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DIRECTOR CARLOS MORAIS JOSÉ WWW.HOJEMACAU.COM.MO MOP$10 QUARTA-FEIRA 30 DE JULHO DE 2014 ANO XIII Nº 3142 hojemacau PÁGINAS 6 E 7 ABSOLVIDO Arquitectura Apartamentos deviam ser mais humanos AGÊNCIA COMERCIAL PICO 28721006 PUB TRABALHO Um mercado de aparências PÁGINAS 2 E 3 SOCIEDADE PÁGINA 9 Estudo revela que por detrás de uma aparente harmonia se esconde uma crise profunda devido ao impacto de um único sector: O JOGO. Ben Leong em entrevista PUB O Caso das Campas chega ao fim. Inocentes – foi o veredicto do TJB que afirma não terem sido provados os factos da acusação. O futuro de Raymond Tam e dos outros três arguidos envolvidos no processo continua a ser um incógnita até que a sentença transite em julgado. PUB

Hoje Macau 30 JUL 2014 #3142

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Hoje Macau N.º3142 de 30 de Julho de 2014

Text of Hoje Macau 30 JUL 2014 #3142

  • DIRECTOR CARLOS MORAIS JOS WWW.HOJEMACAU.COM.MO MOP$10 Q UA R TA - F E I R A 3 0 D E J U L H O D E 2 0 1 4 A N O X I I I N 3 1 4 2hojemacau

    PGINAS 6 E 7

    ABSOLVIDOArquitectura Apartamentos deviam ser mais humanos

    AGNCIA COMERCIAL PICO 28721006

    PUB

    TRABALHOUm mercadode aparncias

    PGINAS 2 E 3

    SOCIEDADE PGINA 9

    Estudo revela que por detrs de uma aparente harmonia se esconde uma crise profunda devido ao impacto de um nico sector: O JOGO.

    Ben Leong em entrevista

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    O Caso das Campas chega ao fim. Inocentes foi o veredicto do TJBque afirma no terem sido provados os factos da acusao. O futurode Raymond Tam e dos outros trs arguidos envolvidos no processocontinua a ser um incgnita at que a sentena transite em julgado.

    PUB

  • HOJE

    MAC

    AU

    2 hoje macau quarta-feira 30.7.2014ENTREVISTA

    LEONOR S [email protected]ojemacau.com.mo

    O que pensa do estado actual de Macau, ao nvel do urbanismo e da arquitectura? Na sua opinio, o que falta?Como todos sabemos, Macau hoje uma cidade muito pequena, com apenas 30 quilmetros quadrados e a populao de cerca de 600 mil habitantes, sem contar com a mo de obra no-residente, de quase 100 mil pessoas... H sempre carncia na questo da habitao, h sempre ne-cessidade de mais casas. A escassez de apartamentos faz com que venham investidores de fora fazer especula-o do mercado imobilirio. No que respeita ao problema da habitao, acho que a oferta pouca e h muitas pessoas a precisar de casas, porque as que existem no chegam para toda a gente. Todos estes antecedentes geram muita procura e torna-se difcil de ter casas de boa qualidade quando necessrio constru-las a curto prazo. Recentemente, o Go-verno decidiu aumentar o nmero de habitaes nos aterros da zona A. Acho que h parmetros que deviam ser alterados antes da construo das casas, nomeadamente o IOS [ndice de Ocupao de Solos], que coorde-na a quantidade de edifcios que permitido construir em determinado terreno. O mesmo ir eventualmente acontecer nas zonas B, C, D... Os parmetros tm que ser alterados para se poder construir mais.

    Em que consistiria essa alterao?Falando por exemplo, da zona A. O projecto inicial do Governo definia a construo de seis blocos de aparta-mentos, mas agora alterou para oito. Ou seja, ocupada mais rea e so construdas mais habitaes.

    Considera que seria melhor cons-truir menos edifcios com habita-es maiores, ou mais blocos com apartamentos de menor dimenso?Depende de quem o utilizador e qual a finalidade da habitao. Actualmente, o Governo tem a viso de fazer apartamentos mais pequenos para efeitos de habitao econmica, mas eu acho que devia ser feita a distino entre dois tipos de casas. Ou seja, os de habitao pblica devem ser apartamentos mais acessveis e pequenos, pois possibilita que mais pessoas possam usufruir e no espe-rem tanto tempo. Acho que o Gover-

    Para o presidente da Associao dos Arquitectos de Macau, Ben Leong, h vrios diplomas e regulamentos legislativos a precisar de reviso e alterao urgente, a grande maioria por no ser conducente com a realidade da RAEM actual. Ben Leong disse ainda que apoia a acreditao profissional, mas nem sempre o registo nas Obras Pblicas

    no tem a responsabilidade de ajudar a populao a conseguir habitaes e uma vida mais estvel e por isso que considero que devia haver mais habitaes pblicas, providenciadas pelo Governo. Claro que tambm acho que os apartamentos deviam ser mais humanos, no deviam ser assim encaixados de qualquer maneira. Os projectos para este tipo de casas deviam ser melhor pensados. O Governo que decide, atravs de uma guia, os tamanhos autorizados para os projectos que os arquitectos fazem, qual a rea, etc...

    Acha que o Governo devia criar uma nova guia, com uma expanso das reas, por exemplo? Acho que a guia padro actual e as reas impostas so suficientes e aces-sveis para as pessoas, portanto acho que no h necessidade de mudar ou ampliar. Comparando com Hong Kong, por exemplo, onde ainda h espao para construir. As reas [de habitao pblica] so ainda mais pequenas do que aqui. Nos anos 70 e 80, ainda havia bairros de lata e casas de madeira, que no tinham casa de banho nem cozinha... Hoje em dia, Macau est bastante melhor. As condies das habitaes esto a melhorar cada vez mais.

    Qual a sua opinio em relao ao preo das casas no territrio?Acho que so valores muito eleva-dos, sem dvida. Quase ningum da classe mdia consegue comprar casa. O Governo devia pensar no s em aumentar o nmero de habitaes econmicas, mas tambm de priva-das, que possam ser compradas por outro tipo de pessoas. Acho que o problema da habitao s pode ser resolvido com a implementao da alterao do IOS feito na zona A em todas as outras zonas de cons-truo do territrio. No h terrenos e se no construirmos em altura, vamos continuar com o mesmo problema.

    ento, a favor da construo de prdios em altura?Claro, que remdio, em Macau... Se no conseguirmos desenvolver os edifcios volumetricamente, como podemos dar casa a toda a gente?

    que h vrias pessoas nomea-damente outros arquitectos que esto contra a construo de pr-dios muito altos, por prejudicar a paisagem urbana da cidade...

    BEN LEONG, PRESIDENTE DA ASSOCIAO DOS ARQUITECTOS DE MACAU

    Os parmetros tm que ser alterados para se poder construir mais habitaes

    PERFIL O arquitecto Ben Leong est em Macau h vrios anos, tendo ficado recentemente responsvel pela obras de comple-xos escolares na zona de Seac Pai Van. Exerce funes enquanto membro do Conselho do Planeamento Urba-nstico e presidente da Associao dos Arquitectos de

    Macau, onde desenvolve, entre outros, vrios projectos para jovens arquitectos no territrio.Quase ningum da classe mdia consegue comprar casa. O Governo devia pensar no s em aumentar o nmero de habitaes econmicas, mas tambm de privadas, que possam ser compradas por outro tipo de pessoas.

  • 3 entrevistahoje macau quarta-feira 30.7.2014

    BEN LEONG, PRESIDENTE DA ASSOCIAO DOS ARQUITECTOS DE MACAU

    Os parmetros tm que ser alterados para se poder construir mais habitaesSe estiver numa zona patrimonial protegida, claro que tudo tem que ser bem estudado e por isso mesmo que foi feita a nova lei de proteco do patrimnio. Brevemente, tambm teremos o novo regulamento de construo urbana, que acho que j deve estar a ser pensado para ir ao encontro da legislao de proteco de patrimnio cultural.

    H uns tempos, falou sobre a zona de Coloane poder ser uma das opes para aliviar o problema da habitao e da falta de espao em Macau e na Taipa. Em que consistiria isso?At agora, no houve qualquer desen-volvimento [arquitectnico] naquela zona, sem ser Seac Pai Van, que est na periferia. Comparativamente com Macau e Taipa, acho que Coloane ainda tem terrenos que podem ser aproveitados para construo de habitaes.

    E acredita que possvel fazer isso sem ocupar zonas verdes da ilha?Sim, claro. A ideia no desmanchar nem destruir zonas verdes. A zona dos prdios Hellen Garden, na praia de Hac S... J l est h muito tempo e nunca estragou zonas verdes. No podemos ter aquela ideia geral de que se para construir em Coloane para destruir. As coisas tm que ser bem estudadas, mas acho que h terrenos que podem ser desenvolvidos, como por exemplo toda a linha que vai do Cotai at zona do templo de Tam Kong, que no tem rea verde... At porque h muitas pessoas que at gostam de morar em Coloane, que uma zona mais calma e com menos poluio. Pode-se pensar, por exem-plo, em prdios de densidade baixa [com poucos andares] a formarem um bairro residencial. No tempo da administrao portuguesa, pensou--se em fazer uma zona de edifcios industriais e agora o Governo da RAEM est a pensar em reverter esta zona para rea habitacional.

    Essa hiptese j est a ser estudada pelo Governo?Sim. Alis, julgo at que tem mesmo a iniciativa de fazer isso, junto a Seac Pai Van, onde existem edifcios in-dustriais que emitem muita poluio. Qualquer dia, deixa de haver espao no Cotai alm de que uma zona s de entretenimento mas toda a zona por trs podia ser de habitao.

    Isso obrigaria criao de infra--estruturas de apoio, como escolas, supermercados, centros comer-ciais...Claro. O Governo tambm deveria pensar nisso quando estivesse a planear a questo. Tm que existir

    vrios servios de apoio, como um mercado, centros educativos, etc... A opinio da populao no pode passar em branco.

    No que respeita ao diploma da acreditao profissional, que est actualmente em discusso na Assembleia Legislativa. No papel de presidente da Associao dos Arquitectos de Macau, como v o desenvolvimento dos trabalhos?A associao j deu vrias opi-nies ao Governo. Um dos pontos que queria referenciar a questo das empreitadas pblicas. As obras devem poder contar com a presena de tcnicos especializa-dos de fora [de Macau] que podem fazer o projecto... Contudo, acho que devia haver um arquitecto local que se responsabilize pela assinatura e superviso do projec-to. Outra das questes diz respeito categorizao. Neste momento, os arquitectos cumprem tambm o papel de urbanistas mas no futuro, a nova acreditao dever definir diferentes escales, com uma rea especfica para urbanistas. A associao prope tambm ao Go-verno que os arquitectos de Macau possam continuar a desempenhar o papel de urbanistas, ou seja, a fazerem plantas de urbanismo. H certos artigos que acho que no deviam ser utilizados em Macau. Muitas vezes, a discusso das leis passa pela comparao com outras regies vizinhas, mas neste caso acho que no possvel comparar, por exemplo, com Hong Kong, que um territrio muito maior. A associao tem estado a par das mudanas na legislao.

    Que outros pontos julga serem importantes?Resumindo, acho que, no final, toda esta questo da acreditao profissio-nal tem que ver com a responsabili-zao do projecto e com a segurana das obras e do prdio, em termos futuros. Considero que a acreditao e o registo devem acontecer em prol da segurana. Por outro lado, acho que no preciso diversificar muito, como acontece hoje em dia. Ou seja, no acho que seja necessrio haver tantos tipos diferentes de engenheiros e arquitectos numa s obra e todos assinarem o projecto... At porque assim torna-se complicado definir quem o responsvel pela obra, j que todos tm l o seu nome.

    Ou seja, da opinio que o nmero de profissionais includos numa obra deviam ser reduzidos?Sim, isso e ter algum que se res-ponsabilize essencialmente pela segurana da obra e sua manuteno.

    A legislao, actualmente em discusso, engloba que tipo de profissionais?Urbanistas, arquitectos, engenheiros civis, electrotcnicos, electromecni-cos, de indstria, engenheiros qumi-cos e de gs, ambientais, de trfego....

    A legislao em estudo prev o re-gisto de todos nas Obras Pblicas?Sim. A questo que quase todos os engenheiros das especialidades de que falei, por exemplo, apenas pode dedicar-se a uma rea em qualquer parte do mundo. Ou seja, um enge-nheiro de trfego apenas pode subs-crever projectos relacionados com o trnsito. Acredito que precisemos de todos estes profissionais c em Macau, mas no precisam todos de assinar um projecto. A minuta que est a ser discutida no con-clusiva, mas sim, a ideia que todos eles tenham que estar registados. S deviam ser registadas as pessoas que tm responsabilidade sobre as obras especficas

    Como que seria feita a acredi-tao?Neste momento ainda cedo para saber, mas julgo que dever ser criada uma comisso para tratar disso.

    No que toca qualificao dos pro-fissionais de Macau. Considera que h pessoas qualificadas suficientes para exercer arquitectura?Muitos estudantes formados em arquitectura tiram os cursos em faculdades normais e conseguem

    registar-se nas Obras Pblicas. Futuramente, depois do diploma de acreditao, estes arquitectos recm-licenciados tero que fazer um exame e um estgio obrigatrios para exercerem funes na rea. Acho que isto vai conseguir elevar o patamar de qualidade profissional.

    Relativamente lei do Planea-mento Urbanstico. Considera que vai ser fcil de implementar, mesmo com a construo massiva em Macau?Temos que ter noo que o objectivo da criao desta legislao no es-tabelecer normas de construo dos edifcios. O intuito estabelecer um diploma que defina que tanto o Go-verno como a populao podem par-ticipar activamente, com opinies, na construo dos novos projectos das Obras Pblicas. uma iniciativa nova em Macau, de consultoria, de pedir opinio das pessoas.

    Todos os projectos que so discu-tidos nas reunies ordinrias do Conselho do Planeamento Urba-nstico so alvo de consulta pblica. H quem considere que a maioria das pessoas no tem formao acadmica suficiente para lanar sugestes sobre estes projectos...Acho que esta iniciativa bastante importante porque existe uma nova transparncia por parte do Governo, existindo uma plataforma que pos-sibilita a participao da populao. Antigamente, as obras eram todas discutidas s pelas Obras Publicas porta fechada. Agora, com a co-misso, que tem vrios membros que representam diversas reas da populao, possvel supervisionar melhor o plano urbano de Macau. Acho que isto consegue esbater um bocado a ideia de que o Governo est ligado ao sector dos empresrios e que as coisas so feitas de forma pouco transparente...

    Acha que vai funcionar? que a ltima deciso continua a ser das Obras Pblicas.O papel da comisso tipo con-sultoria e os seus membros esto presentes a ttulo consultivo, no tm poder de deciso. No entanto, todas as opinies dos membros so imediatamente transmitidas ao Governo, que acredito que ouve e pondera aquilo que ouve.

    No que toca legislao de Macau respeitante s reas de arquitec-tura e urbanismo. H alguma lei, decreto ou regulamento que con-sidera que deveriam ser alteradas, para um melhor funcionamento do sector?Tantos... O Regulamento Geral de

    Construo Urbana, por exemplo... Ou o Regulamento de Segurana de Incndios. So legislaes que tm que ser revistas e alteradas.

    Porqu?O regulamento de Segurana de Incndios de 1996 e o Geral de Construo Urbana de 1985, mas a lei geral dos anos 60 e com-pletamente diferente da realidade actual. J nem se fazem construes como aquelas que o diploma indica. Aquilo destinado s colnias, como as de frica e tudo mais... J no fazem sentido. Houve algumas alteraes, mas a sua base ainda est em vigor. Naquela altura, por exemplo, estipulava-se a construo de edifcios de trs pisos e hoje em dia j nem se faz isso. Outra das questes a rea de regulamentao de toda a rea elctrica... No h ne-nhuma legislao que reflicta sobre esta rea e o mesmo acontece sobre a arquitectura ambiental e questes referentes ao ambiente.

    Mas j existem algumas normas...Sim, mas todas elas so muito gerais, no h nada muito especfico.

    Em relao ao Metro Ligeiro. O as-sunto tem vindo a ser bastante de-batido pela populao. H mesmo, na zona norte, quem considere que o traado da Areia Preta deveria ser subterrneo ao invs de passar pelo meio do jardim. O projecto foi alvo de consulta pblica e mais de cem pessoas sugeriram a constru-o por baixo da terra, embora o Governo continue a afirmar que o metro ser feito ao nvel da rua. Qual a sua perspectiva sobre o assunto?O Governo deve estar a considerar a questo do custo e do tempo de durao da obra. Construir o metro por baixo dever custar mais dinheiro e demorar mais tempo, ainda por cima com o trnsito daquela zona, que intenso.

    Qual , para si, a melhor soluo?Tecnicamente, indiferente que o metro passe por cima ou por baixo. O Governo tem que ter em conta a opinio da populao, que, pelos vistos, bastante agressiva neste sentido. preciso pensar na melhor opo para as pessoas e o Executivo tem que pensar porque que se faz assim ou assado? Na minha opinio, no caso de construes desta enver-gadura, no h apenas uma opo certa e nunca ningum vai estar plenamente de acordo com uma nica hiptese. O ponto essencial, nestes casos, o Governo conseguir tomar decises que satisfaam a vontade das pessoas.

    O Regulamento Geral de Construo Urbana, ou o Regulamento de Segurana de Incndios, so legislaes que tm que ser revistase alteradas

    No acho que seja necessrio haver tantos tipos diferentes de engenheirose arquitectos numa s obra e todos assinaremo projecto...

  • 4 hoje macau quarta-feira 30.7.2014POLTICA

    FLORA [email protected]

    O presidente da Asso-ciao dos Armadores de Ferro e Ao, Wong Wai Man, assegura que conseguiu recolher 23 assinaturas de membros da Comisso Eleitoral do Chefe do Executivo para ser candi-dato a lder do Governo. O tambm activista no conseguiu reunir as 66 que precisava, mas considera que isso s aconteceu porque no h sufrgio directo.

    Na semana passada, Chui Sai On conseguiu entregar 331 boletins de propositura para ser oficialmente candidato a lder do Governo. O actual Chefe do

    Assistncia social Falta de licenciamento com impacto nos profissionais Sade Profissionaisquerem mais segurana

    CHUI SAI ON APRESENTA PROGRAMA AO COLGIO ELEITORAL Sem mais concorrentes ao cargo para Chefe de Executivo, Chui Sai On segue sozinho para um lugar que j ocupa h cinco anos. Depois de terminado o prazo de entrega dos formulrios de candidatura, ontem s 18 horas, a Comisso para os Assuntos Eleitorais do Chefe do Executivo (CAECE) falou comunicao social, transmitindo que o passo seguinte ser a realizao de uma sesso de esclarecimento do programa poltico entre o nico candidato e os membros da Comisso Eleitoral. Agendada para dia 16 do prximo ms, a reunio servir para os membros da Comisso Eleitoral colocarem questes sobre o programa poltico ao candidato, como explica a presidente da CAECE, Song Man Lei, que, mais uma vez, no se mostrou disponvel para comentar sobre o referendo civil.

    Se o Chefe do Executivo fosse eleito por todos os residentes de Macau, j conseguia assumir o cargo, porque j ganhei mais de 400 apoiosWONG WAI MAN Presidenteda Associao dos Armadoresde Ferro e Ao

    Chui Sai On recolhe menos assinaturas do que h cinco anos, mas mesmo assim a corrida ao cargo de Chefe do Executivo vai ser feita a uma s voz

    ELEIES CE WONG WAI MAN DIZ TER 23 ASSINATURAS DA COMISSO ELEITORAL

    Chefe corre sozinho

    A deputada Chan Hong apontou ontem numa interpelao escrita que os regulamentos sobre subsdios para as entida-des privadas dos servios sociais j so demasiado antigos e no so adequa-dos aos servios actuais. Chan Hong assegura que os regulamentos tm falta de flexibilidade e trazem muitas dificuldades para o funcionamento das associa-es dos servios sociais.

    A deputada d como exemplo o subsdio actual para o sector, que fixo e faz com que os funcionrios no possam ter aumentos ao nvel da remunerao, de acordo com experincia ou com os anos de trabalho, por

    A deputada Wong Kit Cheng quer que o Go-verno explique como que as autoridades tratam dos casos da violncia contra os profis-sionais de sade e que tipo de apoio lhes prestado. Numa interpelao escrita entregue Assembleia Legislativa, a tambm vice-presidente da Associao Geral das Mu-lheres de Macau explica que, apesar de no serem muitos os casos de profissionais de sade gravemente ofendidos em Macau, so frequentes as injrias, ameaas, assdio e encontres intencionais aos profissionais da rea.

    Para Wong Kit Cheng, este tipo de situao provoca aos trabalhadores aborrecimen-

    to, cansao, frustrao, falta de pacincia e medo, sentimen-tos que podem afectar gra-vemente o profissionalismo que exigido na rea da sade. Ainda no mesmo documento, a deputada explica que, ao contrrio de Macau, tanto Hong Kong como Taiwan tm uma legislao que pune com pena de multa e at de priso quem pratica actos que afectem o trabalho dos pro-fissionais de sade ou ponham em perigo a segurana dos estabelecimentos de sade e, por isso, questiona o Governo se o mesmo vai acontecer no territrio. Wong Kit Cheng tem sido uma das deputadas activas no que se refere aos vrios tipos de violncia. - H.M.

    exemplo. A deputada afirma que isto causa uma grande mobilidade do pessoal, algo que no faz com que a quali-dade dos servios aumente, porque h poucos recursos humanos nesta rea.

    Chan Hong apela nova-mente ao Governo para pro-mover o mais rpido possvel um sistema de licenciamento dos profissionais dos servios sociais, promovendo mais apoios e aumentando a qua-

    lidade dos funcionrios locais deste sector. Actualmente, diz, estes no tm um plano de carreira concreto, o que faz com que o sector tenha presso ao nvel da mo-de--obra. - F.F.

    ASPIRANTE A CANDIDATO CRIT ICA ELEIESTambm Lei Kuong Un, mdico de medicina chinesa, tentou candidatar-se a Chefe do Executivo, mas no conseguiu obter assinaturas suficientes. Ainda assim, Lei Kuong Un tentou entregar 110 assinaturas de residentes de forma a mostrar a sua insatisfao perante a forma como escolhido o Chefe do Executivo. Percebo bem que as proposituras no so vlidas, mas espero mostrar a minha insatisfao sobre o sistema da eleio. A Comisso Eleitoral no me deu nomes e nmeros de telefone dos membros. Os 400 membros monopolizam as eleies, frisou. A Comisso para os Assuntos Eleitorais do Chefe do Executivo vai, ainda assim, analisar as assinaturas de Lei Kuong Un, para verificar se existe alguma vlida.

    Executivo recebeu menos apoio do que em 2009, mas este ano o nmero de membros da Comisso Eleitoral tambm aumentou. Chui deixou em aberto a possibilidade de concorrncia, mas Wong Wai Man no vai conseguir correr ao lado do actual lder do Governo faltavam-lhe 43 assinaturas.

    Wong Wai Man referiu ao HM que tentou ao mximo contactar por si prprio ou atravs da ajuda de amigos os membros do Colgio Eleitoral para conseguir assinaturas. Wong assegurou que no foi difcil contactar os membros, mas foi difcil que todos o apoias-sem. Contactei muitos membros da Comisso Eleitoral, mas finalmente

    acabei por ganhar apenas 23 as-sinaturas, disse Wong Wai Man, continuando que, contudo, conse-guiu mais de 400 assinaturas de residentes de Macau.

    O presidente da Associao dos Armadores de Ferro e Ao acredita mesmo que iria con-seguir ser eleito, caso fossem

    os residentes a escolh-lo. Se o Chefe do Executivo fosse eleito por todos os residentes de Macau, j conseguia assumir o cargo, porque j ganhei mais de 400 apoios, mais do que as assinaturas dos membros

    que Chui Sai On ganhou. S que as assinaturas dos residentes

    no so vlidas.

    REFERENDO NO PARA AGORA

    Embora o lder da associao no consiga ser candidato,

    Wong Wai Man espera que a sociedade de Macau possa

    ser cada vez mais democrtica. Os 400 membros da Comisso

    Eleitoral no podem representar todos os residentes de Macau. A eleio do Chefe [do Executivo] dever ser um sufrgio, ou seja, todos os residentes podero votar no cargo, frisa.

    No entanto, Wong critica a elaborao de um referendo civil sobre o sufrgio universal a ser or-ganizado por trs associaes locais. Aquele referendo falso, porque Macau ainda no maduro, nem a Lei Bsica regulamenta que se faa um referendo. As associaes esto a confundir coisas certas e erradas e esto a causar conflitos sociais.

    Tambm Lee Kin Yun, outro conhecido activista local pr--democracia diz discordar tambm do referendo civil.

  • O que sugerimos que depois da primeira anlise preliminar, dentro dos candidatos aceites, faremos o sorteio

    TIAG

    O AL

    CNT

    ARA

    5 polticahoje macau quarta-feira 30.7.2014

    O objectivo a agilizao dos processos de atribuio de casas. A nova proposta de lei com alteraes deve chegar AL em Outubro ANDREIA SOFIA [email protected]

    O processo de re- viso da Lei da Habitao Econmica ir incluir uma alterao que prev maior celeridade na realizao do sorteio para a atribuio de casas. A ga-rantia foi dada ontem pelo Executivo, em conferncia de imprensa.

    O actual diploma exige que, depois de se receberem todas as candidaturas [ao concurso de habitao], tm de se fazer duas fases

    O S deputados da 3. Co-misso Permanente da Assembleia Legislativa (AL) querem que o Governo altere o valor mnimo das multas em casos de erro mdico. A proposta foi feita em mais uma reunio, ocorrida ontem.

    As multas sobre o preenchi-mento dos processos clnicos,

    N G Kuok Cheong e Au Kam San, deputados e membros da Associao Novo Macau (ANM), entregaram ontem uma carta junto da sede do Governo com propostas para o planeamento de habitao pblica na zona A dos novos aterros. Au Kam San disse que, em 2009, o Governo Central autorizou a utilizao dos novos aterros, mas depois de cinco anos a Zona A, a mais importante, ainda no est planeada.

    Por isso, apresentaram uma so-luo para a habitao econmica e social. Como as necessidades de habitao econmica so maiores, a proporo deve ser 80% para a habitao econmica e 20% para a social, disse Au Kam San.

    Alm disso, frisam os deputa-dos, as autoridades prevem que a zona A ficar concluda em 2016, mas ter de se esperar at 2019 para que os residentes possam fazer os seus pedidos. E ainda mais trs ou quatro anos depois que vo conseguir ter a casa, referem.

    Au Kam San pediu ainda ao Governo para que este arranque

    Zhang Dejiang Referendo viola a Lei BsicaO presidente do Comit Permanente da Assembleia Popular Nacional, o principal rgo legislativo da Repblica Popular da China, fez saber, ontem que est a par do referendo informal planeado por associaes do campo pr-democrata de Macau, uma iniciativa que, no entender de Zhang Dejiang, viola a Lei Bsica, diz a rdio Macau. O presidente da Assembleia Popular Nacional entende que todas as actividades que violam a Lei Bsica so erros que devem ser corrigidos, bem como explicados aos residentes.

    HABITAO PBLICA SORTEIO APS PRIMEIRA ANLISE DE CANDIDATOS

    Dos preliminares aos actos

    ERRO MDICO DEPUTADOS QUEREM REDUZIR MULTAS

    Menos peso nas sanesNOVOS ATERROS DEPUTADOS PEDEM 80% DE HABITAO ECONMICA NA ZONA A

    Para satisfazer necessidades

    sorteio j dentro do novo regi-me, garantiu Andr Cheong. A segunda fase de anlise dos candidatos j ser muito mais rpida e fcil, garantiu o director da DSAJ.

    de trabalho: uma anlise preliminar e, depois, uma mais profunda para con-firmar os dados. Somando essas duas fases, leva cerca de dois anos. S depois dessas fases de apreciao, apurando os candidatos qualificados, que fazemos o sorteio. O que sugerimos que depois da primeira an-lise preliminar, dentro dos candidatos aceites, faremos o sorteio. Depois essas pes-soas sorteadas que vo ser sujeitas a uma apreciao mais detalhada, explicou Andr Cheong, director dos Servios para os Assuntos de Justia (DSAJ).

    A anlise preliminar das mais de 42 mil candidaturas s 1900 fraces disponveis j comeou a ser feita em Maro deste ano, prevendo--se a concluso dos trabalhos em Maro de 2015. Nessa altura, poder ser realizado o

    Tais alteraes s sero concretizadas com a entrada em vigor da nova lei, algo que o Governo pretende que acontea em 2015. Andr Cheong garantiu ainda que objectivo do Executivo apresentar a nova proposta de lei Assembleia Legis-lativa (AL) j em Outubro, depois de terminada a con-sulta pblica.

    dentro do regime sancionatrio da proposta de lei, so, no mnimo, de cinco mil patacas. Alguns de-putados entendem que esta multa elevada e no sabemos quais vo ser as instrues emitidas pelo Governo. Vamos ver se h necessidade de ajustar o valor da multa, explicou Cheang Chi Keong, deputado que preside

    Comisso Permanente, encarre-gue da anlise do diploma.

    Os deputados j terminaram a anlise de toda a proposta de lei do erro mdico, sendo que s na prxima sesso legislativa, a 16 de Outubro, se dever voltar a discutir esta questo, at votao final do diploma.

    Na reunio de ontem, foram ainda discutidas mais algumas informaes. Uma delas est ligada forma como so actual-mente elaborados os processos clnicos e mecanismos de no-tificao no hospital Conde de So Janurio.

    No futuro, todos os hospitais de Macau e mdicos vo ter de obedecer a algumas instrues sobre a elaborao de processos clnicos. Pretendemos saber o que est a passar-se neste mo-mento, explicou Cheang Chi Keong.

    A Comisso questionou ain-da a ausncia de retroactividade nesta matria, uma vez que os casos de erro mdico pendentes no vo estar abrangidos com a nova lei. O Governo justificou--se dizendo que tal acontece devido s alteraes que tm vindo a ser feitas ao diploma desde 2006. - A.S.S.

    com os pedidos de habitao j em 2017.

    O deputado disse ainda que, para alm da Zona A e das restantes 4400 fraces de habitao pblica j planeadas pelo Governo, existem 48 terrenos desocupados, pelo que espera que o Governo recupere o mais rapidamente possvel os terrenos por forma a satisfazer as necessidades a curto prazo. - F.F.

  • 6 hoje macau quarta-feira 30.7.2014SOCIEDADE

    TIAG

    O AL

    CNT

    ARA

    P AULINA Alves dos Santos, assistente no processo que levou Raymond Tam a tribunal, garante que no vai recorrer da deciso que absolveu os quatro arguidos. A assistente e denunciante do chamado Caso das Campas tambm diz, contudo, que esta no mais a sua responsabilidade.

    Eu tenho direito de recorrer, mas j tomei a deciso antes da leitura de no recorrer, porque conhe-o muito bem o sistema de Macau e o MP tem direito de recorrer e deve ser ele a responder ao tribunal,

    JOANA [email protected]

    I NOCENTES. O Tribunal Ju-dicial de Base (TJB) absolveu ontem Raymond Tam, ex--presidente do Instituto para os Assuntos Cvicos e Municipais (IACM), e Lei Wai Nong, vice--presidente do instituto, do crime de prevaricao de que iam acu-sados. Alm destes, tambm Fong Wai Seng, Chefe dos Servios de Ambiente e Licenciamento, e Sio Kuok Kun, chefe funcional, foram absolvidos do mesmo crime.

    A leitura da sentena no levou muito tempo ao juiz presidente do colectivo, Lam Peng Fai, que ontem entrou sozinho na sala de audincia. Para o TJB, os factos

    PAULINA ALVES DOS SANTOS NO RECORRE E DIZ QUE MP AINDA INVESTIGA

    H ainda mais processos

    CASO IACM RAYMOND TAM E TRS ARGUIDOS ABSOLVIDOS PELO TJB

    Factos no provados

    Todos absolvidos. Assim terminou o caso que se arrastava h vrios anos nos tribunais. Para Raymond Tam agora est tudo claro

    LVARO RODRIGUES SATISFEIT0 COM DECISO

    comeou por explicar a tam-bm advogada. No sou eu. Se fosse eu recorria. Como assistente no vou recorrer e a razo muito simples, tenho o MP. No quero fazer mais figura. O meu trabalho terminou aqui.

    Paulina Alves dos San-tos, que j instaurou um processo sobre as campas contra Florinda Chan, Se-cretria para a Administra-o e Justia, sem sucesso, assegura que s entrou no processo para ter acesso a mais provas. Diz ainda que o MP tem em mos mais ca-sos no mbito da atribuio

    de dez sepulturas no Cemi-trio de So Miguel Arcanjo, alegadamente ilegal.

    Entrei como assistente porque necessitava de ver os factos e as provas. Quando me tornei assistente o MP j tinha aberto o processo. Li o processo e verifiquei que tinha todas a provas, da que aceitei continuar a trabalhar junto do MP como assistente, afirmou Paulina aos jornalistas, sada do tribunal.

    Sobre se vai continuar a tentar provar que houve eventual ilegalidade na atribuio das dez campas perptuas, Paulina Alves

    dos Santos diz que tambm j fez o que tinha de fazer.

    Em relao s campas, j entreguei todas as provas ao MP e ainda h processos em investigao, mas no posso falar publicamente. Agora, o MP vai continuar a investigar os processos, h ainda mais processos. Se vai reabrir tudo [da parte] dele, eu, da minha parte, entreguei as provas todas.

    Questionada sobre se acredita na justia de Macau, a assistente disse apenas que no quer comentar, porque tem de falar com responsa-bilidade. - J.F.

    da acusao no foram provados, nem atravs das testemunhas, nem das provas documentais trazidas a tribunal.

    No houve testemunhas ou

    provas documentais que mos-trassem que os quatro arguidos guardavam os documentos, disse Lam Peng Fai, acrescentando que, por isso mesmo, seria difcil ao

    tribunal saber se os arguidos os teriam de forma dolosa.

    Uma das acusaes do Minis-trio Pblico (MP) e da assistente no caso, Paulina Alves dos Santos,

    era a de que Raymond Tam e os outros trs arguidos atrasaram de forma propositada a entrega de documentos relacionados com a atribuio alegadamente ilegal de dez campas perptuas no Cemitrio de So Miguel Arcanjo ao MP. Os arguidos sempre afirmaram ter ten-tado procurar os documentos, ainda que nunca os tivessem encontrado.

    Mas havia ainda outra acusao: a de que os funcionrios teriam en-viado os documentos relacionados com as campas para o Gabinete da Secretria para a Administrao e Justia, Florinda Chan. Recorde-se que Florinda Chan tem a tutela do IACM e da antiga Cmara Munici-pal de Macau provisria. A Secre-tria j foi absolvida pelo Tribunal de ltima Instncia de acusaes relacionadas com as campas.

    Ontem, o tribunal tambm assegurou que no se fez qualquer prova de que os arguidos tivessem enviado algo para Florinda Chan. Segundo as testemunhas, no foi possvel provar que documentos tivessem sido remetidos a Florinda Chan em 2010. As testemunhas tambm dizem no ter recebido indicaes ou directrizes dos ar-guidos [para esconder ou atrasar a entrega] de documentos.

    Os arguidos poderiam ter sido condenados at cinco anos de priso.

    sada do tribunal, lvaro Rodrigues, defensor de Raymond Tam, assegurou que a defesa estava satisfeita com a deciso, que acreditava que iria ser a absolvio dos arguidos. Sempre confiamos na justia. Desde o incio deste processo que acreditamos que este processo no ia dar em nada, porque estvamos confiantes que a acusao no conseguia provar os factos de que so arguidos vinham acusados, comeou por dizer o advogado. Estamos felizes. Queremos dar parabns justia, porque ganhou a justia.Tambm Iclia Berenguel, advogada de Fong Wai Seng, se mostrou satisfeita com o resultado. A inocncia

    falou mais alto. o que temos a dizer, para j, disse aos jornalistas. Tam tambm no se alongou muito nas palavras, tendo apenas referido que o tribunal j provou que os arguidos so inocentes e que, por isso, agora est tudo claro. J o vice-presidente, Lei Wai Nong, afirmou estar muito satisfeito com a deciso. porta do tribunal, um grupo de pessoas alguns funcionrios do IACM - recebeu Raymond Tam e os outros trs arguidos com aplausos, enquanto, a assistente no caso, Paulina Alves dos Santos, foi recebida com apupos quando passava pelo mesmo grupo de pessoas.

    No houve testemunhas ou provas documentais que mostrassem que os quatro arguidos guardavam os documentosLAM PENG FAI Juizpresidente do colectivo

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    IACM FUNES DE ARGUIDOS ABSOLVIDOS MANTM-SE SUSPENSA

    Futuro de Raymond Tam desconhecido

    AnncioConcurso Pblico para Prestao de Servios de Reparao e Manuteno do Sistema Electromecnico do Edifcio situado na Estrada de D. Maria II

    n. 33 (Novembro de 2014 a Outubro de 2016)1. Entidade que procede o processo do concurso: Direco dos Servios de Solos, Obras Pblicas e Transportes (DSSOPT).2. Modalidade do concurso: concurso pblico.3. Local da prestao de servios: edifcio situado na Estrada de D. Maria II, n 33.4. Objecto da prestao de servios: Prestao de servios de manuteno e reparao do sistema electromecnico de todo o edifcio

    acima mencionado, incluindo sistema de ar condicionado, sistema BMS, sistema de fornecimen-to de energia elctrica e de iluminao, sistema de geradores de reserva e de pra-raios, sistema de abastecimento de gua e de drenagem, sistema de combate contra incndio, elevadores e esca-das rolantes, sistema de plataformas suspensas, sistema de baixa tenso e outros equipamentos.

    5. Perodo da prestao de servios: de 1 de Novembro de 2014 a 31 de Outubro de 2016 (24 meses).6. Prazo de validade das propostas: o prazo de validade das propostas de noventa dias, a contar da data do acto pblico do concurso,

    prorrogvel, nos termos previstos no programa do concurso.7. Modo de retribuio ao adjudicatrio: a prestao de servio por preo global. Caso haja necessidade de substituio de peas, a

    sociedade adjudicatria deve apresentar antecipadamente uma outra cotao das mesmas. A DSSOPT reserva o direito da deciso final sobre a aceitao ou no da respectiva cotao.

    8. Cauo provisria: $ 100 000,00 (cem mil patacas), a prestar por depsito em dinheiro ou mediante garantia bancria aprovada nos termos legais.

    9. Cauo definitiva: 4% do preo total da adjudicao.10. Preo base: no h.11. Condies de admisso:

    11.1. Empresrios comerciais, pessoas singulares, com domiclio na Regio Administrativa Especial de Macau, adiante designada por RAEM, cuja actividade total ou parcial se inscreva na rea objecto deste concurso.

    11.2. Sociedades comerciais com sede ou representao permanente na RAEM, cuja actividade total ou parcial se inscreva na rea objecto deste concurso.

    11.3. No caso de consrcio ou agrupamento de empresas, necessrio que todos os seus constituintes, cuja actividade total ou parcial se inscreva na rea objecto deste concurso.

    12. Local, data e hora limite para entrega das propostas:Local: Seco de Atendimento e Expediente Geral da DSSOPT, sita na Estrada de D. Maria II, n. 33, r/c;Data e hora limite: dia 2 de Setembro de 2014, tera-feira, at s 12:00 horas.

    13. Local, data e hora do acto pblico do concurso:Local: sala polivalente da DSSOPT, sita na Estrada de D. Maria II, n. 33, 5. andar.Data e hora: dia 3 de Setembro de 2014, quarta-feira, pelas 9:30 horas.Os concorrentes ou seus representantes devero estar presentes ao acto pblico de abertura de propostas para os efeitos previstos no artigo 27. do Decreto-Lei n. 63/85/M, e para esclarecer as eventuais dvidas relativas aos documentos apresentados no concurso.

    14. Local, hora e preo para exame e obteno da cpia do processo:Local: Departamento Administrativo e Financeiro da DSSOPT, sito na Estrada de D. Maria II, n. 33, 13. andar.Hora: horrio de expediente.Na Seco de Contabilidade da DSSOPT, podero ser solicitadas cpias do processo de concurso ao preo de $ 70,00 (setenta patacas) por exemplar.

    15. Critrios de apreciao de propostas e respectivos factores de ponderao:- Preo total: 50%;- Plano de trabalhos: 20%;- Experincia de trabalhos: 20% (incluindo experincias acumuladas na RAEM ou no exterior de trabalhos de reparao e manu-teno do mesmo tipo);- Integridade e Honestidade: 5%;- Registo de mo-de-obra ilegal, utilizao de trabalhadores em desvio de funes ou que exeram funes em locais que no coincidam com os previamente autorizados ou atraso de pagamento de salrios: 5%.

    16. Juno de esclarecimentos: Os concorrentes podero comparecer no Departamento Administrativo e Financeiro da DSSOPT, sito na Estrada de D. Maria II, n. 33, 13. andar, Macau, a partir de 22 de Agosto de 2014, inclusive, at data limite para entrega das propostas, para tomar conhecimento de eventuais esclarecimentos adicionais.

    Macau, 25 de Julho de 2014A Directora dos Servios, subst.

    Chan Pou Ha

    JOANA [email protected]

    L EI Wai Nong, vice--presidente do Insti-tuto para os Assuntos Cvicos e Municipais (IACM), vai manter-se suspenso das suas funes. Isso mesmo confirmou o Gabinete da Secretria para a Administrao e Justia ao HM, depois de Lei ter sido absolvido pelo Tribunal Ju-dicial de Base do crime de prevaricao de que vinha acusado h sete meses.

    Em relao absolvio dos quatro trabalhadores do IACM, o Governo refere que respeita a independn-cia judicial e as sentenas proferidas pelos tribunais. O respectivo processo disci-plinar mantm-se suspenso e a suspenso preventiva de funes tambm se mantm, at que transite em julgado a sentena, refere a resposta.

    Lei Wai Nong foi suspen-so depois de ter sido tornado arguido, semelhana de Raymond Tam, agora ex--presidente do instituto. Tam

    foi o nico a no ver o seu contrato renovado e no se sabe, agora, qual o futuro do funcionrio.

    Recentemente, Alex Vong foi nomeado como presidente do IACM por Florinda Chan, que explicou que a nomeao do novo presidente se deu apenas pelo facto de Raymond Tam ter terminado o seu mandato frente do IACM no dia 8 de Maio e de continuar suspenso por ter sido consti-tudo arguido. O IACM no pode ficar eternamente sem presidente. importante ocupar esta [posio], que j no era possvel manter vaga muito mais tempo, disse a Secretria, na altura.

    O HM tentou perceber qual vai ser o futuro de Ray-mond Tam, uma vez que este no est mais suspenso, mas o Governo no comentou. Tam-bm Tam, sada do tribunal, no quis falar do assunto.

    O respectivo processo disciplinar mantm-se suspenso e a suspenso preventiva de funes tambm se mantm, at que transite em julgado a sentenaGABINETE DA SECRETRIA PARA A ADMINISTRAO E JUSTIA Sobre a suspenso de Lei Wai Nong, vice-presidente do IACM

    7 sociedadehoje macau quarta-feira 30.7.2014

  • 8 sociedade hoje macau quarta-feira 30.7.2014

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    NOTIFICAO EDITAL (Trabalho ilegal pagamento das multas)

    N. 59/14

    Considerando que se revela ser impossvel notificar, nos termos do artigo14.doDecreto-Lein.52/99/M,de4deOutubro,doartigo68.edon.1doartigo72.doCdigodoProcedimentoAdministrativo(CPA),aprovadopeloDecreto-Lein.57/99/M,de11deOutubro,YEZELAN(titulardopassaportedaRepblicaPopulardaChina),NGUYENTHIQUYEN(titulardopassaportedaRepblicaSocialistadoVietname), SUNMEILING (titular de SalvoConduto paraHongKong eMacau daRepblicaPopulardaChina),LIUYANG(titulardopassaportedaRepblicaPopulardaChina), LIUYAN (titular do passaporte daRepblica Popular daChina),CHENSUXIA(titulardopassaportedaRepblicaPopulardaChina),LILANSU(titulardeSalvo Conduto para Hong Kong eMacau da Repblica Popular da China), ZHOULANXIANG(titulardeSalvoCondutoparaHongKongeMacaudaRepblicaPopulardaChina),LIUJING(titulardopassaportedaRepblicaPopulardaChina),KANGXUEFANG(titulardopassaportedaRepblicadaChina),LIUXIAOPING(titulardopassaportedaRepblicaPopulardaChina),LIYING(titulardeSalvoCondutoparaHongKongeMacaudaRepblicaPopulardaChina),LUOJING(titulardopassaportedaRepblicaPopulardaChina),WANGQIANHONG(titulardeSalvoCondutoparaHongKongeMacaudaRepblicaPopulardaChina),LIRUNCHENG(titulardobilhetedeidentidadederesidentepermanentedeHongKong),ZHANGJIAQIANG(titulardopassaportedaRepblicaPopulardaChina),WANGCHUNMEI(titulardopassaportedaRepblica Popular daChina), FANLIHUA (titular de SalvoConduto paraHongKongeMacaudaRepblicaPopulardaChina),CHENLU(titulardeSalvoCondutoparaHongKongeMacaudaRepblicaPopulardaChina),WANGHONGXIA(titulardeSalvoCondutoparaHongKongeMacaudaRepblicaPopulardaChina)eLIUZHILIAN(titulardeSalvoCondutoparaHongKongeMacaudaRepblicaPopulardaChina),pessoalmente,porofcio,telefone,ououtraforma,sobreamatriaacusadapela infraco do RegulamentoAdministrativo n. 17/2004 Regulamento sobre aProibiodoTrabalhoIlegal,de14deJunho,eparaoefeitodoregimedeprocedimentoda aplicao da respectiva multa, Lurdes Maria Sales, Chefe do Departamento deInspeco do Trabalho (DIT), da Direco dos Servios para osAssuntos Laborais(DSAL),notifica,nostermosdon.2doartigo72.doCPA,osaludidosinfractores,doteordadecisosancionatriaemcausa,noseguinte:

    1. DadoexpostoportercomprovadoaacodeYEZELAN,NGUYENTHIQUYEN,SUNMEILING,LIUYANG,LIUYAN,CHENSUXIA,LILANSU,ZHOULANXIANG,LIU JING,KANGXUEFANG,LIUXIAOPING,LIYING,LUOJING,WANGQIANHONG,LIRUNCHENG,ZHANGJIAQIANG,WANGCHUNMEI,FANLIHUA,CHENLU,WANGHONGXIAeLIUZHILIAN,bemcomoaculpadosinfractores,aoabrigodoartigo3.doRegulamentosobreaProibiodoTrabalhoIlegal,nostermosdaalnea1)don.1doartigo9.domesmoregulamentoadministrativofoiaplicadaacadainfractor,apenademultadeMOP$20.000,00;

    2. Informa-seaindaque,nostermosdon.2doartigo17.doRegulamentoAdministrativon.26/2008NormasdeFuncionamentodasAces InspectivasdoTrabalho,conjugadocomasalneasa)eb)don.2doartigo145.eosartigos149.e155.doCPA,osactosadministrativosemcausapodemserimpugnados,noseguinte: a)Mediantereclamaoparaaautoradoacto(AChefedoDIT),noprazode15(quinze)dias,acontardodiaseguinteaodapresentenotificao;ou b)Mediante recurso hierrquico necessrio para o superior hierrquico daautoradoacto(DirectordaDSAL),noprazode30(trinta)dias,acontardodiaseguinteaodapresentenotificaoedital. Poroutrolado,nostermosdon.4doartigo150.,conjugadocomon.1doartigo156.doCPA,odireitoacimareferidoexercidopormeioderequerimento,noqualdevemserexpostososfundamentos(defactoededireito),juntandoosdocumentosconsideradosconvenientes,nosendooactoacimamencionadosusceptvelderecursocontencioso.

    3. Maisficamnotificadosque,nostermosdoartigo12. doRegulamento sobre a Proibio doTrabalho Ilegal, e da alnea e) do artigo 14.doDecreto-Lein.52/99/M,conjugadocomosn.s1e2doartigo15.doRegulamentoAdministrativon.26/2008NormasdeFuncionamentodasAcesInspectivasdoTrabalho,osaludidosinfractoresdevem,noprazode15(quinze)dias,acontardadatadapublicaodapresentenotificaoedital,comparecernaDSALparaolevantamentodaguiadepagamentodamultaeprocederaoseupagamentonaRepartiodeFinanasdeMacaudaDirecodosServiosdeFinanas.Ficamaindanotificadosque,nos5(cinco)diassubsequentesaosdoprazoacimareferidodeveroentregarnestesservios,odocumentocomprovativodessepagamento,sobpenadascpiasdetodososdocumentosacompanhadasdocomprovativodecobranacoercivaseremremetidosRepartiodasExecuesFiscaisdaDirecodosServiosdeFinanasparaserefectuadaacobranacoercivanostermoslegais. DirecodosServiosparaosAssuntosLaboraisDepartamentodeInspecodoTrabalho,aos25deJulhode2014.

    AChefedoDIT

    LurdesMariaSales

    O S produtos tipi-camente portu-gueses sempre marcaram pre-sena na Feira de Produtos de Marca Macau-Guangdong, mas faziam-se notar atravs de representantes localizados em Macau. Na sexta edio do evento, que comea ama-nh, o pblico poder visitar o primeiro espao dedicado s a produtos portugueses, que contar com cinco em-presas lusas.

    Com vista a desenvol-ver com maior dinamismo a funo de Macau como plataforma de servios de cooperao entre a China e os pases lusfonos e impulsionar a construo do centro de servios co-merciais para as PME da China e dos pases de lngua

    portuguesa, ser instalada uma Zona de Exposio de Produtos de Portugal, destinada exclusivamente venda de produtos e alimentos tpicos de Portu-gal, disse Irene Lau, vogal executiva do Instituto de Promoo do Comrcio e Investimento (IPIM).

    Questionada sobre as razes da criao deste espao seis anos depois da implementao da feira,

    Irene Lau refere apenas que, at ento, os produ-tos portugueses estavam presentes, mas atravs de representantes, tratando-se, pela primeira vez, de uma forma mais directa de apresentao.

    Esta edio do evento, que dura at ao dia 3 de Agosto, na Doca dos Pes-cadores, conta este ano com mais stands - 102 contra os 87 do ano passado -, estan-do prevista a participao de 129 empresas que iro expor trs tipos de mer-cadorias, como produtos alimentares, artigos de uso dirio e artigos para brindes. No ano passado, a feira atraiu cerca de 137 mil pessoas e registou 40 milhes de patacas em vendas. - A.S.S.

    SAER Relatrio sugere aproximao de Portugal ChinaO relatrio trimestral da Sociedade de Avaliao de Empresas e Risco (SAER) sugere uma aproximao do mercado portugus China. Citado pela agncia Lusa, o economista Jos Poas Esteves, presidente da SAER, explicou que, no caso de Portugal, o relatrio sugere menos dependncia em relao Europa e um maior recurso a factores de compensao que passam pelo bloco lusfono e pelo bloco chins, atravs de Macau. Poas Esteves sublinhou, por outro lado, que o ltimo relatrio da SAER confirma que h problemas de crescimento na economia mundial e defendeu uma maior cooperao entre blocos econmicos: H um reajustamento de blocos econmicos, h um reajustamento de poderes econmicos que ainda no est feito e tem de haver maior cooperao entre as polticas dos pases emergentes e as dos pases desenvolvidos.

    102stands

    CINCO EMPRESAS PORTUGUESAS NA FEIRADE PRODUTOS MACAU-GUANGDONG

    Um pouco mais luso

    129empresas

    Jos Poas Esteves

  • 9 sociedadehoje macau quarta-feira 30.7.2014

    FLORA [email protected]

    A Federao das Associaes dos Operrios de Ma-cau (FAOM) e o Instituto Laboral e de Recur-sos Humanos da Universida-de Renmin da China fizeram em conjunto um estudo sobre as relaes laborais e a har-monia de Macau, que con-cluiu que as relaes laborais de Macau dependem muito da prosperidade econmica. O estudo, diz a FAOM, mos-tra que aps a aparncia da harmonia, esconde-se uma crise profunda.

    Segundo o director da FAOM, Cheang Chon Sek, Macau actualmente enfrenta relaes laborais complica-das, onde nem sempre fcil assegurar os direitos dos tra-balhadores. O estudo mostra que a estrutura dos sectores e as relaes laborais esto desequilibradas por causa de uma indstria nica a inds-tria do jogo, comea por di-zer ao jornal Ou Mun. Alm disso, o Governo da RAEM

    O Governo reuniu ontem com a Associao de Tcnicos e Engenheiros de Macau (ATEM) no mbito da consulta pbli-ca sobre o traado do Metro Ligeiro. Segundo o jornal Ou Mun, Wu Chou Kit, presidente da associao, consi-derou que o traado na Avenida 1 de Maio o mais aconselhvel e com menos impacto vida dos cidados.

    Wong San Fat, vice-presidente da ATEM, tambm se mostrou favorvel em relao ao traado da Avenida 1 de Maio, por ser mais largo, mas consi-derou que o traado da Avenida Leste do Hipdromo tem vantagens, porque incomoda menos os residentes.

    Como os residentes no so tcnicos profissionais, se calhar no podem compreender a situao real do plano, mas as autoridades devem distribuir mais informaes aos residentes, disse o vice-presidente.

    Igual opinio tem o presidente da ATEM. Espero que os responsveis apresentem mais informaes sobre o metro, como os riscos de obras, custos e o tempo da sua execuo. Espero que, com as obras do metro, se me-lhorem as infra-estruturas em termos de transporte e a situao confusa dos tubos de esgotos, disse ainda.

    Wong Tong criticou ainda o facto do Governo j ter uma posio em

    relao Avenida 1 de Maio, lem-brando as alteraes j efectuadas nos NAPE.

    As autoridades deviam aprender com a experincia do traado na Rua do Porto e no devem ter uma posio definida. Devem fazer uma maior pro-moo do metro, se no as consultas pblicas so falsas, disse ainda.

    O traado tem incio na zona norte da Estao da Flor de Ltus Dourado, passa pela Avenida da Amizade e liga Estao do Ter-minal Martimo do Porto Exterior, circulando ao longo do reservatrio, antes de entrar na Areia Preta, na zona norte. - F.F.

    O Instituto Cultural (IC) confirmou ontem ao HM que est a ela-borar um regulamento de pedido de aluguer do Teatro D. Pedro V, a fim de fornecer um palco para os artistas locais poderem actuar.

    Ao HM, o IC adiantou ainda que est tambm prevista uma reestruturao para 2015 do equipamento e palco do Teatro, para que seja possvel a realiza-o de mais espectculos e em melhores condies.

    Numa interpelao escri-ta, a deputada Chan Hong reforava a necessidade de Macau ter mais espaos para a realizao de espectculos. Confrontado pelo HM sobre o assunto, o instituto esclarece a pergunta apresentada pela deputada relativamente a possveis novos espaos na cidade, dizendo que est a

    decorrer um estudo, ao seu encargo, em que se pretende encontrar mais locais para actividades culturais.

    Na sua interpelao, Chan Hong explica que os equipa-mentos desactualizados tm cerca de 20 anos e limitam a realizao de espectculos. O que, segundo a deputada, leva a alguns grupos de artistas conceituados no quererem actuar em Macau.

    O IC explica que est a ela-borar uma resposta interpe-lao com mais pormenores.

    O Teatro D. Pedro V tem sido palco para alguns dos espectculos do Festival de Artes de Macau e Festival Inter-nacional de Msica de Macau e concertos da Orquestra de Macau e Orquestra Chinesa de Macau. O Teatro j esteve aber-to ao pblico, para espectculos, segundo a deputada. - HM

    A Autoridade Porturia de Zhuhai (APZ) informou que, a partir de hoje, estar aberta uma nova via de circulao de carros entre Zhuhai e Macau. Para conseguir passar a fronteira os veculos devem possuir duas matrculas, uma de Guangdong e outra de Macau, e todos os passageiros, de Hong Kong e Macau, tm de ser portadores do carto de autorizao de circulao para o

    interior da China. A viatura no poder ultrapassar a lotao de sete pessoas. A APZ informou ainda que ser proibida a passagem a todos aqueles que no respeitarem os critrios exigidos. Para verificao dos documentos, os passageiros devero sair dos veculos e deslocarem-se at zona assinalada para tratar das formalidades normais da passagem da fronteira. - F.F.

    OPERRIOS ESTUDO MOSTRA RELAO LABORAL DESEQUILIBRADA

    A crise por detrs da harmonia

    METRO LIGEIRO ENGENHEIROS A FAVOR DO TRAADO NA AV. 1 DE MAIO

    O mais aconselhvelIC TEATRO D. PEDRO V VAI TER REGIME DE ALUGUER PARA ARTISTAS

    Um palco aberto

    O estudo levado a cabo pela FAOM e pelo Instituto Laboral e de Recursos Humanos da Universidade Renmin da China revela vrias deficincias no mercado laboral de Macau. As concluses do relatrio apontam o sector do jogo como o grande causador de desiquilbrios

    tem falta de um mecanismo de relaes laborais a longo prazo. Quando o Governo intervm no mercado laboral, tem tambm falta de critrios sistemticos. Esse um risco, que impede a construo de relaes laborais harmonio-sas, disse o director ao jornal Ou Mun.

    CICLO VICIOSO O estudo revela tambm que o Governo alargou as polticas aos trabalhadores no residentes (TNR). Em-bora admita que os TNR complementam, de certa maneira, as necessidades do

    mercado laboral, a FAOM considera que a sua presena influencia a empregabilida-de dos trabalhadores locais e reduz a remunerao de todo o mercado laboral.

    A actual situao das relaes laborais escondem muitos problemas e crises, devido a ser uma estrutura de sector nico. O ambiente externo d impacto s re-laes laborais de Macau, influenciando ainda a falta de mo-de-obra, a estrutura desequilibrada dos recursos humanos e o fraco poder de desenvolvimento das peque-nas e mdias empresas.

    O estudo mostra que a estrutura dos sectores e as relaes laborais esto desequilibradas por causa de uma indstria nica a indstria do jogoCHEANG CHON SEKDirector da FAOM

    Fronteira Aberta mais uma via para carros entre Zhuhai e Macau

  • 10 publicidade hoje macau quarta-feira 30.7.2014

  • 11CHINAhoje macau quarta-feira 30.7.2014

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    ANNCIODiviso de coisa comum n. CV1-13-0188-CPE 1 Juzo

    Requerente: HO KA LOK, solteiro, maior, titular do BIRM n 511xxx9(6), residente na Ilha da Taipa, R.A.E.M., na Avenida Dr. Sun Yat Sen, n 623, Edifcio Hoi Yee Garden, 12 andar L.

    Requeridos: AO SOK FONG, solteira, maior, titular do BIRM n 514xxx4(7), residente em Macau, na Rua da Prainha, Edifcio Man Heng, 5, andar B; e BANCO WENG HANG, S.A., com sede em Macau, na Avenida de Almeida Ribeiro, n 221 a 241, R/C.

    ***

    FAZ-SE SABER que nos autos acima indicados so citados os credores desconhecidos dos rus para, no prazo de QUINZE DIAS, que comea a correr depois de finda a dilao de vinte dias, contada da data da segunda e ltima publicao do anncio, reclamar o pagamento dos seus crditos pelo produto do bem sobre que tenha garantia real e que o seguinte:

    ImvelDenominao: EDIFCIO HOI YEE FA YUEN, 12 ANDAR MORADIA L12.Localizao: TAIPA, RUA DE HONG CHAU NS 52 82; RUA DE LAGOS NS 51 91; AVENIDA DR. SUN YAT SEM (TAIPA) NS 583 659.Finalidade: HABITAONmero de matriz: 40701Nmero de descrio na Conservatria do Registo Predial: 21875 a fls.105 do Livro B-120A. Nmero de inscrio da propriedade horizontal: ---

    ***R.A.E.M., 26 de Junho de 2014.

    HM- 1. VEZ 30-7-14

    A China vai necessitar de aumentar a importao de alimentos de manei-ra a orientar uma parte maior dos seus escassos recursos hdricos para a produo de ener-gia, especialmente nas regies ridas mas ricas em carvo como Xinjiang e Ningxia, disse um responsvel do sector ambiental do pas esta segunda-feira.

    O chefe do escritrio de avaliao de impacto ambiental do Ministrio da Proteco Am-biental, Mu Guangfeng, disse em conferncia de imprensa que a China vai precisar de abrir ainda mais as portas para a importao de alimentos do exterior e impor maiores restries ao consumo de gua para a agricultura em regies como Xinjiang.

    O responsvel lembrou ainda que a China, o pas com a maior indstria manufactureira do mundo, envia milhares de navios para outros pases e muitos deles regressam vazios. Ench-los com gros seria a soluo ideal, adiantou.

    No podemos ignorar a pro-duo de energia, e se abrirmos a nossa mente um pouco, no ser possvel restringir o uso de gua para a agricultura em lugares como Shaanxi, no norte,

    S EIS sobreviventes do naufrgio do ferry sul-coreano Sewol culparam na segunda-feira a tri-pulao, que ordenou aos passageiros que se mantivessem nos camarotes, e os servios de socorro por no ajuda-rem quem ficou preso nos primeiros momentos do acidente.

    Os seis estudantes, que testemu-nharam pela primeira vez, reconsti-turam os acontecimentos de 16 de Abril ltimo, na primeira audincia de sobreviventes do desastre no pro-cesso contra o capito do ferry e 14 tripulantes.

    A acusao mantm que o capito, Lee Joon-seok, de 69 anos, e trs tripulantes abandonaram a embar-cao sem ter em conta a segurana dos passageiros, depois de atrasarem a operao de evacuao do ferry. Este comportamento pode ter eleva-do o nmero de mortos, 304 em 476 passageiros. Destes 476, 325 eram alunos no liceu Dawon e deste grupo 75 sobreviveram ao desastre.

    De acordo com o relato de uma das estudantes, pelo menos 30 colegas obedeceram s ordens da tripulao e ficaram em fila indiana numa passagem do ferry, que levava a

    uma sada de emergncia, enquanto a embarcao se afundava. Como no chegavam os servios de socorro, muitos decidiram saltar para o mar. Depois de eu ter saltado, uma onda varreu a sada de emergncia e os dez que se encontravam na passagem j no conseguiram sair, relatou a jovem, de acordo com a agncia noticiosa sul-coreana Yonhap.

    Outra estudante afirmou que a guarda costeira sul-coreana recolhia apenas os jovens que se encontravam na gua e no actuou para salvar aqueles que continuavam no ferry deriva, apesar de estarem ao alcance das equipas de socorro. Ficaram parados a ver o barco a afundar-se, mesmo depois de eu lhes ter dito que havia muitas pessoas presas junto sada de emergncia, afirmou a sobrevivente.

    Os seis estudantes foram unnimes ao afirmar que a tripulao insistiu para que ficassem nas cabinas du-rante o afundamento, e pediram ao tribunal um castigo severo para os responsveis.

    Depois desta audincia, que decor-reu porta fechada e sem a presena dos 15 acusados no tribunal de Ansan,

    a sul de Seul, vo realizar-se outras para ouvir os testemunhos de dezenas de sobreviventes.

    O capito e trs dos tripulantes foram acusados de homicdio por negligncia grave, crime passvel da pena de morte, embora esta no seja aplicada na Coreia do Sul desde 1997. Os restantes 11 tripulantes foram acu-sados de conduta negligente resultante em morte e podem ser condenados a priso perptua.

    O processo est a decorrer em Gwangju, a 265 quilmetros a sul de Seul, mas os juzes e advogados des-locaram-se por dois dias ao tribunal de Ansan, onde se situa o liceu, para ouvir os 17 estudantes sobreviventes que aceitaram testemunhar.

    Este desastre deixou a Coreia do Sul de luto, traumatizada pela morte de tantos adolescentes.

    O Sewol parou cerca das 09:00 da manh, por razes desconhecidas, e a tripulao pediu aos passageiros para no sarem dos lugares e das cabines, durante perto de 40 minutos. Quando o navio comeou a afundar era demasiado tarde, os passageiros no conseguiram alcanar as sadas inundadas e ficaram presos. - Lusa

    Casal de investigadores da GlaxoSmithKlinevai ser julgadoUm casal de investigadores no caso da britnica GlaxoSmithKline ir a julgamento em 8 de Agosto sob a acusao de compra ilegal de informaes pessoais, anunciou um tribunal da China. Peter Humphrey, britnico de 58 anos, e a esposa, a norte-americana Yu Yingzeng, de 61 anos, sero julgados no Tribunal Intermedirio do Povo em Xangai. As autoridades chinesas puseram os dois investigadores sob custdia no ano passado depois da Glaxo os ter contratado para investigar um vdeo sexual envolvendo o principal executivo da companhia na China. Segundo um porta-voz da britnica, o vdeo foi feito sem o conhecimento ou consentimento do executivo e enviado por e-mail a outros colegas em Maro do ano passado.

    REGIO

    COREIA DO SUL TRIPULAO DO FERRY E SERVIOS DE SOCORRO CULPADOS

    Sobreviventes apontam o dedo

    Algumas pessoas dizem que no podemos importar comida, mas o que dizer da energia? Mais de 60 por cento do nosso petrleo importadoMU GUANGFENG Funcionrio do Ministrio da Proteco Ambiental

    No maior mercado de manufactura do mundo a oferta de gua per capita apenas um quarto da mdia global

    IMPORTAO DE ALIMENTOS PRECISA DE AUMENTAR

    Em nome da gua

    e quebrar o tabu de usar o espao dos nossos navios para comprar gros no exterior?, perguntou o mesmo.

    Os comentrios de Mu reflec-tem um amplo debate entre os lderes chineses acerca da me-lhor maneira de usar os recursos hdricos do pas, cada vez mais limitados, face a uma crescente procura nas indstrias e nas zonas rurais.

    A oferta de gua per capita na China apenas um quarto

    da mdia global e no norte do pas a falta do recurso hdrico ameaa descarrilar planos de desenvolvimento de reservas de carvo.

    A China j o maior im-portador de soja e tem vindo gradualmente a abrir o seu mercado para milho estrangeiro. No entanto, o pas continua re-lutante em grandes importaes de alimentos bsicos como trigo e arroz, de acordo com uma meta governamental de manter a taxa de auto-suficincia em alimentos na faixa dos 95 por cento.

    Algumas pessoas dizem que no podemos importar comida, mas o que dizer da energia? Mais de 60 por cento do nosso petr-leo importado assim como 50 por cento do nosso gs natural, acrescentou Mu.

  • 12 hoje macau quarta-feira 30.7.2014EVENTOS

    VENDA NA LIVRARIA PORTUGUESA RUA DE S. DOMINGOS 16-18 TEL: +853 28566442 | 28515915 FAX: +853 28378014 [email protected]

    HISTRIA DE UM CARACOL QUE DESCOBRIU A IMPORTNCIA DA LENTIDO Luis Seplveda

    Os caracis que vi-vem no prado chama-do Pas do Dente-de--Leo, sob a frondosa planta do calicanto, esto habituados a

    um estilo de vida pachorrento e silen-cioso, escondidos do olhar vido dos outros animais, e a chamar uns aos outros sim-

    plesmente caracol. Um deles, no entanto, acha injusto no ter um nome e fica es-pecialmente interes-sado em conhecer os

    motivos da lentido. Por isso, e apesar da reprovao dos restantes caracis, embarca numa via-gem que o vai levar

    ao encontro de uma coruja melanclica e de uma tartaruga sbia, que o guiam na compreenso do valor da memria e da

    verdadeira natureza da coragem, e o aju-dam a orientar os seus companheiros numa aventura ousada rumo liberdade.

    O Festival Inter-nacional de M-sica de Macau (FIMM) vai, este ano, voltar a organizar workshops de jazz, integrados no programa do festival, com vista a formar mais talentos de jazz locais.

    Os Workshops de Jazz, que vo ser orientados mais uma vez pelo msico por-tugus Z Eduardo e o seu grupo, tero lugar entre os dias

    O artista portugus Nuno Gil foi inclu-do na publicao britnica 100 Painters of Tomorrow, resultado de uma seleco entre 4.300 artistas de 40 pases, que dever ser lanada em Setembro deste ano, em Londres, pela editora Thames & Hudson, revela o Dirio Digital.

    Fonte da galeria Mdulo, em Lisboa, disse agncia Lusa que o artista chegou fase da pr-seleco dos 100 Painters of Tomorrow (100 pintores do amanh), num grupo de 400, e foi depois includo no grupo dos cem artistas cujo tra-balho foi considerado mais interessante, numa viso da arte do futuro.

    A publicao, com 288 pginas e 330 ilustraes do trabalho dos artistas, que representam diversas tcnicas e estilos - desde a abstraco, figurativo, minimalismo ou realismo mgico - anteceder uma exposio a realizar em Outubro, em Londres.

    Da autoria de Kurt Beers, director da galeria Beers Contemporary, na capital britnica, o livro inclui artis-tas de pases como o Reino Unido, Estados Unidos,

    Turquia Timor- -Leste em Festival de Arte e Cultura O grupo timorense Furak Timor vai participar no Festival de Arte e Cultura de Istambul, na Turquia, em Agosto para promover a dana e a msica tradicional de Timor-Leste. Esta a primeira vez que o nosso grupo vai participar num festival internacional e uma oportunidade de partilhar a singularidade do patrimnio tradicional de Timor-Leste, afirmou, em comunicado divulgado ontem imprensa, o director do grupo Olvio dos Santos. Segundo Olvio dos Santos, o grupo vai estar representado por 22 elementos. O festival, que vai decorrer entre 1 e 9 de Agosto, foi considerado em 2010 e 2011 pelo Conselho Internacional de Organizao do Festival de Folclore e Arte Popular como dos melhores do mundo. No festival, o grupo Furak Timor vai tambm ter oportunidade de vender artesanato timorense e de entregar ao Museu Internacional de Trajes Tradicionais um traje tradicional timorense. O grupo Furak Timor foi criado em 2006 e tem como objectivo divulgar a cultura de Timor-Leste atravs da dana e da msica. - Lusa

    Brasil, Canad, Blgica, China, Turquia, ndia, Iro, Mxico, Singapura, frica do Sul e Polnia.

    O jri de seleco dos artistas foi composto pelos curadores de arte Tony Godfrey, Yoko Hasegawa e Gregor Muir, a pintora Cecily Brown, os crticos Suzanne Hudson, Barry Schwabsky e Philip Tinari, a editora e escritora Jacky Klein, a coleccionadora Va-leria Napoleone e o prprio Kurt Beers.

    Nascido em Lisboa, em 1983, Nuno Gil fez o curso geral de artes na escola secundria especializada em ensino artstico Ant-nio Arroio, em Lisboa, e licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

    Realizou a primeira ex-posio individual em 2009, na Fbrica Features e, em 2012, no Mdulo-Centro Difusor de Arte.

    Participou ainda em mais de uma dezena de ex-posies colectivas, sobre-tudo em Lisboa, e tambm em Madrid.

    Tem vindo a desenvolver o seu trabalho em desenho e pintura, em particular.

    BRITNICOS DESTACAM NUNO GIL

    Arte do futuro

    Divididos em trs nveis,os workshops tm incio no dia11 de Agosto, estendendo-se atao fim do ms. O msico portugus, Z Eduardo, voltaa estar frente da iniciativa

    FIMM WORKSHOPS DE JAZZ EM AGOSTO

    Talentos precisam-se

    11 e 28 de Agosto e integram este ano um programa mais completo, com trs nveis - b-sico, principiante e avanado.

    As classes do nvel bsico Mini Jazz destinam-se a maiores de oito e menores de 15 anos, com pelo menos dois anos de experincia em instrumentos musicais ocidentais.

    Por sua vez, as clas-ses do nvel principiante destinam-se a proporcionar

    formao adicional especial em instrumentos musicais, enquanto que as classes do nvel avanado procuram reforar a formao em ac-tuaes de improviso e em agrupamento.

    Os candidatos aos nveis principiante e avanado s sero aceites mediante entre-vista prvia a realizar no dia 9 de Agosto, devendo os can-didatos ao nvel principiante preparar uma pea musical escolha com trs minutos de durao, no mximo. J os candidatos ao nvel avanado devero escolher um tema de jazz do livro Real Book e devero tambm incluir pelo menos uma passagem improvisada. Os formandos que mais se destacarem sero convidados para participar na Sesso de Partilha Musical a ter lugar no dia 30 de Agosto, na Casa Garden, apresentando

    ao pblico os resultados da sua aprendizagem.

    Segundo o comunicado de imprensa, Z Eduardo um dos nomes incontornveis do jazz portugus e europeu, sendo tambm pedagogo de jazz, maestro, compositor e professor. Em final dos anos 70 fundou e dirigiu a Escola de Jazz do Hot Club de Portugal e, em 1982, foi convidado e nomeado director pedaggico do Taller de Msica, cargo que exerceu durante dez anos. Os instrutores do seu grupo so tambm pedagogos de jazz, possuindo uma rica experin-cias educativa.

    Os workshops so reali-zados em ingls com inter-pretao para cantons e as propinas so de 400 patacas para o nvel bsico, 800 pata-cas para o nvel principiante e 1200 patacas para o nvel avanado.

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    13 eventoshoje macau quarta-feira 30.7.2014

    A China j investiu 280 milhes de yuan para proteger as relquias do antigo reino de Koguryo desde que a UNESCO as de-clarou Patrimnio Mundial h dez anos atrs.

    Com quase 2.000 anos de idade, as propriedades do patrimnio cultural em Jian, um pequeno distrito

    Tibete Construes tradicionais vo ser mais protegidas

    FIMM WORKSHOPS DE JAZZ EM AGOSTO

    Talentos precisam-se

    CARLOS PINTO

    CHINA MILHES PARA PROTEGER PATRIMNIO MUNDIAL

    Koguryo preservado

    na Provncia de Jilin, no nor-deste da China, consistem nas cidades montanhosas de Wunu e Wandu, na cidade de Guonei, na Estela do Rei Haotaiwang e em 38 tumbas de reis e nobres de Koguryo.

    Dong Feng, director da Administrao de Patrim-nio Cultural de Jian, disse Xinhua que a verba bene-

    ficiou mais de 20 projectos, incluindo a preservao de murais nas tumbas, a protec-o da cidade montanhosa de Wandushan e a construo do Museu de Jian, onde mais de 1.000 relquias culturais esto a ser exibidas numa rea de 6.400 metros quadrados.

    Por sua vez Jin Xudong, chefe da Administrao Pro-vincial de Patrimnio Cul-tural que dirige o trabalho arqueolgico, salientou que Koguryo foi o primeiro caso de sucesso na China relativo proteco de um stio com patrimnio histrico.

    Consagrado como um grande exemplo da evolu-o de pedras sobrepostas e construo de tumba de barro, o local representa a criatividade humana na Idade Mdia, de acordo com a avaliao do Comit de Patrimnio Mundial.

    Em 2013, o turismo gerou 20% do Produto Interno Bruto da cidade de Jian, segundo as estatsticas oficiais.

    O Tibete estabeleceu um comit de especialistas para a proteco de construes e arquitecturas tradicionais com a finalidade de preservar melhor a cultura local. O comit composto por membros de departamentos locais de habitao, desenvolvimento urbano e rural, cultura e finanas, assim como de universidades e academias, disse Xinhua, Li Xinchang, funcionrio do Departamento de Habitao e Desenvolvimento Urbano e Rural do Tibete. As tarefas principais dos membros, cujo mandato ser

    de cinco anos, incluem fornecer orientao tcnica na proteco de habitao tibetana, apresentar propostas para legisladores, estudar tecnologia e conduzir pesquisas. As construes tradicionais esto a desaparecer face crescente urbanizao chinesa. O Ministrio da Habitao e do Desenvolvimento Urbano e Rural estimulou pesquisas sobre construes e arquitecturas tradicionais chinesas, para melhorar o catlogo e documentao de casas antigas, informa a rdio China.

  • 14 hoje macau quarta-feira 30.7.2014

    HUAI NAN ZI O LIVRO DOS MESTRES DE HUAINAN

    Da Sabedoria 107

    A insanidade e a sanidade uma outra se magoam; ganncia e natureza uma outra se magoam. No podem coexistir; quando uma governa, a outra decai. Como tal, os sbios reduzem o desejo e seguem a natureza.

    * * *

    Os sbios no so controlados por nomes, nem governados por planos, nem tomados por afazeres, nem regidos pelo intelecto. No informe se escondem; os seus actos so sem rasto e sem rasto seu vaguear. No trazem a fortuna nem so causa de calamidade; mantm uma abertura sem egosmo e agem quando inevitvel.

    * * *

    Os sbios podem ser negativos ou positivos, fracos ou fortes. Agem, ou se mantm imveis, segundo os tempos; conseguem os seus feitos com base em recursos. Quando as pessoas agem, os sbios adivinham as consequncias. Quando os eventos tm incio, os sbios adivinham como evoluiro.

    * * *

    Com a arte da Via no possvel procurar fama atravs da promoo, mas possvel desenvolvermo-nos retirando-nos. No possvel tirar vantagens, mas possvel evitar danos.Assim, os sbios no buscam fama por seus actos, nem elogio por sua sabedoria. Emulam a prpria natureza, de forma a que o ego no esteja envolvido.

    * * *

    Os sbios fazem as coisas quando ainda so pequenos e, assim, conseguem suplantar os grandes. Vem as coisas que esto perto para estarem cientes das coisas distncia.

    * * *

    Os sbios no se envergonham de um baixo estatuto social, mas envergonham-se de no porem em prtica a Via. No se inquietam que sejam curtas suas vidas, mas preocupam-se com o sofrimento da gente comum.

    * * *

    Sendo to evidente que se preocupam com os outros, no ser contraditrio cham-los inactivos?

    Traduo de Rui Cascais | Ilustrao de Rui Rasquinho

    Huai Nan Zi (), O Livro dos Mestres de Huainan foi composto por um conjunto de sbios taoistas na corte de Huainan (actual Provncia de Anhui), no sculo II a.C., no decorrer da Dinastia Han do Oeste (206 a.C. a 9 d.C.). Conhecidos como Os Oito Imortais, estes sbios destilaram e refinaram o corpo de ensinamentos taoistas j existente (ou seja, o Tao Te Qing e o Chuang Tzu) num s volume, sob o patrocnio e coordenao do lendrio Prncipe Liu An de Huainan. A verso portuguesa que aqui se apresenta segue uma seleco de extractos fundamentais, efectuada a partir do texto cannico completo pelo Professor Thomas Cleary e por si traduzida em Taoist Classics, Volume I, Shambhala: Boston, 2003. Estes extractos encontram-se organizados em quatro grupos: Da Sociedade e do Estado; Da Guerra; Da Paz e Da Sabedoria. O texto original chins pode ser consultado na ntegra em www.ctext.org, na seco intitulada Miscellaneous Schools.

    hARTES, LETRAS E IDEIAS

  • 15 artes, letras e ideiashoje macau quarta-feira 30.7.2014

    A insanidade e a sanidade uma outra se magoam. Quando uma governa, a outra decai.

  • hoje macau quarta-feira 30.7.201416 publicidade

  • 17 publicidadehoje macau quarta-feira 30.7.2014

  • 18 publicidade hoje macau quarta-feira 30.7.2014

    MANDADO DE NOTIFICAO N. 301/AI/2014

    -----Atendendo gravidade para o interesse pblico e no sendo possvel proceder respectiva notificao pessoal, pelo presente notifique-se a infractora Portadora do Bilhete de Identidade de Residente da R.P.C. n. 36012219650515xxxx), que na sequncia do Auto de Notcia n. 25.1/DI-AI/2013 de 28.02.2013, levantado pela DST, por prestao ilegal de alojamento da fraco autnoma situada na ravessa da S n. 8, Edifcio Lueng Heng 1. andar A, Macau, bem como por despacho da signatria de 17.07.2014, exarado no Relatrio n. 540/DI/2014, de 14.07.2014, lhe foi determinada a aplicao de uma multa de $200.000,00 (duzentas mil patacas), e ordenada a cessao imediata da prestao ilegal de alojamento no prdio ou da fraco autnoma em causa, nos termos do n.1 do artigo 10. e n.1 do artigo 15., todos da Lei n. 3/2010. ---------------------------------------------------------------------O pagamento voluntrio da multa deve ser efectuado no Departamento de Licenciamento e Inspeco destes Servios, no prazo de 10 dias, contado a partir da presente publicao, de acordo com o n. 1 do artigo 16. da Lei n. 3/2010, findo o qual ser cobrada coercivamente atravs da Repartio de Execues Fiscais, nos termos do n. 2 do artigo 16. do mesmo diploma. ---------------------------Da presente deciso cabe recurso contencioso para o Tribunal Administrativo, a interpor no prazo de 60 dias, conforme estipulado na alnea b) do n. 2 do artigo 25. do Cdigo do Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n. 110/99/M, de 13 de Dezembro e no artigo 20. da Lei n. 3/2010. -------------------------------------------------------------------------------------------------------H lugar execuo imediata da deciso caso esta no seja impugnada. --------------------------------------------------------------------------O processo administrativo pode ser consultado, dentro das horas normais de expediente, no Departamento de Licenciamento e Inspeco desta Direco de Servios, sito na Alameda Dr. Carlos dAssumpo n.os 335-341, Edifcio Centro Hotline, 18. andar, Macau. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Direco dos Servios de Turismo, aos 17 de Julho de 2014.

    A Directora dos Servios,Maria Helena de Senna Fernandes

    MANDADO DE NOTIFICAO N. 327/AI/2014

    -----Atendendo gravidade para o interesse pblico e no sendo possvel proceder respectiva notificao pessoal, pelo presente notifique-se a infractora CAI CHUNHUA (portadora do passporte da R.P.C. n. G39959XXX), que na sequncia do Auto de Notcia n. 91/DI-AI/2012 de 24.08.2012, levantado pela DST, por prestao ilegal de alojamento da fraco autnoma situada na Rua do Terminal Maritimo, n.os 93-103, Edf. Centro Internacional de Macau, Bloco 2, 14. andar A, bem como por despacho da signatria de 17.07.2014, exarado no Relatrio n. 565/DI/2014, de 08.07.2014, lhe foi determinada a aplicao de uma multa de $200.000,00 (duzentas mil patacas), e ordenada a cessao imediata da prestao ilegal de alojamento no prdio ou da fraco autnoma em causa, nos termos do n.1 do artigo 10. e n.1 do artigo 15., todos da Lei n. 3/2010. ----------------------------------------O pagamento voluntrio da multa deve ser efectuado no Departamento de Licenciamento e Inspeco destes Servios, no prazo de 10 dias, contado a partir da presente publicao, de acordo com o n. 1 do artigo 16. da Lei n. 3/2010, findo o qual ser cobrada coercivamente atravs da Repartio de Execues Fiscais, nos termos do n. 2 do artigo 16. do mesmo diploma. -----------------------Da presente deciso cabe recurso contencioso para o Tribunal Administrativo, a interpor no prazo de 60 dias, conforme estipulado na alnea b) do n. 2 do artigo 25. do Cdigo do Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n. 110/99/M, de 13 de Dezembro e no artigo 20. da Lei n. 3/2010. ----------------------------------------------------------------------------------H lugar execuo imediata da deciso caso esta no seja impugnada. ---------------------------------------------------------------------O processo administrativo pode ser consultado, dentro das horas normais de expediente, no Departamento de Licenciamento e Inspeco desta Direco de Servios, sito na Alameda Dr. Carlos dAssumpo n.os 335-341, Edifcio Centro Hotline, 18. andar, Macau. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Direco dos Servios de Turismo, aos 17 de Julho de 2014.

    A Directora dos Servios,Maria Helena de Senna Fernandes

    MANDADO DE NOTIFICAO N. 328/AI/2014

    -----Atendendo gravidade para o interesse pblico e no sendo possvel proceder respectiva notificao pessoal, pelo presente notifique-se a infractora CAI CHUNHUA (portadora do passporte da R.P.C. n. G39959XXX), que na sequncia do Auto de Notcia n. 91.1/DI-AI/2012 de 24.08.2012, levantado pela DST, por quem angariar pessoa com vista ao seu alojamento na fraco autnoma situada na Rua do Terminal Maritimo, n.os 93-103, Edf. Centro Internacional de Macau, Bloco 2, 14. andar A e utilizada para a prestao ilegal de alojamento, bem como por despacho da signatria de 17.07.2014, exarado no Relatrio n. 566/DI/2014, de 08.07.2014, lhe foi determinada a aplicao de uma multa de $20.000,00 (vinte mil patacas), nos termos do n. 2 do artigo 10. da Lei n. 3/2010. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------O pagamento voluntrio da multa deve ser efectuado no Departamento de Licenciamento e Inspeco destes Servios, no prazo de 10 dias, contado a partir da presente publicao, de acordo com o n. 1 do artigo 16. da Lei n. 3/2010, findo o qual ser cobrada coercivamente atravs da Repartio de Execues Fiscais, nos termos do n. 2 do artigo 16. do mesmo diploma. -----------------------Da presente deciso cabe recurso contencioso para o Tribunal Administrativo, a interpor no prazo de 60 dias, conforme estipulado na alnea b) do n. 2 do artigo 25. do Cdigo do Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n. 110/99/M, de 13 de Dezembro e no artigo 20. da Lei n. 3/2010. ----------------------------------------------------------------------------------H lugar execuo imediata da deciso caso esta no seja impugnada. ---------------------------------------------------------------------O processo administrativo pode ser consultado, dentro das horas normais de expediente, no Departamento de Licenciamento e Inspeco desta Direco de Servios, sito na Alameda Dr. Carlos dAssumpo n.os 335-341, Edifcio Centro Hotline, 18. andar, Macau. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Direco dos Servios de Turismo, aos 17 de Julho de 2014.

    A Directora dos Servios,Maria Helena de Senna Fernandes

    MANDADO DE NOTIFICAO N. 366/AI/2014

    -----Atendendo gravidade para o interesse pblico e no sendo possvel proceder respectiva notificao pessoal, pelo presente notifique-se a infractora XIAO, XIAOYING (portadora do Passaporte da China n. E00918XXX), que na sequncia do Auto de Notcia n. 40/DI-AI/2013 de 16.04.2013, levantado pela DST, por controlar a fraco autnoma situada na Rua de Cantao, n. 72-R, Edf. I San Kok, 30. andar F e utilizada para a prestao ilegal de alojamento, bem como por despacho da signatria de 17.07.2014, exarado no Relatrio n. 624/DI/2014, de 09.07.2014, lhe foi determinada a aplicao de uma multa de $200.000,00 (duzentas mil patacas), e ordenada a cessao imediata da prestao ilegal de alojamento no prdio ou da fraco autnoma em causa, nos termos do n. 1 do artigo 10. e n. 1 do artigo 15., todos da Lei n. 3/2010. -------------------------------------------------------O pagamento voluntrio da multa deve ser efectuado no Departamento de Licenciamento e Inspeco destes Servios, no prazo de 10 dias, contado a partir da presente publicao, de acordo com o n. 1 do artigo 16. da Lei n. 3/2010, findo o qual ser cobrada coercivamente atravs da Repartio de Execues Fiscais, nos termos do n. 2 do artigo 16. do mesmo diploma. -----------------------Da presente deciso cabe recurso contencioso para o Tribunal Administrativo, a interpor no prazo de 60 dias, conforme estipulado na alnea b) do n. 2 do artigo 25. do Cdigo do Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n. 110/99/M, de 13 de Dezembro e no artigo 20. da Lei n. 3/2010. ----------------------------------------------------------------------------------H lugar execuo imediata da deciso caso esta no seja impugnada. ---------------------------------------------------------------------O processo administrativo pode ser consultado, dentro das horas normais de expediente, no Departamento de Licenciamento e Inspeco desta Direco de Servios, sito na Alameda Dr. Carlos dAssumpo n.os 335-341, Edifcio Centro Hotline, 18. andar, Macau. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Direco dos Servios de Turismo, aos 17 de Julho de 2014.

    A Directora dos Servios,Maria Helena de Senna Fernandes

    NOTIFICAO EDITAL N. 58/2014(Solicitao de Comparncia do Trabalhador)

    Nos termos das alneas b) e c) do n. 1 do artigo 6. do Regulamento

    da Inspeco do Trabalho, aprovado pelo Decreto-Lei n. 60/89/M, de 18 de

    Setembro, conjugadas com o artigo 58. e n. 2 do artigo 72. do Cdigo do

    Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n. 57/99/M, de11

    de Outubro, notifica-se o sr. ALMENDRAS CHRISTHOPHER CABIGAS, ex-

    trabalhador da sociedade COMPANHIA DE SEGURANA CHONG HAP,

    LIMITADA, para no prazo de 10 (dez) dias, a contar do primeiro dia til seguinte

    da publicao dos presentes ditos, comparecer no Departamento de Inspeco

    do Trabalho, sita na Avenida do Dr. Francisco Vieira Machado, n.s 221-279,

    Edifcio Advance Plaza, 1. andar, a fim de prestar declaraes no processo n.

    1826/2013, proveniente da queixa apresentada nestes Servios em 26/2/2013 e

    relativamente matria de compensao do trabalho extraordinrio.

    Direco dos Servios para os Assuntos Laborais Departamento de

    Inspeco do Trabalho, aos 17 de Julho de 2014.

    A Chefe do DIT

    Lurdes Maria Sales

    ANNCIOCONCURSO PBLICO PARA

    Embelezamento da Rua da Encosta e Acesso pedonal entre ZAPE e Guia Obra da Passagem Inferior Para Pees II

    1. Entidade que pe a obra a concurso: Direco dos Servios de Solos, Obras Pblicas e Transportes.2. Modalidade de concurso: Concurso Pblico.3. Local de execuo da obra: Cruzamento da Calada da Vitria com a Estrada dos Cacilhas,Guia.4. Objecto da Empreitada: Construo de passagem inferior para pees e elevadores ligando zona de lazer inferior de Pavilho de Cheoc

    Kunge Calada da Vitria.5. Prazo mximo de execuo: 540 dias (quinhentos e quarenta dias).6. Prazo de validade das propostas: o prazo de validade das propostas de noventa dias, a contar da data do encerramento do acto pblico

    do concurso, prorrogvel, nos termos previstos no Programa de Concurso.7. Tipo de empreitada: a empreitada por Srie de Preos. 8. Cauo provisria: $920 000,00 (novecentas e vinte mil patacas), a prestar mediante depsito em dinheiro, garantia bancria ou seguro-

    cauo aprovado nos termos legais.9. Cauo definitiva: 5% do preo total da adjudicao (das importncias que o empreiteiro tiver a receber, em cada um dos pagamentos

    parciais so deduzidos 5% para garantia do contrato, para reforo da cauo definitiva a prestar).10. Preo Base: no h.11. Condies de Admisso: Sero admitidos como concorrentes as entidades inscritas na DSSOPT para execuo de obras, bem como as

    que data do concurso, tenham requerido a sua inscrio, neste ltimo caso a admisso condicionada ao deferimento do pedido de inscrio.

    12. Local, dia e hora limite para entrega das propostas:Local: Seco de Atendimento e Expediente Geral da DSSOPT, sita na Estrada de D. Maria II, n 33, R/C, Macau;Dia e hora limite: dia 3 de Setembro de 2014 (quarta -feira), at s 12:00 horas.Em caso de encerramento desta Direco de Servios na hora limite para a entrega de propostas acima mencionada por motivos de tufo ou de fora maior, a data e a hora limites estabelecidas para a entrega de propostas sero adiadas para a mesma hora do primeiro dia til seguinte.

    13. Local, dia e hora do acto pblico do concurso :Local: Sala de reunio da DSSOPT, sita na Estrada de D. Maria II, n 33, 5 andar, Macau;Dia e hora: dia 4 de Setembro de 2014 (quinta -feira), pelas 9:30 horas.Em caso de adiamento da data limite para a entrega de propostas mencionada de acordo com o nmero 12 ou em caso de encerramento desta Direco de Servios na hora estabelecida para o acto pblico do concurso acima mencionada por motivos de tufo ou de fora maior, a data e a hora estabelecidas para o acto pblico do concurso sero adiadas para a mesma hora do primeiro dia til seguinte.Os concorrentes ou seus representantes devero estar presentes ao acto pblico do concurso para os efeitos previstos no artigo 80 do Decreto-Lei n.74/99/M, e para esclarecer as eventuais dvidas relativas aos documentos apresentados no concurso.

    14. Lnguas a utilizar na redaco da proposta:Os documentos que instruem a proposta (com excepo dos catlogos de produtos) so obrigatoriamente redigidos numa das lnguas oficiais da RAEM, caso os documentos acima referidos estiverem elaborados noutras lnguas, devero os mesmos ser acompanhados de traduo legalizada para lngua oficial, e aquela traduo dever ser vlida para todos os efeitos.

    15. Local, hora e preo para obteno da cpia e exame do processo:Local: Departamento de Infraestruturas da DSSOPT, sita na Estrada de D. Maria II, n 33, 16 andar, Macau;Hora: horrio de expediente (Das 9:00 s 12:45 horas e das 14:30 s 17:00 horas)Na Seco de Contabilidade da DSSOPT, podero ser solicitadas cpias do processo de concurso ao preo de $880,00 (Oitocentas e oitenta patacas).

    16. Critrios de apreciao de propostas e respectivos factores de ponderao:- Preo razovel 55%;- Plano de trabalhos 15%;- Experincia e qualidade em obras 18%;- Integridade e honestidade 12%.

    17. Juno de esclarecimentos:Os concorrentes podero comparecer no Departamento de Infraestruturas da DSSOPT, sita na Estrada de D. Maria II, n 33, 16 andar, Macau, a partir de 11 de Agosto de 2014 (inclusiv) e at data limite para a entrega das propostas, para tomar conhecimento de eventuais esclarecimentos adicionais.Macau, aos 23 de Julho de 2014.

    A Directora dos Servios, Substa Chan Pou Ha

  • 19hoje macau quarta-feira 30.7.2014 cios / negciosMARTA MARQUES CONSULTORIA (FITNESS E PT) MARTA MARQUES, FUNDADORA

    TRABALHO DOIS EM UM

    A lngua , sem dvida, uma das maiores barreiras para encontrar trabalho aqui. Tal como os lobbies. Infelizmente, h sempre algum que chega primeiro

    LEONOR S MACHA