PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL – AULA 03 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL PROFESSORA: BEATRIZ ABRAÃO www.beatrizabraao.com Aula 3 PROAB 2012.2

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  • PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL PROFESSORA: BEATRIZ ABRAO www.beatrizabraao.com Aula 3 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL PROFESSORA: BEATRIZ ABRAO www.beatrizabraao.com Aula 3
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 DA PROVA
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Conceito Objetivo da prova Objeto da prova
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Art. 155. O juiz formar sua convico pela livre apreciao da prova produzida em contraditrio judicial, no podendo fundamentar sua deciso exclusivamente nos elementos informativos colhidos na investigao, ressalvadas as provas cautelares, no repetveis e antecipadas. (Redao dada pela Lei n 11.690, de 2008) Pargrafo nico. Somente quanto ao estado das pessoas sero observadas as restries estabelecidas na lei civil. Art. 155. O juiz formar sua convico pela livre apreciao da prova produzida em contraditrio judicial, no podendo fundamentar sua deciso exclusivamente nos elementos informativos colhidos na investigao, ressalvadas as provas cautelares, no repetveis e antecipadas. (Redao dada pela Lei n 11.690, de 2008) Pargrafo nico. Somente quanto ao estado das pessoas sero observadas as restries estabelecidas na lei civil.
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 a) Sistema da provas legais Ex: art. 62 CPP b) Sistema da ntima convico Ex: Tribunal do Jri c) Sistema do livre convencimento motivado/ Persuaso racional. Ex: Art. 155 do CPP SISTEMA DE APRECIAO DAS PROVAS:
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 DO NUS DA PROVA
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Art. 156. A prova da alegao incumbir a quem a fizer, sendo, porm, facultado ao juiz de ofcio I ordenar, mesmo antes de iniciada a ao penal, a produo antecipada de provas consideradas urgentes e relevantes, observando a necessidade, adequao e proporcionalidade da medida; (Includo pela Lei n 11.690, de 2008) II determinar, no curso da instruo, ou antes de proferir sentena, a realizao de diligncias para dirimir dvida sobre ponto relevante. (Includo pela Lei n 11.690, de 2008) Art. 156. A prova da alegao incumbir a quem a fizer, sendo, porm, facultado ao juiz de ofcio I ordenar, mesmo antes de iniciada a ao penal, a produo antecipada de provas consideradas urgentes e relevantes, observando a necessidade, adequao e proporcionalidade da medida; (Includo pela Lei n 11.690, de 2008) II determinar, no curso da instruo, ou antes de proferir sentena, a realizao de diligncias para dirimir dvida sobre ponto relevante. (Includo pela Lei n 11.690, de 2008)
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Art. 5, LVI da CRFB/88- So inadmissveis, no processo, as provas obtidas por meios ilcitos; Art. 157.CPP So inadmissveis, devendo ser desentranhadas do processo, as provas ilcitas, assim entendidas as obtidas em violao a normas constitucionais ou legais. (Redao dada pela Lei n 11.690, de 2008) Art. 5, LVI da CRFB/88- So inadmissveis, no processo, as provas obtidas por meios ilcitos; Art. 157.CPP So inadmissveis, devendo ser desentranhadas do processo, as provas ilcitas, assim entendidas as obtidas em violao a normas constitucionais ou legais. (Redao dada pela Lei n 11.690, de 2008) DAS PROVAS ILCITAS
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 1 So tambm inadmissveis as provas derivadas das ilcitas, salvo quando no evidenciado o nexo de causalidade entre umas e outras, ou quando as derivadas puderem ser obtidas por uma fonte independente das primeiras. (Includo pela Lei n 11.690, de 2008) 2 Considera-se fonte independente aquela que por si s, seguindo os trmites tpicos e de praxe, prprios da investigao ou instruo criminal, seria capaz de conduzir ao fato objeto da prova. (Includo pela Lei n 11.690, de 2008) 1 So tambm inadmissveis as provas derivadas das ilcitas, salvo quando no evidenciado o nexo de causalidade entre umas e outras, ou quando as derivadas puderem ser obtidas por uma fonte independente das primeiras. (Includo pela Lei n 11.690, de 2008) 2 Considera-se fonte independente aquela que por si s, seguindo os trmites tpicos e de praxe, prprios da investigao ou instruo criminal, seria capaz de conduzir ao fato objeto da prova. (Includo pela Lei n 11.690, de 2008) DAS PROVAS ILCITAS POR DERIVAO (Teoria dos frutos da rvore envenenada)
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 DO EXAME DO CORPO DE DELITO, E DAS PERCIAS EM GERAL
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Exame de corpo de delito Artigos 158 e 167 CPP Direto e Indireto Um s perito (art. 159 CPP). Exceo: art. 159 pargrafo 1 CPP O juiz no fica adstrito ao laudo (art. 182 CPP)
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Art. 158. Quando a infrao deixar vestgios, ser indispensvel o exame de corpo de delito, direto ou indireto, no podendo supri-lo a confisso do acusado. DO EXAME DE CORPO DE DELITO
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 a) Direito; b) Indireto. Art. 167. No sendo possvel o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestgios, a prova testemunhal poder suprir-lhe a falta. a) Direito; b) Indireto. Art. 167. No sendo possvel o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestgios, a prova testemunhal poder suprir-lhe a falta. DO EXAME DE CORPO DE DELITO
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 QUANTOS PERITOS OFICIAIS SO NECESSRIOS PARA REALIZAO DO EXAME PERICIAL?
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Art. 159. O exame de corpo de delito e outras percias sero realizados por perito oficial, portador de diploma de curso superior. (Redao dada pela Lei n 11.690, de 2008)
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 1 Na falta de perito oficial, o exame ser realizado por 2 (duas) pessoas idneas, portadoras de diploma de curso superior preferencialmente na rea especfica, dentre as que tiverem habilitao tcnica relacionada com a natureza do exame. (Redao dada pela Lei n 11.690, de 2008) 2 Os peritos no oficiais prestaro o compromisso de bem e fielmente desempenhar o encargo. 1 Na falta de perito oficial, o exame ser realizado por 2 (duas) pessoas idneas, portadoras de diploma de curso superior preferencialmente na rea especfica, dentre as que tiverem habilitao tcnica relacionada com a natureza do exame. (Redao dada pela Lei n 11.690, de 2008) 2 Os peritos no oficiais prestaro o compromisso de bem e fielmente desempenhar o encargo.
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 DO INTERROGATRIO DO ACUSADO
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Artigos 185 ao 196 CPP Duas partes: qualificao e fatos (art. 187 CPP Silncio no importa em confisso (art. 186 pargrafo nico) Videoconferncia (art. 185 CPP e pargrafos) Final da audincia (art. 400 CPP) Artigos 185 ao 196 CPP Duas partes: qualificao e fatos (art. 187 CPP Silncio no importa em confisso (art. 186 pargrafo nico) Videoconferncia (art. 185 CPP e pargrafos) Final da audincia (art. 400 CPP)
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Conceito Caractersticas: a) Ato personalssimo; b) Judicialidade; c) Facultatividade da resposta. NINGUM OBRIGADO A PRODUZIR PROVA CONTRA SI MESMO.
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Art. 186 CPP - Depois de devidamente qualificado e cientificado do inteiro teor da acusao, o acusado ser informado pelo juiz, antes de iniciar o interrogatrio, do seu direito de permanecer calado e de no responder perguntas que lhe forem formuladas. Pargrafo nico. O silncio, que no importar em confisso, no poder ser interpretado em prejuzo da defesa. Art. 186 CPP - Depois de devidamente qualificado e cientificado do inteiro teor da acusao, o acusado ser informado pelo juiz, antes de iniciar o interrogatrio, do seu direito de permanecer calado e de no responder perguntas que lhe forem formuladas. Pargrafo nico. O silncio, que no importar em confisso, no poder ser interpretado em prejuzo da defesa. Nemo tenetur se detegere
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 DO INTERROGATRIO ON LINE ( Por Vdeo Conferncia) (Includo pela Lei n 11.900, de 2009)
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  • RESPONSABILIDADE CIVIL AULA 1 PROAB 2012.2 DIREITO PROCESSUAL PENAL AULA 03 Art. 185, 2 CPP - Excepcionalmente, o juiz, por deciso fundamentada, de ofcio ou a requerimento das partes, poder realizar o interrogatrio do ru preso por sistema de videoconferncia ou outro recurso tecnolgico de transmisso de sons e imagens em tempo real, desde que a medida seja necessria para atender a uma das seguintes finalidades: I - prevenir risco segurana pblica, quand

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