Vitrine Lageana 118

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA 21 dE FEVEREIRO de 2014Opinio SadeSegurana Turismo CidadeEducaoEntrevista Cultura

    Futuros candidatos devem deixar os cargos pblicos

    Poltica 4

    O tempo certo para deixar o

    cargo

    Iniciativa privada envolvida no projeto Amigos da Praa

    Cidade 6

    Projeto prev forma de adoo

    de praas

    O doador ganha o direito a um dia de folga no trabalho

    Sade 10

    Funcionalismo estimulado a doar sangue

    Lages, Sexta-feira 21 de Fevereiro de 2014R$ 2,00

    Ano 04 - Edio 118

    Hospital sob nova direoA funcionria pblica Beatriz Montemezzo assume o desafio de administrar o Hospital Tereza Ramos em Lages Pg. | 03

    Fbio Ram

    os

    Um copo de suco de laranja engorda tanto quanto um

    bombom

    Voc sabia?

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA 21 dE FEVEREIRO de 2014Onde a impunidade nos levar?As manifestaes propositivas da classe trabalhadora e da popu-lao brasileira sempre resultaram em avanos para o pas. A violncia s nos empobreceu. So vrios os fatores que

    fizeram das recentes manifestaes legtimas da sociedade palco de cenas de violncia descabida, orquestrada por uma minoria que esconde a cara para promover puro vandalismo e sel-vageria. Pessoas que se escondem no obscurantismo dos Black Blocs para promover aes inconsequentes como

    a que tirou a vida do cinegrafista San-tiago Andrade. Pessoas que trocam o crebro pelos msculos, o debate das ideias e das reivindicaes pela irracio-nalidade.No precisamos de novas leis. O Estado precisa fazer o seu papel que cumprir a legislao. Temos uma polcia que no consegue apurar os fa-tos. E se no consegue apurar os fatos, no pode fazer valer o peso da lei, no pode punir os criminosos. Menores in-fratores so detidos e liberados porque

    no existem vagas nas unidades de re-abilitao desses jovens. Alm disso, temos um sistema ju-dicirio moroso e ardiloso que fa-vorece o poder financeiro e, de quebra, a impunidade. fato: quem tem bom ad-vogado escapa, espera a prescrio de prazo em liberdade. Lembram-se do caso da operao Moeda Verde que agitou a capital catarinense no ano de 2007? At hoje segue sem concluso, sem que ne-nhum dos 54 acusados fosse julgado. Ca-sos de corrupo em outros rgos e em-

    presas pblicas tambm sem resposta, vide Celesc e caso Monreal (prejuzo de R$ 200 milhes ao Estado Catarinense). E no caso do desvio de automveis, peas e motores apreendidos pela Secretaria de Segurana Pblica, cad os punidos? preciso reao do Estado, para que essa sensao de impunidade no nos leve barbrie, com o cidado que-rendo ser mais cruel do que o bandido.

    Deputado Estadual Dirceu Dresch - PT

    Nossa Opinio

    No so poucos os e-mails que chegam a nossas caixas despejando um amontoado de informaes a respeito de coi-sas estarrecedoras que aconte-cem no Brasil, especialmente com envolvimento da alta cpula poltica. O uso e o des-vio de dinheiro pblico, acima de tudo, se sobressaem com aparente naturalidade. Uma vez ou outra, tais operaes ilcitas ganham notoriedade na mdia. Assim, fica-se sabendo que nossas autoridades no deixam passar tudo em branco. De resto, ficamos sem saber o que os bastidores seguem aprontando nesse imenso Brasil.No caso dos mensaleiros condenados, um alento. Pelo menos um pouco dessa desfaatez que envergonha os homens de bem, est sendo punida. Fatos que jamais hava-mos testemunhado em pas-

    sado recente. Mesmo assim, h muito para ser descoberto. Isso sem contar as doaes para o pagamento das multas dos condenados. O triste no Brasil saber que a propina est em tudo o que se imagina no que tange ao setor pblico, inde-pendente de lugar. Sempre h quem tire vantagem. So aes ilcitas muito bem articuladas e que raramente tornam-se conhecidas.Por outro lado, o aporte de recursos somente para a construo dos est-dios fantstico. Em todos os eles, os oramentos quase duplicaram no decorrer das obras. Todas faranicas. E que ningum diga que cada centavo foi muito bem apli-cado. Por essas e outras coisas que no d para tirar as razes dos manifestos que ocorrem com frequncia nos grandes centros do Pas.

    Qual a verdade?

    Grimpa

    O Municpio de Lages no tem o costume de trabalhar campanhas de educao envol-vendo o trnsito. Tudo nela transcorre con-forme se bem entende, especialmente, em se tratando do comportamento do pedestre. H cidades em que a Faixa de Segurana sagrada. O pedestre se aproxima e os carros instantaneamente param. Por outro lado, os pedestres obedecem todos os sinais em harmonia com os veculos. Em Lages no. Cada cidado tira proveito do menor espao e se coloca em risco a todo o momento. Faltam iniciativas, mas quem sabe...

    Falandoem Educao

    No precisa ser um grande obser-vador para perceber a falta de verde na cidade de Lages. Impres-siona um municpio encravado na Serra Catarinense, onde tanto se fala em preservao, e no ter a cultura de plantios de rvore na parte ur-bana. Coisa bem diferente em vrias cidades, de Santa Catarina mesmo, onde se v, aparentemente, mais rvores nas ruas do que qualquer outra coisa. A abundncia do verde

    impera. Infelizmente, o mesmo, to cedo, no poder ser dito em Lages. Ser que isso pode mudar?

    !

    ...

    Atenos motos ?FaltaverdeSeria pedir muito que nossas auto-ridades dessem ateno especial conduo das motocicletas nas ruas de Lages? No no sentido apenas punitivo. Mas que houvesse um plane-jamento no campo da orientao edu-cacional. Que parem todos os condu-tores nas ruas e trabalhem fortemente a conscincia. Entreguem materiais com esclarecimento sobre o que vem acontecendo em funo da irrespon-sabilidade de muitos condutores. Que o setor de Segurana Pblica se una a entidades e crie uma campanha permanente. No nada difcil!

    Opinio1202

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA 21 dE FEVEREIRO de 201403

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