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Revista Digitalks - Edição 03 / Capa02

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A Classe C no Digital: oportunidades de engajamento, gestão de marcas e negócio.

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  • REVISTA DIGITALKS . Ano 01 . nmERo 03

    A cLASSE c no DIGITAL OpOrtunidades de engajamentO,

    gestO de marcas e negciOs

    como o crm pode fazer a diferena na conquista do cliente

    sites rpidOs:um guia que voc no pode perder

    3 perguntas que todo iniciante em Links patrocinados deve se fazer

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    anunio_bipcode_1pagina_revista_digitalks_final.pdf 1 18/07/2014 16:10:59

  • ExpEDIEnTE

    FLVIO HORTA Publisher

    PRISCILLA SALDANHA Chefe de Redao

    MARIA CARVALHAL Gerente de Relacionamento

    PAULINHO MOREIRA Projeto Grfico

    COLABORADORES Adair Christina, Bia Granja, Denis Casita , Erik Formaggio, Flvia Jobstraibizer, Gustavo Morale, Manuela De Faveri, Marcello Lemmi, Pettersom Paiva, Rafael Venturelli, Regina Garrido, Tiago Sarraf.

    EMPRESAS MANTENEDORAS Oferecimento: Dinamize, Google, Imasters; Mantenedores: Apiki, BipCode, DialHost, Dinamize, Elo Digital, ExactTarget, IVC, Locaweb, LogCerto, Performa Web, Putz Filmes, Reach Local, Rise Social Commerce, Serasa Experian, Vitrio, WebStorm;

    DIGITALKS Organizao

    ILUSTRAO DE CAPA DIGITAL E MATRIA DE CAPA Welinton Souza www.welintonsouza.com

    > 1.000 exemplares

    www.digitalks.com.br [email protected] Twitter: @digitalksmkt Facebook: /digitalksbr

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    Os artigos assinados so de responsabilidade dos autores e no refletem a opinio da revista. proibida a reproduo total ou parcial dos textos, fotos e ilustraes, por qualquer meio, sem prvia autorizao dos artistas ou do editor da revista.

  • EDIToRIAL

    Um pouco, dois bom, trs melhor ainda!

    Chegamos em nossa terceira edio: mais informados, mais experientes e mais ente-dedores do que fazer uma revista. Muito mais do que curar e editar contedos, aqui a gente tem o compromisso de levar informa-o de qualidade para o nosso leitor.

    E por isso, pensamos bastante qual seria a matria de capa desta edio. Depois de pesquisar, estudar e conversar com bastan-te gente, no tivemos dvidas: a classe C dominou o mercado online e merece o seu destaque e aprofundamento.

    Cheios de grias, dialeto prprio, forma de consumir e de se comunicar nica. Como decifr-los? Diversas pesquisas so realizadas pelos melhores Institutos do Brasil. Vamos trazer todos esses dados para vocs. Algumas marcas j entenderam que essa classe precisa de ateno e do seu lugar ao sol. E por que no entender quais estratgias elas usam? Como conseguem traduzir os desejos desses consumidores e comuni-car isso em suas marcas? Trazemos isso tambm.

    Os hits e influenciadores da internet, que trazem os maiores engajamentos e impac-tos dos ltimos tempos, tambm no iam ficar de fora do show. Falar desses emer-gentes sem falar de mdias sociais como se deixssemos de fora um dos canais mais importantes e mais usados pelos jovens da classe em ascensso.

    Sem medo do choque, das dvidas, dos anceios, profissionais abrem seu corao e suas experincias e contam um pouco do que sabem sobre a galera da vez.

    Aproveite que essa edio est mais surpre-endente do que voc pode imaginar.Quem sabe a luz para o trabalho assertivo da sua marca no saia daqui?

    Enjoy! Priscilla Saldanha Gestora de Contedo

  • cApA> a cLasse c nO digitaL:Oportunidades de engajamento, gesto de marcas e negcios.

    #pRoDUTIVIDADE sites rpidos: um guia que voc no pode perder!

    #cRm como o crm pode fazer a diferena na conquista do cliente

    #ADWoRDS trs perguntas que todo iniciante em Links patrocinados deve se fazer

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    sumrio

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    EnTREVISTA thiago sarraf fala sobre vendas no mobile cRm Como o Crm pode fazer a diferena na conquista do cliente GESTo DE mARcA Consistncia e coerncia de marca no marketing digital cASE #01 Connect Parts: mercado automotivo faz sucesso no e-commerce cApA a Classe C no digital: oportunidades de engajamento, gesto de marcas e negcios mobILE marketing mobile Evoluo rpida e inteligente cASE #02 Case sharing4You: agncia de profissionais domsticos cresce com otimizao de investimento em marketing digital

    ADWoRDS trs perguntas que todo iniciante em links Patrocinados deve se fazer TEcnoLoGIA Como a Neutralidade da rede pode afetar seu negcio online pRoDUTIVIDADE sites rpidos: um guia que voc no pode perder! cASE #03 Crescimento de Afiliados na rise social Ecommerce EmAIL mARKETInG o e-mail e sua essncia FRUm DE mARKETInG DIGITAL 2014 TEnDncIA second screen: Por que a sua marca deve ser multi-tela? opInIo Quais mtricas devem ser usadas nas mdias sociais? GUIA DE EmpRESAS

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  • ENtrEvista

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    ThIAGo SARRAFFALA SobRE VEnDAS

    no mobILE

    Entrevista

  • Para falar um pouco sobre o assunto e esclarecer algumas dvidas de clientes e empresas, convidamos o executivo Thiago Sarraf para uma entrevista.

    Ele especialista em Internet, Marketing Digital e E-commerce, lder do Comit de e-commerce da APADi e do Guia de E-com-merce, alm de comandar o Dr. Ecommer-ce. Sarraf j desenvolveu mais de 90 lojas virtuais e j trabalhou na Compaq, HP, Mi-crosoft, Locaweb, iG, UOL e Agncia Pukis. colunista e articulista dos portais E-com-merce Brasil, Digitalks, E-commerce Guide e Profissional de E-commerce.

    Com certeza possui muita bagagem para falar sobre o assunto e ajudar executivos e empresrios a entender este novo momen-to das vendas mobile.

    Aproveite a entrevista!

    1- Como voc classifica o cenrio do uso do mobile hoje no mundo? E no Brasil?

    O mobile vem cada vez mais assumindo seu papel na vida das pessoas: ele virou praticamente a extenso do seu brao. Muitas pessoas brincam dizendo que che-gam a esquecer a carteira e as chaves, mas nunca o celular.

    No Brasil no vem sendo diferente, as pessoas deixam de comprar o primeiro computador para ter seu primeiro smar-tphone. Lembro de uma pesquisa que comenta que o Estados Unidos tem cer-ca de 350 milhes de pessoas e por vol-ta de 360 milhes de aparelhos celulares. No Brasil a proporo ainda maior, com

    200 milhes de habitantes e 260 milhes de celulares. Mas o mercado americano ainda ganha na relao de smartphones.

    2- Sabemos que o mercado de vendas mobile est em alta, comente um pouco sobre o assunto.

    O cenrio de vendas via mobile est em alta e deve continuar assim at assumir um percentual justo, em relao as outras in-terfaces. Muito discutido e muito falado sobre a experincia do comprador usando a interface mobile. O comportamento do con-sumidor mudou e muitos varejistas ainda so resistentes a isso.

    Em aula sobre o tema, comento muito de comportamento e muitas vezes, o incio do processo de compra do consumidor est comeando pelo mobile. Porm, muitas ve-zes no concludo l pois o lojista no est preparado e acaba forando o usurio a sair deste canal e busca outro.

    Meu site de servio e j tenho quase 30% das visitas via mobile. Tenho um ndice de converso acima da mdia (gerao de lead) e a proporo pelo canal mobile maior do que o desktop. Isso prova que o nosso tra-balho em manter o site responsivo e pensar no formato mobile primeiro, est dando re-sultado.

    E no varejo no pode ser diferente. Pro-va disso um cliente grande do segmento de calados, em que 37% de suas visitas so via mobile. Porm, a plataforma de e--commerce que ele escolheu no habilitou a verso mobile (segundo o Google, o mais recomendado um site responsivo - que se adapte a diferentes tamanhos de tela). Ima-

    como anda o mercado de vendas no mobile? ser que as empresas j esto preparadas para este novo momento da internet, em que o e-commerce ganha muito espao e faz diferena nos lucros finais do ms?

    ENtrEvista

    9Digitalks

  • gina quantas vendas o varejista de calados no est perdendo?

    J vi em eventos, palestrando com outros lojistas, o discurso de que mobile nem ten-dncia . Pois ento deixo um artigo que traduzimos, dando 50 fatos que provam que o mobile veio para ficar:

    No cenrio americano, temos um mercado mais evoludo, pois as empresas deram via-bilidade para isso (na minha opinio, ainda est segurando o mercado, muitos vende-dores ainda no possuem a verso mobile o site responsivo). Prova disso, um infor-mativo que mostra que em 2015, 24% do seu faturamento ser via mobile, 1/4 do mercado ser via mobile, e com projeo de crescimento ainda. Confira.

    Segundo o ltimo relatrio do websho-ppers, tivemos 4,6% das vendas via mo-bile. Ser que este nmero ir crescer? Alguns especialistas afirmam que 2014 vai fechar com aproximadamente 9% de representao. Ser que eu acredito? Te-nho que acreditar, mas dependo das em-presas para chegar nisso. Precisamos comear a dar mais viabilidade, assim os usurios usam mais um efeito cclico. 3 - Voc acha que todos os mobiles so indicados como plataforma para a ven-da?

    Considerando a sugesto do Google, usan-do uma verso da loja responsiva, no importa o tamanho da tela, voc ter um site totalmente adaptado independente do aparelho, tablet ou qualquer verso de smartphone. Alguns estudos comprovam que pessoas via tablet convertem mais em compras e possuem um ticket mdio maior. 4- Acredita que o consumidor ainda pos-sui receios para comprar via celular?

    O consumidor possui um receio de com-prar no geral, a mesma desconfiana que possui no online, se estende ao mobile. O agravante aqui que as grandes empresas ainda dominam o mobile, logo esta descon-

    ENtrEvista

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    24%

    Em 2015, as vendasdo comrcio mvelde varejo americanocontabilizaro

    do total de vendasem e-commerce

  • fiana tende a ser menor, por possurem empresas que muitas pessoas conhecem e confiam. Com a evoluo, a tendncia que este medo diminua. Para gerar con-fiana, os mesmos recursos j usados no PC devem ser utilizados tambm no mo-bile, pois a validao muito semelhante.

    J vi pessoas simularem uma compra via mobile e falar: vou terminar no meu com-putador para checar se a empresa de confiana. Mas essa venda no deixa de ser mobile, pois comeou por l! Isso importante comentar, a origem da venda, j tem uma grande representao do mo-bile.

    5- Quais as dicas que voc daria para as empresas que desejam iniciar a venda dos seus produtos / servios via mobile?

    Dica #01 A palavra da vez presena. A empresa precisa estar presente em todos os ca-nais. Estude! Existe muito material na in-ternet e se no achar ou no conseguir estudar, procure um especialista. Veja o artigo que o Google publicou sobre os sites responsivos e seus benefcios, com certeza vai te ajudar a entender melhor o assunto e aplicar de maneira mais asserti-va na sua empresa.

    No artigo, existe um comentrio sobre o nmero de pesquisas no Google via celu-lar, que j passou o nmero via desktop, ou ira passar muito em breve.

    Se a gigante j se rendeu, como voc ain-da tem dvidas?

    Dica #02 Procure empresas com experincia real na rea, pois o processo de criar um site ou redesenh-lo pensando em mobile de trs para frente. - Primeiro desenhe o layout para o mobile e depois v para

    o desktop. E sempre procure um espe-cialista: s ele vai construir seu site com performance e arquitetura da informao 100% pensada para vrios tipos de tela.

    Dica #03Pense no mnimo em trs opes de tama-nho de tela. Lembre-se que alguns apare-lhos possuem tela retina e a resoluo nun-ca pode ser deixada de lado. Alm disso, temos uma internet mvel que no exce-lente. Por isso, preocupe-se com a perfor-mance e tempo de carregamento, e pegue leve no tamanho dos arquivos.

    Dica #04 Pense na experincia de compra do seu consumidor, isso o mais importante. Muitas vezes menos mais e talvez, nas vendas via mobile, menos pode ser muito mais! Faa um benchmark do seu merca-do, procure exemplos com resultado de su-cesso. Infelizmente no ir achar grandes exemplos no Brasil, mas os sites estrangei-ros so super experientes e antenados no assunto.

    Dica #05Por fim, acredite. Quando comecei a acre-ditar (aproximadamente h 2 anos atrs) comecei a colher os frutos!

    Confira agora meu artigo na prxima p-gina. Ainda mais conhecimento e informa-o sobre vendas e relacionamento.

    ENtrEvista

    11Digitalks

  • Por Thiago Sarraf

    como o cRm poDE FAzER A DIFEREnA nA conqUISTA Do cLIEnTE.

    Crm

    12Digitalks

  • Crm

    13Digitalks

    A economia brasileira mudou consideravel-mente desde que as novas mdias constru-ram novas relaes entre um cliente e sua empresa. Com o avano da tecnologia, a concorrncia se tornou ainda mais acirrada, j que qualquer consumidor pode migrar de uma empresa para outra com um simples clique. Como os clientes so sua maior fon-te de lucro, algumas empresas resolveram tomar uma iniciativa para fideliz-los em seus servios, adotando o CRM.

    O CRM (ou Customer Relationship Manage-ment), que pode ser traduzido como Ges-to de Relacionamento com o Cliente, um termo criado para definir o conjunto de uma srie de ferramentas que automatizam as funes de contato com clientes atravs de sistema informatizados, capazes de ajudar empresas a armazenar os dados de seus clientes de forma inteligente, criando um bom relacionamento com eles.

    Para executar este tipo de tarefa, necess-rio um software. Porm, o CRM muito mais do que mera tecnologia. um processo que obriga toda a empresa a colocar as necessidades de seus clientes em primeiro lugar, com o principal objetivo de fideliz--los. De acordo com o estudo de Kotler e Fox em Marketing Estratgico Para Institui-es Educacionais, a conquista de novos clientes de cinco a sete vezes mais cara do que manter os clientes que j possui. O CRM, portanto, entra como uma estratgia bastante interessante quando se quer fideli-zar os consumidores de uma empresa.

    O processo realizado atravs da colheita de informaes em um banco de dados, que pode ser utilizado a qualquer hora e por qualquer departamento para uma tomada de deciso. O CRM abrange trs reas no geral: automao de gesto de marketing, gesto comercial e gesto de servios e produtos destinados ao cliente. Todas as informaes arquivadas devem seguir um padro, independente da forma de contato. Pode ser e-mail, facebook, twitter, contatos telefnicos, entre outros, que se unem para virar uma espcie de fonte para os relatrios gerenciais. Porm, mais do que a coleta de informaes, o CRM exige uma anlise dos dados coletados.

    Ao adotar o CRM, uma empresa pode ga-nhar qualidade e eficincia, diminuir custos e aumentar seus lucros. Permitindo que se conhea melhor sobre as necessidades de cada cliente, o CRM auxilia na criao de pautas mais qualificadas, em vendas mais eficientes e eficazes, na distribuio faci-litada de informaes e, tambm, em um melhor (e personalizado) atendimento antes, durante e aps a venda, fatores que fazem toda a diferena na reputao de uma em-presa entre os seus clientes.

    No caso do e-commerce, a correta utiliza-o do CRM faz com que as empresas virtu-ais consigam entregar uma experincia mui-to melhor de venda aos seus consumidores. As novas ferramentas podem ser usadas de forma que as empresas consigam cons-truir um dilogo com os clientes, formando vnculos que, provavelmente, garantiro a preferncia do usurio, j que sua relao com a marca ser personalizada, agradan-do seus gostos e necessidades.

    Caso seja implantado com sucesso, o CRM tem grandes chances de elevar uma empre-sa a outro padro, j que representa uma grande vantagem competitiva. Dentro de um e-commerce, o empreendedor tem at mais facilidade para fazer a iniciativa funcio-nar (e, tambm, mais chances de que ela d certo!).

  • gEsto DE marCa

    14Digitalks

    conSISTncIA E coERncIA DE mARcA no mARKETInG DIGITAL

    Por Felipe Moraes

    O movimento iniciado em meados da dcada de 90, tomou impulso com a chegada do novo milnio. O co-mrcio eletrnico, redes sociais e a vida virtual trou-xeram crescimento perceptvel do marketing digital. Pensar em uma marca hoje, sem pensar em estrat-gias de presena digital, pode ser realmente arriscado. Ao mesmo tempo, temos de pensar que o mercado digital se torna mais um meio de comunicao ou um conjunto de mdias. Ele deve ser usado para confirmar, ampliar e ressaltar o posicionamento estratgico da sua marca perante o pblico que deseja ser alcanado ou mantido.

  • Com base nisso, o primeiro passo a definir antes de se aventurar no mercado digital e tambm na gesto de qualquer marca entender o conceito de marca. Marca um conjunto de associaes e sensaes percebidas pelo cliente ou cliente potencial e que atribuem valor ao produto ou servio oferecido.

    Uma marca de sucesso trabalhar os as-pectos acima com grande consistncia e coerncia, equilibrando estes dois concei-tos em diversos canais: redes sociais, e-mail marketing, landing pages, atendimento onli-ne, etc. Enfim, em todos os pontos de con-tato digital que a empresa oferece junto ao seu pblico.

    um pOucO mais de cOnsistn-cia em suas aes digitais

    Pensar em consistncia de marca pensar na aplicao de todo elemento da marca para passar a promessa da sua empresa

    sem falhas em qualquer ponto de contato. Para criar um exemplo prtico, analisemos um pouco a marca Coca-Cola. A Coca-Co-la, em seus 128 anos, uma marca refe-rncia no que se diz respeito a consistncia de marca.

    Para incio de anlise peguemos o Twitter, Facebook e a prpria pgina da marca, no Brasil. Podemos ver uma identidade forte do vermelho e a utilizao da garrafa exclusiva que demonstra grande consistncia grfica em todos os pontos de contato. Ao mesmo tempo o trabalho feito de forma que no fica cansativo aos pblicos do canal.

    Felipe Moraes Gerente de Desenvolvimento e Marketing Dialhost

    gEsto DE marCa

    15Digitalks

  • mERcADo AUTomoTIVo FAz SUcESSo no E-commERcE

    CasE #01

    16Digitalks

  • A Connect Parts uma das maiores lojas virtuais do pas especializada na comercia-lizao de peas e acessrios automotivos, contabilizando cerca de 2 milhes de pedi-dos enviados. Perto de completar 9 anos de atividades, a loja possui seis catego-rias principais de produtos: Som e Vdeo, Faris, Lanternas e Iluminao, Alarmes, Acessrios e Parachoques.

    Com o objetivo de melhorar a entregabili-dade de suas campanhas e gerir mais efe-tivamente as informaes para qualificar o contato com os clientes, a Connect Parts decidiu contratar a plataforma Mail2Easy, da Dinamize, e iniciar um trabalho de higie-nizao e segmentao da base de con-tatos.

    De acordo com Wagner Pereira, analista de e-mail de marketing da Connect Parts, 80% das nossas campanhas so promo-cionais e uma boa parte delas j so seg-mentadas. Os outros 20% so campanhas de relacionamento e havia a necessidade

    CasE #01

    17Digitalks

    de incrementar a entrega para nossa base, explicou.

    Com envios dirios superando 100 mil e--mails, a empresa, que incialmente utilizava uma infraestrutura compartilhada, optou por usar uma infraestrutura dedicada, man-tendo o trabalho de higienizao e seg-mentao da base, alcanando aberturas superiores a 30% e sender score nos IPs dedicados entre 97 e 99.

    S no ltimo ano, houve um crescimento de 250% na participao de captao da loja virtual (de 4% para 14%). Com a imple-mentao da infraestrutura dedicada e ma-nuteno da base de contatos, o percentu-al de opt out caiu de 0,18% para 0,14% e a receita teve um incremento de 202% no perodo, assim como o nmero de pedidos cresceu 225%.

    vlido ressaltar que todas as aes realizadas no ltimo ano, como a limpeza e manuteno da base de contatos e a infraestrutura dedicada nos trouxeram retorno imediato em nmeros, sejam eles qualitativos ou quantitativos, e o impacto dessas aes e manuteno cresce mensalmente, melhorando cada vez mais nossos resultados em e-mail marketing, disse anderson rosa, gerente de e-commerce da empresa.

  • CaPa

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    a cLasse c nO digitaL: Oportunidades de engajamento, gesto de marcas e negcios

    Ilustrao: Welinton Souza

  • CaPa

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    E quem essa classe emergente?

    Segundo dados de uma pesquisa do Data Folha, no segundo semestre de 2013, 82% das famlias brasileiras tinham renda menor do que R$3.390. Alm disso, 66% viviam com no mximo R$2.034, o que representa mais de 164 milhes de brasileiros.

    Segundo dados da Comscore Media Matrix o Brasil possui uma cultura extremamente di-gital e ficamos entre os primeiros pases de pessoas conectadas internet do mundo. O mercado est evoluindo e as empresas tero que se libertar da sua dependncia da televiso e utilizar, cada vez mais, o digi-tal para se conectar aos seus consumido-res, transformar e melhorar o seu negcio. E a classe C fica na linha de frente desses dados: eles gastam uma mdia de 26,7 horas

    por ms conectados. So eles que pularam do telefone fixo e saram da lan house dire-to para o celular. Classe C digital, revo-lucionria, desinibida, empreendedora. E junto com a conexo e cultura da in-ternet na vida deles, vem o consumo. Quando falamos da capacidade e do ato de consumo, a classe emergente ganha dispara-do: um estudo do Centro de Polticas Sociais da Fundao Getlio Vargas, mostra que ne-nhuma outra classe social nos ltimos anos cresceu tanto no Brasil quanto a classe C. Eles gastam um total de R$ 1,17 trilho, usam 58% do crdito concedido no pas e consomem 80% do varejo brasileiro, re-presentando assim, o 18 maior merca-do consumidor do mundo. Se fossem um

    Credirio, consumo desenfreado, marcas famosas como desejo, internet, mobile. Jovens escolarizados, mais informados e mais economicamente ativos que seus pais. De quem estamos falando? Falamos dos novos (e potenciais) do momento: a classe C!

    46% 66% das famliasganhamat R$2.034

    20%16%9%

    4%1%

    Renda familiarde at R$1.356

    R$1.356 a R$2.034

    R$2.034 a R$3.390

    R$3.390 a R$6.780

    R$6.780 a R$13.560 R$13.560 a R$33.900

  • CaPa

    pas, esta classe estaria do G20 mundial de consumo ( a maior parte dessas com-pras voltadas para produtos de marca). Antigamente, a classe C era um gru-po que morava na periferia, tinha pouco acesso (ou nenhum) a internet e compra-va pouco. Hoje multiconectada, con-some muitos produtos e servios de mar-ca e so ditadores de vrias tendncias. Apesar disso, muitas empresas ainda no se atentaram para isso e s colocam 4,4% do seu budget de marketing nas mdias di-gitais. Muito dessas dvidas rodeiam, pois as empresas e corporaes ainda no compreendem totalmente seus desejos e comportamentos. Por isso as dvidas. Como as empresas podem ignorar esses clientes/potenciais consumidores, e no ofe-recem produtos para eles?

    Mas como resolver isso? Pesquisas, con-versas com quem vive e faz parte des-se meio so, sem dvida, essnciais.

    OpOrtunidadesExiste uma penetrao que cresce dentro dos meios de pagamento digital na classe C. Isso faz com que aumente a chance nas vendas online, principalmente porque ne-nhum outro setor varejista consegue garantir tantas facilidades e benefcios quanto o va-rejo digital. Isso soma-se ao uso dos jovens internet e ao acesso a redes sociais e pes-quisas. Uma pesquisa do E-bit mostra que nos ltimos dois anos, mais de cinco milhes de novatos da classe C, iniciaram-se como consumidores nas compras pela internet. O ticket mdio (valor mdio da compra) do consumidor com renda at R$ 3 mil, de R$ 320 por compra. No muito diferente da in- ternet geral, que de R$ 355, diz Alexandre Umberti, diretor de marketing da E-bit

    Classe C e o E-commerce (ref. Junho/2014 pela E-bit)

    Classes A e B: Renda familiar mensal acima de R$ 3.000

    Classes C e D: Renda familiar mensal at R$ 3.000

    56% 37%

    7%

    Share Financeiro

    386R$ 318R$

    284R$

    Ticket Mdio

    49% 44%

    7%

    Share Transacional

    R$ 1.346.735.822,00 R$ 897.465.094,00 R$ 164.791.804,00

    3.492.057 pedidos3.159.240 pedidos518.650 pedidos

    CaPa

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  • CaPa

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    tOp 5 categOrias cOnsumidas

    sHare

    37%

    Share Financeiro

    386R$ 318R$

    284R$

    Ticket Mdio

    49% 44%

    7%

    Share Transacional

    R$ 1.346.735.822,00 R$ 897.465.094,00 R$ 164.791.804,00

    3.492.057 pedidos3.159.240 pedidos518.650 pedidos

    SHARECLASSE

    CD8%

    EducaoFundamental

    EducaoInfantil

    42,1%Ensino Mdio

    21,4%Superior Incompleto

    20,7%Superior Completo

    6,7%Ps-graduao

    1,1%

    27,4%

    72,6%GraduadosNo-graduados

    Moda e Acessrios Cosmticos, Perfumaria e Sade Telefonia e CelularesEletrodomsticosCasa e Decorao

    17,9%13,4%11,1%10%8,3%

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    cases de sucessOEm So Paulo, os empresrios Rita Airis e Jos Feitosa so donos de diversos boxes em um dos maiores centros do comrcio de eletrnicos na cidade de So Paulo: o bairro Santa Ifignia. O casal vende tele-fones celulares e descobriram que podem faturar bem alto com a internet. Por isso, criaram um site e-commerce das suas lojas no bairro: investiram menos de R$ 2,5 mil. O negcio cresceu rapidamente e j vende o mesmo que as lojas fsicas.

    70% dos clientes da internet so da clas-se C. E cada vez mais eles entram em site pra comprar, o novo consumidor da inter-net, diz Rita.

    Quando falamos de empresas maiores, a CVC considerada um super case de sucesso. A empresa inaugurou uma nova maneira de enxergar o turismo no Brasil, democratizando o acesso as viagens para brasileiros de todas as classes sociais via lojas fsicas e site.

    Caminho sem volta. Oportunidades a mil

    Chegou a vez da classe C. E as empresas no podem ter medo disso. Investir nesse mercado preciso.

    Separe um budget da sua empresa e faa acontecer. Sai na frente e ganhe da con-corrncia.

    Os especiaListas cOntam O pOucO dO Que ViVem e dO Que saBem pra gente!

    Marcio Flores, CEO do GrupoM

    Ainda vivemos em um pas que est des-cobrindo o consumo. Alguns jovens abrem mo de necessidades bsicas em troca de um bon ou tnis da moda. Tnis de R$900 que tem como consumidor foco a classe C. Somos um pas se ajustando a essa nova composio social. E Isso fala muito sobre a realidade psicolgica e emo-cional do jovem brasileiro englobando o ponto de contato onde est acontecen-do esse consumo: o online.

    A web d acesso rpido e que satisfaz ra-pidamente o desejo de possuir as coisas e quem sabe descart-las na mesma velo-cidade em que foram conquistadas. Con-sumo de objetos, mas tambm de moda, tendncias, grias, estilo de vida, etc. Ain-da temos muito desequilbrio na atitude do consumidor, porm super natural, se considerarmos a atual conjuntura scio econmica do Brasil. As marcas que ainda no olharam para isso esto agindo como um supermercado sem produto na prate-leira. Temos um enorme potencial a nossa disposio. Aproveitem a oportunidade e faam valer a pena os esforos estratgi-cos, financeiros e de comunicao.

    Ofli Guimares, cofundador do Meliuz

    A Classe C no representava muito para o e-commerce at recentemente. Com o boom dos sites de compra coletiva em 2010, muitas pessoas que nunca haviam comprado pela internet conheceram o e--commerce e passaram a representar uma parcela significativa desse mercado. Hoje as pessoas esto descobrindo, cada vez mais, os sites e ferramentas de compa-rao de preos, cupons de desconto e

  • cashback, que ajudam elas a economiza-rem em suas compras online.

    Diego Oliveira, account director Ipsos MediaCT

    Estamos diante de dois peculiares para-digmas: a emergncia de uma nova clas-se mdia e a exploso do digital o que faz com que tenhamos um consumidor mais ntimo da tecnologia, mais confiante ao adquirir produtos e servios atravs da conectividade e com mais dinheiro para gastar. Nesse contexto, a classe C (53% da populao brasileira) surge como prota-gonista das estatsticas, sendo a maior res-ponsvel pelo aumento no consumo digital. So devices dos mais variados, consumo por mobilidade e acesso web, provando a sua importncia para o mercado. A unio desses fatores alterou o comportamento da classe C e hoje nos deparamos com um consumidor mais crtico e engajado, mas acima de tudo, totalmente conectado.

    Ibrahim Cesar, co-fundador no Blumpa

    A classe C est cada vez mais se apro-priando do digital e descobrindo formas de se comunicar e consumir nesse meio. O que ns fazemos no Blumpa reflete essa mudana cultural e social de diversas for-mas.

    O processo de contratar uma profissional de limpeza, por exemplo, em sua forma offline muito lento, caro e ineficiente. Agncias lotam salas para que as pessoas entrevistem de trs a cinco profissionais e gastam o equivalente a um ms de traba-lho das mesmas s nesse processo. Fo-camos em eliminar toda essa ineficincia e custo desnecessrio com a plataforma e isso ampliou o leque de trabalhos que as profissionais cadastradas podem fazer e tambm a contratao desse tipo de ser-vio.

    A Classe C, consome muito, mas no dis-pe muitas vezes de tempo para perder no antigo e arcaico processo. Com a tecnolo-gia conseguimos eliminar as dificuldades e trazemos comodidade. Assim podem no deixar de abrir mo dos servios de uma diarista.

    H toda uma terra inexplorada de pos-sibilidades para se atuar. E muitos con-sumidores potenciais, com certeza.

    Juan Fuentes, diretor geral do BCash e Fcontrol.

    De acordo com a 30 edio do Relatrio Webshoppers, da E-bit, os consumidores das classes C e D (famlias com renda at R$ 3.000/ms) respondem por 45% do e-com-merce geral. J a participao dessas fam-lias no m-commerce, ou comrcio realizado por dispositivos mveis, como smartphones ou tablets, j representa 25% desse tipo de compra. Esses resultados mostram que o comrcio eletrnico est em constante cres-cimento dentro das camadas sociais menos abastadas. O aumento do acesso a Internet pelas classes C e D e a melhora na segu-rana nas transaes, vem propiciando um cenrio de boas oportunidades. No entanto, muitos compradores dessas classes sociais ainda tm medo de efetuar o pagamento de suas compras on-line com carto de crdito e, por isso, preferem o boleto bancrio como forma de pagamento mais utilizada. Para que o comrcio eletrnico voltado s classes C e D continue tendo sucesso, necessrio que, cada vez mais, os compradores sintam que seus dados bancrios esto em segurana.

    CaPa

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  • Por Gustavo Morale

    mARKETInG mobILE: EVoLUo RpIDA E InTELIGEnTE

    mobilE

    24Digitalks

  • Gustavo Morale CEO Media Response Group | BR

    Esses nmeros surpreendentes, por si s, j contribuem para que o marketing mobile seja uma das mais promissoras reas do marke-ting digital atualmente, mas no s isso. Evolues tecnolgicas que surgem cada vez mais rpido, popularizao de smartphones, novas estratgias, surgimento de especialis-tas, mudana de mentalidade de agncias e anunciantes so alguns dos fatores que contri-buem para a rpida evoluo desse mercado. Envio de anncios por meio de SMS e Torpe-dos de Voz marcaram o incio do marketing mobile, mas logo passaram a ser considera-das estratgias ultrapassadas. O surgimento de aparelhos capazes de unir mobilidade ce-lular, acesso a internet, entretenimento e apli-cativos foraram o marketing a evoluir junto com a tecnologia, lanando mo de novas ferramentas como aplicativos customizados, anncios display, sites mobile, aes via blue-tooth, coupons resgatveis, QRCodes, Loca-tion Based Services, Adnetworks, Real-time bidding e assim por diante, alm de estudos de comportamento, segmentaes e mtri-cas cada vez mais complexas.

    Vantagens do marketing mobile

    Canal de mdia em constante contato com o usurio

    Passvel de interao com outras mdias

    Ferramenta de produo de contedo ime-diato

    Extremamente segmentvel e mensurvel

    Destaco a segmentao como parte funda-

    mental do planejamento de uma campanha mobile bem sucedida. Se feita de forma in-teligente, torna a experincia digital ainda mais interessante para o usurio e assertiva para anunciantes. As poucas empresas que souberam trabalhar bem o marketing mobile j conseguem visualizar como resultado um relacionamento diferenciado, intenso e per-sonalizado com seu pblico. Os resultados realmente surpreendem.

    Com o 4G se tornando uma realidade popular, a tendncia que esse mercado evolua para nveis ainda mais altos e ganhe definitivamen-te a confiana de anunciantes que ainda se mostram reticentes diante de tanta novidade. Ainda estamos aprendendo a receita do su-cesso do marketing mobile, mas j sabemos o que fundamental: contar com empresas e profissionais especializados, traar objetivos bem definidos por campanha, alm de aliar criatividade e inteligncia tecnologia de pon-ta.

    mobilE

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    Pela primeira vez, em 2013, os brasileiros compraram mais smartphones que feature phones, segundo o iDC (international Data Corporation) em recente pesquisa. a pesquisa revela ainda um aumento de 123% na venda desses dispositivos no pas em relao a 2012. ao todo, foram 67,8 milhes de unidades de celulares vendidas em 2013, sendo 35,6 milhes de smartphones, contra 16,1 milhes em 2012.

  • CasE #02

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    AGncIA DE pRoFISSIonAIS DomSTIcoS cREScE A pARTIR Do mARKETInG DIGITAL

    Com ferramenta da ReachLocal a empresa Sharing4you torna anncios na internet mais baratos e efetivos.

    O nicho de mercado focado pela agncia de contratao de profissionais domsticos Sharing4you a zona oeste de So Paulo e a regio de Cotia e Alphaville, onde esto cerca de 70% de seus clientes. Para atingi--los, em seus primeiros meses de atividade, iniciada em setembro de 2012, os scios in-vestiram em anncios em revistas da regio, nos tradicionais panfletos, entregues de mo em mo, e realizaram pequenas campanhas de marketing digital. A empresa registrava um crescimento mdio de 20% ao ms, mas o investimento em marketing estava muito alto para manter a rentabilidade do negcio.

    O plano de negcio comeou a ser realizado em janeiro de 2012 e abrimos as portas em nossa atual sede, no bairro da Lapa, em se-tembro daquele ano. Estvamos solidificando a empresa, mas a um custo muito alto, con-ta Marcelo Mendes, um dos scios. Quando conheceram a ReachLocal, empresa global de marketing digital com foco em solues para pequenos e mdios empreendedores, decidiram utilizar, em setembro de 2013, sua ferramenta ReachSearch, que melhora a per-formance de campanhas em sites de busca como Google, Yahoo! e Bing. Alm de reduzir o custo com marketing digital de R$ 7 mil para

    R$ 4 mil por ms, a campanha foi slida e efe-tiva, comemora Mendes.

    Depois de um perodo de adaptao e ma-turao dessa parceria, a taxa de converso estabilizou-se em 37% a 40% das consultas realizadas Sharing4you. Nosso objetivo aumentar o nmero de consultas, que j tem crescido significativamente. Acredito que no teramos atingido essa performance sem a ferramenta da ReachLocal e a consequente profissionalizao do servio. O scio expli-ca que o crescimento mdio de 20% ao ms tem se mantido hoje a empresa fecha cerca de vinte contratos mensais , mas com nus muito menor.

    Com um plano do negcio baseado no aten-dimento personalizado ao cliente e no respeito ao profissional e legislao da categoria, a Sharing4you est alinhada PEC dos doms-ticos, feita para assegurar direitos trabalhistas. A ReachLocal tem contribudo para construir essa imagem num cenrio mais profissional e nos faz ter a perspectiva de um futuro promis-sor, completa. ao profissional e legislao da categoria, a Sharing4you est alinhada PEC dos domsticos, feita para assegurar di-reitos trabalhistas. A ReachLocal tem contri-budo para construir essa imagem num cen-rio mais profissional e nos faz ter a perspectiva de um futuro promissor, completa.

  • .CONCEITOCOM Empatia

    Empatia sentir na pele o que o outro est sentindo.

    Um conceito s bom se ele, efetivamente, resolve

    o problema da comunicao.

    Mas como criar uma ideia to boa sem entender o que

    se passa?

    No cenrio digital, ser criativo saber que o tempo

    apertado, que o timing de uma ao pode ser perdido

    em horas, talvez minutos.

    a que entra o que amamos fazer:

    Embalar conceitos no ritmo online.

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  • aDworDs

    28Digitalks

    Por Denis Casita

    TRS pERGUnTAS qUE ToDo InIcIAnTE Em LInKS pATRocInADoS DEVE SE FAzER

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    Trabalhar com o Google AdWords relati-vamente fcil e, por isso, muitos microem-preendedores se arriscam a desbravar esse oceano sozinhos. Existem trs perguntas que todo gestor deve se fazer quando decide ini-ciar uma campanha de Links Patrocinados.

    Vamos a elas:

    1- onde estou e onde quero chegar?

    Apenas criar as campanhas e esperar para ver o reflexo nas suas vendas nunca um bom caminho. Antes de comear uma campanha de Links Patrocinados importante analisar os resultados atuais do seu site e dimensionar o desafio. Sem metas claras e bem definidas, fica muito difcil acompanhar os resultados e otimizar seus investimentos ao longo do tem-po. Para exemplificar como podemos definir suas metas, criamos o seguinte exerccio:

    Seu negcio atualmente lucra R$ 10.000,00 por ms. Com o objetivo de aumentar suas vendas brutas e o share de mercado, voc est disposto a reinvestir todo seu lucro em campanhas de Links Patrocinados. A primeira mtrica que temos que descobrir o Custo por Clique (CPC) mdio que voc ir pagar. Para isso, voc poder consultar algumas informaes no mercado ou ainda utilizar

    a ferramenta de palavras-chave do Google para realizar uma simulao. Vamos supor que voc utilizou a ferramenta do Google e estima que o seu custo mdio por clique seja de R$ 0,40. Com essas duas informaes, j podemos calcular o trfego que voc ir gerar para o seu site. Basta dividir o valor do investi-mento pelo custo mdio do clique. Seguindo nosso exemplo, teramos 25.000 cliques.

    Agora precisamos consultar sua ferramenta de Web Analytics (possivelmente o Google Analytics), para descobrir a taxa de conver-so mdia e o ticket mdio. Ambas informa-es voc pode encontrar na aba Comrcio Eletrnico (no caso do Google Analytics). Com esses dados em mos, te-mos tudo o que preciso. Vamos su-por que a taxa de converso mdia seja de 1%, e o ticket mdio, de R$ 500. Para projetar a meta de vendas ago-ra bastam apenas mais alguns clculos. Para descobrir a meta de pedidos, ire-mos multiplicar os cliques pela taxa de converso: 25.000 x 1% = 250. Nossa meta de pedidos de 250. Com a meta de pedidos, j possvel calcular a meta de vendas. Para isso iremos multipli-car pedidos por ticket mdio, ou seja: 250 x R$ 500 = R$ 125.000,00.

    Pronto, agora sabemos que se as mdias do site forem mantidas, teremos um investimen-to de R$ 10.000,00 para gerar venda de R$

    O Google AdWords uma das maneiras mais eficientes, rpidas e mensurveis de anunciar seu site, produto ou servio na internet. talvez por esse motivo, o google adwords represente aproximadamente 96% do faturamento total do google. tamanho sucesso est principalmente na capacidade de segmentao de uma campanha, sem que para isso seja necessrio um alto oramento por parte do anunciante.

  • 125.000,00, com um Retorno sobre o Inves-timento (ROI) (Venda/Investimento) de 12,5.Podemos utilizar estes nmeros como meta para um perodo inicial e posteriormente ir re-calculando essas metas medida que a cam-panha for ganhando histrico.

    Observe que um clculo bastante simples, mas que ir ajudar a entender se os resulta-dos que est obtendo, comparados mdia das demais fontes de trafego, so ou no sa-tisfatrios.

    2- Como est o mercado e quem so seus concorrentes?

    Como diz o ditado, os amigos voc quer por perto e os inimigos, ainda mais perto. Isso tambm vlido para o dia a dia de Links Pa-trocinados.

    Por melhor que estejam seus resultados, voc deve ficar atento ao mercado e concorrn-cia. importante acompanhar e entender o que seus concorrentes fazem para aparecer e como e quando aparecem quando apare-cem junto com voc, quando eles aparecem sozinhos e quando voc aparece sozinho. Em todos os casos ele comunica da mesma for-ma? Quais so os diferenciais dele? Fazendo uma anlise por palavra-chave, voc poder descobrir diversas oportunidades. Algumas ferramentas so bem interessantes e iro fa-cilitar este trabalho para voc. Seguem algu-mas sugestes que so bastante utilizadas: Adgooroo, SEM Rush e Search Metrics.

    3- suas campanhas conversam com a pgina de destino?

    A pgina principal do seu site no necessa-

    riamente a melhor porta de entrada para uma pessoa que fez uma pesquisa pelo seu pro-duto no Google. Isto deve estar muito claro para voc.

    Um dos maiores diferenciais do Google frente aos seus concorrentes a relevncia. Seus resultados de busca so extremamente rele-vantes com a pesquisa do usurio. O objetivo do Google como ferramenta de busca que o usurio encontre a informao que procurava o mais rpido possvel. Dessa forma, impor-tante que suas campanhas estejam segmen-tadas entre os diversos assuntos e produtos relacionados sua marca e que cada uma delas direcione para uma pgina especfica do seu site, onde o cliente possa encontrar de forma fcil o que procura. Ter pginas com contedo bem definido ir ajudar seu site a converter mais e tambm ir fazer com que voc pague menos pelo clique. A relevncia da pgina de destino com a palavra procura-da e o anncio um dos principais critrios para que voc tenha um bom ndice de qua-lidade na campanha de Links Patrocinados e pague menos pelo clique. Pense sempre nis-so quando for estruturar sua campanha.

    Enfim, com essas trs questes bem re-solvidas, voc est pronto para comear. importante lembrar que o mercado est em constante desenvolvimento e com isso voc deve procurar estar sempre atualizado. Nun-ca esquea de avaliar quais so suas metas, o que os seus concorrentes esto fazendo e qual a experincia que os seus clientes esto tendo no seu site.

    Boas Vendas!

    Denis Casita CEO Performa Web

    aDworDs

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  • tECNologia

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    Por Flvia Jobstraibizer

    como A nEUTRALIDADE DA REDE poDE AFETAR SEU nEGcIo onLInE

  • tECNologia

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    A neutralidade da rede (ou princpio da neu-tralidade na Internet), considerada um dos pilares do Marco Civil da Internet, aprovado em 25 de maro de 2014 e que entrou em vigor em 23 de junho de 2014. Tal princpio pressupe que os provedores de Internet e contedo no podem ofertar conexes ou contedo diferenciados, por exemplo, para acesso somente a e-mails, vdeos, sites es-pecficos ou redes sociais. Significa que todas as informaes que trafegam na rede devem ser tratadas da mesma forma, navegando pe-las mesmas vias e com a mesma velocidade. esse princpio que garante o livre acesso a qualquer tipo de informao na Internet, pois prega basicamente a democracia na rede, permitindo acesso igualitrio de informaes a todos, sem quaisquer interferncias no tr-fego online.

    Crticos das reas de privacidade e seguran-a da informao apontam que o princpio restringe a liberdade de expresso e a liber-dade bsica dos provedores para oferecer conexes diferenciadas conforme demandas especficas de clientes e que sua aplicao obrigatria pode encarecer o servio para to-dos os usurios indistintamente.

    No mercado dos micro e pequenos empre-endedores, especialmente queles que pos-suem comrcio eletrnico de qualquer tipo: B2B, B2C, C2B e talvez com exceo do co-mrcio C2C que menor e em muitos casos, informal, e no mercado das grandes lojas de comrcio eletrnico online, as preocupaes acerca da neutralidade da rede comearam a aumentar.

    claro que todos gostam e preferem que a Internet seja aberta e que os prestadores de servios de Internet (ISPs) distribuam as in-formaes que enviam e recebem em uma base neutra - ou seja, sem tratamento pre-ferencial ou diferenciado. Neste ambiente, no melhor cenrio possvel, todo o trfego de In-ternet deveria ser tratado da mesma forma. Mas essa configurao no garantida, e uma questo que precisa ser observada com cuidado, de acordo com Alexis Ohanian, co--fundador do Reddit, site de notcias sociais

    alimentado por contedo enviado pelos usu-rios.

    As mudanas prticas trazidas pela nova lei atingem diversos segmentos do mercado digital, em especial empresas que provem conexo Internet, redes sociais, comrcio eletrnico, bancos, empresas de armaze-namento de dados, servios de compu-tao em nuvem, provedores de servios especficos como e-mails e blogs, e todo o setor de segurana da informao, armaze-nameto digital de dados e documentos etc.

    como seria um ambiente de internet no neutra?

    Alguns ISPs bloqueiam (ou bloqueariam) acesso a certos sites (prtica comum em v-rios pases onde existe poltica e veto de con-tedo) e filtram e-mails que contm crticas sobre eles, ao governo etc. Um ISP poderia livremente insistir que as redes sociais como o Facebook ou um provedor de servios em nuvem como a Amazon deveria pagar uma taxa adicional para que o ISP passasse a en-tregar seus dados mais rapidamente.

    Com isso, Facebook e Amazon poderiam comprar esse tratamento preferencial, o que lhes daria uma enorme vantagem sobre con-correntes de menor porte, diminuindo a con-corrncia e tornando o trfego de informa-es prprias mais rpido.

    No entanto, o pequeno comerciante online no poderia pagar por esse benefcio, enfren-tando assim uma concorrncia desleal que o deixaria com conexo e acesso subdimensio-nados, j que o prestador de servios pode-ria retardar o acesso conexo, o que at mesmo para um observador casual cria uma situao que se assemelha coero ou chantagem.

  • tECNologia

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    como isso afetaria as empresas de co-mrcio eletrnico?

    Com a neutralidade da rede como temos agora (e que passar a vigorar oficialmente), qualquer empreendedor do comercio online (ou mesmo de outras reas da Tecnologia da Informao), tem a oportunidade de competir com qualquer concorrente, grande ou peque-no - e ter grandes chances de sucesso -, por-que qualquer pessoa poder acessar seu site e comprar em sua loja virtual to facilmente como podem encontrar a de seu concorrente ou dos gigantes da Internet. Se no possus-semos a neutralidade da rede, o proprietrio de uma pequena empresa teria de enfrentar um mercado muito mais problemtico.

    No pior cenrio: em vez de ser capaz de ven-der a qualquer pessoa com uma conexo de Internet, empreendedores mdios ou peque-nos (ou lojas no adeptas s sugestes dos ISPs) iriam encontrar seus clientes limitados a aqueles que pagaram pelo pacote de Inter-net, que abrangeria o acesso ao seu site par-ticular. Seria como o seu plano de TV a cabo: quanto mais voc paga, mais canais recebe. A razo pela qual a inovao online prospe-ra atualmente, que todos possuem acesso a todo o contedo disponvel na Internet da mesma forma.

    O fim do marketing dirigido

    O impacto mais profundo vem realmente sob a forma de algumas regras pertinentes ao marketing dirigido, aquele que segmentado e especfico para cada cliente com base em seu comportamento na Internet. Pela nova lei, os provedores de acesso no podero espiar o contedo das informaes troca-das pelos usurios na rede. H interesse das empresas em fazer isso para fins comerciais, como publicidade, nos moldes do que Face-book e Google fazem para enviar anncios aos seus usurios de acordo com as mensa-gens que estes trocam.

    A neutralidade da rede no permitir, por exemplo, a formao de bases de clientes para marketing dirigido (ou remarketing). Ser proibido monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o contedo dos pacotes de dados enviados, exceto quando solicitado juridicamente. Tro-cando em midos, isso significa que o lojista virtual no poder coletar dados (como por exemplo mensagens trocadas em chat de atendimento, comentrios em produtos etc.) para atingir posteriormente o comprador que saiu da loja virtual sem comprar nada.

    Diante dessa nova realidade, outras oportuni-dades de alcance e resgate de consumidores devem ser repensadas para que as negocia-es virtuais sejam mantidas em expanso.

    Destaca-se nesta situao, o marketing reali-zado a partir da aceitao e do consentimen-to do prprio consumidor em ser abordado e direcionado a um ambiente de compra virtual como os e-mails promocionais, ban-ners de anncios, envio de mensagens para celular (quando explicitamente consentido), entre outros. Curtidas e compartilhamentos de contedo em redes sociais e cliques em pginas ainda podem ser usados, desde que o internauta autorize (atravs de aplicativos especficos como os presentes no Facebook, no Twitter e em outras redes).

    Flvia JobstraibizerJornalista de Tecnologia

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  • ProDutiviDaDE

    36 Digitalks

    Por Erick Formaggio

    SITES RpIDoS: Um GUIA qUE Voc no poDE pERDER!

  • Sendo assim, vou mostrar algumas coisas importantes que voc pode fazer para:

    1) melhorar o tempo de carregamento das pginas do seu site;

    2) ter um ciclo de melhoria;

    Sim, sempre passamos por mudanas. A diferena que agora a mudana para algo que nos acompanha o dia inteiro, como celulares, tablets, etc. Desconside-rar isso suicdio para qualquer negcio e estou convencido, cada vez mais, de que ns, brasileiros, ainda precisamos remar um pouquinho neste sentido: conceitual-mente, tecnologicamente e no mundo dos negcios tambm. O empresrio brasileiro imediatista demais, no gosta de fazer investimento a longo prazo (at entendo, visto as cargas tributrias que temos aqui) e muitas vezes, apostam no que d resul-tado imediato e no no que correto. Eu digo muito que necessrio imaginar o que acontecer amanh. Sites focados em dis-positivos mveis vieram para ficar!

    A responsividade um tema muito de-

    batido em eventos e me assusta o fato de, no dia a dia, perceber alguns pro-gramadores e empresas de desenvolvi-mento web/aplicaes estarem to resis-tentes a isso. No por no acreditarem nisso, mas por questes financeiras. O que preciso fazer?

    Faa o site j pensando no mobile. Esquea essa histria de criar apps especficas para cada plataforma (a no ser que voc tenha algum sistema de SaaS). Pense que h uma espcie de transio forte para a navega-o via mobile e dessa forma, ele acaba nos ensinando o que verdadeiramente impor-tante, pois l s tem o que necessrio. O que desnecessrio lixo, no precisa ter no site.

    certo que os sites de dez anos para c no ficaram mais leves. Pelo contrrio, fica-ram muito mais pesados com a quantidade de recursos utilizados atualmente. O que mudou foi o poder de processamento das mquinas, servidores, largura de banda, dentre outros.

    Os sites de hoje possuem arquiteturas mais

    ProDutiviDaDE

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    no novidade a importncia do tempo de carregamento de um site, nem os benefcios desse grande pilar nos am-bientes de desenvolvimento e produo. como eu costu-mo dizer, precisamos trabalhar intensivamente para me-lhorar a performance de carregamento, principalmente em nosso pas onde a velocidade de internet em algumas regies ruim.

    os sites esto mudando: pense mobile

    Minificao de arqui-vos JS e cSS

  • ProDutiviDaDE

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    organizadas, no se utiliza tanto estilo no meio da marcao HTML. Contudo, isso no adianta nada caso voc tenha uma chamada CSS pesada. O mesmo vale para chamadas JS.

    O que preciso fazer?

    Fale com o pessoal que administra o site e pea para fazerem uma inspeo em prol da minificao desses arquivos. A minifi-cao consiste em uma tcnica que visa diminuir o nmero de bytes desses arqui-vos. A eliminao de elementos repeti-dos, desnecessrios, etc., tambm ajuda. Uma das ferramentas que podem ser uti-lizadas para auxlio na minificao de Ja-vaScript, por exemplo, o YUI Compres-sor (leia a documentao para entender como usar em vitr.io/YUIcompressor).

    Requisies HTTP: o sacrifcio da diminuio. Ah, as requisies HTTP. Se cada vez que eu discuto a importncia e preciso conven-cer alguns programadores sobre isso, al-gum no mundo virasse um zumbi, estara-mos vivendo hoje em um apocalipse zumbi. Requisies HTTP so feitas todas as vezes que o cliente, ou seja, seu navegador, ao carregar uma pgina chama imagens, fo-lhas de estilo (CSS) e arquivos JavaScript. Como Souders (2007) afirma:

    [...] uma maneira simples de melho-rar o tempo de resposta reduzir o nmero de componentes, e, por con-sequncia, o de requisies HTTP. Sendo assim, diminua. Se a pgina cha-ma cinco folhas de estilo ela vai ser mais pesada, consequentemente, do que a mesma pgina com uma s folha.

    O que preciso fazer?

    Como eu disse, diminua o nmero de re-quisies HTTP. E de tudo que pode con-sumir um byte a mais de processamento. Determinada imagem necessria? Preciso mesmo ter 15 chamadas CSS no meu site? Trabalhe sempre a favor de diminuir. Tenho 15 chamadas CSS, posso otimizar a folha de estilo e transformar 15 em 11. J al-guma coisa.

    Redes de distribuio de contedo, os fa-mosos CDN, tambm so teis. So os co-nhecidos Content Delivery Network. Segun-do Souders (2007), se os servidores esto perto do usurio, o tempo de resposta de uma requisio ser menor. Outra vantagem desse tipo de planejamento tambm a ab-soro de picos de trfego por causa de propagandas, etc. Nesse caso, importan-te observar tambm tanto a capacidade de processamento dos servidores principais, quanto de redes de distribuio de conte-do. H alguns conhecidos e free at um certo limite de uso, como o Coralcdn.org. Recomendo verificar e ler mais sobre cada um deles.

    O que preciso fazer?

    Verifique com sua infraestrutura e TI o que necessrio para que seu site possa ter centros de distribuio como esse. Caso trabalhe com um servidor compartilhado oriundo de uma plataforma de e-commerce isso tende a se complicar, s vezes. Depen-de de vrios fatores, dentre eles, a boa von-tade da plataforma e quem lhe atende l. Alguns consultores de SEO e de engenharia de Performance j tm o pulo do gato nes-ses casos. Vale sempre uma consulta.

    menos na web sempre mais!

    cDn

  • ProDutiviDaDE

    39Digitalks

    A otimizao de imagens um item impor-tante que nunca pode ser esquecido, pois o que mais leva tempo para carregar. Pense em opes, principalmente em caso de e-commerces, de miniaturas e otimiza-o de formatos e tamanhos de imagens. Muitas vezes, em programas para a edio de imagens possvel passar uma imagem de 50kb para 40kb sem comprometer sua qualidade de visualizao. Imagine a dife-rena que isso pode fazer em 10 imagens dentro de uma pgina.

    Nessa linha de raciocnio importante fa-lar das vitrines, que muitas vezes carregam imagens ou animaes pesadas.

    O que preciso fazer?

    Se voc perde em performance de carre-gamento por causa da vitrine, porque ela te ajuda a converter mais, simples. Perca de um lado mas ganhe de outro. No preciso ser radical. Tente diminuir o peso de outra imagem no site que talvez no tenha tanta importncia assim.

    Redirecionamentos devem ser usados em casos realmente necessrios, devem sem-pre ser feitos no servidor e mesmo assim precisam ser avaliados. Por que eu digo isso? Pois h plataformas de e-commerce mal estruturadas que usam redireciona-mentos no site final (aquele que o cliente v) e prejudicam muito a performance do site.

    O que preciso fazer?

    Redirecionamentos causam problemas no s em termos de performance de carrega-mento, mas no SEO tambm. Neste ltimo caso, se o redirecionamento feito correta-mente, o impacto no algo expressivo. Eu me refiro mesmo aos casos mais extremos, onde decide-se por algum motivo que cinco ou seis pginas do site mudaro de nome por questes comerciais. Avalie antes se a mudana da URL mesmo necessria. Se for, tudo bem, s vezes se perde de um lado mas se ganha em outro. O problema o uso desse recurso sem a necessidade real, em casos como j vi por a de correo de navegao em cache onde o redireciona-mento vem para resolver um problema de infra.

    Principalmente nos dispositivos mveis voc precisa realizar testes. Muitas ve-zes so realizados testes em notebooks, desktops e outros dispositivos de alto po-der de processamento e so esquecidos os dispositivos mveis que ainda possuem uma capacidade de processamento no to avanada.

    Testar no celular, no tablet, na TV que agora tem acesso internet e demais dispositivos algo que precisa entrar na sua rotina, no deixe de fazer isso.

    O que preciso fazer?

    Melhorar sempre, e quando se trata de web isso um passo fundamental. pos-svel melhorar sempre? Sim, . Pense que toda semana h uma inovao tecnolgica para computadores, dispositivos mveis, etc. Teste sempre para cada inovao tec-

    Imagens mais leves

    Ciclo de teste de per-formance e melhoria

    Evite redirecionamentos desnecessrios

  • ProDutiviDaDE

    40Digitalks

    nolgica. Mesmo que no seja to popular ainda, pois s o fato de ter essa atitude em prol da melhoria far voc entender o quanto seu site pode ser melhor e o quanto ele pode ser cada vez mais responsivo. Fa-zendo isso, voc tambm far parte dessa inovao tecnolgica.

    # Anlise: faa uma anlise na mo de elementos que voc entende que possam estar prejudicando a performance de carre-gamento do site; ainda no execute nenhu-ma mudana;

    # Teste: faa os testes com foco na perfor-mance, inclua tambm os novos dispositi-vos. Preste ateno em tudo, inclusive nos itens que voc avaliou anteriormente como aqueles que poderiam prejudicar o carre-gamento. Voc aprender muito com isso, principalmente por perceber que, s vezes, aquilo que entendia como prejudicial, tal-vez no seja to prejudicial assim, por isso a ideia da anlise antes da execuo dos testes;

    # Mudanas: aps os testes, faa um To Do (lista de tarefas) com tudo que precisa ser feito. Priorize as mudanas caso tudo no possa ser feito de uma vez s (fato co-mum em algumas plataformas);

    # Execuo: execute as mudanas neces-srias, caso tenha curiosidade, j v testan-do algumas das melhorias realizadas, antes de entregar todo o pacote de mudanas.

    Pessoal, a seguir algumas das ferramentas mais teis para apoiar vocs nesse sentido de anlise!

    Webpagetest www.webpagetest.org

    uma das ferramentas que eu mais gosto e utilizo. Ela gera um Waterfall View onde possvel analisar de uma forma extremamente simples como a pgina foi carregada e o tem-po de carregamento de seus componentes.

    Ferramenta no Chrome

    O Chrome tambm tem ferramentas mui-to bacanas para medir a performance do

    Crie um ciclo

    Ferramentas

  • ProDutiviDaDE

    41Digitalks

    site. Vamos fazer um exerccio simples. V no menu do Chrome (aquela aba com trs listras horizontais) e depois em Develo-per Tools. Vocs vero que l ns temos uma srie de opes. Clique em Audits. O que esse recurso faz? Ele audita a per-formance do seu site dando dicas de como voc pode melhorar a performance do site!

    YSlow https://developer.yahoo.com/yslow/

    O Yslow uma das ferramentas mais popu-lares nesse sentido e uma das que eu mais gosto tambm. Est disponvel para a maioria dos navegadores do mercado e uma das ferramentas que complementam meu ciclo de anlise. um recurso excelente principal-mente para realizar comparativos entre ver-ses das pginas. Recomendo fortemente sua utilizao.

    Creio que voc que j chegou at aqui est convencido da importncia de otimizar o tempo de carregamento das pginas do seu site. Pois ento, seja rpido! Ponha as mos na massa o quanto antes, principalmente se voc trabalha ou est envolvido com um site de e-commerce. Uma das reclamaes mais frequentes que eu ouo de clientes desse tipo de site a lentido oriunda do tempo de carregamento das pginas, principalmen-te depois de entrar no carrinho de compras. Fique atento a isso e faa inspees cont-nuas para melhorar essa premissa. Mui-tos problemas podem estar escondidos na capacidade de processamento do prprio

    servidor do site, no banco de dados, dentre outros. fato tambm que muitos sites so construdos atravs de templates, que mui-tas vezes trazem dbito tcnico e arquivos .js e .css que no so usados em sua totalidade. J encontrei sites onde alguns desses arquivos estavam l completamente sem uso, s consumindo espao e tempo. Faa o bvio, mas no esquea de procu-rar esses problemas escondidos tambm. isso pessoal, espero que vocs tenham gostado!

    Otimize, seja rpido!

    Erick Formaggio Gerente de Search Marketing/Head Vitrio Porto Alegre RS

  • mAIS AFILIADoS GARAnTEm cREScImEnTo O nmero de vendas feitas por afiliados da Rise Social Commerce continua crescendo. A receita das vendas geradas por eles teve um aumento de 82% entre fevereiro e julho deste ano. A entrada de afiliados internacionais tambm tem crescido alm da mdia e estes j geram mais de 1 milho em vendas por ms, somente nos principais programas da Rise Social Commerce.

    Aproveitando esse movimento positivo, a Rise est fazendo um roadshow nos maiores eventos do mundo, como o Performance Marketing Insights que ocorreu em Berlim, em junho, durante a Copa.

    CasE #03

    43Digitalks

  • Email markEtiNg

    44Digitalks

    Por Andrey Andrade

    o E-mAIL E SUA ESSncIA recentemente encontrei um velho amigo. Conversa vai, conversa vem, lembramos do tempo que corramos pela vizinhana entregando recados para parentes e conhecidos. ao longo da nossa conversa, comecei a perceber as enormes coincidncias entre os problemas que tnhamos para entregar esses recados, com os problemas de entrega de e-mails nos dias de hoje.

  • Email markEtiNg

    45Digitalks

    Foi exatamente durante a minha infncia, que cientistas norte-americanos, iniciaram os pri-meiros trabalhos para desenvolver um sistema de troca de mensagens entre 50 computado-res de uma rede chamada ARPANET; que em meados dos anos 80 foi convertida para o que conhecemos hoje como Internet.

    As trocas de e-mail entre todos os servidores da internet ainda utilizam protocolos inventa-dos a mais de 30 anos. Chamado de Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), provavelmente a primeira palavra de seu nome, Simple, foi a grande responsvel pela rpida adoo e massificao do uso do e-mail no mundo, mas tambm a sua maior fraqueza.

    Hoje, quando um servidor tenta entregar um e-mail ele tem o seguinte dilogo:

    - HELO mta.dominio.com - MAIL FROM: - RCPT TO: - DATA ... QUIT

    Nota-se que o protocolo SMTP no prev au-tenticao, nenhum tipo de verificao, token de segurana ou assinatura digital. Ele parte do pressuposto que as informaes forneci-das por cada um so totalmente confiveis. Rapidamente esta fragilidade comeou a ser explorada, surgiram os SPAMs e os sistemas de defesas AntiSpam e, neste momento, co-mearam os problemas de entregabilidade.

    Como garantir sua entrega

    No use aqueles softwares free de envio de e--mail, que encontramos aos montes, com uma nica busca no Google. Eles falham normal-mente na primeira linha do nosso dilogo. Isso porque depois da palavra HELO, preciso co-locar um fully qualified domain name (FQDN) e para isso preciso ter IPs dedicados com reversos e diretos bem configurados.

    Configure o Sender Policy Framework (SPF) do seu domnio, para assegurar ao destinatrio que o remetente no forjando. Esta verifica-o ocorre aps a segunda linha da comunica-o entre os servidores.

    No compre listas de e-mail ou utilize listas muito antigas. Estas listas contm muitos e--mails invlidos e isso gera um problema sers-simo de reputao. No dilogo entre os servi-

    dores, aps a terceiro comando (RCPT TO) a maioria dos provedores verifica se o destina-trio existe. Tem corporaes que bloqueiam qualquer IP que tenha enviado mais de 5 e--mails invlidos consecutivos. Um dos maiores provedores do Brasil passa para uma equipe de Abuse, envios com mais de 5% de e-mails inexistentes.

    Pior que os e-mails invlidos so os Spa-mtraps, que so e-mails vlidos, mas que co-locam seus IPs em listas de bloqueios quase que imediatamente aps seus envios. A me-lhor estratgia para evita-los, fazer double opt-in, ou seja, enviar um e-mail de confirma-o antes de coloc-lo na sua lista.

    E, finalmente, o mais importante: o conte-do do seu e-mail (DATA). Procure no utilizar palavras muito comuns em spams, como Via-gra, sexo, promoo, grtis. Imagens grandes tambm pontuam muito nos softwares AntiS-pam. Layouts agradveis e um equilbrio entre a quantidade de texto e imagem geram bons resultados. No esquea de colocar o link de descadastro na sua pea. melhor que o usu-rio se descadastre, do que clique no boto isto um SPAM. Cuide da frequncia dos seus envios e procure segmentar sua lista, en-viando em um ritmo maior somente para aque-les usurios que costumam interagir com suas campanhas.

    Apesar de toda a evoluo dos softwares e hardwares, o e-mail ainda na sua essncia, uma troca de mensagens entre duas pessoas, onde fatores como confiana e respeito preva-lecem sobre qualquer tipo de tcnica.

    Andrey Andrade Diretor de Desenvolvimento da Dinamize

  • TERmInoU A pRImEIRA mETADE DE 2014 E oS RESULTADoS FoRAm IncRVEIS.

    FmD2014

    46 Digitalks

    FRUM DE MARKETING

    2014

    Nesse primeiro semestre passamos por 6 capitais com os Fruns de marketing Digital e realizamos a Conferncia de E-mail marketing e social, em so Paulo. Foram timos eventos com muita participao do pblico local, bons contedos e debates relevantes sobre temas que esto em pauta no momento.

    Com a presena de profissionais da rea e interessados em iniciarem os investi-mentos, foi possvel discutir sobre o desenvolvimento local e sobre onde algumas empresas esto centralizando seus investimentos, ou seja o must have do mo-mento no marketing digital. vale lembrar que cada empresa tem um tipo de ne-gcio e que importante saber qual o objetivo que se deseja atingir, afinal nem tudo se encaixa para todos. muitas empresas estiveram presentes e apresenta-ram suas solues de negcios, o que ajudou na gerao de negcios e networking. Essas foram as cidades que passamos no primeiro semestre, confira alguns depoi-mentos de participantes:

  • FLoRIAnpoLISExcelente oportunidade para obter

    conhecimentos e trocar experincias do mundo digital com parceiros e prestadores de servios

    Joari rodrigo angioletti, rea local - agncia Digital

    REcIFEO Frum Digitalks Recife 2014 foi realmente importante para ajudar a traar um panorama atualizado do mercado de Marketing Digital, tanto em mbito nacional quanto o que feito aqui em Recife. de suma importncia participar dele luciano Demery, Piano lab

    FmD2014

    47Digitalks

  • FmD2014

    48Digitalks

    cAmpo GRAnDE muito importante participar de encontros com a nova gerao do marketing. Marketing Digital uma ferramenta em que, ns profissional da rea de publicidade, ainda temos dvidas quanto aos resultados, mtricas e participao de nossos clientes. Indispensvel estar junto a essa nova gerao e se atualizar!ana Cristina Costa lemos

    VITRIA O evento foi muito bom, trouxe grande

    crescimento para o meu repertrio de cases e tcnicas de marketing digital, alm de me

    permitir conhecer mais profissionais da reathayn macedo lunz

    RIo DE JAnEIRo tima oportunidade para se atualizar e ativar o lado mais criativo e inovador do Marketing Digital. Perfeito para os profissionais que buscam debater o mundo digital de forma mais inteligenteamanda gastaldel, Publika Comunicao

  • conFERncIA DE RELAcIonAmEnTo O Digitalks daqueles eventos que a gente espera a data do

    prximo para se inscrever. Contedo de primeirssima!kleber Pinto, midiaria.com

    FmD2014

    49Digitalks

    o SEGUnDo SEmESTRE conTInUA A ToDo VApoR!

    o Digitalks inicia o segundo semestre com o to esperado Frum Etapa so Paulo onde ir acontecer a Prmio Profissional do Mercado Digital, dividido em 8 categorias.

    Alm disso, vamos passar por mais 7 capitais, e contamos tambm com 2 Conferncias Tem-ticas que acontecem em So Paulo. Esse segundo semestre promete a presena de profissio-nais de destaque no mercado digital e muito networking.

    Fique ligado, confira nosso cronograma =)

    pRxImoS EVEnToS

    11/09 porto alegre19/09 conferncia de marketing de performance so paulo30/09 curitiba07/10 salvador14/10 joo pessoa30/10 Belo Horizonte13/11 Braslia18/11 conferncia de mdia so paulo25/11 Fortaleza

    venha compartilhar conhecimento! Esperamos por voc.

    Maria Carvalhal Gerente de Relacionamento Digitalks

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  • SEconD ScREEn: poR qUE A SUA mARcA DEVE SER mULTI-TELA?

    Por Regina Garrido

    tENDNCia

    52Digitalks

  • Aposto que voc, apenas hoje, j acessou suas redes sociais; curtiu o status de algum amigo no Facebook, postou algo no Twitter, fez check-in no Foursquare ao chegar ao res-taurante para almoar, e j conferiu seu extra-to bancrio via aplicativo mobile; no neces-sariamente fez tudo isso, nessa ordem. Mas h algum tempo essa a rotina de grande parte das pessoas que possuem um dispositi-vo mvel, e isso inclui smartphones, tablets, e--readers ou qualquer aparelho que esteja livre de fios para acessar a internet. No Brasil, at o final de 2013, a venda de smartphones havia atingido os 36,5 milhes; um crescimento de 123% se comparado ao ano anterior, segun-do o IDC.

    Esses nmeros demonstram como o consu-midor est cada vez mais conectado, e no somente para enviar e-mails, trocar men-sagens instantneas ou baixar apps, mas tambm para interagir com marcas, inclusi-ve durante o tempo que antes era dedicado exclusivamente TV. Enquanto voc acom-panha o seu programa favorito, por que no comentar ou mesmo compartilhar em tempo real comentrios interessantes sobre ele nas redes sociais? Este o comportamento por trs do conceito second screen, ou, em tra-duo livre, segunda tela.

    A Rede Globo, uma das principais emissoras do pas, aproveitou a tendncia durante o Car-naval deste ano, e pediu aos internautas que utilizassem hashtags para classificar as esco-las de samba durante os desfiles. A hashtag que tivesse o maior nmero de menes seria a oficial da escola. Ainda durante o Carnaval 2014, a Salesforce ExactTarget Marketing Cloud mensurou as tags mais utilizadas pe-los internautas e quais os perfis mais citados durante o perodo. Os mais lembrados foram o da cantora Ivete Sangalo (@ivetesangalo) e os das escolas de samba Unidos da Tijuca (@unidosdatijuca) e Drages da Real (@dra-

    goescarnaval). J as tags #bbb, #tv e #car-naval ocuparam o primeiro lugar da lista de mais utilizadas. Sabendo que o reality show Big Brother Brasil (#bbb) e o Carnaval eram exibidos pela TV e em um horrio aproxima-do e na mesma poca, fica fcil concluir que os telespectadores estavam ao mesmo tem-po assistindo a programao e interagindo em seus smartphones ou tablets. Ou seja, a programao televisiva praticamente norteou o comportamento online do internauta, refor-ando a ideia da interao multi-tela.

    Considerando que o nmero de canais para alcanar o consumidor cada vez maior, in-vestir em estratgias multi-telas pode ser a chave para o sucesso da sua campanha; sa-bendo que a sua marca deve sempre estar presente no lugar em que o consumidor passa mais tempo. Quem no se lembra da #Selfie-doOscar protagonizada pela apresentadora Ellen DeGeneres durante a cerimnia do Os-car 2014? Alguns dizem que a ao foi uma estratgia de marketing, mas voc mesmo pode ser parte do time que garantiu o recorde de retutes da imagem; e ao mesmo tempo ter visto ela se concretizar na TV.

    Para o mercado brasileiro, o cenrio ainda mais atraente. Segundo uma pesquisa do Google Brasil, 30 milhes de brasileiros utili-zam trs telas ao mesmo tempo, diariamente. E para ter uma base do potencial do nme-ro, basta saber que na Frana, 19 milhes de pessoas formam o grupo de internautas multi--telas, enquanto no Reino Unido so apenas 16 milhes.

    Regina Garrido Consultora especialista em Marketing Salesforce ExactTarget Marketing Cloud

    tENDNCia

    53Digitalks

    marcar presena onde o consumidor estiver e conhecer cada vez mais o seu comportamento mvel podem definir o sucesso das campanhas de marketing.

  • qUAIS mTRIcAS DEVEm SER USADAS nAS mDIAS SocIAIS?

    oPiNio

    54Digitalks

  • oPiNio

    55Digitalks

    Medir e avaliar os resultados. Todo gerente ou executivo de marketing sabe da importncia para realizar uma tomada de deciso asser-tiva.

    Nas mdias sociais no diferente. A mensu-rao de resultados para marcas e empresas norteiam todos os direcionamentos nas plata-formas digitais.

    Mas, quais mtricas devem ser utilizadas nas mdias sociais? Quais so os princi-pais KPIs usados pelas empresas? Exis-te a mtrica certa? Perguntamos para os especialistas do mercado a opinio e ex-perincia deles sobre o assunto. Confira!

    Marcello Lemmi Head de metodologia da agncia riot

    A anlise da performance do contedo deve ser segmentada de acordo com a categoria e objetivo de cada post, permitindo a adapta-o da linguagem do canal de acordo com a reao das pessoas e os objetivos estratgi-cos da marca.

    No campo de interaes, devem ser analisa-dos indicadores relativos a consumo de con-tedo (visualizaes de vdeos/fotos, cliques em links etc.), dilogo com a marca (comen-trios, replies) e aprovao/compartilhamento (likes, shares, RTs).

    Em relao a audincia, possvel analisar separadamente audincia paga (pessoas ex-postas ao contedo atravs do patrocnio de mdia), orgnica (seguidores/fs da marca, expostos naturalmente ao contedo) e viral (pessoas expostas ao contedo atravs de interaes de amigos).

    Adair Christina Comunicao e lder no projeto google business group women Florianpolis

    As mtricas devem ser planejadas para alcan-ar o objetivo da empresa, ou seja, de nada adianta uma infinidade de ndices sem um ob-jetivo claro que norteie e auxilie na tomada de deciso. Antes da criao de suas mtricas, defina os objetivos que sua empresa quer al-canar. A partir do seu pblico, defina quais canais sua empresa estar presente, sempre andando em paralelo com a misso e objeti-vos da empresa.

    A estruturao de seu plano de mtricas pode abordar os seguintes pontos: alcance, influn-cia, engajamento e adequao.

    A definio destas mtricas varia de acordo com o produto/servio da empresa. No exis-te uma regra definida, mas sim objetivos a se-rem traados e monitorados. A grande saca-da de saber utilizar as mdias sociais poder mensurar os sentimentos e intenes do con-sumidor, e corrigir a rota quando necessrio.

    Rafael Venturelli Planejamento de inteligncia e perfor-mance da remix

    Com a popularizao das redes sociais digi-tais na ltima dcada, nada mais natural que marcas se interessassem em divulgar seus produtos para seus usurios. Com isso, criou--se a oportunidade para desenvolvedores dessas redes de usar sua base de cadastra-dos como pblico-alvo desses anunciantes. Ferramentas e plataformas cada vez mais so-fisticadas para atender essa demanda foram criadas e uma nova forma de publicidade se disseminou no mercado.

    Diferente do formato tradicional de sites e portais, onde um banner ocupa um espao determinado e um preo fixo cobrado por uma quantidade de impresses ou cliques, na maioria das redes sociais digitais, a publicida-de de performance. Isso significa que uma

  • oPiNio

    56Digitalks

    campanha focada em obter os melhores resultados diretamente ligados aos objetivos pr-definidos. Com isso, se cria um ciclo bsi-co para toda campanha dentro dessas redes: executar, mensurar, otimizar.

    Esse formato de divulgao muito mais di-nmico e apresenta resultados instantes aps o incio da veiculao. Nesse cenrio, as m-tricas se destacam e se tornam pea funda-mental no sucesso de uma campanha.

    Se h a possibilidade de otimizao, h a ne-cessidade de um objetivo. Portanto, as mtri-cas esto diretamente relacionadas ao motivo pelo qual a marca est investindo na rede.

    Impresses, alcance, frequncia, cliques, CTR, novos fs, novos seguidores, fs, curtir, compartilhar, comentrios, retuites, favoritos, cliques, visualizaes de vdeo, acessos ao site, cadastros, fechamento de compras, do-wnloads de apps etc. Tudo pode ser medido de forma rpida e efetiva, mas para que haja otimizao, s as mtricas que fazem sentido dentro do objetivo final sero consideradas importantes.

    Exemplo 1: Uma marca ir lanar um novo sabor na sua linha produtos e quer usar o Fa-cebook para entender a aceitao do pblico em relao ao novo sabor. O objetivo a inte-rao atravs de KPIs que demonstrem a opi-nio dos consumidores, portanto impresses, alcance, likes e comentrios sero mtricas importantes. Impresses e alcance para que a mensagem atinja muitas pessoas, likes e co-mentrios para que essas pessoas atingidas contem a sua opinio.

    Exemplo 2: Uma marca quer aumentar sua base de CRM, por isso criou um hotsite onde h uma interao divertida que no final pre-mia o usurio com um desconto mediante ao preenchimento do formulrio de cadastro. Ela escolheu o Twitter como meio de divulgao. Nesse cenrio, os KPIs sero impresses, alcance, cliques e converses em cadastro. Impresses e alcance para que a mensagem atinja a maior quantidade de pessoas possvel, cliques e converses para entender quantas pessoas acessaram o site e quantas dessas finalizaram o cadastro.

    Portanto, a resposta para a pergunta quais mtricas usar nas mdias sociais? ser sem-pre: depende do seu objetivo.

    Pettersom Paiva CEo voopter

    As mtricas bsicas esto disponveis nas prprias redes sociais: cliques, curtidas, compartilhamentos (ex: re-tweet), segui-dores, descurtidas, visualizao de vdeos, downloads, participao em eventos, solicita-o de cupons de desconto etc. No caso das marcas de comrcio eletrnico fundamental integrar essas mtricas s mtricas de con-verso, tanto para aprimorar a performance das campanhas nos meios sociais quanto para ajustar os produtos, promoes e co-municao conforme os diferentes perfis de pblico atendidos.

    O conceito de KPI est fortemente vinculado performance (o P da sigla), portanto deve estar necessariamente atrelado gerao de dividendos do negcio, sejam dividendos eco-nmicos ou aumento da cobertura de merca-do. Na indstria de viagens os KPIs giram em torno principal converso, que via de regra uma reserva (de voo, de alojamento, de au-tomvel etc). Numa operao online (como o caso do Voopter, um comparador de preos de passagens areas) os KPIs seguem uma ordem lgica, iniciando-se nas redes sociais e percorrendo um caminho at a primeira re-serva e, no longo prazo, objetivando reservas consecutivas:

    - ndice de engajamento: nmero de visitan-tes que interagiram com o contedo de social media total de visitantes

    - ndice de influncia social: nmero de cur-tidas ou compartilhamentos nmero de posts publicados

    - ndice de pr-converso: porcentagem de cliques na lista de resultados de preos para uma dada reserva

    - ndice de converso: porcentagem de ven-das efetivas sobre o total de pesquisas de pre-

  • oPiNio

    57Digitalks

    os realizadas online

    - ndice de colaborao: nmero de reservas realizadas a partir de compartilhamentos so-ciais

    - ndice de re-converso: porcentagem de usu-rios que voltam a converter dentro de diferen-tes time-frames: 1 ms, 3 meses, 12 meses.

    Manuela De Faveri Diretora de Planejamento da iris router

    No existe mtrica certa ou errada. Existem as mtricas adequadas aos objetivos estrat-gicos da marca e aos canais utilizados. Pro-curamos olhar para o desempenho de ope-raes de social media como parte de um cenrio maior de atuao no s digital, mas de comunicao de marca. Os canais digitais fazem parte de um contexto, no existem iso-ladamente, e cada um deles pode cumprir um papel diferente no planejamento de canais.

    Neste sentido, se olhamos para os canais sociais como forma de estabelecer conversa com o consumidor f da marca, oferecendo contedo que o interesse e o entretenha, uma mtrica que faz parte de nossa anlise , por exemplo, a interao por alcance. Dessa for-ma conseguimos isolar o fator qualidade de contedo, a partir do momento que garanti-mos que com um dado alcance uma parte x da base considerada se interessa pelo que comunicado e interage com a marca.

    Obviamente, no podemos nunca deixar de analisar qualitativamente essas interaes: no se deve optar pelo contedo que traga muitos likes, mas sim por aquele que pos-sibilite ao consumidor se expressar por meio de interao com contedos associados marca.

    Porm, se na estratgia de canais os sociais forem ferramenta de awareness, a anlise passa por outros KPIs, como alcance, impres-ses e views. Ainda, se esses mesmos canais - ou mdias - devem objetivar a converso de venda online ou algum lead de cadastro, as

    mtricas sero ainda outras.

    O mais interessante da anlise de desem-penho a quantidade de aprendizados que so utilizados para a retroalimentao das operaes. Recentemente desenvolvemos um estudo para todas nossas contas digitais, partindo de mtricas de interao e fazendo cruzamento com perfis de comportamento e interesses. A partir disso, pudemos identificar qual contedo de marca mais relevante para qual perfil de consumidor, e assim elevar a qualidade das operaes digitais, oferecendo ao consumidor o contedo que ele procura.

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    guia DE EmPrEsas

    59Digitalks

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    Em um mundo cada vez mais conectado e com o crescimento de servios e sistemas digitais, a Dia-lHost se preocupa com solues tecnolgicas em servios de hospedagem. Seja ela compartilhada ou dedicada, a empresa prioriza em manter os produtos e servios dos clientes em total segurana, com aten-dimento eficiente e sempre mantendo tudo online.

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    60Digitalks

  • ELODIGITAL.CC

    A Elo Digital uma agncia que trabalha com a gesto de projetos em comunicao digital, sem-pre utilizando qualidade, inovao, criatividade e a empatia, para ajudar as empresas a chegarem no resultado necessrio. So especializados em e-commerce, tanto em long-tail ou nicho e pos-sui grande background em branding e gesto de marcas.

    EXACTTARGET.COM.BR

    A ExactTarget lder global e referncia em solu-es de marketing interativo cross-channel. A em-presa oferece uma plataforma cross-channel por meio da qual milhares de organizaes ao redor do mundo planejam, automatizam e otimizam a intera-o com seus clientes atravs de e-mail marketing, mobile marketing e mdias sociais. Com a entrada no mercado brasileiro em 2011, a ExactTarget d continuidade expanso de seu time, que atu-almente conta com mais de 1.500 profissionais distribudos entre Estados Unidos, Inglaterra, Aus-trlia, Canad e Brasil, desenvolvendo projetos h mais de 10 anos.

    guia DE EmPrEsas

    61Digitalks

    IVCBRASIL.ORG.BR

    O IVC a entidade nacional responsvel pela au-ditoria de circulao dos principais jornais e revis-tas do Brasil. Considerada a principal referncia neste segmento.

  • LOGCERTO.COM

    O LogCerto o primeiro gateway logstico do Bra-sil. A ferramenta da empresa um sistema comple-to, que integra consumidores, sites de e-commerce e transportadoras, facilitando o processo de envio da mercadorias. Atende desde o cliente que embarca 1 encomenda/dia ao que embarca 1.000 encomendas/dia. o servio on-line de logstica mais eficiente do mercado, que conectamos os sites de e-commerce atravs de ferramentas tecnolgicas como plug-ins, APIs e softwares com aplicaes robustas e estveis.

    guia DE EmPrEsas

    62 Digitalks

    LOCAWEB.COM.BR

    A Locaweb lder em Hosting Infrastructure Servi-ces no Brasil e Amrica Latina em 2012, segundo a IDC. Com 15 anos de experincia e parcerias com 21 mil desenvolvedores, oferece solues em Software (SaaS), Plataforma (PaaS) e Infraestrutura (IaaS). A Empresa possui cerca de 260 mil clientes e capacida-de para mais de 25 mil servidores.

    MEDIARESPONSE.COM

    O Media Responde um Grupo de empresas de marketing online que oferecem a realizao dos objetivos dos anunciantes atravs de produtos de alta tecnologia.

    PERFORMAWEB.COM.BR

    A Performa Web uma agncia de marketing digi-tal full service, especializada em search engine marke-ting (SEM). Trabalham constantemente para que os clientes se posicionem de forma inteligente e eficiente diante de oportunidades do meio digital. Nasceram com o DNA de cliente e sabem como estar do outro lado da mesa. Por isso, preparam a equipe para dar todo o suporte de forma transparente e didtico.

  • guia DE EmPrEsas

    63Digitalks

    RISESOCIALCOMMERCE.COM.BR

    A Rise Social Commerce especializada na im-plementao e na gesto de sistemas de afiliados proprietrios, com a captao de afiliados exclu-sivos para as empresas. O sistema permite a di-vulgao de produtos, oferecendo ferramentas para facilitar a divulgao por meio de sites, blo-gs, redes sociais e e-mail marketing. A empresa tambm disponibiliza equipes de atendimento e marketing exclusivas para cada cliente, persona-lizando o contato.

    REACHLOCAL.COM.BR

    A Reach Local uma empresa de servios de marketing online, que ajuda pequenas e mdias empresas a conquistarem, gerenciarem e mante-rem seus clientes. Desde a sua criao em 2004, fornece estratgias para a publicidade na internet, atravs de servios de links patrocinados, retarge-ting, mdias online, live chat, etc.

    PUTZFILMES.COM

    A Putz Filmes especialistas na criao de vde-os para internet. Estudam e entendem o negcio do cliente, para oferecer as melhores solues em vdeo.

  • guia DE EmPrEsas

    64Digitalks

    VITRIO.COM.BR

    Vitrio uma empresa de inteligncia, com uma soluo full-service, com foco em converso. Todos os servios so planejados e executados com base em da