Folha diocesana ed221

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O jornal Folha Diocesana circula na Diocese de Guanhes.

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  • IOCESANAFOLHA

    IN FOR MA TI VO DA DIO CE SE DE GUA NHES | MG | ANO XVIII | N 221 | Novembro de 2014D

    | PGINA 3 | | PGINA 6 | | PGINA 8 |

    Para os que creem noCristo, a vida transformada

    Diga-me como vocfala e lhe direi que

    tipo de cristo voc !

    Dom Jeremias anunciaalterao na

    transferncia de padres

    | PGINA 4 |

    DNJ2014 Feitos parasermos livrese no escravos

    A Aliana de Amor umaforma original de viver a

    aliana batismal,enlaados com Maria.

  • Con se lho Edi to rial:

    Padre Ado Soares de Souza,

    padre Saint-Clair Ferreira Filho,

    Taisson dos Santos Bicalho

    Reviso: Mariza da Consolao Pimenta

    Dupim

    Jor na lis ta Res pon s vel:

    Luiz Eduar do Bra ga - SJPMG 3883

    En de re o pa ra cor res pon dn cia:

    Rua Amvel Nunes, 55 - Centro

    Guanhes-MG - CEP: 39740-000

    Fone:(33) 3421-3331

    fo lha dio ce sa na@ gmail.com

    Editora Folha Diocesana

    de GuanhesLtda

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    www.diocesedeguanhaes.com.br

    Pro du o Gr fi ca:

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    Floresta - Belo Horizonte - MG

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    www.folhadafloresta.com.br

    expediente

    2 NOVEMBRO2014

    O jornal Folha Diocesana reserva-se o direito de condensar/editar as matriasenviadas como colaborao.Os artigos assinados no refletem necessariamente a

    opinio do jornal, sendo de total responsabilidade de seus autores.

    COMEMORAO - NOVEMBRO DE 2014Padres, religiosas, consagradas e seminaristas da diocese de Guanhes

    DAREDAO

    Novembro

    04 Pe. Valter Guedes de Oliveira Nascimento

    15 Pe. Manoel Godoy Ordenao

    20 Pe. Jos Aparecido de Pinho Nascimento

    22 Pe. Mrio Gomes dos Santos Nascimento

    25 Pe. Elair Sales Diniz Ordenao

    27 Pe. Jos Aparecido dos Santos Nascimento

    Lista dos Aniversrios dos Seminaristas da Diocese de Guanhes

    Novembro

    06 Jos Aparecido de Miranda Nascimento

    Cale

    ndr

    io D

    ioce

    sano

    Edito

    rial

    contribua com a

    FOLHADIOCESANA

    Dados para depsito bancrio:

    Editora Folha Diocesana de Guanhes

    Cooperativa: 4103-3

    Conta Corrente: 10.643.001-7

    SICOOB-CREDICENM

    A FOLHA DIOCESANAPRECISA DE VOC

    NOVEMBRO01 Todos os Santos01 Ministrio de Aclitos s 19hs. na Catedral01 Reunio dos Coordenadores da Catequese5 Coordenao de Pastoral (14hs.)5 Colgio dos Consultores (9hs.)7 a 9 Assemblia Regional Leste II Pastoral Vocacional8 Encontro Vocacional8-9 Formao da Juventude Missionria9 Presena Equipe da Causa do Cn.Morro do Pilar 11 a 13 Assemblia do Regional Leste II em BH11 PASCOM15 Escola de Teologia Pastoral Prtica Pastoral (Eliana)17 Lazer dos servidores22 Escola de Teologia: 15hs. Espiritualidade; 19hs. Missa em ao de

    Graas na Catedral; 20hs. Entrega dos certificados no Salo daCatedral

    24 Encontro de convivncia mensal dos padres em Maranho e En-contro dos padres com mais de 10 anos de ministrio aps as15hs (10hs. Missa)

    25 a 26 Encontro Diocesano de Planejamento para 201528 Diaconato de Bruno na Catedral s 19:30hs.29 CRB em Guanhes 29 a 30 Quarto Encontro formao para lderes da PJ30 Rebanho em Virginpolis

    DEZEMBRO02 Estudo da Campanha da Fraternidade 2015 (Pe. Ismar)06-07 ECC (Segunda etapa) em Guanhes09 PASCOM10 Aniversrio de ordenao presbiteral do bispo e Confraternizao

    de final de ano dos padres na Parquia de Sabinpolis.14 Presena Equipe da Causa do Cn. em Sabinplis.15 Incio das Novenas de Natal

    H pouco mais de um ms para findarmos 2014, a penlti-ma edio deste ano da Folha Diocesana chega trazendo amovimentao de nossa igreja diocesana atravs da festa pe-lo Dia Nacional da Juventude, celebrado na parquia NossaSenhora da Glria, em Divinolndia de Minas, e da celebraodo centenrio da devoo Me Rainha, celebrado nas par-quias So Miguel e Almas, em Guanhes, Santo Antonio, emPeanha.

    A parquia So Jos, em Paulistas, tambm esteve movi-mentada em outubro com a instituio do sacramento da cris-ma a cerca de 400 jovens e a festa de So Geraldo, na comu-nidade de Baguari essa comunidade pertence parquia deSo Joo Evangelista, em So Joo Evangelista, mas aten-dida pelo proco de Paulistas.

    Aproximamo-nos do Natal e, nesta edio, contamos com acolaborao do seminarista Jaciel Dias que nos apresenta oCristo Rei no tempo comum. Jaciel cursa o primeiro ano deTeologia no Seminrio Nossa Senhora do Rosrio, em Cara-tinga.

    Uma das lembranas s quais nos remetemos em novem-bro so nossos amigos e entes que no mais entre ns fisica-mente. Sobre o dia de Finados, padre Ismar Dias de Matos, fazum relato histrico e escreve acerca de nosso desejo pelaimortalidade. Padre Ismar professor de Filosofia e CulturaReligiosa na PUC Minas Pontifcia Universidade Catlica deMinas Gerais.

    Quem canta seus males espanta e quem canta reza duasvezes, diz a sabedoria popular. Tendo seu dia celebrado emnovembro, Santa Ceclia, a padroeira dos msicos, tema deartigo do padre Joo Evangelista, proco da parquia So Mi-guel e Almas, em Guanhes, em transferncia para a parquiaNossa Senhora da Pena, em Rio Vermelho. Padre Joo tam-bm apresenta o canto como elemento litrgico.

    Tambm nesta edio, artigo do Papa Francisco. Em No evanglico falar de coisas feias, mundanas, hipcritas, o San-to Padre nos pergunta se somos cristos da luz ou das trevasou, ainda pior, cinzentos, por no sabermos se seguimos aDeus ou ao diabo. Diga-me como voc fala e te direi que tipode cristo voc , nos provoca o lder da Igreja Catlica Apos-tlica Romana.

    Por fim, temos a alegria em anunciar a ordenao de maisum dicono para nossa amada diocese. Bruno Costa Ribeiroreceber o diaconato pela imposio das mos de nosso bis-po diocesano, Dom Jeremias Antonio de Jesus, dia 28 destems, na catedral de So Miguel e Almas, em Guanhes

  • Os catlicos comemora-mos, dia 02 de novem-bro, o dia dos fiis de-funtos: finados, ou seja,lembramos aqueles(as)

    que chegaram ao fim de sua vida ter-rena. Alm desta, existe outra e, paraos que creem no Cristo, a vida transformada e, desfeito o nosso cor-po mortal, nos dado no Cu umcorpo imperecvel. Essas ltimas pa-lavras so tiradas do prefcio da mis-sa de exquias.

    Segundo as cincias da religio,os seres humanos celebram rituaisfnebres h cerca de trinta mil anos,pois foram encontrados tais sinaisem escavaes arqueolgicas: pes-soas encontradas em urnas mortu-

    rias, com amuletos e outras peas in-dicativas de que houve, na sepulturado corpo, algo alm da simples de-posio do cadver em lugar ondehaveria a natural decomposio. Oprprio fato de colocar os cadveresno ventre da terra parece atestar acrena de que o ser humano, origi-nrio da terra, dela renasceria quan-do nela fosse sepultado. Em resumo:o ser humano espera que a vida con-tinue aps essa primeira etapa quefindamos, e que comemoramos em02 de novembro.

    Nossa esperana tem um nome:Cristo Jesus! Ele a garantia de nos-sa imortalidade. Ele foi o primeiro avencer a morte, ressuscitando ao ter-ceiro dia, conforme as Escrituras.

    Com Ele tambm ressus-citaremos para a glria de-finitiva. Eis a base da fque nos sustenta!

    O ser humano pareceno aceitar pacificamentea morte, pois faz de tudopara continuar vivo, seja

    na memria de seus psteros, sejana gentica de seus descendentes.Escrever o nome numa placa, em umlivro, em uma calada da fama, emqualquer lugar, eis um sinal de dese-jo de no morrer. Vencer uma corri-da, um concurso, uma luta, entrar pa-ra o livro dos Records sempre umalento. Algum, um dia, poder vernosso nome e perguntar: quem foi?Esses desejos, talvez indiretamente,sejam os mesmos daqueles que es-crevem o nome no Livro da Vida, co-mo diz o Apocalipse (3,5).

    Desejar a imortalidade almejarum tesouro no Cu, onde a traa nori, onde a ferrugem no come. Felizdaquele(a) que enche seu coraocom tal desejo, pois estar buscandoinscrever seu nome no Livro da Vida(Ap 20,12), no em livros perecveis,humanos.

    Os cristos, apoiados nos Evan-gelhos, temos a grande alegria de di-zer que a morte no dita o fim denossa existncia. Quando algummorre, nos sentimos tristes, pois fo-mos privados da presena querida,mas a tristeza no sinal de deses-perana. Jesus chorou a morte deseu amigo Lzaro (Jo 11,35), depoiso ressuscitou e o deu s suas irmspor mais algum tempo.

    No Cu, ou seja, na Nova Jerusa-lm (Ap 21,2.10) se reuniro os filhose filhas de Deus para a vida feliz egloriosa, prmio daqueles(as) que vi-veram as bem-aventuranas procla-madas no Sermo da Montanha (Mt5, 1-12 e 25, 31-40).

    Rezemos pelos nossos entesqueridos que se foram. Que o Deusda Vida nos reconforte at o dia denosso encontro definitivo. Amm.

    33NOVEMBRO2014ARTIGOS

    Pe. Ismar Dias de Matosp.ismar@pucminas.br

    F &

    Pol

    tica

    A MORTE E A ESPERANADA IMORTALIDADE

    Os dois ciclos dos tempos fortes doano litrgico - o ciclo do Natal e o cicloda Pscoa - no cobrem o ano todo.Existem perodos entre o fim do tempodo Natal e o incio da quaresma e entrePentecostes e o primeiro domingo doAdvento, que chamamos de Tempo co-mum. So os domingos e as semanasem que celebramos sempre o mistriopascal da morte e ressurreio do Se-nhor, no somente na missa, mas igual-mente em celebraes da Palavra, naliturgia das horas e em outras celebra-es, at nas festas de Nossa Senhorae dos outros santos. Sobretudo cadadomingo do Tempo comum uma pe-quena festa de pscoa. Estes domin-gos, como tambm os dias de semana,so marcados pelas leituras do respec-tivo dia.

    Durante o tempo comum no se ce-lebram aspectos particulares do mist-rio pascal, como acontece nos ciclos doNatal e da Pscoa, exceto algumas fes-tas do Senhor, da Virgem Maria ou dosdemais santos que acontecem dentrodele.

    O tempo decorrido nas 34 semanasfora dos ciclos do Natal e da Pscoa chamado Tempo comum. Os domingosso d