cinema, Audiovisual eMultimdia (IACAM), ocorri-do no dia 03 de Novembrode 2015, em Luanda, pordoena.

    O MPLA est convictode que, com esta infaustaocorrncia, o sector daco mu nicao social de

    An go la, muito particular-mente a TPA, onde PE -DRO RAMA LHOSO tra-balhou du ran te 40 anos eo IACAM, on de, data dasua morte, cum pria mis-so de servio, perde umvaloroso comunicador,que soube honrar a suapro fisso, at aos ltimosdias da sua vida.

    Neste momento de dor ede luto, o DIP do ComitCen tral do MPLA enderea, famlia enlutada, TPA eao IACAM, as suas maissentidas condolncias.

    Jornalista Pedro Ramalhoso

    Departamento para a Informao

    e Propaganda do MPLA enderea condolncias

    Um comunicado do DIP do Comit Central do MPLA

    referiu (04/11) que o sector da comunicao social de Angola

    perdeu um valoroso comunicador.

    Desaparecimento fsico do membro do Grupo Tcnico para a Elaborao da Histria do MPLA

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    MULHER ANGOLANAUNIDA PELA IGUALDADE E DESENVOLVIMENTO

    O desejo foi expresso imprensa pela se cre -tria geral da OMA,Luzia Ingls "Inga", no final deum encontro com a secretriaOrganizadora da Federao deMulheres de Cuba, Surina Costa

    Brooks, tendo reiterado a im -portncia de se manter "essaboa relao de cooperao"entre os dois pases sobretudona troca de visitas regularesentre as duas organizaes.

    "Cuba foi sempre um pasque deu apoio e sua solida rie -

    dade internacionalista a An -gola", enfatizou a secretriageral da OMA, para quem "hnecessidade de se continuar afortalecer a relao entre asduas organizaes e fazer rea -viver uma cooperao no do -mnio da formao, mormente

    na alfabetizao e formaopro fissional para as mulheres,contando com a experincia decu ba".

    J a cubana Surina CostaBrooks reconheceu que a OMAe a Federao de Mulheres doseu pas tm elementos comunsno concernente ao empodera-mento das mulheres, nas deci -ses e intervenes importantesrelacionadas com Angola eCuba.

    Para si, ambas organiza-es intervm tambm em ac -es polticas junto dos seuspartidos e no mbito social eeconmico.

    No final do encontro, hou -ve a troca de presentes entreas duas delegaes, no qual adelega o cubana apresentouum lbum contendo foto gra -fias das mulheres heronasque lutaram pela independn-cia do seu pas, o gesto foi ret-ribudo tambm pela LuziaIngles (Inga) que ofe receu umpano que simboliza a culturaafricana.

    No Memorial AntnioAgostinho Neto

    A secretria organizadoramanifestou-se, (17/10)em Luan -da, satisfeita com a infra-estrutu-ra do memorial Antnio Agos -tinho Neto, depois de receberexplicaes sobre a sua histria.

    No final de uma visita, SurinaBrooks disse imprensa, que omausolu conta toda a histriado pai da independncia do po -vo angolano, o que constitui umexemplo para a presente e fu -turas geraes e tambm pararecordar os cubanos que digna-mente defenderam esta causa.

    Acompanhada da secretriageral da OMA, Luzia Ingls, quetambm fez parte da histria,Saurina Books disse que, para aOMA e a FMC constitui um mo -mento importante sobretudoneste momento em que o pasvai comemorar 40 anos.

    Para Luzia Ingls, a visitadas mulheres cubanas ao pasvisa fortalecer a cooperao, ointercmbio e a troca de exper-incia entre as duas organiza-es femininas.

    A o falar no acto de en -cerramento da assem-bleia comunal de ba -lano e renovao de man da -tos da OMA, Albertina Jos dis -se ser necessrio existir umaboa colaborao de trabalhoentre as mulheres eleitas e asde mais para se alcanar osobjectivos da organizao.

    So grandes e mltiplas astarefas que nos esperam ,poresta razo a direco da OMAalerta as mulheres que o mo -mento actual desperta o redo-brar de grandes responsabili-dades para o desenvolvimentode um conjunto de tarefas quese avizinha , sustentou.

    Albertina Jos Madalena elo-giou a estratgia do Partido lide -rado pelo Presidente Jos

    Eduar do dos Santos, na pro-moo, valorizao da mulher,bem como da sua participaona vida poltica, econmica,social e cultural.

    Exortou as mulheres da Or -ganizao no sentido de estaratentas e continuarem a de -fender com firmeza a paz, uni -dade nacional e a reconciliaonacional, bem como uma maiorunio no seio das militantes,com vista ao cum primento dosprogramas gizados, sobretudoba realizao do VI congresso

    Depois de reconhecer os es -foros demonstrados pela OMAno Huambo em prol das famlias,a responsvel exigiu das mili-tantes coeso poltica e espritode colectividade para melhorconduzirem os destinos da orga-

    nizao em todas as suas ver-tentes .

    Esta unidade deve pre -valecer em especial na partic-ipao das militantes nos pro-gramas de desenvolvimentoque o estado angolano preco -nizou para o bem da naointeira, disse.

    A OMA disse a fonte, devecontinuar a mobilizar as mili-tantes da organizao e so cie -

    dade no geral, sobre a ne -cessidade do resgate dos val-ores morais, patriticos, assimcomo na moralizao da so -cie dade, quanto a solidarie da -de e res peito do patrimniopblico .

    O grupo de acompanha men -to, da qual integra a sua adjuntacamarada Hermnia Tiny, acom-panhou as assembleias das co -munas de Alto Hama, Lu vem ba,

    Catabola e Vilinga e contou coma presena de cerca de100 a125 delegadas nas diferentesassembleias .

    A misso do grupo foi o deacompanhar e constatar os de -senvolvimentos de trabalho decinco assembleias comunais e aorganizao, no tocante aos pla -nos de aco e actividades, pas-sando pela comuna, comit debase e seces.

    OMA refora cooperao com Cuba

    Dirigente da OMA apela militantes unidade

    A Organizao da Mulher Angolana (OMA)reafirmou (16/10), emLuanda, a necessidadedo fortalecimento dasrelaes de cooperaocom a Federao deMulheres de Cuba, nosdomnios da formaoprofissional para as mulheres, mormente na alfabetizao.

    A coordenadora do grupo de acompanhamento do Comit Nacional da OMA, para provncia do

    Huambo, camarada Albertina Teresa Jos, apelou(27/10), na comuna de Hengue, as militantes

    da organizao feminina do MPLA a pautarempela unidade na implementao de programas

    que visam o progresso da mulher.

  • 11

    O U T U B R O d e 2 0 1 5 O M A

    O acto, sob a gide daOMA, homenageouper to de 80 mulheresque deram o seu contributo naluta de libertao e da In de -pendncia Nacional.

    Ao proceder a abertura doencontro, a secretria-geral daOMA, camarada Luzia Ingls,apelou as mulheres a conti -nuarem firmes na luta pela pre -servao da unidade e coesonacional, na consolidao dademocracia e defesa das insti-tuies legalmente institudas.

    A dirigente saudou o MPLApor continuar a envidar esfor -os e manter o compromissode promover aces de ndolepoltica, social, cultural e de for-mao para dignificar os anti-gos combatentes e veteranosda ptria e seus familiares.

    "Com este gesto, o MPLAhonra a memria de todos quelutaram para nossa liberdade eindependncia, em especial eem particular o saudoso presi-dente Antnio Agostinho Neto,guia importar da revoluoangolana", sublinhou.

    Por outro lado, a OMA con-gratula-se pelo facto do execu-tivo angolano, na pessoa doPresidente Jos Eduardo dosSantos, estar a implementarpro gramas que visam melhoraras condies de vidas doscombatentes, que contriburampara a independncia e paz emAngola.

    A dirigente apelou as mu -lheres para continuarem a exal-tar o patriotismo, consolidar apaz e a democracia em nome

    da nao angolana.O certame teve como mod-

    erador o secretrio de Estadodos Antigos Combatentes, Cle -mente Cunjuca.

    Antigos combatentesapelam vigilncia

    e unio

    Os antigos combatentes eveteranos da Ptria apelaram vigilncia e a unio de todo Po -vo angolano como forma depreservar a paz to duramentealcanada.

    A margem da cerimnia dehomenagem, por ocasio dace lebrao, no dia 11 de No -vembro de 2015 e dos 40 anosde Independncia de Angola,foram unnimes em exortar oPovo angolano, particularmen -te a juventude, a no se deixarenganar, nem dar ouvidos a fal-sas promessas.

    De nome de guerra Isaura,a camarada Jacinta Lus Go -mes afirma que o Povo an go -lano j no quer voltar guerrae reala a grande alegria quesente desde que a paz foialcanada. O Povo angolanodeve estar mais vigilante, por -que houve muito sofrimento eno se pode voltar ao passa-do, enfatiza.

    A camarada Isaura,actual mente perto dos 70 anosde idade, destaca, alm da ne -cessidade de vigilncia, e comomais importante a unio e soli-dariedade em torno do Ca ma -rada Presidente Jos Eduardodos Santos.

    Apela as novas geraesque desconhecem a histria daluta de libertao nacional apri mar pela formao profis-sional, evitando o imediatismo,pois tudo o que se conseguiualcanar foi fruto de muito san -gue de irmos e irms derra-mado, por isso, deve ser bempreservado.

    Sobre os 40 anos de inde-pendncia, diz que no foramfceis e destacou o seu contrib-uto com a participao na guer-rilha, particularmente em Nam -buangongo, 1 Regio Militar,onde nas matas permaneceudurante 14 anos. Mais semprefirme e confiante em dias mel-hores, pontualiza.

    Por sua vez, DomingasPaim, irm da herona LucrciaPaim, afirma que os 40 anos deIndependncia devem ser fes-tejados com muita alegria, ape-sar de muitas mulheres queparticiparam da luta de liber-tao estarem j idosas e out-ras terem falecido.

    Membro fundador da OMA,a camarada Domingas Paimafirma que os caminhos trilha-dos pelo Povo angolano desdeo incio da luta armada de liber-tao nacional devem contin-uar a ser divulgados para que ajuventude siga o exemplo deunidade e coragem que levou independncia de Angola.

    Devemos nos unir, semdistino de raa, nem partidopoltico, porque Angola tem va -lor e esta unio vai servir paraque ningum venha ditar regrasno nosso pas, sublinha.

    Palestra de exaltao ao Presidente do MPLA

    SG apela jovens ao patriotismo

    A dirigente partidrialan ou o apelo aquan-do da palestra de exal-tao ao Presidente do MPLAe da Repblica, Jos Eduardodos Santos, pelos seus feitosem prol do bem-estar dosangolanos, em particular dasmulheres.

    Acrescentou que as mu -lheres por serem a maioriadevem orgulhar-se pelo per-curso poltico do seu lder, quedesde muito jovem entregou-se com muito sacrifcio e abne-gao ao desenvolvimentoeco nmico, social, cultural epoltico da nao angolana.

    Angola orgulha-se por tereste filho que soube conquis-tar por mrito prprio o res -peito e admirao das naesmais desenvolvidas do mun -do, des tacando-se com firme -za e se renidade no patamardos es tadistas universais queprimam pelo de senvolvimentohuma no, consumado com aspolticas pblicas viradas aobem-estar das mulheres, fri -sou.

    Segundo Luzia Ingls, Jo sEduardo dos Santos temsabido impulsionar, valorizar,enaltecer e apoiar o papel dasmulheres angolanas no pro -ces so de desenvolvimento danao e na luta pelos seusdireitos, desde os primordiosda independncia nacional,que este ano comemora 40anos.

    Inga sublinhou, citando ex -tractos da recente mensagemdo Presidente da Repblica

    nao, o facto de haver entida -des estrangeiras interessadasem instalar o caos e a desor-dem nalguns pases do conti-nente africano para provocar aqueda de partidos polticos oude dirigentes com os quais nosimpatizam.

    Por outro lado, disse que aOMA notou que alguns polti-cos e outras correntes, dentroe fora do pas, tm criado situ-aes na tentativa de pression-ar o Presidente da Re p blica ainterveir no trabalho dos tri-bunais.

    A organizao est con-sciente de que compete so -mente aos tribunais adminis-trar a justia em nome do povoe reiteramos que a separaode poderes um princpio es -truturante de qualquer sistemademocrtico e em Angola no diferente, por isso, conden-amos este acto ultrajante, rei -terou.

    Luzia Ingls afirmou aindaque as mulheres angolanasno querem voltar ao passado,onde muitos dos seus es po -sos, irmos e filhos perderam avida, por isso, no podemaceitar que ingerncias exter-nas venham ditar regras nopas.

    Neste mbito, apelou oapoio incondicional ao Exe cu -tivo angolano liderado peloPre sidente Jos Eduardo dosSantos, bem como exortou aparticipao e engajamento napromoo do patriostismo,consolidao da paz e defesada democracia.

    A secretria-geral da OMA, Luzia InglsVan-Dnem Inga apelou (30/10) aos jovens a seguirem o exemplo

    de patriostimo e dedicao do Presidenteda Repblica, Jos Eduardo dos Santos,

    reconhecidos internacionalmente.

    Homenageadas antigas combatentesA antiga combatente como smbolo de herosmo da mulher angolana foi o tema de uma palestra

    que marcou (23/10) o acto de homenagem as antigas combatentes e veteranas de guerra.

  • O U T U B R O d e 2 0 1 5P U B L I C I DA D E

    12

  • A delegao foi chefiadapelo primeiro secretrioda JMPLA, camaradaLuther Rescova, num encontroem que participaram mais de 60representaes juvenis do Mun -do.

    O encontro previu no Pro gra -ma de Trabalho a anlise e dis-cusso do relatrio de activi-dades para balancear o trabalhodesenvolvido no quinqunio, eonde foram traadas as linhasde fora do Plano de Acti vi da despara o prximo mandato.

    A Fmjd a maior plataformajuvenil do mundo que congregaorganizaes juvenis polticascom ideologia comunista social-ista e progressista.

    A sede da organizao ficana capital da Hungria, Buda pes -te.

    O principal evento organiza-do pela FMJD o Festival Mun -dial da Juventude e Estudantes.

    A ltima edio do eventoaconteceu no Equador e contoucom milhares de participantes detodo o mundo.

    A Federao Mundial daJuventude Democrtica umaorganizao juvenil internacionalreconhecida pela Organizaodas Naes Unidas (ONU) co -mo uma ONG da juventudemundial.

    A entidade foi fundada em1945, em Londres, no encerra-mento da Conferncia Mundialda Juventude, como un amplomovimento internacional da ju -ventude aps o fim da SegundaGuerra Mundial.

    A FMJD tem como objectivopromover a unidade, a coopera -o, a solidariedade e aescon juntas, alm da troca de in -formaes e experincias de tra-balhos e lutas entre as juven-tudes progressistas de todo omundo, exercendo assim um pa -pel indispensvel nas lutas con-tra o imperialismo, o fascismo, ocolonialismo, a explorao e aguerra, lutando pela paz, solida -riedade internacional, avanosso ciais e direitos para os jovens.

    Rosria Fortunato

    O certame visou analisaro discurso orientador,do Presidente da Re -p blica que destaca na suamen sagem aspectos como aconsolidao da democracia,manuteno da unidade na di -versidade, promoo do desen-volvimento humano e o bem es -tar da populao.

    O secretrio da JMPLA naIngombota, camarada HlderChahua, apelou aos membrosda organizao para trabalha -rem na mudana de conscinciae a no aderirem as aces queatentam a estabilidade e apreservao da paz no pas.

    Acrescentou que o discursodefende o reforo da unidade

    na cional e o respeito Cons -tituio da Repblica de Angola.

    Neste contexto aponta a er -radicao da fome e a pobreza,bem como da melhoria da as -sistncia mdico medicamen-tosa, elevao do nvel educa-cional entre outros.

    De acordo com o poltico, ajuventude angolana exprime oseu incondicional apoio ao pro -cesso de aprofundamento dademocracia no pas assente nopluralismo democrtico.

    No final, exortou a juventudeangolana a manter uma posturadigna condicente aos princpiosmais nobres da tica, do res -peito, solidariedade ao prximoe das boas prticas sociais.

    P elo menos mil e 98 no -vos militantes de dife -ren tes bairros do mu ni -cpio do Lubango, provncia daHu la, ingressaram, recente -men te ,nas fileiras da JMPLA,num acto orientado pelo primeirosecretrio municipal, Victor Pa -checo.

    A actividade enquadrou-seno mbito do das comemora -es dos 40 anos de In de pen -dncia nacional e dos 53 anosdesde a criao da JMPLA a 23de Novembro de 1962.

    Na ocasio, o dirigente dis -se que o acto de ingresso con-stitui uma ocasio muito espe-cial por ser o reafirmar do com-promisso do militante com a or -ganizao e espera-se que aintegrao dos mesmos (novosmilitantes) torne a JMPLA maisforte e preparada para os de -safios vindouros.

    Explicou que a realizao doevento est em perfeita sintoniacom a quarta etapa do processode ingresso no organismo juvenildo MPLA, sendo a quinta e amais importante, uma vez queeste enquadramento nos n -cleos existentes nas diferenteszonas dos bairros est em con-formidade com a directiva sobreo crescimento da organizao.

    Hoje ao Ingressarem formal-mente na JMPLA, esto a as -sumir um dos mais nobres com-promissos que de se transfor-marem em verdadeiros solda-dos do povo, pois a JMPLA,mais do que uma organizaojuvenil, acima de tudo umaescola de promoo de valores,realou.

    Victor Pacheco apelou osrecm-ingressados a estaremcada vez mais atentos e nopermitir no seu seio o boato, aintriga e a calnia, pois "estecomportamento vos pode des -viar do principal foco que detornar a JMPLA nesta circuns -crio territorial numa organiza-o cada vez mais forte e coe -sa".

    Com esse ingresso, o n -mero de membros da organiza-o juvenil do partido no poder,no municpio sede da Hula,eleva-se para 19.756 militantes.

    Assistiram ao acto membrosdos grupos de acompanhamen-to do Comit Municipal, pri mei -ros secretrios dos bairros e mil-itantes em geral.

    O U T U B R O d e 2 0 1 5 J M P L A

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    Angola participa na Assembleia Geral da Federao Mundial da Juventude Democrtica

    Uma delegao de alto nvel da JMPLA, participou (08-12/11), na 19 Assembleia Geral daFederao Mundial da Juventude (Fgfmj), que se realizou na cidade de Havana, Cuba.

    Ingombota

    JMPLA realiza acto emapoio a mensagem do PR

    Hula (Lubango)

    JMPLA conta com mil e 98 novos militantes

    O Secretariado do Comit do Distrito Urbano da JMPLA na Ingombota, realizou recentemente noAnfiteatro da Escola Magistrio Primrio de Luanda,

    um Ciclo de Estudo em apoio a mensagem doPresidente da Repblica, Jos Eduardo dos Santos,

    lida pelo vice-presidente, Manuel Vicente, na abertura da 4 Sesso da Terceira Legislativa.

    Cidade de Havana realizou a 19 Assembleia Geral da Federao Mundial da JuventudeCamarada Luther Rescova

  • O U T U B R O d e 2 0 1 5E N T R E V I S TA

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    Jornal ME (JME): Quala sua avaliao sobre a for-mao de ju ristas nestes 40anos de In de pen dncia Na -cio nal?

    Ludgrio Peliganga (LP):Considero positiva a formaode juristas nestes 40 anos deIndependncia Nacional, por -que est sendo concretizado oplano de formao de quadrostcnicos e especializados nestedomnio. Esta uma determi -na o da Direco do MPLA,para o alcance dos desgniosde Angola.

    Recordo que durante oregime colonial a formao emdireito s era feita em Portugal.

    Pela sua natureza classista,os juristas eram tidos como ele-mentos indispensveis paradoutrinar e aplicar as leis emforte ligao ou influncia doento sistema colonial e fas cis -ta, que promovia um controlocentralizado na prpria me -trpole.

    Alm disso, a formao emdireito estava sujeita a exign-cias excessivas, tais como,compromissos de portugalida -de e um bom suporte finan-ceiro, que confortassem a via -gem para Portugal.

    S em 1979, com a funda -o da Faculdade de Direito daUniversidade Agostinho Neto,se realizou o primeiro curso dedirei to, era o ano acadmico1979/80, com pouco mais decem alunos. Apenas cerca devinte juristas concluram com alicenciatura. A partir da o n -me ro de licenciados em direitofoi subindo.

    Hoje, o Executivo permitiu aabertura de faculdades de dire-ito nas novas universidadespblicas e privadas. Em conse-quncia, anualmente so lan -a dos para o mercado vriascentenas de licenciados nesteramo, o que nos leva a consid-erar de excelente a formaode juristas nestes 40 anos.

    Considero tambm que osganhos da Independncia, narea jurdica e noutras, devem-se aplicao das polticas de -

    finidas nos programas doMPLA, executadas pelos go -ver nos sucessivos que adop-taram instrumentos de organi-zao, de funcionamento e dedisciplina adequados s circun-stncias.

    JME: Como caracterizao nosso Sistema de Justia?

    LP: um sistema em gran -des transformaes e de sen -vol vimento que se vai adaptan-do, a cada dia que passa, sexigncias da situao e dopro cesso poltico, econmico,social e cultural que o pas vive.

    JME: Quem pode perten -cer ao Comit de Es pe ciali -dade de Juristas do MPLA?

    LP: Todos os licenciadosem direito, sejam ou no mili-tantes do MPLA. A adeso livre, tendo em conta que onos so objectivo sempre cres -cer.

    JME: Quais so as atri -buies do Comit que dirigee qual o perfil do membro?

    LP: O Comit de Especia -lidade de Juristas, afecto aoComit Provincial do Partidoem Luanda, um rgo inter-mdio que sob orientao me -todolgica da Direco do Par -tido, cumpre as atribui es pre-vistas no artigo 6 do Re gu -lamento Ge ral de Organizaoe Funci o-namento dos Comitsde Es-pecialidade e apoia oPartido na concep o, actual-

    izao e correco de polticasdo domnio tcnico-cientfico,no que concerne ao direito, jus tia, governao e ges -to previsional de quadros.

    O Comit de Especialidadede Juristas tem inscritos acimade quinhentos membros. Ograu de adeso satisfatrio,na medida em que tem vindo aaumentar o nmero de militan -tes recm licenciados, mercdas suas expectativas e do tra-balho de sensibilizao dasnossas organizaes.

    JME: Estamos no msda nossa Independncia, po -de dizer-nos onde se encon-trava na altura da proclama -o da Independncia Nacio -nal?

    LP: Na altura da proclama -o da Independncia, em 11de Novembro de 1975, meencontrava na Repblica deCuba. Nessa altura era militar,pertencente ento FAPLA efazia parte do grupo de 120guerrilheiros, seleccionados na1, 2 e 3 regies poltico-mil-itares do MPLA, por deciso daDireco do Par-ido e do Co -mando Supremo Militar dasFAPLA. Partimos para a Re -pblica de Cuba para uma pre -parao acelerada em vriasespecialidades, designada -men te exr cito, fora area,ma rinha, tropa guarda-fron-teira, segurana e defesa pes-soal, ante-vendo os desafiosps-independncia.

    A informao sobre osacontecimentos que ante ce -deram o dia da Indepen dn ciae o prprio, em que a nossamaior curiosidade era conhecero hino e as cores da ban deira,recebemos em De-zembro de1975, aquando da participaono 1 Congresso do Partido Co -mu nista de Cuba, da delegaodo MPLA chefiada pelo cama-rada Lcio Lara. Foi promovidoum encontro com os formandosmilitares e aquele dirigente in -formou sobre a situao rei -nante no pas.

    JME: Que mensagemdei xa para os juristas an go - lanos no quadragsimo anoda Inde pendncia Nacional?

    LP: Aos juristas angolanosenquadrados nos mais varia-dos domnios da administraoda justia, docncia, magistra -tura, advocacia, ad ministrao

    pblica, em pre sas pblicas epri vadas, organizaes sociais,representaes diplomticas,orga-nizaes internacionais,exorto que desenvolvam a con-scincia nacional e patritica abem da defesa dos interessesda Nao angolana.Tenhamsem pre presente que somosproduto da Independncia Na -cional, proclamada em 11 deNovembro de 1975, pelo Fun -dador da Nao o Dr. An tnioAgos tinho Neto.

    Apelo a todos os juristasque transmitam os conheci-mentos e experincias tcnicase investigativas, capa ci-tem,aperfeio-em a qualidade for-mativa dos actuais e futurosmembros da classe de juristas,para que se cultive a doutrina ese aplique a justia a bem dapaz e do desenvolvimento doEstado de direito e democrti-co.

    Entrevista de: Joo Valente / EMS

    Apelo a todos os juristas que transmitam os conhecimentos

    e experincias tcnicas e investigativas, capacitem,

    aperfeioem a qualidade formativados actuais e futuros membros

    da classe de juristas S em 1979, com a fundao da Faculdade de Direito da

    Universidade Agostinho Neto, se realizou o primeiro curso

    de direi to, era o ano acadmico1979/80, com pouco mais de cem

    alunos. Apenas cerca de vinte juristasconcluram com a licenciatura

    excelente a formaode juristasnestes quarenta anos

    O primeiro secretrio do Comit de Especialidade de Juristas do MPLA, camarada Ludgrio de Jesus Florentino Peliganga

    Tino Peliganga, disse, em entrevista ao Jornal ME, em Luanda, que a formaode juristas, nos 40 anos de

    Independncia Nacional, positiva porqueconcretiza o plano deformao de quadros tcnicos e especializados neste domnio.

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5 O P I N I O

    E um dos aspectos queOnofre dos Santos fezquesto de sublinhar que esses direitos esto su jei -tos ponderao, porque tmsempre um bem ou interesse aproteger. Traduzido em midossignifica to somente que osdireitos fundamentais (e assimso designados porque estoconsagrados na Constituio),como o de manifestao, noso absolutos, porque tm lim-ites. E realmente aqui quereside um dos mal entendidos.Onofre dos Santos veio recor-dar-nos a todos, polticos, acti -vistas e cidados em geral, queno se pode fazer tbua rasade direitos inalienveis que tam-bm esto na Constituio,mas que por razes ou inter-esses obscuros, ou ainda porfalta de esclarecimento, se pre-tende que uns tm prevalnciasobre os demais. Na nossa ain -da jovem democracia, e porisso mesmo com as limitaesdecorrentes dessa condio,assistimos a atropelos e atmesmo defesa exacerbadade excessos como se se tra -tasse de algo normal em de mo -cracia. Ou seja, normal no sen-tido de que os excessos nodeviam e no devem ser penal-izados, porque essas posiesresultam da prpria natureza deum regime democrtico.

    E incrvel ver como pes-soas, que era suposto teremconhecimento desses direitos edos limites inerentes ao seuexerccio, se posicionam de for -ma compaginada com o falsoprincpio de que em democra-cia tudo permitido. o direito liberdade de expresso e deopinio, de que o direito de ma -

    nifestao um corolrio, umdos campos onde as guas setornam aparentemente turvas.H quem entenda que a liber-dade de expresso e de opinio um cheque em branco parainsultos e ofensas dignidade e honra das pessoas, ao seubom nome e sua imagem, sporque se trata de um adver-srio poltico. No exerccio dodireito de manifestao, hquem v ao ponto de defenderque lcito organizar, por vriosdias e em afronta s autori-dades, protestos que configu-ram uma clara perturbao daordem pblica e entrave ao nor-mal funcionamento das institui -es, com recurso a barricadas,pneus incendiados e ocupaode importantes vias de circu-lao rodoviria.

    Antes de mais, importantesublinhar que os direitos funda-mentais no se resumem li -berdade de expresso e de opi -nio. Ao lado destes existemoutros tantos direitos sobre osquais o Estado tem dever deproteco e que se encontramplasmados nos 244 artigos quea Constituio angolana possui.

    H direitos fundamentaisque, pelo seu mau exerccio,po dem desencadear da partedo Estado reaces criminais.Ou seja, o Estado pode e deveagir sempre que o exercciodesse direito extravasar o seumbito e cair na alada da leipenal. Apesar de a Cons tituioangolana consagrar a liberda -de de reunio e de manifesta -o pacfica e sem armas,temos assistido a tentativas detransformar essas manifesta -es em movimentos de outranatureza e com evoluo con-

    trrias ao esprito que a lei mefixa como baliza. E no , detodo, de afastar a consonnciapoltica entre esse tipo de posi-cionamento, as prticas verifi-cadas em pases onde essasmanifestaes degeneraramem violncia e instabilidade, e oque, quer c dentro, quer forade portas, nos vo chegandoem termos de informao vei -culada.

    E um bom exemplo disso o texto com o ttulo Angola espera da sua primavera ra -be, assinado e publicado peloeconomista Robert Loo ney, narevista Foreign Policy, no m -bito de uma campanha trai oei -ra que visa desvalorizar todasas conquistas at agora alcan -adas pelo pas. De certeza queo economista Ro bert Looney ea eurodeputada Ana Gomesficam a roer as unhas medidaque os anos passam e os an -golanos vo alcanando novasvitrias na construo de umpas prspero e sobe rano. Pes -soas dessa estirpe gostariamde ver instalado em Angola oambiente que levou pilhagemdos recursos da Lbia, agoraum pas destroado e que nosabe como reaver os dinheirosque, na poca de MuammarKadhafi, depositou em bancosde pases ocidentais. Sria, Ira -que, Tunsia e Egipto dizemtudo. Angola fez com sucesso ocombate pela paz e, uma vezterminada a guerra, o combatepassou a ser pela estabilidadepoltica, pelo progresso social eeconmico, pelo funcionamentonormal de todas as instituiesdo pas, pela regularidade dospleitos eleitorais e escolha nasurnas dos representantes dos

    rgos de soberania. Os an go -lanos sabem que a Histria doseu pas diferente.

    Em Abril de 2002, ao cabode 27 anos de guerra, Angolaconhecia finalmente a paz.

    O Memorando de Enten di -mento do Luena, que ps fim aum dos conflitos militares maissangrentos de frica, permitiuresgatar das matas milharesde vidas humanas, entre elasas de vrios dirigentes polti-cos da UNITA, que de outromodo, com o prosseguimentodas es caramuas, segura-mente no teriam resistido. Foio Pre si den te Jos Eduardodos Santos quem deu a ordempara se pa rar as hostilidades einiciarem-se de imediato asnegociaes, com o que resta-va da direco da UNITA, paraa implementa o da paz e rec-onciliao na cional em Angola.Dado este pas so, e tendo emconta a necessidade de permi-tir que a UNITA se reorgani-zasse para concorrer s elei -es como fora poltica des -militarizada, s em 2008 opovo angolano vol tou a mani-festar-se nas urnas escolhen-do os seus representantes pa -ra os rgos de so berania. Foifeita a guerra para conquistara paz, a vida dos dirigentes daUNITA foi poupada, deu-setempo UNITA para se organi-zar como um verdadeiro par-tido poltico, como mandam alei e as regras da democracia.Nas ditaduras isso no acon-tece. Nem sequer h espaopara uma comunicao socialplural, como existe em Angola.O Presidente Jos Eduardodos Santos , semana sim se -mana sim, alvo de ataques, e

    o Exe cutivo sujeito a crticasem al guns rgos de comuni-cao social privados. Atago ra nenhum deles viu assuas portas encerradas oudeixou de ser publicado. ARdio Despertar uma tribunaonde vrios ouvin tes telefon-am todos os dias a dizer, comargumentos muito pobres -sublinhe-se -, que em Angolano h liberdade de expressoe democracia. Mas ela contin-ua a sempre a emitir e osseus ouvintes sempre a vert-erem opinies.

    A eurodeputada Ana Gomesdisse ter constatado por obser-vao directa falta de liberda -des democrticas em Angola.Pelos vistos, no fez nenhumaobservao, nem directa nemindirecta.

    O Parlamento Europeu caiuno engodo e, desse modo, en -dossou uma campanha comobjectivos bem claros. Primeiro:manchar a imagem e o prest-gio crescente do Presidente Jo -s Eduardo dos Santos, que reconhecido a nvel internacio -nal como um grande esta dis taafricano e precursor de umanova mentalidade com forte po -tencial para mudar a geo gra fiapoltica no nosso continente.Se gundo: ofuscar a imagem deAngola como pas emergentecom uma economia promissorae com cada vez mais peso po -ltico a nvel internacional, jque novamente membro noper manente do Conselho deSegurana das Naes Unidas,est na liderana da Confe rn -cia Interna cional para a Regiodos Grandes Lagos, com resul-tados palpveis que so elogia-dos por vrios pases.

    Direitos fundamentais e seus limitesO juiz conselheiro do Tribunal Constitucional Onofre dos Santos foi

    Maka Quarta-feira da Unio dos Escritores Angolanos falar sobre otema Os direitos fundamentais dos cidados na Constituio angolana.

    Filomeno Manaas

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5PUBLICIDADE

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5 P O L T I C A

    E sta exortao est con-tida numa mensagemdo Secretaria do doBureau Poltico do MPLA,endereada aos trabalhadoresdessa agncia de informaopor ocasio do 40 aniversrioda sua fundao que se assi-nalou no dia 30 de Outubro.De acordo com a missiva, nesta

    senda, o MPLA incentiva aAngop a continuar a melhorara capacidade dos seus recur-sos humanos, de acordo comas tendncias globais do jor-nalismo e com os avanosregistados no domnio dastecnologias de informao ecomunicao, assegurando,tambm, a projeco interna-

    cional de Angola, potenciandoparcerias estratgicas comoutras organizaes con-gneres.

    Por ocasio do 40 aniver-srio da Agncia de NotciasAngola Press, o Secretariadodo Bureau Poltico do ComitCentral do MPLA enderea,ao Conselho de Adminis -

    trao e ao colectivo de tra-balhadores da Angop, as suasmais vivas felicitaes eexpressa votos de boa sadee de bom trabalho para todos.

    Nesta data de aniversrio,o Secretariado do BureauPoltico do Comit Central doMPLA, em nome dos mili-tantes, simpatizantes e ami-

    gos do Partido, reitera a suadisposio de continuar acontribuir, conjuntamente comeste importante rgo decomunicao social, no senti-do da consolidao da paz,da reconciliao nacional e doEstado democrtico de direitoem Angola, l-se na men-sagem.

    A mensagem sobre oEstado da Nao doPresidente daRepblica, CamaradaJos Eduardo dosSantos, foi efusivamente saudada(21/10) pela Associaode Apoio aosCombatentes das Ex-FAPLA (Ascofa) porreflectir os ganhos queo pas tem vindoa conquistar e as perspectivas de umfuturo melhor para osangolanos.

    S egundo o presidente daAscofa, brigadeiro An -tnio Fernando "Samo -ra" a mensagem ilustra a aten -o que o Titular do PoderExecutivo tem demonstradoatravs de polticas que benefi-ciam o povo angolano nos maisvariados sectores da vidasocial.

    Antnio Fernando fez taisdeclaraes quando falavadurante uma conferncia deimprensa na sede da institui -o, em que considerou que amensagem apresenta medidasbastante coerentes, que visamo reforo das estratgias demelhor insero e reintegraosocial dos ex-militares.

    Antnio Fernando "Samora"disse ainda que a mensagemdo Chefe de Estado focaliza-da em dois pontos fundamen-tais, em que reflecte com realis-

    mo o profundo conhecimentosobre as linhas de fora cir -cuns critos aos programas dedesenvolvimento socioecon -mico, financeiro e poltico danao e traa os caminhos aseguir rumo ao bem-estar detodos os angolanos.

    Por outro lado, AntnioFernando, afirmou que o Pre -sidente da Repblica e Co -mandante-em-Chefe das FAA,Camarada Jos Eduardo dosSantos, avanou que a sere-nidade traduzida na esperanadeve imperar nos angolanosporque dias melhores estopor vir.

    O dirigente fez saber aindaque a crise no um problemaexclusivo de Angola, pois quetem reflexos na conjunturainternacional, com carga nega-

    tiva da instabilidade do preodo petrleo.

    A direco da Ascofa reafir-mou ainda que o reforo daspolticas estruturadas peloExecutivo angolano no sentidoda resoluo dos problemasdos ex-militares ilustra o eleva-do sentido de considerao ede respeito, bem como anima ainstituio pela ateno quetem sido prestada em favordeste segmento, que deu umaimportante contribuio lutade libertao nacional.

    A Ascofa est integrada naComisso Tcnica do EstadoMaior General das ForasArmadas Angolanas, que foicriada recentemente peloExecutivo para fazer o registocomplementar dos ex-militares.

    Um dos objectivos deste

    rgo trazer a realidade dabase de dados dos ex-militares,no contexto nacional, por formaa garantir a sua reintegraosocial definitiva. A incluso dosreformados e pensionistas naCaixa de Segurana Social dasFAA outro dos objectivos dareferida comisso de que fazparte a Ascofa.

    No final da referida confe -rncia, Antnio Fernando disse

    que com elevado sentido deabnegao e esperana que osex-militares encaram o futurobrilhante do pas, expressandoa sua solidariedade e apoiopela forma clarividente e incisi-va como o Executivo angolanotem vindo a concretizar as aspi-raes do povo por uma ptriamelhor.

    Domingos Nganga

    MPLA sada Angopno 40 aniversrio da sua fundaoO MPLA encoraja a Angop a prosseguir com o seu trabalhoinformativo e formativo, de preservao e elevao dos valoresinalienveis, conquistados pelo pas e pelo seu povo herico egeneroso, nomeadamente, a independncia, a paz, a soberania,a unidade nacional, o progresso social,a democracia e a tolerncia

    Associao de Apoio aos Combatentes das Ex-FAPLA

    Ascofa sada Mensagem sobre Estado da Nao

    Presidente da Ascofa, brigadeiro An tnio Fernando "Samo ra" O Inqurito de Indicadores

    Mltiplos e de Sade (IIMS2015) alm de permitir aincidncia do VIH/Sida,malria e anemia, vai apresen-tar, pela primeira vez, os indi-cadores de violncia domsti-ca no pas, anunciou recente-mente em Luanda, a sua coor-denadora geral adjunta, PaulaAna.

    A responsvel anunciou ofacto numa conferncia deimprensa, no Instituto Nacionalde Estatstica (INE).

    Segundo a fonte para osucesso do inqurito, quedecorre desde Outubro do anoem curso no pas, ser ne -cessrio trabalhar com difer-entes sectores da sociedade.

    Considera que estesdados permitiro saber os indi-cadores de violncia domsti-ca, pelo que reitera o apeloaos rgos de Comunicao

    Social a divulgarem mais infor-maes sobre o assunto, deforma a facilitar a recepodas equipas de inquiridoresque se deslocam s residn-cias. Com este trabalho pre-tende-se levar ao conhecimen-to de todos, os dados biomtri-cos que sero recolhidosdurante essa actividade.

    O IIMS servir de basepara avaliar o grau de progres-so do pas na concretizaodos compromissos nacionais einternacionais no domnio dasade, relativos ao PlanoNacional de Desenvolvimento2013/2017 e aos Objectivosde Desenvolvimento doMilnio.

    Participaram da confern-cia de imprensa, presidida pelodirector geral do INE, CamiloCeita, membros da coorde-nao geral do IIMS e dacomisso tcnica.

    AngolaInqurito apresenta indicadores

    de violncia domstica

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5S O C I E DA D E

    C onstaram da agenda ainaugurao da Sedena UNHabitat em An -gola, bem como a realizao deuma palestra onde foi apresen-tado o Plano Director GeralMetropolitano da Provncia deLuanda pela empresa Urbin -vest.

    Esta empreitada, segundo ospromotores, foi elaborada paradar solues estratgicas dedesenvolvimento da cidade eest projectada para albergar12,9 milhes de habitantes at2030.

    Falando na abertura do actoque decorreu sob o lema Ci -dades Desenhadas para Con -viver, o Ministro da Ad minis -trao do Territrio, Bornito deSousa realou o compromissodo Executivo na criao decondies habitacionais quevisam conferir melhor qualidadede vida aos cidados.

    Recordou ainda que noobstante as dificuldades vigen-tes os programas de investimen-

    tos pblicos prosseguem comvista a honrar as metas pre-conizadas. De acordo com oministro do Urbanismo e Hab ita -o, Jos Antnio Maria da

    Concei o e Silva, em Angola oforte xodo das populaes daszonas rurais para centrosurbanos, visvel atravs dascondies precrias nas zonasperi-urbanas remetendo-nos auma ateno especial de soli-dariedade e a conjugao deesforos no combate a pobreza.Concluiu.

    Para o efeito segundo disse, importante a elaborao sis-temtica de estudos de planea-mento territorial urbanstico privi-legiando abertura de espaos dedilogo permanente entre aadministrao pblica o sectorprivado e a sociedade civil. O dia31 de Outubro foi institudo pelasNaes Unidas, como diamundial das cidades, nestaocasio os pases membros daUN.Habitat, so instados a cele-brar a data numa jornada dereflexo e discusso sobre ascidades nos seus variadosdomnios.

    A Habitat uma agncia dasNaes Unidas dedicada a pro-moo de cidades social e ambi-entalmente sustentveis.

    Presenciaram o acto deapresentao, entre outras indi-vidualidades, os ministros doUrbanismo e Habitao, JosAntnio da Conceio Silva, daAdministrao do Territrio,Bornito de Sousa, o represen-tante da ONU em Angola, PierPaolo Balladelli e vice-gover-nadora de Luanda para a reatcnica e infraestruturas, NijilaPires de Carvalho.

    O s trabalhos de ma -nuteno da estradanacional 210, queliga a cidade de MbanzaCongo ao municpio do Nzeto,provncia do Zaire, realizadosnos ltimos dois meses do anoem curso, voltaram a propor-cionar maior fluidez ao trnsitoautomvel no referido troorodovirio.

    De acordo com algunsautomobilistas que falaram(05/11) imprensa, a oper-ao de tapa-buracos dos 214quilmetros sob a gide doInstituto de Estradas deAngola (INEA) foi oportuna,pois criavam srios cons tran -gimentos aos utentes da via.

    Miguel Neves, taxista,disse que com a manutenoda via o nmero de acidentesde viao neste troodiminuiu, tendo defendidoque intervenes do gnerosejam permanentes em todasas estradas da regio e nos.Pedro Santos, automo-bilista de uma empresa priva-da de transporte rodovirio,disse esperar que os utentesda via tenham maior prudn-cia durante a conduo nesta

    via, desencorajando o exces-so de velocidade.

    Esperamos que, com aausncia de buracos na estra-da nacional, a mesma no setorne como pista de viaopara alguns automobilistasque conduzem em alta veloci-dade, aconselhou.

    Por sua vez, o taxistaFrancisco Tandu, reprovou ocomportamento de certosautomobilistas que deixamescorrer combustvel notapete asfltico quando con-frontados com uma avaria deseus automveis, consideran-do ser uma das causas queaceleram a degradao daestrada. Casos h em queum pneu de uma determinadaviatura estoira durante aviagem, mesmo assim omotorista insiste em conduzirnessa condio, fazendo comque a jante danifique de algu-ma maneira o tapete asfltico,denunciou.

    Alm da operao de tapa-buracos que esteve a cargo daempresa Tecnovia-Angola, oreferido troo rodovirio ben-eficiou tambm de trabalhosde limpeza das bermas.

    O governo provincial doZaire prev, para oano de 2017, a conclu -so da auto-estrada que ligaresta localidade ao municpio doNzeto, num percurso de 150quilmetros, do Hospital Geral, ea construo da central que ge -rar energia elctrica com recur-so a gs natural, entre outras in -fra-estruturas, destacou (05/11)o governador local, Jos JoanesAndr. Ao falar num encontrocom moradores e autoridadestradicionais, o governante reco -nheceu haver avanos significa-tivos na implementao destesprojectos que tm a entrada emfuncionamento previsto a partirde 2017. Fez saber que a centralde energia dever gerar 750Mega Watts (MW) de energiaelctrica para a provncia e ou -tras regies do pas.

    O governante que se encon-tra em visita de trabalho nestaregio litoral da provncia, afir-mou que o fornecimento deener gia elctrica nos seismunicpios da circunscrio me -lhorou nos ltimos tempos.

    Na sua ptica, a soluodefinitiva desta problemtica naprovncia passa necessaria-mente pela concluso dos tra-balhos de montagem da centraldo ciclo combinado em curso nomunicpio do Soyo.

    Deu a conhecer que foram

    construdos diversos sistemasde distribuio de gua potvel,atravs de furos artesianos, nosmunicpios e aldeias desta re -gio, que tero melhorado tam-bm a capacidade de acessodeste lquido por parte da popu-lao local.

    Por: Ermelinda Jnior

    Mbanza Congo (Zaire)

    Trnsito fludona estrada

    nacional 210 Soyo (Zaire)

    Governador prev concluso de infra-estruturas em 2017

    Cidades sustentveis e atractivasNo mbito do Dia Mundial das Cidades o Ministrio do Urbanismo e Habitao,

    levou a cabo nos dias 30 e 31 de Outubro, uma jornada de actividades que visou saudar a efemride.

    Ministro da Ad minis trao do Territrio, Bornito de Sousa

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5 S O C I E DA D E

    A circulao rodoviriaentre a sede municipalda Matala e algumascomunas locais encontram-semelhoradas, com a reabilitaodas estradas secundrias e ter-cirias, no mbito do programade combate fome e pobreza, informou (04/11) oadministrador local, Miguel

    Antnio Paiva Vicente.O administrador disse que

    ainda assim, duas ligaescomunais precisam de ser asfal-tadas, a via que liga comunade Capelongo, com cerca de 50quilmetros e a do Mulondo,com 125.

    Afirmou que a nica comunacom acesso asfaltado do

    Micosse. No temos grandesproblemas na circulao de pes-soas e bens nas trs comunas,embora se faa um trabalho defundo, disse.

    O municpio da Matala temuma populao estimada em243 mil e 938 habitantes, deacordo com os dados pro-visrios do Censo2014.

    O plano director para odesenvolvimento domunicpio do Tomboco, provncia do Zaire, foiapresentado (03/11) nalocalidade, aos membros do conselhode auscultaoe concertao social.

    O documento progra -mtico, que espelha eidentifica as diferentesreas para a construo deinfra-estruturas nos mais varia-dos domnios da vida econmi-ca e social, foi apresentadopelo director provincial dahabitao, Urbanismo e Am -biente, Cludio Fortunato.

    O responsvel pediu aosmuncipes a colaborar comsugestes que ajudem a enri -quecer o plano director.

    Por outro lado, CludioFortunato pediu aos benefi-cirios das 200 residnciaseconmicas, construdas nomunicpio pelo governo, a ini-ciar o seu pagamento, nombito das modalidades derenda resolvel definidas pelaspartes.

    Por sua vez, o admin-istrador municipal, AntnioCavungo, reconheceu que asua circunscrio registou umaumento exponencial da popu-lao, nos ltimos anos, da anecessidade de se construirmais projectos direcionados melhoria da vida dos muncipeslocais.

    Segundo o director, oTomboco ganhou cerca de 159novas salas de aulas, num uni-verso de 28 escolas, do ensinoprimrio ao II ciclo do ensinosecundrio, tendo enumeradoos avanos que a localidadeobteve no sector da sade, queconta com uma rede sanitriacomposta por 12 unidades.

    Matala (Hula)

    Reabilitao de estradas melhora circulao rodoviria

    O vice-governador daprovncia do Bi, pa -ra a esfera T cnica eInfra-estruturas, Jos Fernan-do Tchatuvela assegurou(01/11) na cidade do Cuto,que o governo, dar con-tinuidade em 2016 o progra-ma de combate s ravinas,visando garantir a segurana,e sobretudo uma qualidadede vida aceitvel po -pulao.

    O governante, que falavaem aluso ao Dia Mundialdas Cidades (31 de Outubro)afirmou que o go verno provin-cial mantm o seu programade estancamento das ravinas,com maior realce para asexistentes nos bairros da Ilha,Catraio, So Jos, Catemo,Cambulucuto, Popular, entreoutros.

    Adiantou que as autori-dades locais tm vindo acombater as ravinas comalgumas medidas paliativas,essencialmente com basede material local, naquelesbairros, bem como o esta -ncamento realizado esteano da ravina da centralida-de do Cunhinga, que amea-ava engolir as cem casas.

    Jos Fernando Tchatu -vela assegurou que constituitambm preocupao dogoverno as ravinas do Can -gangaw, do quilmetro 16prximo ao rio Cuquema, na

    estrada que liga comuna doMumbu, assim como da mis-so de Catota, no municpio doChitembo, 150 quilmetros asul do Cuto.

    Disse que as ravinas temaumentado fruto da construode moradias, sobretudo nasmargens de rios, salientandoque a eliminao da passagemdas guas das chuvas, associ-ado ao depsito de resduosslidos nas valas de dre -nagem.

    Apelar populao nosentido de ajudarem o Go -verno no combate s ra vinas,atravs da plantao dervores e canas bravas noslavabos, assim como evitar odepsito de lixo nas valas.

    Fontes do Governo daprovncia do Bi indicam queeste ano as entidades gover-namentais locais esto ainvestir 141 milhes 447 milKwanzas no estancamentode ravinas.O valor est a sergasto para estancar ravinasnos municpios do Cuto eChitembo, a 150 quilmetrosa sul da cidade do Cuto (Bi).

    Em 2014, as autoridadesgovernamentais da provnciado Bi estancaram a ravina doCuquema, a 18 quilmetros asul do Cuto, que perigava acirculao de pessoas e bensna estrada nacional que ligaas cidades do Cuto a doHuambo e Menongue.

    Cuto (Bi)

    Governo garanteestancamento de ravinas

    Tomboco (Zaire)

    Apresentado plano director de desenvolvimento

    A circulao rodoviria entre a sede municipal da Matala e algumas comunaslocais encontram-se melhoradas, com a reabilitao das estradas secundriase tercirias, no mbito do programa de combate fome e pobreza, informou

    (04/11) o administrador local, Miguel Antnio Paiva Vicente.

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    O U T U B R O d e 2 0 1 5SOCIEDADE

    A ministra das Pescas, Vit -ria de Barros Neto, inaugurou(12/10) na localidade do Ngolo -me, em Cambambe, o primeiroCentro de Formao e Pro ces -samento de Pescado do pas, noambito do Programa Nacionalde Desenvolvimento da PescaArtesanal Continental.

    Com 2 mil e 412 metros qua -drados, a construo do empre -endimento durou 15 meses ecustou ao Estado 1.390.000dlares. Garante 20 postos detrabalho directos e cerca de 300indirectos.

    Dentre as valncias do em-preendimento constam reas defabricao de gelo, local de rece-po de matria-prima, moagemde farinha de peixe, loja para avenda de material de pescas eum centro de formao tcnica,alm de duas residncias e trssuites para funcionrios.

    A ministra das Pescas disseque a inaugurao do Centro deFormao e Processamento dePescado de Ngolome marca oincio do programa de desen-volvimento da pesca artesanalcontinental em Angola, pelofacto de ser o primeiro do gnerono pas.Vitria de Barros Netosublinhou que o desenvolvimen-to e expanso da pesca conti-nental e aquacultura constamdas prioridades do Executivo,visando a diversificao daeconomia nacional, contribuindopara a segurana alimentar dascomunidades e garantir oportu-

    nidades de emprego aos jovens.O programa, inserido no

    processo de diversificao daeconomia, de iniciativa doExecutivo, sob responsabilidadedo Ministrio das Pescas, emparceria com o Fundo dasNaes Unidas para Alimen -tao (FAO).

    Para o representante doFundo das Naes Unidas paraa Alimentao (FAO), MamadouDiallo, a inaugurao do Centro uma demonstrao da von-

    tade do Executivo de elevar osector das Pesas ao mais altopatamar das suas polticas dediversificao da economia.Mamadou Diallo manifestou-sesurpreendido com a gran dezado empreendimento. Quandolanmos a primeira pedra paraa sua edificao, em 2013, esta-va longe de imaginar quepoderamos inaugura hoje estegr