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www.leandroeustaquio.com.br PRAETORIUM PROFESSOR LEANDRO EUSTAQUIO CURSO PARA AGENTE ADMINISTRATIVO PF CURSO PARA AGENTE ADMINISTRATIVO PF AFO – ADMINISTRACAO FINANCEIRA ORCAMENTARIA SLIDES COM QUADROS-RESUMO, QUADROS COMPARATIVOS, EXERCICIOS

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  • 1. PRAETORIUM PROFESSOR LEANDRO EUSTAQUIO CURSO PARA AGENTE ADMINISTRATIVO PFAFO ADMINISTRACAO FINANCEIRA ORCAMENTARIA SLIDES COM QUADROS-RESUMO, QUADROS COMPARATIVOS, EXERCICIOS www.leandroeustaquio.com.br

2. Tema Orcamento Publico, Leis orcamentarias, Receita Publica Despesas PublicasslidesRestos a pagar e Despesas de Exercicios Anteriores Suprimento de Fundos81 a 104Conta nica do Tesouro124 a 153Sidor e Siafi154 a 208Lei de Responsabilidade Fiscal209 a 273www.leandroeustaquio.com.br3-31 32-80105 a 123 3. Orcamento Publico, Leis orcamentarias, Receita Publicawww.leandroeustaquio.com.br 4. PPA CF/88 - DOMLDO CF/88 MPArt. 165 1 - A lei que instituir o plano plurianual estabelecer, de forma regionalizada, asArt. 165 2 - A lei de diretrizes oramentrias compreender as metas e prioridades da administrao pblica federal, incluindo as despesas de capital para o exerccio financeiro subseqente, orientar a elaborao da lei oramentria anual, dispor sobre as alteraes na legislao tributria e estabelecer a poltica de aplicao das agncias financeiras oficiais de fomento.diretrizes, objetivos e metas da administrao pblica federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de durao continuada.www.leandroeustaquio.com.br 5. ANEXO DE METAS FISCAIS LDO NA LRFANEXO DE RISCOS FISCAIS LDO NA LRFArt. 4 Art. 4 1o Integrar o projeto de 3o A lei de diretrizesleidediretrizes oramentriasA mensagem que encaminhar o projeto da conter Unio apresentar, em Riscos anexo especfico, osAnexo Anexo de de Metas Fiscais, em Fiscais, onde sero avaliados oramentriasque sero estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primrio e montante da dvida pblica, para o exerccio a que se referirem e para os dois seguintes.ANEXO ESPECFICO LDO NA LRFos passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas pblicas, informando as providncias a serem tomadas, caso se concretizem.www.leandroeustaquio.com.br 4oobjetivos das polticas monetria, creditcia e cambial, bem como os parmetros e as projees para seus principais agregados e variveis, e ainda as metas de inflao, para o exerccio subseqente. 6. Competncia Exclusiva do Chefe do Atribuio dos rgos que tm Executivo CF/88 autonomia administrativa e financeira CF/88 Art. 99. Ao Poder Judicirio Art. 84. Compete privativamente ao assegurada autonomia administrativa e financeira.Presidente da Repblica: 1 - Os tribunais elaboraro suas propostas oramentrias XXIII - enviar ao Congresso Nacional dentro dos limites estipulados o plano plurianual, o projeto de lei conjuntamente com os demais de diretrizes oramentrias e as Poderes na lei de diretrizes propostas de oramento previstos oramentrias nesta Constituio Art. 127 2 Ao Ministrio Pblico assegurada autonomia funcional e administrativa de iniciativa do (...)Art. 165. Leis Poder Executivo estabelecero: 3 - O Ministrio Pblico I - o plano plurianual; PPA elaborar sua proposta II - as diretrizes oramentrias; LDO oramentria dentro dos limites www.leandroeustaquio.com.br III - os oramentos anuais. LOA estabelecidos na lei de diretrizes 7. Atribuio dos rgos que tm autonomia administrativa e financeira CF/88Art. 134 2 s Defensorias Pblicas Estaduais so asseguradas autonomia funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta oramentria dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes oramentrias e subordinao ao disposto no art. 99, 2 www.leandroeustaquio.com.br 8. Atribuio da Seguridade Social CF/88Art. 195. A seguridade social ser financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos oramentos da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios, e das seguintes contribuies sociais: dos respectivos oramentos, no integrando o oramento da Unio.A proposta de oramento da seguridade social ser elaborada de forma integrada pelos rgos 2 -responsveis pela sade, previdncia social e assistncia social, tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes oramentrias, assegurada a cada rea a gesto de seus recursos. www.leandroeustaquio.com.br 9. LEI COMPLEMENTAR CF/88LEI ORDINRIA CF/88Art. 163. Lei complementar dispor sobre: I - finanas pblicas Art. 165 9 - Cabe lei complementar: I - dispor sobre o exerccio financeiro, a vigncia, os prazos, a elaborao e a organizao do plano plurianual, da lei de diretrizes oramentrias e da lei oramentria anual;Art. 165.doLeis de iniciativa Poder Executivoestabelecero: I - o plano plurianual; II - as diretrizes oramentrias; III - os oramentos anuais. Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, s diretrizes oramentrias, ao oramento anual e aos crditos adicionais sero apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum.www.leandroeustaquio.com.br 10. LEI COMPLEMENTAR CF/88LEI ORDINRIA CF/88Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios no poderArt. 169 7 Lei federal exceder os limites estabelecidos em dispor sobre as lei complementar. 4 Se as medidas adotadas com base no normas gerais a pargrafo anterior no forem suficientes para assegurar o cumprimento da serem obedecidas na determinao da lei do complementar referida neste efetivao artigo, o servidor estvel poder disposto no 4 perder o cargo, desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional, o rgo ou unidade administrativa objeto da reduo de pessoal www.leandroeustaquio.com.br 11. QURUM DE MAIORIA ABSOLUTACF/88 - Art. 167. So vedados: III - a realizao de operaes de crditos que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante crditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo pormaioria absoluta www.leandroeustaquio.com.br 12. Processo legislativo oramentrioProcesso legislativo comum (no oramentrio)Art. 61. A iniciativa das leis complementares e ordinrias cabe a qualquer membro ou Comisso da Cmara dos Deputados, do Senado Federal ou do Congresso Nacional, ao I - o plano plurianual; Presidente da Repblica, ao Supremo Tribunal II - as diretrizes oramentrias; Federal, aos Tribunais Superiores, ao III - os oramentos anuais. Procurador-Geral da Repblica e aos cidados, na forma e nos casos previstos nesta Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano Constituio. plurianual, s diretrizes oramentrias, ao oramento anual e aos crditos adicionais Art. 64. A discusso e votao dos projetos de Repblica, do sero apreciados pelas duas lei de iniciativa do Presidente edados Tribunais Supremo Tribunal Federal Casas do Congresso Nacional, Superiores na forma do regimento comum.Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecero:Art. 165.tero incio na 1 - Caber a uma Comisso Cmara dos Deputados. mista permanente Senadores e Deputadosde www.leandroeustaquio.com.br 13. Prazos do Processo legislativo oramentrio ADCT CF/88Na ausncia da Lei Complementar ADCT CF/88Art. 165Art. 35. 2 - At a entrada em 9 - Cabe lei complementar: I - dispor sobre o exerccio vigor da lei financeiro, a vigncia, os prazos, a complementar a que se elaborao e a organizao do refere o art. 165, 9, I e II, sero plano plurianual, da lei de obedecidas as seguintes normas: diretrizes oramentrias e da lei I - o projeto do plano plurianual, para vigncia at o final do primeiro exerccio financeiro do oramentria anual; mandato presidencial subseqente, ser Art. 166 6 - Os projetos de lei do plano plurianual, das diretrizes oramentrias e do oramento anual sero enviados pelo Presidente daencaminhado at quatro meses antes do encerramento do primeiro exerccio financeiro e devolvido para sano at o encerramento da sesso legislativa; II - o projeto de lei de diretrizesnos oramentrias ser encaminhado at oito meses termos da lei complementar a que e meio antes do encerramento do exerccio financeiro e devolvido para sano at o se refere o art. 165, 9.RepblicaaoCongressoNacional,encerramento do primeiro perodo da sesso legislativa; III - o projeto de lei oramentria da Unio ser www.leandroeustaquio.com.br encaminhado at quatro meses antes do encerramento do exerccio financeiro e devolvido 14. RECEITA REFERNCIA PARA DESPESAS COM GASTOS DO LEGISLATIVO MUNICIPAL CF/88RECEITA REFERNCIA PARA DESPESAS COM GASTO DO LEGISLATIVO MUNICIPAL LRFArt. 19. Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constituio, a despesa total com pessoal, em cada perodo de apurao e em cada ente da Federao, no poder exceder os percentuais da receita corrente lquida, a seguir discriminados: I - Unio: 50% (cinqenta por cento); somatrio da receita II - Estados: 60% (sessenta por tributria e das cento); transferncias previstas III - Municpios: 60% (sessenta por no 5o do art. 153 e nos arts. 158 cento). www.leandroeustaquio.com.br e 159, efetivamente realizado noArt. 29-A. O total da despesa do Poder Legislativo Municipal, includos os subsdios dos Vereadores e excludos os gastos com inativos, no poder ultrapassar os seguintes percentuais, relativos ao 15. TRIBUTOS PARA FINS DE CLASSIFICAO DA RECEITA LEI 4320/64TRIBUTOS SEGUNDO A CF/88Art. 11 - A receita classificar-se- nas seguintes categorias econmicas: Receitas Correntes e Receitas de Capital. 1 - So Receitas Correntes as receitas tributria, de contribuies, patrimonial, agropecuria, industrial, de servios e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito pblico ou privado, quando destinadas a atender despesas classificveis em Despesas Correntes. 4 - A classificao da receita obedecer ao seguinte esquema: RECEITAS CORRENTESArt. 145. A Unio, os Estados, o Distrito Federal e os Municpios podero instituir os seguintes tributos: I - impostos; II - taxas, em razo do exerccio do poder de polcia ou pela utilizao, efetiva ou potencial, de servios pblicos especficos e divisveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposio; III - contribuio de melhoria, decorrente de obras pblicas. Art. 148. A Unio, mediante lei complementar, poder instituir emprstimos compulsrios: Art. 149. Compete exclusivamente Unio instituir contribuies sociais, de interveno no domnio econmico e de interesse das categorias profissionais ou econmicas, comoRECEITA TRIBUTRIAImpostos Taxas Contribuies de Melhoriainstrumento de sua atuao nas respectivas reas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuzo do previsto no art. 195, 6, www.leandroeustaquio.com.br relativamente s contribuies a que alude o 16. RECEITA LRFEXCEOArt. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gesto fiscal a instituio, previso e efetiva arrecadao de todos os tributos da competncia constitucional do ente da Federao.ART. 11 Pargrafo nico. vedada a realizao de transferncias voluntrias para o ente que no observe o disposto no caput, no que se refere aosimpostos.www.leandroeustaquio.com.br 17. RENNCIA DE RECEITA EXCEO DA EXCEOLRF ART. 25 3o Para fins da aplicao das sanes de suspenso de transferncias voluntrias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a aes de educao, sade e assistncia social. www.leandroeustaquio.com.br 18. RENNCIA DE RECEITA LRFEXCEO NA LRFArt. 14. A concesso ou ampliao de incentivo 3o O disposto neste artigo ou benefcio de natureza tributria da qual decorra renncia de receita dever estar no se aplica: acompanhada de estimativa do impacto oramentrio-financeiro no exerccio em que deva iniciar sua vigncia e nos dois seguintes, I - s alteraes das alquotas atender ao disposto na lei de diretrizes oramentrias e a pelo menos uma das dos impostos previstos nos seguintes condies: incisos I, II, IV e V do art. 153 II - estar acompanhada de medidas de compensao, no perodo mencionado da Constituio, na forma do no caput, por meio do aumento de receita, seu 1o; proveniente da elevao de alquotas, ampliao da base de clculo, majorao ou II - ao cancelamento de dbito criao de tributo ou contribuio. cujo montante seja inferior ao 2o Se o ato de concesso ou ampliao do incentivo ou benefcio de que trata dos respectivos custos de o caput deste artigo decorrer da condio cobrana. contida no inciso II, o benefcio s entrar em vigor quando implementadas as medidas referidas no mencionado inciso www.leandroeustaquio.com.br 19. DESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL CF/88DESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL LRFArt. 29-A. O total da despesa do Art. 18. Para os efeitos desta Lei Poder Legislativo Municipal, Complementar, entende-se como includos os subsdios dos despesa total com pessoal: o somatriodosgastosdoentedae excludos Federao com os ativos, os os gastos com inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funes ou inativos, no poder empregos, civis, militares e de membrosVereadoresde Poder, com quaisquer espcies remuneratrias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variveis, subsdios, proventos da aposentadoria, reformas e penses, inclusive adicionais, gratificaes, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuies www.leandroeustaquio.com.br recolhidas pelo ente s entidades de previdncia.ultrapassar os seguintes percentuais, relativos ao somatrio da receita tributria e das transferncias previstas no 5o do art. 153 e nos arts. 158 e 159, efetivamente realizado no exerccio anterior 20. DESPESAS COM GASTOS DE DESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL CF/88 LEGISLATIVO DO PESSOAL LRF LEGISLATIVO MUNICPIODO MUNICPIOI - 7% (sete por cento) para Municpios com Art. 20. Para os fins do disposto populao de at 100.000 (cem mil) no caput do art. 169 da habitantes; Constituio, a despesa total com II - 6% (seis por cento) para Municpios com populao entre 100.000 (cem mil) e 300.000 pessoal, em cada perodo de (trezentos mil) habitantes; apurao e em cada ente da III - 5% (cinco por cento) para Municpios com populao entre 300.001 (trezentos mil e um) Federao, no poder exceder os e 500.000 (quinhentos mil) habitantes; percentuais da receita corrente IV - 4,5% (quatro inteiros e cinco dcimos por lquida, a seguir discriminados: cento) para Municpios com populao entre I - Unio: 50% (cinqenta por 500.001 (quinhentos mil e um) e 3.000.000 (trs milhes) de habitantes; cento); V - 4% (quatro por cento) para Municpios com II - Estados: 60% (sessenta por populao entre 3.000.001 (trs milhes e um) cento); e 8.000.000 (oito milhes) de habitantes; VI - 3,5% (trs inteiros e cinco dcimos por III - Municpios: 60% (sessenta por cento) para Municpios com populao acima cento). de 8.000.001 (oito milhes e um) habitantes. www.leandroeustaquio.com.br Art. 21 1o A Cmara Municipal no gastar mais de 21. DESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL DO ESTADO QUE TEM UM S TRIBUNAL DE CONTASDESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL DO ESTADO QUE TENHA 2 TRIBUNAIS DE CONTAS Art.20 4o Nos Estados em que houver Tribunal de Contas dos Municpios, os percentuaisArt. 20 II - na esfera estadual: a) 3% (trs por cento) para o Legislativo, includo o Tribunal de Contas do definidos nas Estado; alneas a e c do inciso II b) 6% (seis por cento) para o do caput sero, Judicirio; c) 49% (quarenta e nove por respectivamente, acrescidos e reduzidos em cento) para o Executivo; d) 2% (dois por cento) para o 0,4% (quatro dcimos por www.leandroeustaquio.com.br cento). Ministrio Pblico dos 22. PERDA DE ESTABILIDADE DO SERVIDOR PBLICOPERDA PARA REDUZIR O EXCESSO DE DESPESAS CO M GASTOS DE PESSOALCF/88 ART 41CF/88 ART. 169 3 Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo, durante o prazo fixado na lei complementar referida no caput, a Unio, os Estados, o Distrito Federal e os Municpios adotaro as seguintes providncias: I - reduo em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comisso e funes de confiana; II - exonerao dos servidores no estveis.Art. 41. So estveis aps trs anos de efetivo exerccio os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso pblico. 1 O servidor pblico estvel s perder o cargo: I - em virtude de sentena judicial transitada em julgado; II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; III - mediante procedimento de avaliao peridica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa. 4 Se as medidas adotadas com base no pargrafo anterior no forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinao da lei complementar referida neste artigo, o servidor estvel poder perder o cargo, desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes www.leandroeustaquio.com.brespecifique a atividade funcional, o rgo ou unidade administrativa objeto da 23. QUEM O NO ESTVEL PARA FINS DO ARTIGO 169 , pargrafo 3, II, CF/88?EMENDA CONSTITUCIONAL 19/98 Art. 33. Consideram-se servidores no estveis, para os fins do art. 169, 3, II, da Constituio Federal aqueles admitidos na administrao direta, autrquica e fundacional sem concurso pblico de provas ou de provas e ttulos aps o dia 5 de outubro de 1983www.leandroeustaquio.com.br 24. 1) (FCC/TCE/AL/Auditor/2008) De acordo com a Constituio Federal, dispor sobre o exerccio financeiro cabe a) emenda constitucional. b) lei complementar. c) lei ordinria. d) resoluo do Senado. e) medida provisria. www.leandroeustaquio.com.br 25. 2) (FCC/TCE/AL/MPC/2008) Quando a lei estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administrao pblica federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de durao continuada, est instituindo a) a lei oramentria anual. b) as diretrizes oramentrias. c) o oramento da seguridade social. d) o oramento das empresas estatais. e) o plano plurianual www.leandroeustaquio.com.br 26. 2) (CESPE / Procurador Cear 2008) A Lei de Diretrizes Oramentrias (LDO): a) de iniciativa do Poder Legislativo. b) tem o objetivo, entre outros, de orientar a elaborao do plano plurianual e da LOA. c) compreende as metas e prioridades da administrao pblica, excluindo as despesas de capital para o exerccio financeiro subseqente. d) dispe sobre alterao na legislao financeira. e) tem o objetivo, entre outros, de estabelecer a poltica de aplicao das agncias financeiras oficiais de fomento. www.leandroeustaquio.com.br 27. 4) (CESPE/(UnB/Analista/TCE/AC/2009) O ciclo oramentrio corresponde ao perodo de tempo em que se processam as atividades tpicas do oramento pblico. Acerca do projeto da LOA,assinale a opo correta. a)O Presidente da Repblica tem quinze dias teis, a contar do recebimento do projeto, para sancion-lo. O silncio importa veto. b) As emendas ao projeto devero ser apresentadas na comisso mista e apreciadas, na forma regimental, pelo Senado Federal. c) Aps o envio do projeto ao Poder Legislativo, o Presidente da Repblica no poder mais propor modificaes. d) A iniciativa de apresentao do projeto privativa do Chefe do Poder Executivo. e) As emendas ao projeto de LOA incompatveis com o PPA podero ser aprovadas, caso indiquem as respectivas fontes de recursos www.leandroeustaquio.com.br 28. 5) (CESPE / Ministrio Pblico Tribunal de Contas dos Municpios do Estado de Gois 2007) A Unio, por intermdio de decreto executivo, determinou a alterao da alquota do imposto sobre produtos industrializados (IPI), reduzindo-o discriminadamente, Visando a implantao de poltica de fomento de determinada categoria econmica. Considerando essa situao hipottica, assinale a opo correta.a) A concesso do incentivo dever estar acompanhada de estimativa de impacto oramentrio-financeiro no exerccio em que deva iniciar a sua vigncia e nos dois exerccios seguintes. b) O referido benefcio dever estar acompanhado de medidas de compensao, a ser aplicado a parti r do exerccio do incio de sua vigncia e nos dois exerccios seguintes, por meio do aumento de receita tributria. c) No so aplicveis as disposies contidas na LRF, pertinentes renncia de receita, em relao ao incentivo tributrio concedido na forma da situao hipottica descrita. d) A eficcia do aludido incentivo tributrio ficar condicionada implementao das medidas de compensao, por meio de aumento de receita, proveniente de elevao de alquotas, ampliao da base de clculo, majorao ou criao de tributo ou contribuio www.leandroeustaquio.com.br 29. 6) (CESPE / Procurador Esprito Santo 2008) A concesso de iseno tributria individual no caracteriza renncia de receita e a sua instituio, portanto, dispensa a adoo de medidas de compensao. www.leandroeustaquio.com.br 30. 7) (CESPE / TCU 2008) Para efeitos da LRF, a despesa total com pessoal engloba o somatrio dos gastos do ente da Federao com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funes ou empregos, civis, militares e de membros de poder, com quaisquer espcies remuneratrias, tais como vencimentos e vantagens, fi xas e variveis, subsdios, proventos da aposentadoria, reformas e penses, inclusive adicionais, gratificaes, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuies recolhidas pelo ente s entidades de previdncia. www.leandroeustaquio.com.br 31. Gabarito 1b 2e 3e 4d 5c 6e 7cwww.leandroeustaquio.com.br 32. DESPESAS PUBLICASwww.leandroeustaquio.com.br 33. Despesas com gastos de pessoal na CF/88CF/88 Art. 169. A despesa com pessoal inativo da Unio, dos Estados, do Federal e dos Municpios no exceder os limites estabelecidos complementar. www.leandroeustaquio.com.brativo e Distrito poder em lei 34. Havia limite previsto para gastos de pessoal na CF/88?CF/88 ADCT Art. 38. At a promulgao da lei complementar referida no art. 169, a Unio, os Estados, o Distrito Federal e os Municpios no podero despender com pessoal mais do que sessenta e cinco por cento do valor dasrespectivas receitas correntes. Pargrafo nico. A Unio, os Estados, o Distrito Federal e os Municpios, quando a respectiva despesa de pessoal exceder o limite previsto neste artigo, devero retornar quele limite, reduzindo o percentual excedente razo de um quintopor ano.www.leandroeustaquio.com.br 35. O que considerado como gastos de pessoal para fins de responsabilidade fiscal? Cf/88LRFArt. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios no poder exceder os limites estabelecidos em lei complementar.Art. 18. Para os efeitos desta Lei Complementar, Entende-se como despesa total com pessoal: o somatrio dos gastos do ente da Federao com os ativos, os inativos e os pensionistaswww.leandroeustaquio.com.br 36. O que gastos com os para fins da LRF. E Os terceirizados? Entende-se como despesa total com pessoal: o somatrio dos gastos do ente da Federao com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funes ou empregos, civis, militares e de membros de Poder, com quaisquer espcies remuneratrias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variveis, subsdios, proventos da aposentadoria, reformas e penses, inclusive adicionais, gratificaes, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuies recolhidas pelo ente s entidades de previdncia. 1o Os valores dos contratos de terceirizao de mo-de-obra que se referem substituio de servidores e empregados pblicos sero contabilizados como "Outras Despesas de Pessoal". www.leandroeustaquio.com.br 37. DESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL DO ESTADO QUE TEM UM S TRIBUNAL DE CONTASDESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL DO ESTADO QUE TENHA 2 TRIBUNAIS DE CONTASLegislativo Estadual 3% Executivo Estadual 49%Legislativo Estadual 3,4% Executivo Estadual 48,6% www.leandroeustaquio.com.br 38. Cuidado! ALGUMAS situaes no so computadas COMO GASTOS DE PESSOAL, PARA FINS DOS LIMITES DO ARTIGO 19. 1o Naverificao do atendimento dos limites definidos neste artigo, no sero computadas as despesas: I - de indenizao por demisso de servidores ou empregados; II - relativas a incentivos demisso voluntria; III - derivadas da aplicao do disposto no inciso II do 6o do art. 57 da Constituio; IV - decorrentes de deciso judicial e da competncia de perodo anterior ao da apurao a que se refere o 2o do art. 18; V - com pessoal, do Distrito Federal e dos Estados do Amap e Roraima, custeadas com recursos transferidos pela Unio na forma dos incisos XIII e XIV do art. 21 da Constituio e do art. 31 da Emenda Constitucional no 19;VI - com inativos, ainda que por intermdio de fundo especfico, custeadas por recursos provenientes: a) da arrecadao de contribuies dos segurados; b) da compensao financeira de que trata o 9o do art. 201 da Constituio; www.leandroeustaquio.com.br c) das demais receitas diretamente arrecadadas por fundo vinculado a tal finalidade, inclusive o produto da alienao de bens, direitos e ativos, bem 39. Despesa com inativo despesa com gasto de PessoalNo computada a despesa DE PESSOAL AQUELA CUSTEADA PELO SEGURADOArt. 18. Para os efeitos desta Lei Art. 19. 1o Na verificao do Complementar, entende-se como despesa atendimento dos limites definidos nesteno sero computadas os pensionistas, (...)com quaisquer as despesas VI - com inativos,total com pessoal (...) osinativos eespcies remuneratrias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variveis, subsdios, proventos da aposentadoria, reformas e penses, inclusive adicionais, gratificaes, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuiesartigo,ainda que por intermdio de fundocusteadas por recursos provenientes: a) da arrecadao de contribuies dos segurados; especfico,b) da compensao financeira de que trata o 9o do art. 201 da Constituio; c) das demais receitas diretamente arrecadadas por fundo vinculado a tal finalidade, inclusive o produto da alienao de bens, direitos e ativos, bem como seu supervit financeiro.recolhidas pelo ente s entidades de previdncia. www.leandroeustaquio.com.br 40. Limite geral/limite por poderrgoMunicpioEstados (DF)Unio60%60%50%Limite do Executivo54%49%40,9%Limite do Legislativo6%3%Limite do Judicirio Limite do Ministrio Pblico----6%2,5% incluindo o TCU 6%----2%0,6%www.leandroeustaquio.com.br 41. Para Fins do artigo 20, o que estabelece o limite de despesas para cada rgo de cada ente federado, considera-se rgoMinistrio Pblicono Poder Legislativo Judicirio Federal, as respectivas No Casas e o Tribunal de Federal, os Contas da Unio tribunais referidosno artigo 92 da constituioNo Poder Legislativo Estadual, a Assemblia Legislativa e os Tribunais de No Poder Judicirio ContasEstadual, o No Poder Legislativo Tribunal de Justia do Distrito Federal , a e outros, quando Cmara Legislativa e o www.leandroeustaquio.com.br Tribunal de Contas do houver. DF 42. DESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL DO ESTADO QUE TEM UM S TRIBUNAL DE CONTASDESPESAS COM GASTOS DE PESSOAL DO ESTADO QUE TENHA 2 TRIBUNAIS DE CONTASLegislativo Estadual 3%Legislativo Estadual 3,4%Executivo Estadual 49%Executivo Estadual 48,6% www.leandroeustaquio.com.br 43. rgos do artigo 92 da CF/88 No rgo para fins da LRF I - o STF; I-A o CNJ; II - o STJ; III - os TRFs e Juzes Federais; IV - os Tribunais e Juzes do Trabalho; V - os Tribunais e Juzes Eleitorais; VI - os Tribunais e Juzes Militares; VII - os Tribunais e Juzes dos Estados e do Distrito Federal e Territrios. www.leandroeustaquio.com.brAs Defensorias Pblicas 44. LA 90%No h sanoLP 95%I - concesso de vantagem, aumento, reajuste ou adequao de remunerao a qualquer ttulo, salvo os derivados de sentena judicial ou de determinao legal ou contratual, ressalvada a reviso prevista no inciso X do art. 37 da Constituio; II - criao de cargo, emprego ou funo; III - alterao de estrutura de carreira que implique aumento de despesa; IV - provimento de cargo pblico, admisso ou contratao deressalvada a reposio decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das reas de educao, sade e segurana;pessoal a qualquer ttulo,V - contratao de hora extra, salvo no caso do disposto no inciso II do 6o do art. 57 da Constituio e as previstas na LDO. www.leandroeustaquio.com.br 45. Lei 9.504/97. art. 73 So proibidas aos agentes pblicos nomear, contratar ou de No Vedada a) a nomeao ou qualquer forma admitir, exonerao de cargos em comisso demitir sem justa causa, e designao ou dispensa de funes de confiana; suprimir ou readaptar b) a nomeao para cargos do vantagens ou por outros Poder Judicirio, do Ministrio meios dificultar ou impedir o Pblico, dos Tribunais ou exerccio funcional e, Conselhos de Contas e dos rgos ainda, ex officio, remover, da Presidncia da Repblica; c) a nomeao dos aprovados em transferir ou exonerar concursos pblicos homologados servidor pblico, na at o incio daquele prazo; circunscrio do pleito, nos d) a nomeao ou contratao trs meses que o antecedem necessria instalao ou ao e at a posse dos eleitos, sob funcionamento inadivel de pena de nulidade de pleno servios pblicos essenciais, com www.leandroeustaquio.com.br expressa autorizao do prvia e direito Chefe do Poder Executivo; 46. Formas de provimento de cargos pblicos lei 8.112/90Art. 8o So formas de provimento de cargo pblico: I - nomeao; II - promoo; V - readaptao; VI - reverso; VII - aproveitamento; VIII - reintegrao; IX - reconduo. www.leandroeustaquio.com.br 47. O que a LRF PROBE (art. 22)provimento de cargo pblico (...), ressalvada a reposio decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das reas de educao, sade e seguranaO que a lei 9.504/97 probe (art. 73)O que a lei 9.504/97 permiteNomear (...), na circunscrio do pleito, nos trs meses que o antecedem e at a posse dos eleitosa) a nomeao de cargos em comisso; b) a nomeao para cargos do Poder Judicirio, do Ministrio Pblico, dos Tribunais ou Conselhos de Contas e dos rgos da Presidncia da Repblica;c) a nomeao dos aprovados em concursos pblicos homologados at o incio daquele prazo;d) a nomeao necessria instalao ou ao funcionamento inadivel de servios pblicos essenciais, com prvia e expressa autorizao do Chefe do Executivo; www.leandroeustaquio.com.br 48. Prazo para verificao dos limites Prazo para eliminao do previstos nos artigos 19 e 20 excesso (Dois quadrimestres) (Quadrimestral)Art. 23. Se a despesa total com pessoal, do Poder ou rgo referido no art. 20, ultrapassar os limites definidos no mesmo artigo, sem prejuzo das medidas previstas no art. 22, o percentual excedente ter de ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes, sendo pelo menos um tero no www.leandroeustaquio.com.br primeiroArt. 22. A verificao do cumprimento dos limites estabelecidos nos arts. 19 e 20 ser realizada ao final de cada quadrimestre. 49. Situaes transitrias. Prazos Municpios com menos de 50.000 mil habitantesNa ocorrncia de calamidade pblica reconhecida pelo Congresso Nacional, no caso da Unio, ou pelas Assemblias Legislativas, na hiptese dos Estados e Municpios,no caso de crescimento real baixo ou negativo do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, regional ou estadual por perodo igual ou superior a quatro trimestres facultado verificar se os sero suspensas a Os limites dos artigos 19 e 20 foram ultrapassadoscontagem dos SEMESTRALMEN prazos e as disposies-TEestabelecidas no art. 23www.leandroeustaquio.com.brprazos estabelecidos nos arts. 23 sero duplicados 50. Despesas no ltimo ano do mandato rigor da LRF Art. 23 4o As restries do 3o (entre elas o no recebimento de transferncias voluntrias)aplicam-se cento e oitenta dias imediatamente se a despesa anteriores ao final do total com pessoal exceder o limite no primeiro mandato do titular do quadrimestre do ltimo ano respectivo Poder ou do mandato dos titulares de rgo referido no art. 20. Poder ou rgo referidos no art. 20. www.leandroeustaquio.com.br Art. 21. Pargrafo nico. Tambm nulo de pleno direito o ato de que resulte aumento da despesa com expedido nos pessoal 51. Despesas com a seguridade Social Cf/88 Art. 195. A seguridade LRF social ser financiada por toda a sociedade, de forma Art. 24. Nenhum benefcio direta e indireta, nos termos ou servio relativo da lei, mediante recursos provenientes dos oramentos seguridade social poder da Unio, dos Estados, do DF ser criado, majorado ou estendido sem a indicao e dos Municpios (...) 5 - Nenhum benefcio ou da fonte de custeio total, servio da seguridade social nos termos do 5o do art. poder ser criado, majorado 195 da Constituio ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total. www.leandroeustaquio.com.br 52. PREVIDNCIA SOCIAL RPPSREGIME GERALArt. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da Unio, dos Art. 201. A previdncia social Estados, do Distrito Federal e dos ser organizada sob a forma Municpios, includas suasde regime geral, de carter contributivo e de filiao obrigatria, observados critrios que preservem o equilbrio financeiro e atuarial, e atender, nos termos da lei, aautarquiaseassegurado previdncia contributivo regime de de carter fundaes,e solidrio, mediante contribuio do respectivo ente pblico, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas,www.leandroeustaquio.com.br 53. Prazos paraDespesas com Dvida Gastos de consolidada PessoalVerificar se os limites foram ultrapassadosAo final de cada quadrimestreReduzir/Recon- 2 duzir o excesso quadrimestres , sendo pelo menos 1/3 no primeiro www.leandroeustaquio.com.brAo final de cada quadrimestreAt o trmino do terceiro quadrimestre subsquente, pelo menos 25% no 1o 54. SanoDespesas com Gastos de PessoalDvida consolidadase os limites forem ultrapassadosSances Artigo 22 da LRF mais No recebimento de transferncia voluntria, no realizao de operao de crdito, obter garantia de outro enteEnquanto no for ultrapassado o prazo para reconduo: no pode realizar operao de crdito Depois que passar o prazo para reconduo: no pode receber transferncia voluntria + o.cwww.leandroeustaquio.com.br 55. ESPCIECRDITOS ADICIONAIS AUTORIZAO FINALIDADE LEGISLATIVASuplementarEspecialos destinados a reforo de dotao oramentriaSo autorizados por lei e abertos por decreto os destinados So a despesas autorizados para as quais por lei e no haja abertos por dotao www.leandroeustaquio.com.br decreto oramentriaINDICAO DA FONTE DE RECURSOS simsim 56. CRDITOS ADICIONAIS ESPCIEFINALIDADEAUTORIZAO LEGISLATIVAINDICAO DA FONTE DE RECURSOSExtraordinrio os destinados No. no a despesas urgentes e Pode ser imprevistas, aberto por ou em caso de decreto medida guerra, comoo provisria intestina ou calamidade pblica. www.leandroeustaquio.com.br 57. FONTES PARA A ABERTURA DOS CRDITOS ESPECIAL E SUPLEMENTAR (art. 43 da LEI 4.320/64 e art. 166, p. 8 CF)o supervit financeir o apurado em balano patrimonialdo exerccio anterioros provenientes de excesso de arrecadao, deduzidos os crditos extraordinrios abertos no perodoos o produto resultantes de de operaes anulao de credito parcial ou autorizada total de s, em dotaes forma que orament juridica-rias ou de mente crditos possibilite adicionais, ao poder autorizado executivo em Lei www.leandroeustaquio.com.br realiz-lasArt. 166, p. 8 CF E ainda o Decreto-lei 200/67 58. FONTES PARA A ABERTURA DOS CRDITOS ESPECIAL E SUPLEMENTAR (art. 166, p. 8 CF) 8 - Os recursos que, em decorrncia de veto, emenda ou rejeio do projeto de lei oramentria anual, ficarem sem despesas correspondentes podero ser utilizados, conforme o caso, mediante crditos especiais ou suplementares, comprvia e legislativa.especfica www.leandroeustaquio.com.brautorizao 59. FONTES PARA A ABERTURA DOS CRDITOS ESPECIAL E SUPLEMENTAR (Art. 91 DL 200/67)Decreto-Lei 200/67 Art. 91. Sob a denominao de Reserva de Contingncia, o oramento anual poder conter dotao global no especificamente destinada a determinado rgo, unidade oramentria, programa ou categoria econmica, cujos recursos sero utilizados para abertura de crditos adicionais. www.leandroeustaquio.com.br 60. Vigncia dos Crditos Adicionais Art. 45 Lei 4320/64Art. 167 Cf/88Os crditos adicionais tero vigncia adstrita ao exerccio financeiro em que forem abertos, salvo expressa disposio legal em contrrio, quanto aos 2 - Os crditos especiais e extraordinrios tero vigncia no exerccio financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorizao for promulgado nos ltimos quatro meses daquele exerccio, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, sero incorporados ao oramento do exerccio financeiro subseqente.especiais e extraordinrios.www.leandroeustaquio.com.br 61. Crditos ExtraordinriosLei 4320/64CF/88Para despesasurgentes eimprevisveis eimprevistasurgentessituaesguerra, comoo guerra, comoo intestina ou interna ou calamidade pblica calamidade pblicaAto que autoriza a Decreto do abertura executivo www.leandroeustaquio.com.brMedida Provisria 62. Restos a pagarLei 4.320/64LRFArt. 42. vedado ao titular de Poder ou rgo referido no art. 20, nos ltimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigao de despesa que no possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha processadas das parcelas a serem pagas no exerccio seguinte sem que no haja suficiente processadas. disponibilidade de caixa para este efeito. www.leandroeustaquio.com.brPrevises Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas no pagas at o dia 31 de dezembro distinguindo-se as 63. 1(CESPE/TCU/2008) Na verificao da despesa total com pessoal da Unio, no sero computadas as despesas com indenizao por demisso de servidores, as relativas demisso voluntria e as decorrentes dos contratos de terceirizao de mo-de-obra referentes a substituio de servidores e empregados pblicos. Certo ou errado www.leandroeustaquio.com.br 64. Na verificao da despesa total com pessoal da Unio, no sero computadas as despesas com indenizao por demisso de servidores, as relativas demisso voluntria e as decorrentes doscontratos de terceirizao de mode-obra referentes a substituio de servidores e empregados pblicos. Errado (vide art. 18, pargrafo 1o e art. 19 da LRF) www.leandroeustaquio.com.br 65. 2(CESPE/ANALISTA/TCEAC/2008) Os gastos com indenizao paga a servidores demitidos e os incentivos demisso voluntria no so computados no atendimento aos limites fixados pelo art. 19 da LRF.www.leandroeustaquio.com.br 66. Os gastos com indenizao paga a servidores demitidos e os incentivos demisso voluntria no so computados no atendimento aos limites fixados pelo art. 19 da LRF. CORRETO: Vide o art. 19, pargrafo 1, LRF www.leandroeustaquio.com.br 67. 3(Ministrio Pblico Tribunal de Contas de Santa Catarina 2005.) Se a despesa total com pessoal exceder a 95% (noventa e cinco por cento) do limite, fixado no artigo n 19 da Lei n 101/2000, so vedados ao Poder Pblico, exceo de: a) Aumento ou reajuste. b) Concesso de vantagens. c) Criao de cargo, emprego ou funo. d) Reposio de pessoal decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das reas de educao, sade e segurana. e) Alterao de estrutura de carreira que implique aumento de despesa, provimento de cargo pblico e admisso ou contratao de pessoal a qualquer www.leandroeustaquio.com.br ttulo. 68. Se a despesa total com pessoal exceder a 95% (noventa e cinco por cento) do limite, fixado no artigo n 19 da Lei n 101/2000, so vedados ao Poder Pblico, exceo de: d) Reposio de pessoal decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das reas de educao, sade e segurana. (Vide art. 22, p.nico, IV, LRF)www.leandroeustaquio.com.br 69. 4(FCC/ MP TC Alagoas 2008) A LRF dispe que se a dvida consolidada de um ente da Federao ultrapassar o respectivo limite no final de um: a) semestre, dever ser a ele reconduzida at o trmino dos trs subseqentes, reduzindo o excedente em pelo menos 10% no primeiro. b) trimestre, dever ser a ele reconduzida at o trmino dos trs subseqentes, reduzindo o excedente em pelo menos 15% no primeiro. c) quadrimestre, dever ser a ele reconduzida at o trmino dos trs subseqentes, reduzindo o excedente em pelo menos 25% no primeiro. d) bimestre, dever ser a ele reconduzida at o trmino dos trs subseqentes, reduzindo o excedente em pelo menos 35% no primeiro. e) ano, dever ser a ele reconduzida at o trmino dos trs subseqentes, reduzindo o excedente em pelo menos 15% no primeiro. www.leandroeustaquio.com.br 70. A LRF dispe que se a dvida consolidada de um ente da Federao ultrapassar o respectivo limite no final de um: c) quadrimestre, dever ser a ele reconduzida at o trmino dos trs subseqentes, reduzindo o excedente em pelo menos 25% no primeiro. Vide art. 31 da LRFwww.leandroeustaquio.com.br 71. TCE/AL/Auditor/2008) De acordo com a Lei n 4.320/64, os crditos adicionais destinados a despesas para as quais no haja dotao oramentria especfica denominam-se crditos a) especiais. b) suplementares. c) extraordinrios. d) originrios. e) derivados5(www.leandroeustaquio.com.br 72. De acordo com a Lei n 4.320/64, os crditos adicionais destinados a despesas para as quais no haja dotao oramentria especfica denominam-se Crditos a)especiais. Vide art. 41, II, Lei 4.320-64www.leandroeustaquio.com.br 73. 6(FCC/TCE/AL/MPC/2008) Sobre as vedaes constitucionais em matria oramentria, correto: a) vedada a instituio de fundos de qualquer natureza, mesmo atravs de lei. b) vedada a concesso ou utilizao de crditos limitados. c) vedada a abertura de crdito suplementar ou especial sem prvia autorizao legislativa e sem indicao dos recursos correspondentes. d) A abertura dos crditos suplementares e especiais somente ser admitida para atender a despesas imprevisveis e urgentes, como as decorrentes de calamidade pblica. e) vedado o incio de programa ou projetos includos na lei oramentria anual. www.leandroeustaquio.com.br 74. Sobre as vedaes constitucionais em matria oramentria, correto: c) vedada a abertura de crdito suplementar ou especial sem prvia autorizao legislativa e sem indicao dos recursos correspondentes. Vide art. 167, V, CF/88www.leandroeustaquio.com.br 75. 7(CESPE Contador DPU 2010) A abertura de crditos suplementares e especiais depende da existncia de recursos disponveis para ocorrer a despesa e ser precedida de exposio justificada. www.leandroeustaquio.com.br 76. A abertura de crditos suplementares e especiais depende da existncia de recursos disponveis para ocorrer a despesa e ser precedida de exposio justificada. CORRETO. VIDE ART. 167, V, CF/88 e art. 43 da Lei 4.320/64 www.leandroeustaquio.com.br 77. 8(CESPE Analista Tcnico Administrativo DPU 2010) Quando rgo pblico necessita abrir crditos adicionais dos recursos disponveis por excesso de arrecadao, a apurao dos recursos utilizveis dever deduzir a importncia dos crditos extraordinrios abertos no exerccio. www.leandroeustaquio.com.br 78. Quando rgo pblico necessita abrir crditos adicionais dos recursos disponveis por excesso de arrecadao, a apurao dos recursos utilizveis dever deduzir a importncia dos crditos extraordinrios abertos no exerccio. CORRETO. Vide art. 43, p. 4, lei 4.320/64 www.leandroeustaquio.com.br 79. 9(CESPE/ANALISTA/TREMA/2009) A classificao de despesas em restos a pagar decorre da aplicao do regime de competncia das despesas.www.leandroeustaquio.com.br 80. A classificao de despesas em restos a pagar decorre da aplicao do regime de competncia das despesas. CORRETO Vide art. 36 da lei 4.320/64 www.leandroeustaquio.com.br 81. RESTOS A PAGAR E DESPESAS DE EXERCICIOS ANTERIORESwww.leandroeustaquio.com.br 82. Proposta oramentria de 2011 prev 19,6 mil vagas para ingresso por concurso. A proposta oramentriaenviada ao Congresso Nacional noltimo dia 31 de agosto traz uma projeo de 19.672 vagas para serem preenchidas por concurso pblico no prximo ano, no mbito do Poder Executivo Federal. O nmero faz parte do quantitativo global de at 25.334 vagas previstas para admisso e contratao em 2011. Para ler a Notcia na integra acesse www.portalsof.planejamento.gov.br/20100914_01 www.leandroeustaquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 83. Fases da DespesaRegime da DespesaEmpenhoArt. 35. Lei 4.320/64 Pertencem aoexerccio financeiro as Liquidao Pagamentodespesas nle legalmente empenhadas. Art. 18 LRF (...) 2o A despesa total com pessoal ser apurada somando-se a realizada no ms em referncia com as dos onze imediatamente anteriores,adotando-se o regime de competncia. www.leandroeustaquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 84. DEFINIO DE RESTOS A PAGARLei 4.320/64. Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadasmas no pagas at o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das no processadas. www.leandroeustaquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 85. INSCRIO DOS RESTOS A PAGARinscri A inscrio de ser despesas como restos a pagar serDecreto 93.872/96 Art. 68.automtica, no automencerramento do exerccio financeiro de emisso da Nota de Empenho, desde que satisfaa s satisfacondies estabelecidas neste Decreto para condi liquida da empenho e liquidao despesa. (Redao dada pelo Decreto n 6.708, de 2008) www.leandroeustaquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 86. VIGNCIA DOS RESTOS A PAGARwww.leandroeustaquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 87. PRESCRIO DOS RESTOS A PAGAR Art. 1 do Decreto n 20.910/32Art. 70 93.872/86As dvidas passivas daPrescreve em cinco anos aUnio, dos Estados e dos Municpios, bem assim todo e qualquer direito ou ao contra a fazenda federal, estadual ou municipal, seja qual for a sua natureza, prescrevememcinco anos contados da data do ato ou fato do qual se originarem.doDecretodvida passiva relativa aos Restos a Pagarwww.leandroeustaquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 88. DEFINIO DE DESPESAS DE EXERCCIOS ANTERIORESAs despesas de exerccios encerrados, para as quais o Art.37Lei4.320/64.oramento respectivo consignava crdito prprio, com saldo suficiente para atend-las, que no se tenham processado na poca prpria, bem como osRestos a Pagar com prescrio interrompida eos compromissos reconhecidos aps o encerramento do exerccio correspondente podero ser pagos conta de dotao especfica consignada no oramento, discriminada por elementos, obedecida, sempre quewww.leandroeustaquio.com.br possvel, a ordem cronolgica 89. Despesas de exerccios anteriores (Decreto 93872/96 e lei 4320/64) Art. 22. As despesas de Art. 37. As despesas de exerccios encerrados, exerccios encerrados, para para as quais o oramento as quais o oramento respectivo respectivo consignava crdito prprio com saldo suficiente para atend-las, que no se tenham processado na poca prpria, bem como os Restos a Pagar com prescrio interrompida, e os compromissos reconhecidos aps o encerramento do exerccio correspondente, podero ser pagos conta de dotao destinada a atender despesas de exerccios anteriores, respeitada a categoria econmica prpria.consignava crdito prprio, com saldo suficiente para atend-las, que no se tenham processado na poca prpria, prpria bem como os Restos a Pagar com prescrio interrompida e os compromissos reconhecidos aps o encerramento do exerccio correspondente podero ser pagos conta de dotao especfica consignada no oramento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possvel, a ordem cronolgica.www.leandroeustaquio.com.br 90. Situaes de D.E.A O que crdito prprio com saldo suficiente para atender as despesas de exerccios encerrados, que no tenham se processado na poca prpria? Art. 22 do Decreto 93872 2 Para os efeitos deste artigo, considera-se:a) despesas que no se tenham processado na poca prpria, aquelas cujo empenho tenha sido considerado insubsistente e anulado no encerramento do exerccio correspondente, mas que, dentro do prazo estabelecido, o credor tenha cumprido sua obrigao; www.leandroeustaquio.com.br 91. Situaes de D.E.A O que so restos a pagar com prescrio interrompida Art. 22 do Decreto 93872 2 Para os efeitos deste artigo, considera-se:b) restos a pagar com prescrio interrompida, a despesa cuja inscrio como restos a pagar tenha sido cancelada, masainda vigente o direito do credor; www.leandroeustaquio.com.br 92. Situaes de D.E.A O que so restos compromissos reconhecidos aps o encerramento do exerccio? Art. 22 do Decreto 93872 2 Para os efeitos deste artigo, considera-se: reconhecidos c)compromissosaps o encerramento do exerccio, a obrigao de pagamento criada em virtude de lei, massomente reconhecido o direito do reclamante aps o encerramento do exerccio correspondente. www.leandroeustaquio.com.br 93. Restos a pagarDespesas de exerccios anterioresArt. 36. Consideram-se Art. 37. As despesas de Restos a Pagar as despesas exerccios encerrados, para empenhadas mas no as quais o oramento respectivopagas at o dia 31 de dezembro distinguindo-se processadas das processadas.as noconsignava crdito prprio, com saldo suficiente para atend-las, que no se tenham processado na poca prpria, bem como os Restos a Pagar com prescrio interrompida e os compromissos reconhecidos aps o encerramento do exerccio correspondente podero ser pagos conta de dotao especfica consignada no oramento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possvel, a ordem cronolgica.www.leandroeustaquio.com.br 94. 1)CESPE - 2010 - MPU - Analista Contabilidade Registram-se os restos a pagar por credor, independentemente do exerccio a que se referem, distinguindo-se as despesas processadas das no processadas. 2)CESPE - 2010 - MPU - Tcnico Administrativo Os restos a pagar processados correspondem a despesas oramentrias do ano anterior pagas com atraso. 3)CESPE - 2010 - MS Contador O grupo de contas denominado inscrio em restos a pagar integra a classe de controles da aprovao do planejamento e oramento e registra o valor das despesas empenhadas e no pagas at o ltimo dia do ano financeiro. www.leandroeustaquio.com.br 95. 1)CESPE - 2010 - MPU - Analista Contabilidade Registram-se os restos a pagar por credor, independentemente do exerccio a que se referem, distinguindo-se as despesas processadas das no processadas. ERRADO 2)CESPE - 2010 - MPU - Tcnico Administrativo Os restos a pagar processados correspondem a despesas oramentrias do ano anterior pagas com atraso. ERRADO 3)CESPE - 2010 - MS Contador O grupo de contas denominado inscrio em restos a pagar integra a classe de controles da aprovao do planejamento e oramento e registra o valor das despesas empenhadas e no pagas at o ltimo dia do ano financeiro. CERTO www.leandroeustaquio.com.br 96. 4)CESPE - 2009 - ANTAQ - Analista Administrativo Cincias Contbeis Considere que o relatrio resumido da execuo oramentria do governo federal tenha registrado, em 31 de dezembro de 2008, R$ 17,6 bilhes de restos a pagar no processados referentes aos ltimos exerccios, ainda no pagos. Nessa situao, esse valor se justifica por meio de despesas autorizadas, referentes a servios que ainda no foram prestados, materiais ainda no entregues ou obras ainda no concludas, ou a credores que ainda no se habilitaram devidamente, entre outras situaes similares. www.leandroeustaquio.com.br 97. 4)Considere que o relatrio resumido da execuo oramentria do governo federal tenha registrado, em 31 de dezembro de 2008, R$ 17,6 bilhes de restos a pagar no processados referentes aos ltimos exerccios, ainda no pagos. Nessa situao, esse valor se justifica por meio de despesas autorizadas, referentes a servios que ainda no foram prestados, materiais ainda no entregues ou obras ainda no concludas, ou a credores que ainda no se habilitaram devidamente, entre outras situaes similares.CERTO www.leandroeustaquio.com.br 98. 5) CESPE - 2004 - TRE-AL - Tcnico Judicirio -rea Administrativa O pagamento de despesas de exerccios anteriores caracterizado como despesa extra-oramentria.www.leandroeustaquio.com.br 99. 5) O pagamento de despesas de exercciosanteriores caracterizado como despesa extra-oramentria. ERRADO Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar asdespesas empenhadas mas no pagas at o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das no processadas.www.leandroeustaquio.com.br 100. 6) Prova: FCC - 2010 - DPE - SP - Agente de Defensoria Contador Constitui um exemplo de despesa extra-oramentria: a) pagamento de juros sobre a dvida pblica interna. b) despesas com construo de imveis para uso do ente pblico. c) subvenes econmicas concedidas a empresas pblicas. d) pagamento de restos a pagar de exerccio anterior. e) amortizao da dvida pblica interna. www.leandroeustaquio.com.br 101. 6) Constitui um exemplo de despesa extraoramentria: d) pagamento de restos a pagar de exerccio anterior. Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesasempenhadas mas no pagas at o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das no processadaswww.leandroeustaquio.com.br 102. 7) FCC - 2010 - DPE - SP - Agente de Defensoria Contador caracterstica das Despesas de Exerccios Anteriores a) desembolsada em exerccios anteriores, mas gerada no exerccio corrente. b) no possurem crdito prprio com saldo suficiente para atend-las no exerccio em que forem geradas. c) o credor no cumpriu sua obrigao no prazo para ele estabelecido quando do empenho da despesa. d) serem despesas oramentrias. e) serem despesas cuja inscrio em restos a pagar tenha sido cancelada, por no mais viger o direito do credor. www.leandroeustaquio.com.br 103. 7)FCC - 2010 - DPE - SP - Agente de Defensoria Contador caracterstica das Despesas de Exerccios Anteriores d) serem despesas oramentrias.www.leandroeustaquio.com.br 104. STF/ADI 114 Os funcionrios pblicos contratados sob o regime celetista s tm direito de integrar o regime jurdico nico dos servidores, com todas as vantagens e a estabilidade dele decorrentes, se j trabalhavam no servio pblico cinco anos antes da promulgao da Constituio de 1988. O entendimento foi reforado recentemente pelo STF. Por unanimidade, os ministros decidiram que os servidores celetistas tm o direito transformao de suas funes em cargos pblicos desde que seus casos estejam enquadrados no que dispe o artigo 19 do Ato das Disposies Constitucionais Transitrias (ADCT). Essa a nica hiptese aceitvel para a dispensa de concursoO artigo 19 do ADCT fixou que os servidores pblicos civis da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios, da administrao direta, autrquica e das fundaes pblicas, em exerccio na data da promulgao da Constituio, h pelo menos cinco anos continuados, e que no tenham sido admitidos Constituio, na forma regulada no art. 37, da Constituio so considerados estveis no servio pblico.para o ingresso no servio pblico.www.leandroeustaquio.com.br 105. SUPRIMENTO DE FUNDOSwww.leandroeustaquio.com.br 106. SUPRIMENTO DE FUNDOS Lei 4.320/64, Art. 68. O regime de adiantamento aplicvel aos casos de despesas expressamente definidos em lei e consiste na entrega de numerrio a servidor, sempre precedida de empenho na dotao prpria para o fim de realizar despesas, que no possamsubordinar-se ao processo normal de aplicao. www.leandroeustquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 107. SUPRIMENTO DE FUNDOS Decreto 93.872/86 Art. 45. Excepcionalmente, a critrio doordenador de despesa e sob sua inteira responsabilidade, poder ser concedido suprimento de fundos a servidor, sempre precedido do empenho na dotao prpria s despesas a realizar, e que no possamsubordinar-se ao processo normal de aplicao, nos seguintes casos: www.leandroeustquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 108. SUPRIMENTO DE FUNDOSI - para atender despesas eventuais, inclusive em viagens e com servios especiais, que exijam pronto pagamento;II - quando a despesa deva ser feita em carter sigiloso, conforme se classificar em regulamento; e III - para atender despesas de pequeno vulto, assim entendidas aquelas cujo valor, em cada caso, no ultrapassar limite estabelecido em Portaria do Ministro da Fazenda. www.leandroeustquio.com.br www.leandroeustaquio.com.br 109. SUPRIMENTO DE FUNDOSLei 4.320/64, Art. 68. O regime de adiantamento aplicvel aos casos de despesas expressamente definidos em lei e consiste na entrega de numerrio a servidor, sempre precedida de empenho na dotao prpria para o fim de realizar despesas, que no possam subordinar-se ao processo normal de aplicao.Decreto93.872/86Art.45.Excepcionalmente, a critrio do ordenador de despesa e sob sua inteirapoder ser concedido suprimento de fundos a servidor, sempre precedido do empenho na dotao prpria s despesas a realizar, e que no possam responsabilidade,subordinar-se ao processo aplicao, nos seguintes casos:normaldeI - para atender despesas eventuais, inclusive em viagens e com servios especiais, que exijam pronto pagamento;II - quando a despesa deva ser feita em carter sigiloso, conforme se classificar emregulamento; www.leandroeustquio.com.br eIII - para atender despesas de pequeno vulto, assim entendidas aquelas cujo valor, emwww.leandroeustaquio.com.br 110. POSSIBILIDADE DE SUPRIMENTO DE FUNDOS NA Lei 8.666/93:Art. 60, Pargrafo nico. nulo e de nenhum efeito o contrato verbal com a Administrao, salvo o de pequenas compras de pronto pagamento, assim entendidas aquelas de valor no superior a 5% (cinco por cento) do limite estabelecido no art. 23, inciso II, alnea "a" desta Lei, feitas em regime deadiantamento. adiantamento www.leandroeustaquio.com.br 111. 1)CESPE TCNICO SUPERIOR/MIN. COMUNICAES/2008) No caso de adiantamento de numerrio a servidor, dispensado o empenho. Os adiantamentos sero utilizados na realizao de despesas que exigem rapidez e no possam ser submetidas ao processo normal de aplicao. 2)CESPE - 2010 - MPU - Analista Contabilidade O regime de adiantamento - suprimento de fundos pode ser utilizado para atender despesas eventuais, inclusive em viagens ou com servios especiais que exijam o pronto pagamento. www.leandroeustaquio.com.br 112. 1)No caso de adiantamento de numerrio a servidor, dispensado o empenho. Os adiantamentos sero utilizados na realizao de despesas que exigem rapideze no possam ser submetidas ao processo normal de aplicao. ERRADO, VEJA ART. 68 DA LEI 4.320/64 2)O regime de adiantamento - suprimento de fundos -pode ser utilizado para atender despesas eventuais, inclusive em viagens ou com servios especiais que exijam o pronto pagamento. CERTO, VEJA ART. 45 DO DECRETO 93.872/86 www.leandroeustaquio.com.br 113. 3)CESPE - 2009 - ANTAQ - Analista Administrativo A responsabilidade pela aplicao do suprimento de fundos, aps sua aprovao na respectiva prestao de contas, da autoridade que o concedeu. 4)(CESPE/ASSESSOR/TCE-RN/2009) Em uma mesma concesso de suprimento de fundos, pode ser autorizada a realizao de despesa de servios de pessoas fsicas e a compra de material de Consumo. . www.leandroeustaquio.com.br 114. 3)A responsabilidade pela aplicao do suprimento de fundos, aps sua aprovao na respectiva prestao de contas, da autoridade que o concedeu. CERTO. VEJA art. 45 do decreto 4)Em uma mesma concesso de suprimento de fundos, pode ser autorizada a realizao de despesa de servios de pessoas fsicas e a compra de material de Consumo. CERTO. VEJA art. 45 do Decreto . www.leandroeustaquio.com.br 115. 5 (CESPE/Assessor Tcnico de Controle e Administrao/TCE RN 2009) Nas despesas com suprimento de fundos, sistemtica de adiantamento concedido a servidor para que ele execute a despesa, o estgio da liquidao antecede o do empenho. www.leandroeustaquio.com.br 116. Nas despesas com suprimento de fundos, sistemtica de adiantamento concedido a servidor para que ele execute a despesa, o estgio da liquidao antecede o do empenho. Errado. No h empenho previo.despesawww.leandroeustaquio.com.brsem 117. PRESTAO DE CONTAS CF/88Art. 70. Pargrafo Decreto 93.872/96 2 O servidor que nico. Prestar contas receber suprimento de fundos, na qualquer pessoa fsica forma deste artigo, obrigado a ou jurdica, pblica ou prestar contas de sua aplicao, privada, que utilize, procedendo-se, arrecade, guarde, automaticamente, gerencie ou administre tomada de contas se no o dinheiros, bens e fizer no prazo assinalado valores pblicos ou pelo ordenador da despesa, sem prejuzo das pelos quais a Unio providncias administrativas para a responda, ou que, em apurao das responsabilidades e nome desta, assuma imposio, das penalidades cabveis obrigaes de natureza (Decreto-lei n 200/67, pargrafo nico pecuniria www.leandroeustaquio.com.br do art. 81 e 3 do art. 80). 118. IMPEDIMENTO DE SUPRIMENTO DE FUNDOSArt. 69. Lei. 4320/64Decreto 93.872/86, Art. 45, 3 No se conceder suprimento de fundos:No se far a) a responsvel por dois adiantament suprimentos; o a servidor b) a servidor que tenha a seu cargo eem alcance guarda ou a utilizao do material a adquirir, salvo quando no houver na nem a repartio outroservidor; responsvel c) a responsvel por suprimento de fundos que, esgotado o prazo, no tenha por dois contas de sua adiantamen prestado aplicao; e -tos d) a servidor declarado em alcance. www.leandroeustaquio.com.br 119. 6)CESPE - AGENTE/DPF/2009 vedado ao servidor pblico receber trs suprimentos de fundos simultaneamente, mesmo que desenvolva misses distintas 7)CESPE/CONTADOR/INEP/2005 vedado conceder suprimento de fundos a servidor cuja prestao de contas referente ao suprimento anterior ainda no tenha sido aprovada. 8)CESPE-TEFC/TCU/2007 permitida a concesso de suprimento de fundos a servidor que seja declarado em alcance ou esteja respondendo a processo administrativo, desde que o objeto do inqurito no esteja relacionado concesso de suprimentos de fundos anteriores. www.leandroeustaquio.com.br 120. 6) vedado ao servidor pblico receber trs suprimentos de fundos simultaneamente, mesmo que desenvolva misses distintas. CERTO 7)CESPE/CONTADOR/INEP/2005 vedado conceder suprimento de fundos a servidor cuja prestao de contas referente ao suprimento anterior ainda no tenha sido aprovada. ERRADO 8)CESPE-TEFC/TCU/2007 permitida a concesso de suprimento de fundos a servidor que seja declarado em alcance ou esteja respondendo a processo administrativo, desde que o objeto do inqurito no esteja relacionado concesso de suprimentos de fundos anteriores. ERRADO www.leandroeustaquio.com.br 121. Cartao de Pagamento do Governo Federal. 93.872/86 Art. 45, 5 As 6o vedada a utilizao do CPGF na despesas com modalidade de saque, exceto no tocante s suprimento de despesas I - de que trata o art. 47; e II - decorrentes de situaes especficas do rgo ou entidade, fundos sero nos termos do autorizado em portaria pelo Ministro de Estado efetivadas por competente e nunca superior a trinta por cento do total da meio do Carto despesa anual do rgo ou entidade efetuada com suprimento de Pagamento de -fundos. III decorrentes de situaes especficas da Agncia do Governo Reguladora, nos termos do autorizado em portaria pelo seu Federal - CPGF dirigente mximo e nunca superior a trinta por cento do total da despesa anual da Agncia efetuada com suprimento de fundos.Art. 45-A. vedada a abertura de conta bancria destinada movimentao de suprimentos de fundos. www.leandroeustaquio.com.br 122. 9) CESPE - ANALISTA/SAD-PE/2009 Um exemplo de instrumento utilizado para pagamento de suprimento de fundos na administrao pblica o carto de pagamento do governo federal, que, por ter caractersticas de carto corporativo, emitido em nome da unidade gestora, sendo vedado o seu uso para pagamento de despesa de carter sigiloso. 10) ANALISTA/TRE-GO/2008 O CPGF no pode ser utilizado na modalidade de saque. 11) ANALISTA/TRE-GO/2008 vedada a abertura de conta bancria destinada movimentao de suprimento de fundos. www.leandroeustaquio.com.br 123. 9) Um exemplo de instrumento utilizado para pagamento de suprimento de fundos na administrao pblica o carto de pagamento do governo federal, que, por ter caractersticas de carto corporativo, emitido em nome da unidade gestora, sendo vedado o seu uso para pagamento de despesa de carter sigiloso. CERTO 10) O CPGF no pode ser utilizado na modalidade de saque. ERRADO 11) ANALISTA/TRE-GO/2008 vedada a abertura de conta bancria destinada movimentao de suprimento de fundos. ERRADO (PARA TODAS, VEJA art. 45 e 45-a) www.leandroeustaquio.com.br 124. CONTA NICA DO TESOUROwww.leandroeustaquio.com.br 125. Dilma diz que salrio mnimo deve superar os R$ 600 em 2011. Presidente eleita disse que reas de educao e sade tero prioridade.Ele disse no pretender recriar CPMF, mas negociar com governadores. (http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/11/ dilma-diz-que-salario-minimo-deve-superar-osr-600-em-2011.html) www.leandroeustaquio.com.br 126. CONTA UNICA DO TESOUROLei 4.320/64 Art. 56. O recolhimento de todas as receitas far-se- em estrita observncia ao princpio de unidade de tesouraria, vedada qualquer fragmentao para criao de caixas especiais. www.leandroeustaquio.com.br 127. CONTA UNICA DO TESOURO DL 200-67 Art. 92. Com o objetivo de obter maior economia operacional e racionalizar a execuo da programao financeira de desembolso, o Ministrio da Fazendapromover a unificao de recursos movimentados pelo Tesouro Nacional atravs de sua Caixa junto ao agente financeiro da Unio.www.leandroeustaquio.com.br 128. CONTA UNICA DO TESOURO Decreto 93.872/86 Art. 1 A realizao da receita e da despesa da Unio far-se- por via bancria, em estrita observncia aoprincpio de unidade de caixa. Art. 2 A arrecadao de todas as receitas da Unio far-se- na forma disciplinada pelo Ministrio da Fazenda, devendo o seu produto ser obrigatoriamente recolhido conta do Tesouro Nacional no Banco doBrasil S.A. www.leandroeustaquio.com.br 129. CONTA UNICA DO TESOURO CF/88 Art. 164. A competncia da Unio para emitir moeda ser exercida exclusivamente pelo banco central. 1 - vedado ao banco central conceder, direta ou indiretamente, emprstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer rgo ou entidade que no seja instituio financeira. 2 - O banco central poder comprar e vender ttulos de emisso do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros. www.leandroeustaquio.com.br 130. 1)FCC - 2002 - MPE-PE A Unio tem competncia para emitir moeda. Essa competncia exercida, com exclusividade,a) pelo Banco Central, toda vez que o Tesouro Nacional precise tomar, direta ou indiretamente, emprstimos para cobertura de dficit. b) pelo Ministrio da Fazenda, com utilizao da Casa da Moeda, sempre sob fiscalizao do Tribunal de Contas da Unio. c) pela Casa da Moeda, que age autorizada pelo Banco Central e fiscalizada pelo Tribunal de Contas da Unio. d) pelo Banco Central, que pode comprar e vender ttulos de emisso do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda. e) pelo Ministrio da Fazenda, atravs do Banco Central, sempre que o Tesouro www.leandroeustaquio.com.br Nacional necessite cobrir dficit oramentrio. 131. 1)FCC - 2002 - MPE-PE A Unio tem competncia para emitir moeda. Essa competncia exercida, com exclusividade, d) pelo Banco Central, que pode comprar e vender ttulos de emisso do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda. Veja art. 164 e seu p. 2, CF/88 www.leandroeustaquio.com.br 132. CONTA UNICA DO TESOURO CF/88, artigo 164, 3 As disponibilidades de caixa da Unio sero depositadas no banco central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municpios e dos rgos ou entidades do Poder Pblico e das empresas porelecontroladas,eminstituiesfinanceiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei. www.leandroeustaquio.com.br 133. As As disponibilidades de caixa disponibilidades dos Estados, do Distrito de caixa daFederal, dos Municpios e dos rgos ou entidades do Poder Unio Pblico e das empresas por ele controladas sero depositadas em sero financeiras depositadas instituies no banco oficiais, ressalvados oscentralcasos previstos em lei. www.leandroeustaquio.com.br 134. STF ADI 2600 (ADI 2.600-MC, Rel. Min. Ellen Gracie, julgamento em 24-4-2002, Plenrio, DJ de 25-10-2002.) "Art. 3 da EC 37, do Estado do Esprito Santo. Novaredao conferida ao art. 148 da Constituio Estadual, determinando que as disponibilidades de caixa do Estado, bem como as dos rgos ou entidades do Poder Pblico estadual e das empresas por ele controladas, sejam depositadas na instituio financeira que vier a possuir a maioria do capital social do BANESTES, decorrente de sua privatizao, na forma definida em lei. Aparente ofensa ao disposto no art. 164, 3 da Constituio, segundo o qual as disponibilidades financeiras de Estados, Distrito Federal e Municpios, bem como as dos rgos ou entidades do Poder Pblico e das empresas por ele controladas, devem ser depositadas em instituies financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.Tal lei exceptiva h que ser a lei ordinria federal, de carter nacional. Existncia, na Lei Complementar federal 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), de previso segundo a qual as disponibilidades de caixa dos entes da Federao sero depositadas conforme estabelece o 3 do art. 164 da Constituio (art. 43, caput). Ofensa, ademais, ao princpio da moralidade previsto no art. 37, caput, da Carta Poltica." www.leandroeustaquio.com.br 135. "Asdisponibilidades de caixa dos Estados-membros, dos rgos ou entidades que os integram e das empresas por eles controladas devero ser depositadas em instituies financeiras oficiais, cabendo, unicamente, Unio Federal, mediante lei de carter nacional, definir as excees autorizadas pelo art. 164, 3, da Constituio da Repblica. O Estado-membro no possui competncia normativa, para, mediante ato legislativo prprio, estabelecer ressalvas incidncia da clusula geral que lhe impe a compulsria utilizao de instituies financeiras oficiais, para os fins referidos no art. 164, 3, da Carta Poltica. O desrespeito, pelo Estado-membro, dessa reserva de competncia legislativa, instituda em favor da Unio Federal, faz instaurar situao de inconstitucionalidade formal, que compromete a validade e a eficcia jurdicas da lei local, que, desviando-se do modelo normativo inscrito no art. 164, 3, da Lei Fundamental, vem a permitir que as disponibilidades de caixa do poder pblico estadual sejam depositadas em entidades privadas integrantes do Sistema Financeiro Nacional. Precedente: ADI 2.600-ES, Rel. Min. Ellen Gracie." (ADI 2.661, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 5-6-2002, Plenrio, DJ de 23-8-2002.) No mesmo sentido: ADI 3.075-MC, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgamento em 5-6-2002, Plenrio, DJ de 18-6-2004; ADI 3.578-MC, Rel. Min. Seplveda Pertence, julgamento em 14-9-2005, Plenrio, DJ de 24-2-2006. www.leandroeustaquio.com.br 136. www.leandroeustaquio.com.br 137. Lei 9.703-98 Art. 1o Os depsitos judiciais e extrajudiciais, em dinheiro, de valores referentes a tributos e contribuies federais, inclusive seus acessrios, administrados pela Secretaria da Receita Federal do Ministrio da Fazenda, sero efetuados na Caixa Econmica Federal, mediante Documento de Arrecadao de Receitas Federais - DARF, especfico para essa finalidade. 2o Os depsitos sero repassados pela Caixa Econmica Federal para a Conta nica do Tesouro Nacional, independentemente de qualquer formalidade, no mesmo prazo fixado para recolhimento dos tributos e das contribuies federais. www.leandroeustaquio.com.br 138. 2)FEPESE - 2010 - SEFAZ-SC - Analista Financeiro - Parte II Analise o texto abaixo. "As disponibilidades de caixa da Unio sero depositadas .....(1)..... ; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municpios e dos rgos ou entidades do Poder Pblico e das empresas por ele controladas, em instituies financeiras .....(2)..... , .....(3)..... ." Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto. a) (1) no Banco do Brasil; (2) brasileiras; (3) ou estrangeiras. b) (1) no Banco Central; (2) oficiais; (3) ressalvados os casos previstos em lei. c) (1) em Caixa Econmica; (2) do Brasil; (3) ou estrangeiras d) (1) no Banco Central; (2) brasileiras ou estrangeiras; (3) conforme o caso. e) (1) no Banco do Brasil; (2) brasileiras; (3) ressalvados os casos previstos em lei. www.leandroeustaquio.com.br 139. 2)Analise o texto abaixo. "As disponibilidades de caixa da Unio sero depositadas .....(1)..... ; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municpios e dos rgos ou entidades do Poder Pblico e das empresas por ele controladas, em instituies financeiras .....(2)..... , .....(3)..... ." Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.b) (1) no Banco Central; (2) oficiais; (3) ressalvados os casos previstos em lei. Veja art. 164, p. 3o, CF/88 www.leandroeustaquio.com.br 140. 3) CESPE/Assessor Tcnico de Controle e Administrao/TCE RN 2009) As disponibilidades de caixa da Unio, dos estados, do DF, dos municpios e dos rgos ou entidades do poder pblico sero depositadas no BACEN. 4) (ANALISTA/ANTAQ/2008) A conta nica do Tesouro Nacional, mantida junto ao Banco do Brasil e operacionalizada pelo do Banco Central, destina-se a acolher as disponibilidades financeiras da Unio, disposio das unidades gestoras. www.leandroeustaquio.com.br 141. 3) As disponibilidades de caixa da Unio, dos estados, do DF, dos municpios e dos rgos ou entidades do poder pblico sero depositadas no BACEN. Errado. Veja art. 164, p. 3, CF/88 4) A conta nica do Tesouro Nacional, mantida junto ao Banco do Brasil e operacionalizada pelo do Banco Central, destina-se a acolher as disponibilidades financeiras da Unio, disposio das unidades gestoras. Erradowww.leandroeustaquio.com.br 142. 5)CESPE - 2004 - TRE-AL - Tcnico Judicirio - rea Administrativa A Conta nica uma conta mantida junto ao Banco Central do Brasil e destinada a acolher, em conformidade com o disposto na Constituio Federal, os recursos financeiros da Unio que se encontrem disposio, on line, das unidades gestoras, nos limites financeiros previamente definidos.CertoErrado www.leandroeustaquio.com.br 143. 5) A Conta nica uma conta mantida junto ao Banco Central do Brasil e destinada a acolher, em conformidade com o disposto na Constituio Federal, os recursos financeiros da Unio que se encontrem disposio, on line, das unidades gestoras, nos limites financeiros previamente definidos.Certowww.leandroeustaquio.com.br 144. SUB-CONTA DA PREVIDENCIA SOCIAL CF/88 Art. 165 5 - A lei oramentria anual compreender: III - o oramento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e rgos a ela vinculados, da administrao direta ou indireta, bem como os fundos e fundaes institudos e mantidos pelo Poder Pblico.www.leandroeustaquio.com.br 145. CF/88 Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios, includas suas autarquias e fundaes, assegurado regime de previdncia de carter contributivo e solidrio, mediante contribuio do respectivo ente pblico, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critrios que preservem o equilbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigoArt. 201. A previdncia social ser organizada sob a forma de regime geral, de carter contributivo e de filiao obrigatria, observados critrios que preservem o equilbrio financeiro e atuarial, e atender, nos termos da leiwww.leandroeustaquio.com.br 146. SUB-CONTA DA PREVIDENCIA SOCIAL LRF Art. 43, 1As disponibilidades de caixa dos regimes de previdncia social, geral e prprio dos servidores pblicos, ainda que vinculadas a fundos especficos a que se referem os arts. 249 e 250 da Constituio, ficaro depositadas em contaseparada das demais disponibilidades de cada ente e aplicadas nas condies de mercado, com observncia dos limites e condies de proteo e prudncia financeira. www.leandroeustaquio.com.br 147. 6(ACE/TCU/2008) A Conta nica do Tesouro Nacional, mantida pelo Banco do Brasil, tem por finalidade acolher as disponibilidades financeiras da Unio movimentveis pelas unidades gestoras da administrao federal, excluindo-se a contribuio previdenciria, que ingressa em conta especfica administrada pelo INSS. 7(ANALISTA/ANATEL/2006) A receita de contribuies previdencirias ingressa diretamente na conta nica do Tesouro Nacional sob a gesto do INSS, em virtude da proibio de manuteno das disponibilidades das autarquias, fundos e fundaes fora da conta nica. www.leandroeustaquio.com.br 148. 6A Conta nica do Tesouro Nacional, mantida pelo Banco do Brasil, tem por finalidade acolher as disponibilidades financeiras da Unio movimentveis pelas unidades gestoras da administrao federal, excluindo-se a contribuio previdenciria, que ingressa em conta especfica administrada pelo INSS. ERRADO 7(ANALISTA/ANATEL/2006) A receita de contribuies previdencirias ingressa diretamente na conta nica do Tesouro Nacional sob a gesto do INSS, em virtude da proibio de manuteno das disponibilidades das autarquias, fundos e fundaes fora da conta nica. CERTO www.leandroeustaquio.com.br 149. 8 CESPE - 2010 - MPU - Analista Administrativo As disponibilidades de caixa dos regimes de previdncia geral e prprio dos servidores pblicos devem ficar depositadas em conta separada das demais disponibilidades de cada ente. CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 150. 8 As disponibilidades de caixa dos regimes de previdncia geral e prprio dos servidores pblicos devem ficar depositadas em conta separada das demais disponibilidades de cada ente. CertoVeja art. 43, pargrafo 1, LRFwww.leandroeustaquio.com.br 151. CONTA NICA, MAS NEM TANTO Como exemplos, podem-se citar: a concesso de cota financeira pela STN aos rgos responsveis pela programao financeira; as transferncias financeiras entre rgos e entidades dos oramentos fiscal e da seguridade; a realizao de receitas e despesas intraoramentrias; a reteno de tributos sobre pagamentos feitos a fornecedores, etc. www.leandroeustaquio.com.br 152. 9(CESPE;AGENTE/DPF/2009) Nem todas as receitas so recolhidas conta nica do Tesouro, podendo ser revertidas a outras contas correntes. CERTO OU ERRADO.www.leandroeustaquio.com.br 153. A questo se prende ao quesito 2.10 CONTA NICA DO TESOURO da parte V. NOES DE ADMINSTRAO, prevista no edital do certame e realmente, algumas receitas no so recolhidas a conta nica do Tesouro, a exemplo das receitas de aplicao financeiras de fundos e de convnios. Essas receitas revertem s suas respectivas contas correntes, sendo excees ao princpio da unidade de caixa, como existem excees pode se afirmar que NEM TODAS as receitas vo para conta nica, no tendo sido exposto nos recursos argumentos e fatos que ilidam ou descaracterizem essa condio. Desse modo, a banca houve por bem indeferir os recursos e manter o gabarito (CERTO) www.leandroeustaquio.com.br 154. www.leandroeustaquio.com.br 155. SIDORwww.leandroeustaquio.com.br 156. FCC - 2007 - MPU - Analista - Oramento O sistema onde estruturada e organizada a proposta oramentria anual e o acompanhamento, realizado exclusivamente por usurios autorizados, da execuo oramentria em terminais de vdeo com acesso pela Internet o a) SISBACEN. b) STN. c) SIAFI. d) SIDOR. e) SELIC. www.leandroeustaquio.com.br 157. O sistema onde estruturada e organizada a proposta oramentria anual e o acompanhamento, realizado exclusivamente por usurios autorizados, da execuo oramentria em terminais de vdeo com acesso pela Internet o SIDOR.www.leandroeustaquio.com.br 158. CESPE - 2010 - MS - Administrador A elaborao do oramento processada no Sistema Integrado de Dados Oramentrios (SIDOR). CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 159. A elaborao do oramento processada no Sistema Integrado de Dados Oramentrios (SIDOR). Certowww.leandroeustaquio.com.br 160. CESPE - 2009 - ANTAQ - Analista Administrativo O Sistema Integrado de Dados Oramentrios (SIDOR) um sistema de tecnologia da informao implantado e utilizado pelos entes governamentais para fins de estruturar, organizar e elaborar a proposta oramentria. CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 161. O Sistema Integrado de Dados Oramentrios (SIDOR) um sistema de tecnologia da informao implantado e utilizado pelos entes governamentais para fins de estruturar, organizar e elaborar a proposta oramentria. Erradowww.leandroeustaquio.com.br 162. (CESPE/ANALISTA/MIN. INTEGRAO/2009) Alm de ajudar na elaborao da proposta oramentria, o SIDOR serve como agente centralizador dos pedidos de alterao do oramento em execuo por meio de crditos adicionais. CERTO OU ERRADOwww.leandroeustaquio.com.br 163. Alm de ajudar na elaborao da proposta oramentria, o SIDOR serve como agente centralizador dos pedidos de alterao do oramento em execuo por meio de crditos adicionais. CERTOwww.leandroeustaquio.com.br 164. (CESPE/ANALISTA/MCT/2008) Todas as etapas do ciclo oramentrio podero ser acompanhadas pelo Sistema Integrado de Dados Oramentrios (SIDOR). Certo ou erradowww.leandroeustaquio.com.br 165. Todas as etapas do ciclo oramentrio podero ser acompanhadas pelo Sistema Integrado de Dados Oramentrios (SIDOR).erradowww.leandroeustaquio.com.br 166. SIAFI HISTORIA, O QUE E, QUEM FAZ PARTE, QUAIS OS PODERES, QUAIS ENTES FEDERADOS?www.leandroeustaquio.com.br 167. CESPE - 2007 - TCU - Analista de Controle Externo Segundo o disposto no art. 1.o do Decreto n.o 93.872/1986 e no art. 56 da Lei n.o 4.320/1964, a realizao da receita e da despesa da Unio far-se- por via bancria, em estrita observncia ao princpio de unidade de caixa, conhecido como conta nica. Acerca do funcionamento da conta nica, julgue o item O controle dos saldos e a transferncia de recursos entre as unidades gestoras so feitos pelo Sistema Integrado de Administrao Financeira (SIAFI). Certo Errado www.leandroeustaquio.com.br 168. Segundo o disposto no art. 1.o do Decreto n.o 93.872/1986 e no art. 56 da Lei n.o 4.320/1964, a realizao da receita e da despesa da Unio far-se- por via bancria, em estrita observncia ao princpio de unidade de caixa, conhecido como conta nica. Acerca do funcionamento da conta nica, julgue o item que se segue. O controle dos saldos e a transferncia derecursos entre as unidades gestoras so feitos pelo Sistema Integrado de Administrao Financeira (SIAFI). Certo www.leandroeustaquio.com.br 169. CESPE - 2009 - ANTAQ - Analista Administrativo A conciliao da conta nica a compatibilizao de seus saldos no Banco Central e no SIAFI. Essa conciliao desnecessria, caso no existam pendncias a regularizar ou valores a identificar. CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 170. A conciliao da conta nica a compatibilizao de seus saldos no Banco Central e no SIAFI. Essaconciliao desnecessria, caso no existam pendncias a regularizar ou valores a identificar. Errado www.leandroeustaquio.com.br 171. (CESPE/ANALISTA/SAD-PE/2009) A operacionalizao da conta nica efetuada por meio de documentos registrados no SIAFI. CERTO OU ERRADOwww.leandroeustaquio.com.br 172. A operacionalizao da conta nica efetuada por meio de documentos registrados no SIAFI. CERTOwww.leandroeustaquio.com.br 173. (CESPE Analista de Controle Externo TCU /2004 Com relao ao Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal (SIAFI), julgue o item a seguir. Entre os problemas que dificultavam a adequada gesto dos recursos financeiros da Unio antes da implementao do SIAFI, destacava-se a multiplicidade de contas bancrias em nome de cada rgo e entidade da administrao, o que provocava ociosidade ou falta de disponibilidades.www.leandroeustaquio.com.br 174. Entre os problemas que dificultavam a adequada gesto dos recursos financeiros da Unio antes da a implementao do SIAFI, destacava-semultiplicidade de contas bancrias em nome de cada rgo e entidade da administrao, o que provocava ociosidade ou falta de disponibilidades. CERTOwww.leandroeustaquio.com.br 175. (CESPE ANVISA;Analista Administrativo Especialidade: Cincias Contbeis/2004) SIAFI , na verdade, no um sistema, mas um conjunto de sistemas, cada um referente a um ano civil. Cada sistema se desdobra em subsistemas, que, por sua vez, se dividem em mdulos, que se subdividem em consultas ou transaes. CERTO OU ERRADOwww.leandroeustaquio.com.br 176. SIAFI , na verdade, no um sistema, mas um conjunto de sistemas, cada um referente a um ano civil. Cada sistema se desdobra em subsistemas, que, por sua vez, se dividem em mdulos, que se subdividem em consultas ou transaes. CERTOwww.leandroeustaquio.com.br 177. (CESPE/CONTADOR/MIN. ESPORTE/2008) O SIAFI um sistema informatizado que controla a execuo oramentria, financeira, patrimonial e contbil dos rgos da administrao pblica direta federal, das autarquias, fundaes e empresas pblicas federais e das sociedades de economia mista que estiverem contempladas no oramento fiscal e (ou) no oramento da seguridade social da Unio. CERTO OU ERRADOwww.leandroeustaquio.com.br 178. O SIAFI um sistema informatizado que controla a execuo oramentria, financeira, patrimonial e contbil dos rgos da administrao pblica direta federal, das autarquias, fundaes e empresas pblicas federais e das sociedades de economia mista que estiverem contempladas no oramento fiscal e (ou) no oramento da seguridade social da Unio. CERTOwww.leandroeustaquio.com.br 179. (CESPE ANEEL/ANALISTA ADMINISTRATIVO/2010) Com relao amplitude do Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal (SIAFI), Julgue o item que se segue. O SIAFI Abrange desde o registro do oramento inicial da receita e despesa em todas as unidades gestoras at a emisso das demonstraes contbeis mensais e anuais, alm dos procedimentos especficos de encerramento e abertura de exerccio.www.leandroeustaquio.com.br 180. O SIAFI Abrange desde o registro do oramento inicial da receita e despesa em todas as unidades gestoras at a emisso das demonstraes contbeis mensais e anuais, alm dos procedimentos especficos de encerramento e abertura de exerccio.CERTOwww.leandroeustaquio.com.br 181. (CESPE AGENTE DE POLCIA FEDERAL/2009/) A respeito da administrao financeira e oramentria, julgue o item que se segue. Com o advento do Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal (SIAFI), houve grande centralizao da gesto de recursos, o que permitiu a padronizao dos mtodos e rotinas de trabalho e restringiu a gesto e o controle do ordenador de despesas, com a perda da individualizao dos recursos para cada unidade gestora.www.leandroeustaquio.com.br 182. Com o advento do Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal (SIAFI), houve grande centralizao da gesto de recursos, o que permitiu a padronizao dos mtodos e rotinas de trabalho erestringiu a gesto e o controle do ordenador de despesas, com a perda da individualizao dos recursos para cada unidade gestora. ERRADO www.leandroeustaquio.com.br 183. CESPE - 2009 - ANTAQ - Tcnico Administrativo No mbito da administrao pblica, um instrumento para acompanhamento e controle da administrao financeira do governo federal um sistema computacional conhecido por SIAFI. CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 184. um instrumento para acompanhamento e controle da administrao financeira do governo federal um sistema computacional conhecido por SIAFI.NombitodaadministraoCertowww.leandroeustaquio.com.brpblica, 185. CESPE - 2008 - STF - Analista Judicirio - Contabilidade Considerando os objetivos do SIAFI, julgue o item abaixo. Cabe ao SIAFI integrar e compatibilizar as informaes no mbito dos governos federal, estadual e municipal. CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 186. Cabe ao SIAFI integrar e compatibilizar as informaes no mbito dos governos federal,estadual e municipal. Erradowww.leandroeustaquio.com.br 187. CESPE - 2010 - DPU Contador Relativamente ao sistema integrado de administrao financeira (SIAFI), julgue a assertiva abaixo: O SIAFI foi utilizado inicialmente apenas pelo Poder Executivo, expandindo-se de forma gradual pelos demais poderes a partir da percepo, pelos usurios, das vantagens oferecidas pelo sistema.www.leandroeustaquio.com.br 188. O SIAFI foi utilizado inicialmente apenas pelo Poder Executivo, expandindo-se de forma gradual pelos demais poderes a partir da percepo, pelos usurios, das vantagens oferecidas pelosistema. CERTOwww.leandroeustaquio.com.br 189. CESPE - 2010 - MS - Administrador No Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal (SIAFI), as inverses financeiras podem ser classificadas como despesas correntes. CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 190. No Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal (SIAFI), as inversesfinanceiras podem ser classificadas como despesas correntes. Erradowww.leandroeustaquio.com.br 191. CESPE - 2010 - MS - Tcnico de Contabilidade Uma vez includos os dados de um documento no SIAFI, e aps a sua contabilizao, no possvel corrigir qualquer irregularidade constatada nesses dados. CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 192. Uma vez includos os dados de um documento no SIAFI, e aps a sua contabilizao, no possvelcorrigir qualquer irregularidade constatada nesses dados. Erradowww.leandroeustaquio.com.br 193. OBJETIVOS DO SIAFIwww.leandroeustaquio.com.br 194. (CESPE - TCE/ES Controlador de Recursos Pblicos/2004) Um dos objetivos do SIAFI possibilitar aos segmentos da sociedade a necessria transparncia dos gastos pblicos. Certo ou errado www.leandroeustaquio.com.br 195. Um dos objetivos do SIAFI possibilitar aos segmentos da sociedade a necessria transparncia dos gastos pblicos. Certowww.leandroeustaquio.com.br 196. (CESPE/ANALISTA/SERPRO/2008) objetivo do SIAFI padronizar mtodos e rotinas de trabalho relativas gesto dos recursos pblicos, permanecendo essa atividade, no entanto, sob o total controle do ordenador de despesa de cada unidade gestora. CERTO OU ERRADOwww.leandroeustaquio.com.br 197. objetivo do SIAFI padronizar mtodos e rotinas de trabalho relativas gesto dos recursos pblicos, permanecendo essa atividade, no entanto, sob o total controle do ordenador de despesa de cada unidade gestora. CERTOwww.leandroeustaquio.com.br 198. CESPE - 2006 - ANATEL - Analista Administrativo Entre os objetivos do SIAFI, est o de integrar e compatibilizar as informaes disponveis nos diversos rgos participantes do sistema. CertoErradowww.leandroeustaquio.com.br 199. Entre os objetivos do SIAFI, est o de integrar e compatibilizar as informaes disponveis nos diversos rgos participantes do sistema. Certowww.leandroeustaquio.com.br 200. CESPE - 2010 - MS - Administrador Um dos objetivos do SIAFI possibilitar o controle da dvida externa.CertoErrado www.leandroeustaquio.com.br 201. Um dos objetivos do SIAFI possibilitar o controle da dvida externa.Certowww.leandroeustaquio.com.br 202. SIAFI - FUNCIONAMENTOwww.leandroeustaquio.com.br 203. CESPE - 2008 - TCU - Analista de Controle Externo O fornecimento continuado de dados contbeis do Sistema Integrado de Administrao Financeira do governo federal (SIAFI), por meio de acesso online s bases de dados dos sistemas, permitido s instituies pblicas em geral e s entidades do setor privado, mediante habilitao no sistema desejado, a qual renovvel periodicamente e, em alguns casos, feita com base em termo de